Início Site

Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Joscilene do Mangão aposta na própria trajetória para disputar espaço na política de Goiás

Mais de três décadas de trabalho e contato com diferentes realidades formam a base do projeto para a Assembleia

A decisão de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás representa, para Joscilene do Mangão, mais do que uma mudança de caminho. É a continuidade de uma trajetória construída ao longo de mais de 30 anos de trabalho, convivência com diferentes realidades e dedicação às pessoas. Agora, essa experiência ganha um novo desafio: transformar a vivência acumulada ao longo da vida em uma atuação voltada à representação da população no Legislativo estadual.

Professora, mãe e mulher de fé, Joscilene do Mangão afirma que sua entrada na política não representa o início de uma nova história, mas a ampliação de uma caminhada que já vinha sendo construída muito antes de ocupar um espaço na vida pública. É justamente nessa experiência que ela identifica a principal base para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás.

A proposta apresentada pela candidata parte de três pilares: presença, escuta e compromisso. A intenção é manter uma relação próxima com os municípios e comunidades, acompanhando de forma permanente as demandas da população e levando essas necessidades para o debate dentro da Assembleia.

Para Joscilene do Mangão, representar a população exige mais do que participar das votações e discussões no plenário. O mandato, em sua visão, precisa permanecer conectado à realidade de quem está fora do Legislativo, acompanhando os problemas enfrentados diariamente pelas famílias e buscando transformar essas demandas em pautas de atuação parlamentar.

É nesse contexto que a experiência como professora ganha relevância em seu projeto político. O contato cotidiano com pessoas e diferentes realidades, segundo ela, contribuiu para desenvolver um olhar atento às necessidades da população e para compreender a importância de políticas públicas capazes de produzir resultados concretos na vida das pessoas.

“Eu quero chegar à Assembleia levando comigo a experiência de quem passou mais de 30 anos trabalhando e cuidando de pessoas. O mandato precisa ter porta aberta, presença e disposição para ouvir. É assim que acredito que a política pode fazer diferença na vida de quem mais precisa”, afirma Joscilene do Mangão.

A candidatura, portanto, é apresentada como uma extensão de valores que já fazem parte de sua trajetória. Em vez de romper com aquilo que construiu ao longo da vida, Joscilene do Mangão pretende levar essa experiência para um espaço maior de representação, colocando sua vivência pessoal e profissional a serviço de um número maior de pessoas.

A candidata também defende que uma experiência construída fora da política institucional pode contribuir para uma forma diferente de atuação dentro do Legislativo. A proposta é aproximar o debate estadual da realidade dos municípios, transformando as demandas apresentadas por moradores e comunidades em prioridades de atuação parlamentar.

Essa proximidade com a população ocupa lugar central no projeto político. Mais do que disputar uma cadeira, Joscilene do Mangão procura associar sua candidatura à ideia de que um eventual mandato deve manter as portas abertas e continuar ouvindo quem está diretamente ligado às necessidades de cada região.

A trajetória construída antes da política, nesse sentido, passa a ser apresentada como sua principal credencial eleitoral. Os mais de 30 anos de trabalho, a experiência como professora e a convivência com diferentes pessoas e realidades formam a base sobre a qual ela pretende construir sua atuação no Legislativo goiano.

Com o número 36.222, Joscilene do Mangão coloca seu nome na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás. A proposta é levar para a política aquilo que, segundo ela, já orientou sua caminhada: trabalhar, ouvir, cuidar e permanecer próxima das pessoas.
Para Joscilene do Mangão, a eleição representa justamente a possibilidade de ampliar esse trabalho. A história construída antes da política permanece como ponto de partida agora com o desafio de transformá-la em representação no Estado de Goiás.

Joscilene do Mangão revela como experiência pessoal mudou seu olhar para a saúde da mulher

Candidata a deputada estadual em Goiás relembra diagnóstico de câncer de mama e defende políticas públicas para ampliar o acesso à saúde

A defesa da saúde da mulher ganhou um significado ainda mais pessoal para Joscilene do Mangão após ela própria enfrentar um câncer de mama. Candidata a deputada estadual em Goiás, ela relembrou o diagnóstico em um relato nas redes sociais e falou sobre como essa experiência reforçou uma preocupação que já fazia parte de sua visão sobre as necessidades das mulheres.

