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Deputado Pepa quer barrar motoristas de app com condenação por crimes sexuais

Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

Após o caso brutal de estupro sofrido por uma jovem de 19 anos em um carro de aplicativo no Distrito Federal, o deputado distrital Pepa (PP) apresentou o projeto de lei 1.595/2025 para impedir que motoristas condenados por crimes sexuais ou violência contra a mulher atuem nesse tipo de serviço. A proposta torna obrigatória a consulta periódica à ficha criminal dos condutores cadastrados nas plataformas, garantindo maior segurança para as passageiras.

“É inaceitável que mulheres sigam expostas a esse tipo de risco ao simplesmente pedirem um transporte. A verificação de antecedentes criminais é uma medida básica e urgente para evitar que agressores se aproveitem desse serviço para cometer crimes”, destacou Pepa.

O projeto de lei altera a Lei Distrital nº 7.192/2022, estabelecendo que as empresas operadoras de aplicativos realizem, obrigatoriamente, a checagem da ficha criminal dos motoristas antes do cadastro e a renovem anualmente. Caso o condutor tenha condenação definitiva por crimes contra a dignidade sexual ou violência contra a mulher, ele será impedido de atuar. O descumprimento das regras pode levar a multas e até à suspensão do serviço no DF.

Caso que motivou a proposta

A iniciativa veio após um crime ocorrido em fevereiro deste ano, quando uma jovem foi violentamente atacada por um motorista de aplicativo durante uma corrida entre Samambaia e Ceilândia. O agressor, posteriormente preso, já possuía histórico criminal. O caso escancarou falhas no controle sobre quem pode dirigir nesses serviços e levantou um alerta para a segurança das passageiras.

“A mulher não pode entrar em um carro e se perguntar se vai chegar em casa em segurança. Nosso dever é criar mecanismos eficazes de proteção para garantir que isso não volte a acontecer”, reforçou o deputado.

* Com informações da assessoria de imprensa do deputado Pepa

Alexandre Carreteiro assume liderança unificada da

PepsiCo Cone Sul Alimentos

Alexandre Carreteiro, que atuou como presidente da PepsiCo Brasil Alimentos nos últimos três anos, acaba de ampliar seu escopo e assume a liderança da operação Cone Sul (SoCo) da companhia. Desde o início do ano, o executivo acumula a liderança do negócio de Alimentos no Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai, além de seguir à frente do segmento na operação brasileira. Com a nova estrutura, os gestores dos mercados e as equipes de vendas e marketing passam a se reportar diretamente ao executivo brasileiro.
 

Carreteiro terá como foco o fortalecimento da organização, o desenvolvimento das equipes e o crescimento sustentável do negócio, contribuindo decisivamente para o alcance dos objetivos estratégicos da companhia na região sul-americana. A nomeação do cargo ocorre após a decisão de aposentadoria do chileno David Kahn, gerente geral da PepsiCo SoCo. Até o dia 31 de março, os dois dividem o cargo para que a transição ocorra de maneira fluida.

“É uma honra assumir a posição de gerente geral da PepsiCo SoCo Alimentos. O setor está em constante transformação e o Cone Sul tem mercados com enorme potencial. Meu objetivo será fortalecer ainda mais a nossa organização, impulsionar o crescimento do negócio e continuar entregando valor aos consumidores por meio de cada produto do nosso extenso portfólio”, declara Alexandre Carreteiro.

Desde a sua chegada na companhia, em 2021, liderou uma equipe de mais de 12 mil funcionários no Brasil, sempre comprometido a fazer do país um mercado com crescimento cada vez mais sustentável. Seu trabalho é pautado pelo estímulo à economia e fomento da agricultura local, além de inovação, apoio à diversidade, inclusão e impacto positivo nas comunidades locais.

