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Brasil supera marca de 400 novos mercados internacionais abertos desde 2023 Com a abertura para carne e miúdos bovinos do Brasil para São Vicente e Granadinas, país alcança 403 novos mercados nesta gestão

O Brasil ultrapassou nesta semana a marca de 400 novos mercados internacionais abertos aos produtos do país desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023.
 

O governo brasileiro e o governo de São Vicente e Granadinas concluíram negociação sanitária para que o Brasil exporte carne bovina, produtos cárneos e miúdos bovinos para aquele país. Com o anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 403 aberturas de mercado desde o início de 2023.
 

As negociações com São Vicente e Granadinas integram a estratégia do Governo Federal de diversificação de parcerias comerciais. Em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 288 milhões em produtos agropecuários para países da Comunidade do Caribe (CARICOM), da qual São Vicente e Granadinas é integrante.
 

Entre as aberturas mais notáveis, não apenas pelos potenciais de mercado, mas também pelo simbolismo que carregam, estão produtos tradicionais e nichos emergentes:
 

» Sorgo para a China (2024) – Potencial de US$ 35,65 milhões
» Gergelim para a China (2024) – Projeção de US$ 142,63 milhões
» Farinha de aves para a Indonésia (2023) – US$ 17 milhões exportados em 2024
» Carne bovina para o Vietnã (2025) – Potencial de US$ 183 milhões
» Carne bovina para o México (2023) – US$ 214,32 milhões exportados em 2024
» Carne suína para o México (2023) – US$ 102,06 milhões exportados em 2024
» Carne suína para a República Dominicana (2023) – US$ 31,56 milhões exportados em 2024
» Algodão para o Egito (2023) – US$ 56,01 milhões
» Abacate Hass para o Japão (2024) – Estimativa de US$ 570 mil


Destacam-se, ainda, mais de 80 mercados abertos para proteínas animais, mais de 30 para o setor de reciclagem animal e mais de 20 para frutas brasileiras.
 

RESULTADOS – No primeiro semestre de 2025, as exportações do agronegócio somaram US$ 82,8 bilhões. Esse valor está em linha com os números do mesmo período do ano anterior. Demonstrando os resultados da política de diversificação de produtos e destinos, os gêneros menos tradicionais da pauta exportadora já apresentam crescimento de 21% no acumulado do ano.
 

ARTICULAÇÃO – As conquistas são resultado do trabalho articulado entre as áreas internacional e técnica do Ministério da Agricultura, com atuação das adidâncias agrícolas, de outros ministérios, agências governamentais e setor produtivo. O Brasil mantém hoje 40 adidos em 38 países, com aumento de 38% no ano passado.
 

CONSTRUÇÃO – “Esses acessos são resultado de uma construção que alia negociação e parte técnica. Um trabalho muitas vezes silencioso e contínuo. Quero destacar o papel dos adidos agrícolas que abrem caminhos e, ao abri-los, reduzem riscos e ampliam a previsibilidade para quem produz no Brasil e compete globalmente. Não se trata apenas de onde podemos vender hoje, mas de onde poderemos vender também amanhã”, afirma Luís Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa. Desde 2023 o Mapa esteve presente em 110 missões internacionais.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

CCEE e ANEEL realizam leilão histórico que vai gerar R$ 5,5 bilhões em investimentos e R$ 864,8 milhões em economia ao consumidor 

Certame vai viabilizar obras de 65 usinas hidrelétricas em 13 estados para
atendimento da demanda de distribuidoras no mercado regulado

O Leilão de Energia Nova A‑5, realizado nesta sexta-feira (22/08) pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), bateu recorde histórico de participação. O certame movimentou R$ 5,5 bilhões em investimentos para viabilizar obras de 65 usinas hidrelétricas em 13 estados, com início de fornecimento previsto para 1º de janeiro de 2030, atendendo à demanda das distribuidoras no mercado regulado, que abastece consumidores residenciais e pequenas e médias empresas.
 

O sucesso da operação garante fornecimento seguro, previsível e com custos competitivos. O preço médio alcançado, de R$ 392,84/MWh, garantiu um deságio médio de 3,16%. Com o resultado, os consumidores terão um benefício de R$ 864,8 milhões nas contas de luz.


A negociação desta sexta-feira permitiu a contratação de 815,6 megawatts em potência e 384,5 megawatts médios em eletricidade de usinas a serem construídas em estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. O montante financeiro negociado foi de R$ 26,5 bilhões.


A entrega de energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN) se dará entre janeiro de 2030 e dezembro de 2049. O insumo será entregue aos clientes das distribuidoras Amazonas, Celpe, Coelba, Coelce, Cosern, Eletropaulo, Energisa PB, Energisa TO e Light.


Além de bater recorde de participação, o leilão superou o LEN A-5 de 2022, que contratou 22 projetos e 176,8 MW médios.
O resultado completo está disponível no site da CCEE.
 

