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Michelle Bolsonaro amplia aliança no DF e conquista apoio do Podemos para disputa ao Senado

Da Redação

Acordo fortalece candidatura da ex-primeira-dama e amplia articulação do grupo político de Celina Leão na eleição brasiliense

A candidatura de Michelle Bolsonaro (PL) ao Senado pelo Distrito Federal ganhou um novo reforço político. O Podemos-DF fechou acordo para apoiar a ex-primeira-dama na disputa por uma das duas vagas que estarão em jogo nas eleições deste ano.

A construção do entendimento contou com a participação da governadora Celina Leão (PP) e da senadora Damares Alves (Republicanos), que atuaram nas conversas entre Michelle e integrantes da legenda. A movimentação reforça a aproximação de partidos que orbitam o mesmo campo político no DF.

Michelle já havia sido oficializada pelo PL como candidata ao Senado durante a convenção partidária realizada no início de agosto. A deputada federal Bia Kicis também foi confirmada pela legenda para disputar a outra vaga destinada ao Distrito Federal.

O novo apoio fortalece a estrutura política da candidatura de Michelle justamente quando as campanhas começam a entrar nas ruas. Além de tempo político e articulações partidárias, alianças desse tipo podem aumentar a capilaridade das candidaturas nas regiões administrativas.

A disputa pelas duas cadeiras do DF no Senado deve permanecer como uma das mais observadas da eleição local. Além da força individual dos candidatos, a formação das chapas e os acordos entre partidos deverão influenciar diretamente a divisão do eleitorado.

Sabatina reúne 11 candidatos ao GDF e coloca problemas de Brasília no centro da campanha

Disputa pelo Palácio do Buriti ganha novo capítulo com candidatos confrontados sobre saúde, segurança, educação e desafios da capital

A corrida pelo Governo do Distrito Federal entra nesta terça-feira (11) em uma nova etapa de exposição pública. Onze candidatos ao Palácio do Buriti participam de uma sabatina promovida pelo Correio Braziliense para apresentar propostas e responder sobre alguns dos principais problemas enfrentados pela população do DF.

Entre os nomes que participam da disputa estão Celina Leão (PP), José Roberto Arruda (PSD), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB), Ricardo Cappelli (PSB) e outros candidatos que buscam ampliar espaço nesta fase da campanha.

Saúde, segurança pública, educação e patrimônio estão entre os temas previstos para o encontro. A expectativa é que a sabatina ajude a evidenciar diferenças entre os projetos apresentados pelos candidatos e coloque questões locais acima da polarização nacional.

O evento acontece em um momento importante da corrida eleitoral. Depois das convenções partidárias e dos primeiros debates, as campanhas começam a intensificar agendas públicas, entrevistas e apresentação de propostas para conquistar principalmente o eleitor ainda indeciso.

Com primeiro turno marcado para 4 de outubro, a disputa pelo Buriti tende a ficar mais acirrada nas próximas semanas. Caso nenhum candidato alcance maioria absoluta dos votos válidos, o Distrito Federal terá segundo turno em 25 de outubro.

Rejeição a Lula e Flávio Bolsonaro transforma voto contra adversário em fator decisivo na eleição

Da Redação

Levantamentos mostram forte resistência aos dois principais candidatos e colocam eleitor que escolhe para impedir vitória do adversário no centro da disputa

A eleição presidencial de 2026 não está sendo movida apenas pela preferência dos eleitores. A rejeição aos principais candidatos começa a ter peso significativo na definição do voto e pode se transformar em um dos elementos decisivos da campanha.

Pesquisa Nexus/BTG apontou que 49% dos entrevistados afirmam que não votariam de jeito nenhum nem em Lula nem em Flávio Bolsonaro, os dois nomes que aparecem à frente nas principais simulações eleitorais.

O cenário ajuda a explicar por que a disputa permanece apertada mesmo com Lula liderando as pesquisas de primeiro turno. Em eventual confronto direto, o presidente registra 47% contra 44% de Flávio Bolsonaro, dentro da margem de erro do levantamento.

A rejeição abre espaço para uma campanha baseada não somente na apresentação de propostas, mas também na tentativa de convencer o eleitor de que a vitória do adversário representaria um risco maior. Esse comportamento costuma fortalecer o chamado voto útil ou voto por rejeição.

Nas próximas semanas, a capacidade das campanhas de reduzir suas próprias resistências pode ser tão importante quanto conquistar novos apoiadores. Em uma eleição polarizada, ampliar o diálogo com eleitores que não se identificam totalmente com nenhum dos lados pode fazer diferença no resultado final.

