Início Site

Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Governo concede Ordem do Mérito Anhanguera a 220 homenageados

Solenidade integra programação dos 299 anos da cidade de Goiás e marca entrega da maior honraria do Estado

O Governo de Goiás homenageou 220 personalidades e instituições com a Comenda da Ordem do Mérito Anhanguera, na noite desta terça-feira (21/7), durante cerimônia realizada na cidade de Goiás. A mais alta honraria concedida pelo Estado reconhece pessoas e entidades que prestaram relevantes serviços e contribuíram para o desenvolvimento de Goiás.

Realizado em frente ao Museu das Bandeiras, no centro histórico, o evento integrou a programação das comemorações pelos 299 anos da cidade de Goiás e da tradicional transferência da capital para o município. É nesta data que, anualmente, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário passam a funcionar, de forma simbólica, na antiga Vila Boa.

O governador Daniel Vilela classificou a entrega da Comenda como um dos momentos mais simbólicos da programação. “Esta honraria representa o reconhecimento do povo goiano àqueles que, por meio do trabalho, da dedicação e do espírito público, prestaram relevantes serviços ao nosso estado. Ela reconhece trajetórias, valores e exemplos”, afirmou Daniel, que participou da cerimônia ao lado da primeira-dama Iara Vilela.

O prefeito da cidade de Goiás, Aderson Gouvea, ressaltou que a transferência da capital fortalece a história e o turismo do município. “Nessa transferência acontece também a entrega das comendas, quando o governo reconhece pessoas e entidades que contribuem com o Estado. É um momento em que muitas pessoas vêm para a cidade, conhecem Goiás e depois voltam”, afirmou.

Representando os condecorados, o ex-governador Ronaldo Caiado agradeceu a homenagem e destacou a importância das contribuições de diferentes gerações para a construção do Estado. “Cada um de nós construiu um pedaço da história de Goiás, mas não esquecemos aquilo que veio dos nossos antepassados. Temos a oportunidade de resgatar essa história”, ressaltou.

Alta honraria
Criada pelo Decreto nº 479, de 24 de junho de 1975, a Ordem do Mérito Anhanguera é a mais alta honraria concedida pelo Estado de Goiás. A comenda destina-se a agraciar pessoas físicas e corporações militares, nacionais ou estrangeiras, bem como suas bandeiras e estandartes, pelos relevantes serviços, ações ou méritos excepcionais prestados em favor de Goiás.

A Ordem é concedida nos graus Grã-Cruz, Grande-Oficial e Comendador. Nesta edição, foram homenageadas 220 personalidades e instituições, entre elas cerca de 40 prefeitos, secretários de Estado e os embaixadores da Bélgica, Indonésia, Irlanda, Japão, Jordânia, Malta e Quênia. Como Grão-Mestre da Ordem do Mérito Anhanguera, compete ao governador do Estado realizar as nomeações, promoções e exclusões dos membros da condecoração.

Também agraciada com a Comenda, a presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), desembargadora Elizabeth Maria da Silva, falou em nome das homenageadas e afirmou que, além de simbolizar o reconhecimento às trajetórias dos condecorados, a ação reforça a responsabilidade de seguir servindo à sociedade goiana. “Nenhuma medalha pesa tanto quanto a responsabilidade de merecê-la todos os dias depois de recebida”, frisou.

Fotos: Secom

Legenda: Ordem do Mérito Anhanguera homenageia 220 personalidades e instituições durante a transferência simbólica da capital

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Governo de Goiás divulga edital para seleção de apresentações artísticas do Canto da Primavera 2026

Inscrições podem ser feitas até 5 de agosto, exclusivamente pela internet; festival será de 8 a 13 de setembro em Pirenópolis

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), publicou o edital de seleção de apresentações artísticas e culturais para compor a programação da 25ª edição do Canto da Primavera 2026 – Mostra Nacional de Música, que será realizada entre os dias 8 e 13 de setembro, em Pirenópolis. As inscrições podem ser realizadas até o dia 5 de agosto de 2026, exclusivamente pela plataforma Plateia Editais ou pelo site oficial do festival.

