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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Os vários tipos de vitória na política

Nessa realidade de tecnologias que cotidianamente se superam, é preciso entender o que a política aprendeu e o que ainda não aprendeu sobre dados, redes e tempo

João Henrique Faria

Há uma frase, que eu disse recentemente em minha palestra no COMPOL Brasil, em Florianópolis (SC), que deveria ser pregada na parede de toda sala de guerra eleitoral: “vencer ou perder é apenas um detalhe”. Numa profissão obcecada por placares — quem subiu, quem caiu, quem “ganhou o debate” —, a afirmação soa quase como heresia. Mas é precisamente essa contradição aparente que revela algo mais maduro sobre o ofício de fazer política: o resultado da urna é o produto mais visível de uma campanha, não o seu propósito mais profundo.

O eleitor mente, 

e a pesquisa sabe disso

Comece pelo dado, já que é nele que a política moderna deposita sua fé. As pesquisas quantitativas e qualitativas são hoje o esqueleto de qualquer campanha minimamente organizada. No entanto, os próprios profissionais que vivem de números sabem de uma verdade incômoda: o eleitor mente. Não por má-fé, mas por dois mecanismos psicológicos bem documentados — o medo, que aparece com mais força em disputas acirradas, e a vergonha de parecer “desinformado”, que faz a pessoa responder sobre temas que sequer domina. Some-se a isso a Espiral do Silêncio, aquele reflexo humano de esconder a opinião que se sente minoritária, e o retrato fica completo: pesquisa é bússola, não mapa.

É por isso que a experiência ainda pesa — e aqui vale uma correção de rota importante: experiência não é sinônimo de idade. O que separa um estrategista maduro de um iniciante não é o número de aniversários, mas o volume de repertório acumulado. No Brasil, um profissional de comunicação política pode atravessar três ciclos eleitorais inteiros — 2022, 2024, 2026, por exemplo — em apenas quatro anos. É como comparar dois pilotos: um voou o mesmo trajeto por vinte anos, o outro cruzou vinte trajetos diferentes em dois. A quilometragem de voo pode ser equivalente; o que muda é o tipo de turbulência que cada um aprendeu a reconhecer.

Isso explica também por que o salto de “estrategista digital” para “estrategista de campanha” é traiçoeiro. Dominar métricas de engajamento não ensina a conduzir uma operação inteira — a lógica é inversa: a operação de campanha contém o digital, não o contrário. Quem pula essa hierarquia corre o risco de, nas palavras do próprio ofício, “ficar queimado já na largada”.

O aperto de mão 

só mudou de tela

Existe um mito confortável de que as redes sociais mataram a política de proximidade, aquela do comício, do cafezinho, do aperto de mão. Não é bem assim. O que aconteceu foi uma tradução, não uma substituição. Toda campanha bem estruturada ainda segue três fases clássicas: sensibilização (apresentar o candidato, inseri-lo no cotidiano do eleitor), motivação (conectar essa presença a uma causa maior) e mobilização (transformar quem apenas segue em quem efetivamente milita, o “seguidor-embaixador”).

A metáfora mais precisa talvez seja esta: hoje, a política tem duas gramáticas de contato — o aperto de tecla, no ambiente virtual, e o aperto de mão, nos “momentos de realidade” da rua. Uma não substitui a outra; elas se alimentam mutuamente, como maré que empurra a rede para a rua e a rua de volta para a rede, agora como prova social do resultado alcançado.

Sucesso não é 

sinônimo de vitória

Aqui mora a ideia mais desconfortável — e mais honesta — de toda a conversa. Existem candidatos que sabem perder. Que entendem a política como projeto de médio elongo prazos e recomeçam a campanha seguinte no dia posterior à derrota, num gesto de respeito à vontade popular. E existem os que não sabem, e que, por atitude inconsequente, arrastam tudo para um abismo do qual a saída é sempre mais demorada do que a queda.

A régua de sucesso proposta é simples de enunciar e difícil de praticar: uma candidatura é vitoriosa quando o candidato sai da disputa politicamente maior do que entrou — independentemente do resultado nas urnas. É a diferença entre medir uma campanha pelo termômetro (a temperatura do dia da eleição) e medir pelo relógio (o acúmulo de reputação ao longo do tempo).

