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Cinco anos de pandemia: O impacto no câncer infantojuvenil e os aprendizados do Instituto Ronald McDonald

Por Bianca Provedel, Ceo do Instituto Ronald McDonald

Em março de 2025, completamos cinco anos do início de uma das maiores crises globais que vivenciamos nas últimas décadas: a pandemia da Covid-19. Não apenas as estruturas de saúde, mas toda a sociedade foi abalada de uma forma que não poderíamos prever. Como CEO do Instituto Ronald McDonald, uma instituição que apoia saúde e bem-estar de crianças, adolescentes, prioritariamente com câncer, e suas famílias, a pandemia deixou marcas profundas e transformadoras. Ao olhar para esses cinco anos, vejo uma trajetória que não foi apenas marcada pela dor, pela perda e pela luta, mas também por momentos de resiliência, solidariedade e renovação.

Quando a pandemia chegou, nossos corações estavam recheados de preocupações. Nossa primeira reação foi pensar nas crianças e adolescentes com câncer e suas famílias, que já enfrentavam desafios imensos, e como poderiam lidar com o medo de uma doença invisível, contagiosa e desconhecida. Para muitas dessas crianças, a fragilidade já era parte do seu dia a dia. Seus sistemas imunológicos estavam debilitados, e o tratamento para o câncer tornava suas vidas ainda mais vulneráveis. O que aconteceu depois foi um grande teste para o sistema de saúde, para nossas relações e, principalmente, para nossa humanidade.

O medo que transformou tudo

Os hospitais, que já eram locais de ansiedade e medo, se tornaram pontos de isolamento total. As Casas Ronald McDonald, que sempre foram um ponto de acolhimento, de proximidade e de cuidado com as famílias, passaram a ser um espaço de distanciamento. O vírus nos impôs um novo tipo de separação. O medo das infecções fez com que as famílias, em grande parte, ficassem restritas em seus quartos dentro das Casas não podendo compartilhar e conviverem juntas, prática tão comum no dia a dia das Casas Ronald, enquanto a luta contra o câncer continuava. A dificuldade de manter o tratamento das crianças no meio da pandemia foi um dos maiores desafios que enfrentamos. Muitas mães e pais tiveram que decidir entre continuar o tratamento ou se expor ao risco da Covid-19, e a cada dia, nossos profissionais estavam lá, ao lado deles, oferecendo suporte e alternativas. Nossos Espaços da Família que sempre foram espaços de convívios dentro dos hospitais para as famílias, com acolhimento e empatia, foram fechados e se reposicionaram coma áreas de descanso para os profissionais de saúde que muitas vezes não podiam retornar às residências e não tinham locais para descanso nos hospitais. Trabalhamos em um edital emergencial de recursos para apoiar às instituições, hospitais e famílias em tudo que necessitassem, mesmo que não fosse diretamente no tratamento da doença, afinal, acima de tudo nossa missão é com a vida e neste momento exigiu de nós muita flexibilidade, aprendizado e respostas rápidas diante do contexto vivido.

Sentimos, mais do que nunca, o peso das desigualdades. Sabíamos que, em um país de dimensões tão grandes como o Brasil, não seria fácil garantir acesso à saúde de qualidade, principalmente em tempos de crise. Mas, ao mesmo tempo, foi nesse cenário de adversidade que presenciamos uma união de forças como nunca. Voluntários, parceiros, empresas e cidadãos comuns se uniram em prol de um bem comum, e isso foi uma verdadeira lição de empatia e solidariedade.

A pandemia nos forçou a repensar nossas prioridades. Para muitos, a vida tornou-se mais frágil, mais vulnerável, mais preciosa. Aprendemos, de forma dolorosa, que a vida pode mudar em um piscar de olhos. As relações, as rotinas, os projetos — tudo foi posto à prova. Para aqueles que já enfrentavam dificuldades, como as crianças com câncer e suas famílias, essa realidade se intensificou. Porém, também tivemos a oportunidade de vivenciar um renascimento coletivo, onde o apoio à saúde mental e emocional tornou-se tão importante quanto os cuidados físicos. Vivenciamento uma ressignificação do encontro e do toque que se tornou tão precioso. Em muitos momentos tudo o que desejávamos era reencontrar nossos entre e amigos e dar um abraço, um toque humano para acalentar a alma e o coração.

O comportamento das pessoas mudou. Nos tempos mais sombrios da pandemia, observamos um aumento da empatia, da vontade de ajudar ao próximo. As pequenas ações de pessoas, as grandes ações de empresas, os simples gestos de carinho, o mundo se uniu em torno de um único propósito: a solidariedade. De repente, estava claro para todos que, no fundo, estamos todos conectados, que somos um mundo só, que a dor do outro poderia ser a nossa também e que uma ameaça dessas é de todos nós. O medo trouxe consigo um movimento de reclusão, mas também de união, de ressignificação.

