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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Goiânia recebe evento que reúne ofertas e facilita compra de veículos

Nos dias 22 e 23 deste mês, Grupo Saga vai reunir mais de 30 modelos com condições simplificadas em negociação, crédito e troca de seminovos. Público contará com um ambiente de experiências, praça de alimentação e espaço kids

Com o objetivo de facilitar o acesso à compra ou troca de veículos e impulsionar o consumo no setor automotivo, com descontos e condições especiais, Goiânia será sede, nesta sexta-feira e sábado (22 e 23), do Fecha Quarteirão, realizado pelo Complexo Saga T-7. A iniciativa vai concentrar, em um único espaço, mais de 30 veículos de diferentes marcas e opções de seminovos.

O evento será realizado no cruzamento da Avenida T-7 com a Rua T-27, no Setor Bueno, e vai reunir ofertas especiais em diferentes modalidades de compra, incluindo varejo, venda direta, financiamento, consórcio e seguros. A proposta é propor uma jornada completa e prática ao consumidor, permitindo a comparação entre modelos, categorias e condições, além da avaliação imediata de seminovos para troca ou compra, de olho a atender às expectativas do consumidor.

A experiência proporcionará, em um mesmo local, a comparação de categorias, tecnologias e condições, além de descontos exclusivos, bônus na troca do seminovo, condições especiais de financiamento, consórcio e oportunidades diferenciadas por marca e modalidade de compra. O público poderá conhecer de perto as tecnologias disponíveis, conectividade, performance e diferenciais dos principais modelos expostos. Além das condições comerciais, o Fecha Quarteirão aposta em uma estrutura voltada à permanência do visitante e de toda a família, com praça de alimentação e espaço kids, reforçando o conceito de uma experiência mais prática e acessível para todos.

Gerente regional de Marketing do Grupo Saga, Luiz Felipe Lopes Cândido explica que, diferente da experiência tradicional de concessionária, o evento contará com praça de alimentação, espaço para crianças e equipes de todas as marcas. “A expectativa propor uma experiência fora do comum ao público, facilitando toda a jornada de compra do consumidor. E potencializar significativamente os resultados comerciais durante o período do evento, impulsionando oportunidades de negócios entre todas as marcas participantes e fortalecendo a conversão de vendas com condições exclusivas”, ressalta.

Serviço:

Evento: Fecha Quarteirão – Complexo Saga T-7

Dias: 22 e 23 de maio

Local: Complexo Saga T7 – Avenida T7 com a T-27, Setor Bueno, em Goiânia

Horário: a partir das 8 horas

Público: aberto em geral, inclusive para família – contará com praça de alimentação e espaço kids

Chuveiro elétrico pode responder por até 40% da conta de luz durante dias frios e consumo exige atenção

Equatorial Goiás orienta consumidores sobre uso consciente de energia durante período de temperaturas mais baixas e dá dicas para reduzir impacto na fatura

Goiânia, 20 de maio de 2026 – Com a chegada do período mais frio do ano em Goiás, o consumo de energia elétrica nas residências aumenta principalmente por causa do uso mais intenso do chuveiro elétrico. Segundo a Equatorial Goiás, o equipamento pode representar entre 30% e 40% da conta de luz em períodos gelados, especialmente em imóveis com hábitos de consumo mais elevados ou instalações antigas.

Na posição “inverno”, o chuveiro consome mais energia para aquecer a água, o que pode elevar o gasto em comparação com o modo “verão”. Além disso, o aumento no tempo de banho também contribui diretamente para o impacto na fatura.

“Durante o período mais frio, é natural que o consumo aumente, principalmente pelo uso mais intenso do chuveiro elétrico. Mas pequenas mudanças de hábito, como reduzir o tempo de banho e evitar o uso simultâneo de aparelhos, já ajudam a diminuir o impacto na conta de energia”, destaca o executivo de Faturamento e Leitura da Equatorial Goiás, Marcos Aurélio.

Segundo o Executivo, reduzir cerca de cinco minutos no tempo de banho diário pode gerar economia de aproximadamente 10% a 15% no consumo mensal, dependendo do perfil da residência. Outras orientações simples ajudam a reduzir o impacto da fatura sem comprometer o conforto térmico:

  • reduzir o tempo de banho;
  • utilizar o chuveiro na posição “verão” sempre que possível;
  • desligar aparelhos quando não estiverem em uso;
  • optar por equipamentos mais eficientes no consumo de energia.