Não existe fórmula, 

existe um mix

Se há algo que décadas de campanhas ensinaram, é desconfiar de fórmulas fechadas. Não existe um ingrediente que garanta vitória — existe sempre um mix: rua e digital, online e offline, estratégia e comunicação, a depender do momento e do terreno. O que se pode, isso sim, é montar um roteiro de método: entender identidade, imagem e reputação do candidato; mapear com precisão o perfil do eleitorado; ler o contexto político, social e econômico da disputa; apoiar-se em diagnóstico robusto, combinando pesquisa quanti e quali; monitorar redes com tecnologia; e — ponto cada vez mais central — usar inteligência artificial sem nunca terceirizar a ela o comando da estratégia. A IA sugere; quem decide continua sendo humano. Checagem, nesse novo tabuleiro, deixou de ser burocracia e virou palavra de ordem.

Coerência 

é o novo carisma

Por fim, um alerta que vale para qualquer figura pública, não só para políticos: a imagem projetada nas redes precisa resistir ao encontro real com o eleitor. Não adianta construir uma identidade digital que desmorona, no primeiro contato, com o histórico de condutas do candidato. A comunicação política ficou mais horizontal, mais ágil, mais exposta — e, por isso mesmo, mais dependente de coerência entre o que se diz online e o que se é offline. Criatividade sem essa coerência não é ousadia, é risco.

O futuro é mais 

pergunta que resposta

Sobre o que vem a seguir, a honestidade intelectual, mais rara em qualquer área técnica, também aparece aqui: mais vale um bom questionamento do que uma certeza absoluta. As ferramentas tecnológicas caminham para mais previsibilidade, mas a política — feita por seres humanos falhos e criativos — sempre guardará uma margem de imprevisibilidade. E talvez seja exatamente essa margem, essa fresta de incerteza, o que ainda torna a política um ofício humano, e não apenas um exercício de otimização de algoritmos.

No fim, a lição que atravessa toda essa reflexão é simples de enunciar, difícil de sustentar na pressa do dia a dia eleitoral: dados orientam, mas não decidem; redes aproximam, mas não substituem o encontro; e vitória, por mais que seja o que todos buscam, nunca deveria ser a única métrica de uma campanha bem-feita.

João Henrique Faria é estrategista político, jornalista e professor. Membro do CAMP – Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político. Cofundador da Alcateia Política. Experiência em mais de 100 campanhas para o Executivo e Legislativo. Professor da pós-graduação em Comunicação Pública e Governamental da PUC-Minas. Criou e coordenou a primeira Pós-Graduação em Marketing Político do Brasil, na Escola do Legislativo da ALMG. É proprietário, desde 2003, da Fator Inteligência e Marketing.

joaohenrique.fator@gmail.com

Governo Federal investe mais de R$ 15 milhões na educação de Registro

Recursos beneficiam estudantes com o Pé-de-Meia, alimentação escolar, livros didáticos, conectividade e melhorias na rede pública

Luto no Ypiranga: morre Benício, filho de 2 anos do atacante Gustavo Simões

Luto no Ypiranga: morre Benício, filho de 2 anos do atacante Gustavo Simões

O filho do atacante Gustavo Simões, do Ypiranga, morreu aos 2 anos na terça-feira (4), dias após sofrer um acidente. A morte de Benício foi confirmada pelo clube gaúcho, que publicou uma nota de pesar nas redes sociais e prestou solidariedade ao jogador, de 24 anos, e aos familiares. A família também informou que autorizou a doação dos órgãos da criança.

Em uma publicação nas redes sociais, Letícia Vieira, mãe de Benício, contou que o procedimento para a doação fez com que o velório fosse realizado apenas nesta quinta-feira (6). Em uma mensagem de despedida, ela descreveu a dor da perda e lembrou a alegria que o filho transmitia.

“Que dor, meu filho, que dor. Mamãe daria tudo para te ver novamente. Eu te amo tanto. Eu sempre me lembrei de você com cor, porque você era luz por onde passava e coloria cada lugar”, escreveu.

Na mesma publicação, Letícia afirmou que a decisão de doar os órgãos foi tomada pelo casal na esperança de transformar a vida de outras famílias.

“A mamãe e o papai decidiram pela doação dos órgãos dele, um gesto de amor que poderá transformar muitas vidas. Agradecemos o carinho, as orações e a compreensão de todos neste momento tão difícil”, declarou.

