O Governo de Goiás proporcionou, neste ano, mais qualidade de vida, estudo e trabalho a 77,3 mil pessoas, ao levar atendimentos integrados em oftalmologia a diversas regiões do estado.
A iniciativa garantiu acesso a consultas médicas, exames especializados, encaminhamentos para acompanhamento ambulatorial e realização de cirurgias, além da entrega gratuita de óculos pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), por meio do Programa Olhar para Todos, do Goiás Social.
Desse total, 48,9 mil são estudantes de 119 escolas da rede pública estadual, atendidos na capital e em Aparecida de Goiânia, e 28,4 mil pessoas pertencem à comunidade em geral, de 26 municípios de todas as regiões do estado, atendidas durante ações do Goiás Social.
Olhar para Todos leva atendimentos integrados em oftalmologia a diversas regiões do estado (Foto: SES-GO)
Programa Olhar para Todos
O programa oferece acolhimento e a realização de exames de acuidade visual, autorrefração, tonometria, retinoscopia e retinografia, além da emissão de laudo médico, que pode ser utilizado para o encaminhamento do paciente à atenção especializada, quando necessário, por meio do sistema de Regulação da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO).
Os casos de emergência são encaminhados imediatamente ao Centro de Referência em Oftalmologia da Universidade Federal de Goiás (Cerof-UFG). O Cerof-UFG é um dos parceiros do Goiás Social, que inclui ainda as Secretarias de Estado da Saúde e da Educação (SES-GO e Seduc-GO) e a OVG.
O Programa Olhar para Todos foi lançado em novembro de 2024, com investimento superior a R$ 25 milhões do Tesouro Estadual, e tem como objetivo promover a saúde ocular dos estudantes da rede estadual de ensino por meio de avaliação oftalmológica, diagnóstico, acompanhamento especializado e entrega gratuita de óculos.
Do total de estudantes atendidos pelo programa, 13,3 mil receberam prescrição de óculos e 2,7 mil estudantes foram encaminhados ao Cerof-UFG.
“Temos orgulho desse trabalho, que leva profissionais e equipamentos de ponta a todas as escolas públicas estaduais, contribuindo para uma melhor qualidade de vida e para o aprendizado dessas crianças e adolescentes”, afirma a primeira-dama e coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado.
Estudante passa por exame oftalmológico do programa Olhar para Todos em escola da rede pública estadual (Foto: SES-GO)
Serviços no interior
O Olhar para Todos é um dos serviços ofertados também nos eventos itinerantes do Goiás Social, que levam atendimentos em saúde, emissão de documentos e benefícios sociais, entre outros, ao interior do Estado.
Nos 26 municípios beneficiados neste ano, o programa somou, até novembro, 28,4 mil atendimentos a pessoas de todas as idades, de bebês a idosos. Desse total, 7,3 mil pessoas foram encaminhadas à atenção especializada e 14,5 mil receberam óculos com prescrição médica.
Para o secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, ambas as frentes de atuação — voltadas a estudantes e à população em geral — são admiráveis e necessárias.
“É uma iniciativa que impacta diretamente a qualidade de vida das pessoas, contribuindo para a saúde e o bem-estar de adultos, idosos e crianças”, destaca. “Cada exame realizado é um passo na construção de um futuro com mais oportunidades para esses estudantes e mais conforto e qualidade de vida para adultos e idosos”, acrescenta.
Os centros olímpicos e paralímpicos seguiram fortalecidos e atendem hoje mais de 45 mil alunos. A infraestrutura esportiva recebeu mais de R$ 22 milhões em obras, reformas e manutenções | Fotos: Divulgação/SEL-DF
DF entrega novas obras, amplia o Compete Brasília e realiza eventos que movimentaram milhares de pessoas em todas as regiões administrativas
O ano de 2025 marcou um ciclo de entregas expressivas para o esporte do Distrito Federal. Mais de 150 eventos receberam apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), consolidando Brasília como referência nacional na realização de competições de alto nível.
A Corrida de Reis reuniu milhares de atletas em um dos percursos mais tradicionais do país; os Jogos da Juventude 2025 trouxeram à capital o maior evento estudantil do Brasil; o STU National transformou o Parque da Cidade no palco do skate brasileiro e entregou à população uma pista de padrão internacional, assinada pela Rio Ramp Design; e o Jungle Fight e Legacy Fighting Alliance (LFA) destacaram o DF nas artes marciais mistas (MMA).
