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Fintech TMB, Aliança Divergente e Grupo Império 55 impulsionam inovação e alcançam R$ 350 milhões em faturamento

Foto: Bernardo Coelho

O Grupo Império 55, liderado pelo empresário Elton Euler, juntamente com seus Sócios Jacque Boesso e Renato Torres, tem se consolidado como um dos principais expoentes da inovação empresarial no Brasil. Em 2024, o conglomerado alcançou a marca de R$ 350 milhões em faturamento, impulsionado por iniciativas que abrangem desde educação corporativa e desenvolvimento humano até a revolução no mercado financeiro, com a fintech TMB.

TMB: rumo à revolução financeira
A TMB nasceu com o objetivo de oferecer soluções financeiras voltadas para infoprodutores e creators, setores que movimentam bilhões anualmente. Com um crescimento exponencial, a fintech está em transição para se tornar um banco digital ainda em 2025. “Estamos criando um ecossistema financeiro onde a criatividade encontra suporte e crescimento”, afirma Euler.

A expansão da TMB acompanha uma tendência global de digitalização dos serviços bancários e de descentralização das operações financeiras. O objetivo é oferecer serviços personalizados e acessíveis para um mercado em franca evolução,
permitindo que mais empreendedores possam monetizar seus conhecimentos de maneira eficiente e segura.

O Corpo Explica: da ciência ao impacto social
Outro pilar do conglomerado é O Corpo Explica (OCE), a maior escola de análise corporal do mundo. Baseado em estudos científicos e na teoria de Wilhelm Reich, o método permite compreender padrões emocionais e comportamentais a partir das características físicas. A metodologia tem sido utilizada para transformar vidas e promover o autoconhecimento, sendo um dos principais ativos do Grupo Império 55.

Milhares de pessoas já foram impactadas pelos cursos e treinamentos oferecidos pelo OCE, ampliando o alcance da empresa para novos mercados.

Aliança Divergente: um ecossistema global de impacto
Fundada no final de 2022, (então GPS), agora Aliança Divergente, nasceu para conectar pessoas ao redor do mundo em torno do desenvolvimento pessoal e do crescimento profissional. Com mais de 100 mil aliados espalhados por 40 países, a
comunidade foca em três pilares essenciais: saúde, finanças e relacionamentos. A meta para os próximos anos é ambiciosa: atingir um milhão de aliados até 2030, consolidando um ecossistema global de impacto. “Transformamos conhecimento em impacto e impacto em legado”, reforça Euler. A Aliança Divergente tem ajudado milhares de pessoas a alcançar independência financeira, melhorar sua qualidade de vida e construir relações mais saudáveis. Seu modelo de mentorias e networking estruturado tem se mostrado eficiente para aqueles que buscam crescimento acelerado em suas carreiras e projetos pessoais.

Para Carol Cortese, aliada da Aliança Divergente, o impacto dessa rede vai além do profissional e tem sido um divisor de águas em sua jornada de crescimento: “A Aliança Divergente não apenas revolucionou minha perspectiva sobre negócios e finanças, mas me proporcionou um senso de pertencimento e evolução pessoal sem precedentes. Aqui, encontrei um ambiente de suporte genuíno e aprendizado contínuo, onde o sucesso coletivo é a base para a transformação individual. Fazer parte dessa comunidade me permitiu desenvolver estratégias para escalar minha atuação profissional e, ao mesmo tempo, fortalecer minha mentalidade para superar desafios com resiliência e confiança.”

Expansão e diversificação do Grupo Império 55
O conglomerado também atua no setor de saúde e bem-estar com a TMD Suplementos, unindo tecnologia e nutrição para ampliar o acesso a soluções personalizadas. A empresa tem investido em pesquisa para o desenvolvimento de novos produtos que promovam qualidade de vida e performance física otimizada para diferentes perfis de consumidores.

Outro ponto de destaque é a atuação do Grupo Império 55 em pesquisas voltadas para a cura do câncer e da depressão, através do Instituto de Pesquisas d’O Corpo Explica. A iniciativa visa utilizar os conhecimentos de análise corporal para
compreender e tratar condições complexas de saúde mental e física, fortalecendo a intersecção entre ciência e bem-estar humano.

Elton Euler: um visionário da inovação e transformação empresarial

Com quase três milhões de seguidores, Elton Euler tem se consolidado como um dos maiores influenciadores do meio corporativo e acadêmico. Seu impacto ultrapassa o ambiente digital, consolidando-se também no meio acadêmico, sendo reconhecido por suas contribuições inovadoras.

Em reconhecimento à sua trajetória, Euler será homenageado no próximo dia 7 de fevereiro com o Colar do Mérito Acadêmico pela Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (ABRASCI). O prêmio reforça o impacto das iniciativas do Grupo Império 55 e o papel de Euler como um dos grandes expoentes do empreendedorismo brasileiro.

“Quero mostrar que o Brasil pode ser um polo global de inovação e desenvolvimento humano, utilizando tecnologia, educação e ciência para transformar vidas e construir um futuro melhor”, conclui o empresário.

