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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Abate de frango em Goiás cresce 7,1%, mostra IBGE

Número de cabeças abatidas, entre janeiro e março de 2026, chega a 135,6 milhões. Peso total das carcaças também registra aumento de 10,5%

O abate de frangos em Goiás cresceu 7,1%, de janeiro a março de 2026, em comparação ao mesmo período de 2025. Segundo dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior aumento registrado entre os principais estados produtores de carne de frango.

Ao todo, Goiás abateu 135,6 milhões de cabeças e se manteve no 5º lugar no ranking nacional, com 7,9% do plantel nacional. O peso total de carcaça de aves chegou a 309,3 mil toneladas no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 10,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a 83ª edição do Agro em Dados, publicada em agosto pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), Goiás exportou 181,9 mil toneladas de carne de frango para 95 países entre janeiro e julho de 2026. Os números revelam um crescimento de 18,2% em volume exportado em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Nos primeiros sete meses deste ano, as exportações registraram um faturamento de US$ 370,5 milhões, o que corresponde a um crescimento de 23,3% em comparação a 2025. Entre os países que mais consumiram o produto goiano estão a China (+95,5%), o Japão (+23,2%) e os Emirados Árabes Unidos (+10,3%).

Fotos: Seapa

Legenda: Abate de frangos em Goiás cresce 7,1% de janeiro a março de 2026

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Candidato a deputado estadual representando Valparaíso, Pábio Mossoró chega à disputa com ficha limpa e sem nenhum processo de improbidade

Ex-prefeito por dois mandatos consecutivos, ex-vereador e ex-secretário de Estado do Entorno, Pábio aposta na experiência administrativa e no conhecimento da realidade da região para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás

Pábio Mossoró (MDB), candidato a deputado estadual representando Valparaíso de Goiás e toda a região do Entorno do Distrito Federal, entra na disputa eleitoral com um histórico que tem sido destacado por apoiadores e lideranças da região: a ficha limpa e a ausência de processos de improbidade administrativa ao longo de sua trajetória na vida pública.

Com experiência acumulada em diferentes funções, Pábio construiu sua carreira política em Valparaíso de Goiás, município considerado um dos mais importantes do Entorno. Antes de chegar ao Executivo municipal, atuou como vereador e participou ativamente das discussões que envolvem o crescimento urbano, a mobilidade, a geração de empregos e a melhoria dos serviços públicos para a população.

Sua trajetória ganhou ainda mais destaque ao assumir a Prefeitura de Valparaíso, cargo que ocupou por dois mandatos consecutivos. Durante oito anos à frente da administração municipal, esteve à frente de projetos voltados para a modernização da cidade, ampliação de obras de infraestrutura, fortalecimento da rede pública de saúde, investimentos na educação e melhorias na mobilidade urbana.

Ao longo de sua gestão, Valparaíso passou por um período de expansão populacional e aumento da demanda por serviços públicos, exigindo planejamento e capacidade administrativa para atender uma população cada vez maior. Nesse cenário, a articulação institucional com os governos estadual e federal tornou-se uma das marcas de sua administração, permitindo a viabilização de investimentos e parcerias para o município.

Após concluir o mandato como prefeito, Pábio também assumiu a função de secretário de Estado do Entorno do Distrito Federal, ampliando sua atuação para além dos limites de Valparaíso. No cargo, participou de debates e ações voltadas ao desenvolvimento regional, acompanhando de perto desafios enfrentados por cidades que compartilham problemas históricos relacionados à mobilidade, segurança pública, saúde, infraestrutura e geração de oportunidades.

A experiência acumulada ao longo dos anos é apontada por aliados como um dos principais diferenciais de sua candidatura. Conhecedor da realidade do Entorno, Pábio defende a necessidade de ampliar a presença política da região nos espaços de decisão do Estado, fortalecendo a representatividade dos municípios que concentram uma parcela significativa da população goiana.