Com ampla experiência no setor de alimentos e bebidas, Carreteiro trabalhou em mercados distintos, que incluem Brasil, Caribe, Europa, Ásia e América do Norte. É formado em Administração de Empresas pela Temple University, Filadélfia, e possui MBA Executivo pelo IESE Business School, na Espanha. Além disso, participou do Programa de Desenvolvimento Executivo no IMD, Suíça, e concluiu mestrado em Finanças pela Université Paris IX Dauphine.


Sobre a PepsiCo

Os produtos da PepsiCo são apreciados pelos consumidores mais de um bilhão de vezes por dia em mais de 200 países e territórios em todo o mundo. A PepsiCo gerou mais de US$ 91 bilhões em receita líquida em 2023, impulsionada por um portfólio complementar de bebidas e alimentos convenientes que inclui LAY’S®, DORITOS®, CHEETOS®, GATORADE®, PEPSI®, KERO COCO®, TODDY®, QUAKER®, entre outras. O portfólio de produtos da PepsiCo inclui uma ampla gama de alimentos e bebidas saborosas, incluindo muitas marcas icônicas que geram mais de US$1 bilhão cada em vendas anuais estimadas no varejo.

O pep+ é nossa transformação estratégica de ponta a ponta que coloca a sustentabilidade e o capital humano no centro de como criaremos valor e crescimento, operando dentro dos limites planetários e inspirando mudanças positivas para o planeta e as pessoas. Para obter mais informações, acesse e siga-nos no X (Twitter)InstagramFacebook e LinkedIn @PepsiCo_br.

Ação de Dia da Mulher enaltece força e coragem das valparaisenses

Evento aconteceu na manhã de sábado e contou com várias atrações e serviços

O último sábado foi dia 8 de março, data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher. Para comemorar a data, a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Mulher, promoveu uma manhã festiva com vários serviços voltados à comunidade no auditório da Secretaria Municipal de Educação. 

O prefeito Marcus Vinicius e sua esposa, a primeira-dama e secretária de Saúde Luciana Caixeta Mendes estiveram presentes, além de vários secretários e os vereadores Ricardo Viana e Roberto Martins.

No palco principal a programação contou com uma palestra com a psicóloga Taise Moraes, diretora da Escola de Governo, diversas apresentações artísticas, e também um alerta da Sargento Ana, da Patrulha Maria da Penha, que acolhe as mulheres em situação de violência na cidade. 

Além disso, vários espaços estavam dedicados a oferecer serviços para as mulheres:, com cabeleireiras, trancistas, massagistas, cuidados com a pele, maquiagem, varal solidário com roupas para doação, entre vários outros espaços de acolhimento. 

Violência contra a mulher

Em dado momento, durante a cerimônia de abertura do evento, a Secretária da Mulher, professora Elenir, contou que a violência contra a mulher fez parte da sua vida. Ela pediu para sua mãe, que estava na plateia, ficar de pé, e relatou momentos difíceis da família. 

Eu vi essa senhora apanhar várias vezes, protegendo a gente para não apanhar também. E essa mulher completou 67 anos, e aí hoje nós temas a oportunidade de dizer não. Hoje nós temos a oportunidade de ser o que quisermos ser. E mulheres, eu sempre digo, não adianta ter oito de março com todas as reflexões se a gente ficar calada, em silêncio” finalizou a secretária.

Comandante da Patrulha Maria da Penha, Sargento Ana falou sobre o cuidado que a cidade tem com as mulheres vítimas de violência e explicou como a patrulha atua na região. “Eu tenho 1.213 mulheres que são acompanhadas pela minha Patrulha. (…) O meu trabalho é acolher essa mulher, é sentar com ela, é conversar, é oferecer pra ela o que o município tem. Agora nós temos aí a nossa secretária [da mulher], e eu vou ficar atrás dela o tempo todo, e juntas nós cuidamos dessa mulher de verdade!”, finalizou.

