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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

“É assim que a gente vai transformando esse país numa nação mais justa”, diz Lula ao entregar obras de mobilidade e contenção de encostas em Salvador


Agenda na Bahia reúne investimento de R$ 1,1 bilhão para o VLT, além de R$ 1,5 bilhão para ampliação do metrô e R$ 156,3 milhões que incluem 30 obras para prevenção de desastres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta quinta-feira, 2 de abril, de agenda do Novo PAC em Salvador (BA), marcada por entregas e anúncios em mobilidade urbana e prevenção de desastres. Entre os destaques, estão investimentos do Governo do Brasil para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além de ampliação do metrô da Lapa até a futura estação Campo Grande e 30 obras de contenção de encostas e macrodrenagem.
 

As ações foram definidas em parceria com o Governo da Bahia e municípios, com foco na modernização das cidades, na redução do tempo de deslocamento e na melhoria da qualidade de vida da população. Além de visitar as obras já em execução do VLT e de macrodrenagem, o presidente anunciou novos investimentos.
 

O pobre e o trabalhador desse país são tratados como se fossem invisíveis. E nós, hoje, temos quase R$ 400 bilhões em política de investimento na inclusão social. Essa é a razão da gente ter interesse em governar esse país. E é por isso que eu estou muito feliz de ser um cara comprometido com as políticas de inclusão social no Brasil”

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República
 

Lula destacou que o trabalho do Governo do Brasil integra uma estratégia de transformação social. “O pobre e o trabalhador desse país são tratados como se fossem invisíveis. E nós, hoje, temos quase R$ 400 bilhões em política de investimento na inclusão social. Essa é a razão da gente ter interesse em governar esse país. E é por isso que eu estou muito feliz de ser um cara comprometido com as políticas de inclusão social no Brasil”, declarou.
 

O presidente também ressaltou que os investimentos são guiados pelas necessidades da população. “Se for de interesse do povo, o prefeito vai receber o dinheiro [para as obras]. E é assim que a gente vai reconstruindo e transformando esse país numa nação mais justa, em que as pessoas pobres começam a ficar menos pobres”, completou.
 

PREVENÇÃO DE DESASTRES — Dentro de um conjunto de intervenções que somam R$ 156,3 milhões do Orçamento Geral da União (OGU), sendo R$ 8,87 milhões do Novo PAC, o presidente Lula anunciou a entrega de obras de contenção de encostas no bairro Capelinha de São Caetano.
 

Além disso, outras 29 obras de contenção de encostas foram autorizadas, reunindo um investimento de R$ 74 milhões, que beneficiarão mais de três mil famílias. Dessas, 19 obras são referentes a R$ 42 milhões em investimentos nas cidades: Salvador (15); Camacan (1); Ubaitaba (1); Camamu (1) e Ilhéus (1). As outras dez obras de encostas, com R$ 32 milhões de investimento, são oito em Salvador, uma em Ilhéus e uma em Itabuna.

O presidente Lula anunciou a entrega de obras de contenção de encostas no bairro Capelinha de São Caetano e autorizou 29 outras obras. Foto: Ricardo Stuckert / PR

Também estão previstas obras de macrodrenagem, como a intervenção na Avenida San Martin, em Salvador, com investimento de R$ 108,3 milhões.
 

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, ressaltou que a prevenção de riscos é cuidar e transformar a vida das pessoas. “Nós estamos resolvendo um problema de alagamento, problemas que faz as pessoas perderem tudo. Essa era a realidade desse povo e toda essa região aqui vai ser transformada”, disse o ministro.
 

VLT — Com R$ 1,1 bilhão provenientes do Novo PAC, as obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Salvador visam à modernização e à sustentabilidade da mobilidade urbana da capital baiana, reduzindo o tempo de deslocamento e aumentando a qualidade do transporte público. Na Praça Onze de Dezembro, um trecho do transporte público já funciona em testes operacionais.
 

O projeto como um todo concentra:

» R$ 304,9 milhões para a implantação dos sistemas de telecomunicação e sinalização;
» R$ 100 milhões para o trecho Calçada;
» R$ 16 milhões para a elaboração de anteprojeto de expansão de Salvador a Simões Filho, Camaçari e Alagoinhas;
» R$ 574,6 milhões para a expansão do VLT no trecho Baixa do Fiscal – Retiro.
 

