O Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.
Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.
O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.
As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.
A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.
O jogo
Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanhacom um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.
No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.
Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.
Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.
Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.
Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.
O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.
Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.
Em publicação nas redes sociais, deputado relaciona proteção da população ao funcionamento de serviços essenciais
O deputado federal Alberto Fraga (PL-DF) defendeu a segurança pública como um dos pilares de sustentação da sociedade, ao lado da saúde e da educação. Em publicação no Instagram, o parlamentar apresentou a proteção da população como uma condição importante para que as outras áreas cumpram seu papel. instagram.com
“De que adianta saúde e educação se não há segurança?”, questionou Fraga no texto da postagem. A declaração expressa a avaliação do deputado sobre a relação entre os 3 setores e o peso que atribui ao enfrentamento da violência na organização da vida em sociedade. instagram.com
A abordagem está ligada à trajetória profissional e parlamentar de Fraga. Coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal, ele apresenta a segurança pública entre suas principais áreas de atuação e se identifica no perfil como especialista no tema. instagram.com
Na Câmara dos Deputados, o parlamentar integra a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e a comissão especial responsável pela PEC 18/2025, sobre competências federativas na segurança pública. A participação nesses colegiados situa sua atuação nos debates sobre legislação, responsabilidades dos governos e enfrentamento à criminalidade.
Por Edso Panes de Oliveira Filho — para o Blogue da Alcateia Marketing Político. Análise do segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.
A vitória de Lula em 2026 passou por uma mudança de campanha. Depois de terminar o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro, o presidente reorganizou sua equipe, intensificou a comunicação digital e transformou apoiadores em participantes da disputa. Nossa avaliação é que essa combinação, associada à defesa da proteção social e a propostas ligadas à vida cotidiana, ajuda a explicar a virada.
A dimensão do movimento aparece nos números. Lula saiu de 45,16% dos votos válidos no primeiro turno para aproximadamente 51,8% no segundo. Entre as duas votações, acrescentou cerca de 10,3 milhões de votos à sua candidatura; Flávio ampliou sua votação em aproximadamente 3,7 milhões. Esse crescimento revela uma capacidade maior de expansão eleitoral, embora os resultados agregados não permitam identificar, sozinhos, de onde veio cada voto. CNN Brasil — crescimento das candidaturas entre os turnos.
Para entender o papel do marketing político nessa vitória, precisamos observar como cada equipe articulou posicionamento, mensagem, distribuição e mobilização. Também precisamos reconhecer que comunicação, avaliação do governo, propostas, alianças e condições de comparecimento às urnas atuam conjuntamente. Nenhum episódio isolado explica toda a eleição.
Flávio começou o segundo turno com uma estratégia competitiva. Sua equipe identificou no endividamento das famílias e nos juros altos uma maneira de transformar insatisfação econômica em voto de oposição. Em 7 de outubro, o marqueteiro Duda Lima anunciou a continuidade desse eixo na propaganda. O coordenador Rogério Marinho também estabeleceu uma concentração territorial da campanha, com prioridade a regiões consideradas promissoras para ampliar votos; Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso do Sul foram citados entre os alvos. Metrópoles — prioridades da campanha de Flávio.
Havia coerência nessa escolha: o candidato da oposição procurava responsabilizar o presidente pelas dificuldades financeiras percebidas pela população e apresentar a alternância como solução. A mensagem conectava uma experiência concreta — a dificuldade de pagar as contas — a uma decisão eleitoral.
Flávio também trabalhou para ampliar sua base política. Recebeu apoios de Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Augusto Cury, além de Republicanos, Novo, União Brasil e PP. Tarcísio de Freitas participou ativamente da campanha. Na comunicação, a mobilização incluiu influenciadores e artistas sertanejos. Portanto, seria incorreto descrever sua estratégia como uma operação limitada aos eleitores já convencidos: houve uma tentativa organizada de expansão, com novos aliados e diferentes intermediários entre candidato e público. O Tempo — alianças e mobilização no segundo turno.