Segurança elétrica é ponto de alerta no período

Além do impacto no consumo, o uso excessivo do chuveiro também exige atenção à segurança dentro de casa. A operação prolongada em potência máxima pode levar a instalação elétrica ao limite, principalmente em imóveis com fiação antiga ou sem revisão periódica.

Segundo a Executiva de Segurança da Equatorial Goiás, Suzane Caires, esse cenário se agrava quando a rede não está dimensionada para a carga exigida pelo equipamento, com risco de sobrecarga, aquecimento dos condutores e falhas no sistema elétrico.

Um dos sinais mais comuns dessa condição é o desarme do disjuntor durante o banho. O equipamento atua como mecanismo de proteção e interrompe automaticamente a energia quando identifica excesso de carga no circuito. Apesar de ser uma medida de segurança, esse comportamento frequente deve ser observado com atenção.

“O disjuntor não desarma por acaso. Ele atua para proteger a instalação elétrica e evitar situações mais graves, como superaquecimento ou curto-circuito. Quando isso ocorre com frequência durante o uso do chuveiro, é sinal de que há sobrecarga ou incompatibilidade na instalação”, afirma a Executiva.

Em situações mais críticas, o excesso de corrente pode provocar aquecimento da fiação e evoluir para curto-circuito. Em casos prolongados, o cenário pode resultar em falhas mais graves, incluindo o risco de incêndio.

Por isso, o uso seguro do chuveiro elétrico depende diretamente da qualidade do dimensionamento da instalação elétrica da residência. Pequenas falhas ou adaptações inadequadas podem comprometer todo o sistema, especialmente no inverno.

“A manutenção preventiva da instalação elétrica é fundamental para garantir a segurança e evitar acidentes domésticos. Ao perceber sinais como desarme frequente do disjuntor durante o uso do chuveiro, a orientação é interromper o uso e solicitar avaliação de um eletricista qualificado”, orienta Suzane.

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual.

Sugestão de legenda: “Chuveiro elétrico pode responder por até 40% da conta de luz durante dias frios”

Governo reforça pacto contra feminicídio e amplia proteção às mulheres na internet

Ricardo Stuckert/PR Fonte: Agência Senado

Da Redação

Em cerimônia no Planalto, Lula sancionou leis e assinou decreto voltado ao combate à violência contra mulheres, incluindo medidas contra crimes digitais e imagens íntimas falsas feitas por IA.

A pauta de proteção às mulheres ganhou peso institucional em Brasília nesta quarta-feira. Em cerimônia que marcou os 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, o presidente Lula assinou decreto para reforçar a proteção das mulheres no ambiente digital e sancionou quatro leis voltadas ao endurecimento das medidas contra agressores.

Entre as novas regras estão a criação do Cadastro Nacional de Agressores, a ampliação das hipóteses de afastamento imediato do agressor, o endurecimento de ações contra criminosos que seguem ameaçando mulheres mesmo após a prisão e a redução de burocracias para acelerar medidas protetivas e decisões judiciais.

O decreto também estabelece deveres para plataformas digitais diante de situações de violência contra mulheres na internet. A regra prevê mecanismos para coibir exposição de imagem íntima sem consentimento, perseguição, ameaça, assédio coordenado e uso de inteligência artificial para criar imagens falsas de nudez ou conteúdo sexualizado.

Um dos pontos mais fortes da medida é a previsão de canais específicos e permanentes para denúncia de conteúdos íntimos divulgados sem autorização. Segundo a Agência Brasil, as plataformas deverão retirar esse tipo de material em até duas horas após a notificação, além de preservar provas e informações necessárias para investigação e responsabilização dos autores.

Do ponto de vista político, o evento reforçou a tentativa do governo federal de transformar o enfrentamento ao feminicídio em uma agenda de Estado, envolvendo Executivo, Legislativo e Judiciário. O tema também dialoga diretamente com segurança pública, educação, justiça e regulação digital, áreas que devem seguir no centro das discussões nacionais ao longo de 2026.

Lula endurece regras para big techs e coloca plataformas digitais no centro do debate político

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante anúncio de investimentos da Petrobras em São Paulo. Foto: Ricardo Stuckert / PR

Da Redação

Decreto assinado pelo presidente atualiza a regulamentação do Marco Civil da Internet e amplia a responsabilidade das plataformas no combate a conteúdos criminosos.

Brasília voltou a colocar as grandes plataformas digitais no centro da disputa política nacional nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que atualiza a regulamentação do Marco Civil da Internet e estabelece novas obrigações para empresas que operam redes sociais e serviços digitais no Brasil.

