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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Forças de segurança são homenageadas em solenidade no Entorno

Secretário Rafael Lustosa destacou que segurança pública é base para o desenvolvimento da região

Representantes das forças de segurança pública de Goiás foram homenageados, nesta segunda-feira (11/5), durante sessão solene proposta pela deputada estadual Dra. Zeli, em Valparaíso de Goiás. Ao todo, 40 profissionais receberam a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira, a mais importante comenda concedida pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.

A cerimônia foi realizada na sede do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Públicos de Valparaíso de Goiás e reuniu integrantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil, Polícia Penal e Polícia Técnico-Científica.

O secretário de Estado do Entorno do Distrito Federal, Rafael Lustosa, participou da solenidade e ressaltou a relação direta entre segurança pública, desenvolvimento e qualidade de vida. “Quando uma região tem segurança, naturalmente ela se desenvolve economicamente. As pessoas buscam moradia, buscam viver em um lugar onde possam prosperar. Hoje, Goiás e a região do Entorno são referência, e isso é resultado de um compromisso do Governo de Goiás”, afirmou.

Também homenageado, o tenente-coronel Eric Chiericato, comandante do 20º Batalhão da PMGO em Valparaíso de Goiás, destacou o significado da honraria para os profissionais da segurança. “É um sentimento de total relevância e orgulho receber essa honraria. Isso nos incentiva ainda mais a trabalhar em prol da nossa comunidade. Uma tropa motivada fortalece a segurança das famílias, e quem ganha com isso é a população”, afirmou.

A deputada Dra. Zeli ressaltou que a homenagem reconhece os relevantes serviços prestados pelos profissionais à comunidade goiana, especialmente na proteção da vida, da ordem pública e do direito de ir e vir da população.

Fotos: Will Rosa (Alego)

Secretaria do Entorno do DF | Governo de Goiás

Áudio atribuído a Flávio Bolsonaro sobre suposto financiamento de filme gera novo desgaste político

Reportagem divulgada pelo Intercept Brasil aponta cobrança de R$ 134 milhões ao empresário Daniel Vorcaro para produção audiovisual ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro

Uma reportagem divulgada nesta quarta-feira (13) pelo portal Intercept Brasil trouxe novos desdobramentos envolvendo integrantes da família Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo a publicação, um áudio atribuído ao senador Flávio Bolsonaro revela a cobrança de R$ 134 milhões destinados à produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a reportagem, a conversa teria ocorrido em novembro do ano passado, pouco antes da prisão de Vorcaro pela Polícia Federal. O empresário é apontado como investigado em um esquema que envolveria corrupção, lavagem de dinheiro, lobby político e operações financeiras suspeitas. No áudio divulgado, Flávio chama Vorcaro de “irmão” e afirma que estaria ao lado do empresário “sempre”, ao mesmo tempo em que solicita uma posição sobre os recursos financeiros.

A publicação afirma ainda que parte dos valores teria sido movimentada por meio de transferências internacionais ligadas à empresa Entre Investimentos e Participações e ao fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos. Segundo o material divulgado, o projeto audiovisual teria coordenação de aliados do deputado federal Eduardo Bolsonaro, que atualmente está em território norte-americano.

Outro ponto destacado pela reportagem envolve a suposta realização de seis operações financeiras entre fevereiro e maio do ano passado, que totalizariam ao menos R$ 61 milhões já transferidos. Até o momento, segundo o próprio portal, os fatos relacionados especificamente ao suposto financiamento do filme ainda não são alvo formal de investigação da Polícia Federal.

Questionado por jornalistas durante visita ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, Flávio Bolsonaro negou a autenticidade da gravação. “De onde você tirou essa informação? É mentira”, respondeu o senador ao ser abordado sobre o tema.