Lula enfrentava um problema diferente. Sua campanha precisava reagir ao resultado do primeiro turno e dar aos apoiadores uma forma mais ativa de participação. A resposta envolveu mudanças na organização: Camilo Santana assumiu a coordenação política, Rafael Fonteles passou a coordenar a comunicação e Rui Costa ficou responsável pela agenda. Jovens parlamentares com presença digital foram incorporados. A mudança também apareceu na linguagem: vídeos mais diretos, convocações para conversar com eleitores e ligação entre publicações nas redes e atos nas ruas. Agência Pública — reorganização da campanha após o primeiro turno.
Do ponto de vista técnico, essa foi uma correção relevante. Uma campanha pode ter um candidato conhecido, realizações para apresentar e apoiadores numerosos, mas ainda assim oferecer poucas oportunidades de participação. Ao pedir ações concretas, a comunicação passou a atribuir uma função ao eleitor dentro da disputa.
O canal “Exército do Lula”, comandado por André Janones no WhatsApp, foi a expressão mais visível dessa operação. Já existente antes do primeiro turno, ganhou outra escala e função na etapa final. Os participantes recebiam orientações para compartilhar conteúdos, participar de transmissões, engajar em publicações e comparecer a mobilizações. Na reta final, o canal reunia aproximadamente 10,8 milhões de seguidores. UOL — mobilização digital e virada de Lula.
O valor estratégico estava na coordenação. A equipe e seus aliados conseguiam direcionar a atenção de um contingente expressivo de pessoas para determinada mensagem ou acontecimento. Isso aproximava a comunicação centralizada da campanha da circulação cotidiana de conteúdos entre conhecidos. Pesquisadoras ouvidas pela Agência Pública destacaram justamente a importância desse compartilhamento entre pessoas e do sentimento de protagonismo gerado pelas atividades propostas. Agência Pública — análise de especialistas sobre a mobilização.
Os indicadores digitais registraram uma reação expressiva. Segundo levantamento da HypeAuditor, divulgado pela Exame, Lula acumulou 136,5 milhões de interações no Instagram entre 5 e 18 de outubro, contra 39,4 milhões de Flávio. O adversário, entretanto, preservava maior média de curtidas por publicação: 783 mil, diante de 704 mil de Lula, além de mais publicações de influenciadores mencionando seu nome. Esses números mostram uma disputa com vantagens diferentes conforme o indicador. Interações tampouco equivalem a pessoas únicas ou votos. Exame — comparação do desempenho digital das candidaturas.
A distribuição, porém, precisava de uma mensagem capaz de sustentar o esforço. Nesse ponto, as duas candidaturas apresentavam ofertas reconhecíveis pelo eleitorado. Em pesquisa realizada em 13 e 14 de outubro, o Datafolha identificou mudança e alternância como razões citadas por 41% dos eleitores de Flávio; rejeição ao adversário, ao PT ou à esquerda apareceu em 31%. Entre os eleitores de Lula, proteção social foi mencionada por 48%, seguida de desempenho e legado, com 22%. As respostas admitiam diferentes motivações, sem formar parcelas exclusivas. Datafolha — razões declaradas para escolher cada candidato.
A campanha de Lula encontrou uma oportunidade ao ligar essa identidade social a uma perspectiva de melhoria. A defesa dos benefícios existentes foi acompanhada por temas como descanso, transporte e condições para pequenos negócios. Assim, a continuidade podia ser apresentada também como possibilidade de avanço.
A pauta do trabalho foi especialmente importante nessa construção. Em 16 de outubro, o Congresso promulgou a emenda que encerra a escala 6×1 e reduz progressivamente a jornada máxima para 40 horas semanais, sem redução salarial. Lula participou da cerimônia e associou o descanso à saúde e à convivência familiar. A precisão importa: a emenda foi promulgada pelo Congresso, e seus efeitos seguem um período de transição; a nova jornada ainda não estava sendo usufruída pelo eleitor no momento da votação. Agência Câmara — promulgação e regras de transição.
