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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Governo de Goiás abre inscrições para curso de transformação digital voltado a servidores municipais

Curso gratuito aborda uso de dados, inteligência artificial e inovação na gestão pública; inscrições podem ser feitas até 6 de setembro

Servidores públicos municipais de Goiás podem se inscrever, até 6 de setembro, para uma das 110 vagas do Projeto Educacional em Transformação Digital. A formação gratuita terá carga horária de 36 horas e abordará uso estratégico de dados, inteligência artificial generativa, liderança, inovação e melhoria de serviços públicos. A iniciativa é da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), dentro do Programa e-Goiás – Transformação Digital dos Municípios, e executada pelo Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR).

O curso terá duração de dois meses, em formato híbrido. A abertura será presencial, em 22 de setembro, no Hub Goiás, em Goiânia, com seis horas de atividades. Os quatro ciclos seguintes serão realizados de forma on-line e síncrona, entre setembro e novembro, com encontros formativos e tutorias coletivas. A programação inclui conteúdos sobre liderança e transformação digital, gestão orientada por dados, inteligência artificial generativa e aplicação de ferramentas digitais na administração pública.

Estudos de caso, exercícios e desafios relacionados à rotina dos municípios também integram as atividades, combinando conteúdos teóricos e práticos. Entre os objetivos da formação estão ampliar o uso de dados na tomada de decisões, apresentar possibilidades e limitações da inteligência artificial no setor público e preparar os participantes para identificar oportunidades de aplicação de soluções digitais nos órgãos municipais.

Quem pode participar
As vagas são destinadas a servidores com vínculo ativo em órgãos ou entidades da administração pública de municípios integrantes da Rede Estadual de Transformação Digital dos Municípios Goianos. Para concorrer, é necessário preencher o formulário eletrônico e apresentar a documentação prevista no edital, incluindo comprovante de vínculo com a administração municipal e Carta de Anuência da Chefia Imediata.

O resultado preliminar da seleção será divulgado em 10 de setembro e o resultado final, no dia 15. Os selecionados deverão confirmar a participação até 16 de setembro. A participação gera certificado para aqueles que tiverem frequência mínima de 75% e aproveitamento de pelo menos 70% nas atividades.

Serviço
Assunto: Projeto Educacional em Transformação Digital
Vagas: 110
Inscrições: até 6 de setembro de 2026
Edital e inscrições: https://www.cesar.school/projeto-educacional-transformacao-digital/
Carga horária: 36 horas
Formato: híbrido
Abertura presencial: 22 de setembro de 2026
Local: Hub Goiás – Rua 261, nº 384, Setor Leste Universitário, Goiânia (GO)

Fotos: Divulgação

Legenda: Governo de Goiás oferece curso gratuito para servidores municipais aprenderem sobre IA e gestão orientada por dados no âmbito da administração pública

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – Governo de Goiás

Fraga defende mais policiais nas ruas com apoio administrativo às corporações

Deputado federal Alberto Fraga ressalta que a prestação voluntária de serviços administrativos permitiu melhor aproveitamento dos profissionais da segurança pública

O deputado federal Alberto Fraga destaca a importância da Lei nº 10.029/2000, que estabeleceu normas para a prestação voluntária de serviços administrativos e auxiliares de saúde e defesa civil nas polícias militares e nos corpos de bombeiros militares.

A legislação permitiu que estados e o Distrito Federal criassem um serviço voluntário com duração de um ano, prorrogável por igual período. Os voluntários podem atuar em funções de apoio, sem exercer poder de polícia e sem substituir os profissionais efetivos das corporações.

Para Fraga, a medida contribuiu para que policiais militares e bombeiros fossem direcionados prioritariamente às atividades operacionais. Com profissionais de apoio nos setores administrativos, as corporações passaram a ter melhores condições de ampliar o atendimento à população.

“Quando liberamos o policial das tarefas burocráticas e permitimos que ele retorne ao trabalho operacional, fortalecemos a presença do Estado nas ruas e melhoramos a segurança da população”, afirma Alberto Fraga.