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou do momento de autorização das obras e ressaltou o comprometimento do presidente Lula com o estado baiano. “Se a gente for fazer um balanço do que nós já entregamos ou estamos por entregar nesse estado, nós percebemos que não faríamos nada se não fosse essa parceria”, disse.

EXPANSÃO DO METRÔ — Ainda na área de mobilidade urbana, o evento também marcou a assinatura da Ordem de Serviço para o início das obras do Tramo 4 da Linha 1 do metrô de Salvador, que vai ligar a Estação da Lapa à futura estação Campo Grande, com extensão total de 1,1 km. O empreendimento conta com investimento de R$ 1,5 bilhão em recursos do Orçamento Geral da União (OGU) para as obras e R$ 616 milhões do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a aquisição de novos trens.
 

O ministro Rui Costa destacou que a expectativa com a nova estação é de acrescentar 130 mil passageiros ao metrô. “Em torno do Campo Grande ficam vários bairros onde o povo da periferia vem trabalhar. Então essa estação vai atender não só o bairro do Campo Grande, mas o do Garcia, do Canela, da Vitória, do Politeama e da Graça, atendendo todas essas pessoas, tanto quem mora como quem vai trabalhar lá”, ressaltou.
 

DIGNIDADE — O secretário-executivo do Ministério das Cidades, Vladimir Lima – que assumirá o cargo de ministro –, reforçou que a presença do Governo do Brasil no estado baiano é essencial para a retomada do desenvolvimento socioeconômico regional. “São obras que trazem dignidade, que trazem qualidade de vida, que reduzem o deslocamento para que a pessoa consiga ter um tempo maior em casa com suas famílias. Isso aqui impacta sobremaneira a vida do cidadão no dia a dia”, destacou.

Ao longo da agenda, o presidente Lula também reforçou que os investimentos do Novo PAC têm como prioridade melhorar as condições de vida da população, especialmente nas áreas mais vulneráveis. “Você não precisa governar para quem pode se virar sozinho. A razão do Estado é cuidar das pessoas que mais precisam”, afirmou.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

Pábio Mossoró deixa a Secretaria do Entorno para novo desafio político

Gestão marcada por articulação regional, presença institucional e avanços em mobilidade e desenvolvimento integrado

O Governo de Goiás oficializou, em decreto publicado no suplemento do Diário Oficial de terça-feira (1º/04), a exoneração a pedido de Pábio Mossoró do cargo de secretário de Estado do Entorno do Distrito Federal. A medida encerra um ciclo iniciado em maio de 2025, marcado pela consolidação da pasta como ponte entre o Estado e os municípios da Região Metropolitana do Entorno.

Mais do que uma mudança administrativa, a saída marca o fechamento de uma gestão que ampliou a presença institucional da Secretaria e fortaleceu seu papel na articulação interfederativa. “Tive a oportunidade de conhecer o Entorno com um olhar mais apurado. Descobri potencialidades que nem eu mesmo imaginava. É uma região forte, cheia de oportunidades, que precisa ser cada vez mais valorizada e integrada”, afirmou Mossoró.

A trajetória que ele leva agora para o próximo desafio político é construída a partir da base municipal. Antes de assumir a Secretaria, Mossoró foi vereador por dois mandatos em Valparaíso de Goiás e prefeito do município também por dois mandatos consecutivos, entre 2017 e 2024. Essa experiência no Legislativo e no Executivo local influenciou diretamente o perfil de gestão adotado à frente da pasta, com foco em soluções práticas, proximidade com os municípios e leitura direta das demandas da população.

Ao longo da gestão, o secretário imprimiu um ritmo de atuação marcado pela articulação política e técnica. Reuniões com prefeitos, diálogo com o Governo do Distrito Federal, aproximação com o Governo Federal e integração com órgãos estaduais passaram a fazer parte da rotina institucional da Secretaria.

Na prática, isso se traduziu em avanços importantes. A pauta da mobilidade ganhou força, especialmente com o andamento dos estudos para o BRT entre Luziânia e Santa Maria, projeto estruturante para milhares de trabalhadores que cruzam diariamente a divisa entre Goiás e o DF. Ao mesmo tempo, iniciativas voltadas para cidades inteligentes e segurança pública avançaram, com previsão de implantação de centros integrados e sistemas de monitoramento na região.