Ao passar pelo tratamento, Joscilene também teve contato com uma realidade diferente da que conhecia. Ela contava com plano de saúde e tinha maior facilidade para realizar consultas, exames e acompanhamento médico. A partir dessa vivência, passou a observar com ainda mais atenção os obstáculos enfrentados por mulheres que dependem da rede pública para conseguir atendimento.

“Quando a gente passa por uma situação dessas, percebe ainda mais o quanto é importante garantir que nenhuma mulher fique sem atendimento, sem diagnóstico e sem tratamento por falta de acesso”, afirmou.

O relato levou Joscilene a reforçar a defesa de políticas públicas capazes de ampliar o atendimento às mulheres e reduzir as dificuldades encontradas ao longo do processo de cuidado. Para ela, a atenção precisa começar antes mesmo da descoberta de uma doença, com acesso a consultas e exames, e continuar durante o tratamento e o acompanhamento médico.

A questão também envolve as diferenças enfrentadas por quem consegue recorrer à assistência privada e por quem depende exclusivamente dos serviços públicos. Na avaliação apresentada pela candidata, garantir atendimento adequado significa criar condições para que mais mulheres consigam investigar problemas de saúde e receber o tratamento necessário no momento certo.

A experiência com o câncer, portanto, não aparece como o início dessa preocupação, mas como um episódio que aprofundou seu olhar sobre uma questão que pretende defender na política. Ao tornar pública uma parte delicada de sua própria história, Joscilene chama atenção para uma realidade que ultrapassa sua trajetória pessoal e alcança mulheres que enfrentam diferentes barreiras para cuidar da própria saúde.

Na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás, ela coloca a saúde da mulher entre as pautas que pretende defender no Legislativo, com foco na ampliação do acesso ao cuidado, ao diagnóstico e ao tratamento, além de uma atenção mais ampla às necessidades da população feminina.

Brasil mantém economia em crescimento e PIB chega a R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre

Atividade econômica avança 0,5%, agropecuária lidera expansão e resultado oferece novo argumento ao Governo Federal na reta final da eleição

A economia brasileira manteve trajetória positiva no segundo trimestre de 2026. O Produto Interno Bruto cresceu 0,5% entre abril e junho na comparação com os três primeiros meses do ano, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado colocou o valor total da economia brasileira em aproximadamente R$ 3,4 trilhões no período.

A agropecuária foi o principal destaque, avançando 2,8%. O setor de serviços, responsável pela maior parcela da economia brasileira, apresentou crescimento de 0,2%, enquanto a indústria teve variação positiva de 0,1%. No acumulado dos últimos 12 meses, o PIB registrou crescimento de 1,9%.

Dentro do resultado agropecuário, culturas importantes para a economia brasileira, como soja e café, ajudaram a puxar o desempenho positivo. Nos serviços, as atividades imobiliárias e os setores de informação e comunicação aparecem entre aqueles que apresentaram desempenho favorável. Já na indústria, petróleo, gás e construção ajudaram a sustentar os números positivos.

O crescimento ocorre apesar do ambiente de juros elevados e de uma desaceleração quando comparado ao primeiro trimestre, quando a economia havia registrado expansão maior. Ainda assim, o resultado ficou ligeiramente acima de algumas expectativas do mercado e mantém o país fora de um cenário de retração econômica.

Na reta final da eleição presidencial, números econômicos ganham inevitavelmente dimensão política. O Governo Federal buscará apresentar crescimento, emprego e renda como sinais de continuidade da recuperação econômica, enquanto a oposição deverá concentrar críticas no custo de vida, nos juros e na velocidade dessa expansão. A economia, portanto, chega a setembro não apenas como indicador técnico, mas como um dos campos centrais da disputa pelo voto.