Para as crianças em tratamento contra o câncer, a pandemia foi um período de extrema dificuldade e medo. Muitas delas já lutavam contra um inimigo invisível dentro de seus corpos, e, agora, enfrentavam um mundo de incertezas lá fora. O isolamento social foi um fator angustiante, especialmente para aqueles que dependiam da convivência com seus familiares e amigos para enfrentar os dias difíceis do tratamento. As interrupções no tratamento, o medo do câncer evoluir rápido demais, o pavor de um novo vírus ainda desconhecido, o distanciamento físico e o sonho de torno de uma vacina que nos tirasse deste momento de desespero. Tudo isso gerou uma combinação explosiva de emoções e desafios para as famílias fragilizadas e para os médicos que nesta altura trabalham com novas condutas e protocolos a cada dia. Em nosso

Nosso papel, enquanto Instituto, foi redobrado. Tivemos que agir rapidamente. Globalmente foi montado um comitê de infectologia que discutia a cada semana procedimentos, condutas, novas descobertas e como nos adaptaríamos a elas. Tínhamos médicos e serviços do mundo inteiro conversando sobre alternativas para mantermos nossas famílias seguras e que função nossos programas poderiam ter neste momento para atender mais e melhor às famílias e comunidades. Estabelecemos novas formas de comunicação, para que as famílias pudessem se sentir mais próximas e mais cuidadas. Mantivemos por meses famílias isoladas nas 7 Casas Ronald McDonald em todo Brasil. Reposicionamento as 8 unidades de Espaço da Família que estavam nos hospitais para atendermos aos profissionais da saúde, destinamos milhões de reais a compra de EPIs para distribuir para os diversos estados do Brasil. Perdemos todos os nossos voluntários que compõem um exército de dezenas de milhares de pessoas da noite para o dia e nossas equipes buscaram se desdobrar para seguirmos o atendimento. Nossas fontes de recursos reduziram em 43% naquele ano, mas não abandonamos nenhuma instituição ou projeto parceiro. Buscamos reduzir o estresse de nossas famílias e staff através de terapias e atendimentos online e, acima de tudo, buscamos manter o lema de aproximar as famílias na distância e oferecermos todo o amor que sempre foi nossa marca registrada.

Reflexões de aprendizado e esperança

Hoje, cinco anos depois, o que eu sinto é uma profunda gratidão pelos aprendizados que a pandemia nos deixou. Aprendemos que a vida é frágil, mas também é forte. Aprendemos que o amor, a empatia e a solidariedade podem, sim, mover montanhas. E, sobretudo, aprendemos a importância do cuidado integral e do olhar para o cuidado centrado na família. Aprendemos que a tecnologia pode ser um grande aliado para ciência e para o suporte e acompanhamento das famílias e isso hoje permite que sigamos com elas onde quer que estejam. Conseguimos conectar nosso corpo técnico e científico em minutos e ganhamos muita agilidade na tomada de decisão, Entendemos a força de uma sistema global com a Ronald McDonald House Charities e descobrimos que a fronteira de 62 países nos 5 continentes onde este sistema está presente, é simplesmente uma fronteira geográfica, pois estamos hoje unidos, nos ajudando e trocando expertises e bias práticas como se fôssemos todos parte da mesma comunidade. E na verdade somos. A comunidade RMHC, seja no Brasil, Ásia, Europa ou África é a comunidade que tem como missão: cuidar das famílias com crianças em condições médicas.

Olhando para trás, vejo um Brasil que, em muitos aspectos, sofreu intensamente. Mas também vejo um Brasil que soube se reinventar, que soube encontrar forças para seguir adiante. O futuro, com tudo o que já aprendemos, deve ser mais humano, mais colaborativo, mais resiliente. As crianças e famílias que atendemos todos os dias merecem um futuro mais justo e mais solidário, e é isso que nos motiva a continuar nosso trabalho. Para nós, a pandemia não foi só um período de dificuldades, foi uma lição de que, mesmo nas piores tempestades, podemos renascer melhores depois delas.

E, como sempre, seguimos confiantes de que, enquanto houver vida, seguiremos firmes e presentes para que no coração de cada criança que atendemos, sempre haja esperança, e que, o olhar de cada família tenha a confiança de que não estão sozinhas.

