Início Site

Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Daniel Vilela entrega cartões do Aluguel Social e viabiliza acesso à casa própria em Águas Lindas

Governo de Goiás amplia política habitacional no Entorno do DF com auxílio para pagamento de aluguel e acesso à casa própria para famílias em situação de vulnerabilidade social

O vice-governador Daniel Vilela entregou, nesta quarta-feira (18/3), em Águas Lindas, 825 cartões do programa Aluguel Social e 201 unidades habitacionais do programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Nunca Mais para famílias em situação de vulnerabilidade social. A ação reforça a política habitacional do Governo de Goiás com duas frentes complementares: o amparo imediato a quem precisa de apoio para manter a moradia e a conquista da casa própria.

Na solenidade, Daniel destacou o alcance social da iniciativa. “Estamos fazendo a entrega de mais um programa importante, que impacta significativamente na vida das famílias que precisam do apoio financeiro do nosso governo”. O vice-governador destacou ainda que “habitação é dignidade. O governo ajuda a aliviar o peso do aluguel e, ao mesmo tempo, cria condições para que mais pessoas tenham acesso à casa própria, transformando a vida de muitas famílias”.

O Aluguel Social é um programa do Governo de Goiás, coordenado pelo Goiás Social e gerenciado pela Agência Goiana de Habitação (Agehab), que oferece R$ 350 por mês durante até 18 meses a famílias que enfrentam dificuldade para pagar o aluguel. O benefício é voltado a quem vive em situação de vulnerabilidade e atende critérios como inscrição atualizada no CadÚnico e renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa.

Já as 201 moradias entregues em Águas Lindas têm caráter diferenciado dentro da política estadual, por integrarem modalidade voltada ao acesso estruturado à casa própria. Com o Aluguel Nunca Mais, o Governo de Goiás concede um subsídio de até R$ 51,5 mil para abater a entrada ou o financiamento do imóvel, enquanto o restante do valor é financiado pela Caixa Econômica Federal. Para os novos proprietários de Águas Lindas, a parcela mensal do financiamento foi de cerca de R$ 400.

O modelo se soma a outras frentes habitacionais conduzidas pelo Estado, como o próprio Aluguel Social, Casas a Custo Zero e a regularização fundiária, formando uma atuação mais ampla para atender perfis distintos de famílias e reduzir o déficit habitacional em várias regiões goianas.

Dessa forma, o vice-governador ressaltou que Goiás consolidou uma política permanente para a área, com instrumentos voltados a necessidades diferentes. “De um lado, o governo garante suporte a quem precisa reorganizar o orçamento para manter a moradia. De outro, amplia as condições para que mais famílias deixem o aluguel e avancem para a casa própria”.

Também presente ao evento, o presidente da Agehab, Alexandre Baldy, destacou o impacto direto da entrega para os beneficiários. “Muita gente vai entrar hoje em sua tão sonhada casa própria, vai pagar prestação menor do que o aluguel e realizar seu sonho”, afirmou.

Para o prefeito de Águas Lindas, Lucas Antonietti, a política habitacional goiana se tornou referência. “Esse trabalho de habitação do Governo de Goiás é um exemplo para todo o Brasil. Nós sabemos que esse programa do Aluguel Social ajuda muito nos orçamentos das famílias que mais precisam”.

Moradia digna
Com o subsídio habitacional garantido pelo Aluguel Nunca Mais, Aparecida da Conceição Ferreira dos Santos, de 38 anos, conseguiu vencer a principal barreira para sair do aluguel e comprar o próprio imóvel. Técnica de enfermagem, ela conta que o valor exigido na entrada impedia a concretização do plano. “Eu tinha o sonho de comprar um apartamento, mas a maior dificuldade era a entrada. A iniciativa do Governo de Goiás ajudou muito”, afirma.

Entre as beneficiárias do Aluguel Social, Juliana Barroso, de 41 anos, diz que o auxílio vai abrir espaço no orçamento doméstico e viabilizar novos projetos. “O benefício vai dar um alívio e ajudar bastante nas contas da casa. Com esse dinheiro que vai sobrar, pretendo investir em algum curso, quero melhorar meu futuro”.

Karen Cristina, de 39 anos, também destaca o efeito imediato do programa na rotina da família. “Essa iniciativa do Governo de Goiás veio a calhar, dando um suporte. Esse dinheiro que era gasto com aluguel vai ser usado para alimentação”.

Fotos: Benedito Braga

Legenda: Daniel Vilela entrega 825 cartões do Aluguel Social e 201 moradias em Águas Lindas, ampliando o acesso à habitação para famílias do Entorno

Vice-governadoria – Governo de Goiás

João Dourado se destaca na Bahia e conquista 1º lugar no selo suas com nota 9,8

Município é reconhecido pelas boas práticas na assistência social e pelo compromisso com a população mais vulnerável

O município de João Dourado, na Bahia, conquistou o 1º lugar no Selo SUAS Bahia, alcançando a expressiva nota 9,8 na avaliação estadual. O reconhecimento reforça o protagonismo da cidade na execução de políticas públicas voltadas à assistência social, destacando o compromisso da gestão municipal com o cuidado e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade.