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São Paulo é líder nacional em startups voltadas ao agro 

Governo do Estado investiu R$ 13,5 milhões em programa exclusivo para startups paulistas, que oferece capacitações, mentorias e uma conexão direta com o mercado

São Paulo possui a maior concentração nacional de startups voltadas para o setor do agronegócio, também conhecidas como as agtechs. De acordo os últimos dados levantados pela Radar Agtech Brasil, em conjunto com a Embrapa, SP Ventures e Homo Ludens, foram registradas 845 empresas tecnológicas instaladas no estado, com uma participação de 43,2% do total existente no país.

As demais unidades estão localizadas, principalmente, nas regiões Sul e Sudeste, com Rio Grande do Sul (9,9%); Paraná (9,3%); Minas Gerais (8,6%) e Santa Catarina (6,8%), respectivamente. Enquanto no cenário paulista, o município com mais empreendimentos é a cidade de São Paulo, acompanhada de Piracicaba, Ribeirão Preto e Campinas.

Essas agtechs desenvolvem soluções tecnológicas para o agronegócio, que vão desde soluções de softwares de monitoramento, aplicabilidade de ferramentas de automação, inteligência artificial (IA), por exemplo, além de novos modelos de negócios baseados em comercialização, logística e mercado financeiro, entre outros.

Através de uma gestão inovadora com políticas públicas em prol do desenvolvimento sustentável do agro, o Governo de São Paulo, por meio da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), possui um programa exclusivo para startups, que oferece capacitações, mentorias e uma conexão direta com o mercado, o AptaHub. Um trabalho em conjunto com a Cietec e coexecução de Wylinka e ImpactHub, com um investimento total de R$13,5 milhões. Com foco no território paulista, em seus primeiros dois anos já atenderam startups de todas as regiões do país.

“A parceria com a iniciativa privada é muito importante e precisamos expandir ainda mais o programa, inaugurando novas unidades em outras regiões do Estado, trazendo mais força e vitalidade para o agro paulista. “A Apta é muito rica, com institutos de pesquisa científica centenários, que desenvolveram o agronegócio brasileiro com transferência de tecnologias e inovações para agricultura e pecuária. Isso começa em ambientes como este”, disse o secretário de Agricultura, Guilherme Piai.

No momento, são sete espaços para o desenvolvimento de startups com foco no agro, em São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas e Santos. Cada um desses ambientes foi projetado para impulsionar a transformação do setor agroalimentar, oferecendo áreas de trabalho colaborativo, espaços para eventos e soluções criativas para fomentar a inovação.

“O programa é uma iniciativa essencial para conectar startups, pesquisadores e grandes empresas, acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias sustentáveis. A aproximação com os institutos de pesquisa do AptaHub traz credibilidade e conhecimento técnico, além de abrir oportunidades para parcerias estratégicas que podem transformar a inovação no setor agroindustrial”, destacou a sócia fundadora daNatureza, Patrícia Ponce.

A daNatureza Produtos Biodegradáveis é uma das startups que estão incorporadas na estrutura da AptaHub, na incubadora Cietec em São Paulo. A agtech oferece soluções sustentáveis que reduzem a poluição plástica e promovem a economia circular. A empresa transforma resíduos como folhas, galhos, cascas de café, caroço do açaí, entre outros, em vasos biodegradáveis e compostáveis, que podem ser plantados diretamente no solo, substituindo os tradicionais de plástico.

Para Patrícia Ponce, o surgimento do empreendimento foi pelo fato de ver grandes quantidades de resíduos, sendo descartados sem o aproveitamento. “Como química, sempre acreditei que esses materiais poderiam ter um destino mais sustentável. Hoje, desenvolvemos também caixas para cosméticos sólidos e tubetes de plantio, feitos principalmente com resíduos verdes das podas de árvores das cidades e de empresas de reflorestamento e silvicultura.

O AptaHub conecta empreendedores, startups, pesquisadores e empresas aos sete institutos da Apta – Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Pesca (IP), Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), Instituto de Zootecnia (IZ) e Apta Regional. “O programa abre a possibilidade de levar o conhecimento e as inovações desenvolvidas pelos institutos da Apta de forma mais consistente para a sociedade. Nosso trabalho é gerar tecnologia, por meio da união de diversos atores, de pesquisadores a investidores. Conseguimos, assim, diminuir o tempo para o desenvolvimento de um produto ou serviço que aumente a competitividade de nosso agronegócio”, afirma o líder de Inovação da Apta, Sérgio Tutui.

