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Deputado Ricardo Vale cria projeto de lei para ampliar participação de artistas locais em eventos do DF

O Projeto de Lei 1849/2025 que altera a Lei nº 4.326/2009, de autoria do deputado Ricardo Vale (PT), foi protocolado nesta segunda-feira (18).

A iniciativa amplia a reserva mínima de participação de músicos e bandas de músicas em shows promovidos ou patrocinados com recursos públicos.

Pela proposta, pelo menos 50% da programação dos eventos deverá ser composta por músicos e artistas do Distrito Federal, um avanço em relação à reserva mínima de 20% prevista atualmente. O texto também estabelece regras de transparência e isonomia para seleção e contratação dos artistas, além da obrigatoriedade de cadastro prévio junto ao órgão responsável pela cultura do DF.

“Precisamos valorizar a produção artística local, fortalecer a cadeia produtiva da música e garantir que os investimentos públicos retornem em forma de geração de trabalho e renda para a população do DF”, destacou o deputado Ricardo Vale.

A iniciativa reforça o compromisso com a valorização da diversidade cultural e o respeito às manifestações regionais.

Assessoria de Comunicação
Deputado Ricardo Vale

Deputado Pepa parabeniza Planaltina pelos 166 anos no plenário da CLDF

Da Redação

Na tarde desta terça-feira, 19 de agosto de 2025, o deputado Pepa utilizou a tribuna da Câmara Legislativa do Distrito Federal para homenagear a cidade em que reside, Planaltina, que celebra 166 anos de fundação.

Em seu pronunciamento, o parlamentar destacou a riqueza histórica, cultural e espiritual da região, lembrando marcos como a pedra fundamental, o Morro da Capelinha, o Vale do Amanhecer, a Festa do Divino Espírito Santo e a Cruzada Evangelística. Ressaltou ainda o patrimônio arquitetônico dos casarios coloniais da chamada Cidade Acolhedora e a importância da expansão da região norte do DF.

O deputado também fez menção pessoal ao bairro Vila Vicentina, o segundo mais antigo de Planaltina, onde mora desde que chegou ao Distrito Federal. Segundo Pepa, a cidade sempre o recebeu com respeito e acolhimento, motivo pelo qual expressou sua gratidão.

“Parabéns, Planaltina, pelos seus 166 anos. Uma cidade que me acolheu, me respeitou e que segue em constante crescimento, buscando sempre mais saúde, saneamento e qualidade de vida para sua população”, afirmou.

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Programa Acolher Eles e Elas oferece apoio financeiro e emocional a mais de 180 órfãos de feminicídios

Coordenado pela Secretaria da Mulher (SMDF), o Acolher Eles e Elas oferece um salário mínimo de R$ 1.518 a cada criança ou adolescente que perdeu a mãe para o feminicídio | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Perder a filha para o feminicídio mudou completamente a vida de Sileide Rodrigues da Cruz, 51 anos. O luto pela morte de Milena Rodrigues, assassinada aos 26 anos em janeiro de 2024, veio acompanhado do desafio – financeiro e emocional – de assumir a criação dos quatro netos. Mas, em meio à dificuldade, ela recebeu um amparo: o Programa Acolher Eles e Elas, instituído por este Governo do Distrito Federal (GDF) em 2023.

Cada criança passou a receber um auxílio financeiro mensal e a ter acesso a assistência social e psicológica gratuita, possibilitando a reconstrução da família após a tragédia. “Nada supre a falta que a minha filha faz, nada. Mas [o programa] traz uma qualidade de vida maior para as crianças. Tem sido uma bênção. Eles têm acompanhamento com psicólogos, assistentes sociais, vão para o Centro Olímpico, estudam direitinho”, relata Sileide, que saiu do emprego como operadora de caixa para dar conta da demanda das quatro crianças.

Coordenado pela Secretaria da Mulher (SMDF), o Acolher Eles e Elas oferece um salário mínimo de R$ 1.518 a cada criança ou adolescente que perdeu a mãe para o feminicídio. O objetivo é assegurar que os pequenos cidadãos tenham acesso às necessidades básicas e a uma vida mais digna. Desde 2023, já foram destinados R$ 3,6 milhões à iniciativa e contempladas mais de 190 pessoas, das quais 182 permanecem recebendo o benefício.