O público brasiliense também teve, pela primeira vez, a oportunidade de acompanhar três modalidades gímnicas em um mesmo ciclo de eventos: ginástica aeróbica, ginástica acrobática e parkour. O calendário ainda contou com competições de diversas modalidades, dentre elas, vôlei, kung fu wushu, além de torneios olímpicos, paralímpicos e ações comunitárias.
Os centros olímpicos e paralímpicos seguiram fortalecidos e atendem hoje mais de 45 mil alunos. A infraestrutura esportiva recebeu mais de R$ 22 milhões em obras, reformas e manutenções. Entre os destaques, está a retomada de um marco histórico no futebol local: após quase duas décadas sem partidas noturnas, o Estádio Abadião, em Ceilândia, voltou a ter iluminação. Outro destaque é o início da reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, em que o gramado e a pista de atletismo, recebem investimento superior a R$ 4,4 milhões.
Outras obras essenciais completaram o ano: campo sintético no Taguaparque; manutenções periódicas nos centros olímpicos; manutenções nos estádios; manutenção do Parque da Cidade; e a reforma da quadra coberta ao lado do Estádio Rorizão.
O Compete Brasília beneficiou 5.255 atletas e paratletas em 2025, com investimento de R$ 9,1 milhões. O número de viagens aéreas cresceu, enquanto o transporte terrestre caiu de 145 embarques em 2024 para 118 em 2025, refletindo a ampliação da presença brasiliense em competições de alto rendimento no país e no exterior.
O Compete Brasília beneficiou 5.255 atletas e paratletas em 2025, com investimento de R$ 9,1 milhões
O ano também foi marcante no campo legislativo. A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou dois importantes projetos de lei enviados pelo Executivo: o PL nº 2.062/2025, que ampliou significativamente o Programa Bolsa Atleta para paratletas e surdoatletas, e o Projeto de Lei Complementar que criou o Programa de Apoio ao Futebol do Distrito Federal (PAFDF). Ambos os textos foram sancionados pelo governador Ibaneis Rocha no dia 24 de dezembro.
Para o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, 2025 representou um avanço decisivo para a pasta: “Foi um ano histórico. Avançamos em obras, ampliamos eventos, apoiamos milhares de atletas e fortalecemos políticas públicas que garantem acesso, inclusão e oportunidades. O esporte do DF cresceu nas quadras, nas pistas, nos centros olímpicos e nos palcos nacionais.”
Com estrutura renovada, grandes eventos e programas sólidos, o Distrito Federal fecha 2025 celebrando conquistas e se prepara para um 2026 ainda mais promissor para o esporte brasiliense.
Pós-graduandos recebem bolsas de incentivo à pesquisa: chamada pública se encerra em abril de 2026 (Foto: Fapeg)
O Governo de Goiás vai investir R$ 13.226.400,00 na concessão de 180 bolsas de formação em mestrado e doutorado, abrangendo todas as áreas do conhecimento.
Do total, serão ofertadas 150 bolsas de mestrado, com valor mensal de R$ 2.310,00 pelo período de até 24 meses, e 30 bolsas de doutorado, no valor mensal de R$ 3.410,00 por até 48 meses, descontados os meses já cursados a partir da primeira matrícula no programa de pós-graduação.
A iniciativa será executada por meio de edital publicado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), destinado a estudantes regularmente matriculados em programas de pós-graduação stricto sensu de instituições de ensino superior públicas ou privadas sem fins lucrativos, reconhecidas pela Capes.
A chamada integra a política estadual de fortalecimento da pós-graduação, com foco na ampliação da quantidade, diversidade e qualidade da formação acadêmica em Goiás.
O objetivo é qualificar recursos humanos para atuação em pesquisa científica, tecnológica e de inovação, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico do Estado.
As bolsas serão distribuídas por meio de cotas proporcionais ao número de programas de pós-graduação ofertados pelas instituições de ensino superior participantes. Estudantes que já tenham cursado mais de 18 meses do mestrado ou 36 meses do doutorado não podem se candidatar.
Etapas para bolsas de mestrado e doutorado
A chamada pública será realizada em três etapas. Na primeira, as instituições de ensino superior, por meio das pró-reitorias de pós-graduação ou órgãos equivalentes, devem encaminhar à Fapeg a proposta de distribuição das cotas entre os programas elegíveis, até o dia 13 de fevereiro.