Cinco anos de pandemia: O impacto no câncer infantojuvenil e os aprendizados do Instituto Ronald McDonald

Por Bianca Provedel, Ceo do Instituto Ronald McDonald

Em março de 2025, completamos cinco anos do início de uma das maiores crises globais que vivenciamos nas últimas décadas: a pandemia da Covid-19. Não apenas as estruturas de saúde, mas toda a sociedade foi abalada de uma forma que não poderíamos prever. Como CEO do Instituto Ronald McDonald, uma instituição que apoia saúde e bem-estar de crianças, adolescentes, prioritariamente com câncer, e suas famílias, a pandemia deixou marcas profundas e transformadoras. Ao olhar para esses cinco anos, vejo uma trajetória que não foi apenas marcada pela dor, pela perda e pela luta, mas também por momentos de resiliência, solidariedade e renovação.

Quando a pandemia chegou, nossos corações estavam recheados de preocupações. Nossa primeira reação foi pensar nas crianças e adolescentes com câncer e suas famílias, que já enfrentavam desafios imensos, e como poderiam lidar com o medo de uma doença invisível, contagiosa e desconhecida. Para muitas dessas crianças, a fragilidade já era parte do seu dia a dia. Seus sistemas imunológicos estavam debilitados, e o tratamento para o câncer tornava suas vidas ainda mais vulneráveis. O que aconteceu depois foi um grande teste para o sistema de saúde, para nossas relações e, principalmente, para nossa humanidade.

O medo que transformou tudo

Os hospitais, que já eram locais de ansiedade e medo, se tornaram pontos de isolamento total. As Casas Ronald McDonald, que sempre foram um ponto de acolhimento, de proximidade e de cuidado com as famílias, passaram a ser um espaço de distanciamento. O vírus nos impôs um novo tipo de separação. O medo das infecções fez com que as famílias, em grande parte, ficassem restritas em seus quartos dentro das Casas não podendo compartilhar e conviverem juntas, prática tão comum no dia a dia das Casas Ronald, enquanto a luta contra o câncer continuava. A dificuldade de manter o tratamento das crianças no meio da pandemia foi um dos maiores desafios que enfrentamos. Muitas mães e pais tiveram que decidir entre continuar o tratamento ou se expor ao risco da Covid-19, e a cada dia, nossos profissionais estavam lá, ao lado deles, oferecendo suporte e alternativas. Nossos Espaços da Família que sempre foram espaços de convívios dentro dos hospitais para as famílias, com acolhimento e empatia, foram fechados e se reposicionaram coma áreas de descanso para os profissionais de saúde que muitas vezes não podiam retornar às residências e não tinham locais para descanso nos hospitais. Trabalhamos em um edital emergencial de recursos para apoiar às instituições, hospitais e famílias em tudo que necessitassem, mesmo que não fosse diretamente no tratamento da doença, afinal, acima de tudo nossa missão é com a vida e neste momento exigiu de nós muita flexibilidade, aprendizado e respostas rápidas diante do contexto vivido.

Sentimos, mais do que nunca, o peso das desigualdades. Sabíamos que, em um país de dimensões tão grandes como o Brasil, não seria fácil garantir acesso à saúde de qualidade, principalmente em tempos de crise. Mas, ao mesmo tempo, foi nesse cenário de adversidade que presenciamos uma união de forças como nunca. Voluntários, parceiros, empresas e cidadãos comuns se uniram em prol de um bem comum, e isso foi uma verdadeira lição de empatia e solidariedade.