Bianca Provedel é CEO do Instituto Ronald McDonald

Justiça do DF absolve vice-governadora Celina Leão

Decisão reafirma correção dos atos da política, que reforça compromisso com a ética e a coisa pública

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, foi absolvida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal em sentença proferida nesta segunda-feira (11). Em nota oficial, ela afirmou receber a decisão com serenidade e destacou sua confiança na Justiça.

“Essa decisão reafirma minha conduta pautada na lisura, na ética e no compromisso com a coisa pública”, declarou Celina. A vice-governadora ressaltou ainda que, desde o início, esteve à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos e reafirmou sua convicção quanto à inocência.

A sentença, proferida em primeiro grau, reconheceu a correção de seus atos. Celina Leão destacou que seguirá trabalhando com responsabilidade e integridade para atender à população do Distrito Federal.

Cofen articula primeira agenda em posse do novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha

Cofen está pronto a colaborar em projetos e programas estratégicos de saúde pública e de valorização da Enfermagem

Prioridade do Cofen é a aprovação da PEC 19, que estabelece a jornada de 30 horas e fixa um índice de reajuste anual para o Piso da Enfermagem

O vice-presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) Daniel Menezes participou da cerimônia de posse do novo ministro da Saúde Alexandre Padilha nesta segunda-feira (10) no Palácio do Planalto.

O Cofen já tem agenda prevista com a nova gestão do MS. “Estamos prontos a colaborar em projetos e programas estratégicos de saúde pública e de valorização da Enfermagem. Por determinação do próprio ministro, vamos ter uma primeira reunião nos próximos dias. Desejamos sucesso à nova gestão”, disse Menezes, ao lado do assessor do Cofen Thiago Paulino e do presidente do Coren-SP, Sérgio Cleto.

Ao tomar posse, Padilha exaltou a força da Enfermagem, cuja força de trabalho é majoritariamente feminina. “As mulheres representam 80% da força de trabalho do SUS. São elas que saem de casa todos os dias para salvar vidas. Temos que proteger essas trabalhadoras”, discursou.

Neste ano, a prioridade do Cofen é a aprovação da PEC 19, que estabelece a jornada de 30 horas e fixa um índice de reajuste anual para o Piso da Enfermagem. A instituição vai intensificar a articulação com o governo para obter apoios importantes para o andamento e aprovação da proposta.

Regulação do uso das águas no Rio de Janeiro é o tema de seminário promovido pela FGV e Cedae 

O evento reúne importantes palestrantes para contribuições e debates sobre gestão hídrica, entes reguladores e impactos sociais
 

Seminário Regulação do uso das águas, promovido pelaFGV Conhecimento e a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) contará com autoridades e gestores do setor público e privado para debater a gestão hídrica da cidade carioca. O evento ocorre no contexto dos 50 anos da Cedae e do Dia Mundial da Água (22/03), no dia 24 de março, das 09h às 13h30, no Centro Cultural da Fundação Getulio Vargas, na Praia de Botafogo, 186, Rio de Janeiro.

Autoridades governamentais, especialistas, gestores sociais e lideranças dos setores público e privado estarão reunidos para colocarem em pauta questões para o enfrentamento dos desafios do acesso à água que afetam a população fluminense. A abertura do evento contará com a participação do governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, do secretário nacional de saneamento ambiental, Leonardo Picciani, e do presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon.

A governança hídrica no Rio de Janeiro envolve a gestão e o uso sustentável dos recursos para atender à crescente demanda de água da população, ao mesmo tempo em que é fundamental a preservação dos ecossistemas aquáticos. A escassez hídrica, agravada por problemas como a poluição e o crescimento desordenado das áreas urbanas, tem gerado sérios impactos sociais. A população de comunidades periféricas, por exemplo, enfrenta dificuldades no acesso à água potável, e as condições de saneamento precárias contribuem para a proliferação de doenças, agravadas pelos efeitos das mudanças climáticas.

Entre os temas dos painéis ao longo da manhã, serão debatidos o papel da justiça e das instituições públicas, bem como questões fundiárias e ações estruturantes nas comunidades e favelas. Além do mote principal sobre o uso regulatório da água, serão abordados ainda dados sobre o impacto do crime na educação, na saúde e na sociedade, além da relevância do papel da mídia na conscientização da população. A gestão hídrica e o futuro do Rio de Janeiro serão o tema de um dos painéis, que contará com representantes da Agência Nacional de Águas, do MPRJ, da Agenersa, entre outros.

Serviço:

Seminário Regulação do uso das águas
Data: 24 de março

Horário: 9h – 13h30
Local: Centro Cultural da Fundação Getulio Vargas – Praia de Botafogo 186

Inscrição e programação: link.