Lula ainda lidera, mas avanço de Flávio Bolsonaro acende alerta na campanha presidencial

Da Redação

Datafolha mostra presidente com 38% e candidato do PL com 33%; redução da diferença coloca eleição em novo estágio

A corrida pelo Palácio do Planalto entrou definitivamente em uma nova fase. Pesquisa Datafolha divulgada nesta semana mostrou Luiz Inácio Lula da Silva com 38% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 33%, indicando uma diferença menor entre os dois principais candidatos do que aquela registrada anteriormente.

O dado mais importante não está apenas nos cinco pontos que separam os candidatos, mas na trajetória da disputa. A diferença entre Lula e Flávio caiu pela metade em relação ao levantamento realizado em maio, mostrando que a oposição conseguiu avançar justamente quando começou oficialmente o período mais intenso da campanha, com propaganda eleitoral, debates e maior exposição dos candidatos.

Um terceiro personagem também começa a alterar os cálculos eleitorais. O escritor Augusto Cury chegou a 8% no Datafolha e teve crescimento apontado por diferentes levantamentos divulgados recentemente. Embora ainda esteja distante dos dois líderes, sua presença pode interferir diretamente no percentual necessário para uma eventual definição da eleição em primeiro turno.

Para Lula, a principal dificuldade passa a ser interromper a redução da vantagem sem perder votos ao centro. Para Flávio Bolsonaro, o desafio será ampliar sua candidatura para além do eleitorado bolsonarista tradicional. Ao mesmo tempo, acontecimentos externos à campanha — como a crise envolvendo o STF — começaram a interferir diretamente na estratégia dos dois lados.

A eleição ainda permanece aberta e novas pesquisas serão decisivas para confirmar se a aproximação continuará. Mas uma mudança já está consolidada: a campanha deixou de ser uma disputa confortável para o atual presidente e passou a exigir uma estratégia mais agressiva para impedir que o adversário chegue às últimas semanas em condições de empate.

7 de Setembro vira batalha política e pode redesenhar a reta final da eleição

Manifestação convocada na Avenida Paulista ganha força após crise no STF e transforma Dia da Independência em teste de mobilização para governo e oposição

O 7 de Setembro de 2026 ganhou um significado muito diferente do tradicional desfile cívico. A menos de um mês da eleição presidencial, a data se transformou em um gigantesco teste de força política, principalmente para a oposição, que aposta na Avenida Paulista como palco para demonstrar capacidade de mobilização nas ruas.

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro passou a convocar apoiadores para o ato utilizando simultaneamente críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro Alexandre de Moraes. A crise aberta no Supremo após as revelações do caso Banco Master deu novo combustível à mobilização, que adotou como um dos principais discursos a reação contra Moraes.

A dimensão política do evento cresceu com a participação prevista de governadores, parlamentares e lideranças da direita. Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes também participam da articulação, enquanto aliados tentam mobilizar centenas de prefeitos para comparecer à Paulista. O objetivo vai além da manifestação: demonstrar unidade política em torno da candidatura de Flávio Bolsonaro.

Do outro lado, o governo federal prepara a celebração oficial em Brasília tentando valorizar símbolos nacionais e pautas institucionais. A orientação é evitar uma identificação partidária explícita do desfile, enquanto Lula deve explorar temas como soberania nacional. A disputa pela simbologia verde e amarela, portanto, volta a aparecer com força nesta campanha eleitoral.

O tamanho das manifestações poderá produzir efeitos nos próximos dias. Uma Paulista lotada fortalecerá a narrativa de crescimento da oposição e poderá impulsionar Flávio na reta final. Uma mobilização abaixo da expectativa terá o efeito contrário. Por isso, neste 7 de Setembro, as imagens das ruas poderão ser tão importantes para as campanhas quanto os próprios discursos dos candidatos.