A medida fortalece a atuação do Estado sobre um dos temas mais sensíveis da atualidade: a responsabilidade das big techs diante da circulação de conteúdos criminosos, fraudes digitais, golpes online, violência contra mulheres, exploração sexual de crianças e adolescentes e outros crimes graves. Segundo a Agência Brasil, o decreto também atribui à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, a competência para regular, fiscalizar e apurar infrações relacionadas ao Marco Civil da Internet.

Na prática, o governo busca transformar em norma administrativa uma nova etapa da relação entre poder público, plataformas digitais e sociedade. A decisão vem após o Supremo Tribunal Federal considerar parcialmente inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil, que tratava da responsabilização das plataformas por conteúdos publicados por terceiros.

O decreto também prevê que empresas que comercializam anúncios digitais guardem dados que permitam eventual responsabilização de autores de golpes e reparação às vítimas. Para o governo, a regra pretende combater a circulação massiva de fraudes, anúncios enganosos e redes artificiais usadas para disseminar crimes no ambiente online.

Politicamente, o ato marca uma ofensiva do Palácio do Planalto em uma área que deve ganhar ainda mais força no debate eleitoral: o controle da desinformação, o combate a crimes digitais e os limites da atuação das plataformas no Brasil. Ao mesmo tempo, o tema tende a provocar reação de setores da oposição, que costumam associar esse tipo de medida a riscos de censura e excesso de intervenção estatal.

Comunicação não violenta fortalece liderança e contribui para atendimento mais humanizado no SUS

Participantes da 5ª edição do Programa de Desenvolvimento de Liderança (PDL) do IgesDF | Fotos: Divulgação/IgesDF

Encontro do Programa de Desenvolvimento de Liderança do IgesDF debate como empatia, escuta ativa e confiança impactam diretamente pacientes e equipes

A construção de ambientes mais seguros, colaborativos e humanizados foi o foco do sétimo encontro da 5ª edição do Programa de Desenvolvimento de Liderança (PDL) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realizado nesta quarta-feira (20). Com a palestra “Comunicação não violenta na liderança: construindo ambientes de confiança”, gestores e assessores refletiram sobre como a escuta ativa, a empatia e a qualidade das relações profissionais impactam diretamente o atendimento prestado aos pacientes nas unidades assistenciais do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Quando você começa a aplicar a técnica da comunicação não violenta, você tem um ganho na equipe, constrói um ambiente mais seguro e, consequentemente, vai ter uma equipe com maior performance”Ronaldo Silvestre da Costa, assessor técnico da CPLAM e membro da CAC 

A formação foi conduzida por Ronaldo Silvestre da Costa, assessor técnico da Coordenação de Planejamento e Monitoramento de Contratações (CPLAM) e membro da Comissão de Avaliação do Contrato de Gestão (CAC). Durante o encontro, ele destacou que a comunicação não violenta vai além das relações internas e reflete diretamente na assistência oferecida à população.

“Quando você começa a aplicar a técnica da comunicação não violenta, você tem um ganho na equipe, constrói um ambiente mais seguro e, consequentemente, vai ter uma equipe com maior performance. Isso reflete na ponta, em um atendimento com mais qualidade e uma escuta mais ativa do próprio paciente que busca os nossos serviços”, afirma.

Segundo Ronaldo, um dos principais desafios das organizações está na qualidade das relações interpessoais. Ele ressaltou que, muitas vezes, equipes tecnicamente qualificadas deixam de alcançar melhores resultados devido a falhas de comunicação e dificuldades no relacionamento entre os profissionais.

“Às vezes, temos profissionais muito bons tecnicamente, mas as relações não estão boas. A liderança precisa identificar e trabalhar essas questões para fortalecer o time e melhorar a performance”, explica.
 

No encontro foi abordada a importância da escuta ativa, da linguagem positiva, da validação de sentimentos e da criação de espaços seguros para diálogo 

Ao longo da palestra, foram desenvolvidas atividades práticas que incentivaram os participantes a refletir sobre autenticidade, clareza na comunicação e construção de vínculos de confiança dentro das equipes. O palestrante também abordou a importância da escuta ativa, da linguagem positiva, da validação de sentimentos e da criação de espaços seguros para diálogo.

“Muitas vezes, colocamos máscaras nos ambientes em que estamos. Precisamos refletir sobre que tipo de ambiente estamos construindo e se existe confiança dentro da instituição”, destaca Ronaldo. 

Observação sem julgamento

O debate também trouxe reflexões sobre liderança baseada em acolhimento, e não em medo. Ronaldo lembrou que, frequentemente, profissionais deixam empresas, equipes ou projetos não pelo trabalho em si, mas pela forma como são tratados no dia a dia.