Sobre a CCEE
A CCEE é uma associação civil sem fins lucrativos responsável por tornar possível a compra e a venda de eletricidade no país e garantir que esse insumo essencial chegue à população e aos setores produtivos. Desde 1999, reúne geradores, distribuidores, comercializadores e consumidores em um único propósito: desenvolver mercados eficientes, inovadores e sustentáveis em benefício da sociedade. Suas operações envolvem tanto o ambiente de contratação livre como o regulado.

Desafios persistentes na contramão do consenso científico e jurídico sobre a urgência de interromper a expansão dos combustíveis fósseis

 – incluindo decisões recentes de tribunais internacionais, como a Corte Interamericana de Direitos Humanos e a Corte Internacional de Justiça –, as autoridades falham ao não fazer qualquer menção ao tema. Apesar dos esforços do governo colombiano, que na reunião anterior da Cúpula anunciou a suspensão de novos contratos para exploração de petróleo, gás e carvão, Venezuela, Equador e Peru se opuseram à transição dos combustíveis fósseis. O Brasil, que reivindica liderança climática no cenário internacional, mas contraditoriamente defende a expansão da fronteira petrolífera na Amazônia às vésperas da COP30, se manteve “em cima do muro” e não se opôs explicitamente, o que evita bloqueios formais, mas ao mesmo tempo não exerce liderança nem pressão real sobre a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis.
 

Povos indígenas da Bacia Amazônica, parlamentares e sociedade civil vêm reiterando a necessidade de acabar com a expansão de petróleo e gás, sobretudo em áreas de alta biodiversidade, e de criar zonas de exclusão para atividades extrativistas, a fim de proteger ecossistemas críticos para o planeta – começando pela Amazônia.
 

A Cúpula da OTCA foi um momento crucial para anunciar medidas concretas para o Acordo de Paris e uma plataforma estratégica para alinhar prioridades regionais rumo à COP 30. Seguimos observando com preocupação a abertura de novas frentes de exploração de petróleo e gás em diversos países da região, o que representa uma ameaça aos direitos de povos indígenas e comunidades locais, bem como aos objetivos climáticos globais. A responsabilidade e a oportunidade de ação agora recaem sobre o Brasil, e a pressão deve ser coletiva, incluindo a sociedade civil e os povos indígenas, para que a COP30 se torne uma instância de avanços concretos na eliminação progressiva dos combustíveis fósseis.

Avanços

O MAPI estabelece uma co-governança, em que cada país membro será representado por um delegado governamental e um delegado indígena. De acordo com especialistas da sociedade civil, isso garantirá a participação ativa dos povos indígenas na agenda da OTCA e reconhece sua contribuição para a proteção da biodiversidade e a luta contra as mudanças climáticas.
 

Especialistas da sociedade civil e representantes de povos indígenas amazônicos oferecem as seguintes análises:

Ilan Zugman, diretor para América Latina e Caribe, 350.org
“É decepcionante que, diante do consenso científico e jurídico, os presidentes da Amazônia tenham ignorado a urgência de libertar o bioma do petróleo e do gás. As medidas contra o desmatamento são importantes, mas insuficientes. Sem enfrentar os combustíveis fósseis, não há futuro nem para a floresta nem para o clima global. A COP30 pode e deve enviar sinais claros para que os governos corrijam essa omissão e assumam compromissos alinhados com a ciência. Será uma oportunidade para que os países revisem sua posição e avancem em compromissos concretos para pôr fim à era fóssil e avançar em uma transição energética justa.”

Gisela Hurtado, coordenadora de campanhas pela Amazônia, Stand.earth

“A aprovação do Mecanismo Amazônico dos Povos Indígenas e o órgão de co-governança representa um avanço crucial para superar a histórica ausência de representação e participação plena e efetiva dos Povos Indígenas da Bacia Amazônica nas instâncias da OTCA. No entanto, as autoridades da região perderam a oportunidade de liderar suas próprias transições energéticas. Apesar dos esforços da Colômbia, persiste a falta de vontade política em romper com a lógica colonial do extrativismo. Cabe ao Brasil, que vai sediar a COP30 em novembro, a responsabilidade de apresentar propostas mais ambiciosas para a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis e para a criação de zonas de exclusão de atividades extrativistas, em alinhamento com as demandas unificada dos povos indígenas e da sociedade civil. O futuro da floresta, de seus povos e do planeta depende das decisões que tomarmos agora.”
 