Em nota oficial, o Ypiranga relembrou o período em que Benício permaneceu internado e prestou apoio ao atleta.

“É com grande pesar que recebemos a informação do falecimento do Benício, filho do nosso atleta Gustavo Simões. Desde o momento do acidente e da internação, oramos pelo seu restabelecimento. Manifestamos nossos sentimentos de pesar a Gustavo e a todos os seus familiares. Estamos contigo”, publicou o clube.

Homenagem ao filho

Em maio deste ano, Gustavo Simões viveu um dos momentos mais marcantes da carreira ao entrar em campo ao lado de Benício antes de uma partida. Depois da cerimônia, o atacante compartilhou uma homenagem nas redes sociais e descreveu o significado daquele instante.

“Entrar em campo com um filho é viver um daqueles momentos que parecem simples por fora, mas enormes por dentro. O estádio inteiro pode estar olhando para os jogadores, para as luzes e para a partida que vai começar, mas, para um pai, naquele instante, o mundo se resume à pequena mão segurando firme a sua”, escreveu.

O velório de Benício acontece nesta quinta-feira (6), na Capela Mortuária da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, das 10h às 15h. Na sequência, o corpo será levado para o Cemitério do Itacorubi, onde o sepultamento está previsto para ocorrer entre 15h e 16h, em horário sujeito à confirmação.

Como a inteligência de dados virou aliada dos clubes brasileiros

Como a inteligência de dados virou aliada dos clubes brasileiros

Um estudo inédito da FutebolCard, plataforma especializada em gestão de ingressos e programas de sócio-torcedor, mostra que a inteligência de dados está ajudando diretamente os clubes brasileiros a aumentar monetização.

A análise identificou alguns padrões relevantes neste processo, entre eles, que a forma de pagamento impacta diretamente na evasão dos torcedores, e que de 30% e 80% das bases analisadas possuem algum grau de inatividade.

No caso da forma de pagamento, um dos itens mais importantes do estudo aponta que a escolha do método de pagamento define o tempo de vida do torcedor no programa.

“Os programas de sócio estão entrando na lógica de assinatura contínua, semelhante ao mercado de streaming, SaaS (Software as a Service) e serviços digitais”, revela Robson Carlo, sócio-fundador da FutebolCard.

A estabilidade financeira dos clubes nacionais caminha lado a lado com a duração dos contratos. De acordo com os dados da FutebolCard, planos mensais sofrem com a inconstância do desempenho do time em campo, registrando um índice de cancelamento entre 55% e 70%.

Por outro lado, os planos anuais ou vitalícios estabilizam a base de clientes. O movimento do mercado agora foca em incentivar o upgrade dos torcedores para compromissos de longo prazo, garantindo um fluxo de caixa previsível independentemente do resultado da última rodada.

As bases inativas aparecem como um verdadeiro ponto de vulnerabilidade, já que entre 30% e 80% desses cadastros analisados contêm ex-sócios, pré-cadastros abandonados e perfis bloqueados por inadimplência que poderiam ser recuperados.

Experiência nos estádios

Apesar de parecer óbvio, a experiência que é feita com ativações dentro das arenas continua impactando na retenção da base de sócios. O estudo comprova que torcedores que frequentam regularmente o estádio registram uma retenção até três vezes superior em comparação aos torcedores puramente digitais. Isso obriga os clubes a integrarem urgentemente seus sistemas de CRM, venda de ingressos e benefícios de vantagens para otimizar a experiência nos dias de jogo.

Um dos pontos mais importantes trazidos no estudo leva o nome de “superfãs”. Eles nada mais são do que torcedores bastante engajados e com alto potencial de aquisição orgânica, assim como influencers digitais, embaixadores (oficiais ou não) e até mesmo ex-atletas, que utilizam seus canais para atrair novos membros de maneira espontânea.

Segundo ele, o futebol brasileiro ainda monetiza muito pouco suas torcidas.

“Embora os clubes nacionais arrastem multidões e ostentem bases de torcedores que figuram entre as maiores do mundo, a capacidade de reverter essa paixão em receita financeira ainda caminha a passos lentos”, afirma.