A lei não criou vínculo empregatício para os voluntários nem autorizou sua participação em ações exclusivamente policiais. Segundo Fraga, o modelo deve ser aplicado com responsabilidade, fiscalização e respeito às atribuições de cada profissional.

Joscilene do Mangão faz lançamento histórico e reúne lideranças em Novo Gama

Evento marcou o início da caminhada da candidata rumo à Assembleia Legislativa de Goiás

A candidatura de Joscilene do Mangão à Assembleia Legislativa de Goiás ganhou oficialmente as ruas de Novo Gama na noite do último sábado (29). Em frente à rodoviária, a candidata reuniu aliados, amigos, apoiadores e lideranças políticas para apresentar seu projeto eleitoral e dar início a uma campanha que terá entre as principais bandeiras a representação do Entorno do Distrito Federal.

O lançamento contou com a presença do governador Daniel Vilela e das deputadas federais Magda Moffato e Lêda Borges. O prefeito Carlinhos do Mangão também participou do ato, que reuniu moradores e lideranças do município.

Joscilene chegou ao evento cercada por apoiadores e, durante o discurso, falou sobre a decisão de disputar uma vaga na Alego e sobre os desafios que terá pela frente. Sem esconder o tamanho da responsabilidade, ela afirmou que pretende construir a campanha próxima da população.

“Eu sei que, a partir de agora, os desafios serão ainda maiores, mas é justamente por isso que estou pronta. Vou seguir de cabeça erguida, ouvindo as pessoas e trabalhando para levar as necessidades da nossa região para dentro da Assembleia. Uma coisa eu posso garantir: eu não vou parar”, afirmou.

A candidata também destacou o conhecimento sobre a realidade do Entorno como um dos pilares de sua candidatura. Para Joscilene, os municípios da região precisam de uma representação política que conheça de perto as dificuldades enfrentadas diariamente pela população.

“Não adianta falar sobre o Entorno sem conhecer a realidade de quem mora aqui. Nós sabemos o que as pessoas enfrentam, conhecemos as dificuldades e também sabemos o potencial que essa região tem. É isso que eu quero levar para a Assembleia: uma representação próxima da população e comprometida com resultados”, disse.

No palanque, Daniel Vilela destacou a candidatura e afirmou que Joscilene tem condições de representar Novo Gama e os demais municípios da região no Legislativo estadual. O governador lembrou a atuação dela ao lado de Carlinhos do Mangão e ressaltou a relação construída com a população.

“Ela conhece Novo Gama, conhece as pessoas e sabe quais são os problemas que precisam ser enfrentados. É uma mulher determinada e preparada para assumir essa responsabilidade e levar a voz do Entorno para a Assembleia”, declarou.

Daniel também aproveitou o lançamento para tratar de uma questão que há anos pesa na rotina dos moradores da região: o transporte coletivo entre Goiás e o Distrito Federal. O governador defendeu a criação de um consórcio entre os dois governos para buscar uma solução conjunta para o sistema.

A presença de Magda Moffato e Lêda Borges reforçou o peso político do encontro. As deputadas federais se juntaram ao grupo de lideranças que foi a Novo Gama demonstrar apoio à candidatura.

Carlinhos do Mangão também discursou e reafirmou o apoio à candidatura. O prefeito defendeu a continuidade da parceria com o governo estadual e destacou a importância de Novo Gama contar com uma representante na Alego.

Além das lideranças políticas, amigos e apoiadores tiveram papel importante na noite. Pessoas próximas à candidata acompanharam o lançamento e fizeram do evento um momento de celebração pelo início de uma nova etapa em sua trajetória.

Em meio às manifestações de apoio, Joscilene agradeceu a presença de quem esteve no local e falou sobre a responsabilidade de corresponder à confiança recebida.

“Eu não tenho como olhar para tudo isso e não sentir uma responsabilidade enorme. Cada pessoa que veio aqui representa uma confiança que eu preciso honrar. Vou levar isso comigo durante toda essa caminhada e trabalhar ainda mais para mostrar que valeu a pena acreditar nesse projeto”, afirmou.

O lançamento terminou com a candidata reforçando a disposição para a disputa. Joscilene afirmou que pretende manter o diálogo com a população e ampliar a presença da campanha em Novo Gama e nas demais cidades do Entorno.