Melissa Marengo, Oficial Sênior de Programa, Natural Resource Governance Institute (NRGI)
“É preocupante que os presidentes amazônicos não tenham conseguido construir uma visão compartilhada sobre a governança do bioma nem sobre seu papel estratégico na transição energética global. As medidas contra o desmatamento são essenciais, mas não suficientes. Se não enfrentarmos a dependência dos combustíveis fósseis, a floresta e o clima mundial não têm futuro.
A Amazônia precisa de uma perspectiva comum: reconhecê-la como um bem estratégico para a humanidade e orientar políticas coerentes em nível regional. A OTCA era a plataforma ideal para essa visão coletiva, mas foi desperdiçada. A isso se somam as economias ilegais — mineração de ouro, narcotráfico, contrabando de madeira — que corroem a governança, geram violência e bloqueiam qualquer transição justa. Enfrentar esses desafios juntos é tão urgente quanto reduzir a dependência dos fósseis. A COP30 é a oportunidade de corrigir essa lacuna e enviar um sinal claro: os países amazônicos devem se comprometer com uma transição energética justa e com um marco de governança regional alinhado com a ciência e a urgência climática.”
 

Juliana Peña Niño, Gerente do Programa Colômbia, NRGI
“A recente cúpula da OTCA evidenciou uma lacuna: as comunidades amazônicas não foram ouvidas de forma suficiente no processo de tomada de decisão. Mas são elas que vivem, dia após dia, as consequências da dependência do petróleo. Em Putumayo, no coração da Amazônia colombiana, a produção já caiu quase pela metade na última década, e o mundo demandará menos petróleo depois de 2030. Agarrar-se aos combustíveis fósseis só trará mais vulnerabilidade e pobreza. Uma transição energética justa, construída com as comunidades no centro, é o único caminho para garantir um futuro sustentável para a Amazônia e suas economias. A responsabilidade econômica não recai apenas sobre os países amazônicos: deve ser assumida de forma coletiva. Não é uma opção, é uma urgência.”
 

Sila Mesquita, Rede GTA de Trabalho Amazônico
“Desde a Rede GTA de Trabalho Amazônico acreditamos que somente uma Amazônia livre do petróleo e das empresas que exploram combustíveis fósseis poderá garantir a justiça climática e uma verdadeira transição energética. Interromper a atividade dessas companhias é o único caminho para assegurar a soberania dos povos originários e tradicionais. A ação predatória dessas empresas, que invadem territórios sem consultar as comunidades, causa danos irreversíveis: contamina rios e florestas, destrói modos de vida, aumenta a violência contra as populações e compromete o futuro da Amazônia e do planeta.”
 

Juan Bay, Presidente da Nacionalidade Waorani do Equador
“Os presidentes amazônicos não estão ouvindo a voz dos povos indígenas que temos protegido a floresta desde tempos ancestrais. Ignoram que vivemos uma crise climática. O povo Waorani deu um passo muito importante ao decidir deixar o petróleo no subsolo no Yasuní: marcamos um marco global. Mas o Estado equatoriano não cumpre, e esse descumprimento reflete a falta de vontade política dos mandatários para superar a dependência dos combustíveis fósseis. Isso ficou evidente na Declaração de Bogotá da OTCA.”
 

Diana Chávez, Dirigente de Cooperação Internacional da Nacionalidade Kichwa de Pastaza – PAKKIRU (Equador) e membro da Assembleia por uma Amazônia Livre de Combustíveis Fósseis
“Mais de 50 organizações exigimos em Bogotá declarar a Amazônia livre de combustíveis fósseis, mas a declaração final ignorou essa demanda e omitiu mencionar o petróleo e o gás, principais ameaças para a floresta e para nossos direitos. No Equador, o povo votou ‘Sim’ para deixar o petróleo no Yasuní, mas o governo não cumpre e a expansão avança. Essa incoerência se repete em toda a região. A Amazônia não se salva apenas freando o desmatamento: na COP30 os Estados devem assumir compromissos claros para acabar com os combustíveis fósseis.”
 

Alex Rafalowicz, Diretor Executivo do Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis
“Os presidentes amazônicos desperdiçaram a oportunidade de reconhecer que a extração de petróleo e gás é uma das maiores ameaças para a Amazônia. Ciência, povos indígenas e direito internacional coincidem em dois requisitos indispensáveis para salvar a região: reconhecer o perigo real dos combustíveis fósseis e cooperar entre Estados. Mais de 50 organizações exigiram declará-la livre de fósseis; atender a esse chamado teria sido um verdadeiro ato de liderança global. A COP30 em Belém deve corrigir essa omissão e abrir o caminho para um Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis, uma ferramenta-chave para facilitar a cooperação rumo a uma transição justa que proteja a Amazônia e o mundo.”
 

Toya Manchineri, Coordenador-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB)
“É lamentável que a Cúpula da OTCA tenha omitido declarar a Amazônia como zona livre de exploração de combustíveis fósseis. Foi uma oportunidade histórica desperdiçada pelos presidentes. Os fósseis são os grandes vilões da crise climática global, e a Amazônia, já em situação crítica, não pode ser tratada como mais uma fronteira para projetos predatórios que violam territórios indígenas, aceleram o desmatamento e colocam em risco o futuro do planeta. Nossos territórios são essenciais e estão comprovados como as barreiras mais eficazes frente à crise climática, ao atuarem como sumidouros de carbono vitais para o equilíbrio climático. Proteger a Amazônia não é uma questão ideológica, é uma emergência científica e humanitária. A exclusão desse ponto crucial da Carta de Bogotá é uma omissão e um retrocesso no enfrentamento da crise climática global.”
 