Atualmente, o principal desafio não é mais apenas atrair novos torcedores, mas sim aplicar a monetização progressiva na base já existente. Diante disso, os clubes mais estruturados começaram a se movimentar para desenhar jornadas de consumo mais longas e planos de sócio-torcedor de categoria premium.

“A expectativa é que o mercado passe por uma forte transformação nos próximos anos. Os programas de fidelidade tradicionais devem evoluir para ecossistemas sofisticados de negócios. Essa mudança será impulsionada pela criação de novos níveis de associação (tiers), benefícios exclusivos, plataformas de assinatura e estratégias focadas no ciclo de vida do cliente. No novo cenário do futebol, ganha o jogo quem souber tratar o torcedor não apenas como fã, mas como um consumidor de alto valor”, complementa o sócio-fundador da Futebol Card.

“Nesse novo ecossistema, dados precisos tornaram-se o ativo mais valioso para aproximar o clube de sua torcida e assegurar sua saúde financeira”, define Robson Carlo.

Monitores educacionais do DF cobram mudanças na redistribuição anual entre escolas

Sessão solene - Homenagem ao Dia do Monitor Educacional Composição da mesa: Deputado Jorge Vianna; Secretária de estado de educação, Iêdes Soares Braga; Ana Paula de Oliveira Aguiar Bastos; A coordenadora da regional de ensino de São Sebastião, Grazielle Barroso; A coordenadora da regional de ensino de Taguatinga, Daniela Souza dos Santos Freitas; O presidente da associação dos monitores de gestão educacional do Distrito Federal, Victor Hugo Martins de Borba e o Monitor educacional e diretor da secretaria de imprensa do SAE-DF, Sérgio Dionizio. Foto: Rinaldo Morelli / Agência CLDF

Sessão solene na Câmara Legislativa reconheceu a importância dos profissionais na inclusão escolar e abriu espaço para reivindicações da categoria

A Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou uma sessão solene em homenagem aos monitores educacionais da rede pública de ensino. O encontro destacou a atuação desses profissionais no acompanhamento dos estudantes, especialmente dos alunos com deficiência, e também colocou em debate demandas relacionadas às condições de trabalho e à redistribuição anual entre as escolas.

A cerimônia foi proposta pelo deputado distrital Jorge Vianna (Democrata), autor da legislação que instituiu o Dia do Monitor Educacional, celebrado em 31 de julho. Participaram do evento profissionais da categoria, representantes sindicais, gestores escolares e integrantes da Secretaria de Educação do Distrito Federal.

Durante a solenidade, a secretária de Educação do DF, Iêdes Braga, ressaltou que os monitores desempenham uma função essencial para o avanço da inclusão na rede pública. Segundo ela, o trabalho realizado diariamente contribui para garantir que estudantes com diferentes necessidades possam permanecer no ambiente escolar com mais segurança, acolhimento e autonomia.

Os monitores educacionais são responsáveis por prestar apoio nas atividades de cuidado, higiene, alimentação, mobilidade e estímulo dos estudantes. A função está prevista na legislação que regulamenta a carreira de assistência à educação no Distrito Federal.

A coordenadora da Regional de Ensino de Taguatinga, Daniela Freitas, afirmou que esses profissionais estabelecem uma ligação importante entre estudantes, professores, familiares e equipes gestoras. Para ela, a convivência diária permite a construção de vínculos que aumentam a confiança das famílias e fortalecem o processo de aprendizagem.

Categoria questiona redistribuição anual de profissionais

Apesar do reconhecimento recebido durante a homenagem, representantes dos monitores aproveitaram o espaço para apresentar dificuldades enfrentadas no cotidiano das escolas. Uma das principais reivindicações está relacionada ao atual modelo de redistribuição, que pode provocar a mudança dos profissionais de unidade de ensino a cada ano.

O monitor e sindicalista Sergio Dionizio defendeu o encerramento desse processo ou a realização da redistribuição ainda durante o ano letivo. Segundo ele, as transferências efetuadas no início do ano seguinte dificultam a organização familiar e profissional dos trabalhadores, que muitas vezes recebem pouco tempo para se adaptar a uma nova rotina.

A monitora Fabiana Zumba avaliou que a troca frequente de escola também prejudica o reconhecimento profissional. Ela explicou que o monitor precisa reconstruir anualmente sua relação com a direção, os professores, os alunos e a comunidade escolar, o que pode dificultar a participação em processos internos e o acesso a funções de gestão.