A pandemia nos forçou a repensar nossas prioridades. Para muitos, a vida tornou-se mais frágil, mais vulnerável, mais preciosa. Aprendemos, de forma dolorosa, que a vida pode mudar em um piscar de olhos. As relações, as rotinas, os projetos — tudo foi posto à prova. Para aqueles que já enfrentavam dificuldades, como as crianças com câncer e suas famílias, essa realidade se intensificou. Porém, também tivemos a oportunidade de vivenciar um renascimento coletivo, onde o apoio à saúde mental e emocional tornou-se tão importante quanto os cuidados físicos. Vivenciamento uma ressignificação do encontro e do toque que se tornou tão precioso. Em muitos momentos tudo o que desejávamos era reencontrar nossos entre e amigos e dar um abraço, um toque humano para acalentar a alma e o coração.

O comportamento das pessoas mudou. Nos tempos mais sombrios da pandemia, observamos um aumento da empatia, da vontade de ajudar ao próximo. As pequenas ações de pessoas, as grandes ações de empresas, os simples gestos de carinho, o mundo se uniu em torno de um único propósito: a solidariedade. De repente, estava claro para todos que, no fundo, estamos todos conectados, que somos um mundo só, que a dor do outro poderia ser a nossa também e que uma ameaça dessas é de todos nós. O medo trouxe consigo um movimento de reclusão, mas também de união, de ressignificação.

Para as crianças em tratamento contra o câncer, a pandemia foi um período de extrema dificuldade e medo. Muitas delas já lutavam contra um inimigo invisível dentro de seus corpos, e, agora, enfrentavam um mundo de incertezas lá fora. O isolamento social foi um fator angustiante, especialmente para aqueles que dependiam da convivência com seus familiares e amigos para enfrentar os dias difíceis do tratamento. As interrupções no tratamento, o medo do câncer evoluir rápido demais, o pavor de um novo vírus ainda desconhecido, o distanciamento físico e o sonho de torno de uma vacina que nos tirasse deste momento de desespero. Tudo isso gerou uma combinação explosiva de emoções e desafios para as famílias fragilizadas e para os médicos que nesta altura trabalham com novas condutas e protocolos a cada dia. Em nosso

Nosso papel, enquanto Instituto, foi redobrado. Tivemos que agir rapidamente. Globalmente foi montado um comitê de infectologia que discutia a cada semana procedimentos, condutas, novas descobertas e como nos adaptaríamos a elas. Tínhamos médicos e serviços do mundo inteiro conversando sobre alternativas para mantermos nossas famílias seguras e que função nossos programas poderiam ter neste momento para atender mais e melhor às famílias e comunidades. Estabelecemos novas formas de comunicação, para que as famílias pudessem se sentir mais próximas e mais cuidadas. Mantivemos por meses famílias isoladas nas 7 Casas Ronald McDonald em todo Brasil. Reposicionamento as 8 unidades de Espaço da Família que estavam nos hospitais para atendermos aos profissionais da saúde, destinamos milhões de reais a compra de EPIs para distribuir para os diversos estados do Brasil. Perdemos todos os nossos voluntários que compõem um exército de dezenas de milhares de pessoas da noite para o dia e nossas equipes buscaram se desdobrar para seguirmos o atendimento. Nossas fontes de recursos reduziram em 43% naquele ano, mas não abandonamos nenhuma instituição ou projeto parceiro. Buscamos reduzir o estresse de nossas famílias e staff através de terapias e atendimentos online e, acima de tudo, buscamos manter o lema de aproximar as famílias na distância e oferecermos todo o amor que sempre foi nossa marca registrada.