“Eu estou pronta. Sei que teremos dias difíceis e que vamos enfrentar muitos desafios, mas não vou recuar. Vou continuar caminhando, ouvindo e trabalhando. Essa é só a largada. Eu não vou parar”, finalizou.

Com o lançamento, a candidata inicia uma nova fase de sua trajetória política e passa a percorrer oficialmente o caminho rumo à Alego, apostando na mobilização construída em Novo Gama e na ampliação de sua atuação em defesa das demandas do Entorno.

Por: Joyce Coelho

Goiás amplia prazo para empresas se adequarem à integração dos meios de pagamento

Medida vincula pagamentos eletrônicos ao documento fiscal; prorrogação para empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões vai até 1º de novembro

A Secretaria da Economia prorrogou para 1º de novembro de 2026 o prazo para que empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões passem a integrar os pagamentos realizados por meios eletrônicos à emissão do documento fiscal correspondente. A exigência, que entraria em vigor em 1º de setembro, foi adiada em dois meses para permitir que as empresas concluam as adequações necessárias em seus sistemas.

A mudança foi estabelecida por meio de Instrução Normativa e também altera a última etapa do cronograma. Para as empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil, o início da obrigatoriedade passou de 1º de dezembro de 2026 para 1º de fevereiro de 2027.

A integração permite que a transação realizada por cartão, Pix ou outro meio de pagamento eletrônico fique vinculada ao documento fiscal emitido na mesma operação. Na prática, o pagamento e a emissão do documento fiscal passam a estar conectados, reduzindo a necessidade de procedimentos manuais.

A implantação ocorre de forma gradual em Goiás. A primeira etapa começou em novembro de 2025 e alcançou supermercados e hipermercados, postos de combustíveis e farmácias com faturamento anual superior a R$ 4,8 milhões. Desde então, a exigência vem sendo ampliada para empresas de outras atividades e faixas de faturamento.

Entre os benefícios para os estabelecimentos estão a maior agilidade no atendimento e no fechamento das vendas, a redução de erros provocados pela digitação manual de valores e a facilidade na conciliação bancária, já que o pagamento fica vinculado ao respectivo documento fiscal.

A medida também contribui para reduzir divergências entre as informações de vendas, os registros bancários e as declarações de impostos, dando mais segurança aos contribuintes e evitando problemas decorrentes do descumprimento das obrigações fiscais. Para o consumidor, a integração facilita a comprovação da compra, o que pode ser útil em situações como trocas, acionamento de garantia ou contratação de seguros.

Foto: Economia

Legenda: Integração entre meios de pagamento e documento fiscal está sendo implantada de forma gradual em Goiás

Secretaria de Economia – Governo de Goiás

Joscilene do Mangão reúne forças políticas para lançamento de candidatura em Novo Gama

Evento terá Daniel Vilela, Magda Mofatto e Lêda Borges e marca largada da campanha para deputada estadual

O cenário político de Novo Gama ganha um novo capítulo neste sábado (29). A partir das 19h, Joscilene do Mangão reúne apoiadores, lideranças políticas e moradores da cidade e da região para apresentar oficialmente sua candidatura a deputada estadual. O encontro será realizado na Avenida Central, próximo à rodoviária, e marca o início de uma caminhada que pretende levar o nome da candidata para além das fronteiras do município.

O lançamento terá a presença anunciada de três nomes de destaque da política goiana: o governador Daniel Vilela, a deputada federal Magda Mofatto e a deputada federal Lêda Borges. A participação das lideranças amplia a repercussão do evento no entorno e reforça a articulação construída em torno do projeto político de Joscilene.

A candidata disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás com o número 36.222. A partir do lançamento, a estratégia é ampliar a mobilização em Novo Gama e conquistar
espaço entre os eleitores de toda a região.

Para Joscilene, o momento representa mais do que a abertura oficial de uma campanha. É a apresentação de um projeto político diante de uma população com a qual mantém uma relação direta e que será fundamental para os próximos passos da disputa. A escolha de Novo Gama como palco da largada reforça justamente essa conexão.