Na segunda etapa, os coordenadores dos programas de pós-graduação devem enviar, até 27 de março, o resultado do julgamento e da seleção das candidaturas às bolsas, via Plataforma Sparkx-Fapeg.
Na terceira fase, o pós-graduando selecionado deve apresentar a documentação necessária para a contratação da bolsa na Plataforma Darwin-Fapeg até o dia 13 de abril.
Obras dos Centros de Atendimento Socioeducativo de Rio Verde e Porangatu reforçam a rede socioeducativa de Goiás (Foto: Seinfra)
A Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) concluiu a execução de dois importantes equipamentos públicos voltados ao atendimento socioeducativo no estado: os Centros de Atendimento Socioeducativo (Cases) de Rio Verde e de Porangatu.
A construção das unidades demandou investimentos de R$ 17 milhões.
Centros de Atendimento Socioeducativo
Projetado para oferecer um ambiente moderno, seguro e funcional, integrando espaços de acolhimento, educação e acompanhamento socioeducativo daqueles que estão envolvidos na prática de ato infracional, cada Case é dotado de 52 alojamentos individuais e banheiros exclusivos, refeitório, lavandeira, recepção, coordenação, administração, bem como estacionamento, guarita coberta e alojamento para os guardas.
Além disso, os locais têm salas de aula e de informática, bibliotecas, quadras poliesportivas com vestiários e salas para atendimentos médicos, psicológicos e de assistência social.
“Segurança pública não se faz apenas nas ruas, mas também dentro das instituições que acolhem e corrigem. Os novos Cases de Rio Verde e Porangatu mostram o compromisso de Goiás com uma política completa, que combate o crime, protege as famílias e oferece caminhos de ressocialização. Estruturas assim ajudam o Estado a avançar cada vez mais, porque atacam a raiz do problema e garantem que esses jovens tenham condições reais de reconstruir suas vidas”, avalia o governador Ronaldo Caiado.
Com as obras civis concluídas, o próximo passo para que as unidades entrem efetivamente em operação é o processo de equipagem. A fase inclui aquisição e instalação de mobiliário, equipamentos pedagógicos, tecnológicos e itens de uso administrativo, além da ambientação dos espaços voltados ao atendimento dos adolescentes.
Somente após essa etapa, os Cases poderão ser inaugurados e iniciar o acolhimento dos jovens encaminhados pelo sistema de justiça.
Investimentos
Até agora, o Governo de Goiás já destinou mais de R$ 33 milhões para a construção, reforma e equipagem desse tipo de unidade, que atende ao conjunto de medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para ressocialização de menores.
Esse recurso deve elevar de 262 para 551 o número total de vagas em Case na modalidade exclusiva de regime fechado.
Para atender à política de regionalização do sistema, além de Rio Verde e Porangatu, os investimentos também chegam aos municípios de Itaberaí, Itumbiara, São Luís de Montes Belos, Goiânia e Luziânia.
Todas as intervenções seguem o padrão do Sistema Nacional Socioeducativo (Sinase), tanto em relação às instalações quanto ao modelo de assistência aos jovens infratores.
O Sinase determina que os atendimentos aos internos envolvam educação, oficinas pedagógicas, atividades esportivas, culturais e de lazer, atendimento psicossocial, vivência em grupo, qualificação profissional, dentre outros.
“Essas obras mostram que é possível transformar demandas históricas em entregas concretas. Estamos falando de espaços que vão além do aspecto físico, pois oferecem condições dignas para o atendimento socioeducativo, fortalecem a rede de proteção social e contribuem para a construção de um futuro melhor para esses jovens”, avalia o secretário de Estado da Infraestrutura, Adib Elias.
Além das unidades de internação, Goiás dispõe de duas unidades de semiliberdade e de uma estrutura que opera em regime de plantão interinstitucional. Nesses espaços, são conduzidos estudos voltados à análise do comportamento de internos que, por diferentes razões, reincidem em infrações disciplinares dentro das próprias casas.
A partir dessas pesquisas, torna-se possível identificar causas, estabelecer parâmetros de prevenção e adotar medidas que reduzam a ocorrência de problemas comportamentais e conflitos internos.