Carolina Marçal, Coordenadora de Projetos, Instituto ClimaInfo
“Embora a Cúpula da OTCA tenha trazido avanços importantes para a conservação da Amazônia e a participação dos povos indígenas, falhou em assumir um compromisso pelo fim dos fósseis no bioma. A conferência era vista como uma plataforma estratégica para alinhar prioridades regionais rumo à COP30, e esperava-se que a Amazônia fosse declarada uma zona de exclusão para a exploração de petróleo e gás como primeiro passo de um esforço global para eliminar gradualmente os combustíveis fósseis. Precisamos com urgência de um acordo global para sua eliminação, e nossa região tem todas as condições para liderar uma transição energética justa. Agora é necessário que os países assumam na COP30 o compromisso definitivo de acabar com os fósseis.”
 

Osver Polo, CAN Latinoamérica
“No âmbito desta V Cúpula, a demanda por deixar para trás os combustíveis fósseis se tornou mais visível e forte, impulsionada principalmente pelas organizações indígenas e parlamentares, que enviaram uma mensagem clara de luta rumo à COP30. A Colômbia tem liderado esse debate e será decisivo o que ocorrer no encontro com Lula, que promove a exploração fóssil. No entanto, a criação do MAPI representa uma grande oportunidade: um espaço a partir do qual continuar pressionando pela transição justa, com o acompanhamento e liderança dos povos indígenas.”
 

Karla Maass Wolfenson, Responsável de Incidência da Climate Action Network Latinoamérica (CANLA) e coordenadora de incidência da Aliança Cuencas Sagradas Amazônicas (ASHA)
“A V Cúpula de países amazônicos reflete a complexidade do cenário de coordenação e governança multilateral, em particular a possibilidade de traçar uma visão comum sobre como enfrentar a crise climática. Para muitos, esta era uma oportunidade-chave para enviar um sinal ao mundo e apoiar os povos na transição para economias descarbonizadas, onde os combustíveis fósseis não têm espaço.”

Aviação na região Nordeste tem melhor mês de julho da história

De janeiro a julho, passaram pelos aeroportos nordestinos mais de 23,1 milhões de pessoas

Com 3,79 milhões de passageiros no mês, aeroportos nordestinos batem recorde e refletem crescimento do turismo e de eventos regionais

A aviação civil do Nordeste registrou em julho de 2025 o melhor resultado de sua história, com 3,79 milhões de passageiros. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o volume supera em mais de 117 mil viajantes o movimento do mesmo mês de 2024 e reflete a força da região no turismo, nos negócios e na integração nacional.
 

No acumulado do ano, de janeiro a julho, já passaram pelos aeroportos nordestinos mais de 23,1 milhões de pessoas, também acima do registrado no mesmo período de 2024 (22 milhões). O resultado, o melhor desde janeiro de 2000, início da série histórica reafirma a importância da região como um dos destinos mais procurados do Brasil e um elo logístico essencial para a economia.
 

Turismo e negócios
Com destinos que figuram entre os mais visitados do país, o Nordeste lidera a preferência de turistas nacionais e estrangeiros. As praias de Maceió (AL), Natal (RN) e Porto Seguro (BA), os polos culturais de Salvador (BA), Recife (PE) e São Luís (MA), e até destinos de natureza singular, como Fernando de Noronha e Lençóis Maranhenses, movimentam visitantes em alta escala. Em julho, mês de férias escolares no Brasil e no exterior, essa vocação turística foi decisiva para o recorde de movimentação aérea.
 

Além do lazer, a malha aérea nordestina também é estratégica para os negócios. Cidades como Fortaleza (CE), Recife e Salvador funcionam como hubs de conexão para o Brasil e para voos internacionais. Já aeroportos de médio porte, como Petrolina, Juazeiro do Norte e Vitória da Conquista, fortalecem a integração regional e o transporte ligado à produção agrícola, à indústria e ao comércio.
 

Desempenho por aeroportos
Os terminais de maior movimento em julho foram Recife, com 858,9 mil passageiros, seguido por Fortaleza (580,9 mil), Salvador (709,6 mil), Porto Seguro (279,8 mil) e Maceió (257,7 mil). Também se destacaram Natal, com 210,9 mil passageiros, e destinos emergentes como Jericoacoara, que movimentou 32 mil pessoas no mês, considerando tanto partidas quanto chegadas.
 

O desempenho positivo da aviação no Nordeste é resultado dos investimentos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) em infraestrutura aeroportuária e nas concessões. As obras e modernizações em curso incluem ampliação de terminais, melhorias em pistas, novos equipamentos de segurança e acessibilidade. Essas intervenções ampliam a capacidade operacional dos aeroportos, reduzem gargalos e garantem mais conforto e eficiência para passageiros e companhias aéreas.