O município, que integra a região do Entorno do Distrito Federal, tem relevância no cenário eleitoral de Goiás. É nesse contexto que Joscilene pretende consolidar sua base e transformar a mobilização construída localmente em uma candidatura competitiva para a Assembleia Legislativa.

Nas redes sociais, a candidata vem convocando apoiadores para o encontro e destacando a importância da participação popular. A expectativa é de que a Avenida Central concentre, durante a noite, aliados, amigos e moradores interessados em acompanhar de perto o início oficial da caminhada eleitoral.

Com a presença anunciada de Daniel Vilela, Magda Mofatto e Lêda Borges, o lançamento também ganha contornos de articulação política. A reunião de diferentes lideranças em torno do mesmo palanque deve ser um dos pontos de destaque da noite e sinaliza a disposição de Joscilene de ampliar alianças e fortalecer seu nome na disputa.

A partir deste sábado, com o número 36.222, Joscilene do Mangão coloca oficialmente sua candidatura nas ruas. E faz isso começando por onde construiu sua base política: Novo Gama.

Setor de serviços de Goiás lidera no Centro-Oeste com mais de 62 mil empresas

Estado também registrou salários acima da média nacional nas atividades culturais, esportivas e de serviços pessoais

Goiás registrou 62,4 mil empresas de serviços em 2024, o maior número do Centro-Oeste, superando, de forma isolada, a soma de todos os negócios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de estar à frente do Distrito Federal. O estado também é o principal gerador de empregos da região no setor, com 451,2 mil pessoas ocupadas, o que significa que um em cada três trabalhadores da área em todo o Centro-Oeste atua em solo goiano. Os dados integram a Pesquisa Anual de Serviços (PAS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (27/8).

Nacionalmente, Goiás ocupa a 8ª posição em número de empresas; a 9ª em receita bruta, movimentando R$ 84,9 bilhões no ano; e a 10ª em pessoal ocupado. A força do setor também se reflete na injeção de R$ 13,8 bilhões na economia estadual por meio do pagamento de salários e remunerações. Internamente, o segmento de serviços profissionais e administrativos desponta como o maior motor de empregos do estado, reunindo 26,6 mil empresas e 199,1 mil trabalhadores.

O segmento de transportes e logística figurou como o principal motor financeiro, gerando R$ 27 bilhões em receita, alavancado fortemente pelo transporte rodoviário. Além disso, o estado registrou salários acima da média nacional nas atividades culturais, esportivas e de serviços pessoais, com destaque também para os altos rendimentos médios pagos pelos setores de informação, comunicação, correios e entregas.

A Pesquisa Anual de Serviços (PAS) é um levantamento do IBGE que investiga a estrutura do segmento empresarial não financeiro no país e fornece informações essenciais para a análise da evolução do setor.

Foto: Secom

Legenda: Segmento de transportes e logística figurou como o principal motor financeiro, gerando R$ 27 bilhões em receita

Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços – Governo de Goiás

Abate de frango em Goiás cresce 7,1%, mostra IBGE

Número de cabeças abatidas, entre janeiro e março de 2026, chega a 135,6 milhões. Peso total das carcaças também registra aumento de 10,5%

O abate de frangos em Goiás cresceu 7,1%, de janeiro a março de 2026, em comparação ao mesmo período de 2025. Segundo dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior aumento registrado entre os principais estados produtores de carne de frango.

Ao todo, Goiás abateu 135,6 milhões de cabeças e se manteve no 5º lugar no ranking nacional, com 7,9% do plantel nacional. O peso total de carcaça de aves chegou a 309,3 mil toneladas no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 10,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a 83ª edição do Agro em Dados, publicada em agosto pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), Goiás exportou 181,9 mil toneladas de carne de frango para 95 países entre janeiro e julho de 2026. Os números revelam um crescimento de 18,2% em volume exportado em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Nos primeiros sete meses deste ano, as exportações registraram um faturamento de US$ 370,5 milhões, o que corresponde a um crescimento de 23,3% em comparação a 2025. Entre os países que mais consumiram o produto goiano estão a China (+95,5%), o Japão (+23,2%) e os Emirados Árabes Unidos (+10,3%).