A Secretaria também ampliou sua atuação em áreas como turismo, cultura e desenvolvimento econômico. A valorização da identidade regional, o incentivo às cadeias produtivas locais e o fortalecimento do potencial turístico ajudaram a reposicionar o Entorno como um território de oportunidades.

Internamente, a gestão foi marcada pela valorização das equipes técnicas e pelo fortalecimento das práticas de governança, com resultados expressivos em transparência, ouvidoria e compliance público, consolidando a Secretaria como referência dentro da estrutura estadual.

Agora, fora da função executiva, Pábio Mossoró se prepara para um novo caminho. Ele deixa o cargo para disputar as eleições, com intenção de concorrer a uma vaga como deputado estadual por Goiás, levando para o debate político a experiência acumulada ao longo de sua trajetória.

Fica o registro de uma gestão que apostou na presença, no diálogo e na construção coletiva. E a sensação de que o Entorno passou a ocupar, de forma definitiva, um lugar central na agenda pública de Goiás.

Inteligência Artificial nas eleições: quem ganhar tempo, ganha a disputa

Por Christian Jauch – Publicitário, Estrategista Eleitoral e Especialista em IA Política

Existe uma cena que se repete em praticamente toda campanha eleitoral. O grupo de WhatsApp da equipe entra em ebulição, um vídeo do adversário começa a ganhar tração, uma narrativa distorcida se espalha e, em poucos minutos, alguém verbaliza o que todos já perceberam: “precisamos reagir”.

O problema é que, nesse momento, a reação já nasce atrasada.

A política sempre foi uma disputa de narrativa, mas, cada vez mais, ela se tornou uma disputa de tempo. Não vence necessariamente quem tem a melhor proposta ou o melhor discurso, mas quem consegue ocupar espaço primeiro, moldar percepção antes e consolidar presença enquanto o outro ainda está organizando a resposta.

É nesse ponto que a Inteligência Artificial começa a assumir um papel central nas eleições de 2026 não como um elemento futurista ou acessório, mas como uma ferramenta concreta de vantagem competitiva.

Tempo, o ativo invisível das campanhas

Há uma tendência de se discutir IA na política sob o prisma das ferramentas: geração de conteúdo, automação de tarefas, análise de dados. Tudo isso é verdadeiro, mas ainda insuficiente para entender o real impacto dessa tecnologia no ambiente eleitoral. O ponto central não é o que a IA faz, mas o que ela acelera.

Campanhas tradicionalmente enfrentam um mesmo gargalo: a lentidão entre a informação e a decisão. Dados chegam fragmentados, análises demoram, a validação interna consome tempo e, quando a ação finalmente acontece, o cenário já mudou. A Inteligência Artificial encurtará esse ciclo. Ela organiza informações, cruza dados, identifica padrões e oferece leitura de cenário em uma velocidade que o modelo tradicional não consegue acompanhar.

Isso, por si só, altera o ritmo da campanha.

Mas há um equívoco recorrente que precisa ser enfrentado: a ideia de que a IA pode substituir o pensamento estratégico. Não pode e, quando se tenta fazer isso, o resultado tende a ser um conteúdo genérico, sem identidade e sem impacto. A tecnologia não cria estratégia; ela organiza o caos para que decisões melhores sejam tomadas.

Percepção digital e o novo campo de disputa

Para que esse processo funcione, existe um pré-requisito que muitos ignoram: contexto.

Nenhuma ferramenta de Inteligência Artificial será eficaz se não estiver alimentada por um entendimento claro da candidatura. Isso inclui história pessoal, trajetória política, forças, vulnerabilidades, percepção pública e objetivos eleitorais. Sem esse conjunto de informações estruturado, a IA apenas reproduz superficialidade em escala. Com contexto, ela se transforma em um instrumento poderoso de organização e análise.

Outro aspecto que ganha relevância nesse cenário é a percepção digital. A imagem de um candidato já não é construída apenas no contato direto com o eleitor, mas, em grande parte, naquilo que aparece nas primeiras buscas, nos conteúdos mais compartilhados e nas interpretações fragmentadas que circulam nas redes. Em poucos minutos, um eleitor forma uma opinião, muitas vezes incompleta, mas suficiente para influenciar seu comportamento.