Em 21 de outubro, o governo acrescentou à agenda a sanção de medidas para microempreendedores individuais e o envio de uma proposta de emenda constitucional para financiar a gratuidade no transporte coletivo. A tarifa zero permanecia uma proposta, e o perdão de dívidas dos MEIs teria efeitos a partir de 2027. Eram iniciativas governamentais com repercussão eleitoral, que precisam ser distinguidas das peças e ações da campanha. Ministério do Empreendedorismo — medidas para MEIs e proposta sobre transporte.
Nossa leitura é que essa agenda ofereceu conteúdo concreto à mobilização. O apoiador tinha argumentos sobre tempo, renda e acesso a serviços para levar às suas conversas. O posicionamento de Lula ganhava, assim, uma conexão entre biografia, proteção social e futuro.
Flávio enfrentou dificuldades para compatibilizar sua promessa de mudança com garantias de continuidade dos benefícios. A CNN relatou que, após declarações de Daniella Marques sobre mudanças no Bolsa Família, a campanha orientou que apenas o candidato tratasse do assunto. A mesma reportagem registrou uma revisão na preparação para o debate da Globo: Duda Lima e Fábio Portela assumiram o treinamento, enquanto aliados defendiam uma postura mais contida após a agressividade demonstrada na Band. CNN Brasil — ajustes de mensagem e preparação para o debate.
Esses episódios expõem dois desafios de marketing político: manter alinhamento entre porta-vozes e conciliar conteúdos que mobilizam a base com comportamentos que transmitam segurança a eleitores menos alinhados. Uma provocação pode render compartilhamentos e, simultaneamente, dificultar a construção de confiança.
No debate final, Lula pressionou Flávio sobre cortes de gastos e proteção social. O candidato do PL reafirmou compromissos com benefícios, reajustes e empresas públicas. Nossa interpretação é que Lula conseguiu, em diferentes momentos, colocar o adversário na posição de explicar quais mudanças faria e quais políticas preservaria. Isso não significa que Flávio pretendesse acabar com os programas: significa que a segurança desses programas se tornou um terreno central da disputa. Poder360 — convergências e compromissos apresentados no debate.
A referência de Flávio aos “nove dedos” também ofereceu uma oportunidade de reposicionamento. Lula respondeu lembrando o acidente sofrido quando trabalhava como torneiro mecânico, e o adversário pediu desculpas. O episódio permitiu ao presidente associar sua história pessoal à experiência dos trabalhadores. Seria precipitado tratá-lo como o momento que decidiu a eleição, mas ele exemplifica como uma provocação pode fortalecer um atributo do oponente. Agência Brasil — relato do último debate.
A comparação técnica das campanhas pode ser organizada desta forma:
Dimensão
Lula
Flávio Bolsonaro
Posicionamento
Proteção social, experiência e ampliação de direitos
Mudança, oposição ao governo e alívio econômico
Mobilização
Atividades coordenadas para apoiadores, conectadas às ruas
Rede de aliados, influenciadores e lideranças regionais
Mensagem econômica
Preservação de benefícios e melhoria da vida cotidiana
Dívidas, juros e crítica ao custo de vida
Adaptação
Reorganização de equipe, linguagem e participação
Ampliação de alianças e ajustes de postura
Vulnerabilidade
Dependência de lideranças digitais e excessos nos ataques
Tensões entre agressividade, moderação e garantias sociais
Uma avaliação profissional também exige examinar os limites da comunicação vencedora. Em 14 de outubro, o TSE determinou a retirada de um vídeo de Janones no Instagram que apresentava uma redução das aposentadorias por Flávio como consequência certa, sem fundamento suficiente, segundo a decisão. Esse caso deve ser separado da investigação sobre o canal no WhatsApp: a área técnica informou não ter localizado, nas publicações examinadas entre 2 e 11 de outubro, as afirmações apontadas naquele processo. A vitória eleitoral não elimina a necessidade de precisão nas mensagens. SBT News — decisão sobre o vídeo; Agência Brasil — análise técnica sobre o canal.