Para os representantes da categoria, a permanência por mais tempo na mesma unidade de ensino permitiria maior integração com a comunidade, continuidade no acompanhamento dos estudantes e melhores condições para o desenvolvimento da carreira.

Lei garante equipamentos de proteção aos monitores

A sessão também apresentou avanços conquistados pelos profissionais, como a ampliação do número de monitores na rede pública e a criação da Lei nº 7.889/2026. A legislação determina que sejam disponibilizados equipamentos de proteção individual para o exercício das atividades.

Entre os materiais previstos estão luvas descartáveis, máscaras faciais, álcool 70% e outros itens necessários durante os cuidados com higiene, alimentação e necessidades pessoais dos estudantes. A medida também contempla os educadores sociais voluntários, que exercem atividades semelhantes de maneira temporária.

De acordo com Jorge Vianna, a disponibilização dos equipamentos é necessária porque monitores e educadores podem ter contato com secreções, fluidos corporais e outros agentes durante o atendimento aos alunos.

O parlamentar também chamou atenção para episódios de agressões sofridas por profissionais dentro das escolas. Arranhões, tapas e outros tipos de lesões, segundo ele, precisam ser tratados com mais seriedade pelas autoridades responsáveis, com medidas de prevenção e proteção aos trabalhadores.

Ao final da solenidade, monitores educacionais foram homenageados com moções de louvor em reconhecimento aos serviços prestados à educação pública do Distrito Federal.

Homenagem às doulas e defesa do parto humanizado marcam sessão solene na CLDF

Sessão solene -Homenagem às Doulas e em apoio à construção do Marco Legal da Doulagem no Distrito Federal, em 03 de agosto de 2026. Foto: David Calaça / Agência CLDF
Participantes debateram avanços na legislação, incluindo a recente regulamentação da profissão, além de sugestões para ampliar a humanização do parto

Nesta segunda-feira (3), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoveu sessão solene em homenagem às doulas, profissionais que prestam apoio físico, emocional e informacional durante o ciclo de gestação, parto e puerpério. O evento ocorreu por iniciativa da deputada distrital Doutora Jane (Republicanos), em reconhecimento à contribuição das doulas para a promoção da saúde, da dignidade e dos direitos das mulheres.

Segundo a parlamentar, é necessário “garantir o cumprimento das leis, valorizar essas profissionais, ampliar as oportunidades de formação e assegurar que nenhuma gestante tenha o direito à presença de uma doula impedido injustificadamente”.

Ao longo da sessão solene, participantes citaram avanços na legislação local e nacional, como o Estatuto do Parto Humanizado no DF (Lei Distrital 5.534/2015, considerada uma das pioneiras no tema) e a recente regulamentação da profissão de doula (Lei Federal 15.381/2026). Também foram apresentadas sugestões para valorizar o trabalho das doulas e ampliar a humanização do parto.
 

Cerimônia incluiu homenagens a doulas (Foto: Felipe Ando/Agência CLDF)​​​​​


A presidente da Associação de Doulas da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (ASDOULASRIDE), Marilda Castro, sugeriu a criação da Semana Distrital da Doula — no fim de março, para coincidir com a Semana Mundial da Doula — e do Dia Distrital da Doula — em 18 de dezembro, mesma data de outras unidades da federação.

Entre muitos outros atendimentos, Marilda foi doula de Marília Lídia de Assis em duas gestações, da filha Jade e do filho Lohan. A mãe deu um breve depoimento sobre a importância de ser acompanhada pela profissional. “A doula é uma figura necessária porque nos auxilia a ter conhecimento do nosso corpo e a sermos respeitadas nas nossas decisões”, opinou Marília. Ela contou que a atuação da doula beneficiou toda a família e aumentou a participação do pai no processo de nascimento. “A doula vem como uma importante semente para fortalecer a família”, definiu.
 

Marília Lídia de Assis, com o filho Lohan: atendimento por doula em duas gestações (Foto: David Calaça/Agência CLDF)


Do ponto de vista das profissionais, a doula Ludmila Suaid falou sobre a sua experiência: “Eu amo ser doula. É incrível ver um bebê nascendo de forma respeitosa. Eu também percebo que a equipe de saúde fica mais calma quando nós estamos acompanhando”.