Após eleição das Mesas Diretoras do Congresso, ABTP reforça parceria para discutir infraestrutura com o Legislativo

- (crédito: Ed Alves/CB/DA.Press)


A Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP) parabeniza as novas Mesas Diretoras do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, eleitas no sábado (01/02). O Congresso Nacional tem um papel fundamental não apenas político, como pilar de fortalecimento da democracia, mas também econômico, debatendo, analisando e votando projetos que promovam o desenvolvimento do país.

A ABTP reafirma seu compromisso de estreitar os laços de parceria com o Legislativo. O parlamento brasileiro deu provas nos últimos anos de apoio aos temas da infraestrutura, aprovando pautas importantes nos setores de portos, ferrovias, navegação de cabotagem e energia.

Os portos brasileiros são atores importantes desse cenário, uma vez que são a porta de entrada e saída das principais mercadorias que circulam pelo país. Diante de um cenário geopolítico global de mudanças nas cadeias de produção, é fundamental que o Brasil modernize ainda mais a infraestrutura portuária para se posicionar à altura dos desafios que virão.

Além dos leilões e concessões previstos para os próximos dois anos, aguarda deliberação no Congresso o anteprojeto de lei dos Portos, elaborado por uma Comissão de Juristas para a Revisão Legal da Exploração de Portos e Instalações Portuárias (CEPORTOS), entregue no final do ano passado e que está pronto para ser discutido por deputados, senadores, governo e sociedade dentro dos trâmites legais condizentes com uma democracia madura como a nossa.

Estamos confiantes que, mais uma vez, que o Congresso Nacional exercerá seu papel de promotor do desenvolvimento econômico e social do país. Contem com a ABTP nessa caminhada.
 

Roberto Oliva

Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Terminais Portuários

(ABTP)
 

Jesualdo Silva

Presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP)

Lei Paulo Gustavo executa R$ 3,9 bilhões em projetos culturais nos 27 estados e 5.398 municípios

A Lei Paulo Gustavo (LPG) representa o maior valor investido diretamente em cultura na história do Brasil - Foto: Filipe Araújo / MinC

O total significa mais de 95% dos recursos transferidos pela política do Governo Federal e viabilizou projetos audiovisuais, de teatro, música, dança, pintura, escultura e outros

Os estados, o Distrito Federal e os municípios executaram R$ 3,93 bilhões da Lei Paulo Gustavo (LPG), o equivalente a 95% dos recursos que receberam do Governo Federal. Trata-se do maior valor investido diretamente em cultura na história do país. O alto percentual de uso demonstra a eficiência da política, surgida durante a pandemia e que se tornou um poderoso instrumento de impulsionamento da atividade cultural em todo o país.
 

O valor repassado pelo Ministério da Cultura (MinC) foi de R$ 3,8 bilhões. Com os rendimentos bancários, chegou a R$ 4,1 bilhões. Desses, R$ 3,93 bilhões foram usados como investimento, tanto no audiovisual quanto em setores como música, dança, pintura, escultura e artes digitais, um amplo espectro pensado para contemplar toda a diversidade de manifestações culturais e artísticas do país.
 

 

“A lei é responsável pelo desenvolvimento econômico, social e artístico ao injetar recursos financeiros nos municípios e estados, gerando emprego, renda e dignidade para o nosso povo”, ressalta a ministra da Cultura, Margareth Menezes. “A cultura está diariamente na vida dos brasileiros. Por isso, leis de incentivo, como a Paulo Gustavo, são importantes para contribuir com políticas de fomento cultural, fazendo chegar em todo território nacional, e evidenciar a diversidade da nossa gente e as diferentes formas de se fazer cultura”, completa a ministra.
 

“O sucesso da política se revela não só no montante, mas na capilaridade. A Lei chegou a praticamente 100% do território, um feito impressionante em um país tão extenso e diverso. O resultado reforça a importância de políticas que permitem a nacionalização do fomento e fortalecem as expressões culturais de todas as regiões”, indica a secretária dos Comitês de Cultura do Ministério da Cultura, Roberta Martins.


PARTICIPAÇÃO — Os recursos foram repassados pelo Governo Federal aos estados, municípios e Distrito Federal que fizeram adesão à política. Coube aos entes mapear, com a participação da sociedade civil, demandas da comunidade local e distribuir os recursos por editais de projetos ou premiações, por exemplo.
 

REGIÕES — No quantitativo, a região Sudeste foi a que mais recebeu repasses da Lei Paulo Gustavo: mais de R$ 1,45 bilhão. Aplicados, ao longo do prazo de execução, os recursos ainda renderam mais de R$ 103,81 milhões. Do total (repasses, mais rendimentos), 95,6% já foram executados. A região Nordeste vem em seguida, com R$ 1,16 bilhão recebidos e 96,2% executados. Na sequência aparecem Sul (R$ 523 milhões e 95,1% de execução), Norte (R$ 424 milhões e 89,7% de execução) e Centro-Oeste (R$ 298,3 milhões e 93% de execução).

Detalhamento dos recursos aplicados pelos estados, municípios e Distrito Federal, por meio da Lei Paulo Gustavo – Fonte: MinC


Clique e acesse todas as informações do Painel de Dados da LPG

ESTADOS — As 27 unidades da Federação somadas receberam mais de R$ 2,02 bilhões em recursos da Lei Paulo Gustavo. Acrescidos os rendimentos, o programa disponibilizou R$ 2,18 bilhões — dos quais 97,5% foram executados. Do total, 24 estados e o Distrito Federal executaram mais de 90% dos recursos. Espírito Santo, Paraná e Goiás são os destaques, com utilização integral dos recursos.
 