Durante o encontro, foram apresentados princípios da Comunicação Não Violenta (CNV), como observação sem julgamento, empatia, escuta ativa e expressão respeitosa de sentimentos e necessidades. A metodologia busca transformar a comunicação por meio do diálogo construtivo e da compreensão mútua, fortalecendo relações profissionais mais saudáveis.

Para o palestrante, iniciativas como o PDL representam um investimento direto no desenvolvimento humano dos colaboradores e na melhoria contínua dos serviços prestados pelo IgesDF.

“O programa traz esse aspecto da formação. É uma pausa para refletir, compartilhar experiências e entender como boas práticas de comunicação podem melhorar nosso trabalho, dar mais fluidez aos processos e fortalecer a assistência prestada nas unidades”, conclui.

Oportunidade de rever atitudes

A analista executiva da assessoria de comunicação (Ascom) do Instituto, Anna Beatriz Vieira, ressaltou que o momento gerou um ótima oportunidade para rever ações e atitudes do dia a dia. “O PDL nos cria cenários onde podemos acompanhar as experiências de outros setores e levá-las para nossa realidade”, comenta. 

“Capacitar os gestores nesse tema contribui diretamente para o desenvolvimento de equipes mais engajadas, para a melhoria do clima organizacional e para uma cultura institucional pautada na empatia e no respeito”Tatiana Marra, chefe do NUCDC

O Programa de Desenvolvimento de Liderança promove encontros periódicos voltados ao fortalecimento das competências de liderança no IgesDF, estimulando o desenvolvimento humano, a melhoria das relações interpessoais e a construção de uma cultura organizacional mais acolhedora e eficiente.

A iniciativa é desenvolvida pela Superintendência de Pessoas, por meio do Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna (NUCDC), e integra as ações voltadas ao fortalecimento das lideranças da instituição.

“Promover espaços de diálogo sobre comunicação não violenta é essencial para o fortalecimento das lideranças e para a construção de relações de trabalho mais saudáveis, respeitosas e colaborativas. Capacitar os gestores nesse tema contribui diretamente para o desenvolvimento de equipes mais engajadas, para a melhoria do clima organizacional e para uma cultura institucional pautada na empatia e no respeito”, completa a chefe do NUCDC, Tatiana Marra.

*Com informaçõs da IgesDF

Agências do trabalhador oferecem vagas com salário de até R$ 8 mil nesta quinta-feira

Quem está em busca de uma vaga pode ir a uma agência do trabalhador ou cadastrar currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Interessados devem cadastrar o currículo em aplicativo ou ir a uma agência, das 8h às 17h, durante a semana

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 1.090 vagas de emprego nesta quinta-feira (21), distribuídas por diversas regiões administrativas e voltadas a candidatos com diferentes níveis de escolaridade e experiência. 

A maior remuneração é a de R$ 8 mil, para o cargo de mecânico de manutenção de máquina, na Zona Industrial, com cinco vagas abertas e benefícios. Para concorrer é necessário ter experiência comprovada e ensino médio completo. 

Já o cargo que oferece o maior número de vagas é o de estoquista, com 220 oportunidades para pessoas com o ensino médio completo, mas sem a necessidade de experiência. O salário oferecido é de R$ 1.736, além de benefícios.

Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.def.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Presidente Lula assina pacote de medidas para ampliar proteção às mulheres e reforçar segurança digital no Brasil

Os atos foram assinados durante a cerimônia de 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, no Palácio do Planalto - Foto: Ricardo Stuckert / PR

Atos anunciados em evento dos 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio ampliam a rede de acolhimento, fortalecem o combate à violência de gênero e endurecem a resposta a crimes no ambiente digital

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira, 20 de maio, um conjunto de Projetos de Lei e decretos voltados à ampliação da proteção das mulheres, ao fortalecimento dos mecanismos de responsabilização de agressores e ao reforço da segurança digital no Brasil. Os atos foram assinados durante a cerimônia de 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, no Palácio do Planalto.
 

As medidas fortalecem a resposta do Estado à violência contra as mulheres tanto no ambiente físico quanto no digital. Entre os atos assinados estão projetos de lei que criam o Cadastro Nacional de Agressores; ampliam hipóteses de afastamento imediato do agressor do convívio com a vítima; endurecem medidas contra criminosos que continuam ameaçando mulheres mesmo após a prisão; e reduzem burocracias para acelerar a efetivação de medidas protetivas e decisões judiciais.
 