Reflexões de aprendizado e esperança

Hoje, cinco anos depois, o que eu sinto é uma profunda gratidão pelos aprendizados que a pandemia nos deixou. Aprendemos que a vida é frágil, mas também é forte. Aprendemos que o amor, a empatia e a solidariedade podem, sim, mover montanhas. E, sobretudo, aprendemos a importância do cuidado integral e do olhar para o cuidado centrado na família. Aprendemos que a tecnologia pode ser um grande aliado para ciência e para o suporte e acompanhamento das famílias e isso hoje permite que sigamos com elas onde quer que estejam. Conseguimos conectar nosso corpo técnico e científico em minutos e ganhamos muita agilidade na tomada de decisão, Entendemos a força de uma sistema global com a Ronald McDonald House Charities e descobrimos que a fronteira de 62 países nos 5 continentes onde este sistema está presente, é simplesmente uma fronteira geográfica, pois estamos hoje unidos, nos ajudando e trocando expertises e bias práticas como se fôssemos todos parte da mesma comunidade. E na verdade somos. A comunidade RMHC, seja no Brasil, Ásia, Europa ou África é a comunidade que tem como missão: cuidar das famílias com crianças em condições médicas.

Olhando para trás, vejo um Brasil que, em muitos aspectos, sofreu intensamente. Mas também vejo um Brasil que soube se reinventar, que soube encontrar forças para seguir adiante. O futuro, com tudo o que já aprendemos, deve ser mais humano, mais colaborativo, mais resiliente. As crianças e famílias que atendemos todos os dias merecem um futuro mais justo e mais solidário, e é isso que nos motiva a continuar nosso trabalho. Para nós, a pandemia não foi só um período de dificuldades, foi uma lição de que, mesmo nas piores tempestades, podemos renascer melhores depois delas.

E, como sempre, seguimos confiantes de que, enquanto houver vida, seguiremos firmes e presentes para que no coração de cada criança que atendemos, sempre haja esperança, e que, o olhar de cada família tenha a confiança de que não estão sozinhas.

Bianca Provedel é CEO do Instituto Ronald McDonald

Justiça do DF absolve vice-governadora Celina Leão

Decisão reafirma correção dos atos da política, que reforça compromisso com a ética e a coisa pública

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, foi absolvida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal em sentença proferida nesta segunda-feira (11). Em nota oficial, ela afirmou receber a decisão com serenidade e destacou sua confiança na Justiça.

“Essa decisão reafirma minha conduta pautada na lisura, na ética e no compromisso com a coisa pública”, declarou Celina. A vice-governadora ressaltou ainda que, desde o início, esteve à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos e reafirmou sua convicção quanto à inocência.

A sentença, proferida em primeiro grau, reconheceu a correção de seus atos. Celina Leão destacou que seguirá trabalhando com responsabilidade e integridade para atender à população do Distrito Federal.

Cofen articula primeira agenda em posse do novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha

Cofen está pronto a colaborar em projetos e programas estratégicos de saúde pública e de valorização da Enfermagem

Prioridade do Cofen é a aprovação da PEC 19, que estabelece a jornada de 30 horas e fixa um índice de reajuste anual para o Piso da Enfermagem

O vice-presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) Daniel Menezes participou da cerimônia de posse do novo ministro da Saúde Alexandre Padilha nesta segunda-feira (10) no Palácio do Planalto.

O Cofen já tem agenda prevista com a nova gestão do MS. “Estamos prontos a colaborar em projetos e programas estratégicos de saúde pública e de valorização da Enfermagem. Por determinação do próprio ministro, vamos ter uma primeira reunião nos próximos dias. Desejamos sucesso à nova gestão”, disse Menezes, ao lado do assessor do Cofen Thiago Paulino e do presidente do Coren-SP, Sérgio Cleto.

Ao tomar posse, Padilha exaltou a força da Enfermagem, cuja força de trabalho é majoritariamente feminina. “As mulheres representam 80% da força de trabalho do SUS. São elas que saem de casa todos os dias para salvar vidas. Temos que proteger essas trabalhadoras”, discursou.

Neste ano, a prioridade do Cofen é a aprovação da PEC 19, que estabelece a jornada de 30 horas e fixa um índice de reajuste anual para o Piso da Enfermagem. A instituição vai intensificar a articulação com o governo para obter apoios importantes para o andamento e aprovação da proposta.