Na avaliação da Alcateia, a estratégia de Lula funcionou porque integrou melhor identidade política, mensagem e participação. A reorganização após o primeiro turno tornou a campanha mais responsiva. A defesa da proteção social ofereceu uma referência reconhecível. As pautas do trabalho e da vida cotidiana deram material à conversa. A operação digital criou oportunidades para que apoiadores participassem da distribuição e da mobilização.
Flávio construiu uma campanha forte, identificou dificuldades econômicas relevantes e ampliou alianças. Seu desafio foi apresentar a mudança como uma alternativa suficientemente segura, enquanto administrava diferentes discursos sobre benefícios e uma postura que oscilava entre confronto e moderação.
Lula conseguiu transformar a reação ao primeiro turno em uma campanha com mais participação e argumentos mais próximos da experiência cotidiana. Consideramos essa articulação uma contribuição importante para a vitória. A conclusão mais sólida, no dia seguinte à eleição, é que sua comunicação ajudou a organizar e ampliar uma força eleitoral — ainda sem ser possível calcular quantos votos cada ação produziu.
Iniciativa permite a construção ou melhoria de moradias para agricultores familiares, trabalhadores rurais, comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais. Foto: Divulgação / Ministério das Cidades
Propostas serão distribuídas entre os estados do Maranhão, Piauí e Rio Grande do Sul. Modalidade do programa habitacional do Governo Federal é voltada às famílias que vivem em áreas rurais
O Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades, divulgou uma lista de 716 novas moradias aptas para contratação no âmbito do Minha Casa, Minha Vida Rural. Foram contempladas 16 propostas distribuídas em três estados brasileiros. Do total, 620 moradias serão construídas no Maranhão, 50 no Piauí e 46 no Rio Grande do Sul. A medida foi oficializada pela Portaria MCID nº 1.449 e publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira, 26 de outubro.
No Maranhão, serão atendidos os municípios de Aldeias Altas, Caxias, Colinas, Dom Pedro, Matões, Mirador, Olho D’Água Das Cunhas, Olinda Nova Do Maranhão, Penalva e São João Do Soter. No Piauí, o Coivaras foi a cidade contemplada e, no Rio Grande do Sul, Formigueiro.
ÁREAS RURAIS — O Minha Casa, Minha Vida Rural é a modalidade do programa habitacional do Governo Federal voltada às famílias que vivem em áreas rurais. A iniciativa permite a construção ou melhoria de moradias e atende, entre outros públicos, agricultores familiares, trabalhadores rurais, comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais.
As propostas são apresentadas por entidades públicas ou organizações privadas sem fins lucrativos, e a Caixa Econômica Federal é responsável pela análise e operacionalização das contratações.
3 MILHÕES — O Minha Casa, Minha Vida já ultrapassou 2,7 milhões de moradias contratadas em todo o Brasil. A meta é chegar a 3 milhões de casas até o fim de 2026.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
A maior parte da verba será destinada ao Amazonas, que receberá R$ 8,3 milhões para atender 18 municípios. Foto: Antonio Pereira/Semcom
Recursos serão aplicados na recuperação de cidades afetadas por desastres
O Governo Federal autorizou o repasse de R$ 13,6 milhões para ações de resposta e recuperação em 25 cidades afetadas por desastres. A liberação dos recursos foi oficializada em portarias publicadas no Diário Oficial da União (DOU), nesta segunda-feira (26).
A maior parte da verba será destinada ao Amazonas, que receberá R$ 8,3 milhões para atender 18 municípios, incluindo Manaus, Coari, Lábrea e Presidente Figueiredo. O Rio Grande do Sul será contemplado com R$ 3,8 milhões para 4 cidades, com destaque para Eldorado do Sul e Santiago. Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo e Minas Gerais também receberão recursos.
COMO SOLICITAR RECURSOS – Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.