(Tomaz Silva/Agência Brasil)
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/fundo-brasil-abre-editais-para-doacao-milionaria-a-organizacoes-sociais/
São três editais com inscrições abertas ao longo do mês de janeiro; Edital Geral presta homenagem à feminista Rose Marie Muraro
Neste fim de ano marcado por violência contra mulheres, pela operação mais letal da história do Rio de Janeiro e por ameaças aos direitos territoriais de povos indígenas, o Fundo Brasil encerra 2025 lançando mais três editais para apoiar organizações de base que defendem os direitos humanos no país. No total, serão doados R$3,5 milhões para cerca de 65 projetos.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site fundobrasil.org.br.
Ao reunir três editais em um mesmo período, a fundação amplia o alcance do apoio para que grupos e coletivos de base possam retomar suas atividades, em janeiro de 2026, captando novos recursos para a continuidade de seu trabalho.
“O Fundo Brasil aposta no fortalecimento institucional porque entende que a defesa de direitos exige continuidade, autonomia e capacidade de articulação. Portanto, fortalecer organizações é garantir que a defesa de direitos não seja interrompida”, afirma Allyne Andrade, diretora executiva adjunta do Fundo Brasil de Direitos Humanos.
Inscrições abertas
Um dos editais abertos é “Geral 2026 – Fortalecendo direitos e gestando um mundo novo” voltado a grupos e coletivos que enfrentam retrocessos no âmbito dos direitos humanos, democracia e justiça social. O nome do edital é uma homenagem ao título de um dos livros de Rose Marie Muraro, uma das instituidoras do Fundo Brasil e liderança feminista fundamental na historia do país. Em vida, escreveu mais de 40 livros e foi reconhecida pelo Congresso Brasileiro como Patrona do Feminismo Nacional.
Outra chamada aberta é o edital “LGBTQIAPN+: Defendendo Direitos 2026”, que vai apoiar o fortalecimento institucional de organizações que atuam no combate à discriminação e no enfrentamento de violações relacionadas à diversidade sexual e à identidade de gênero.
O terceiro eixo de apoio é o edital “Fortalecendo Trabalhadores Informais na Luta por Direitos 2026”, que terá dois eixos de apoio. Um é voltado a organizações de base e o outro a propostas de incidência política e fortalecimento de articulações, com foco em organizações, coletivos, grupos, sindicatos e movimentos sociais que lutam por condições dignas de trabalho e de vida para trabalhadores.
Apoio prioritário
Os editais priorizam propostas de organizações com pouco ou nenhum acesso a outras fontes de financiamento e reconhecem a importância de abordagens interseccionais que considerem raça, gênero, sexualidade, território e outras dimensões das desigualdades sociais.
Todos os projetos inscritos são avaliados por comitês de seleção formados por especialistas independentes. Os resultados serão divulgados no site e nas redes sociais da instituição.
Serviço:
Edital – “Fortalecendo Trabalhadores Informais na Luta por Direitos 2026”
O Fundo Brasil de Direitos Humanos é uma fundação independente, sem fins lucrativos, criada em 2006 por ativistas com a missão de promover o respeito aos direitos humanos no país, criando mecanismos sustentáveis, inovadores e efetivos para fortalecer organizações da sociedade civil e para desenvolver a filantropia de justiça social. A fundação faz isso captando recursos para destiná-los a organizações e comunidades que lutam por direitos fundamentais e combatem as desigualdades, a violência institucional e a discriminação em todo o país. Desta forma, atua como uma ponte, conectando doadores a projetos de transformação social.
A instituição apoia a busca por justiça racial e de gênero, a luta por direitos dos povos indígenas, de populações quilombolas e tradicionais, por justiça climática e socioambiental na Amazônia e nos demais biomas do país, por direitos de crianças e jovens, de pessoas LGBTQIA+, de trabalhadores rurais e precarizados, de comunidades impactadas por obras de infraestrutura e empreendimentos urbanos, de vítimas da violência de Estado e seus familiares, a luta contra o encarceramento em massa e a tortura no sistema prisional, entre outras.
O Fundo Brasil já apoiou mais de 1.800 projetos e doou mais de R$96 milhões. Para saber mais, acesse o site.
Pesquisadores da UEG estudam a genética das jabuticabeiras e frutos nativos: busca por um futuro sustentável para Goiás (Foto: UEG)
As pesquisas conduzidas pela Universidade Estadual de Goiás (UEG) tiveram papel fundamental para o avanço do conhecimento sobre o bioma Cerrado goiano, apontando soluções para conservação ambiental, valorização da biodiversidade e estímulo à economia regional.