Lula mantém liderança no primeiro turno e vê Flávio Bolsonaro encostar em eventual segundo turno

Da Redação

Pesquisa Nexus/BTG coloca presidente com 40% contra 35% do senador no primeiro turno e aponta disputa mais apertada em confronto direto

A corrida pela Presidência da República entra em uma fase de maior equilíbrio entre os principais nomes da disputa. Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta semana mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança do primeiro turno, com 40% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 35%.

A diferença diminui ainda mais quando o levantamento testa um eventual segundo turno entre os dois. Nesse cenário, Lula registra 47%, enquanto Flávio alcança 44%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, a disputa aparece tecnicamente empatada.

O resultado reforça a tendência de polarização da eleição presidencial. Mesmo com outros candidatos na disputa, Lula e Flávio concentram parcela significativa do eleitorado e começam a direcionar suas estratégias para uma possível confrontação direta na reta final da campanha.

A pesquisa também mostra que a vantagem do atual presidente não é confortável. No levantamento anterior do próprio instituto, Lula tinha 46% e Flávio 45% em um eventual segundo turno, demonstrando que pequenas movimentações do eleitorado podem alterar o cenário.

Com o início da fase mais intensa da campanha, pesquisas, debates e alianças estaduais devem ganhar ainda mais importância. A disputa pelos eleitores que ainda não definiram voto e pelos grupos que rejeitam os dois principais candidatos tende a ser decisiva até outubro.

Goiás tem saldo de 3.780 empregos formais em junho

Impulsionado pela indústria, construção e agropecuária, mercado de trabalho goiano registra 81.728 admissões e mantém trajetória positiva na geração de empregos formais

O mercado de trabalho de Goiás registrou saldo positivo de 3.780 empregos com carteira assinada em junho de 2026. Ao longo do mês, foram 81.728 admissões. Com o desempenho, o estoque de trabalhadores com vínculos formais no estado alcançou 1.585.691 postos ativos, o que representa uma variação positiva de 0,24% no mês. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Entre os segmentos que mais contribuíram para a geração de novas vagas, a agropecuária liderou com 1.725 postos criados, correspondente a um crescimento relativo de 1,37%. Na sequência, a construção gerou 1.292 novos postos com aumento de 1,18%; enquanto a indústria criou 1.273 vagas, registrando expansão de 0,39%.

O Novo Caged é o sistema responsável pela geração das estatísticas do emprego formal no país. A ferramenta consolida informações captadas pelos sistemas eSocial, Caged e Empregador Web, assegurando transparência, precisão e integridade aos dados sobre as movimentações do mercado de trabalho.

Fotos: SIC

Legenda: Mercado de trabalho goiano registra saldo positivo de 3.780 empregos com carteira assinada em junho de 2026

Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços – Governo de Goiás

Debate nesta 3ª feira (11/8) marca lançamento da reedição do livro “Desenvolvimento econômico e evolução urbana”, de Paul Singer

Obra integra coleção que leva nome do autor e é parceria da Fundação Perseu Abramo com Editora Unesp e Instituto Paul Singer; iniciativa contará com debate, que terá transmissão simultânea

A Fundação Perseu Abramo, centro de formação política e de produção de conhecimento do PT, promove nesta 3ª feira (11/8), às 18h30, debate relacionado ao lançamento da reedição do livro “Desenvolvimento econômico e evolução urbana”, do economista Paul Singer. A iniciativa, com transmissão simultânea pelo canal do YouTube (https://www.youtube.com/@FundacaoPerseuAbramo/), irá ocorrer na sede da instituição, na zona sul da capital paulista.

A obra, que é uma parceria com a Editora Unesp e o Instituto Paul Singer, resulta de pesquisa de doutorado em Sociologia, empreendida pelo autor, na Universidade de São Paulo (USP), onde também foi professor. Na mesma época, colaborou na fundação do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Após a redemocratização, exerceu o cargo de secretário de Planejamento da Prefeitura de São Paulo (1989-1992) e chefiou a Secretaria Nacional de Economia Solidária, ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego, entre 2003 e 2016.

A nova edição, que traz o subtítulo Análise da evolução econômica de São Paulo, Blumenau, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife, integra a coleção Paul Singer. “Ao estabelecer o nexo fundamental entre desenvolvimento capitalista periférico e urbanização, Paul Singer busca as especificidades de um processo em que as partes se encontram em tempos históricos e processos demográficos diferentes, mas estão atadas por uma mesma dinâmica econômica dominante: o capitalismo em desenvolvimento na periferia,” pontua o diretor da Fundação Perseu Abramo, Carlos Henrique Árabe, na “orelha” que acompanha o livro.