8h30 – 9h | Credenciamento

9h | Abertura

  • Cláudio Castro – Governador do Estado do Rio de Janeiro
  • Rodrigo Bacellar – Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
  • Ricardo Couto de Castro – Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
  • Leonardo Picciani – Secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades
  • Aguinaldo Ballon – Presidente da CEDAE

9h45 – 10h | Apresentação “CEDAE 50 anos”

10h – 11h | PAINEL 1 – Legitimidade do Poder Regulador e os Impactos Sociais da Regulação

Moderação: Elton Leme – Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e Coordenador Adjunto da FGV Justiça

Palestrantes:

Antônio Saldanha Palheiro – Ministro do Superior Tribunal de Justiça e Coordenador Acadêmico da FGV Justiça

Paulo Sérgio Domingues – Ministro do Superior Tribunal de Justiça

11h – 12h30 – PAINEL 2 – Rio de Janeiro: Gestão Hídrica e Futuro das águas

Moderação: Nicola Miccione – Secretário Estadual da Casa Civil

Palestrantes:

  • Leonardo Picciani – Secretário Nacional de Saneamento Ambiental
  • Verônica Sanchez da Cruz Rios – Presidente da Agência Nacional de Águas
  • Rafael Menezes – Presidente da Agenersa
  • José Alexandre Maximino – Promotor da Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e Coordenador do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente
  • Marco Aurélio Vasconcellos de Freitas – Coordenador do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais da Universidade Federal do Rio de Janeiro

*Programa sujeito a alterações

Detran-DF flagra um condutor alcoolizado a cada 10 abordagens no fim de semana

Entre a noite de sexta (7) e a madrugada de segunda (10), os agentes de trânsito abordaram 710 condutores e autuaram 75

Por Zélia Ferreira

(Brasília – 10/3/2025) – Durante as ações de policiamento e fiscalização de trânsito realizadas entre a noite de sexta-feira (7) e a madrugada desta segunda-feira (10), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal retirou das vias 75 condutores que estavam dirigindo sob influência de álcool. Esse total representa 10,5% dos condutores abordados (710).

Os agentes ainda flagraram 25 condutores não habilitados, 24 com a Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de 30 dias e 28 que conduziam veículos com escapamentos alterados. Ainda foram realizadas outras 110 autuações por infrações diversas e 53 veículos foram removidos ao depósito da autarquia.

“Nossas ações têm o caráter preventivo mesmo quando trabalhamos de forma repressiva, pois abordamos e retiramos das vias condutores potencialmente candidatos a se envolver em sinistros de trânsito – que poderia ser fatal e trágico em muitos casos”, destaca o diretor substituto de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Wesley Cavalcante.

As operações aconteceram em Águas Claras, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Sobradinho II e contaram com o apoio a Polícia Militar. No total, foram realizados 670 testes de alcoolemia.

Destaque

Por volta de 1h da manhã da madrugada de domingo (9) para segunda-feira (10), o condutor de um Fiat Uno branco foi parado em blitz realizada em Águas Claras. Ao perceber sintomas de embriaguez, os agentes ofereceram o teste do etilômetro e ele recusou, evadindo-se imediatamente do ponto de bloqueio. Na tentativa de fuga, ele perdeu o controle do veículo e atingiu a cerca do Parque de Águas Claras.

Mesmo com o apoio do helicóptero da Polícia Militar, dos seguranças do parque e dos policiais militares que participavam da operação do Detran-DF, o condutor não foi localizado dentro do parque. O veículo foi removido ao depósito e ele foi autuado por transpor bloqueio viário, alcoolemia e vai responder por dano ao patrimônio público.

De acordo com o artigo 210 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transpor bloqueio viário é infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 293,47, remoção do veículo e suspensão do direito de dirigir. Além disso, a recusa ao teste do etilômetro caracteriza infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir, conforme previsto no artigo 165-A do CTB.

Leo Estakazero e Saulo se reencontram na canção “Nós Dois”

Música celebra cumplicidade e faz parte do álbum “De Volta” já disponível nas plataformas musicais

Leo Estakazero e Saulo voltam a dividir os vocais na canção “Nós Dois”, parte do álbum “De Volta”, com lançamento programado para 2025. A música traz uma melodia envolvente e retrata a conexão entre dois corações.

Os artistas, que iniciaram suas carreiras na mesma época em Salvador, têm uma longa relação de amizade e parcerias musicais. Esse reencontro reforça o vínculo construído ao longo dos anos e traduz a sintonia artística entre eles.

Com um tom romântico, “Nós Dois” aborda a cumplicidade em uma relação e amplia o repertório de Leo Estakazero, que se prepara para apresentar um dos projetos mais significativos de sua trajetória. A canção está disponível em todos os streaming.