O Espírito Santo utilizou R$ 43,6 milhões em projetos de audiovisual e outras áreas, em valores que levam em conta o que foi repassado, adicionado aos rendimentos. Sete municípios capixabas ainda reverteram recursos das contas da LPG para o estado, situação que se repetiu em outras unidades da federação. O Paraná também utilizou integralmente os R$ 108 milhões disponíveis, assim como Goiás, que aplicou todos os R$ 72,5 milhões.
 

Também os estados do Piauí, Amazonas, São Paulo e Tocantins consolidaram uma execução de 99,8% dos valores disponíveis (repasses, mais rendimentos). São Paulo foi o estado que mais utilizou recursos: R$ 381,17 milhões. Já o Amazonas executou R$ 54,71 milhões, o Piauí, R$ 45,51 milhões, e o Tocantins, R$ 27,56 milhões. Apenas Mato Grosso (88,8%) e Rondônia (22,4%) executaram menos de 90% dos recursos.
 

MUNICÍPIOS — Ao todo, 5.398 dos 5.570 municípios brasileiros (98,1%) receberam recursos que, somados, chegaram a R$ 1,8 bilhão. Desse total, 81,4% das cidades (4.396) utilizaram mais de 80% dos recursos disponíveis.
 

CAPITAIS — Entre as capitais, 25 das 27 cidades executaram mais de 90% dos recursos. Rio Branco, Curitiba e Vitória são os destaques, com a execução praticamente integral dos recursos disponíveis para projetos audiovisuais e de outras áreas. Rio Branco utilizou totalmente os R$ 4,49 milhões, enquanto Curitiba executou R$ 15,6 milhões e Vitória, R$ 3,45 milhões. Maior cidade do país, São Paulo utilizou 90,8% do total disponível (recursos e rendimentos), o equivalente a R$ 87,46 milhões.
 

SALDO — Após o encerramento do prazo para a execução dos recursos, em 31 de dezembro de 2024, o saldo remanescente teve que ser restituído até 15 de janeiro deste ano. Os entes federativos terão até agosto para concluir o relatório de gestão final e apresentar o documento de prestação de contas.
 

ADESÃO — Em 2023, o Ministério da Cultura trabalhou para que a adesão à Lei fosse a máxima possível e garantiu que 100% dos estados e 98% das cidades se tornassem aptas a receber os recursos. Já em 2024, a pasta atuou para que os entes federados executassem os valores até 31 de dezembro, a data limite.
 

RETORNO — Para o secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do Ministério da Cultura, Henilton Menezes, os resultados refletem o impacto transformador dos investimentos culturais no Brasil. “O investimento permitiu não somente apoiar, mas recuperar e fortalecer um motor econômico e social vital para o Brasil”, afirmou. Um exemplo é a cidade do Rio de Janeiro, que contou com R$ 51,52 milhões disponíveis para execução. Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre a Lei Paulo Gustavo no município revelou o impacto significativo da política. Para cada R$ 1 investido pela Lei, o retorno foi de R$ 6,51, o que demonstra a capacidade do setor cultural e da economia criativa para impulsionar a atividade econômica local.
 

A LEI — A Lei Paulo Gustavo viabilizou o maior investimento direto no setor cultural da história do Brasil. Levando-se em consideração o valor disponibilizado, de R$ 3,86 bilhões e os rendimentos no fundo de investimento do Banco do Brasil, R$ 4,14 bilhões foram destinados à cultura. Símbolo de resistência da classe artística, a lei foi aprovada durante a pandemia de Covid-19, que limitou severamente as atividades do setor. É uma homenagem a Paulo Gustavo, artista símbolo da categoria, vitimado pela doença. Em 2023, a recriação do Ministério da Cultura abriu o caminho para a plena execução da Lei. Após um intenso processo de escuta, a pasta editou o decreto regulamentar da Lei, permitindo que estados, municípios e Distrito Federal pleiteassem a verba.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Equipe brasileira se prepara para competir na etapade Sydney do Rolex SailGP Championship 2025 

Mubadala Brazil SailGP Team garantiu os melhores momentos da equipe na última etapa, em Auckland - crédito: AT Films

Mubadala Brazil SailGP Team chega confiante ao KPMG Australia Sail Grand Prix | Sydney,
nos dias 8 e 9 de fevereiro, e busca consolidar desempenho
 

Sydney, 04 de fevereiro de 2025 – Sob o comando de Martine Grael, o Mubadala Brazil SailGP Team se prepara para a terceira etapa do Rolex SailGP Championship 2025, que acontecerá nos dias 8 e 9 de fevereiro no icônico Sydney Harbour, na Austrália. O evento, considerado um dos mais aguardados do verão australiano, promete reunir milhares de fãs de todas as partes do globo em uma atmosfera vibrante e cheia de emoção para assistir às regatas do principal campeonato de velocidade de barcos a vela do mundo. As regatas do KPMG Australia Sail Grand Prix | Sydney acontecem às 15h no horário local (2h no horário de Brasília) em ambos os dias, e poderão ser assistidas nos canais SporTV 3 e BandSports, parceiros de transmissão do SailGP no Brasil.