O dirigente será o responsável pela mediação do debate, que contará com a participação da professora Ana Claudia Veiga de Castro, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e que dirigiu o Centro Universitário Maria Antônia (2024-2026); do professor, educador popular e militante do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Guilherme Simões Pereira, que foi secretário nacional de Periferias do Ministério das Cidades; da professora Nilce Aravecchia-Botas, da FAU-USP e atual secretária geral da Associação Ibero-Americana de História Urbana (AIHU); e da arquiteta e urbanista Sarah Feldman, professora aposentada do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP (campus São Carlos).

A reedição de “Desenvolvimento econômico e evolução urbana” é organizada por André Singer, Helena Singer e Suzana Singer. Traz apresentação de Ana Claudia Veiga de Castro e de Nilce Aravecchia-Botas, com destaque ao prefácio original, de 1969, redigido pelo sociólogo Florestan Fernandes.

Serviço:

Debate de lançamento da reedição do livro “Desenvolvimento econômico e evolução urbana”, de Paul Singer

Dia 11/8 (terça-feira), a partir das 18h30
Fundação Perseu Abramo (Rua Francisco Cruz, 234, Vila Mariana, São Paulo/SP)

Transmissão simultânea pelo canal do YouTube: https://www.youtube.com/@FundacaoPerseuAbramo/

Ideb 2025: Goiás tem 7 das 10 melhores escolas públicas do Brasil

Rede estadual registra a maior nota da história no Ensino Médio (5,0) e supera a média nacional de 4,3

Sete escolas da rede estadual estão entre as dez melhores escolas públicas de Ensino Médio do Brasil, de acordo com os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). No indicador geral, Goiás alcançou nota 5,0 no Ensino Médio, a maior de sua história, ficando apenas 0,1 ponto atrás do Paraná (5,1), primeiro colocado no ranking nacional. A média brasileira foi de 4,3.

O CEPI Brasil Ramos Caiado, de Araguapaz, aparece na segunda colocação nacional, com nota 7,9. Também figuram no ranking o Colégio Estadual Doutor José Balduíno de Souza, de Formosa (7,8); o CEPI Santa Terezinha, de Itapaci (7,6); o Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás Madre Germana, de Aparecida de Goiânia (7,6); o CEPI Presidente Castelo Branco, de Bonfinópolis (7,6); o Colégio Estadual de Educação do Campo Arthur Ribeiro de Magalhães Filho, de Formosa (7,6); e o CEPI Frederico Bernardes Rabelo, de São João d’Aliança (7,5). O resultado coloca Goiás como o estado com maior presença entre as escolas de excelência da educação pública brasileira.

A nota 5,0 no Ensino Médio — que considera, conjuntamente, o ensino médio regular e o ensino médio integrado à educação profissional — é a maior já registrada por Goiás desde a criação do Ideb. Em comparação com 2017, quando o Estado obteve nota 4,3, o avanço foi de 0,7 ponto. Em relação à edição de 2023, houve crescimento de 0,2 ponto, passando de 4,8 para 5,0.

Nos anos finais do Ensino Fundamental, Goiás também manteve desempenho acima da média nacional. A rede pública estadual alcançou Ideb de 5,6, superando em 0,6 ponto a média brasileira, de 5,0. O resultado coloca Goiás entre os estados com os melhores indicadores do país nessa etapa de ensino, ao lado do Ceará, enquanto o Paraná liderou o ranking com nota 5,8.

Fotos: CEPMG

Legenda: O Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás Madre Germana é uma das sete escolas da rede estadual goiana que estão entre as dez melhores escolas públicas de Ensino Médio do Brasil, de acordo com o Ideb 2025

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Educação vira campo de disputa entre candidatos e ganha espaço nos primeiros debates de 2026

Indicadores de ensino aparecem nos confrontos do DF e de São Paulo e pressionam candidatos a apresentar propostas para melhorar aprendizagem

A educação ganhou protagonismo nos primeiros debates das eleições de 2026. Nos confrontos realizados neste domingo (9), candidatos ao governo do Distrito Federal e de São Paulo utilizaram indicadores da rede pública para questionar adversários e apresentar propostas para o setor.

No Distrito Federal, o desempenho da rede de ensino apareceu entre os principais pontos de cobrança direcionados à atual gestão. Leandro Grass (PT) defendeu maior investimento na remuneração dos professores, melhorias na infraestrutura e expansão da educação em tempo integral.