Fotos: Seapa

Legenda: Abate de frangos em Goiás cresce 7,1% de janeiro a março de 2026

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Candidato a deputado estadual representando Valparaíso, Pábio Mossoró chega à disputa com ficha limpa e sem nenhum processo de improbidade

Ex-prefeito por dois mandatos consecutivos, ex-vereador e ex-secretário de Estado do Entorno, Pábio aposta na experiência administrativa e no conhecimento da realidade da região para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás

Pábio Mossoró (MDB), candidato a deputado estadual representando Valparaíso de Goiás e toda a região do Entorno do Distrito Federal, entra na disputa eleitoral com um histórico que tem sido destacado por apoiadores e lideranças da região: a ficha limpa e a ausência de processos de improbidade administrativa ao longo de sua trajetória na vida pública.

Com experiência acumulada em diferentes funções, Pábio construiu sua carreira política em Valparaíso de Goiás, município considerado um dos mais importantes do Entorno. Antes de chegar ao Executivo municipal, atuou como vereador e participou ativamente das discussões que envolvem o crescimento urbano, a mobilidade, a geração de empregos e a melhoria dos serviços públicos para a população.

Sua trajetória ganhou ainda mais destaque ao assumir a Prefeitura de Valparaíso, cargo que ocupou por dois mandatos consecutivos. Durante oito anos à frente da administração municipal, esteve à frente de projetos voltados para a modernização da cidade, ampliação de obras de infraestrutura, fortalecimento da rede pública de saúde, investimentos na educação e melhorias na mobilidade urbana.

Ao longo de sua gestão, Valparaíso passou por um período de expansão populacional e aumento da demanda por serviços públicos, exigindo planejamento e capacidade administrativa para atender uma população cada vez maior. Nesse cenário, a articulação institucional com os governos estadual e federal tornou-se uma das marcas de sua administração, permitindo a viabilização de investimentos e parcerias para o município.

Após concluir o mandato como prefeito, Pábio também assumiu a função de secretário de Estado do Entorno do Distrito Federal, ampliando sua atuação para além dos limites de Valparaíso. No cargo, participou de debates e ações voltadas ao desenvolvimento regional, acompanhando de perto desafios enfrentados por cidades que compartilham problemas históricos relacionados à mobilidade, segurança pública, saúde, infraestrutura e geração de oportunidades.

A experiência acumulada ao longo dos anos é apontada por aliados como um dos principais diferenciais de sua candidatura. Conhecedor da realidade do Entorno, Pábio defende a necessidade de ampliar a presença política da região nos espaços de decisão do Estado, fortalecendo a representatividade dos municípios que concentram uma parcela significativa da população goiana.

Outro aspecto frequentemente destacado por sua campanha é a regularidade de sua trajetória administrativa. Mesmo tendo ocupado cargos de grande responsabilidade e comandado uma das maiores cidades do Entorno por dois mandatos, Pábio Mossoró chega à disputa eleitoral sem registros de processos de improbidade administrativa, mantendo sua condição de ficha limpa.

A candidatura também é apresentada como uma oportunidade de levar para a Assembleia Legislativa a experiência de quem conhece de perto os desafios enfrentados pelos municípios da região. Entre as bandeiras defendidas pelo candidato estão o fortalecimento da infraestrutura urbana, a ampliação dos investimentos em saúde e educação, a atração de novas oportunidades de emprego e renda e a busca por mais recursos estaduais para os municípios do Entorno.

Com uma trajetória construída na política municipal e estadual, Pábio Mossoró inicia a caminhada rumo à Assembleia Legislativa de Goiás defendendo a experiência administrativa, a responsabilidade na gestão pública e o compromisso de ampliar a voz de Valparaíso e do Entorno nas decisões que impactam diretamente a vida da população goiana.

Por que não decidir a eleição presidencial no primeiro turno?

A eleição de 2026 poderá repetir a polarização dos últimos anos ou transformar o primeiro turno em uma decisão sobre o futuro imediato do Brasil

Por Nilson Hashizumi

A campanha presidencial começou oficialmente com 13 chapas registradas, mas as pesquisas indicam que a disputa real continua concentrada em apenas duas candidaturas: a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e a do senador Flávio Bolsonaro, do PL.