Caso Master abre crise sem precedentes no STF e coloca ministros sob pressão

Da Redação

Mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes e outros integrantes do Judiciário ampliam desgaste da Corte e levam crise institucional para o centro da eleição presidencial

A investigação envolvendo o Banco Master deixou de ser apenas um caso financeiro e passou a produzir uma das maiores crises institucionais recentes do Supremo Tribunal Federal. A divulgação de mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro colocou integrantes da mais alta Corte do país no centro de questionamentos sobre relações privadas, conflitos de interesse e limites éticos para integrantes do Judiciário.

O episódio ganhou dimensão ainda maior com o confronto público entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Enquanto Mendonça passou a conduzir apurações relacionadas ao caso Master, Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, que a atuação do colega também fosse investigada. A troca de acusações expôs divisões internas que normalmente permanecem restritas aos bastidores do Tribunal.

O presidente Edson Fachin assumiu papel central na tentativa de conter a crise. Além de cobrar informações dos envolvidos, o ministro voltou a defender a criação de um código de conduta para integrantes do Supremo. A discussão, que durante anos permaneceu em segundo plano, passou a ganhar força justamente porque a crise envolve dúvidas sobre relações entre magistrados, empresários e interesses privados.

O problema ultrapassou rapidamente os corredores do Judiciário. Com a eleição presidencial a menos de um mês de distância, setores da oposição passaram a transformar as revelações em bandeira política, enquanto integrantes do governo tentam evitar que a proximidade construída nos últimos anos entre o Palácio do Planalto e integrantes do STF provoque desgaste eleitoral.

Mais do que o futuro individual dos ministros envolvidos, o caso coloca em discussão a própria credibilidade de uma instituição que desempenhou papel decisivo nas principais crises políticas dos últimos anos. O tamanho da repercussão mostra que o Banco Master agora provoca consequências que vão muito além do sistema financeiro: atingiu diretamente o coração institucional de Brasília

Joscilene do Mangão cresce em Goiás e consolida candidatura com bases em mais de 15 cidades

Ex-secretária de Promoção Social de Novo Gama amplia articulação pelo estado, reúne importantes apoios políticos e coloca mulheres, mães atípicas e famílias no centro de seu projeto para a Alego

A candidatura de Joscilene do Mangão (Agir) à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) ganha espaço para além do Entorno do Distrito Federal e avança por diferentes regiões do estado. Primeira-dama de Novo Gama e ex-secretária de Promoção Social, ela já reúne grupos organizados em mais de 15 cidades, em um movimento que amplia a capilaridade de seu projeto político.

A expansão das bases coloca Joscilene do Mangão em uma nova dimensão eleitoral. Com trajetória construída principalmente na área social, ela trabalha para transformar a experiência adquirida em Novo Gama em uma agenda de alcance estadual, ao mesmo tempo em que fortalece alianças e se aproxima de lideranças de diferentes municípios.

O avanço da articulação não se limita ao número de cidades. Joscilene chega à disputa cercada por nomes de peso da política goiana. Entre os apoiadores estão a ex-primeira-dama e candidata ao Senado, Gracinha Caiado (União); o ex-governador e candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD); e o governador Daniel Vilela (MDB).

A lista inclui ainda a deputada federal Lêda Borges (Republicanos) e a deputada Magda Mofatto (PL). São apoios de diferentes grupos políticos que reforçam a capacidade de diálogo construída em torno da candidatura.

No Distrito Federal, a rede de alianças também é ampla. Estão ao lado de Joscilene o ex-governador José Roberto Arruda (PSD); Carol Fleury (PSD), ex-secretária do Entorno; Daniel Radar (Avante); e o deputado distrital Rogério Morro da Cruz (PSD).

A força política que começa a se espalhar pelo estado tem Novo Gama como ponto de partida. Foi no município que Joscilene construiu parte importante de sua trajetória pública, especialmente durante o período em que esteve à frente da Secretaria de Promoção Social.

Na pasta, manteve contato direto com famílias em situação de vulnerabilidade e com demandas que chegam diariamente à assistência social. Essa experiência passou a orientar as principais bandeiras que pretende defender na Assembleia Legislativa.