O chamamento público é destinado a artistas, grupos, companhias e coletivos culturais interessados em participar da programação do evento. O edital contempla propostas de diferentes linguagens artísticas. A iniciativa busca selecionar atrações que dialoguem com a proposta do festival, promovendo o intercâmbio entre artistas e público, além de fortalecer a cadeia produtiva da cultura em Goiás.

As vagas para as atrações musicais estão divididas entre artistas locais, residentes em Pirenópolis, e artistas de outros municípios goianos. Para a categoria local, estão previstas nove apresentações, distribuídas em cinco categorias. Já para a categoria regional, são oferecidas 34 vagas, organizadas em seis modalidades.

O edital completo, com informações sobre requisitos, documentação, cronograma e critérios de seleção, está disponível em: https://cantodaprimavera.cultura.go.gov.br/. O Festival Canto da Primavera conta ainda com parceria da Universidade Federal de Goiás (UFG), tendo como interveniente a Fundação Rádio e Televisão Educativa e Cultural (Fundação RTVE), com apoio da Prefeitura de Pirenópolis.

Fotos: Secult

Legenda: Canto da Primavera 2026 – Mostra Nacional de Música será realizado entre os dias 8 e 13 de setembro, em Pirenópolis

Secretaria da Cultura – Governo de Goiás

Calendário oficial do DF ganha quatro novas datas comemorativas

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Entraram para a agenda os dias do Profissional da Música; do Gengibre; do Psicopedagogo; e de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

O Dia do Profissional da Música está entre as novas celebrações e será lembrado anualmente em 1º de novembro

O calendário oficial de eventos do Distrito Federal passou a reservar espaço para quatro novas datas comemorativas, instituídas por leis sancionadas ao longo de junho. As medidas dão visibilidade a categorias profissionais, tradições culturais e atividades ligadas ao campo, ampliando o repertório de celebrações reconhecidas oficialmente no DF.

Uma delas é o Dia do Profissional da Música, criado pela Lei nº 7.905, de 11 de junho de 2026, e marcado para 1º de novembro. A iniciativa nasceu do Projeto de Lei nº 780/2023, apresentado pelo deputado Gabriel Magno (PT), com o propósito de destacar a importância desses profissionais na formação cultural e cidadã da população. A norma também abre espaço para que, na semana da comemoração, sejam promovidas atividades sobre história, cultura, teoria e prática musical, além de homenagens a artistas e bandas locais.

Na mesma data, foi publicada a Lei nº 7.906, que instituiu o Dia do Gengibre, celebrado em 15 de maio. Proposta pelo deputado Roosevelt Vilela (PL) no Projeto de Lei nº 2.180/2025, a medida busca fortalecer a produção agrícola local, a agricultura familiar, a gastronomia regional e o desenvolvimento rural sustentável. A escolha do dia não foi por acaso: coincide com o aniversário da Feira do Produtor de Vargem Bonita, na Região Administrativa do Park Way. A legislação ainda autoriza o Poder Executivo a apoiar ações educativas, técnicas, culturais e gastronômicas ligadas à cadeia produtiva do gengibre.

Também em 11 de junho, a Lei nº 7.907 instituiu o Dia do Psicopedagogo, a ser celebrado todos os anos em 12 de novembro. A proposta partiu do Projeto de Lei nº 1.334/2024, de autoria da deputada Doutora Jane (Republicanos), e reconhece o papel desses profissionais no diagnóstico e no tratamento das dificuldades de aprendizagem, além de sua contribuição para uma educação mais inclusiva.

Fechando o conjunto de novas datas, a Lei nº 7.915, publicada em 30 de junho, incluiu no calendário oficial o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas no Distrito Federal, comemorado em 10 de junho. A norma surgiu do Projeto de Lei nº 1.910/2025, apresentado pelo deputado Wellington Luiz (MDB), e valoriza a presença histórica, cultural e social da comunidade portuguesa no DF. Também reforça os laços construídos entre Brasil e Portugal e a difusão da língua portuguesa.