CAPACITAÇÕES DA DEFESA CIVIL NACIONAL – A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Entre as privadas, a Fundação é a mais bem posicionada
A Fundação Getulio Vargas é uma das nove instituições brasileiras de ensino listadas entre as 300 melhores do mundo em empregabilidade,segundo relatório do Global Employability University Ranking and Survey (GEURS 2027), produzido pela consultoria francesa Emerging. Entre as instituições brasileiras privadas listadas, é a que teve melhor pontuação. A instituição passa a ocupar a 212ª posição, subindo três posições em relação ao ano anterior.
De acordo com o relatório da consultoria, o Brasil triplicou sua representação. As outras instituições brasileiras ranqueadas foram: USP (89ª), Universidade de Campinas (239ª), Universidade Estadual Paulista (245ª), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (266ª), PUC SP (273ª), PUC RJ (288ª), Universidade Federal de Minas (293ª) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (299ª).A 16ª edição do GEURS aumentou de 250 para 300 o número de instituições avaliadas. A América Latina conta com 21 instituições no Global Employability University Ranking and Survey. De acordo com a entidade, nove das 32 instituições que estreiam no ranking, mais de um quarto do total, são da América Latina. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) é a estreante mais bem posicionada da região, ocupando a 245a posição. A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) retorna ao ranking na 288a posição.
O GEURS combina uma pesquisa mundial com empregadores e um ranking de universidades e instituições de ensino superior com base na empregabilidade de seus graduados. A América Latina é a segunda maior região da pesquisa: participaram 3.321 empregadores verificados de oito países, mais de um em cada cinco dos 15.665 respondentes em todo o mundo.
Os empregadores da região atribuem grande importância à mobilidade social como contribuição das universidades e demonstram ambição em relação à inteligência artificial, mas enfrentam obstáculos organizacionais. Como os demais de todo o mundo, os empregadores latino-americanos valorizam, acima de tudo, a capacidade das universidades de preparar seus graduados para o mercado de trabalho. O que os diferencia é a mobilidade social: 42,1% a consideram um indicador do impacto social de uma universidade, frente a 32,3% no restante do mundo.
A mobilidade social ocupa o segundo lugar entre dez respostas na América Latina, enquanto no restante do mundo aparece em sétimo lugar. Seus vínculos com as universidades também são mais estreitos: 22,8% relatam uma cooperação profunda e estruturada, frente a 17,1% no restante do mundo. Na hora de contratar, os estágios e outras experiências profissionais são os fatores mais importantes (66,6%), assim como no restante do mundo. Os empregadores da região atribuem maior importância do que os de outras regiões à experiência no setor e ao trabalho em equipe, e menor importância aos conhecimentos especializados aprofundados e às habilidades de comunicação.
Os empregadores latino-americanos confiam mais no valor da inteligência artificial (IA) do que os empregadores de outras regiões. Apenas 6,8% não a utilizam, frente a 11,1% no restante do mundo, e uma proporção menor questiona seu retorno sobre o investimento. O que mais procuram nos graduados é a capacidade de colocá-la em prática: a implementação e a integração da IA lideram as competências demandadas (34,1%, frente a 29,7% no restante do mundo).
Previsão de 28 de outubro indica chuva com trovoadas no Centro-Oeste e em áreas do Norte, Nordeste e Sudeste.
O Instituto Nacional de Meteorologia manteve, em 28 de outubro, aviso amarelo de perigo potencial para tempestades em uma extensa faixa do Brasil. A área abrange partes do Norte, do Nordeste, do Centro-Oeste e do Sudeste.
No Centro-Oeste, a previsão é de chuva com trovoadas em praticamente toda a região. Para Brasília, o boletim aponta temperaturas entre 18°C e 30°C.
No Nordeste, as chuvas alcançam o centro e sul do Maranhão, grande parte do Piauí e o noroeste e oeste da Bahia. No Norte, há previsão de pancadas e trovoadas em áreas do Amazonas, Acre, Pará, Tocantins e Rondônia.