Também foram assinados dois decretos voltados à proteção de direitos no ambiente digital: um para ampliar a proteção de mulheres na internet e detalhar deveres das plataformas digitais diante de crimes de violência contra mulheres online; e outro para atualizar a regulamentação do Marco Civil da Internet à luz da Constituição Federal, conforme entendimento do STF sobre a responsabilidade das plataformas.
 

As medidas reforçam o princípio de que direitos garantidos pela Constituição e pelas leis brasileiras também precisam valer na internet. O objetivo é assegurar maior proteção para mulheres, consumidores e famílias brasileiras diante do crescimento de fraudes, golpes, violência digital e circulação de conteúdos criminosos.
 

PROTEÇÃO DAS MULHERES NO AMBIENTE DIGITAL – O decreto de proteção das mulheres no ambiente digital cria mecanismos de acompanhamento do dever das plataformas digitais de prevenir e agir com celeridade para conter situações de violência contra mulheres em seus serviços. As empresas deverão atuar para coibir a disseminação de crimes, fraudes e violências em seus ecossistemas e reduzir eventuais danos causados às vítimas, especialmente em situações de exposição de imagem de nudez não consentida, ainda que criada por IA, de nudez de meninas e mulheres, ameaça, perseguição e assédio coordenado.
 

O decreto determina que plataformas digitais mantenham canal específico, permanente e de fácil acesso para denúncia de conteúdos íntimos divulgados sem consentimento, com previsão de retirada do material em até duas horas após a notificação. As plataformas também deverão preservar provas e informações necessárias para investigação e responsabilização dos autores.
 

Os canais de denúncia também deverão informar, de maneira clara e acessível, sobre o serviço Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher.
 

A vedação ao uso de inteligência artificial para produção de imagens íntimas falsas ou sexualizadas de mulheres também passa a integrar o escopo das medidas preventivas exigidas das plataformas. O objetivo é enfrentar o crescimento de deepfakes sexuais, cuja criação foi tornada crime pelo Congresso Nacional.
 

ENFRENTAMENTO A GOLPES, FRAUDES E CRIMES DIGITAIS – O segundo decreto assinado pelo presidente atualiza o Decreto nº 8.771, de 2016, que regulamenta o Marco Civil da Internet, a partir de entendimentos fixados pelo STF sobre a inconstitucionalidade parcial e progressiva do regime de responsabilidade de plataformas digitais.
 

O texto reforça que empresas que operam no Brasil precisam cumprir a legislação brasileira e atuar de forma proativa e proporcional para impedir a circulação massiva de conteúdos criminosos.
 

O decreto estabelece medidas para enfrentamento de fraudes digitais, anúncios enganosos e redes artificiais utilizadas para disseminação de golpes. Uma das mudanças é a obrigação de empresas que comercializam anúncios guardarem dados que permitam eventual responsabilização dos autores e reparação de danos às vítimas.
 

As plataformas também deverão agir preventivamente para impedir a circulação de conteúdos relacionados a crimes graves, como terrorismo, exploração sexual de crianças e adolescentes, tráfico de pessoas, incentivo à automutilação e violência contra mulheres, conforme o entendimento firmado pelo STF em relação ao Marco Civil da Internet.
 

Nos casos de conteúdos criminosos impulsionados por publicidade paga, as plataformas poderão ser responsabilizadas quando houver falhas recorrentes na adoção de medidas para prevenir fraudes, golpes e crimes. Para os demais casos, a remoção de conteúdo pode ocorrer após notificação, com espaço para análise pelas empresas, garantia de informação ao usuário notificante e dono do perfil ou conteúdo, e possibilidade de contestação da decisão.
 

As plataformas também deverão guardar informações sobre anúncios, incluindo dados dos responsáveis pelas publicações, que poderão ser solicitados pelas autoridades competentes. A medida busca facilitar investigações e ampliar a capacidade de identificação e responsabilização de criminosos.
 

A fiscalização do cumprimento das obrigações de atuação proativa caberá à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). O decreto estabelece que a avaliação considerará a atuação sistêmica e diligente das plataformas, e não decisões isoladas sobre conteúdos específicos. A obrigação das empresas é demonstrar adoção efetiva de medidas técnicas, preventivas e proporcionais para reduzir riscos e impedir a circulação massiva de conteúdos criminosos. À ANPD está vedado o envio de notificação para plataformas solicitando qualquer ação relacionada a um conteúdo ou perfil isolado.
 

Serviços de mensageria privada, e-mail e videoconferência não estão enquadrados nas novas regras relacionadas à circulação de conteúdos ilícitos, uma vez que a Constituição preserva o direito ao sigilo das comunicações.
 