“O programa Acolher Eles e Elas representa um compromisso real do Governo do Distrito Federal em cuidar daqueles que mais precisam”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “Ao investir em apoio financeiro, emocional e social, estamos não apenas oferecendo uma ajuda imediata, mas também promovendo a reconstrução de vidas e a esperança de um futuro melhor para esses jovens”, reforça.

A iniciativa foi regulamentada pela Lei nº 7.314/2023 e pelo Decreto nº 45.256/2023, tornando o Distrito Federal a primeira unidade da federação a adotar uma política pública específica para órfãos do feminicídio.

“Não gostaríamos que existisse esse programa, porque não gostaríamos de perder nenhuma mulher para o feminicídio. Mas, diante dessa realidade cruel que assola a nossa sociedade, regulamentamos a lei para permitir que o programa permaneça quando não estivermos mais na secretaria, conforme orientação do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão”, explica a secretária da Mulher, Giselle Ferreira.

Rede

Os resultados são frutos de uma força-tarefa deste GDF: a Secretaria de Segurança Pública (SSP) fornece dados dos casos registrados e a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) oferece o suporte emocional por meio do programa Direito Delas.

“Oferecemos apoio jurídico, psicológico e social, fortalecendo a autoestima e a autonomia de órfãos e familiares de vítimas feminicídio todos os meses. É assim que ajudamos a romper ciclos e reconstruir vidas com dignidade”, ressalta a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

Outro parceiro na atenção aos filhos das vítimas do feminicídio é a Defensoria Pública do DF. Segundo a defensora pública Giselle Rodrigues, o órgão trabalha para viabilizar a tutela das crianças e adolescentes de forma adequada e agilizada. “A Defensoria propõe a ação de guarda o mais rápido possível para que essa criança, esse jovem, não fique desassistido, desacolhido. Conversamos com as partes para ver quem tem o melhor perfil para a assistência, uma vez que não é algo passageiro, mas sim pensando que a pessoa escolhida será a guardiã da criança até que ela complete a maioridade”, aponta ela.

Além do suporte financeiro, o Acolher Eles e Elas promove atividades de lazer, com o intuito de oferecer inclusão, bem-estar e fortalecimento dos vínculos afetivos. Os passeios já incluíram visita à Embaixada dos Estados Unidos e ao Funn Festival, além de ida ao cinema. A ação mais recente foi uma sessão gratuita do filme Os Smurfs 2, no Cinesystem Caixa Brasília, com direito a pipoca, refrigerante e docinhos.

Como funciona

Após o registro do feminicídio, a Secretaria da Mulher faz a busca ativa pelos filhos da vítima, sendo responsável pela análise e aprovação dos pedidos de benefício. O primeiro contato pode ser feito pelos telefones (61) 3330-3118 e (61) 3330-3105. Durante esse atendimento inicial, são informados os documentos necessários e agendado o atendimento presencial, feito na sede da pasta, no anexo do Palácio do Buriti.

Após a entrega da documentação e aprovação do cadastro, o responsável legal pela criança ou jovem recebe, em até 30 dias, um cartão-benefício emitido pelo Banco de Brasília (BRB), entregue no endereço indicado.

O benefício é individual e acumulativo, ou seja, cada órfão tem direito ao auxílio, independentemente de outros benefícios já recebidos pela família. A solicitação pode ser feita diretamente pelos responsáveis, sem necessidade de mediação por advogados.

Podem acessar o programa jovens que ficaram órfãos em decorrência de feminicídio; têm menos de 18 anos, ou até 21 anos, se estiverem em situação de vulnerabilidade; residem no Distrito Federal há pelo menos dois anos; e comprovem situação de vulnerabilidade socioeconômica.

GDF anuncia medidas para fortalecer proteção e agilizar investigação de crimes contra mulheres

Foram anunciadas quatro novas medidas voltadas a ampliar a eficiência e a agilidade na investigação de crimes de feminicídio | Foto: Luh Fiuza/VGDF

Reconhecido como referência no enfrentamento à violência doméstica, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai fortalecer ainda mais sua rede integrada de proteção às mulheres. A vice-governadora Celina Leão anunciou, nesta sexta-feira (15), quatro novas medidas voltadas a ampliar a eficiência e a agilidade na investigação de crimes de feminicídio, além de oferecer suporte para romper o ciclo de violência sofrido pelas vítimas.