Outro aspecto frequentemente destacado por sua campanha é a regularidade de sua trajetória administrativa. Mesmo tendo ocupado cargos de grande responsabilidade e comandado uma das maiores cidades do Entorno por dois mandatos, Pábio Mossoró chega à disputa eleitoral sem registros de processos de improbidade administrativa, mantendo sua condição de ficha limpa.

A candidatura também é apresentada como uma oportunidade de levar para a Assembleia Legislativa a experiência de quem conhece de perto os desafios enfrentados pelos municípios da região. Entre as bandeiras defendidas pelo candidato estão o fortalecimento da infraestrutura urbana, a ampliação dos investimentos em saúde e educação, a atração de novas oportunidades de emprego e renda e a busca por mais recursos estaduais para os municípios do Entorno.

Com uma trajetória construída na política municipal e estadual, Pábio Mossoró inicia a caminhada rumo à Assembleia Legislativa de Goiás defendendo a experiência administrativa, a responsabilidade na gestão pública e o compromisso de ampliar a voz de Valparaíso e do Entorno nas decisões que impactam diretamente a vida da população goiana.

Por que não decidir a eleição presidencial no primeiro turno?

A eleição de 2026 poderá repetir a polarização dos últimos anos ou transformar o primeiro turno em uma decisão sobre o futuro imediato do Brasil

Por Nilson Hashizumi

A campanha presidencial começou oficialmente com 13 chapas registradas, mas as pesquisas indicam que a disputa real continua concentrada em apenas duas candidaturas: a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e a do senador Flávio Bolsonaro, do PL.

Os dois representam campos políticos bastante conhecidos do eleitorado. De um lado, Lula lidera uma frente progressista e democrática formada durante seu atual governo. Do outro, Flávio Bolsonaro procura preservar o capital político, eleitoral e emocional constituído em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Pode-se gostar ou não dessa configuração. Pode-se lamentar a chamada polarização. Pode-se desejar uma terceira via, um nome novo ou uma alternativa que supostamente consiga escapar dos conflitos dos últimos anos. O problema é que eleições não são decididas pelos desejos dos comentaristas, pelas articulações partidárias nem pelas expectativas dos candidatos. São decididas pelo voto.

E, até agora, as eleitoras e os eleitores brasileiros parecem ter feito uma escolha bastante objetiva: querem decidir entre Lula e o representante do bolsonarismo.

O Datafolha divulgado em 21 de agosto mostrou Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Muito atrás aparecem Ronaldo Caiado, com 5%; Renan Santos, com 4%; Romeu Zema, com 3%; Augusto Cury e Pablo Marçal, ambos com 2%. As demais candidaturas oscilam entre 0% e 1%. A pesquisa ouviu 2.058 pessoas em 128 municípios e possui margem de erro de dois pontos percentuais. [Os resultados completos foram publicados pela Folha de S.Paulo] (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/08/datafolha-lula-marca-39-no-1o-turno-e-flavio-bolsonaro-tem-33.shtml).

Mais do que uma fotografia isolada, esses números confirmam uma tendência observada há meses: a baixíssima mobilidade do segundo pelotão.

Nenhuma das candidaturas apresentadas como alternativa conseguiu, até agora, romper a barreira que separa os dois líderes dos demais concorrentes. Há uma eleição formalmente disputada por 13 chapas, mas existe outra eleição — aquela percebida concretamente pelo eleitorado — que permanece concentrada em dois projetos políticos.

O debate dos ausentes

O primeiro debate presidencial, realizado no domingo, 23 de agosto, pela Band, em parceria com Estadão, TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan, talvez tenha oferecido a representação mais evidente dessa realidade.

Foram convidados Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Augusto Cury. Apenas três compareceram: Caiado, Renan e Cury. Foi o debate inaugural com o menor número de participantes desde a eleição de 1989. [A ausência dos principais candidatos e o esvaziamento do encontro foram registrados pela imprensa](https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/08/sem-lula-flavio-e-zema-eleicao-presidencial-tera-debate-de-estreia-com-menor-quorum-desde-1989.shtml).