As ações desenvolvidas pela universidade pública estadual, em parceria com instituições como Emater Goiás e agentes de fomento do governo, reforçam o compromisso com a sustentabilidade, a inovação científica e o desenvolvimento socioeconômico do estado.
Uma das contribuições científicas mais importantes realizadas foi a descoberta de uma nova espécie de planta nativa do cerrado, a Jacquemontia verae, registrada oficialmente pela comunidade científica em 2025.
A pesquisa foi conduzida pela professora Isa Lucia de Morais, docente do Programa de Pós-Graduação em Antropologia e Arqueologia e do curso de Ciências Biológicas da UEG, com colaboração de pesquisadores de instituições nacionais.
Sobre a importância da descoberta, a pesquisadora destacou:
“Descobrir novas espécies é fundamental para compreendermos a biodiversidade e conservarmos a natureza. Ao identificar e descrever uma nova espécie, a ciência amplia nosso entendimento sobre os ecossistemas e como os seres vivos se adaptam aos mais diversos ambientes.”
A Jacquemontia verae foi encontrada em uma área de Cerrado rupestre que enfrenta fortes pressões ambientais, o que ressalta a urgência de políticas de conservação ambiental e gestão territorial.
Jabuticabeiras
Em outra frente de pesquisa, docentes da UEG, em parceria com a Emater Goiás, intensificaram o mapeamento genético e morfológico das jabuticabeiras em Hidrolândia, município que responde por cerca de 98,5% da produção estadual da fruta.
Os pesquisadores Plauto Simão de Carvalho e Sabrina do Couto de Miranda relatam que o projeto está atualmente na fase de coleta de material botânico para análise detalhada.
Ao comentar os avanços da pesquisa, a equipe explicou:
“Estamos na fase de coleta de material botânico em diversas propriedades e desenvolvendo um banco de dados detalhado com características morfológicas e genéticas, que facilitará futuras pesquisas e o manejo das plantações”.
Esse mapeamento contribui diretamente para práticas agrícolas mais sustentáveis, certificação da produção local e fortalecimento da cadeia produtiva da jabuticaba, com impactos positivos para a economia rural e a biodiversidade goiana.
Outros estudos apoiados por chamadas públicas e parcerias também avançaram em 2025, como o projeto que estuda a conservação e o potencial econômico de frutíferas nativas do Cerrado, como cagaiteiras e gabirobeiras, com foco na geração de renda para agricultores familiares na região do Vale do São Patrício em Goiás.
Governo de Goiás investe quase R$ 1 bilhão, em 2025, para garantir moradias e escrituras às famílias goianas (Foto: Edgard Soares e Octacílio Queiroz)
A Agência Goiana de Habitação (Agehab) e o Goiás Social encerram 2025 com resultado expressivo das ações de habitação social realizadas pelo programa Pra Ter Onde Morar. Ao longo do ano, os investimentos ficaram próximos da marca de R$ 1 bilhão (somaram R$ 995,55 milhões), com entregas em diversas modalidades e alcance em municípios de todas as regiões do estado.
“Vocês precisam ver o padrão das casas que entregamos em Goiás a custo zero: com grama esmeralda, cerâmica no piso, azulejo. Entregamos a casa, a chave e o documento. São casas que, em qualquer lugar, custam mais de R$ 250 mil o preço de mercado. Uma casa que dá dignidade para qualquer pessoa viver dignamente no Estado”, destaca o governador Ronaldo Caiado.
Coordenadora do Goiás Social, a primeira-dama Gracinha Caiado ressalta que garantir um lar digno sempre esteve no centro das ações do programa desde a sua criação.
“A casa representa muito mais do que um teto. Ela é segurança, proteção, estabilidade e a base para que as famílias possam reconstruir suas vidas com dignidade. Desde o início do Goiás Social, nosso compromisso é cuidar das pessoas, especialmente de quem mais precisa, assegurando condições reais para uma vida melhor. Investir em moradia é investir em cidadania, em futuro e em justiça social para os goianos”, afirmou.
Para o vice-governador Daniel Vilela, a política habitacional do Estado se consolidou pela consistência, continuidade e capacidade de chegar a municípios do interior historicamente carentes de investimentos.