Redes Sociais e Plataformas de Streaming de Músicas
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suamusica.com.br/Estakazero Sua Música
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Crédito das Fotos Léo Braga/Divulgação

Assessoria de Comunicação ESTAKAZERO- LABORATÓRIO DA NOTÍCIA

Ibaneis Rocha recebe homenagem no Troféu CBA e destaca investimentos no automobilis

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, foi homenageado na noite desta segunda-feira (10) durante a edição de quarta-feira do Troféu CBA, promovido pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). O evento, realizado no Clube Naval, contou com o apoio do Banco de Brasília (BRB) e reuniu autoridades, pilotos e entusiastas do esporte a motor.

Como parte da cerimônia, Ibaneis teve a honra de entregar o Capacete de Ouro na Categoria Internacional, prêmio concedido ao piloto Gabriel Bortoleto. Como o jovem não compareceu, a homenagem foi recebida por seu pai, o empresário Lincoln Oliveira.

O apoio ao automobilismo e à revitalização do esporte

Durante seu discurso, o governador ressaltou os esforços do governo na valorização do esporte e na projeção de Brasília como um polo de grandes eventos. Ele lembrou do compromisso reforçado em 2019, ao lado do presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, de transformar o banco em uma referência nacional. Hoje, segundo Ibaneis, a instituição já alcança reconhecimento internacional, o que reflete diretamente no fortalecimento do esporte.

Ibaneis também destacou a recente licitação para a reforma do Autódromo de Brasília, um passo importante para a retomada das competições automobilísticas na capital federal. O espaço, que há anos aguardava revitalização, deve voltar a receber eventos de grande porte nos próximos anos.

Paulo Henrique Costa, também homenageado na cerimônia, reforçou a importância do envolvimento do BRB no incentivo ao automobilismo. Segundo ele, a presença de Brasília no calendário esportivo nacional tem sido fortalecida, colocando a cidade como referência em diversas áreas, desde cultura e lazer até economia e política.

Brasília se torna sede da CBA

A noite também marcou um anúncio significativo para o automobilismo brasileiro. O presidente da CBA, Giovanni Guerra, revelou que uma entidade abrirá uma sede em Brasília ainda este ano. Ele ressaltou que a capital federal sempre teve uma forte ligação com o automobilismo e merece ter uma representação oficial da confederação.

Segundo Guerra, o apoio do governo do Distrito Federal e do BRB tem sido fundamental para o desenvolvimento do esporte, proporcionando condições para que pilotos e equipes possam crescer e competir em alto nível.

A consagração dos destaques do automobilismo

O Troféu CBA é um dos eventos mais importantes do automobilismo nacional, premiando os 420 campeões e vice-campeões de diversas categorias, como kart, rally, arrancada e competições de velocidade na terra e no asfalto. Além disso, durante a cerimônia, também foram entregues os tradicionais prêmios Capacete de Ouro, organizados pela revista Racing, que confirmaram os melhores pilotos do país em 21 categorias.

Gabriel Bortoleto, vencedor do Capacete de Ouro na Categoria Internacional, fará sua estreia como piloto principal na Fórmula 1 no próximo fim de semana, representando a equipe Sauber. O jovem é visto como uma grande promessa do automobilismo brasileiro e conta com o apoio do BRB em sua trajetória.

Ibaneis Rocha, que teve a oportunidade de conhecer Bortoleto recentemente, elogiou sua determinação e destacou o impacto positivo que sua ascensão pode ter para os jovens pilotos brasileiros. Já o piloto, em vídeo exibido na premiação, expressou sua felicidade e gratidão pelo reconhecimento, afirmando que sempre sonhou em conquistar esse prêmio.

O evento reforçou a importância do incentivo ao automobilismo no Brasil, com Brasília se consolidando cada vez mais como um centro estratégico para a modalidade.

Primeira concessão de hidrovia do país terá audiência pública em Corumbá

Hidrovia no tramo sul do Rio Paraguai trará mais segurança à navegação e reduzirá riscos ambientais 

Concessão visa melhorar a logística de transporte aquaviário, com redução de emissões de gases de efeito estufa e maior eficiência no escoamento da produção da região – Foto: Foto: Divulgação

O Governo Federal dá mais um passo em direção à eficiência logística e à sustentabilidade ambiental. Esta será a primeira concessão de hidrovia no Brasil, com investimentos iniciais de R$ 63,8 milhões para modernizações essenciais ao desenvolvimento do transporte aquaviário nacional, garantindo maior segurança à navegação e a redução dos riscos ambientais. O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) agendaram para o dia 10 de abril, em Corumbá (MS), uma audiência pública para ouvir a sociedade antes da publicação do edital de licitação.