Regulação do uso das águas no Rio de Janeiro é o tema de seminário promovido pela FGV e Cedae 

O evento reúne importantes palestrantes para contribuições e debates sobre gestão hídrica, entes reguladores e impactos sociais
 

Seminário Regulação do uso das águas, promovido pelaFGV Conhecimento e a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) contará com autoridades e gestores do setor público e privado para debater a gestão hídrica da cidade carioca. O evento ocorre no contexto dos 50 anos da Cedae e do Dia Mundial da Água (22/03), no dia 24 de março, das 09h às 13h30, no Centro Cultural da Fundação Getulio Vargas, na Praia de Botafogo, 186, Rio de Janeiro.

Autoridades governamentais, especialistas, gestores sociais e lideranças dos setores público e privado estarão reunidos para colocarem em pauta questões para o enfrentamento dos desafios do acesso à água que afetam a população fluminense. A abertura do evento contará com a participação do governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, do secretário nacional de saneamento ambiental, Leonardo Picciani, e do presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon.

A governança hídrica no Rio de Janeiro envolve a gestão e o uso sustentável dos recursos para atender à crescente demanda de água da população, ao mesmo tempo em que é fundamental a preservação dos ecossistemas aquáticos. A escassez hídrica, agravada por problemas como a poluição e o crescimento desordenado das áreas urbanas, tem gerado sérios impactos sociais. A população de comunidades periféricas, por exemplo, enfrenta dificuldades no acesso à água potável, e as condições de saneamento precárias contribuem para a proliferação de doenças, agravadas pelos efeitos das mudanças climáticas.

Entre os temas dos painéis ao longo da manhã, serão debatidos o papel da justiça e das instituições públicas, bem como questões fundiárias e ações estruturantes nas comunidades e favelas. Além do mote principal sobre o uso regulatório da água, serão abordados ainda dados sobre o impacto do crime na educação, na saúde e na sociedade, além da relevância do papel da mídia na conscientização da população. A gestão hídrica e o futuro do Rio de Janeiro serão o tema de um dos painéis, que contará com representantes da Agência Nacional de Águas, do MPRJ, da Agenersa, entre outros.

Serviço:

Seminário Regulação do uso das águas
Data: 24 de março

Horário: 9h – 13h30
Local: Centro Cultural da Fundação Getulio Vargas – Praia de Botafogo 186

Inscrição e programação: link.

8h30 – 9h | Credenciamento

9h | Abertura

  • Cláudio Castro – Governador do Estado do Rio de Janeiro
  • Rodrigo Bacellar – Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
  • Ricardo Couto de Castro – Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
  • Leonardo Picciani – Secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades
  • Aguinaldo Ballon – Presidente da CEDAE

9h45 – 10h | Apresentação “CEDAE 50 anos”

10h – 11h | PAINEL 1 – Legitimidade do Poder Regulador e os Impactos Sociais da Regulação

Moderação: Elton Leme – Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e Coordenador Adjunto da FGV Justiça

Palestrantes:

Antônio Saldanha Palheiro – Ministro do Superior Tribunal de Justiça e Coordenador Acadêmico da FGV Justiça

Paulo Sérgio Domingues – Ministro do Superior Tribunal de Justiça

11h – 12h30 – PAINEL 2 – Rio de Janeiro: Gestão Hídrica e Futuro das águas

Moderação: Nicola Miccione – Secretário Estadual da Casa Civil

Palestrantes:

  • Leonardo Picciani – Secretário Nacional de Saneamento Ambiental
  • Verônica Sanchez da Cruz Rios – Presidente da Agência Nacional de Águas
  • Rafael Menezes – Presidente da Agenersa
  • José Alexandre Maximino – Promotor da Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e Coordenador do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente
  • Marco Aurélio Vasconcellos de Freitas – Coordenador do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais da Universidade Federal do Rio de Janeiro

*Programa sujeito a alterações

Detran-DF flagra um condutor alcoolizado a cada 10 abordagens no fim de semana

Entre a noite de sexta (7) e a madrugada de segunda (10), os agentes de trânsito abordaram 710 condutores e autuaram 75

Por Zélia Ferreira

(Brasília – 10/3/2025) – Durante as ações de policiamento e fiscalização de trânsito realizadas entre a noite de sexta-feira (7) e a madrugada desta segunda-feira (10), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal retirou das vias 75 condutores que estavam dirigindo sob influência de álcool. Esse total representa 10,5% dos condutores abordados (710).