Romeu Zema desistiu de participar no último momento. Sua ausência provocou especulações sobre as dificuldades e até sobre a continuidade de uma candidatura que ainda não encontrou seu espaço na disputa nacional.

Augusto Cury também chegou a considerar a desistência quando já estava no local. Pouco depois, desistiu de desistir e entrou no estúdio. O episódio, curioso por si mesmo, acabou simbolizando a insegurança das candidaturas que tentam ocupar um espaço eleitoral aparentemente muito menor do que imaginavam.

O debate serviu menos para alterar a correlação de forças e mais para apresentar as intenções futuras de seus participantes.

Renan Santos utilizou o encontro para marcar posição. Seu discurso agressivo, carregado de provocações e frases destinadas às redes sociais, parece menos orientado por uma expectativa real de vitória em 2026 e mais pela tentativa de construir uma candidatura competitiva para 2030. Aos 4%, Renan precisa sobreviver politicamente a esta eleição antes de pensar seriamente na próxima.

Augusto Cury procura ocupar o lugar do outsider. Apresenta-se como alguém que não pertence à política tradicional e tenta transferir para o ambiente eleitoral a popularidade conquistada como escritor. Entretanto, reconhecimento de nome e capacidade de vender livros não se transformam automaticamente em confiança para governar um país. Seus 2% demonstram que, por enquanto, a candidatura desperta curiosidade, mas não adesão significativa.

Romeu Zema deixou recentemente o governo de Minas Gerais e procura projetar nacionalmente a imagem de gestor pragmático. Seu discurso econômico possui identidade mais definida, mas suas formulações sobre educação, cultura, segurança pública e desigualdade ainda parecem insuficientes para um projeto nacional. Além disso, depois de dois mandatos à frente de um dos maiores estados do país, continua pouco conhecido por uma parcela expressiva da população.

Ronaldo Caiado é o mais experiente e o mais bem colocado entre eles. Deixou o governo de Goiás com índices elevados de aprovação e procura apresentar os resultados obtidos em seu estado como credencial para governar o Brasil. Entretanto, desempenho estadual não significa automaticamente viabilidade nacional. Caiado ainda enfrenta o mesmo obstáculo de Zema: é muito conhecido em seu território de origem, mas permanece distante do cotidiano de milhões de brasileiros.

Treze candidaturas, duas escolhas

A fragmentação das candidaturas não significa necessariamente diversidade política real.

Quando observamos os 13 nomes registrados, percebemos que várias candidaturas disputam parcelas semelhantes do eleitorado conservador, liberal ou antipetista. No campo progressista também existem candidaturas menores, embora o voto esteja muito mais concentrado em Lula.

Essa concentração é importante, mas ainda não garante uma vitória no primeiro turno.

Para ser eleito sem uma segunda votação, um candidato precisa alcançar mais da metade dos votos válidos. Lula aparece com 39% das intenções totais no Datafolha. Considerados os votos brancos, nulos e os indecisos, encontra-se mais próximo da maioria dos votos válidos do que o número bruto inicialmente sugere, mas ainda precisa crescer.

Portanto, vencer no primeiro turno não é uma realidade dada. É uma possibilidade política que precisaria ser construída.

Isso dependeria, principalmente, da concentração dos votos progressistas, da redução dos indecisos e da capacidade da campanha de dialogar com eleitores que rejeitam o bolsonarismo, mas ainda não decidiram apoiar Lula.

Também dependeria de uma pergunta muito objetiva: se o segundo turno tende a reproduzir exatamente a mesma disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, por que esperar mais quatro semanas para tomar uma decisão que já está colocada diante do país?

Segundo turno não é desperdício — mas pode ser dispensável

É preciso reconhecer que o segundo turno é uma conquista democrática. Sua realização jamais deve ser tratada simplesmente como desperdício. Ele existe para assegurar que o presidente seja escolhido pela maioria dos votos válidos quando nenhum candidato alcance essa maioria na primeira votação.