Inicialmente, a concessão terá duração de 15 anos, com possibilidade de prorrogação. A iniciativa visa melhorar a logística de transporte aquaviário, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e promover maior eficiência no escoamento da produção da região, alinhando-se à agenda de sustentabilidade do país.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a Hidrovia do Rio Paraguai será um marco para o setor aquaviário do Brasil. “Essa concessão trará desenvolvimento sustentável e eficiência ao transporte do país. Estamos empenhados em transformar os desafios logísticos do Brasil em oportunidades de crescimento e inovação”, afirmou Costa Filho.

Segurança e melhor trafegabilidade

O transporte de cargas no Rio Paraguai, que alcançou 7,95 milhões de toneladas em 2024, pode atingir 30 milhões de toneladas até 2030. Esse crescimento representará uma revolução para o setor logístico, atraindo investimentos privados e fortalecendo a competitividade nacional. Outro ponto importante será a política tarifária, que só cobrará após a entrega das obras da primeira fase. O transporte de passageiros e cargas de pequeno porte permanecerá isento de tarifas.

A concessão também prevê medidas para garantir a navegabilidade do tramo sul da hidrovia durante todo o ano, com especial atenção às estiagens. Será implementado um novo modelo de avaliação hidrológica para mitigar riscos e assegurar a continuidade dos serviços.

Ao todo, o projeto abrange 600 km de extensão, do trecho entre Corumbá e a Foz do Rio Apa (MS), incluindo o Canal do Tamengo.

Mais sustentabilidade para o país

A concessão também visa garantir serviços de dragagem de manutenção, balizamento e a implementação de sistemas como o Vessel Traffic Service (VTS) e o River Information Service (RIS). Além de melhorar a navegação, a hidrovia contará com um calado de três metros durante o período de chuvas e de dois metros durante a seca, o que garantirá melhor trafegabilidade das embarcações e reduzirá os riscos de encalhes em bancos de areia e de eventuais acidentes ambientais.

Serviço

Evento: Audiência pública sobre a concessão da Hidrovia do Rio Paraguai
Data: 10 de abril de 2025 (quinta-feira)
Local: Corumbá (MS)

Força de Vendas Diretas do Agro no Brasil: Crescimento superior a 100% em 2024 em relação a 2023

O agronegócio apresenta um grande potencial de expansão para o modelo de Venda Direta

No Brasil, 3,5 milhões de pessoas dedicam-se às vendas diretas, modelo de negócio baseado na comercialização de produtos e serviços de uma empresa a consumidores finais por meio de empreendedores independentes. O volume de negócio deste setor passa dos R$47 bilhões ao ano, o que coloca o Brasil entre os sete países que mais adotam esse modelo. Já na América Latina, o Brasil está no topo do ranking, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

O crescimento das vendas diretas, que tem como principal diferencial o relacionamento, é uma realidade em diferentes segmentos da economia brasileira. Agora esse modelo de negócio deve ganhar cada vez mais espaço no agronegócio, um setor que movimento mais de 20% do PIB do Brasil. Essa movimentação já é percebida na adesão de grandes players à modalidade.

“O agronegócio é visto com grande potencial de expansão na venda direta, em destaque a Produce, que vêm desenvolvendo o modelo. A personalização e customização são características únicas que diferenciam de outros modelos de vendas e que fortalecem o negócio”, aponta a presidente da Adriana Colloca, presidente da ABEVD. 

Pioneira em vendas diretas para o agro, a Produce tem seu modelo de negócio baseado no relacionamento direto com o consumidor final, ou seja, o agricultor dentro da porteira. A empresa, criada em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, hoje já conta com mais de 10 mil consultores distribuídos pelos principais estados produtores do país, todos treinados para dar assistência ao agricultor e oferecer condições diferenciadas. Em seu portfólio estão disponibilizados mais de 600 produtos, desde sementes, defensivos, fertilizantes, seguro agrícola, produtos veterinários e insumos biológicos.

Cofundador da empresa, Guilherme Trotta, que coordena a maior força de vendas diretas do Brasil no agro, revela que esse modelo de negócio cresceu mais de 100% em 2024, na comparação com 2023.

Já para esse ano, o executivo projeta que as vendas diretas terão um impacto ainda mais positivo para todos os envolvidos no negócio, que é realizado sem a necessidade de intermediários. “Há cinco anos lançamos de forma pioneira esse modelo de negócio no agro com o objetivo de estreitar os laços do fornecedor com o produtor rural. E a aceitação do mercado pode ser representada em números, onde em 2023 dobramos os números de consultores e as vendas cresceram 30%. Para esse ano acreditamos que o volume de vendas deve dobrar”, projeta Trotta.