Após as duas primeiras etapas da temporada 2025, em Dubai e Auckland, respectivamente, a equipe brasileira chega a Sydney confiante e em busca de novos resultados que confirmem a constante evolução mostrada nesse início da temporada. As regatas realizadas na cidade neozelandesa renderam alguns dos melhores momentos do Mubadala Brazil SailGP Team, incluindo a maior velocidade dentre as embarcações de modelo F50 no primeiro dia da etapa de Auckland, chegando a 87,69 km/h, e um 5º lugar no segundo dia – sua melhor posição em uma corrida desde a estreia da competição, em Dubai.

Martine Grael, a primeira mulher capitã da competição, destaca o entrosamento do time. “Cada etapa tem sido uma oportunidade de crescimento para nós, e sem dúvidas estamos mais preparados e determinados para enfrentar os desafios em Sydney. Queremos mostrar ao mundo que, apesar de sermos uma equipe estreante, a vela brasileira merece a atenção do público do SailGP e tem muito a contribuir para o espetáculo que a liga proporciona” afirma a bicampeã olímpica e pan-americana.

Emoldurada por uma das paisagens mais icônicas de Sydney, a etapa australiana tem tudo para ser um verdadeiro show de adrenalina, com as corridas acontecendo nas águas de Shark Island e no centro do Sydney Harbour, permitindo aos fãs acompanharem a ação de perto, seja na costa ou em barcos estratégicos espalhados pelo percurso. Os catamarãs F50, conhecidos por sua alta tecnologia e velocidades que podem alcançar 100 km/h, prometem momentos de disputas acirradas entre as 12 equipes participantes.
 

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O F50 da equipe brasileira alcançou a marca de 87 km/h na etapa de Auckland – crédito: AT Films


Além de Martine, o Mubadala Brazil SailGP Team é composto por atletas de elite, incluindo os Grinders Marco Grael e Mateus Isaac, o Wing Trimmer Leigh McMillan, a Reserve Kahena Kunze e o Flight Controller Andy Maloney. Na posição de Strategist, uma nova aquisição de peso promete fortalecer ainda mais as chances do time no campeonato: Paul Goodison – que anteriormente atuou como driver do Emirates GBR em duas etapas do SailGP, em 2021 – se uniu à equipe brasileira desde Auckland. Richard Mason, que ocupava a posição até então, segue contribuindo com sua vasta experiência e estratégia no desempenho do time, agora como treinador e integrante da equipe técnica.

“Estou muito empolgado por me juntar ao Mubadala Brazil SailGP Team e competir ao lado dessa equipe tão talentosa. Retornar a Sydney para correr novamente nesse local incrível é algo que me motiva bastante. Com um percurso desafiador, essa etapa exige muito dos estrategistas, e estou ansioso para atuar nesse papel. O time fez grandes avanços em Auckland e tem trabalhado duro para analisar as corridas e aprender o máximo possível para a próxima etapa. Nosso objetivo é manter a trajetória de evolução e reduzir a diferença para os times de ponta”, afirmou Goodison, que foi campeão olímpico na classe Laser em Pequim 2008 e tem experiência na America’s Cup, onde integrou as equipes Artemis Racing e American Magic.

Após Sydney, o SailGP atraca nos Estados Unidos por duas semanas seguidas para as suas etapas seguintes. Enquanto Los Angeles vai sediar a 4ª etapa da temporada, em 15 e 16 de março, São Francisco será palco da 5ª etapa, nos dias 22 e 23 do mesmo mês. Já em maio, é o Rio de Janeiro que recebe a 6ª etapa da competição, nos dias 3 e 4. Esta, que é a primeira vez em que a liga internacional realiza um evento na América do Sul, será uma oportunidade única de assistir a elite dos atletas de vela em ação, em regatas emolduradas pela icônica paisagem da Baía de Guanabara com o Pão de Açúcar ao fundo.

Os ingressos para o Enel Rio Sail Grand Prix podem ser adquiridos por meio da plataforma Eventim, com preços que variam de R$313 a R$940 – e que incluem também opções de pacotes promocionais. O link de compra e informações complementares sobre os tipos de ingressos podem ser encontrados no site oficial do evento.



Sobre o Mubadala Brazil SailGP Team

O Mubadala Brazil SailGP Team representa o Brasil na elite global da vela como a primeira equipe brasileira a competir no SailGP. Liderada por Martine Grael, a primeira mulher capitã da competição, a equipe conta com o atual campeão da America’s Cup Andy Maloney como Flight Controller e Leigh McMillan como Wing Trimmer, além de Richard Mason como estrategista. Completam o time Marco Grael, irmão de Martine, e Mateus Isaac como Grinders e Kahena Kunze na reserva. O time brasileiro tem como patrocinadores Mubadala (Naming Rights), Banco BRB (Global Partner), OceanPact, Oakberry e Ambipar (Official Partners).