A abordagem colocou a qualidade da aprendizagem como um dos campos de comparação entre governo e oposição. Ao trazer indicadores educacionais para o debate, os candidatos tentam transformar números da administração pública em um assunto diretamente relacionado à rotina das famílias do DF.

Em São Paulo, educação também fez parte dos embates entre Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT). O tema apareceu ao lado de segurança pública, economia e privatizações entre os principais assuntos do primeiro confronto entre os candidatos ao Palácio dos Bandeirantes.

A entrada da educação logo nos primeiros debates indica que o assunto poderá ocupar posição importante nas campanhas estaduais. Questões como alfabetização, valorização profissional, estrutura das escolas, ensino integral e desempenho dos estudantes oferecem aos candidatos espaço tanto para apresentar propostas quanto para comparar resultados de administrações anteriores.

Até outubro, a tendência é que os debates avancem da discussão dos indicadores para propostas mais específicas. Para o eleitor, isso permitirá avaliar não apenas as críticas feitas durante a campanha, mas quais soluções cada candidatura apresenta para melhorar a educação pública nos próximos quatro anos.

Tarcísio e Haddad nacionalizam debate em São Paulo e antecipam polarização eleitoral

Primeiro confronto pelo governo paulista mistura temas estaduais com disputa nacional e coloca antigos adversários políticos novamente no centro da campanha

O primeiro debate ao Governo de São Paulo em 2026 mostrou que a maior disputa estadual do país terá forte influência do cenário político nacional. Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) protagonizaram os principais confrontos do programa realizado pela Band neste domingo (9).

Durante aproximadamente duas horas, os candidatos divergiram sobre segurança pública, economia, educação e privatizações. Ao mesmo tempo, levaram para o palco questões relacionadas ao governo federal e ao posicionamento político de cada grupo, ampliando o alcance do confronto para além das fronteiras paulistas.

A estratégia evidencia uma característica que pode acompanhar toda a campanha paulista. Tarcísio chega à disputa identificado com o campo político da direita, enquanto Haddad representa o PT e mantém relação direta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dessa forma, assuntos nacionais tendem a aparecer mesmo quando a discussão estiver concentrada na administração estadual.

Educação e segurança estiveram entre os campos utilizados para marcar diferenças. A discussão permitiu aos candidatos comparar modelos de gestão e, ao mesmo tempo, questionar os resultados apresentados pelo adversário.

A nacionalização da disputa aumenta ainda mais a importância da eleição paulista. Além de definir o comando do estado com maior eleitorado do país, o resultado pode influenciar a reorganização das forças políticas nacionais depois das eleições de outubro.

O primeiro encontro deixou uma mensagem clara: em São Paulo, a eleição para governador deverá ser disputada não apenas sobre o que acontece no Palácio dos Bandeirantes, mas também sobre os rumos políticos do Brasil.

BRB entra no centro da eleição do DF após embates no primeiro debate ao governo

Linha fina: Situação do Banco de Brasília provoca cobranças entre candidatos e surge como um dos assuntos de maior potencial de confronto na campanha

O BRB entrou definitivamente no debate eleitoral do Distrito Federal. A situação do Banco de Brasília foi um dos principais pontos de confronto entre os candidatos ao Palácio do Buriti no primeiro debate da eleição de 2026, realizado neste domingo (9).

Paula Belmonte (PSDB) direcionou críticas à governadora Celina Leão (PP), questionando a postura adotada durante as discussões envolvendo a tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB. A candidata procurou ligar o episódio às decisões políticas tomadas durante a atual gestão.

José Roberto Arruda (PSD) também levou o banco para o centro de suas intervenções. O ex-governador cobrou explicações sobre a situação da instituição e levantou o risco de eventuais impactos financeiros atingirem outras áreas do orçamento público do Distrito Federal.

A presença do BRB no primeiro grande confronto entre os candidatos mostra que o assunto deverá continuar aparecendo ao longo da campanha. O banco reúne elementos políticos e administrativos capazes de alimentar questionamentos sobre responsabilidade fiscal, gestão do patrimônio público e prioridades do próximo governo.

Para Celina Leão, o desafio será defender a atual administração e responder aos questionamentos dos adversários. Para a oposição, o tema oferece uma oportunidade de confrontar diretamente a governadora em um dos assuntos mais sensíveis da política brasiliense.

Com novos debates previstos até outubro, a disputa pela narrativa sobre o BRB pode se transformar em uma das principais linhas de ataque na corrida pelo Palácio do Buriti.