“Nós estamos discutindo uma atualização do protocolo em casos de feminicídio — primeiramente, porque 70% das mulheres que morreram não tinham registro de ocorrência”, afirmou a gestora. “Esse é o primeiro passo para que possamos proteger as mulheres. Temos os outros 30% que foram fruto de estudo: 15% voltaram a se relacionar com os agressores e precisam de uma rede de proteção para que saiam do ciclo de violência; para isso temos programas de qualificação. como RenovaDF e QualificaDF, e 15% tinham medidas protetivas e vieram a óbito.”

A vice-governadora detalhou: “Essas medidas estavam inativas, por isso mudamos a portaria; e, depois disso, não perdemos nenhuma mulher debaixo do programa Viva Flor [dispositivo entregue nas delegacias especializadas que permite o acionamento da polícia em caso de risco da vítima]. Mas precisamos realmente ampliar essa busca por ajuda, e nossos órgãos estão preparados para isso. Não há dúvida de que temos a melhor rede de proteção do Brasil.”

Ações integradas

As ações foram criadas a partir de uma reunião entre a vice-governadora, os secretários da Casa Civil, da Mulher, de Justiça e Cidadania e de Segurança Pública, o delegado-chefe da Polícia Civil, integrantes da  Controladoria-Geral da PCDF e a presidente da Comissão de Prevenção e Combate ao Feminicídio do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT). O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa no Salão Nobre do Palácio do Buriti e destacado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Daí a importância do papel da imprensa na cobertura e divulgação das informações, para que a gente possa aumentar a conscientização da população e as denúncias dos casos”, disse.

A primeira medida trata da atualização do protocolo de investigação de feminicídio. O objetivo é reforçar pontos que já integram o procedimento, mas para os quais a comissão do MPDTF sugeriu reforço. São eles o feminicídio tentado em razão de casos de lesão corporal ou ameaça grave; suicídio e morte aparente natural das mulheres; desaparecimento de mulheres e feminicídio por discriminação no caso de vítimas transgênero.

“O nosso protocolo é pioneiro, foi criado em 2017 e revisado em 2020”, explicou o delegado-chefe da PCDF, José Werick. “Ele serve de modelo para todas as polícias do país. As sugestões do MPDFT já constam nos nossos protocolos de investigação em crimes que envolvem feminicídio, mortes de transgêneros e desaparecimento de mulheres. Vamos construir aqui uma atualização no sentido de avançar para fornecer uma resposta imediata na proteção da mulher.”

O alinhamento será feito por meio de uma câmara técnica permanente, com integrantes do MPDFT e da PCDF.

Acesso à informação

Com o objetivo de ampliar o acesso a informações importantes para a investigação, o GDF fará a regulamentação, por meio de decreto distrital, da Lei Federal nº 13.931/2019, que dispõe sobre a notificação compulsória dos casos de suspeita de violência contra a mulher. O objetivo é garantir que os hospitais públicos e privados forneçam o prontuário das vítimas para que seja possível constatar a tipificação do crime.

O GDF também vai criar o Sistema Único Integrado da Rede de Proteção à Mulher em formato BI (Business Intelligence). A iniciativa será construída por órgãos do governo para coletar, reunir e organizar todas as informações referentes aos casos de violência contra a mulher. A intenção é dar agilidade e auxiliar na tomada rápida de decisões.

Rompimento do ciclo de violência

O último ponto diz respeito ao rompimento do ciclo de violência, com a priorização das vítimas no atendimento psiquiátrico e psicológico na rede pública de saúde do DF. O encaminhamento será feito pela Polícia Civil do DF ou pelas secretarias relacionadas ao tema, a partir da identificação durante os atendimentos e acolhimentos das vítimas.

“Para a mulher que adere à medida protetiva no Distrito Federal, a chance de morrer é muito baixa, é menor do que em um acidente de carro”, pontua o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury. “O nosso desafio é fazer com que esses 70% [de mulheres que não denunciam] levem a informação ao Estado. Já passaram mais de duas mil mulheres no Viva Flor;  temos neste momento 1,2 mil, e nenhuma delas morreu. Precisamos furar essa bolha, para fazer com que elas sejam ajudadas pelo Estado.”

O governo tem reforçado a campanha para que as mulheres busquem ajuda por meio dos canais de denúncia – 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar), 156 opção 6 (Central 156 do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online –, e tem feito estudos para determinar o perfil dos agressores e das vítimas de violência doméstica. As pesquisas são conduzidas pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF).