Sesc Verão 2025 na Estação Osasco tem a presença de atletas paralímpicos de tênis de mesa nesta terça-feira (4) 

Fotos: Divulgação CCR Mobilidade

Participação de Danielle Rauen e Luiz Filipe Manara, representantes do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, marca o encerramento desta edição do projeto realizado em parceria entre o Sesc Osasco e a ViaMobilidade
 

São Paulo, 3 de fevereiro de 2025 – A Estação Osasco, da Linha 8-Diamante, recebe amanhã (4) o último dia dessa edição do projeto “Sesc Verão – Segue o Jogo”. Quem estiver por lá, poderá jogar de tênis de mesa entre 10h e 16h. Para dar mais emoção ao último dia do evento, ao meio-dia, os atletas paralímpicos Danielle Rauen e Luiz Filipe Manara, representantes do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, estarão no local para jogar partidas de tênis com passageiros da estação e conversar com fãs.

As atividades esportivas do Sesc Verão 2025 na Estação Osasco, uma parceria entre o Sesc Osasco e a concessionária ViaMobilidade, estão localizadas no andar das bilheterias, à esquerda das escadas de acesso. O local foi estrategicamente escolhido para que o fluxo de passageiros e acesso ao elevador permaneçam inalterados a fim de proporcionar comodidade e segurança para todos os frequentadores.

“Ao longo do mês, os mais de 33 mil passageiros que transitam pela Estação Osasco diariamente tiveram à disposição uma diversa programação de atividades físicas e diferentes modalidades esportivas. Parcerias com instituições renomadas como o Sesc fortalecem nosso compromisso de aliar mobilidade a saúde, bem-estar e lazer”, afirma André Costa, diretor da ViaMobilidade – Linhas 8 e 9.

ViaMobilidade – Linhas 8 e 9  
A ViaMobilidade Linhas 8 e 9 é a concessionária responsável pela operação e manutenção das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda de trens metropolitanos de São Paulo. A Linha 8-Diamante é composta por 22 estações, ligando Júlio Prestes a Amador Bueno, com integração nas linhas 3-Vermelha e 7-Rubi. Já a Linha 9-Esmeralda, que conecta Mendes-Vila Natal a Osasco, possui 20 estações e faz integração com as linhas 4-Amarela, 5-Lilás e 8-Diamante. Futuramente, terá conexão também com a Linha 17-Ouro de monotrilho. 

ICL avalia que novas lideranças do Congresso serão essenciais para progresso do setor de combustíveis nos próximos anos 

O Instituto Combustível Legal (ICL) considera que os resultados das eleições parlamentares no Brasil – no último sábado (01.02) – representam uma perspectiva para ampliação do diálogo transparente, bem como maior proximidade no relacionamento do setor de combustíveis com o poder legislativo brasileiro.
 

Desta forma, será possível fortalecer uma agenda baseada na competitividade, atratividade e isonomia do segmento com reflexos positivos para o desenvolvimento econômico e social do país. O ICL defende um arcabouço regulatório estável e segurança jurídica para seguir com novos investimentos e negócios no setor.
 

É importante reforçar que – na gestão anterior das casas – ocorreram importantes conquistas, como a aprovação, tramitação e implementação da monofasia para todos os combustíveis, incluída na regulamentação da reforma tributária. O sistema evita a sonegação e evasão fiscais, concentra a carga tributária no início da cadeia produtiva, simplifica as cobranças de impostos e sua respectiva fiscalização pelas autoridades competentes.
 

A inclusão do etanol hidratado neste regime tributário ainda contribui com a consolidação do Combustível do Futuro, programa que fomenta o uso de combustíveis sustentáveis. A partir de 1º de maio, começa o recolhimento de PIS/Cofins no regime monofásico para o etanol hidratado.
 

O Combustível do Futuro também atrairá mais recursos financeiros em inovação e impulsionará o desenvolvimento e a utilização de biocombustíveis sustentáveis, caso do diesel verde. Porém, demandará atenção para a comprovação da viabilidade técnica para a elevação dos percentuais de etanol anidro na gasolina para até 35% e de biodiesel no óleo diesel em até 20% até 2030. Segundo o Instituto, outro ponto que merece atenção é a garantia de fiscalização ostensiva para manter a qualidade aos consumidores.
 

A aprovação da nova Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) ainda aprimora a regulação do segmento com medidas como o aumento de multas para os agentes que não cumprirem as metas estabelecidas do programa. Não cumprimento das metas de descarbonização passa a ser tipificado como crime ambiental, bem como a comercialização de combustíveis será proibida para distribuidores inadimplentes com sua meta individual
 

“Foram vitórias relevantes para a sociedade brasileira, que terá um mercado alinhado com as melhores práticas internacionais de ética operacional e excelência concorrencial. Ainda posicionamos o Brasil, cada vez mais, como um líder em transição energética e tecnologias verdes. Mas, ainda precisamos avançar em pautas essenciais para tornar o setor ainda mais integro e eficiente para o segmento privado e os consumidores”, analisa Emerson Kapaz, presidente do ICL.