Os dois representam campos políticos bastante conhecidos do eleitorado. De um lado, Lula lidera uma frente progressista e democrática formada durante seu atual governo. Do outro, Flávio Bolsonaro procura preservar o capital político, eleitoral e emocional constituído em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Pode-se gostar ou não dessa configuração. Pode-se lamentar a chamada polarização. Pode-se desejar uma terceira via, um nome novo ou uma alternativa que supostamente consiga escapar dos conflitos dos últimos anos. O problema é que eleições não são decididas pelos desejos dos comentaristas, pelas articulações partidárias nem pelas expectativas dos candidatos. São decididas pelo voto.

E, até agora, as eleitoras e os eleitores brasileiros parecem ter feito uma escolha bastante objetiva: querem decidir entre Lula e o representante do bolsonarismo.

O Datafolha divulgado em 21 de agosto mostrou Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Muito atrás aparecem Ronaldo Caiado, com 5%; Renan Santos, com 4%; Romeu Zema, com 3%; Augusto Cury e Pablo Marçal, ambos com 2%. As demais candidaturas oscilam entre 0% e 1%. A pesquisa ouviu 2.058 pessoas em 128 municípios e possui margem de erro de dois pontos percentuais. [Os resultados completos foram publicados pela Folha de S.Paulo] (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/08/datafolha-lula-marca-39-no-1o-turno-e-flavio-bolsonaro-tem-33.shtml).

Mais do que uma fotografia isolada, esses números confirmam uma tendência observada há meses: a baixíssima mobilidade do segundo pelotão.

Nenhuma das candidaturas apresentadas como alternativa conseguiu, até agora, romper a barreira que separa os dois líderes dos demais concorrentes. Há uma eleição formalmente disputada por 13 chapas, mas existe outra eleição — aquela percebida concretamente pelo eleitorado — que permanece concentrada em dois projetos políticos.

O debate dos ausentes

O primeiro debate presidencial, realizado no domingo, 23 de agosto, pela Band, em parceria com Estadão, TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan, talvez tenha oferecido a representação mais evidente dessa realidade.

Foram convidados Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Augusto Cury. Apenas três compareceram: Caiado, Renan e Cury. Foi o debate inaugural com o menor número de participantes desde a eleição de 1989. [A ausência dos principais candidatos e o esvaziamento do encontro foram registrados pela imprensa](https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/08/sem-lula-flavio-e-zema-eleicao-presidencial-tera-debate-de-estreia-com-menor-quorum-desde-1989.shtml).

Romeu Zema desistiu de participar no último momento. Sua ausência provocou especulações sobre as dificuldades e até sobre a continuidade de uma candidatura que ainda não encontrou seu espaço na disputa nacional.

Augusto Cury também chegou a considerar a desistência quando já estava no local. Pouco depois, desistiu de desistir e entrou no estúdio. O episódio, curioso por si mesmo, acabou simbolizando a insegurança das candidaturas que tentam ocupar um espaço eleitoral aparentemente muito menor do que imaginavam.

O debate serviu menos para alterar a correlação de forças e mais para apresentar as intenções futuras de seus participantes.

Renan Santos utilizou o encontro para marcar posição. Seu discurso agressivo, carregado de provocações e frases destinadas às redes sociais, parece menos orientado por uma expectativa real de vitória em 2026 e mais pela tentativa de construir uma candidatura competitiva para 2030. Aos 4%, Renan precisa sobreviver politicamente a esta eleição antes de pensar seriamente na próxima.

Augusto Cury procura ocupar o lugar do outsider. Apresenta-se como alguém que não pertence à política tradicional e tenta transferir para o ambiente eleitoral a popularidade conquistada como escritor. Entretanto, reconhecimento de nome e capacidade de vender livros não se transformam automaticamente em confiança para governar um país. Seus 2% demonstram que, por enquanto, a candidatura desperta curiosidade, mas não adesão significativa.