O caso amplia a pressão política sobre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro e adiciona novos elementos às investigações que já atingem empresários e agentes públicos ligados ao entorno bolsonarista. Nos bastidores de Brasília, o episódio já repercute entre lideranças partidárias e pode provocar novos desdobramentos jurídicos e políticos nos próximos dias.

Fim da “taxa das blusinhas” isenta compras internacionais de até US$ 50

Medida extingue imposto federal de 20% sobre encomendas importadas de baixo valor; Charles Mendlowicz analisa impacto fiscal e no varejo

Em um movimento que promete sacudir o cenário econômico e político do país, o governo anunciou o fim da chamada “taxa das blusinhas”. A medida, que entra em vigor nesta quarta-feira (13), extingue o imposto federal de importação de 20% que incidia sobre compras internacionais de até US$ 50. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual que varia entre 17% e 20% na maioria dos estados, continuará a ser cobrado do consumidor.

Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o anúncio ocorre em um momento estratégico, faltando poucos meses para as eleições, e é visto pelo mercado como uma tentativa do governo de recuperar terreno junto às classes populares. “A medida é uma notória bomba fiscal e um movimento estratégico no tabuleiro político. Nesse xadrez das eleições, o governo pegou uma peça, moveu e assustou o adversário”, analisa Mendlowicz.

A “taxa das blusinhas”, implementada originalmente em 2024, tornou-se um dos símbolos de impopularidade da atual gestão devido ao impacto direto no consumo das famílias de baixa renda. Segundo Mendlowicz, o governo percebeu que o custo político superou o ganho de arrecadação, que vinha batendo recordes.

O Economista Sincero destaca que a medida permitirá que a população volte a acessar produtos de varejistas chinesas como Shein, Shopee e AliExpress a preços menores. “No Brasil, o ‘Diabo veste Shein’. Pela primeira vez as pessoas puderam ir ao trabalho mais arrumadas porque as coisas no Brasil custam caro e o imposto acaba com tudo”, pontua.

Prejuízos nos Correios e desafio para o varejo nacional

A crise financeira dos Correios também é apontada como um dos motores da decisão. A estatal registrou um prejuízo de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026, e a queda no volume de encomendas internacionais (que representavam 22% da receita e caíram para 7,8%) foi um dos principais motivos alegados pela gestão.

No entanto, a medida não é isenta de riscos. O fim da taxa gera um cenário de competição que Mendlowicz classifica como desleal para os gigantes do varejo nacional, como Magazine Luiza, Casas Bahia e Renner. “Essas empresas nacionais terão que competir com as chinesas de uma forma desleal, como o próprio governo achava e, por isso, criou essa taxa”, explica Charles Mendlowicz.

Futuro fiscal

Apesar do alívio no bolso do consumidor, o economista alerta para a falta de previsibilidade a longo prazo e o histórico de aumento de impostos da gestão, que somou 27 reajustes desde 2023. “Eu não sei qual será o impacto disso daqui. O governo pode tirar isso agora e, quando passar a eleição, colocar de novo”, adverte Mendlowicz.

O mercado agora aguarda os próximos dados de consumo e a reação oficial das associações de varejistas nacionais diante da nova realidade de isenção.

Goiás tem crescimento de 7% no comércio varejista em março

O comércio varejista goiano registrou crescimento de 7,0% em março de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, resultado superior ao observado no Brasil, que foi de 4,0%. O desempenho colocou Goiás com o 7º melhor resultado entre as unidades federativas na variação interanual, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisada pelo Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB).

O avanço também representa o melhor desempenho do comércio varejista goiano para o mês de março desde 2022, quando o setor ainda refletia o período de recuperação pós-pandemia. Conforme a análise do IMB, trata-se do segundo maior crescimento para março nos últimos 15 anos.

Comércio varejista

Para o secretário-geral de Governo, Gean Carlo Carvalho, os dados reforçam a capacidade de Goiás de transformar grandes eventos em oportunidades econômicas.