“Goiás se tornou referência nacional em habitação porque trata moradia como política pública com resultado e responsabilidade. Esse volume de recursos só é possível porque o Estado mantém equilíbrio fiscal e capacidade de investimento, com gestão eficiente e parceria com as prefeituras. Vamos seguir ampliando entregas e avançando nas metas do Pra Ter Onde Morar, mantendo a continuidade desse trabalho, que transforma a vida de milhares de goianos”, ressaltou Daniel Vilela.
Habitação social
A modalidade Casas a Custo Zero entregou 1.600 moradias em 35 municípios, com investimento de R$ 209,8 milhões em 2025. O programa atende famílias em situação de extrema vulnerabilidade social, garantindo moradia totalmente gratuita.
Já o Aluguel Social alcançou 140 municípios, com a entrega de mais de 11 mil cartões — sendo 10.674 benefícios ativos atualmente — e investimento de R$ 451,4 milhões. A iniciativa assegura apoio financeiro temporário às famílias enquanto a moradia definitiva não é viabilizada.
Outro destaque foi o Aluguel Nunca Mais, que subsidia parte do financiamento habitacional para famílias de baixa renda. Em 2025, foram entregues mais de 4.600 unidades habitacionais, com subsídios que somaram R$ 332,8 milhões. O programa também avançou na construção de equipamentos comunitários, com cinco novos espaços concluídos em quatro municípios, totalizando R$ 1,55 milhão em investimentos.
Na área de regularização fundiária, o Pra Ter Onde Morar – Escritura alcançou 48 municípios, com a entrega de 2.134 escrituras e o registro de 5.333 documentos em cartório. A ação garante segurança jurídica a famílias que já residem em imóveis doados pelo Estado.
O presidente da Agehab ressalta que “o Governo de Goiás tem se empenhado de forma incansável para levar à população goiana, especialmente às famílias mais vulneráveis, condições dignas de moradia”. Segundo ele, “a Agehab, com sua expertise e trabalho em conjunto com os municípios, garante que a política habitacional do estado seja cada vez mais inclusiva e transformadora”.
Resumo das ações em 2025
Pra Ter Onde Morar – Casas a Custo Zero
1.600 casas entregues;
35 municípios;
R$ 209,8 milhões em investimentos.
Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social
Mais de 11 mil cartões entregues;
140 municípios atendidos;
10.674 benefícios ativos;
R$ 451,4 milhões em investimentos.
Pra Ter Onde Morar – Aluguel Nunca Mais
Mais de 4.600 apartamentos entregues em sete municípios;
R$ 332,8 milhões em subsídios;
Cinco equipamentos comunitários concluídos em quatro municípios;
Caiado diz que Goiás não aceita mais retrocesso, associa gestões tucanas ao colapso do estado e defende Daniel Vilela como seu sucessor natural
“Os desmamados que levaram Goiás à maior dívida e a escândalos em todos os espaços querem voltar.” A declaração é do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) e expressa, segundo ele, um alerta direto à população sobre o risco de retrocesso administrativo no Estado. A fala faz referência explícita às gestões do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), período que Caiado associa a desequilíbrio fiscal, denúncias e colapso de serviços públicos essenciais como saúde, educação e assistência social. A declaração foi dada em entrevista ao jornalista Jackson Abrão, em transmissão ao vivo no canal do YouTube do jornal O Popular.
Ao comparar passado e presente, Caiado sustenta que a tentativa de reabilitar aquele modelo de gestão não encontra respaldo na sociedade goiana. Na avaliação do governador, a experiência vivida pela população nos anos de crise funciona hoje como um fator de resistência política. “Aquilo lá ninguém quer mais hoje”, ressaltou, ao destacar que grupos ligados a esse período buscam retornar ao poder apesar do histórico negativo deixado em Goiás.
Na sequência, o governador fundamenta sua posição nos índices de aprovação da atual gestão. “A consciência da população, ao dar a Goiás a maior aprovação do Brasil, é porque o cidadão está consciente que é Goiás com equilíbrio, com segurança, com educação, com programas sociais, com saúde regionalizada”, afirmou. O governador também afirmou que esse cenário elevou o nível de exigência do eleitor. “É isso que o cidadão quer cada vez mais, não quer abrir mão disso”, disse, ao reforçar que a população não aceita retrocessos nem projetos que coloquem em risco os avanços consolidados a partir de 2019.