Por que campanhas “caras” muitas vezes perdem

O dinheiro amplifica a estratégia que existe. Quando não existe nenhuma, ele amplifica o vazio.

Todo mundo que acompanha política conhece essa cena. A campanha tinha o maior fundo eleitoral. Mais santinhos, mais carros adesivados, mais impulsionamento, mais cabos eleitorais, mais tempo de rádio/tv. O comitê era o maior, a estrutura era a mais profissional, os eventos eram os mais cheios. E perdeu.

No dia seguinte, a explicação da equipe derrotada nunca é “erramos a estratégia”. É sempre outra coisa: faltou tempo, a máquina jogou contra, o eleitor não entendeu, a pesquisa enganou, foi falha do marketing. A derrota tem mil pais diferentes, talvez menos o verdadeiro.

O dado que incomoda

Se dinheiro garantisse eleição, 2024 não teria acontecido do jeito que aconteceu.

Em São Paulo, Guilherme Boulos comandou a campanha mais cara da disputa, com R$ 46,1 milhões em gastos declarados ao TSE, contra R$ 29,6 milhões de Ricardo Nunes. Foi também o candidato que mais investiu em impulsionamento de redes sociais no Brasil inteiro, R$ 8,8 milhões. Perdeu. Na mesma cidade, Pablo Marçal gastou R$ 4,9 milhões, praticamente sem acesso ao fundo eleitoral, e ficou a cerca de um ponto percentual de seguir para o segundo turno.

No Rio de Janeiro, Alexandre Ramagem foi, entre os deputados federais derrotados, o que mais gastou no país: R$ 21,8 milhões. Não chegou perto. Tabata Amaral investiu R$ 14,3 milhões em São Paulo e terminou fora do segundo turno. Beto Pereira gastou R$ 8,9 milhões em Campo Grande e não levou. Em Fortaleza, o prefeito José Sarto foi um dos maiores gastadores em impulsionamento digital do país e perdeu a reeleição.

Alguém pode objetar que Nunes também gastou muito, e é verdade. Dinheiro importa. A questão é outra: se o orçamento fosse a variável decisiva, essa lista de derrotas milionárias não existiria, alguma outra coisa decide, e essa outra coisa tem nome.

O erro de origem: confundir combustível com direção

Estratégia responde três perguntas: quem é meu eleitor, o que ele precisa ouvir, e por que de mim e não do outro.

Orçamento responde uma pergunta diferente: como e com que intensidade eu entrego essa resposta.

São planos distintos: O dinheiro é o combustível da campanha. A estratégia é a direção. Combustível determina até onde você vai. Direção determina se você chega a algum lugar. Uma campanha com tanque cheio e sem direção não fica parada: ela anda muito, gasta muito e roda em círculos, com a sensação interna de movimento constante e o resultado externo de lugar nenhum.

E há um agravante que as planilhas não mostram. Quando a campanha não tem resposta para as três perguntas, o dinheiro passa a financiar volume sem mensagem. E volume sem mensagem pode ter um efeito perverso: acabar aumentando a rejeição. O eleitor de hoje, saturado de propaganda e desconfiado da política, não interpreta onipresença como força. Interpreta como desespero, ou pior, como abuso. Cada real gasto para repetir um slogan que não responde nada trabalha ativamente contra o candidato.

Os três jeitos clássicos de perder gastando muito

Nas campanhas caras que fracassam, quase sempre aparece pelo menos um destes três erros. Em geral, os três juntos.

1. Comprar presença em vez de significado. Wind banner em todas as entradas da cidade, redes sociais impulsionadas, inserção de rádio de hora em hora. E, em todos esses espaços, a mesma frase genérica que serviria para qualquer candidato de qualquer partido em qualquer cidade do Brasil. Presença sem significado é papel de parede: depois de uma semana, ninguém mais vê. A campanha paga caro para se tornar invisível de tanto aparecer.