Mas a democracia também permite que a população encerre a eleição no primeiro turno.

Se a maioria já estiver convencida, não há obrigação política de prolongar uma disputa apenas para cumprir o roteiro imaginado pelos candidatos que não conseguiram se tornar competitivos.

Um segundo turno mobiliza novamente a Justiça Eleitoral, partidos, servidores, mesários, forças de segurança, imprensa e milhões de eleitoras e eleitores. Exige novos deslocamentos, amplia os gastos das campanhas e prolonga por quase um mês um ambiente de tensão política que afeta o funcionamento das instituições, da economia e da própria vida cotidiana.

Não é argumento suficiente para eliminar uma etapa prevista constitucionalmente. Mas é uma razão legítima para perguntar se essa etapa será realmente necessária.

Além disso, a experiência recente demonstra que as semanas adicionais de campanha nem sempre servem para aprofundar o debate sobre programas de governo. Muitas vezes, tornam-se território fértil para ataques pessoais, desinformação, manipulação emocional, notícias falsas e acirramento da hostilidade entre brasileiros.

Uma decisão sobre o futuro, não sobre o cansaço

A vitória de Lula no primeiro turno não deve ser defendida apenas porque as pessoas estão cansadas da polarização. Cansaço não constitui projeto de país.

Ela precisa ser sustentada por razões políticas concretas: a defesa da democracia, a continuidade dos programas sociais, a valorização do salário-mínimo, o combate à fome, a reconstrução das políticas públicas, a geração de empregos, a proteção do meio ambiente, o fortalecimento do SUS, a ampliação das oportunidades educacionais e a retomada do protagonismo internacional do Brasil.

É sobre esses temas que a campanha precisa conversar com a sociedade.

O argumento do primeiro turno somente será legítimo se estiver associado à defesa de um projeto capaz de melhorar a vida das pessoas. Não se trata de silenciar adversários, impedir debates ou diminuir a importância das demais candidaturas. Trata-se de reconhecer a vontade majoritária quando ela se manifestar.

O Datafolha mostra Lula vencendo Caiado por 47% a 40%, Zema por 48% a 38% e Renan Santos por 47% a 37% em eventuais segundos turnos. Contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece numericamente à frente, por 47% a 43%, embora o resultado configure empate técnico no limite da margem de erro. Os diferentes cenários foram divulgados em 21 de agosto (https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/08/21/datafolha-2-turno-lula-vence-caiado-por-47-a-40-zema-por-48-a-38-e-renan-por-47-a-37.htm).

Portanto, a vitória não está garantida. E justamente por não estar garantida, cada voto terá importância decisiva.

As candidaturas intermediárias ainda terão tempo para tentar demonstrar sua viabilidade. Precisarão, porém, apresentar algo mais consistente do que a promessa genérica de superar a polarização. Terão de convencer milhões de brasileiros de que representam um projeto melhor, mais seguro e mais realizável.

Até agora, não conseguiram.

Se a disputa final será entre Lula e Flávio Bolsonaro; se os demais candidatos continuam eleitoralmente estacionados; se o campo progressista reconhece em Lula a liderança capaz de derrotar o bolsonarismo; e se existe uma maioria disposta a preservar a democracia e avançar nas políticas sociais, então a pergunta precisa ser feita desde já:

Por que não decidir a eleição presidencial no primeiro turno?

Encerrar a eleição em 4 de outubro não significaria fugir do debate. Significaria transformar uma maioria potencial em uma decisão política clara.

A resposta não será dada pelas pesquisas, pelos institutos ou pelos analistas. Será dada por cada eleitora e cada eleitor diante da urna.

NILSON HASHIZUMI

Estrategista de marketing político e corporativo, jornalista, fotógrafo, gestor de cultura e preparador de candidatos, grupos e agremiações políticas, com MBA em Comunicação Governamental e Marketing Político. Cofundador da Alcateia Política, orientou, coordenou e defendeu candidatos majoritários em São Paulo e Pará e candidatos proporcionais em São Paulo e Minas Gerais. Orientado a resultados, trabalha com visão de processos na gestão da comunicação on e off-line para a construção de reputação, imagem e formação de opinião. Atuou por mais de 30 anos na iniciativa privada, organizações da sociedade civil e entidades de classe antes de atuar em favor de entes políticos. Associado ao CAMP.