Cármen Lúcia e Hugo Motta participam de simpósio internacional sobre inteligência artificial e democracia na Câmara dos Deputados (26/08) 

Evento reunirá ministros, parlamentares, especialistas e imprensa para discutir regulamentação, ética e os impactos da IA no Brasil e no mundo. No encontro, presidente do IRIA também irá lançar livro sobre a temática


O Brasil se prepara para um dos debates mais estratégicos do ano sobre tecnologia e política. No dia 26 de agosto, o Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, será palco do Simpósio Internacional “Inteligência Artificial e Democracia: Desafios e Perspectivas”, que reunirá autoridades nacionais e internacionais, parlamentares, juristas, pesquisadores e representantes de entidades do setor para discutir regulamentação, ética e impacto da IA no cenário democrático.


O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Regulamentação da Inteligência Artificial (IRIA) e apoio da Fundação Francisco Dornelles, Fundação Republicana Brasileira e Fundação Juntos Podemos. O encontro contará com a participação de nomes como a ministra Cármen Lúcia (STF/TSE) e o presidente da Câmara, Hugo Motta. Também estão confirmados ministros do STJ, senadores, deputados federais, especialistas em direito digital, jornalistas e representantes de instituições nacionais e internacionais.


Segundo Marcelo Senise, presidente do IRIA, a proposta é criar um espaço de diálogo direto entre poder público, sociedade civil e setor privado: “a regulamentação da inteligência artificial vai além de questões de mercado. Ela tem impacto direto sobre a qualidade da nossa democracia e precisa ser construída de forma participativa, ouvindo diferentes setores”, afirma.
 

Programação:

  • 08h00 – Credenciamento
     
  • 08h30 – Abertura oficial com autoridades, entre elas Hugo Motta (presidente da Câmara), senador Davi Alcolumbre, deputada Luiza Canziani e ministra Cármen Lúcia
     
  • 09h00 – Posse da nova diretoria do IRIA
     
  • 09h15 – Palestra magna: A experiência eleitoral brasileira e as normativas do TSE frente à IA – Ministra Cármen Lúcia
     
  • 09h45 – Painel 1: Experiências globais na regulamentação da IA (União Europeia, Canadá, Espanha e Brasil)
     
  • 11h00 – Painel 2: Marco Legal da IA – PL 2.338/23
     
  • 13h30 – Painel 3: Implementação de políticas públicas e desafios em diferentes esferas de governo
     
  • 15h15 – Painel 4: Inteligência Artificial no Judiciário e desafios legais
     
  • 17h00 – Painel 5: Uso da IA na comunicação política
     
  • 17h55 – Painel 6: Veículos de imprensa e checagem de fatos frente à desinformação e aos deepfakes
     
  • 19h00 – Coquetel de encerramento e lançamento do livro “A Delicada (ou não) Arte da Desconstrução Política”, de Marcelo Senise
     

Lançamento de livro

Durante o simpósio, será lançado o livro “A Delicada (ou não) Arte da Desconstrução Política”, de Marcelo Senise, publicado pela Editora Viseu e com prefácio do ex-governador José Roberto Arruda. Em cerca de 300 páginas, a obra mergulha nos efeitos da inteligência artificial sobre a democracia contemporânea, explorando comunicação política, ética digital e formulação de políticas públicas, ao mesmo tempo em que relembra a trajetória do autor – desde sua atuação na Assembleia Constituinte, quando liderou o movimento pelo voto aos 16 anos, até experiências em campanhas como as de José Roberto Arruda, Emanuel Pinheiro (Cuiabá) e a gestão de crise do ex-deputado Luiz Miranda. Misturando bastidores, memórias e análises estratégicas, o livro oferece reflexões para profissionais da política, da comunicação e para leitores interessados nas transformações em curso nas democracias digitais.
 

Serviço

Simpósio Internacional “Inteligência Artificial e Democracia: Desafios e Perspectivas”
Data: terça-feira, 26 de agosto de 2025
Local: Auditório Nereu Ramos – Câmara dos Deputados, Brasília (DF)
Horário: das 8h às 19h
Inscrições gratuitas pelo site: simposio-ia-democracia.gamma.site

Prefeito de Espírito Santo do Turvo, Gilbertinho, esteve em Brasília para diálogo com o Ministério da Saúde

O prefeito Gilbertinho, de Espírito Santo do Turvo, esteve em Brasília para uma importante reunião com o assessor do Ministério da Saúde, Humberto Tobé. O encontro teve como foco o fortalecimento das ações de saúde no município, em especial os avanços garantidos com a chegada de novos equipamentos por meio do PAC Saúde.

Durante a reunião, o prefeito destacou sua gratidão pelo apoio recebido do Governo Federal e reforçou a relevância dos investimentos para melhorar o atendimento à população. “Essa parceria tem garantido resultados concretos para Turvo, e vamos seguir ampliando os projetos para levar mais qualidade de vida aos moradores”, afirmou.