Caiado ressaltou que, pela oitava vez, seu governo lidera o ranking nacional de aprovação, alcançando 80%, conforme levantamento do instituto AtlasIntel, divulgado em 17 de dezembro. Para o governador, esse reconhecimento popular é resultado direto da reorganização das contas públicas, do controle fiscal e da retomada consistente da capacidade de investimento do Estado.
Sucessor natural
É a partir dessa leitura que Caiado defende o vice-governador Daniel Vilela (MDB) como sucessor natural. Segundo o governador, Daniel acompanhou de perto as decisões estratégicas do governo, participou dos debates orçamentários e conhece a fundo as prioridades administrativas do Estado.
Ao reforçar essa confiança, Caiado afirmou: “Então, por isso que eu posso dizer, Daniel está ao meu lado no meu governo, governando junto. Sabendo de tudo, discutindo orçamento, prioridade. Eu não estou aqui apresentando um candidato, eu o escolhi para ser o meu vice, com um ano de antecedência. Ele tem capacidade e vai dar andamento à nossa gestão”, encerrou.
Série Esporte é Coisa de Mulher estreia com episódio “Que minhas únicas cicatrizes sejam de SK8”, dia 6/1, às 22h, no SescTV. Foto: Marina S. Alves.
Materiais de divulgação: esporte é coisa de mulher
Produção documental acompanha mulheres da periferia do Rio de Janeiro que movimentam o corpo, ocupam a cidade e vislumbram o futuro por meio da prática esportiva
A série documental Esporte é Coisa de Mulher, dirigida por Angela Donini, estreia no SescTV no dia 6 de janeiro de 2026, terça-feira, às 22h, com reapresentações ao longo da semana. Em quatro episódios, a produção acompanha mulheres que vivem nas periferias do Rio de Janeiro e encontram no esporte uma forma de ocupar espaços, fortalecer vínculos comunitários e confrontar normas historicamente impostas aos seus corpos.
A estreia integra a programação do Sesc Verão 2026, projeto que articula esporte, cultura, lazer e cidadania, ao compreender as práticas corporais como ferramentas de transformação social e de promoção da saúde, presentes nas 43 unidades do Sesc no Estado de São Paulo.
Entre pistas de skate, tatames, piscinas, quadras e rodas de capoeira, Esporte é Coisa de Mulher constrói um retrato atento das relações entre gênero, território, identidade e resistência. Ao longo dos episódios, o público conhece as trajetórias de Rayane Proença de Assis, Gabriele Pascoal, Liane Barcellos, Geovana Laysa e Laura Ribeiro, mulheres que transformam o esporte em campo de afirmação pessoal e coletiva. Mais do que registrar práticas esportivas, a série revela como essas experiências atravessam temas como racismo, misoginia, lesbofobia, pertencimento, ancestralidade e projeção de futuro.
O episódio de estreia, “Que minhas únicas cicatrizes sejam de SK8”, apresenta Rayane Proença de Assis, jovem skatista negra da periferia que circula entre o asfalto, a música e a poesia. Violoncelista, grafiteira e artista de rua, Rayane sonha em disputar campeonatos internacionais enquanto percorre a cidade em meio a manifestações contra o racismo e a violência de gênero. Em meio a manobras e acordes, o episódio delineia o retrato de uma juventude que recusa limites pré-estabelecidos.
Na semana seguinte, “Desconstruindo Padrões” acompanha Gabriele Pascoal, que encontra na natação, no boxe e no futebol espaços de equilíbrio e autonomia. Ao questionar expectativas sociais sobre comportamento, corpo e futuro, Gabriele afirma o esporte como território de cuidado e saúde mental, projetando seus desejos acadêmicos e pessoais sem abrir mão de sua identidade.
O terceiro episódio, “Lutas”, traz a história de Liane Barcellos, praticante de jiu-jitsu que enfrenta preconceitos relacionados à sua orientação sexual dentro e fora dos tatames. A partir de memórias familiares, ativismo e treinos marcados por tensões, Liane reflete sobre como o esporte se tornou uma fonte de força diante de violências estruturais, sem deixar de expor contradições ainda presentes nesses espaços.
Encerrando a temporada, “Gingas” acompanha Geovana Laysa e Laura Ribeiro, jovens que encontram na capoeira e em outras práticas corporais caminhos de pertencimento e disciplina. O episódio destaca a capoeira como herança cultural afro-brasileira e gesto de resistência, conectando corpo, ancestralidade e futuro, especialmente para meninas que aprendem, desde cedo, que também podem ocupar o centro da roda.