O Decreto resguarda o direito à expressão, à informação, a críticas, paródias, manifestações religiosas e a liberdade de crença.
 

CADASTRO NACIONAL DE AGRESSORES – Entre os Projetos de Lei assinados está o PL 1099/2024, de autoria da deputada federal Silvye Alves (UNIÃO/GO), que cria o Cadastro Nacional de Agressores (CNVM). A medida institui um banco de dados nacional com informações estaduais e federais sobre condenados por crimes de violência contra a mulher.
 

O cadastro reunirá informações sobre condenados por feminicídio, estupro, estupro de vulnerável, violação sexual mediante fraude, importunação sexual, assédio sexual, registro (foto ou vídeo) não autorizado de intimidade sexual, lesão corporal contra mulheres, perseguição e violência psicológica contra a mulher. A identidade das vítimas permanecerá protegida sob sigilo judicial.
 

A proposta permitirá integração em tempo real entre forças policiais de diferentes estados, facilitando a localização de criminosos foragidos, reduzindo riscos de reincidência em outras unidades da federação e evitando que agressores permaneçam impunes ao mudar de estado.
 

REFORÇO À PROTEÇÃO DAS VÍTIMAS E ENDURECIMENTO CONTRA AGRESSORES – Também será assinado o PL 2083/2022, de autoria da senadora Soraya Thronicke (UNIÃO/MS), que estabelece medidas para reforçar a proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, especialmente em casos de ameaças realizadas por agressores mesmo após prisão provisória ou condenação.
 

Inspirada no caso de Bárara Penna, a proposta endurece medidas contra presos que continuem ameaçando vítimas ou familiares de dentro do sistema prisional. O texto prevê possibilidade de inclusão no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), com isolamento em cela individual, restrição de visitas e fiscalização de correspondências por até dois anos.
 

O projeto também permite a transferência do agressor para presídios em outros estados, prevê que o descumprimento de restrições durante saídas temporárias seja tratado como falta grave e estabelece punições mais rigorosas para casos de sofrimento físico ou mental reiterado contra mulheres e seus familiares.
 

MEDIDAS PROTETIVAS MAIS RÁPIDAS E AMPLIAÇÃO DAS HIPÓTESES DE AFASTAMENTO DO AGRESSOR – O presidente também assinará o PL 3257/2019, de autoria da senadora Daniella Ribeiro (PP/PB), que amplia as hipóteses de afastamento imediato do agressor do convívio com a vítima.
 

A proposta permite atuação mais rápida da Justiça também em situações de violência moral, patrimonial e sexual. O objetivo é assegurar proteção imediata para mulheres e dependentes mesmo em casos que não envolvam agressão física direta, incluindo situações de destruição de bens, retenção de documentos, controle financeiro, humilhações e disseminação de mentiras para constranger a vítima.
 

Também será assinado o PL 5609/2019, de autoria do ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB/PE), que reduz burocracias para garantir maior rapidez no cumprimento de decisões judiciais relacionadas à proteção das mulheres.
 

A proposta facilita a execução imediata de medidas relacionadas à pensão alimentícia e outras determinações definidas em medidas protetivas, evitando que vítimas permaneçam sem proteção financeira enquanto aguardam o andamento do processo judicial.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

Projeto da Universidade Católica apoiado pela FAPDF é apresentado em conferência na França