A Inteligência Artificial permite mapear essa percepção de forma mais precisa, identificando padrões de discurso, associações de imagem e possíveis distorções. Esse tipo de leitura não é apenas complementar; ele se torna estruturante. Afinal, campanhas não começam criando imagem, mas corrigindo, ou reforçando, a percepção existente.

O mesmo raciocínio se aplica à análise de adversários. A disputa eleitoral é, essencialmente, comparativa. O eleitor não escolhe um candidato de forma isolada, mas dentro de um conjunto de opções. Entender como os concorrentes são percebidos, onde se posicionam com mais força e onde apresentam fragilidades deixa de ser um exercício intuitivo e passa a ser uma análise estruturada.

Tecnologia, estratégia e limite humano

Ainda assim, é preciso cautela. A Inteligência Artificial também carrega limitações. Ela pode errar, simplificar excessivamente cenários complexos ou apresentar informações imprecisas. Por isso, o uso estratégico da tecnologia exige mediação humana constante. Em campanhas eleitorais, erros internos frequentemente têm maior impacto do que ataques externos e, muitas vezes, são evitáveis.

Outro ponto relevante diz respeito à presença digital. A multiplicidade de plataformas criou a sensação de que é necessário estar em todos os lugares, o tempo todo. Na prática, isso tem levado muitas campanhas a produzir conteúdo em volume, mas sem consistência. A IA amplia a capacidade de produção, mas não substitui a necessidade de direção estratégica. Escala sem clareza apenas amplifica o ruído.

No fundo, o que se desenha para 2026 não é uma eleição definida pelo uso ou não da Inteligência Artificial — isso tende a se tornar padrão. O diferencial estará na forma como ela é incorporada ao processo decisório. Campanhas mais competitivas serão aquelas capazes de organizar melhor suas informações, interpretar cenários com mais rapidez e executar ações com maior precisão.

Em última análise, trata-se de tempo.

Tempo para entender.
Tempo para decidir.
Tempo para agir.

E, na política, quem consegue antecipar esses movimentos não apenas responde melhor ao jogo, passa a defini-lo.

Porque, como a prática tem mostrado repetidamente, quem chega primeiro molda a percepção. E quem chega depois, quase sempre, precisa correr atrás de um cenário que já foi ocupado.

Christian Jauch é publicitário, co-fundador da Alcateia Política e consultor em Estratégia Eleitoral com IA. Com forte atuação no setor institucional, lidera campanhas estratégicas para a OAB há 12 anos. Hoje, é especialista na aplicação tática de Inteligência Artificial para blindagem de mandatos e inteligência eleitoral. Possui MBA em Gestão Governamental e Marketing Político pelo IDP Brasília e membro do CAMP.

Acesse: www.christianjauch.com.br/blogpolitico e blog.alcateiapolitica.com.br.

Indicação ao STF acirra tensão entre governo e Senado e amplia disputa institucional

Nome para a Suprema Corte se transforma em novo teste de força entre Executivo e Legislativo

A indicação para o Supremo Tribunal Federal voltou a colocar em evidência a relação entre o Palácio do Planalto e o Senado Federal. O processo, que deveria seguir rito institucional, passou a ser interpretado como um novo campo de disputa política em Brasília.

Nos bastidores do Congresso, lideranças avaliam que o controle do timing da sabatina pode se tornar um instrumento de pressão sobre o governo. A movimentação revela um cenário de equilíbrio delicado entre os Poderes, onde cada decisão ganha contornos estratégicos.

O episódio reforça a importância do Senado como protagonista em temas sensíveis da República, especialmente quando envolve a composição da mais alta Corte do país. Ao mesmo tempo, evidencia a necessidade de articulação política mais refinada por parte do Executivo.

A definição sobre o avanço da indicação deve influenciar diretamente o ambiente político nas próximas semanas, com impacto tanto na governabilidade quanto na estabilidade institucional.

Governo Lula eleva tom econômico e reforça discurso de proteção à população

Planalto intensifica narrativa de defesa do poder de compra e mira impacto direto na vida dos brasileiros

O governo Lula voltou a centralizar o debate político nacional na economia, ao reforçar o discurso de proteção ao poder de compra da população. Em meio à pressão inflacionária e à volatilidade internacional, o Palácio do Planalto tem adotado uma postura mais firme, especialmente em relação ao preço dos combustíveis e ao endividamento das famílias.