Foto: Mariana Duarte Raphael
https://www.linkedin.com/in/nilsonhashizumi

Veterinária morre após ataque de cão no Senado Federal e Polícia Civil investiga o caso

Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, estava internada no Hospital de Base desde ataque ocorrido no canil da instituição

A médica-veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, morreu após permanecer quatro dias internada em consequência de um ataque sofrido dentro do canil do Senado Federal, em Brasília. A morte foi confirmada pela instituição no sábado (22).

O ataque aconteceu na terça-feira (18), quando Vitória trabalhava no Serviço de Cinotecnia da Casa. Ela foi mordida no pescoço por um cão da raça pastor-belga-malinois e sofreu ferimentos graves, além de uma parada cardiorrespiratória. Após os primeiros socorros, foi encaminhada ao Hospital de Base do Distrito Federal, onde passou por cirurgia.

Vitória havia atuado como estagiária no Senado entre 2022 e 2024 e posteriormente retornou como profissional terceirizada responsável pelos cuidados dos animais. O cão envolvido no ataque foi afastado das atividades operacionais e deverá passar por avaliações.

A Polícia Civil do Distrito Federal abriu investigação para esclarecer as circunstâncias da ocorrência. Peritos estiveram no canil e agentes realizaram diligências tanto no local do ataque quanto no hospital onde Vitória ficou internada.

O Senado lamentou a morte e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas da profissional. O Serviço de Cinotecnia da Casa funciona desde 2019 e utiliza cães treinados principalmente em atividades de patrulhamento, segurança e detecção de materiais ilícitos.

Vasco tem 66% de chances de rebaixamento; veja probabilidades do Brasileiro

Matheus Lima/Vasco

Chances de queda do Internacional também aumentaram após empate em casa na rodada; lanterna Chapecoense tem 98% e está praticamente na Série B

A luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro 2026 segue embolada após os jogos da 24ª rodada no fim de semana, com grandes equipes, como o Vasco, na berlinda.

Com a goleada sofrida no último domingo (23) para o Palmeiras, fora de casa, o time cruzmaltino se mantém na penúltima posição na tabela, com 22 pontos, e viu as chances de queda aumentarem.

Segundo o Departamento de Matemática e Estatística da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Vasco tem 66,4% de chances de cair para Série B. A probabilidade na rodada anterior era de 63,8%.

O Internacional ficou no 0 a 0 nesta rodada com o Atlético-MG no Beira Rio. Apesar de ser o primeiro fora do Z4, O Colorado é a quarta equipe com grandes chances de rebaixamento, tendo 41,7% de probabilidade. A porcentagem anterior era de 39,6%.

Santos respira

O Santos viu as chances de jogar a Série B diminuírem de 33% para 30,6%, mesmo com o tropeço na Vila Belmiro contra o Mirassol. Nesta rodada, o Peixe ficou no 1 a 1 com a equipe do interior paulista.

  1. Chapecoense — 98,1%
  2. Vasco da Gama — 66,4%
  3. Remo — 59,2%
  4. Internacional — 41,7%
  5. Mirassol — 36,5%
  6. Grêmio — 33,3%
  7. Santos — 30,6%
  8. São Paulo — 17,6%
  9. Vitória — 11,3%
  10. Coritiba — 4.0%
  11. Botafogo — 2,2%
  12. Corinthians — 1,8%

Tabela do Brasileirão 2026

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Mulher resgatada de cativeiro em Águas Lindas relata tortura com ácido durante cinco dias

Jovem de 24 anos foi encontrada acorrentada e amordaçada; ex-companheiro está preso preventivamente e caso segue sob investigação

O resgate de uma mulher mantida em cárcere privado em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, ganhou novos e graves desdobramentos. A vítima, de 24 anos, relatou ter sofrido agressões, abusos e queimaduras provocadas por panos com substância ácida colocados em sua boca durante os cinco dias em que permaneceu presa.