2. Financiar a própria bolha. O impulsionamento mira quem já segue o candidato. Os eventos lotam de quem já votaria nele. Os grupos de WhatsApp vibram entre convertidos. Os números internos parecem excelentes: alcance alto, engajamento alto, comitê animado. A campanha inteira conversa consigo mesma, com verba de sobra para tornar essa conversa cada vez mais barulhenta. A derrota surpreende todo mundo dentro do comitê e absolutamente ninguém fora dele.

3. Terceirizar a estratégia para os fornecedores. Onde há muito dinheiro, aparecem muitos vendedores: de mídia, de pesquisa, de disparo, de “metodologia que nunca falha”. Cada contrato traz embutida uma tese sobre como se ganha eleição, e as teses raramente conversam entre si. A campanha vira um somatório de fornecedores executando dez estratégias incompatíveis ao mesmo tempo. O problema não está em contratar quem executa, toda campanha profissional precisa disso. O problema é esperar que a direção nasça da soma dos contratos, quando ela precisa vir antes deles e acima deles. Gasta-se fortuna em atividade e nada em coerência. No fim, a pergunta que ninguém respondeu segue aberta: afinal, qual era a mensagem central?

Em 2026, esses erros custam mais caro

Se esses três erros derrubam campanhas majoritárias municipais, onde o candidato disputa contra dois ou três adversários num território que ele conhece de cor, imagine o que fazem numa eleição proporcional estadual.

O candidato a deputado disputa atenção contra centenas de concorrentes, num território que pode ter dezenas de regiões com realidades distintas, atrás de um eleitor que, na maioria dos casos, decide o voto proporcional nas últimas semanas e esquece o nome antes do fim do ano. Nesse ambiente, comprar presença sem significado é rasgar dinheiro em velocidade recorde: a mensagem genérica que já não iria funcionar numa cidade se dissolve completamente num estado. Financiar a própria bolha é ainda mais traiçoeiro, porque a bolha de um candidato a deputado parece um estado inteiro nas redes e muitas vezes cabe num ginásio na vida real.

E a majoritária estadual não escapa. Governador (e também senador) disputam contra a mesma exaustão do eleitor, com orçamentos maiores, mais fornecedores oferecendo milagres e mais pressão. Quanto maior o tanque, mais longe a campanha sem direção consegue rodar em círculos.

Enquanto isso, o outro lado da moeda confirma a tese: campanhas enxutas que vencem não vencem por serem baratas. Vencem porque a escassez os obrigou a escolher. Escolher em quais territórios estar e quais deixar de lado, definir os públicos que realmente importam em vez de correr atrás de todos, e dar a cada um deles uma mensagem que faça sentido, em vez de uma frase genérica que não diz nada a ninguém. A restrição forçou exatamente a disciplina que a abundância dispensa. Quem não escolhe, não tem estratégia, e tem um grande catálogo de despesas.

A pergunta antes do orçamento

E é aqui que mora a lição prática para quem está montando campanha agora. Antes de perguntar “quanto temos”, a campanha precisa responder “o que somos e para quem”. Orçamento é uma das últimas decisões estratégicas de uma campanha séria, não a primeira.

Essas respostas, porém, não surgem espontaneamente. Elas exigem uma função que muitas campanhas caras simplesmente não têm: alguém cuja responsabilidade seja pensar a campanha antes de executá-la. Não a agência ou designer que produz peças, não o coordenador que organiza agenda, não o irmão ou o primo que conhece o candidato, não os fornecedores que vendem alcance. A função de estrategista: quem define os públicos que importam, a mensagem certa para cada um e o motivo pelo qual o eleitor deveria escolher aquele nome, e depois submete cada real gasto a esse filtro.

As campanhas milionárias que perderam em 2024 tinham quase tudo. Tinham verba, equipe, material, estrutura e presença. Provavelmente pecaram em quem estava respondendo pela direção. E direção não se compra por quilo nem se contrata na véspera: se constrói antes, com método, leitura de território e disposição para dizer não à maioria das ideias que aparecem.