Confira, abaixo, os espaços especializados em atendimento psicológico disponíveis no DF. 

⇒ Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher, da PCDF
⇒ Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania
⇒ Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia
⇒ Centro de Referência da Mulher Brasileira
⇒ Centro Especializado de Atendimento à Mulher
⇒ Espaços Acolher, vinculados à Secretaria da Mulher. 

Progressistas promoveram limpeza do Lago Paranoá neste sábado (15)

O Partido Progressistas (PP) promoveu, neste sábado (15), o projeto ambiental +Pet do PP. A ação foi realizada na Prainha do Lago Paranoá e reforça o compromisso da agremiação com o meio ambiente por meio de atividades que aliam a conscientização sobre a importância de preservar a natureza com lazer para toda a família.

O evento contou mergulhadores voluntários que retiraram resíduos de dentro do lago. Também houve feira de adoção de pets e doação de mudas nativas do Cerrado, além de palestras educativas e uma programação especial para as crianças. Todo o lixo recolhido foi pesado e destinado corretamente.

Para a presidente do Progressistas do Distrito Federal, a vice-governadora Celina Leão, a preservação ambiental é fundamental para qualidade de vida da população e para as futuras gerações.

“Essa iniciativa significa mais do que uma limpeza no lago, mas um momento de conscientização ambiental e, sobretudo, união para cuidar do nosso Cerrado. Além de ser uma excelente oportunidade de nos aproximarmos dos jovens por meio de ações que promovam um futuro melhor para eles”, destaca Celina.

Durante o evento também foram realizadas 50 filiações de novos integrantes aos quadros progressistas.

Projeto Produtor de Água no Pipiripau celebrará a assinatura de 52 novos contratos

Na próxima terça-feira (19/8) a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) promoverá um evento que marca a assinatura de 52 novos contratos do Projeto Produtor de Água no Pipiripau. O evento será realizado no Núcleo Rural Santos Dumont – Parque dos Pequizeiros, no período da manhã, reunindo produtores rurais da bacia, além de parceiros e autoridades. 

Coordenado pela Adasa desde 2012, o projeto já beneficiou 235 propriedades rurais da bacia hidrográfica do Ribeirão Pipiripau. A iniciativa incentiva, principalmente, a restauração de áreas degradadas, e a conservação e o manejo sustentável do solo e da água, de forma a garantir melhor segurança hídrica para a região. Como incentivo a estas práticas, os produtores rurais contratados recebem o pagamento por serviços de proteção de recursos hídricos, seguindo o princípio do Protetor-Recebedor, garantindo a qualidade e a disponibilidade hídrica na bacia. 

Entre as ações de destaque está a revitalização do canal Santos Dumont, que reduziu em cerca de 50% as perdas de água por infiltração e evaporação, melhorando o abastecimento e diminuindo conflitos pelo uso do recurso. Desde sua criação, o projeto já investiu mais de R$ 3 milhões em Pagamentos por Serviços de Proteção dos Recursos Hídricos (PPRH), fortalecendo a parceria com produtores rurais e promovendo benefícios ambientais e sociais para toda a região.

Corpo de Bombeiros alerta para aumento de incêndios no Entorno

Secretário do Entorno do DF, Pábio Mossoró, pede colaboração da população: “Evitar, denunciar e combater os incêndios é cuidar da própria saúde”. Previsão indica que a umidade relativa do ar pode cair para entre 12% e 20%.

O período seco já provoca reflexos preocupantes no Entorno. Desde o início do ano, o 4º Comando Regional Bombeiro Militar registrou 375 ocorrências de incêndios, sendo 316 somente entre junho e agosto. A unidade atende as cidades de Luziânia, Águas Lindas, Valparaíso, Cidade Ocidental, Novo Gama e Cristalina. O aumento coincide com o fim das chuvas e a chegada do clima mais seco.

Para conter os incêndios, o Governo de Goiás colocou em operação o Cerrado Vivo 2025, coordenado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO). Em todo o Estado, a iniciativa mantém equipes e viaturas de prontidão 24 horas por dia em sete Unidades de Conservação em Goiás. O secretário do Entorno do DF, Pábio Mossoró, reforça que o sucesso das ações depende do apoio popular. “Evitar, denunciar e combater os incêndios é cuidar da própria saúde”, enfatizou.