A jovem estava desaparecida desde 17 de agosto e foi encontrada amordaçada e presa por correntes em uma casa preparada para funcionar como cativeiro. Segundo as forças de segurança, havia no imóvel alimentos, água, medicamentos, cordas, algemas e estruturas destinadas a dificultar o acesso ao local.

O ex-companheiro da vítima foi localizado pelas equipes policiais e preso. Segundo as investigações, ele teria utilizado medicamentos para dopá-la antes de levá-la ao imóvel. A vítima também relatou violência sexual durante o período em que permaneceu em cárcere. O suspeito teve a prisão convertida em preventiva.

Uma carta encontrada durante a investigação também passou a fazer parte do inquérito. O documento continha mensagens direcionadas à mãe da vítima, inclusive um pedido para que a polícia não fosse acionada. A investigação apura em quais circunstâncias o texto foi produzido.

O caso provocou forte repercussão no Distrito Federal e em Goiás pela violência relatada pela vítima e pelo planejamento atribuído ao suspeito. As investigações continuam para esclarecer todos os crimes cometidos durante o período de cárcere e reunir provas para responsabilização criminal.

Datafolha aponta empate técnico entre Celina Leão e Arruda na disputa pelo Governo do DF

Da Redação

Governadora aparece com 30% das intenções de voto, enquanto José Roberto Arruda registra 28%; diferença está dentro da margem de erro

A corrida pelo Governo do Distrito Federal começa a campanha eleitoral de 2026 em cenário de forte equilíbrio. Pesquisa Datafolha mostra a governadora Celina Leão (PP) com 30% das intenções de voto, enquanto o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) aparece com 28%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de três pontos percentuais.

Na sequência aparecem Leandro Grass (PT), com 11%, Paula Belmonte (PSDB), com 4%, e Ricardo Cappelli (PSB), com 3%. Os demais candidatos ficam entre zero e 2%. Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos concorrentes não são apresentados aos entrevistados, Celina lidera com 21%, contra 12% de Arruda.

O levantamento também mostra equilíbrio na rejeição. Celina registra 32%, enquanto Arruda aparece com 30%. A proximidade dos números indica que a campanha deverá ser marcada não apenas pela tentativa de conquistar novos eleitores, mas também pela necessidade de reduzir resistências entre parcelas do eleitorado.

Em relação à administração de Celina Leão, 24% classificam o governo como ótimo ou bom, 38% como regular e 32% como ruim ou péssimo. Em uma pergunta diferente, sobre aprovação do trabalho da governadora, 47% aprovam e 44% desaprovam.

O Datafolha ouviu 910 eleitores em 28 regiões administrativas do Distrito Federal entre os dias 18 e 21 de agosto. Com a campanha oficialmente nas ruas, Celina e Arruda iniciam uma disputa que, pelos primeiros números, tende a ser uma das mais acirradas entre as eleições estaduais de 2026.

Dino declara nulas emendas indicadas por presidentes de partidos e amplia cerco sobre recursos

Ministro do STF determina que dirigentes sem mandato não podem indicar recursos do Orçamento e manda Congresso orientar setores responsáveis pelas emendas

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que sejam consideradas nulas as indicações de emendas parlamentares feitas por presidentes de partidos, ex-parlamentares ou outras pessoas sem mandato no Congresso Nacional. A decisão foi tomada neste domingo (23) e amplia o controle sobre a destinação dos recursos do Orçamento.

A medida foi adotada após questionamentos sobre a participação de dirigentes partidários na definição de emendas. O STF havia solicitado que partidos com representação no Congresso explicassem se presidentes das legendas possuíam algum tipo de cota ou participação direta na distribuição desses recursos.