Agenda parlamentar

Na visão do ICL, alguns tópicos devem ser priorizados pelas novas lideranças da Câmara e do Congresso:

  • Devedor contumaz: o combate aos sonegadores – em sua grande maioria, são facções criminosas que se infiltraram no setor de combustíveis – deve ser tipificado em caráter federal com aplicação de penas e multas duras por meio dos PLP 15, 125 e 164. Hoje, a dívida ativa destes grupos ultrapassa os R$ 250 bilhões e o prejuízo anual ao Erário alcança R$ 30 bilhões com fraudes tributárias e operacionais;
  • Inclusão do ICMS na monofasia do etanol hidratado: a expectativa do setor é iniciar a implementação do regime monofásico no recolhimento do tributo estadual para o etanol hidratado ainda no primeiro semestre de 2025. Desta forma, espera-se reduzir a sonegação e os crimes fiscais que ocorriam na distribuição e comercialização deste biocombustível, especialmente após o diesel e a gasolina entrarem na monofasia em 2023.
  • Furto, descaminho e receptação de combustíveis: aprovação do projeto de lei 8455 / 2017 para eliminar furtos e roubo de gasolina, etanol e diesel, além de derivados de petróleo – em estabelecimentos de produção, instalações de armazenamento e tancagem e dutos de movimentação, além de movimentação de caminhões, transporte em geral e receptação destes produtos – sejam tratados com punições compatíveis aos impactos econômico e social que proporcionam ao país.

O ICL espera que o Congresso possa atuar incansavelmente na busca por decisões assertivas para mitigar judicializações no setor, além de ter uma participação efetiva no programa governamental de combate ao crime organizado no segmento e não proporcionar benefícios tributários exclusivos para agente isolado do setor.
 

O Instituto reforça sua confiança nos parlamentares para que o segmento de combustíveis possa seguir como um dos pilares do crescimento econômico nacional – com contribuição de mais de R$ 215 bilhões anuais em recolhimento de impostos – e garantir o suprimento de diesel, gasolina, biocombustíveis, e lubrificantes fundamentais para a mobilidade urbana, segurança energética e progresso contínuo de segmentos diretamente relacionados, como o automotivo.

Obras Autônomas: O Futuro da Construção

O setor da construção civil sempre foi uma das áreas mais relevantes da economia mundial. No entanto, sua evolução enfrenta desafios constantes, desde a escassez de mão-de-obra qualificada até questões relacionadas à sustentabilidade e à segurança. O advento de novas tecnologias, como a automação e a inteligência artificial (IA), está criando um cenário inovador no qual a construção de obras em andamento  pode ser realizada de maneira mais eficiente, econômica e segura. As obras autônomas representam essa revolução e têm o potencial de transformar profundamente a forma como construímos o mundo ao nosso redor.

O Conceito de Obras Autônomas

Obras autônomas referem-se ao uso de tecnologias avançadas para executar a maioria das tarefas de construção de maneira automatizada, com mínima intervenção humana. Esses processos envolvem uma combinação de robôs, impressoras 3D, drones, veículos autônomos e IA para planejar, projetar, construir e monitorar o andamento das obras. Em vez de depender inteiramente de equipes de trabalhadores humanos, as obras autônomas podem operar de maneira eficiente, reduzindo erros e aumentando a produtividade.

As impressoras 3D, por exemplo, já estão sendo usadas para criar estruturas em grande escala, como casas, pontes e até edifícios inteiros, de forma rápida e com precisão. Essas tecnologias podem construir de forma mais rápida e com menos desperdício de materiais, reduzindo significativamente os custos de construção.

A Inteligência Artificial e a Automação no Processo Construtivo

A automação na construção não é um conceito novo, mas a integração de IA nas obras autônomas está dando um salto significativo. A IA permite que as máquinas não apenas realizem tarefas, mas também “aprendam” e se adaptem a diferentes condições de trabalho. Isso implica que, por exemplo, robôs podem ajustar suas operações em tempo real, considerando variáveis como temperatura, umidade e tipo de solo, melhorando a eficiência e a qualidade da construção.

Além disso, a IA pode ser aplicada no planejamento da obra. Algoritmos poderosos podem otimizar o uso de recursos, identificar potenciais problemas antes que ocorram e até prever prazos com maior precisão. Isso leva à redução de custos operacionais e ao aumento da segurança no local de trabalho.

Benefícios das Obras Autônomas

A adoção de obras autônomas oferece uma série de benefícios tanto para os profissionais da construção quanto para os consumidores e para o meio ambiente. Entre os principais benefícios estão:

1. Eficiência e Velocidade: Com a automação, é possível realizar tarefas repetitivas e complexas de maneira mais rápida e com menos erros. A impressão 3D, por exemplo, pode reduzir significativamente o tempo de construção de uma casa, de meses para dias.

2. Redução de Custos: A automação ajuda a reduzir os custos com mão de obra, além de otimizar o uso de materiais, evitando desperdícios. Isso pode tornar a construção mais acessível, especialmente em regiões com recursos limitados.

3. Segurança no Trabalho: Robôs e veículos autônomos podem assumir tarefas perigosas, como escavar ou operar equipamentos pesados, reduzindo os riscos de acidentes para os trabalhadores. Isso é especialmente importante em locais de construção com condições imprevisíveis.

4. Sustentabilidade: A construção autônoma permite o uso de materiais reciclados e técnicas que minimizam o impacto ambiental. Por exemplo, o uso de impressoras 3D para construção pode reduzir o desperdício de material e diminuir a necessidade de transporte de recursos, diminuindo as emissões de carbono associadas.

5. Qualidade e Precisão: A automação permite um nível de precisão que é difícil de ser alcançado por humanos. As máquinas podem executar tarefas de forma uniforme e sem variações, resultando em obras de melhor qualidade e mais duráveis.