Em outubro, a história vai se repetir. Campanhas estaduais e federais com orçamentos enormes vão terminar a apuração procurando culpados, e a resposta vai estar na primeira reunião que fizeram: aquela em que discutiram quanto tinham antes de saber quem eram. O dinheiro continua sendo o combustível, e campanha sem combustível não sai do comitê. Mas combustível, sozinho, nunca levou ninguém a lugar algum. A diferença entre a campanha que chega e a que roda em círculos gastando fortunas é ter alguém no comando que sabe para onde ir antes de pisar no acelerador.

Michel Lenz: Apaixonado por estratégia, inovação, ideias e projetos, pelos tatames e a filosofia do jiu-jitsu, sua vida é a família (Papai de Alice). Estrategista de Marketing Político e Comunicação Governamental, Secretário de Gestão Estratégica e Inovação em Três de Maio-RS, Fundador e Ex-CEO da IntMark – Inteligência de Marketing, Cofundador da Alcateia Política, Sócio/CMO da #Ninjas! Contabilidade, Professor de Jiu-Jitsu na Union Team. Possui MBA em Marketing Político e Comunicação Governamental, MBA em Gestão de Marketing e Comunicação, Bacharel em Sistemas de Informação. Atua com marketing político desde 2016 com campanhas eleitorais e mandato, como estrategista de campanha, estrategista de marketing e comunicação e coordenador de equipe, além de realizar diagnósticos de presença digital.

Ipasgo Saúde orienta beneficiários durante férias e temporada do Araguaia

Telemedicina funciona 24 horas por dia; especialistas reforçam medidas para prevenir doenças respiratórias e outros problemas comuns no período

Com o aumento das viagens durante as férias de julho e a temporada do Rio Araguaia, o Ipasgo Saúde orienta os beneficiários a adotarem medidas de prevenção para reduzir riscos à saúde neste período. Em caso de necessidade, os usuários podem contar com o serviço de telemedicina, disponível 24 horas por dia, com atendimento por clínico geral e profissionais de diversas especialidades, permitindo orientação médica mesmo fora do município de residência.

Nesta época do ano, a estiagem, o tempo seco, a poeira das estradas, a fumaça das queimadas e a maior exposição ao sol favorecem o agravamento de doenças respiratórias e aumentam o risco de outros problemas de saúde. Entre as recomendações estão manter boa hidratação, utilizar protetor solar e repelente, consumir água tratada, manter a vacinação em dia e adotar cuidados para prevenir doenças transmitidas por mosquitos e alimentos contaminados.

O alergista e imunologista Mário Victor de Faria, que atua no Ipasgo Saúde Clínicas (IClin) Universitário, explica que o clima característico do período exige atenção especial das pessoas com doenças respiratórias. “O tempo seco não provoca alergias diretamente, mas pode agravar quadros como rinite, asma, conjuntivite alérgica e dermatite atópica. O ar ressecado irrita as vias respiratórias e favorece o acúmulo de poeira, fumaça e poluentes, aumentando a ocorrência de crises.”

Segundo o especialista, a baixa umidade do ar reduz a capacidade de proteção das vias respiratórias, o que pode intensificar sintomas como espirros, coriza, congestão nasal, tosse, coceira nos olhos, chiado no peito e falta de ar. Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias crônicas estão entre os grupos que exigem maior atenção.

Durante as viagens, recomenda-se manter boa hidratação, realizar lavagem nasal com soro fisiológico quando necessário, utilizar corretamente os medicamentos prescritos e evitar exposição à poeira, fumaça de queimadas, cigarro e odores fortes. Também é importante verificar a limpeza de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado nos locais de hospedagem.

Além dos problemas respiratórios, o período exige cuidados para prevenir doenças diarreicas agudas. As orientações incluem consumir água potável, higienizar as mãos com frequência, optar por alimentos bem preparados e manter a vacinação contra a febre amarela atualizada antes de visitar áreas de mata. O uso de repelente também é recomendado para reduzir o risco de doenças transmitidas por mosquitos.