Os agentes ainda flagraram 25 condutores não habilitados, 24 com a Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de 30 dias e 28 que conduziam veículos com escapamentos alterados. Ainda foram realizadas outras 110 autuações por infrações diversas e 53 veículos foram removidos ao depósito da autarquia.

“Nossas ações têm o caráter preventivo mesmo quando trabalhamos de forma repressiva, pois abordamos e retiramos das vias condutores potencialmente candidatos a se envolver em sinistros de trânsito – que poderia ser fatal e trágico em muitos casos”, destaca o diretor substituto de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Wesley Cavalcante.

As operações aconteceram em Águas Claras, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Sobradinho II e contaram com o apoio a Polícia Militar. No total, foram realizados 670 testes de alcoolemia.

Destaque

Por volta de 1h da manhã da madrugada de domingo (9) para segunda-feira (10), o condutor de um Fiat Uno branco foi parado em blitz realizada em Águas Claras. Ao perceber sintomas de embriaguez, os agentes ofereceram o teste do etilômetro e ele recusou, evadindo-se imediatamente do ponto de bloqueio. Na tentativa de fuga, ele perdeu o controle do veículo e atingiu a cerca do Parque de Águas Claras.

Mesmo com o apoio do helicóptero da Polícia Militar, dos seguranças do parque e dos policiais militares que participavam da operação do Detran-DF, o condutor não foi localizado dentro do parque. O veículo foi removido ao depósito e ele foi autuado por transpor bloqueio viário, alcoolemia e vai responder por dano ao patrimônio público.

De acordo com o artigo 210 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transpor bloqueio viário é infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 293,47, remoção do veículo e suspensão do direito de dirigir. Além disso, a recusa ao teste do etilômetro caracteriza infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir, conforme previsto no artigo 165-A do CTB.

Leo Estakazero e Saulo se reencontram na canção “Nós Dois”

Música celebra cumplicidade e faz parte do álbum “De Volta” já disponível nas plataformas musicais

Leo Estakazero e Saulo voltam a dividir os vocais na canção “Nós Dois”, parte do álbum “De Volta”, com lançamento programado para 2025. A música traz uma melodia envolvente e retrata a conexão entre dois corações.

Os artistas, que iniciaram suas carreiras na mesma época em Salvador, têm uma longa relação de amizade e parcerias musicais. Esse reencontro reforça o vínculo construído ao longo dos anos e traduz a sintonia artística entre eles.

Com um tom romântico, “Nós Dois” aborda a cumplicidade em uma relação e amplia o repertório de Leo Estakazero, que se prepara para apresentar um dos projetos mais significativos de sua trajetória. A canção está disponível em todos os streaming.

Redes Sociais e Plataformas de Streaming de Músicas
http://www.estakazero.com.br/ Site Oficial
http://www.instagram.com/bandaestakazero Instagram
http://www.twitter.com/BandaEstakazero Twitter (@BandaEstakazero)
http://www.facebook.com/BandaEstakazero/ Facebook
http://www.youtube.com/leoestakazero Youtube
https://open.spotify.com/bandaestakazero Spotify
https://www.deezer.com/bandaestakazero Deezer
http:www.soundcloud.com/estakazero SoundCloud
palcomp3.com.br/estakazero/ Palco MP3
suamusica.com.br/Estakazero Sua Música
http://www.allmusic.com//estakazero All Music
https://music.apple.com/br/artist/estakazero/156954312 Apple Music

Crédito das Fotos Léo Braga/Divulgação

Assessoria de Comunicação ESTAKAZERO- LABORATÓRIO DA NOTÍCIA