Desafios e Perspectivas Futuras

Apesar dos muitos benefícios, a adoção de obras autônomas ainda enfrenta desafios. A falta de regulamentação clara e a resistência cultural à mudança são barreiras que precisam ser superadas. Além disso, é necessário um investimento significativo em pesquisa e desenvolvimento para melhorar a viabilidade econômica dessas tecnologias em larga escala.

Outra preocupação é a questão do impacto no emprego. Se muitas tarefas puderem ser realizadas por máquinas, será preciso repensar o papel da força de trabalho na construção civil. Isso pode exigir a requalificação de muitos trabalhadores para lidar com novas funções, como a operação e manutenção das máquinas.

Entretanto, o futuro das obras autônomas é promissor. À medida que a tecnologia continua a evoluir, é provável que a construção se torne mais acessível, segura e sustentável. Podemos imaginar um futuro no qual edifícios, pontes e infraestruturas sejam construídos de forma totalmente automatizada, usando recursos e técnicas que não só atendem às necessidades humanas, mas também preservam o meio ambiente.

Conclusão

As obras autônomas não são mais uma fantasia futurista, mas uma realidade emergente que promete transformar a construção civil. A combinação de robôs, IA, impressoras 3D e veículos autônomos cria um novo paradigma para o setor, permitindo uma construção mais eficiente, segura e sustentável. Embora existam desafios a serem superados, o futuro da construção parece promissor, com as obras autônomas abrindo caminho para um mundo mais inovador e acessível.

Melhor lutadora do Brasil: Pietra Sena, inaugura centro de lutas no Guará e inspira nova geração do Muay Thai

O Muay Thai é mais do que um esporte; é uma forma de vida.” Com essa filosofia, a jovem atleta Pietra Sena, uma das maiores promessas do Muay Thai no Brasil, se prepara para um novo desafio ao inaugurar sua própria academia, a Selva Centro de Lutas, localizada no Guará.

Após se destacar em competições nacionais, Pietra, agora com 16 anos, transforma seu sonho em realidade ao criar um espaço que promete ser um ponto de encontro para amantes de artes marciais. A Selva Centro de Lutas oferecerá não apenas treinamento em Muay Thai, mas também aulas de boxe, kickboxing, jiu-jitsu e judô infantil, atendendo a todas as idades e níveis de habilidade.

A academia não é apenas um local para treinar; é uma oportunidade para a comunidade do Guará se unir em torno de hábitos saudáveis. Estudos mostram que a prática de esportes na infância e adolescência contribui significativamente para o desenvolvimento emocional e social, além de promover a saúde física. Pietra acredita que a Selva Centro de Lutas será um espaço seguro e acolhedor, onde os jovens poderão desenvolver disciplina, respeito e autoconfiança.

Com a inauguração, a academia também irá promover eventos e competições locais, incentivando o engajamento da comunidade e oferecendo oportunidades para os novos talentos se destacarem. “Quero que a Selva seja um lugar onde todos possam se sentir acolhidos e motivados a superar seus limites”, afirmou Pietra.

A luta na Tailândia, marcada para maio, representa um marco na carreira de Pietra. “Estou muito animada e focada para essa competição. É um sonho lutar na Tailândia, e vou dar o meu melhor para trazer o título para casa”, declarou a atleta, que vê na competição a chance de testar suas habilidades em um dos berços do Muay Thai.

A comunidade está convidada a conhecer a Selva Centro de Lutas e acompanhar a trajetória inspiradora de Pietra Sena. Para mais informações, siga Pietra nas redes sociais e venha fazer parte dessa nova era das artes marciais no Guará!

Roney Nemer contraria promessas de Ibaneis enquanto moradores da Granja Modelo denunciam remoção sem aviso e cobram respostas

Comunidade do Condomínio Jardim Vitória acusa falta de diálogo e apoio do poder público em operação que ameaça centenas de famílias

A derrubada de moradias no Condomínio Jardim Vitória, localizado na Granja Modelo do Riacho Fundo I, provocou forte comoção entre os moradores, que denunciam a remoção forçada sem aviso prévio e sem alternativas habitacionais. A operação, conduzida pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal (DF Legal) e pela Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística, tem como alvo casas supostamente irregulares, mas os moradores alegam que muitos dos imóveis atingidos são habitações de longa data, onde vivem crianças, idosos e famílias trabalhadoras.

A comunidade do condomínio, que abriga 265 casas habitadas, afirma que a ação foi realizada sem qualquer comunicação oficial e que, mesmo tentando dialogar com as autoridades, não obtiveram respostas concretas. Em vídeos divulgados nas redes sociais e em uma publicação da Prefeitura Comunitária da Granja, os moradores questionam a alegação de que são invasores.

“Se somos invasores, então cadê o mínimo de dignidade da pessoa humana? Porque até bandido tem direito a ser bem tratado… Pais de família trabalhadores não?”, diz um trecho do manifesto publicado no Instagram.

Além do impacto emocional da remoção, os moradores ressaltam a falta de alternativas habitacionais e de suporte do governo, deixando centenas de famílias desamparadas. “A pergunta é: cadê a justiça e o direito à dignidade humana?”, diz outro trecho da publicação.