“O MotoGP colocou Goiânia e Goiás em evidência internacional e movimentou uma ampla cadeia de serviços, comércio, turismo, transporte e consumo. Embora os dados não permitam afirmar uma relação direta e isolada, os sinais observados em março são compatíveis com o impacto positivo de um evento dessa dimensão na economia local”, afirma.

“Estamos seguindo em 2026 muito bem posicionados, com crescimento do comércio varejista em Goiás e resultados acima da média nacional. Isso demonstra as bases sólidas da nossa economia, a diversificação produtiva e um ambiente cada vez mais favorável aos negócios, que o Governo de Goiás, sob a liderança do governador Daniel Vilela, tem construído em parceria com os empresários e com a população goiana”, destaca o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho.

Na comparação com fevereiro, já descontados os efeitos sazonais, o varejo goiano cresceu 1,5%, desempenho três vezes superior ao registrado pelo Brasil, que foi de 0,5%. No acumulado do ano, Goiás também ficou acima da média nacional, com alta de 4,8%, ante 2,4% no país. Já no acumulado em 12 meses, o comércio varejista goiano avançou 2,0%, frente a 1,8% no Brasil.

MotoGP

De acordo com o IMB, há sinais compatíveis com possível efeito associado à realização do MotoGP em Goiânia, especialmente em segmentos ligados à circulação de pessoas e ao consumo presencial. Entre os destaques estão combustíveis e lubrificantes, que cresceram 21,3% na comparação com março de 2025, e outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 11,8%.

O desempenho desses segmentos sugere uma movimentação adicional no período, relacionada ao aumento do fluxo de visitantes, deslocamentos urbanos, consumo em lojas físicas e atividades associadas à recepção de turistas e público do evento. A leitura do IMB, no entanto, considera o resultado como um indicativo compatível com o contexto econômico do mês, e não como uma causalidade exclusiva.

A análise dos dados da PMC é realizada pelo Instituto Mauro Borges com base nas informações oficiais do IBGE e contribui para o acompanhamento da atividade econômica em Goiás, subsidiando políticas públicas e estratégias de desenvolvimento para o estado.

Claque Cultural reúne 100 mil pessoas e impulsiona economia criativa em Goiás

Com 2,5 mil artistas envolvidos, projeto realizado pelo Governo de Goiás, em parceria com o Sesc, ampliou projeção da cultura goiana e gerou oportunidades no interior do estado

Durante o encerramento do 3º Claque Cultural, realizado nesta quarta-feira (13/05), o governador Daniel Vilela celebrou o sucesso da edição e destacou a cultura como instrumento de desenvolvimento e transformação social.

“Esse é um projeto inspirador e motivador. Ao mesmo tempo em que resgata a cultura do nosso estado, dá oportunidade aos artistas goianos e inspira nossos jovens”, afirmou o chefe do Executivo.

Daniel destacou, ainda, a capacidade que a arte tem de expandir a mente. “Quando jovens participam dessas manifestações culturais, especialmente no interior do estado, eles são apresentados a um novo horizonte de oportunidades profissionais e econômicas ligadas à cultura”, disse o governador sobre o projeto, que é promovido pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Retomada, em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc Goiás).

Na cerimônia de encerramento, realizada no auditório da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO), foi apresentado o balanço final da edição, que percorreu cidades de Goiás e da Bahia ao longo de seis meses de programação.

Show de Gabriel o Pensador, em fevereiro de 2026. foi um dos destaques do programa cultural (Foto: Reprodução Instagram)

Cerca de 820 apresentações foram realizadas, reunindo aproximadamente 100 mil pessoas em shows, espetáculos teatrais, exposições, sessões de cinema e apresentações circenses.

O Claque Cultural se consolidou como uma das principais iniciativas de incentivo à cultura no estado, promovendo acesso gratuito a espetáculos e a valorização dos artistas goianos.