Na pauta também foram tratados projetos junto à FUNASA, voltados para melhorias estruturais e de saneamento, além de iniciativas específicas para a modernização da Unidade Básica de Saúde (UBS) do município, que deve receber novos equipamentos para otimizar o atendimento.

Outro ponto importante abordado foi a ampliação das ações de saúde bucal, com o objetivo de oferecer prevenção e tratamento odontológico mais acessível e eficaz para a população. Esses projetos, aliados ao esforço conjunto entre município e União, consolidam um novo momento para a saúde pública em Espírito Santo do Turvo.

Governo Federal reforça investimentos em saúde em Espírito Santo do Turvo

O Governo Lula tem ampliado o apoio ao município de Espírito Santo do Turvo por meio de programas estratégicos do Sistema Único de Saúde (SUS). No campo da atenção básica, a cidade conta atualmente com três Unidades Básicas de Saúde (UBS) custeadas com recursos federais e uma equipe de Saúde da Família, além de duas equipes de Atenção Básica em funcionamento. O programa Mais Médicos também fortaleceu a rede local, garantindo a atuação de um médico e a chegada de mais um profissional desde 2023.

A população ainda é beneficiada pelo programa Farmácia Popular, que atende 858 moradores — em sua maioria mulheres — com medicamentos gratuitos para doenças crônicas como diabetes, hipertensão e asma. O município também dispõe de duas farmácias credenciadas, além de repasses para a atuação de nove agentes comunitários de saúde e dois agentes de endemias, somando mais de R$ 33 mil em custeio federal.

Na saúde da mulher, 54 gestantes realizaram consultas de pré-natal no último ano, das quais 81% tiveram acompanhamento completo com seis consultas ou mais. Já na educação em saúde, o Programa Saúde na Escola atendeu 951 estudantes em quatro escolas do município no ciclo 2023/2024. Esses investimentos reafirmam o compromisso do Governo Federal em garantir mais qualidade de vida e acesso digno à saúde para a população de Espírito Santo do Turvo.

Gestão Caiado lidera avaliações em Segurança Pública, Educação e Políticas Sociais

Ações estratégicas e investimentos pesados nas áreas de segurança, educação e políticas sociais deram ao Governo de Goiás os melhores índices de aprovação do país - Fotos: Secom

Nova rodada da pesquisa Genial/Quaest aponta que governo estadual ocupa a segunda posição em outras cinco áreas avaliadas; governador é o mais bem avaliado do país

A gestão do governador Ronaldo Caiado tem os melhores índices de avaliação do país em três áreas de atuação: Segurança Pública, Educação e Políticas Sociais. Os dados são da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta sexta-feira (22/8). Realizado entre 13 e 17 de agosto, o levantamento abrange oito estados: Goiás, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

 A pesquisa mostra na Segurança Pública, 74% dos goianos consideram “positiva” a atuação do Governo de Goiás. Distante 25 pontos percentuais, o Paraná ficou em segundo lugar, com avaliação positiva de 49%, seguido por Minas Gerais, 38%. As piores avaliações em Segurança Pública são de São Paulo, com 28%; e do Rio de Janeiro, com 14%.

 Na Educação, o índice de positivo alcança 71%. O segundo colocado, Paraná, tem 62%; e o terceiro, Pernambuco (55%). Em último está o Rio de Janeiro, com 27% de menções positivas. Já na avaliação de Políticas Sociais, Goiás atinge 50% de positivo, seguido por Paraná (47%) e Pernambuco (33%). A pior avaliação também é no Rio de Janeiro (20%).

 Em outras cinco áreas a gestão goiana ocupa a vice-liderança entre as mais bem avaliadas do país. São elas: emprego e renda (60% das menções positivas); habitação (60%); infraestrutura e mobilidade (54%); saúde (45%); e transporte público (44%).

 Por trás dos números

A satisfação manifestada pela população goiana na pesquisa Genial/Quaest é reflexo dos resultados obtidos pela gestão do governador Ronaldo Caiado em seis anos e meio de trabalho. Na Segurança Pública, Goiás apresenta queda contínua dos principais indicadores de criminalidade, como homicídio doloso (62%), latrocínio (95%) e roubo a comércio (92%), na comparação entre 2018 e 2025. Também houve expressivos investimentos em formação, integração e serviço de inteligência das forças de segurança.

 Na Educação, Goiás é hoje primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O estado também conquistou o 2º lugar no ranking nacional de alfabetização infantil na idade certa, de acordo com avaliação do Ministério da Educação (MEC). Os resultados são frutos de ações como o investimento em reforma e construção de escolas, a criação de programas inovadores de combate à evasão escolar, além a reestruturação da carreira docente, corrigindo distorções históricas.