O Major Fernando Nascimento, do 4º Comando Regional Bombeiro Militar, explica que os níveis de resposta vão ampliando de acordo com a magnitude das ocorrências, mas que a prevenção é sempre o melhor caminho. “Não existe medida que garanta proteção total contra um incêndio vizinho. Por isso, ao perceber qualquer foco de fogo, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo 193 e mantenha distância da fumaça, que é prejudicial à saúde, especialmente de crianças e idosos”, orientou.

O Comando Regional do Entorno conta atualmente com sete viaturas especializadas, com equipamentos voltados ao combate a incêndios em vegetação e um efetivo de 229 militares.

Clima seco aumenta riscos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta quarta-feira (13/08), alerta laranja para Goiás, Distrito Federal e outros estados do Centro-Oeste e Sudeste. A previsão indica queda da umidade relativa do ar para níveis entre 12% e 20%, muito abaixo do mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 60%. Além dos riscos à saúde, esse cenário favorece a propagação de queimadas.

Pábio Mossoró reforça que a prevenção começa com atitudes simples. “Com o clima seco e o calor, qualquer descuido pode provocar um incêndio. É fundamental evitar queimadas, não jogar bitucas de cigarro na vegetação e denunciar qualquer foco de fogo. Essa união entre governo e comunidade é essencial para proteger vidas e o nosso Cerrado”, afirmou.

Os especialistas orientam a população a beber bastante água, evitar exposição ao sol e atividades físicas nas horas mais quentes, umidificar ambientes e hidratar a pele.

Ações integradas

A Secretaria do Entorno do DF segue alinhada às ações do Governo de Goiás e do CBMGO, apoiando as cidades da região e ajudando na divulgação de orientações preventivas. Em caso de incêndio, a recomendação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Fotos: Corpo de Bombeiros Militar de Goiás

Secretaria do Entorno do DF | Governo de Goiás

Secretaria do Entorno apoia Avistar Brasília e impulsiona turismo de observação de aves no Cerrado

Fotos: Goiás Turismo

Evento une educação ambiental, turismo sustentável e valorização da biodiversidade

A Secretaria do Entorno do Distrito Federal (SEDF-GO), em parceria com a Goiás Turismo, apoia o Avistar Brasília 2025, um dos maiores eventos de observação de aves do país. O encontro ocorre nesta sexta-feira (15) e sábado (16), no Jardim Botânico de Brasília, reunindo amantes do birdwatching, especialistas e curiosos interessados em turismo de natureza e preservação ambiental.

Na sexta-feira, a programação será dedicada ao Avistar Kids, voltado para crianças de escolas selecionadas pela organização. No sábado, as atividades serão abertas ao público, oferecendo palestras, oficinas, saídas guiadas e experiências para quem deseja aprender mais sobre observação de aves no Cerrado.

O secretário da SEDF-GO, Pábio Mossoró, ressaltou que a prática tem potencial para fortalecer o turismo e a preservação no Entorno. “Eventos como o Avistar reforçam a importância de valorizar nossas riquezas naturais e mostram que o Entorno tem um grande potencial para atrair visitantes, gerar renda e, ao mesmo tempo, promover a conscientização ambiental”, destacou.

A gerente de Integração Interfederativa da SEDF-GO, Pâmella Miranda, revela a pretensão de expandir a parceria para o Entorno. “Nosso objetivo é consolidar esse intercâmbio para levar eventos como este também para o Entorno, onde já existem locais propícios para a observação de aves na natureza”, afirmou.

Na Região Metropolitana do Entorno, quase todas as cidades tem a prática de passarinhar – Abadiânia, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Padre Bernardo, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás já contam com áreas específicas para o turismo de observação de aves, atraindo visitantes e gerando oportunidades para a economia local.

Turismo de observação de aves em Goiás

O birdwatching é uma prática que cresce a cada ano no Entorno do DF e em diversas regiões de Goiás. A atividade movimenta a economia, incentiva o ecoturismo e promove a conscientização sobre a preservação ambiental.

Segundo a Goiás Turismo, o estado abriga importantes destinos para a prática, como o Parque Estadual de Terra Ronca, Chapada dos Veadeiros, Chapada das Emas, Vale do Araguaia e várias áreas do Cerrado goiano. Muitos turistas, inclusive estrangeiros, viajam exclusivamente para “passarinhar” e fotografar espécies raras encontradas no estado.