No Sudeste, a instabilidade se concentra no oeste de Minas Gerais, no Triângulo Mineiro e em regiões de São Paulo. O aviso divulgado pelo instituto permanece válido até o fim do dia, conforme o boletim consultado.
Confronto na Vila Belmiro está marcado para 19h30; quarta-feira também tem semifinais da Libertadores Feminina.
Santos e Palmeiras se enfrentam em 28 de outubro, às 19h30, na Vila Belmiro, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clássico integra a programação de uma quarta-feira com partidas nacionais e decisões continentais no futebol feminino.
O Palmeiras chega ao confronto na disputa pelas primeiras posições e com sequência de 9 jogos sem perder no campeonato. O Santos busca ampliar sua pontuação na reta final da competição.
A programação do Brasileirão também inclui Fluminense contra Internacional e Bragantino contra Chapecoense, às 19h30. Bahia e São Paulo, além de Remo e Botafogo, têm jogos previstos para 21h30.
Na Libertadores Feminina, Corinthians e Cruzeiro disputam vagas na final, no Equador. O Corinthians enfrenta o Santa Fe às 17h, enquanto o Cruzeiro joga contra o Olimpia às 21h, pelo horário de Brasília.
Proposta pronta para votação em comissão estabelece abatimento mensal de 1% após um ano de trabalho nas localidades contempladas.
Um projeto em análise no Senado propõe desconto no saldo devedor do Fies para médicos que atuarem em localidades com poucos profissionais de saúde. A situação da proposta foi divulgada em 28 de outubro.
O Projeto de Lei 4.571/2025, de autoria do senador Dr. Hiran (PP-RR), prevê abatimento mensal de 1%. As localidades atendidas seriam definidas conforme uma lista do Ministério da Saúde.
Pelo texto, o desconto começaria depois de um ano de trabalho nessas regiões. A proposta recebeu parecer favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).
A matéria está pronta para votação na Comissão de Assuntos Sociais. O benefício ainda depende da tramitação legislativa e não representa um desconto novo já disponível aos profissionais. Senado Notícias
Maior parcela do crédito suplementar será destinada ao BPC; assistência farmacêutica do SUS receberá R$ 387,6 milhões.
O governo federal autorizou crédito suplementar de R$ 5,166 bilhões para reforçar despesas de órgãos do Executivo. A medida foi noticiada em 28 de outubro e prevê remanejamento de recursos já existentes no Orçamento.
A maior parcela, de R$ 4,726 bilhões, será destinada ao Fundo Nacional de Assistência Social. O dinheiro reforçará o pagamento do Benefício de Prestação Continuada à pessoa com deficiência e da Renda Mensal Vitalícia por invalidez.
Na saúde, R$ 387,6 milhões serão direcionados à assistência farmacêutica do SUS. Os valores contemplam aquisição e distribuição de medicamentos da atenção básica e do componente especializado.
São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás estão entre os estados com maiores reforços nessa área. A abertura do crédito será financiada pela anulação de outras dotações, conforme as regras estabelecidas na portaria. Agência Brasil
Capobianco apresenta balanço da Amazônia e do Cerrado e destaca trabalho conjunto no enfrentamento aos incêndios florestais.
O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou em 28 de outubro que a redução do desmatamento na Amazônia e no Cerrado evitou emissões equivalentes às produzidas pelo Japão em um ano.
A comparação apresentada pelo ministro considera o período de julho de 2025 a julho de 2026. Durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, ele citou queda de 41,8% no desmatamento da Amazônia e de 23,8% no Cerrado.
Segundo Capobianco, os números foram registrados pelo sistema Prodes, de monitoramento por satélite. Ele também afirmou que houve redução do desmatamento nos 6 biomas brasileiros em 2025.
O ministro destacou ainda a atuação conjunta de governos no combate aos incêndios no Amazonas e no Pará. Sobre a origem do fogo, afirmou que existem investigações em andamento e que cabe às autoridades policiais esclarecer eventuais responsabilidades. Agência Brasil
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