A gestão estadual criou ainda o Goiás Social, que já aplicou mais de R$ 8 bilhões em políticas públicas voltadas para a área desde 2019. Coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, o programa atua nas mais variadas frentes: moradia, capacitação, educação, suporte a mães em situação de vulnerabilidade e mulheres vítimas de violência. Entre os resultados mais expressivos, está o fato de que Goiás atingiu o menor nível de extrema pobreza do país, com apenas 0,8% da população nessa faixa.


 Sobre a pesquisa


A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest foi realizada de 13 a 17 de agosto de 2025 nos estados de Goiás, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os pesquisadores entrevistaram pessoas a partir de 16 anos. O nível de confiabilidade do conteúdo é de 95%. Em Goiás, o levantamento ouviu 1.104 eleitores em 52 municípios.


 Na sondagem, Caiado aparece com o índice recorde de aprovação popular (88%). Trata-se do governador mais bem avaliado do Brasil. O goiano é seguido por Ratinho Júnior (PR), com 84%; Tarcísio de Freitas (SP), 60%; Jerônimo Rodrigues (BA), 59%; Eduardo Leite (RS), 58%; Romeu Zema (MG), 55%; Raquel Lyra (PE), 51%; e Claudio Castro (RJ), 43%.


 Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás






Embratur e Federação Brasileira de Hostels se unem para fortalecer a promoção do Brasil no mercado internacional

A parceria contribui para a diversificação da imagem do Brasil no exterior como país autêntico, diverso, moderno e acessível (Pércio Campos/Embratur)

Assinado durante o Salão Nacional do Turismo, a parceria contribui para posicionar os hostels como porta de entrada para o turismo de experiência

Em um movimento para ampliar o alcance do turismo brasileiro, a Embratur e a Federação Brasileira de Albergues de Juventude (FBAJ) firmaram, nesta quinta-feira (21), um Protocolo de Intenções. A assinatura, realizada no estande da Embratur durante o Salão Nacional do Turismo em São Paulo, sela o compromisso de desenvolver uma estratégia conjunta para a promoção internacional dos hostels do Brasil.

De acordo com o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, a parceria contribui para a diversificação da imagem do Brasil no exterior. “Este protocolo é um passo fundamental para mostrarmos ao mundo um Brasil plural, moderno e acessível. Os hostels são um celeiro de diversidade cultural e representam a hospitalidade calorosa do nosso povo. Ao fortalecer este segmento, estamos dialogando diretamente com a juventude global, os nômades digitais e todos que buscam uma imersão verdadeira em nossos destinos”, afirmou.

Para o presidente da FBAJ, Alex Vieira de Deus, esta parceria é o reconhecimento da força e do potencial dos hostels brasileiros. “A assinatura deste Protocolo de Intenções nos permitirá fortalecer a presença dos hostels do Brasil no mercado internacional. Esta parceria é um reconhecimento da importância da hostelaria brasileira, como indutores do turismo de experiência e turismo criativo. Nosso objetivo é apresentar os hostels como a melhor opção de hospedagem para os viajantes internacionais que buscam experiências autênticas e de alta qualidade”, disse.

Atribuições

Com vigência de 12 meses, o acordo estabelece uma cooperação mútua para posicionar o Brasil como um destino competitivo e atraente para viajantes que buscam experiências autênticas, sustentáveis e com grande poder de conexão cultural.

Entre as obrigações da Federação Brasileira dos Albergues de Juventude, está a realização de um diagnóstico completo da rede de hostels. O objetivo é identificar os empreendimentos que já possuem estrutura para receber o turista internacional e aqueles com potencial para adequação. A FBAJ também será responsável por mobilizar os empresários do setor, compartilhar materiais de divulgação e ajudar a construir uma rede de contatos para potencializar as iniciativas.

“Em nome do Presidente Marcelo Freixo, queremos agradecer toda a equipe técnica da Embratur, pelo carinho e cuidado que a hostelaria vem recebendo e que resultou nesse importante plano de trabalho desenvolvido a quatro mãos, focado em ações estratégicas. Faremos um diagnóstico para identificar os hostels que já estão preparados para o público internacional, bem como orientá-los para atender a essa demanda. Este é o início de uma nova fase para os hostels do Brasil, e estamos confiantes de que, com essa união de esforços, alcançaremos resultados notáveis na promoção dos hostels do nosso país”, pontuou Alex Vieira de Deus.

À Embratur, caberá usar sua expertise em promoção internacional para apoiar a participação dos hostels brasileiros em feiras, eventos e campanhas nos mercados estratégicos. A Agência também auxiliará na orientação técnica para a formatação de produtos turísticos competitivos e na ampla divulgação da Marca Brasil, incentivando seu uso para consolidar a imagem do país.

“A Marca Brasil é nosso cartão de visitas. Ao integrá-la, os hostels se associam a uma imagem de sustentabilidade e diversidade. Vamos contar as histórias que nascem nesses espaços para os viajantes que buscam mais que uma simples viagem”, complementou Freixo.