Oportunidade de Trabalho

As vendas diretas também são uma alternativa acessível para quem quer ingressar no mercado de trabalho do agro, especialmente para os mais jovens que estão em busca de uma primeira oportunidade. De acordo com uma pesquisa realizada pela ABEVD – 53,5% de jovens entre 18 e 29 anos compõem a base dos empreendedores e vendas direta no Brasil. 

A flexibilidade de horário e a possibilidade de melhores rendimentos são alguns dos atrativos de quem opta pelo empreendedorismo nesse setor que atraíram o jovem consultor da Produce Thiago Oliveira, de 23 anos, que aos 19 já entrou para o ramo das vendas diretas na região de Açailândia-MA.

“Quando conheci o formato de trabalho oferecido pela Produce, logo identifique que era um modelo perfeito para conciliar com meus estudos. Mas com o tempo, percebi que poderia ser uma excelente fonte de rentabilidade apenas aproveitando meu relacionamento com os produtores”, revela Thiago. 

Mas não é apenas para os jovens que as Vendas Diretas se mostram como uma grande oportunidade de trabalho, profissionais mais experientes também encontraram nesse modelo de negócio uma forma de incrementar a renda e seguir no mercado de trabalho.

É o caso de Evandro Neiva, que aos 61 anos decidiu diminuir o ritmo com o trabalho na medicina veterinária e entrar no ramo das vendas diretas para o agro. Atuando na região de Anápolis, em Goiás, o veterinário e agora consultor de vendas da Produce preferiu modificar a rotina. “Um dos detalhes que me chamou a atenção para as vendas diretas na Produce foi a linha de nutrição e biológicos, além da grande variedade de produtos para linha pecuária que também achei bem interessante. Mas também foquei na venda de sementes de sorgo e milho, e vejo que posso diversificar o nicho de mercado e aproveitar o número de contatos que passei a ter no telefone”, conta Evandro.

SOBRE A ABEVD

Criada em 1980, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos que busca promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços por meio do relacionamento dos empreendedores independentes com seus consumidores finais. Atualmente, cerca de 3,5 milhões de empreendedores independentes atuam em diferentes categorias, como produtos de saúde, beleza, utilidades domésticas, vestuário, alimentos, joalheria, entre muitos outros. A ABEVD hoje conta com 23 associadas, são elas: 4Life, Akmos, Amway, Avon, Cacau Show, Crystallini, DeMillus, DWL Brasil, Forever, Herbalife, Hinode Group, Hy Cite Enterprises, Jan Rosê, Jequiti, Mahogany, Mary Kay, Natura, OMINILIFE, Pormade Portas, Produce, Tupperware, Yakult. A ABEVD também compõe a World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações nacionais de vendas diretas existentes no mundo. Em 2019, a WFDSA concedeu o Gold Status de boas práticas e padrões organizacionais de desempenho à associação brasileira e, pelo 4º ano consecutivo, a ABEVD foi reconhecida com o Platinum Status 2020, 2021, 2022 e 2023 considerado como o mais alto nível e que atende todos os parâmetros de governança para uma associação.

SOBRE PRODUCE

A Produce Agro é uma empresa que atua no setor de venda de insumos agrícolas. A empresa se caracteriza por ser pioneira na venda direta no agro e por promover a inclusão de profissionais de outros setores nas relações comerciais. A Produce Agro tem como missão gerar mais oportunidades e progresso no campo. A empresa oferece um modelo de mercado baseado na economia colaborativa, com vantagens como: Economia para quem compra, Praticidade para quem vende, menos burocracia, Relacionamento entre produtor e consultor. A Produce Agro conta com consultores e regionais de campo que acompanham cada etapa do plantio, oferecendo suporte técnico. Atualmente, a Produce conta com mais de 10 mil consultores presentes em todo o Brasil, comercializando mais de 600 produtos de alta produtividade e qualidade, entre sementes, fertilizantes, defensivos, seguro agrícola, com o suporte de um time de pessoas que segue a mesma dedicação e propósito.

10 postes são derrubados por dia em Goiás

No total, quase 3,5 mil estruturas da rede elétrica foram danificadas por colisões; Goiânia e Aparecida lideram ranking de cidades com maior número de ocorrências; concessionária reforça responsabilidade do motorista pelo custo de substituição do poste quando a estrutura é danificada em um acidente

As quedas de postes causadas por colisões de veículos se destacam entre as principais ocorrências registradas pela Equatorial Goiás. Em 2024, foram quase 3,5 mil acidentes envolvendo carros e caminhões que danificaram as estruturas da rede elétrica. Esse número resulta em uma média de 10 abalroamentos, que são acidentes de veículos contra postes, por dia em todo o estado.