Com escuta atenta e abordagem que articula esporte, cultura e direitos, Esporte é Coisa de Mulher reafirma o compromisso do SescTV com narrativas diversas e com a valorização das práticas esportivas como instrumentos de inclusão, em sintonia com os princípios do Sesc.
SERVIÇO
ESPORTE É COISA DE MULHER Série documental – 4 episódios inéditos Direção: Angela Donini Produção: Couro de Rato Duração: 26 minutos cada Classificação indicativa: Livre
Episódios: 06/01 – Que minhas únicas cicatrizes sejam de SK8 13/01 – Desconstruindo Padrões 20/01 – Lutas 27/01 – Gingas
Para sintonizar o SescTV: consulte sua operadora ou acesse sesctv.org.br/noar Sob demanda: episódios disponíveis em sesctv.org.br e no app Sesc Digital, gratuito nas lojas Google Play e App Store.
Ação pode causar curtos-circuitos, danos à rede, incêndios e interrupção do fornecimento; companhia reforça cuidados essenciais à população
Com a proximidade das celebrações de fim de ano, o uso de fogos de artifício se torna um dos principais atrativos. Porém, quando manuseados de forma inadequada, esses itens podem causar transtornos e representar riscos à vida. Diante disso, a Equatorial Goiás reforça um alerta importante: queima de fogos próximo à rede elétrica podem provocar acidentes graves, gerar curtos-circuitos, danificar a infraestrutura e ocasionar interrupções no fornecimento de energia.
De acordo com o superintendente Thiago Nunes, responsável pela região de Pirenópolis e Uruaçu, cidades tradicionalmente movimentadas nas festas de fim de ano, é essencial que a população redobre os cuidados neste período. “Muitas vezes, as pessoas não percebem que um fogo lançado na direção errada pode atingir a fiação, danificar cabos e até colocar vidas em risco. Nosso objetivo é orientar para que todos comemorem com segurança, sem expor ninguém a situações de perigo ou transtornos”, afirma.
Os estilhaços quentes também representam risco: ao caírem sobre transformadores, postes ou vegetação, podem iniciar incêndios que exigem atuação emergencial das equipes e se espalham rapidamente. Esses incidentes, além de comprometerem a segurança de quem está no local, podem provocar interrupções de energia em larga escala, afetando residências, comércios e serviços públicos.
Para o superintendente, a prevenção começa com atitudes simples: “O ideal é sempre escolher locais amplos, abertos e afastados de postes, transformadores e cabos. São cuidados básicos, mas que evitam acidentes graves e garantem que todos aproveitem as festas sem transtornos”, reforça.
Cuidados essenciais
Para aqueles que forem brindar a chegada de 2026 com fogos de artifício, a executiva de Segurança do Trabalho da Equatorial Goiás, Suzane Caires, orienta alguns cuidados para evitar acidentes e ocorrências na rede:
* Nunca acenda fogos sob a rede elétrica ou próximo a postes, transformadores e cabos energizados;
* Mantenha distância mínima de 30 metros de qualquer estrutura elétrica ao lançar fogos;
* Evite direcionar os artefatos para o alto em áreas com fiação próxima;
* Não solte fogos em locais com vegetação próxima aos cabos, prevenindo incêndios;
* Utilize apenas fogos autorizados, em áreas abertas e longe de circulação de veículos;
* Jamais tente retirar um artefato que atingiu a rede elétrica, acione imediatamente a concessionária em caso de ocorrências;
* Observe a direção do vento, que pode alterar a trajetória dos fogos.
A Equatorial Goiás mantém equipes em operação 24 horas por dia e monitora todas as ocorrências por meio do Centro de Operações Integradas (COI). A companhia reforça que os clientes devem utilizar os canais oficiais de atendimento para registrar qualquer chamado envolvendo a rede elétrica:
. Atendente virtual Clara pelo WhatsApp: 62 3243-2020;
. Aplicativo Equatorial Energia, disponível para download no Android e iOS;
. Via SMS: envie uma mensagem para o número 27949 com o texto Faltadeenergia XXXXXXX, informando no “XXXXXXX” sua Unidade Consumidora (UC).
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com sete concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras atendidas, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².
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