Criado em 2021, durante o período de retomada das atividades culturais após a pandemia, o projeto nasceu com o objetivo de apoiar artistas e profissionais do setor de eventos. Nesta terceira edição, cerca de 2,5 mil artistas goianos passaram pelos palcos do circuito.

Secretário da Retomada, César Moura ressaltou que o circuito é um motor da cadeia produtiva cultural para Goiás.

“Nós temos um diferencial, que é integrar todo o setor produtivo dos municípios no Claque Cultural. Então, buscamos produtores locais, pessoas que montam o palco e dão suporte ao evento, tudo é local. Isso se reflete no fortalecimento do comércio e da economia desses municípios”, frisou.

Os cantores e compositores Fernando Perillo e Nila Branco destacaram a importância do projeto para o fortalecimento da produção artística goiana e para a geração de oportunidades no setor. Segundo Perillo:

“O Claque é um projeto vitorioso, que valoriza a cultura local, fortalece os artistas e aproxima o público da música produzida em Goiás”.

Já Nila ressaltou:

“A ação movimenta toda a cadeia cultural, gera trabalho para muitos profissionais e ainda abre espaço para novos artistas que precisam de oportunidade para mostrar seu talento”.

A secretária da Cultura, Yara Nunes, destacou que o Claque Cultural projeta a arte goiana em nível nacional e amplia as oportunidades para os artistas do estado. Segundo ela,

“levar a cultura goiana para públicos de outros estados é mostrar a força, a diversidade e a qualidade da nossa produção artística. Isso comprova que os artistas goianos têm capacidade de ocupar grandes palcos em qualquer lugar do país”.

Economia de recursos

Governador Daniel Vilela celebrou o sucesso da edição e destacou a cultura como instrumento de desenvolvimento e transformação social (Foto: Romullo Carvalho)

Além do alcance cultural, a iniciativa apresentou resultados positivos na gestão dos recursos públicos. Com previsão inicial de investimento de R$ 22,9 milhões, a execução financeira do projeto permitiu economia ao longo da programação, resultando na devolução de mais de R$ 5 milhões aos cofres do Estado.

O presidente da Fecomércio, Marcelo Baiocchi, ressaltou o impacto cultural e a economia dos recursos nesta edição do programa.

“O Claque se consolidou como a maior maratona cultural do estado de Goiás graças à parceria entre o poder público e a iniciativa privada. A gestão eficiente e a responsabilidade na aplicação dos recursos ainda resultou nessa devolução importante ao Governo de Goiás”, afirmou.

Nesta edição, o Claque Cultural ampliou fronteiras com a criação de um polo de circulação nacional na Bahia, levando atrações goianas para cidades como Salvador, Porto Seguro, Feira de Santana, Jacobina, Alagoinhas e Santo Antônio de Jesus.

Em Goiás, a programação passou por Goiânia, Anápolis, Jataí, Caldas Novas, Alto Paraíso, Jussara e Morrinhos.

Operação Sossego no Sol Nascente registra 42 infrações de trânsito

Detran-DF abordou 170 motocicletas na noite de terça-feira (12)

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar (PMDF), realizou, na noite desta terça-feira (12), mais uma edição da Operação Sossego no Sol Nascente. Ao todo, foram registradas 42 infrações de trânsito e sete motocicletas foram removidas para o depósito.
 
Durante a ação, dez motociclistas foram autuados por conduzir veículo com escapamento irregular, oito por não possuir habilitação, seis por dirigir com a CNH vencida havia mais de 30 dias e quatro com o sistema de iluminação do veículo alterado. Também foram registradas 14 autuações por infrações diversas.

A Operação Sossego é uma iniciativa do Detran-DF e tem o objetivo de retirar de circulação as motocicletas com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante. A ação busca promover a segurança viária por meio da fiscalização das condições dos veículos e dos motociclistas, além de contribuir para a redução da poluição sonora.
 
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), conduzir o veículo com o escapamento irregular é infração grave, sujeita à multa de R$ 195,23, cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação e retenção do veículo para regularização.