O caso ganhou força depois de investigações envolvendo o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Segundo as apurações mencionadas na decisão, os dois teriam participado de indicações de recursos mesmo sem exercer mandato parlamentar. A investigação ainda está em andamento.

Dino determinou ainda que as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado comuniquem aos setores técnicos que dirigentes partidários sem mandato não possuem competência constitucional para apresentar ou direcionar emendas parlamentares. Atos que identifiquem essas pessoas como responsáveis pela indicação deverão ser desconsiderados.

A decisão acrescenta mais um capítulo à longa disputa envolvendo transparência e rastreabilidade das emendas. O Supremo vem cobrando mecanismos que permitam identificar quem indicou os recursos, para onde foram destinados e quem será responsável pela execução do dinheiro público.

Datafolha: metade dos brasileiros vê risco de interferência estrangeira nas eleições de 2026

Pesquisa mostra que 50% enxergam possibilidade de influência externa no processo eleitoral brasileiro; 43% descartam hipótese

A possibilidade de interferência estrangeira nas eleições brasileiras entrou definitivamente no debate eleitoral de 2026. Pesquisa Datafolha mostra que 50% dos brasileiros acreditam existir possibilidade de interferência externa no processo eleitoral, enquanto 43% não consideram essa hipótese provável. Outros 8% não souberam responder.

Entre os entrevistados que admitem a possibilidade de interferência, 32% consideram que uma eventual atuação estrangeira seria um problema para o país. Outros 18% afirmam enxergar a possibilidade de influência externa, mas não necessariamente como algo negativo.

O levantamento também identificou diferenças conforme a preferência presidencial. Entre eleitores de Lula, 36% consideram problemática uma eventual interferência estrangeira. No grupo de eleitores de Flávio Bolsonaro, esse percentual é de 24%.

A discussão ocorre em meio ao aumento das tensões diplomáticas envolvendo o Brasil, especialmente nas relações com os Estados Unidos. Medidas adotadas pelo governo norte-americano e manifestações de autoridades estrangeiras sobre a política brasileira ajudaram a colocar a questão da soberania eleitoral no centro das discussões da campanha.

O Datafolha ouviu 2.058 eleitores entre 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento é um dos primeiros retratos do eleitorado após o registro oficial das candidaturas.

Caiado usa debate presidencial para destacar segurança em Goiás e atacar Lula e Flávio

Da Redação

Candidato do PSD tenta ampliar projeção nacional e transforma resultados de sua gestão em Goiás em vitrine eleitoral

Ronaldo Caiado (PSD) utilizou o primeiro debate presidencial de 2026 para reforçar uma das principais bandeiras de sua campanha: a segurança pública. Diante das ausências de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), o ex-governador de Goiás ganhou mais espaço para apresentar sua trajetória administrativa e confrontar os adversários.

Ao longo do programa promovido pela Band neste domingo (23), Caiado apresentou números e resultados de sua passagem pelo Governo de Goiás, principalmente nas áreas de segurança pública, educação e equilíbrio das contas estaduais. A estratégia foi utilizar o estado como exemplo do modelo administrativo que pretende levar ao governo federal.

O candidato também elevou o tom contra Lula e Flávio Bolsonaro. Ao comentar a ausência dos dois, chamou os adversários de “fujões” e buscou explorar politicamente as cadeiras vazias. A participação no debate permitiu que Caiado direcionasse críticas aos candidatos que aparecem à frente nas pesquisas sem precisar enfrentá-los diretamente.

Segurança pública foi um dos principais pontos da participação do candidato. Caiado buscou vincular sua imagem ao combate ao crime organizado e apresentou sua experiência em Goiás como credencial para comandar políticas nacionais na área. O tema deverá permanecer entre os principais eixos de sua candidatura ao Planalto.

Com Lula e Flávio polarizando parte significativa da corrida eleitoral, o desafio de Caiado passa agora por transformar exposição nacional em crescimento nas pesquisas. O debate representou uma das primeiras oportunidades da campanha oficial para apresentar seu projeto diretamente ao eleitorado de outros estados.