A estratégia do governo passa por consolidar a imagem de um Estado presente, capaz de intervir para minimizar os efeitos de crises externas. A leitura dentro do núcleo político é de que o cenário internacional não pode ser utilizado como justificativa para impactos diretos no bolso do cidadão brasileiro, especialmente em um momento de reorganização econômica.

Nos bastidores, auxiliares avaliam que o discurso mais incisivo também cumpre papel eleitoral, ao reforçar a conexão com as camadas populares. A defesa de políticas públicas voltadas ao consumo e à renda deve ser um dos pilares da narrativa governista nos próximos meses.

Com isso, o governo busca não apenas estabilizar indicadores econômicos, mas também construir uma base política sólida, ancorada na percepção de cuidado com a população.

Governador Daniel Vilela anuncia adesão ao subsídio do diesel para conter alta de preços

Medida prevê ajuda de R$ 1,20 por litro a importadores, dividida entre União e estados, em meio à volatilidade internacional do petróleo, pressionado pela guerra no Oriente Médio

O governador Daniel Vilela, em seu primeiro ato após cerimônia de posse na Assembleia Legislativa, anunciou nesta terça-feira (31/03) que Goiás vai aderir à proposta que prevê subsídio temporário a importadores de diesel, com o objetivo de conter a alta do preço do combustível no país. A medida prevê a concessão de subvenção no valor total de R$ 1,20 por litro de óleo diesel, com a União e os estados arcando com partes iguais, ou seja, R$ 0,60 para cada.

“Vamos dar a nossa contribuição para que a população não seja ainda mais prejudicada com novos aumentos. Qualquer tipo de reajuste no diesel, combustível essencial para o principal modal de transporte do país, que é o rodoviário, tem reflexo direto para os consumidores e é algo que não queremos”, afirmou Daniel Vilela.

Durante coletiva à imprensa, o governador salientou que em conversa ontem (30/04) com o novo ministro da fazenda, Dario Durigan, e o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, reivindicou a possibilidade de compensação por meio do abatimento da parcela da dívida que o estado paga a União ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

“Essa possível compensação não foi definida, mas nós estaremos nos próximos dias tentando conquistar e amenizar esse impacto fiscal”, afirmou Vilela ao explicar que os impactos da medida para o estado “é significativo, em torno de R$ 43 milhões por mês”. “E se for necessário nova medida provisória (para estender o prazo além de dois meses) , será custeado totalmente pelo governo federal”, emendou o governador.

Efeitos da guerra
Segundo o Executivo goiano, a decisão pela adesão a subvenção considera o atual cenário de volatilidade nos preços internacionais do petróleo, influenciado pela guerra no Oriente Médio, que elevou a cotação do combustível, e por conta de ameaças do fechamento do Estreito de Ormuz, onde passam cerca de 20% da produção global.

A preocupação do governo estadual é com os reflexos diretos sobre a previsibilidade dos preços e os custos da cadeia produtiva, especialmente nos setores de transporte e agropecuária. “A adesão busca reduzir os efeitos inflacionários sobre a economia, contribuir para a regularidade do abastecimento e preservar o equilíbrio fiscal do Estado, observando o caráter excepcional e temporário da medida”, garante Daniel Vilela.

Além de Goiás, outros 17 estados se manifestaram favoráveis à adesão da subvenção ao diesel: Acre (AC), Amazonas (AM), Bahia (BA), Ceará (CE), Espírito Santo (ES), Maranhão (MA), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Mato Grosso (MT), Piauí (PI), Paraná (PR), Rio Grande do Norte (RN), Rio Grande do Sul (RS), Sergipe (SE), Santa Catarina (SC).

Foto: Secom

Legenda: Governador Daniel Vilela anuncia que Goiás vai aderir a subsídio do diesel para conter alta de preços

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Prefeitura inicia entrega de uniformes e kits escolares na rede municipal

Ação contempla alunos das escolas Jardim Paiva e Juscelino Kubitschek e seguirá cronograma para atender toda a rede

Na tarde de hoje (31), a Prefeitura realizou a entrega de uniformes e kits escolares para os alunos das escolas municipais Jardim Paiva e Juscelino Kubitschek, reforçando o compromisso com a educação e o bem-estar dos estudantes da rede.