De acordo com o Ministério do Turismo, o Brasil concentra 18% da diversidade mundial de aves, com 1.971 espécies catalogadas pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO) e mais de 42 mil observadores ativos registrados no site WikiAves. No mundo, mais de 100 milhões de pessoas praticam a observação de aves, movimentando cerca de US$ 90 bilhões por ano.

Nova rota turística entre Goiás e o DF

Durante o Avistar Brasília, a Goiás Turismo apresentará uma nova rota de turismo de natureza que ligará Goiás ao Distrito Federal. A proposta é fortalecer a integração entre os dois territórios, ampliando as oportunidades para o turismo sustentável e a observação de aves no Cerrado.

Secretaria do Entorno do DF | Governo de Goiás

Guarda Municipal e Polícia Civil realizam operação no Setor de Chácaras Vale da Canção em Luziânia.

A suspeita é de que no local funcionava um ponto de prostituição.

A Guarda Civil Municipal de Luziânia atendeu a ocorrência em local suspeito de ser usado para prostituição. A suspeita é que haviam menores convivendo em local onde ocorria esse tipo de situação e que essa estariam sendo vítimas de mais cuidados por parte de seus responsáveis.

Na manhã desta quinta-feira, 14, a Guarda Municipal e a Polícia Civil foram até o local para confirmar e verificar a denuncia. Ao chegar ao local identificado como Setor de Chácaras Vale da Canção em Luziânia, os agentes foram até um local conhecido por Bar Toca da Onça, onde segundo a denuncia seria um local onde ocorria prostituição e que nesse local haveriam menores de idade.

Ao chegar no local foi identificado que as menores são filhas das duas mulheres encontradas no local. Não foi identificado caso de exploração sexual, mas, a suspeita de que as menores conviviam nesse ambiente onde supostamente ocorria atos de prostituição. As equipes observaram que essas menores não estariam tendo os devidos cuidados o que poderia configurar maus tratos.

Diante da situação o Conselho Tutelar foi acionado e as duas suspeitas foram conduzidas a delegacia para o precedimento leal necessário.

Inscrições abertas para artesãs e manualistas participarem da loja colaborativa Cerrado Feminino

A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) lançou, na sexta-feira (8), o Edital de Chamamento Público Nº 03/2025, que abre inscrições para a segunda etapa do programa Cerrado Feminino. A iniciativa vai selecionar 105 mulheres para participar das ações de fomento e comercialização de produtos artesanais e manuais, em sete tipologias: biojoias, bolsas, bonecas, bordados, costura criativa, crochê casa e decoração, e crochê moda e acessórios.

Podem participar artesãs e manualistas maiores de 18 anos, residentes no Distrito Federal, que se identifiquem com o gênero feminino. Terão prioridade mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica, em situação de violência de gênero, mães solo, mulheres com deficiência ou cuidadoras de pessoas com deficiência.

“O Cerrado Feminino é mais do que uma vitrine de produtos. É uma vitrine de histórias de superação, coragem e criatividade das mulheres do DF. Esta nova etapa reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal em gerar renda e oportunidades para quem mais precisa”, afirmou a vice-governadora Celina Leão.

As inscrições estarão abertas até a próxima sexta-feira (15) e podem ser feitas pelo formulário online ou pelo e-mail dae@mulher.df.gov.br. O resultado preliminar será divulgado em 18 de agosto no site www.mulher.df.gov.br, com prazo de recursos nos dias 19 e 20 de agosto. O resultado final sairá em 25 de agosto, e a reunião geral com as participantes ocorrerá no dia 27.

Entre 1º e 20 de setembro, as artesãs participarão de cursos de formação oferecidos pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com cronograma a ser divulgado. A inauguração das ações de comercialização está prevista para 27 de setembro, no espaço dedicado à iniciativa, na Torre de TV.

“O Cerrado Feminino é um espaço para valorizar o talento e a identidade cultural das mulheres, mas também para oferecer capacitação e acesso a mercados. Queremos que cada participante saia fortalecida, com mais autonomia e mais condições de manter o seu negócio”, destacou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira.

As candidatas deverão apresentar ficha de inscrição preenchida, cópia do RG, CPF e comprovante de residência no DF, portfólio com três fotos dos produtos e uma descrição da trajetória artesanal e da motivação para participar.

A seleção será feita por pontuação, considerando critérios como situação socioeconômica, chefia de família, condição de deficiência, número de filhos, participação em capacitações e residência na região metropolitana de Brasília.