Representando a Secretaria de Saúde do DF, a enfermeira obstetra Gabrielle Mendonça ressaltou que vários estudos demonstram a contribuição positiva da doula, em especial na redução da ansiedade materna e na adesão ao aleitamento materno. Ela avalia que a doula contribui para o sentimento de segurança da mulher, tornando-se uma pessoa de referência em todo o processo, principalmente quando a equipe do parto é diferente da equipe do pré-natal. “A doula vem justamente para ser o elo entre a atenção primária e o hospital”, disse a enfermeira.

Para a presidente da Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (ReHuNa), Daphne Rattner, o Brasil precisa de uma reforma obstétrica, aumentando a participação de enfermeiras obstetras, doulas e psicólogos.“Queremos um modelo que seja centrado no bem-estar da mulher, do bebê, da família e da pessoa que gesta, não nas conveniências de profissionais e instituições. Precisamos mudar o modelo, reduzir intervenções desnecessárias e diminuir a mortalidade neonatal e materna”, defendeu Daphne.

Ela destacou que a mortalidade materna brasileira tem resistido a mudanças e permanecido estável, em patamares acima de 50 mortes por 100 mil nascidos vivos. A meta do Brasil é diminuir a taxa para 30 mortes maternas a cada 100 mil nascidos vivos até 2030, conforme compromisso assumido com a Organização das Nações Unidas (ONU).

Agência CLDF

REFORMA DO GINÁSIO DE ESPORTES DO LAGO AZUL AVANÇA

As obras de reforma do Ginásio do Lago Azul seguem avançando os serviços têm como objetivo modernizar a estrutura do espaço, proporcionando mais segurança, conforto e acessibilidade para atletas, estudantes e a comunidade que utiliza o local para atividades esportivas e eventos.

Entre os trabalhos em execução estão melhorias estruturais, recuperação de áreas danificadas, revitalização dos ambientes internos e externos e adequações necessárias para garantir um espaço mais moderno e funcional. A iniciativa representa um investimento na infraestrutura esportiva do município e atende a uma demanda da população.

As equipes seguem trabalhando em diferentes frentes de serviço para cumprir o cronograma estabelecido. O andamento da reforma demonstra o compromisso da administração municipal em entregar um ginásio renovado, capaz de oferecer melhores condições para a prática de diversas modalidades esportivas e para a realização de competições e eventos.

ENXERGANDO O FUTURO CAMINHA PARA MARCA DE 5 MIL ÓCULOS ENTREGUES A ESTUDANTES DA REDE MUNICIPAL

Na última semana, cerca de 1.100 alunos receberam os novos óculos.

Ver bem é essencial para aprender melhor. Com esse objetivo, a Prefeitura de Valparaíso de Goiás, por meio do Programa Enxergando o Futuro, segue ampliando o acesso à saúde visual e assegurando o desenvolvimento dos estudantes da rede municipal de ensino.

Na última semana, o Governo Municipal realizou a entrega de 1.091 óculos para estudantes da rede municipal de ensino. Foram contemplados 357 alunos do CAIC, 358 da Escola Municipal Céu Azul e 376 da Escola Municipal Adeuvaldo Barbosa Espindola, alçando aproximadamente 5 mil o número de óculos entregues desde a criação da iniciativa.

O programa atua desde a identificação precoce de alterações visuais até o fornecimento gratuito dos óculos de grau aos estudantes que necessitam de correção. As avaliações oftalmológicas são realizadas durante o período letivo, permitindo que dificuldades de aprendizagem relacionadas à visão sejam detectadas e tratadas de forma ágil.

Com a correção visual adequada, os alunos passam a acompanhar melhor as atividades em sala de aula, com mais conforto para ler, escrever e visualizar conteúdos apresentados pelos professores. A iniciativa também reduz barreiras que podem comprometer o processo de aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento educacional e o bem-estar dos estudantes.

Mais do que entregar óculos, o Enxergando o Futuro representa um investimento no futuro dos estudantes. Esta integração entre saúde e educação garante que milhares de crianças possam desenvolver todo o seu potencial dentro da escola.