Principais casos

As cidades com os maiores índices de registros de colisões contra postes são Goiânia, com 434 ocorrências, seguida por Aparecida de Goiânia, com 151, Rio Verde, com 136, e Anápolis, com 102. Outras cidades que se destacam é Catalão, com 92 casos, Senador Canedo, com 79, e Jataí, com 77 incidentes.

Acidentes em 2025

Apenas entre janeiro e fevereiro deste ano já foram registradas mais de 630 colisões envolvendo postes da rede elétrica. Goiânia (69), Aparecida de Goiânia (23) e Rio Verde (22) continuam a liderar o ranking das cidades com maior número de ocorrências.

Além de prejudicar o fornecimento de energia elétrica, os acidentes envolvendo colisões contra postes trazem sérios riscos à segurança da população. Por isso, o gerente do Centro de Operação Integrado da Equatorial Goiás, Vinicyus Lima, faz um alerta importante. “É fundamental que em caso de acidente, o cliente entre em contato imediatamente com a companhia por meio dos canais oficiais, para garantir que não haja riscos à segurança de quem está nas proximidades”, destaca o gerente.

Vinicyus Lima também explica que, quando um poste é derrubado, as equipes de manutenção precisam, em média, de seis horas para realizar o reparo. Esse tempo não se limita a simples substituição do poste, mas inclui a reconstrução de toda a rede elétrica danificada. “Em situações mais graves e complexas, pode ser necessário aguardar a atuação do Corpo de Bombeiros, ou até mesmo das autoridades policiais antes de iniciarmos os trabalhos de recomposição. Esse procedimento pode prolongar o tempo em que os clientes ficam sem energia”, afirma.

Maior incidência entre sexta e segunda-feira

Um dado importante levantado pela concessionária é que os incidentes envolvendo postes da rede elétrica ocorrem com maior frequência entre sexta-feira e segunda-feira, justamente nos períodos próximos aos finais de semana.

Diante disso, a conscientização sobre a importância da direção responsável e da atenção no trânsito torna-se essencial. É fundamental que os motoristas estejam cientes dos riscos e da importância de respeitar os limites de velocidade, sinalizações e normas de trânsito, especialmente em períodos de maior movimento. Em casos de quando um motorista não for identificado, a concessionária solicita o apoio da população, para que ele possa arcar com os custos. Informações relevantes podem ser enviadas por meio dos canais oficiais da concessionária, ajudando a identificar o responsável. “Os motoristas envolvidos nos incidentes que danificam as estruturas da rede elétrica devem arcar com o custo da substituição do poste afetado. Essa medida visa incentivar uma maior conscientização e cautela por parte dos motoristas, prevenindo acidentes e, assim, evitando o ônus financeiro que recai sobre quem causa os danos”, explica Vinicyus Lima.

A Equatorial reforça orientações segurança em casos de acidentes envolvendo postes da distribuidora: 

  • Caso tenha queda de cabos, procure ficar no interior do veículo, sem tocar nas partes metálicas, até o atendimento pelas equipes da empresa;   
  • Não se deve tocar em cabos que estejam no solo, sobre o carro ou ficar embaixo de estruturas danificadas;  
  • Caso o poste tenha caído sobre o veículo, o motorista não deve sair do automóvel até a chegada de socorro;  
  • No caso de pedestres que estiverem passando pelo local, a companhia alerta para não se aproximarem e chamarem pelo socorro imediatamente;  
  • Mantenha o veículo com a manutenção em dia, verificando as condições dos pneus, dos freios, dos faróis e dos retrovisores;  
  • Não dirija sob o efeito do álcool, remédios ou qualquer outra substância tóxica;  
  • Não use celular quando estiver dirigindo. Além de colocar em risco a sua vida, dos pedestres e outros motoristas, a infração para quem é pego usando o celular na direção é considerada gravíssima;  
  • Fique atento às condições da pista e do clima. Em caso de pista molhada ou de neblina, dirija com cuidado. Diminua a velocidade e mantenha a distância dos demais veículos;  
  • Respeite sempre a sinalização de trânsito e os limites de velocidade das vias, em qualquer dia, local e horário.  

Canais de atendimento

A distribuidora reforça que os clientes podem registrar qualquer ocorrência pelos canais de atendimento da Equatorial Goiás:

•           Agência Virtual no site www.equatorialenergia.com.br;

•           Aplicativo Equatorial Energia, disponível para Android e iOS; (novo aplicativo)

•           Call Center 0800 062 0196 

Sobre a Equatorial Goiás  

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de pessoas atendidas, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².