Nesse cenário, a participação do projeto apoiado pela FAPDF insere a produção científica do Distrito Federal em uma discussão internacional sobre os caminhos éticos, sociais e culturais das novas tecnologias. A apresentação da professora Florence Dravet integra a programação da conferência com o tema From the Forest to the Metaverse: Immersive Experiences and Co-Creation with Indigenous Peoples, em tradução livre, “Da floresta ao metaverso: experiências imersivas e cocriação com povos indígenas”. Da floresta ao metaverso O Lab Metaverse UCB é um laboratório dedicado ao desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica, pedagógica e cultural. A iniciativa integra recursos como realidade virtual, ambientes interativos no metaverso e inteligência artificial generativa para criar experiências voltadas à preservação da cultura, da linguagem e das formas tradicionais de narrar o mundo. Um dos eixos do projeto é inspirado no Manifesto do Futuro Ancestral, da professora Florence Dravet, e busca desenvolver vivências digitais dedicadas às etnias Pataxó, Yawanawá e Tukano. Nos ambientes virtuais, os visitantes podem entrar em contato com elementos como oralidade, mitos, grafismos, cantos, narrativas e cosmologias desses povos. Entre as ações já desenvolvidas está um filme imersivo em realidade virtual 360º, realizado em parceria com lideranças da Aldeia Mutum, do povo Yawanawá, localizada no Acre. A produção narra um mito ancestral da Floresta Amazônica e conduz o espectador por uma experiência sensorial e simbólica que conecta tecnologia, espiritualidade e memória. Inovação com responsabilidade cultural Professora Florence Dravet, coordenadora do projeto, em demonstrações práticas de realidade virtual integraram a programação da conferência internacional realizada no Conselho da Europa, em Estrasburgo Ao propor experiências imersivas construídas em diálogo com povos indígenas, o projeto mostra que ambientes virtuais também podem ser espaços de educação, preservação cultural, reconhecimento de identidades e valorização de narrativas tradicionais. A proposta se diferencia por tratar a tecnologia não como substituta das tradições, mas como ferramenta de escuta, registro e compartilhamento de saberes. Dessa forma, o metaverso e a realidade virtual passam a ser discutidos também como meios de aproximação entre diferentes formas de conhecimento, ampliando o debate sobre diversidade cultural no ambiente digital. A presença do Lab Metaverse UCB na França fortalece a internacionalização da ciência produzida no Distrito Federal. Ao ser apresentado em uma conferência do Conselho da Europa, o projeto passa a dialogar com pesquisadores, formuladores de políticas públicas e especialistas de diferentes países sobre o uso responsável das tecnologias imersivas. *Com informações do FAPDF

Com apoio da FAPDF, iniciativa da UCB apresenta experiências que conectam metaverso, inteligência artificial e saberes ancestrais indígenas

Selecionado pelo edital FAPDF Tech Learning (2023), o projeto “Lab Metaverse UCB: o futuro é ancestral” é apresentado na conferência Human Rights in Immersive Realities (XR): Freedom of Expression, Justice, Children’s Rights and Well-Being, realizada nos dias 18 e 19 de maio de 2026, em Estrasburgo, na França. 

Coordenada pela professora e pesquisadora Florence Dravet, da Universidade Católica de Brasília (UCB), a iniciativa conta com investimento de R$ 1 milhão da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e propõe o uso de realidades imersivas, metaverso e inteligência artificial (IA) para valorizar e difundir saberes ancestrais de povos indígenas brasileiros.

Para a FAPDF, o apoio à iniciativa está alinhado ao fomento de pesquisas interdisciplinares, inclusivas e capazes de gerar impacto científico, tecnológico, social e cultural. “Por meio de seus editais, a Fundação apoia projetos que aproximam educação, inovação e novas linguagens tecnológicas, ampliando as possibilidades de aplicação do conhecimento científico em diferentes áreas da sociedade”, afirma Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF.

Promovida pelo Conselho da Europa, a conferência reúne representantes de Estados-membros, pesquisadores, especialistas em tecnologia, integrantes da sociedade civil e instituições ligadas à defesa dos direitos humanos. O encontro discute como as tecnologias imersivas, conhecidas pela sigla XR — que inclui realidade virtual, realidade aumentada e ambientes digitais interativos —, estão transformando temas como liberdade de expressão, justiça, direitos das crianças, saúde mental, bem-estar, democracia e Estado de Direito.

Nesse cenário, a participação do projeto apoiado pela FAPDF insere a produção científica do Distrito Federal em uma discussão internacional sobre os caminhos éticos, sociais e culturais das novas tecnologias. A apresentação da professora Florence Dravet integra a programação da conferência com o tema From the Forest to the Metaverse: Immersive Experiences and Co-Creation with Indigenous Peoples, em tradução livre, “Da floresta ao metaverso: experiências imersivas e cocriação com povos indígenas”.

Da floresta ao metaverso

O Lab Metaverse UCB é um laboratório dedicado ao desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica, pedagógica e cultural. A iniciativa integra recursos como realidade virtual, ambientes interativos no metaverso e inteligência artificial generativa para criar experiências voltadas à preservação da cultura, da linguagem e das formas tradicionais de narrar o mundo.

Um dos eixos do projeto é inspirado no Manifesto do Futuro Ancestral, da professora Florence Dravet, e busca desenvolver vivências digitais dedicadas às etnias Pataxó, Yawanawá e Tukano. Nos ambientes virtuais, os visitantes podem entrar em contato com elementos como oralidade, mitos, grafismos, cantos, narrativas e cosmologias desses povos.