Na Escola Municipal Jardim Paiva, foram distribuídos 450 uniformes e 184 kits escolares. Já na Escola Municipal Juscelino Kubitschek, a ação contemplou a entrega de 271 uniformes e 141 kits.

É importante destacar que todos os alunos da rede municipal receberão dois shorts e duas camisetas, além de um par de tênis e uma mochila. Para as alunas, o kit é composto por dois shorts-saia, duas camisetas, mochila e tênis, garantindo conforto e adequação às necessidades do dia a dia escolar.

A distribuição seguirá um cronograma estabelecido pela Secretaria Municipal de Educação, com o objetivo de alcançar todas as unidades de ensino nas próximas semanas, assegurando que nenhum estudante fique sem o material necessário para o desenvolvimento das atividades escolares.

Escolas de Novo Gama se destacam e recebem prêmio estadual por avanço na alfabetização

 Unidades Jardim Paiva e Juscelino Kubitschek foram reconhecidas e receberão recursos para investimento e valorização dos professores

Duas escolas da rede municipal de nossa cidade foram premiadas na tarde de ontem (30), em Goiânia, com o Prêmio LEIA – edição 2026. As unidades Jardim Paiva e Juscelino Kubitschek se destacaram pelos resultados alcançados na alfabetização.

Cada escola foi contemplada com R$ 80 mil. Do total, 50% serão destinados diretamente às unidades escolares, para investimentos pedagógicos e estruturais, enquanto os outros 50% serão rateados entre os professores alfabetizadores do 1º e 2º anos, como forma de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido em sala de aula.

O Prêmio LEIA foi criado por meio do Programa AlfaMais Goiás e tem como objetivo incentivar escolas públicas da rede municipal que alcançam os melhores desempenhos em alfabetização. A iniciativa integra o programa estadual de alfabetização, desenvolvido pelo Governo de Goiás em regime de cooperação com os municípios.

Novo Gama já havia sido destaque em edições anteriores do prêmio. Em 2023, as escolas municipais Paulo Freire e Rachel de Queiroz também foram contempladas, evidenciando a continuidade dos bons resultados na rede de ensino.

A premiação fortalece as ações pedagógicas e contribui para garantir melhores oportunidades de aprendizagem para os estudantes da rede municipal.

Crise internacional pressiona economia e entra no radar estratégico do governo brasileiro

Cenário global impacta decisões internas e reforça atenção sobre inflação e crescimento econômico

Os desdobramentos do cenário internacional, especialmente conflitos no Oriente Médio, passaram a influenciar diretamente o debate político e econômico no Brasil no dia 29 de março. A instabilidade global acendeu alertas no governo e no mercado financeiro.

O aumento das tensões geopolíticas trouxe preocupações relacionadas à inflação, ao preço dos combustíveis e ao ritmo de crescimento econômico. Diante disso, o tema passou a ocupar espaço central nas análises do governo federal e do Banco Central.

A leitura estratégica é de que fatores externos podem impactar diretamente o desempenho da economia brasileira, exigindo respostas rápidas e coordenação entre as instituições. O tema também ganha relevância política, por influenciar a percepção da população.

O episódio reforça a interdependência entre política internacional e economia doméstica, tornando o cenário global um elemento-chave nas decisões do governo e no ambiente político nacional.

Janela partidária e pesquisas eleitorais aceleram movimentações para disputa de 2026

Reconfiguração de forças políticas antecipa cenário eleitoral e intensifica articulações nos bastidores

O cenário político brasileiro entrou em ritmo acelerado com a consolidação da janela partidária e a divulgação de pesquisas eleitorais que projetam os primeiros cenários para 2026. No dia 29 de março, os bastidores de Brasília foram marcados por intensas articulações e reposicionamentos estratégicos.

Parlamentares e lideranças políticas aproveitaram o período para redefinir alianças, buscando partidos com maior estrutura e viabilidade eleitoral. Ao mesmo tempo, levantamentos de opinião passaram a orientar decisões e estratégias das principais forças políticas do país.

Os dados indicam vantagem do presidente Lula em cenários iniciais, enquanto nomes da oposição trabalham para ampliar competitividade e consolidar candidaturas. A movimentação reforça o clima de pré-campanha, mesmo antes do calendário oficial.

A antecipação do debate eleitoral evidencia um ambiente político cada vez mais dinâmico, onde narrativa, posicionamento e articulação institucional passam a ser decisivos para o futuro do país.