Mulheres e mães atípicas ocupam espaço central nessa agenda. Joscilene também defende políticas permanentes de fortalecimento das famílias e maior atenção do poder público às pessoas em situação de vulnerabilidade social.

A candidatura carrega ainda a força política construída em Novo Gama nos últimos anos. Joscilene é esposa do prefeito Carlinhos do Mangão (PL), que ampliou sua influência entre os municípios do Entorno e ficou conhecido politicamente como “embaixador do Entorno”.

Agora, o grupo trabalha para levar essa presença para além da região. A formação de bases em mais de 15 cidades sinaliza justamente essa mudança de escala. Lideranças e apoiadores locais passaram a atuar na mobilização e na apresentação do nome de Joscilene a novos eleitorados.

Nesse cenário, a ex-secretária entra na disputa pela Alego sustentada por três frentes que se complementam: a experiência na área social, a expansão territorial da candidatura e uma rede de alianças que reúne algumas das principais lideranças políticas de Goiás e do Distrito Federal.

A estratégia é transformar a proximidade construída com as famílias de Novo Gama em uma representação de alcance estadual. Ao ampliar sua presença pelo território goiano sem abandonar as pautas que marcaram sua trajetória, Joscilene busca chegar à Alego como uma voz voltada especialmente às mulheres, às mães atípicas e às famílias que mais dependem da presença do poder público.

Com grupos já mobilizados em diferentes regiões e novas bases em formação, Joscilene deixa de concentrar sua força apenas em Novo Gama e no Entorno. A candidatura ganha dimensão estadual, levando como principais credenciais o trabalho social que marcou sua trajetória e uma articulação política que avança pelo mapa de Goiás.

Profissionalização dos presídios federais tem participação na trajetória legislativa de Fraga

Alberto Fraga ressalta importância histórica da Lei nº 10.693/2003 para a profissionalização do sistema penitenciário federal

O deputado federal Alberto Fraga destaca a importância histórica da Lei nº 10.693/2003, responsável pela criação da carreira de agente penitenciário federal no quadro de pessoal do Ministério da Justiça.

A estrutura inicial previa 500 cargos efetivos, preenchidos mediante concurso público. Os profissionais ficaram responsáveis pela vigilância, custódia, guarda e assistência aos presos mantidos nos estabelecimentos penais administrados pelo governo federal.

Segundo Fraga, a criação de uma carreira especializada tornou-se fundamental para o funcionamento das penitenciárias federais de segurança máxima. Essas unidades recebem presos de elevada periculosidade e lideranças de organizações criminosas.

“Um sistema penitenciário seguro precisa de profissionais concursados, preparados e valorizados. Sem controle dentro dos presídios, o crime organizado continua comandando delitos do lado de fora”, declara Alberto Fraga.

Embora a legislação tenha sido posteriormente substituída durante a reorganização da carreira e a formação da Polícia Penal Federal, Fraga ressalta que a Lei nº 10.693 representou um passo decisivo para a profissionalização da segurança penitenciária no país.

ICL: aprovação do PL 1482 fecha cerco ao furto, roubo, descaminho e receptação ilegal de combustíveis e lubrificantes 

O Instituto Combustível Legal (ICL) considera a aprovação pelo Senado do PL 1482/2019 um avanço decisivo no combate ao crime organizado e às ilegalidades no mercado de combustíveis e lubrificantes. A proposta endurece o tratamento penal para o furto e o roubo de petróleo, derivados, gás natural, etanol, biocombustíveis e lubrificantes retirados de instalações de produção, armazenamento e transporte, incluindo dutos e veículos utilizados nos diferentes modais. O texto também amplia o alcance da legislação sobre crimes contra a ordem econômica para atingir atividades como recebimento, transporte, armazenamento, comercialização e distribuição de produtos de origem ilícita.
 