O médico Frederico Costa, da Atenção Primária à Saúde (APS) do Ipasgo Saúde, ressalta que reconhecer os primeiros sinais de uma reação alérgica pode evitar complicações. Segundo ele, “inchaço, coceira intensa e dificuldade para respirar são sintomas que merecem atenção. Em algumas situações, as reações alérgicas podem evoluir rapidamente, por isso é importante buscar orientação médica logo nos primeiros sintomas”.

Fotos: Ipasgo Saúde

Legenda: Ipasgo Saúde alerta para cuidados com saúde durante viagens no período de férias

Ipasgo Saúde – Governo de Goiás

Governo de Goiás abre inscrições para o 3º Prêmio de Inovação do Setor Público

Instituições públicas goianas podem inscrever, até de 31 de agosto, projetos em três categorias previstas no regulamento da premiação

Estão abertas as inscrições para o 3º Prêmio de Inovação do Setor Público de Goiás, iniciativa do governo estadual, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), em parceria com a Secretaria de Estado da Administração (Sead). A premiação reconhece iniciativas que promovam a transformação digital, a melhoria dos serviços públicos e a geração de valor para a sociedade.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo portal da premiação: https://goias.gov.br/observatoriodeinovacao/premios/. Podem participar instituições públicas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário com atuação em Goiás, incluindo órgãos estaduais, municipais e representantes de outros entes federativos instalados no Estado.

O prêmio contempla três categorias: Melhor Solução de Inovação Municipal, Melhor Solução de Inovação Estadual e Melhor Solução de Inovação em Outras Instituições Públicas. Serão premiadas as três melhores soluções de cada categoria. Os integrantes das equipes vencedoras receberão medalhas, enquanto as instituições serão contempladas com troféus.

As equipes classificadas em primeiro lugar também poderão receber uma premiação adicional. Em 2025, foram 147 soluções inscritas no prêmio, sendo: 23 na categoria Inovação Municipal, 98 na categoria Inovação Estadual e 26 na categoria Inovação em outras Instituições Públicas.

Serviço
Assunto: 3º Prêmio de Inovação do Setor Público de Goiás
Inscrições: até 31 de agosto de 2026 pelo site https://goias.gov.br/observatoriodeinovacao/premios/
Quem pode participar: instituições públicas com atuação em Goiás

Foto: Secti

Legenda: Inscrições para o 3º Prêmio de Inovação do Setor Público de Goiás estão abertas até 31 de agosto e podem participar instituições públicas com atuação no Estado

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – Governo de Goiás

Delegacias Especializadas em Proteção à Pessoa Idosa serão instituídas no DF

Unidades terão o objetivo de prevenir, investigar e reprimir crimes e infrações administrativas cometidas contra pessoas com idade igual ou superior a 60 anos

A nova Lei nº 7.887/2026 estabelece diretrizes para a criação e o funcionamento das Delegacias Especializadas em Proteção à Pessoa Idosa no Distrito Federal (Depi), que terão o objetivo de prevenir, investigar e reprimir crimes e infrações administrativas cometidas contra pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. 

A legislação segue os exemplos dos estados de São Paulo, Espírito Santo, Pará e Ceará, que já observam resultados expressivos na redução dos índices de violência e abuso contra idosos após a implementação das delegacias especializadas. Atualmente, o Congresso Nacional discute a alteração do Estatuto do Idoso para tornar essas delegacias uma política obrigatória em nível nacional.

Segundo o texto de justificativa do projeto de lei, da deputada Jaqueline Silva (MDB), as Depi são fundamentais para materializar as disposições do Estatuto do Idoso, que prevê a garantia da segurança física, psicológica e financeira dos idosos como dever do Estado. “Essas unidades especializadas são fundamentais para proporcionar um atendimento prioritário, qualificado às vítimas e desenvolver ações de prevenção e conscientização social sobre os direitos das pessoas idosas”, defendeu a distrital.