River Plate vence disputa com Flamengo e fecha acordo por Thiago Almada

River Plate vence disputa com Flamengo e fecha acordo por Thiago Almada

O meia Thiago Almada é o novo reforço do River Plate. Segundo o jornalista Fabrizio Romano, o clube de Buenos Aires acertou a contratação do argentino, que estava na mira do Flamengo, em uma transferência que gira em torno de 20 milhões de euros, aproximadamente R$ 118 milhões.

A negociação põe fim à disputa pelo jogador, que também interessava ao Flamengo. O diretor de futebol rubro-negro, José Boto, havia afirmado que o clube carioca não participaria de um leilão pelo atleta, que pertence ao Atlético de Madrid.

Almada, revelado pelo Vélez Sarsfield, construiu uma trajetória internacional antes de voltar à América do Sul. Ele jogou no Atlanta United, dos Estados Unidos, e em 2024, reforçou o Botafogo, onde foi campeão da Copa Libertadores e do Campeonato Brasileiro.

Carreira vitoriosa e títulos

Pela seleção argentina, o meia foi parte do grupo campeão da Copa do Mundo de 2022, disputada no Catar. Almada também integrou a campanha da Albiceleste no Mundial de 2026, realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

Conheça Casper Ruud, rival de João Fonseca no Masters do Canadá

Conheça Casper Ruud, rival de João Fonseca no Masters do Canadá

Casper Ruud será o adversário de João Fonseca na terceira rodada do Masters 1000 de Montreal. O confronto marca o segundo encontro entre os dois tenistas no circuito profissional, cerca de três meses após o brasileiro levar a melhor nas oitavas de final de Roland Garros, em uma vitória por 3 sets a 1.

Aos 27 anos, o norueguês vive uma das fases mais consistentes da carreira. Ex-número 2 do mundo, posto alcançado em setembro de 2022, Ruud soma 14 títulos de nível ATP e já disputou três finais de Grand Slam: duas em Roland Garros, em 2022 e 2023, e uma no US Open de 2022. No ano passado, conquistou o maior troféu da carreira ao vencer o Masters 1000 de Madri.

Nesta temporada, Ruud chega ao duelo com João Fonseca após eliminar o argentino Juan Manuel Cerúndolo por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/2. O brasileiro, por sua vez, garantiu vaga ao superar o grego Stefanos Tsitsipas também em sets diretos.

A história de Casper Ruud no tênis começou cedo. Ele pegou na raquete pela primeira vez aos quatro anos de idade, incentivado pelo pai, Christian Ruud, que alcançou a 39ª posição do ranking da ATP e se tornou um dos pioneiros do tênis profissional na Noruega. Até hoje, Christian segue como treinador do filho.

Desde criança, o maior ídolo de Ruud sempre foi Rafael Nadal. A admiração levou o norueguês a treinar durante anos na Rafa Nadal Academy, na Espanha, onde aperfeiçoou o estilo de jogo baseado na consistência do fundo de quadra e na potência da direita, seu golpe favorito.

Fora das quadras, outra paixão ocupa boa parte do tempo livre do tenista: o golfe. O hobby é levado tão a sério que Ruud mantém um perfil exclusivo nas redes sociais dedicado à modalidade. Em diversas entrevistas, ele já afirmou que gosta do desafio técnico do esporte e da possibilidade de qualquer jogador conseguir uma grande jogada, independentemente do nível.

O norueguês também acompanha a NHL e torce para o Tampa Bay Lightning. Entre as preferências pessoais, costuma citar a culinária tailandesa, japonesa e italiana, além de afirmar que, se não tivesse seguido carreira no tênis, gostaria de ter sido piloto de avião.

Ruud também recebeu reconhecimento pelo comportamento dentro do circuito. Em 2022, foi eleito pelos próprios jogadores para receber o Prêmio Stefan Edberg de Esportividade, concedido ao atleta que demonstra respeito aos adversários e espírito esportivo ao longo da temporada.

Outra curiosidade envolve a cantora canadense Shania Twain. A estrela da música country acompanhou de perto as campanhas vitoriosas do norueguês no ATP de Gstaad, em 2021 e 2022, e chegou a celebrar publicamente os títulos do tenista, tornando-se uma admiradora declarada de sua trajetória.

Agora, Ruud tenta dar o troco em João Fonseca e impedir que o brasileiro avance às oitavas de final do Masters 1000 de Montreal.