*Com informações do Detran-DF
 

Negócios da sociobioeconomia movimentam mais R$ 100 milhões e ajudam a conservar 2,5 milhões de hectares no Brasil

Mapeamento da Conexsus mostra que mais de 100 negócios comunitários geraram R$ 130 milhões em faturamento e comercializaram 6,6 mil toneladas de produtos da floresta, como açaí, cacau e castanha-do-Brasil

Negócios ligados à sociobioeconomia já movimentam milhões de reais no Brasil e demonstram que a conservação da floresta pode caminhar junto com geração de renda. Levantamento realizado pela Conexsus – Instituto Conexões Sustentáveis, aponta que um conjunto de empreendimentos apoiados pela organização registrou faturamento bruto de R$130 milhões, com a comercialização de 6,6 mil toneladas de produtos da sociobiodiversidade.
 

O mapeamento reúne dados de mais 100 negócios comunitários acompanhados pela Conexsus em diferentes biomas brasileiros. Esses empreendimentos atuam principalmente em cadeias produtivas como açaí, cacau, castanha-do-Brasil e outras frutas amazônicas, que têm ganhado espaço no mercado e contribuído para o fortalecimento da chamada economia da floresta.
 

Os dados se referem às operações realizadas em 2025 e fazem parte do sistema de monitoramento da organização, que acompanha os resultados econômicos, sociais e ambientais dos negócios comunitários apoiados pela instituição.
 

Além do impacto econômico, o levantamento indica efeitos relevantes na conservação ambiental. Segundo os dados, as atividades desses negócios estão associadas à conservação e ao uso sustentável de cerca de 2,5 milhões de hectares de territórios, grande parte localizada na Amazônia.
 

O estudo também mostra a diversidade de produtos comercializados pelas organizações comunitárias. Entre os itens com maior volume de produção estão o açaí, o cacau e seus derivados, além de castanha-do-Brasil, polpas de frutas, doces, mandioca e seus derivados e outros produtos da sociobiodiversidade brasileira.
 

Os números indicam ainda crescimento dessas iniciativas. De 2023 a 2025, o faturamento anual dos negócios monitorados aumentou em 81%, refletindo avanços na organização produtiva, na gestão e na capacidade de comercialização das organizações comunitárias.
 

“Os dados levantados pela Conexsus evidenciam a magnitude dos negócios comunitários e o seu papel decisivo para a geração de renda às comunidades. Ainda assim, trabalhar no fortalecimento destes empreendimentos, para que possamos ter um ecossistema de negócios cada vez mais maduro e abrangente, é estratégia fundamental para que a sociobioeconomia possa se consolidar como protagonista nos diferentes territórios rurais e florestais. É para este horizonte que miramos nossa atuação e estratégias da Conexsus”, avalia Pedro Frizo, Diretor de Programas e Inovação Financeira da Conexsus.
 

De acordo com a Conexsus, o levantamento não representa todo o universo da sociobioeconomia no país, mas evidencia o potencial do segmento para gerar renda local e estimular modelos produtivos que mantêm a floresta em pé.
 

Com presença em diferentes regiões e biomas brasileiros, os negócios comunitários mostram que a sociobioeconomia pode se consolidar como alternativa de desenvolvimento sustentável, ao combinar conservação ambiental, valorização de produtos da biodiversidade e geração de renda para povos e comunidades tradicionais.

STF mantém protagonismo no cenário político e amplia debate institucional em Brasília

Da Redação

Decisões da Suprema Corte reacendem discussões sobre equilíbrio entre os poderes da República

O cenário político brasileiro voltou a ser impactado por decisões do Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira. A atuação do ministro Alexandre de Moraes reacendeu debates no Congresso Nacional sobre os limites institucionais entre Judiciário e Legislativo.