Cabe às Depi a proteção integral do idoso, instaurar inquéritos policiais específicos, ações preventivas, capacitação profissional humanizada, campanhas de conscientização e monitoramento contínuo dos serviços prestados nas delegacias.
 

Beatriz Negreiros (sob a supervisão de Ivan Iunes)

Uma final para a história: Espanha vence a Argentina e levanta a taça de 2026

Foto: David Ramos/Getty Images/AFP

Da Redação

Seleção espanhola supera os atuais campeões por 1 a 0 na prorrogação e conquista o segundo título mundial de sua história

A Espanha voltou ao topo do futebol mundial. Em uma decisão marcada pelo equilíbrio, pela tensão e pela resistência das duas equipes, a seleção espanhola venceu a Argentina por 1 a 0, após a prorrogação, e conquistou a Copa do Mundo de 2026.

A grande final foi disputada no Estádio de Nova York/Nova Jersey, em East Rutherford, nos Estados Unidos. Durante os 90 minutos regulamentares, as duas seleções protagonizaram um confronto de forte intensidade, mas não conseguiram movimentar o placar.

A Espanha teve maior controle da posse de bola e procurou construir suas jogadas por meio da troca de passes e da movimentação dos jogadores ofensivos. Do outro lado, a Argentina apostou na organização defensiva, na experiência de seus principais atletas e nas transições rápidas para tentar surpreender.

O momento que alterou o cenário da partida aconteceu no fim do tempo regulamentar. Enzo Fernández recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando a Argentina com dez jogadores para a disputa da prorrogação. Com superioridade numérica, a Espanha aumentou a pressão e conseguiu marcar o gol que definiu o título.

Mesmo em desvantagem no placar e com um jogador a menos, os argentinos ainda tentaram uma reação nos minutos finais. A equipe avançou suas linhas e buscou pressionar a defesa espanhola, mas não conseguiu evitar a derrota.

O resultado garantiu à Espanha o segundo título mundial de sua história. A primeira conquista havia ocorrido em 2010, na África do Sul. A seleção chegou à decisão de 2026 defendendo também uma longa sequência de invencibilidade e confirmando o favoritismo construído após a conquista da Eurocopa.

A Argentina, campeã em 2022, buscava o segundo título consecutivo e a quarta taça de sua história. A equipe comandada por Lionel Scaloni havia chegado à final depois de vencer a Inglaterra por 2 a 1 na semifinal, mas não conseguiu repetir a eficiência ofensiva das fases anteriores.

A decisão também encerrou uma edição histórica do torneio. Disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá, a Copa do Mundo de 2026 foi a primeira realizada com 48 seleções e teve 104 partidas. Ao fim da maior edição já organizada, a Espanha levantou a taça e escreveu mais um capítulo de destaque em sua história no futebol.

Lei garante padrão mínimo de infraestrutura nas escolas públicas do DF

Lei prevê a disponibilização de itens obrigatórios nas escolas como biblioteca escolar, laboratórios de ciências e informática equipados, entre outros
Regra determina que sejam assegurados uma série de equipamentos e espaços considerados essenciais para o funcionamento das escolas e efetivação do direito à educação

Já está valendo a Lei nº 7.878/2026, promulgada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, que estabelece condições mínimas de estrutura para todas as unidades escolares da rede pública de educação básica do Distrito Federal. A norma, de autoria do deputado Gabriel Magno (PT), determina que o GDF assegure uma série de equipamentos e espaços considerados essenciais para o funcionamento das escolas e para a garantia do direito à educação. 

Entre os itens obrigatórios estão biblioteca escolar, laboratórios de ciências e informática equipados, internet de alta velocidade, quadra poliesportiva coberta, cozinha, refeitório, salas destinadas a serviços pedagógicos e de apoio especializado, além de estruturas de acessibilidade. A lei também prevê que as unidades escolares tenham abastecimento de água tratada, energia elétrica, esgotamento sanitário e sistema adequado de segregação de resíduos sólidos. Outro ponto previsto é a manutenção de um número adequado de estudantes por turma.