Romeu Zema deixou recentemente o governo de Minas Gerais e procura projetar nacionalmente a imagem de gestor pragmático. Seu discurso econômico possui identidade mais definida, mas suas formulações sobre educação, cultura, segurança pública e desigualdade ainda parecem insuficientes para um projeto nacional. Além disso, depois de dois mandatos à frente de um dos maiores estados do país, continua pouco conhecido por uma parcela expressiva da população.

Ronaldo Caiado é o mais experiente e o mais bem colocado entre eles. Deixou o governo de Goiás com índices elevados de aprovação e procura apresentar os resultados obtidos em seu estado como credencial para governar o Brasil. Entretanto, desempenho estadual não significa automaticamente viabilidade nacional. Caiado ainda enfrenta o mesmo obstáculo de Zema: é muito conhecido em seu território de origem, mas permanece distante do cotidiano de milhões de brasileiros.

Treze candidaturas, duas escolhas

A fragmentação das candidaturas não significa necessariamente diversidade política real.

Quando observamos os 13 nomes registrados, percebemos que várias candidaturas disputam parcelas semelhantes do eleitorado conservador, liberal ou antipetista. No campo progressista também existem candidaturas menores, embora o voto esteja muito mais concentrado em Lula.

Essa concentração é importante, mas ainda não garante uma vitória no primeiro turno.

Para ser eleito sem uma segunda votação, um candidato precisa alcançar mais da metade dos votos válidos. Lula aparece com 39% das intenções totais no Datafolha. Considerados os votos brancos, nulos e os indecisos, encontra-se mais próximo da maioria dos votos válidos do que o número bruto inicialmente sugere, mas ainda precisa crescer.

Portanto, vencer no primeiro turno não é uma realidade dada. É uma possibilidade política que precisaria ser construída.

Isso dependeria, principalmente, da concentração dos votos progressistas, da redução dos indecisos e da capacidade da campanha de dialogar com eleitores que rejeitam o bolsonarismo, mas ainda não decidiram apoiar Lula.

Também dependeria de uma pergunta muito objetiva: se o segundo turno tende a reproduzir exatamente a mesma disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, por que esperar mais quatro semanas para tomar uma decisão que já está colocada diante do país?

Segundo turno não é desperdício — mas pode ser dispensável

É preciso reconhecer que o segundo turno é uma conquista democrática. Sua realização jamais deve ser tratada simplesmente como desperdício. Ele existe para assegurar que o presidente seja escolhido pela maioria dos votos válidos quando nenhum candidato alcance essa maioria na primeira votação.

Mas a democracia também permite que a população encerre a eleição no primeiro turno.

Se a maioria já estiver convencida, não há obrigação política de prolongar uma disputa apenas para cumprir o roteiro imaginado pelos candidatos que não conseguiram se tornar competitivos.

Um segundo turno mobiliza novamente a Justiça Eleitoral, partidos, servidores, mesários, forças de segurança, imprensa e milhões de eleitoras e eleitores. Exige novos deslocamentos, amplia os gastos das campanhas e prolonga por quase um mês um ambiente de tensão política que afeta o funcionamento das instituições, da economia e da própria vida cotidiana.

Não é argumento suficiente para eliminar uma etapa prevista constitucionalmente. Mas é uma razão legítima para perguntar se essa etapa será realmente necessária.

Além disso, a experiência recente demonstra que as semanas adicionais de campanha nem sempre servem para aprofundar o debate sobre programas de governo. Muitas vezes, tornam-se território fértil para ataques pessoais, desinformação, manipulação emocional, notícias falsas e acirramento da hostilidade entre brasileiros.

Uma decisão sobre o futuro, não sobre o cansaço

A vitória de Lula no primeiro turno não deve ser defendida apenas porque as pessoas estão cansadas da polarização. Cansaço não constitui projeto de país.

Ela precisa ser sustentada por razões políticas concretas: a defesa da democracia, a continuidade dos programas sociais, a valorização do salário-mínimo, o combate à fome, a reconstrução das políticas públicas, a geração de empregos, a proteção do meio ambiente, o fortalecimento do SUS, a ampliação das oportunidades educacionais e a retomada do protagonismo internacional do Brasil.

É sobre esses temas que a campanha precisa conversar com a sociedade.