Diferencial

Um dos pilares do protocolo é o compromisso com a sustentabilidade e a inovação. As duas entidades se comprometem a orientar o setor sobre boas práticas, compartilhar dados e estudos sobre turismo responsável e garantir que esses valores sejam o alicerce do Plano de Trabalho.

Com a assinatura do documento, Embratur e FBAJ formalizam uma aliança que busca aumentar o fluxo de turistas internacionais, fortalecendo a economia local e consolidando o Brasil como um destino de vanguarda para as novas gerações de viajantes.

BRB chega ao Maranhão e assume operações de alvarás judiciais no Tribunal de Justiça do estado

BRB chega ao Maranhão e assume operações de alvarás judiciais no Tribunal de Justiça do estado.

O Banco BRB assumiu a gestão das operações de alvarás judiciais do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), em uma carteira que totaliza R$ 2,8 bilhões. A novidade marca a chegada da instituição no estado do Maranhão, em linha com o seu planejamento estratégico para ampliação da base de clientes e frentes de atuação, e contribui para o crescimento da carteira de depósitos judiciais do banco, que vai superar os R$ 29 bilhões.

Além da gestão dos depósitos judiciais, o BRB pretende ampliar sua atuação no estado, oferecendo soluções financeiras completas, inovadoras e alinhadas às necessidades da população maranhense.

Com o início da operação junto ao TJMA, o BRB também reforça sua posição como parceiro estratégico do Judiciário brasileiro. Banco também operacionaliza o pagamento dos depósitos judiciais junto aos Tribunais do Distrito Federal (TJDF), da Paraíba (TJPB), de Alagoas (TJAL) e da Bahia (TJBA).

As operações de pagamento de alvarás utilizarão o BRBJus, plataforma digital própria da instituição, ágil, que moderniza a administração das contas judiciais e incorpora soluções pioneiras, como o Pix Judicial, que permite a liberação de alvarás em tempo real.

Para o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, a presença da instituição no Maranhão fortalece a estratégia nacional do Banco:

“O Maranhão passa a fazer parte da trajetória de crescimento do BRB. Assumimos a gestão dos depósitos judiciais com a missão de contribuir para uma Justiça mais ágil e eficiente, mas também queremos estar cada vez mais próximos dos maranhenses, levando um banco moderno, competitivo e conectado às necessidades da sociedade”, afirmou.

Saiba mais

Desenvolvido em parceria com diversos tribunais do País, o BRBJus já movimentou R$ 31,6 bilhões em depósitos judiciais desde 2021, ano de implantação do sistema. Além disso, viabilizou o processamento de mais de R$ 1,5 milhão de alvarás e tornou-se referência no setor. Atualmente, mais de 95% dos alvarás expedidos nos estados onde o sistema opera utilizam o Pix Judicial, levando praticidade e inovação aos processos do setor.


Assessoria de Imprensa BRB

Vice-governadora Celina Leão participa do 24° Fórum LIDE, no Rio de Janeiro

Foto: divulgação do LIDE

A vice-governadora, Celina Leão, participou nesta sexta-feira (22), do 24° Fórum Empresarial LIDE, realizado no Rio de Janeiro. No painel “Economia Circular e Desenvolvimento Social”, ela ressaltou a importância da educação para a economia circular e lembrou, ainda, dos programas e ações implementados no Distrito Federal.

“Nós temos o Reciclotech, onde nós reciclamos todos os computadores da rede pública e ainda capacitamos mais de 5.000 pessoas para que aquilo tenha uma segunda destinação. Nós temos a primeira usina pública do país, foi feita no Distrito Federal”.

Ela ainda destacou os avanços em sustentabilidade na educação e na frota de veículos do país, “100% hoje da nossa rede de educação já está fazendo um investimento para ser 100% sustentável. “Nós temos a frota de veículos, de ônibus, mais ecológica do Brasil, com o Euro 6. Quase 100% da nossa frota. E nós temos também a maior frota de veículos elétricos do Brasil”, disse a vice-governadora.

O DF tem avançado em iniciativas voltadas ao tema, entre elas o programa Reciclotech que promove a coleta e a reciclagem de lixo eletrônico e oferece cursos gratuitos de capacitação tecnológica para jovens e pessoas em situação de vulnerabilidade. E, também, a inauguração do Centro Integrado de Inteligência Artificial, que já promoveu hackathons e capacitações, inclusive voltados a desafios ambientais e de reaproveitamento de recursos. No campo do saneamento, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal é referência nacional e atende quase 99 por cento da população com água tratada e mais de 90 por cento com coleta de esgoto. São ações que mostram que o DF, além de ser o centro político do Brasil, pode ser também um laboratório de soluções sustentáveis.

O fórum que acontece até o dia 23/08 reúne algumas das principais lideranças do país, entre empresários, gestores públicos, autoridades do judiciário e representantes da sociedade civil.