Gabriel Magno afirma que a legislação estabelece parâmetros para reduzir desigualdades entre as unidades de ensino e garantir melhores condições para o desenvolvimento da aprendizagem. Segundo o parlamentar, “as condições mínimas de estrutura das unidades escolares devem ser consideradas requisitos indispensáveis para assegurar a garantia constitucional do direito à educação”.

A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) não estabelece de forma detalhada quais estruturas físicas e tecnológicas devem estar presentes nas escolas públicas, deixando essa definição a cargo dos sistemas de ensino locais. A norma também incorpora princípios de sustentabilidade para a construção e adequação das unidades escolares. Entre as diretrizes estão eficiência hídrica, gestão de águas pluviais, uso de fontes de energia sustentáveis, conforto térmico, lumínico e acústico, ampliação de áreas verdes, utilização de espécies nativas e implantação de espaços destinados a hortas escolares e coleta seletiva.

Transparência

Outro aspecto da legislação é a ampliação da transparência sobre as condições das escolas. O GDF terá prazo de 120 dias para publicar um relatório detalhado sobre a situação estrutural de cada unidade escolar. Além disso, a Secretaria de Educação deverá disponibilizar anualmente, no mês de março, informações atualizadas sobre as estruturas existentes e suas condições de uso.

A lei estabelece ainda que, em até 360 dias, o Executivo distrital deverá apresentar um plano de adequação das unidades escolares para cumprimento das exigências previstas. Todas as escolas que vierem a ser construídas a partir da vigência da norma deverão já contemplar a estrutura mínima definida pela legislação.

Bruno Sodré – Agência CLDF

Brasil encerra participação na Copa de 2026 com prêmio de US$ 16,5 milhões

Eliminada pela Noruega nas oitavas de final, Seleção Brasileira terminou a competição na 11ª colocação e recebeu cerca de R$ 84 milhões

A Seleção Brasileira encerrou sua participação na Copa do Mundo de 2026 com uma premiação de US$ 16,5 milhões, valor equivalente a aproximadamente R$ 84 milhões. O montante foi destinado pela FIFA às equipes eliminadas nas oitavas de final da competição.

O Brasil deixou o torneio após ser derrotado pela Noruega por 2 a 1. Com o resultado, a equipe brasileira terminou a campanha na 11ª posição geral, ficando fora das quartas de final e adiando novamente o sonho da conquista do hexacampeonato mundial.

A mesma premiação foi destinada às demais seleções eliminadas na fase, entre elas Paraguai, Egito, Canadá, Portugal, Estados Unidos, Colômbia e México. Os valores distribuídos pela FIFA aumentaram de acordo com o avanço de cada equipe no torneio.

As seleções eliminadas ainda na fase de grupos receberam US$ 10,5 milhões, aproximadamente R$ 54 milhões. As equipes que deixaram a competição nos 16 avos de final ficaram com US$ 12,5 milhões, cerca de R$ 64 milhões. Já os países que chegaram às quartas de final garantiram US$ 20,5 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 105 milhões.

Noruega, Bélgica, Marrocos e Suíça estão entre as seleções que alcançaram as quartas de final e asseguraram a premiação de US$ 20,5 milhões. Holanda, Alemanha, Croácia, Japão, Austrália, Gana, Equador, África do Sul, Suécia, Áustria, Argélia, Senegal e Cabo Verde ficaram entre as equipes contempladas com US$ 12,5 milhões.

A maior premiação da Copa será destinada à campeã da decisão entre Argentina e Espanha. A seleção vencedora receberá US$ 51,5 milhões, aproximadamente R$ 263,5 milhões. A vice-campeã ficará com US$ 34,5 milhões, cerca de R$ 176,5 milhões.

França e Inglaterra, que disputam o terceiro lugar, também garantirão valores expressivos. A terceira colocada receberá US$ 30,5 milhões, enquanto a equipe que terminar na quarta posição ficará com US$ 28,5 milhões.