Na avaliação do ICL, um dos principais benefícios do projeto é permitir que o poder público atue sobre toda a cadeia econômica que sustenta esse tipo de crime, e não apenas sobre quem executa diretamente o furto ou o roubo. Ao alcançar também receptadores, operadores logísticos e estabelecimentos que comercializam ou armazenam combustíveis de origem ilegal, a legislação reduz os espaços para que produtos desviados sejam inseridos no mercado formal e utilizados como fonte de financiamento de organizações criminosas. A proposta também prevê punições mais severas quando as ocorrências provocarem consequências como paralisação de atividades, desabastecimento, incêndios, danos ambientais ou lesões, reforçando a proteção à infraestrutura crítica e à segurança da população.
 

“A aprovação do PL 1482 representa um passo importante para atacar a estrutura econômica que existe por trás do furto e do roubo de combustíveis e lubrificantes. Não basta punir quem perfura um duto ou desvia uma carga; é fundamental atingir também quem recebe, transporta, armazena e comercializa esse produto ilegal. Ao fechar esses canais, o país aumenta o custo da atividade criminosa, protege a infraestrutura de abastecimento e fortalece as empresas que atuam dentro da legalidade”, afirma Emerson Kapaz, presidente do Instituto Combustível Legal.
 

Para o ICL, o avanço da proposta complementa outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da fiscalização e ao enfrentamento das fraudes no setor de combustíveis. A combinação de penas mais efetivas, inteligência, integração entre órgãos públicos e fiscalização sobre toda a cadeia de circulação dos produtos cria condições para reduzir a atuação de grupos criminosos, proteger o abastecimento, evitar riscos ambientais e de segurança e promover um ambiente de negócios mais transparente, competitivo e seguro para empresas e consumidores. O PL 1482 altera o Código Penal e a legislação de crimes contra a ordem econômica justamente para ampliar a responsabilização dessas condutas.

Debate esquenta disputa pelo GDF com embates sobre BRB, saúde, Fundo Constitucional e transporte

Da Redação

Celina Leão vira alvo dos adversários enquanto Arruda, Grass, Cappelli, Paula Belmonte e Kiko Caputo confrontam atual gestão e apresentam propostas para o Distrito Federal

O debate promovido pelo Correio Braziliense e pela TV Brasília elevou a temperatura da disputa pelo Governo do Distrito Federal. Durante quase duas horas, Celina Leão (PP), José Roberto Arruda (PSD), Leandro Grass (PT), Ricardo Cappelli (PSB), Paula Belmonte (PSDB) e Kiko Caputo (Novo) trocaram críticas e apresentaram propostas para áreas como saúde, transporte, economia e segurança.

Por estar à frente do governo, Celina ficou no centro de alguns dos principais confrontos. Arruda questionou a governadora sobre saúde, metrô e a situação do BRB, enquanto Celina rebateu trazendo para o debate a situação jurídica do ex-governador e defendendo as ações realizadas nos primeiros meses de sua administração.

Outro embate de destaque aconteceu entre Celina e Leandro Grass em torno do Fundo Constitucional do Distrito Federal. A candidata afirmou que medidas federais poderiam atingir a previsibilidade dos recursos destinados à capital, enquanto Grass rebateu sustentando que não haverá redução do fundo e direcionou críticas à situação das contas e dos serviços públicos do DF.

Saúde e mobilidade também dominaram a discussão. Ricardo Cappelli apresentou proposta de enfrentamento às filas de consultas, exames e cirurgias e prometeu ampliar a contratação de profissionais. Kiko Caputo criticou a eficiência dos gastos públicos, enquanto Paula Belmonte atacou contratos emergenciais e defendeu mudanças na administração da saúde. No transporte, apareceram propostas envolvendo metrô, BRT, ônibus expressos e tarifa zero.

Depois do encontro, os seis candidatos procuraram reforçar suas próprias leituras sobre o desempenho no palco. Celina defendeu as entregas do governo; Grass sustentou suas críticas ao Fundo Constitucional; Arruda reafirmou que seguirá na disputa; Paula Belmonte destacou a apresentação de propostas; Cappelli buscou reforçar a imagem de renovação; e Caputo voltou a se colocar como alternativa à política tradicional. O debate deixa a corrida pelo Buriti mais aberta para uma fase de confrontos diretos até o primeiro turno de 4 de outubro.