A revolta também se estende ao tratamento que os moradores alegam estar recebendo por parte do governo. O texto publicado nas redes sociais critica a atuação de representantes políticos que anteriormente estavam em diálogo com a comunidade, mas agora apoiam as remoções. Um dos nomes citados foi o de Roney Nemer, que, segundo os moradores, antes se mostrava próximo da comunidade e agora teria solicitado à Justiça a remoção das famílias.

O caso levanta questionamentos sobre a política de regularização fundiária no Distrito Federal, uma vez que os moradores alegam que vivem na área há anos e que não receberam nenhuma proposta de reassentamento.

Até o momento, o Governo do Distrito Federal (GDF) e os órgãos responsáveis pela operação não emitiram um posicionamento oficial sobre as denúncias dos moradores. A falta de informações concretas tem gerado um clima de insegurança entre as famílias, que pedem uma intervenção urgente das autoridades para evitar mais remoções.

A comunidade segue mobilizada, buscando apoio jurídico e político para impedir que a operação continue. O caso reacende o debate sobre o direito à moradia, a legalidade das remoções forçadas e a necessidade de um planejamento habitacional que considere as famílias de baixa renda.

A ação comandada pelo ex-deputado Roney Nemer é vista como uma traição à comunidade, pois vai de encontro ao que o próprio governador Ibaneis Rocha (MDB) prometeu durante a campanha eleitoral. Nemer, que integra o partido da vice-governadora Celina Leão (PP), pré-candidata ao GDF em 2026, é acusado pelos moradores de trocar a política pelo legalismo. Enquanto almeja uma cadeira na Câmara Legislativa do DF (CLDF) e sonha com a presidência da Casa, analistas políticos apontam que seu embate com a comunidade pode enterrar seu futuro eleitoral e arrastar junto Celina Leão e o próprio Ibaneis, que busca se eleger senador.

Turismo náutico em pauta no Entorno

Alexânia

Reuniões na Secretaria do Entorno debatem apoio da Goiás Turismo e ações para fortalecer eventos culturais e atividades no Lago Corumbá IV

O setor turístico da Região Metropolitana do Entorno do Distrito Federal foi tema de encontros estratégicos nesta semana na Secretaria do Entorno (SEDF-GO). Na quarta-feira (29), o presidente da Agência Estadual Goiás Turismo, Fabrício Amaral, e o secretário municipal de Turismo de Luziânia, Luciano Queiroz, discutiram iniciativas para ampliar oportunidades e fortalecer a economia regional, especialmente, com foco nos atrativos do Lago Corumbá IV. “Quem não gosta de pescar? Tem muita gente vindo de Brasília e cidades próximas para aproveitar a beleza e abundância do nosso lago”, destacou Queiroz.

Alexânia

No início da semana, o secretário de Turismo e presidente da Câmara de Abadiânia, Rodrigo Belém, e a subprefeita de Abadiânia Velha, Daryelle Azevedo, também estiveram na Secretaria para tratar de investimentos no turismo náutico e na pesca esportiva no Lago Corumbá IV no município, além da valorização de eventos culturais locais. “Nossa meta é retornar Abadiânia para os eventos de pesca do Estado”. Antes deles, também esteve na Pasta o Secretário Municipal de Turismo de Abadiânia, Daniel Antonio, que está com grande expectativa para o retorno do município ao Circuito Goiano de Pesca Esportiva. “Abadiânia tem muito a oferecer, e estamos comprometidos em proporcionar conforto e bem-estar a todos os participantes e visitantes”, disse o secretário.

A secretária do Entorno, Caroline Fleury, destacou a importância das parcerias para o desenvolvimento econômico da região. “O Entorno tem riquezas naturais e culturais únicas. Nosso papel é garantir que essas potencialidades sejam reconhecidas e aproveitadas, gerando novas oportunidades para as cidades”, afirmou.

O presidente da Goiás Turismo ressaltou o grande potencial do Entorno e a necessidade de integrar os municípios às iniciativas do governo estadual. “Temos uma região com vocação para o desenvolvimento, que vai da cultura à gastronomia e do lazer à religiosidade. São três milhões de pessoas em busca de novas experiências. Queremos que o Entorno participe ativamente de feiras e eventos para divulgar suas riquezas e atrair mais visitantes”, afirmou Fabrício Amaral.

As reuniões reforçam o alinhamento entre o governo estadual e as secretarias municipais, com foco na geração de empregos, na valorização das tradições locais e na captação de investimentos.

Lago Corumbá IV: um polo de lazer e desenvolvimento

Com 173 km² de extensão, o Lago Corumbá IV se firma como um dos principais destinos da Região Metropolitana do Entorno. Criado a partir da barragem que originou o reservatório da Usina Hidrelétrica de Corumbá IV, inaugurada em 2006, o lago tem capacidade para abastecer cerca de 250 mil habitantes do Distrito Federal. Além de sua relevância energética, o local desponta como referência para esportes náuticos, pesca esportiva e ecoturismo.

O lago banha sete municípios goianos, sendo cinco deles no Entorno: Abadiânia, Alexânia, Luziânia, Novo Gama e Santo Antônio do Descoberto. Com águas ideais para lazer e uma paisagem propícia ao contato com a natureza, Corumbá IV se consolida como um dos maiores atrativos da região, contribuindo para a diversificação da economia local.

Secretaria do Entorno do Distrito Federal – Governo de Goiás