Entre as ações já desenvolvidas está um filme imersivo em realidade virtual 360º, realizado em parceria com lideranças da Aldeia Mutum, do povo Yawanawá, localizada no Acre. A produção narra um mito ancestral da Floresta Amazônica e conduz o espectador por uma experiência sensorial e simbólica que conecta tecnologia, espiritualidade e memória.

Inovação com responsabilidade cultural

Professora Florence Dravet, coordenadora do projeto, em demonstrações práticas de realidade virtual integraram a programação da conferência internacional realizada no Conselho da Europa, em Estrasburgo

Ao propor experiências imersivas construídas em diálogo com povos indígenas, o projeto mostra que ambientes virtuais também podem ser espaços de educação, preservação cultural, reconhecimento de identidades e valorização de narrativas tradicionais. 

A proposta se diferencia por tratar a tecnologia não como substituta das tradições, mas como ferramenta de escuta, registro e compartilhamento de saberes. Dessa forma, o metaverso e a realidade virtual passam a ser discutidos também como meios de aproximação entre diferentes formas de conhecimento, ampliando o debate sobre diversidade cultural no ambiente digital.

A presença do Lab Metaverse UCB na França fortalece a internacionalização da ciência produzida no Distrito Federal. Ao ser apresentado em uma conferência do Conselho da Europa, o projeto passa a dialogar com pesquisadores, formuladores de políticas públicas e especialistas de diferentes países sobre o uso responsável das tecnologias imersivas.

*Com informações do FAPDF

Bolsa recua, Banco Central vai ao Senado e economia volta ao centro das preocupações

Da Redação

Cenário externo, tensão política e debate sobre juros pressionam o mercado financeiro e aumentam a atenção sobre a política monetária brasileira.

A economia voltou a ocupar espaço central no noticiário desta terça-feira. Em um dia marcado por incertezas no cenário externo e ruídos políticos internos, a Bolsa brasileira atingiu o menor nível desde janeiro, segundo registro da Agência Brasil. O movimento reforçou a sensibilidade do mercado diante de fatores políticos, fiscais e internacionais.

Ao mesmo tempo, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, era aguardado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para falar sobre política monetária. A presença do comandante do BC no Congresso ocorre em um momento de forte atenção sobre juros, inflação, crédito, atividade econômica e expectativas do mercado.

Para o cidadão comum, esses debates podem parecer distantes, mas seus efeitos chegam ao cotidiano. Juros mais altos ou mais baixos impactam financiamentos, cartões de crédito, empréstimos, investimentos, consumo das famílias e decisões das empresas. Quando a Bolsa cai e o Banco Central é chamado ao Senado, o que está em jogo também é a confiança sobre os rumos da economia.

O dia mostrou que a economia brasileira segue atravessada por múltiplas pressões. De um lado, o governo busca sustentar crescimento, geração de emprego e investimentos. De outro, o mercado acompanha com cautela os sinais fiscais, as tensões políticas e os movimentos internacionais. Nesse cenário, a política monetária continua sendo uma das principais bússolas da economia nacional.

Anvisa suspende lotes de medicamentos e acende alerta para consumidores em todo o país

© Cimed/Divulgação

Da Redação

Medida envolve corticoide e remédios para controle do colesterol; população deve observar lotes e buscar orientação de profissionais de saúde.

Uma notícia da área da saúde ganhou forte repercussão nesta terça-feira e acendeu o alerta entre consumidores, farmácias e profissionais de saúde. A Anvisa suspendeu a venda, distribuição e uso de lotes específicos de medicamentos, incluindo um corticoide e remédios utilizados no controle do colesterol.

Segundo as informações divulgadas, a Hypofarma comunicou o recolhimento voluntário do lote 25091566 após identificar escurecimento da solução quando o produto era diluído em associação com determinados medicamentos. Já a Cimed informou o recolhimento voluntário do lote 2424299 de Atorvastatina cálcica 40mg e Rosuvastatina 20mg, ambos usados no tratamento do colesterol.

A situação chama atenção porque envolve medicamentos amplamente utilizados pela população brasileira. Para muitos pacientes, remédios de uso contínuo fazem parte da rotina diária e são fundamentais para o controle de doenças crônicas. Por isso, qualquer alteração em lote, embalagem ou qualidade exige atenção imediata das autoridades sanitárias e dos consumidores.

A orientação principal é que a população verifique os lotes dos produtos, evite o uso dos medicamentos suspensos e procure orientação de farmacêuticos, médicos ou canais oficiais de atendimento. A decisão da Anvisa reforça a importância da vigilância sanitária como instrumento de proteção da saúde pública e de segurança no uso de medicamentos.