A decisão envolvendo medidas relacionadas aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro gerou forte repercussão nos bastidores de Brasília. Parlamentares da oposição passaram a defender mudanças nas regras que envolvem decisões monocráticas da Corte, enquanto aliados do governo reforçam a necessidade de proteção das instituições democráticas.

Dentro do Congresso, lideranças partidárias articulam propostas que buscam ampliar mecanismos de fiscalização sobre decisões individuais de ministros do STF. O tema deve seguir dominando reuniões políticas ao longo das próximas semanas, especialmente no Senado Federal.

Integrantes do governo federal acompanham o debate com cautela. A orientação no Palácio do Planalto é evitar o agravamento da crise institucional e preservar o diálogo entre os poderes, sobretudo em um momento de importantes votações econômicas e administrativas.

Analistas políticos avaliam que o ambiente em Brasília seguirá marcado por tensão institucional e disputas narrativas. Mesmo assim, interlocutores do governo acreditam que há espaço para construção de consensos que garantam estabilidade política e segurança jurídica.

Governo Federal reforça combate ao crime organizado e amplia estratégia nacional de segurança

Novo plano apresentado pelo presidente Lula aposta em integração entre estados, inteligência e enfrentamento financeiro das facções

O governo federal deu nesta terça-feira um novo passo na estratégia nacional de combate ao crime organizado. Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou um pacote de medidas voltado ao enfrentamento das facções criminosas, com foco no bloqueio financeiro de organizações ligadas ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.

A proposta prevê a ampliação da integração entre forças estaduais e federais, além do fortalecimento das ações de inteligência da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. O Ministério da Justiça também trabalha na modernização dos sistemas de monitoramento de fronteiras e no endurecimento das ações dentro do sistema prisional brasileiro.

Nos bastidores do Palácio do Planalto, a avaliação é de que a segurança pública voltou ao centro das prioridades nacionais. O governo entende que o enfrentamento direto às facções criminosas é uma demanda crescente da população e pode representar um marco importante na reconstrução da sensação de segurança nos estados.

O plano ainda inclui investimentos em tecnologia, monitoramento de movimentações financeiras suspeitas e cooperação internacional para combater rotas do tráfico internacional. A expectativa é de que as primeiras ações sejam colocadas em prática ainda neste semestre.

Aliados do governo afirmam que a iniciativa busca unir repressão qualificada ao crime e fortalecimento das políticas sociais em territórios vulneráveis. A avaliação é de que o combate à violência precisa caminhar junto com oportunidades de educação, emprego e inclusão social.

Deputado Ricardo Vale questiona patrocínio do BRB ao Flamengo e cobra mais investimentos no esporte do DF

O vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Ricardo Vale, recebeu a resposta ao Requerimento de Informações apresentado ao Banco de Brasília sobre os contratos de patrocínio do banco e afirmou que os dados revelam um desequilíbrio nos investimentos esportivos.

De acordo com a resposta enviada pelo BRB, o banco mantém investimentos em diversas modalidades do Flamengo, incluindo basquete, futebol masculino, feminino e categorias de base. Apenas um dos contratos de patrocínio para o futebol do clube soma R$ 50 milhões. Em 2026, esse vínculo foi renovado em mais R$ 42 milhões.

Para Ricardo Vale, os números evidenciam uma disparidade na política de investimentos esportivos do banco. Enquanto o Flamengo recebe aportes milionários, clubes tradicionais do Distrito Federal, como Brasiliense Futebol Clube, Sociedade Esportiva do Gama, Capital Clube de Futebol e Ceilândia Esporte Clube, recebem, em média, até R$ 250 mil por competição.

“É necessária uma intervenção imediata na política de patrocínio esportivo do BRB. Esses recursos podem e devem ser investidos em benefício do esporte no DF. O TCDF precisa adotar providências e julgar a representação, exigindo da nova direção do BRB uma nova política de apoio ao esporte na nossa cidade”, afirmou Ricardo Vale.

Assessoria de Comunicação
Deputado Ricardo Vale