O argumento do primeiro turno somente será legítimo se estiver associado à defesa de um projeto capaz de melhorar a vida das pessoas. Não se trata de silenciar adversários, impedir debates ou diminuir a importância das demais candidaturas. Trata-se de reconhecer a vontade majoritária quando ela se manifestar.

O Datafolha mostra Lula vencendo Caiado por 47% a 40%, Zema por 48% a 38% e Renan Santos por 47% a 37% em eventuais segundos turnos. Contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece numericamente à frente, por 47% a 43%, embora o resultado configure empate técnico no limite da margem de erro. Os diferentes cenários foram divulgados em 21 de agosto (https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/08/21/datafolha-2-turno-lula-vence-caiado-por-47-a-40-zema-por-48-a-38-e-renan-por-47-a-37.htm).

Portanto, a vitória não está garantida. E justamente por não estar garantida, cada voto terá importância decisiva.

As candidaturas intermediárias ainda terão tempo para tentar demonstrar sua viabilidade. Precisarão, porém, apresentar algo mais consistente do que a promessa genérica de superar a polarização. Terão de convencer milhões de brasileiros de que representam um projeto melhor, mais seguro e mais realizável.

Até agora, não conseguiram.

Se a disputa final será entre Lula e Flávio Bolsonaro; se os demais candidatos continuam eleitoralmente estacionados; se o campo progressista reconhece em Lula a liderança capaz de derrotar o bolsonarismo; e se existe uma maioria disposta a preservar a democracia e avançar nas políticas sociais, então a pergunta precisa ser feita desde já:

Por que não decidir a eleição presidencial no primeiro turno?

Encerrar a eleição em 4 de outubro não significaria fugir do debate. Significaria transformar uma maioria potencial em uma decisão política clara.

A resposta não será dada pelas pesquisas, pelos institutos ou pelos analistas. Será dada por cada eleitora e cada eleitor diante da urna.

NILSON HASHIZUMI

Estrategista de marketing político e corporativo, jornalista, fotógrafo, gestor de cultura e preparador de candidatos, grupos e agremiações políticas, com MBA em Comunicação Governamental e Marketing Político. Cofundador da Alcateia Política, orientou, coordenou e defendeu candidatos majoritários em São Paulo e Pará e candidatos proporcionais em São Paulo e Minas Gerais. Orientado a resultados, trabalha com visão de processos na gestão da comunicação on e off-line para a construção de reputação, imagem e formação de opinião. Atuou por mais de 30 anos na iniciativa privada, organizações da sociedade civil e entidades de classe antes de atuar em favor de entes políticos. Associado ao CAMP.

Foto: Mariana Duarte Raphael
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Veterinária morre após ataque de cão no Senado Federal e Polícia Civil investiga o caso

Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, estava internada no Hospital de Base desde ataque ocorrido no canil da instituição

A médica-veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, morreu após permanecer quatro dias internada em consequência de um ataque sofrido dentro do canil do Senado Federal, em Brasília. A morte foi confirmada pela instituição no sábado (22).

O ataque aconteceu na terça-feira (18), quando Vitória trabalhava no Serviço de Cinotecnia da Casa. Ela foi mordida no pescoço por um cão da raça pastor-belga-malinois e sofreu ferimentos graves, além de uma parada cardiorrespiratória. Após os primeiros socorros, foi encaminhada ao Hospital de Base do Distrito Federal, onde passou por cirurgia.

Vitória havia atuado como estagiária no Senado entre 2022 e 2024 e posteriormente retornou como profissional terceirizada responsável pelos cuidados dos animais. O cão envolvido no ataque foi afastado das atividades operacionais e deverá passar por avaliações.

A Polícia Civil do Distrito Federal abriu investigação para esclarecer as circunstâncias da ocorrência. Peritos estiveram no canil e agentes realizaram diligências tanto no local do ataque quanto no hospital onde Vitória ficou internada.

O Senado lamentou a morte e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas da profissional. O Serviço de Cinotecnia da Casa funciona desde 2019 e utiliza cães treinados principalmente em atividades de patrulhamento, segurança e detecção de materiais ilícitos.