A premiação considera critérios técnicos e qualitativos relacionados à atuação dos municípios no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), avaliando desde a organização da rede de atendimento até a efetividade das ações desenvolvidas. Nesse contexto, João Dourado se destacou pelas boas práticas implementadas e pela capacidade de oferecer serviços com qualidade e eficiência à população.

O resultado é reflexo do trabalho contínuo das equipes da assistência social do município, que atuam diariamente para garantir direitos e ampliar o acesso a políticas públicas essenciais. A gestão municipal tem investido no fortalecimento da rede de proteção social, promovendo ações que impactam diretamente a vida das famílias atendidas.

Além de representar um importante reconhecimento institucional, a conquista consolida João Dourado como referência na área social dentro do estado da Bahia. O desempenho alcançado demonstra que planejamento, dedicação e compromisso com as pessoas são fatores determinantes para a construção de uma gestão pública eficiente e humanizada.

“Estamos garantindo que nossos jovens possam estar online em segurança”, diz Lula ao assinar regulamentação do ECA Digital

Decretos assinados nesta quarta (18) detalham aspectos da lei sancionada em 2025, criam um centro nacional para receber denúncias e combater crimes informados pelas plataformas digitais e estruturam agência para fiscalizar as novas normas

stamos colocando em vigor uma das legislações mais avançadas do mundo para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital”, declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após assinar três decretos que regulamentam e estruturam a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/2025), nesta quarta-feira, 18 de março.

Essa é uma lei que vai garantir a segurança de crianças e adolescentes online e a tranquilidade das famílias brasileiras. O que queremos também é ter jovens capazes de usufruir do que a internet tem de bom e de melhor, mas com toda a proteção que eles ainda precisam”
Presidente Lula

Sancionado em setembro de 2025, o ECA Digital entrou em vigor na última terça-feira (17/3) e estabelece regras para aplicativos, jogos, redes sociais e demais fornecedores de produtos ou serviços digitais que atuam no país. A norma cria mecanismos para que as empresas garantam uma navegação segura para crianças e adolescentes, com auxílio a pais, responsáveis e familiares.

“Essa é uma lei que vai garantir a segurança de crianças e adolescentes online e a tranquilidade das famílias brasileiras. O que queremos também é ter jovens capazes de usufruir do que a internet tem de bom e de melhor, mas com toda a proteção que eles ainda precisam”, afirmou Lula.

As medidas assinadas nesta quarta regulamentam dispositivos da lei, estruturam a atuação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e criam o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, que centralizará denúncias recebidas das plataformas digitais e apoiará o combate a crimes digitais.

» Pronunciamento do presidente Lula na cerimônia de assinatura de decretos de regulamentação do ECA Digital

RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA — A lei concretiza a responsabilidade compartilhada na proteção de crianças e adolescentes e garante segurança jurídica a todo o ecossistema digital. “Estamos garantindo que nossos jovens possam estar online em segurança. Ao mesmo tempo, damos um basta aos criminosos que ameaçam a integridade física e mental das crianças e adolescentes”, afirmou o presidente.

Resultado de ampla mobilização da sociedade civil, o regramento combate riscos próprios do ambiente digital, como a exploração comercial de crianças e adolescentes, a exposição à violência sexual e o acesso a produtos proibidos a essa faixa etária, como álcool, tabaco e armas.

Em seu discurso, o presidente citou um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que aponta que um em cada cinco adolescentes e crianças brasileiras, entre 12 e 17 anos, foi vítima de exploração ou abuso sexual no ambiente digital. “Esse absurdo precisa ser combatido com toda a eficácia, e isso não tem nenhuma contradição com o respeito à privacidade. Não vamos cair nessa de achar que liberdade não combina com proteção. Do mesmo jeito que a gente não deixa criança sozinha no parquinho da rua de madrugada, a gente precisa cuidar dos ambientes que nossas crianças frequentam online”, disse Lula.

» Perguntas e respostas sobre o ECA Digital

Para o presidente, a regulamentação representa um passo importante para enfrentar crimes como exploração sexual infantil, aliciamento, bullying e conteúdos que estimulem violência ou comportamentos de risco. “Que fique bem claro: o que é crime no mundo real é crime no ambiente digital, e os criminosos sofrerão os rigores da lei”, registrou Lula.

O ECA Digital também trata da proteção contra a exposição a conteúdos proibidos para crianças e adolescentes, como apostas e pornografia, e exige das empresas do ambiente digital respostas rápidas em casos de crimes como aliciamento, assédio e exploração sexual.

Além disso, fica proibido que jogos eletrônicos tenham as chamadas “caixas de recompensa” (loot boxes) nas versões oferecidas ao público infantojuvenil. As caixas de recompensa são uma funcionalidade por meio da qual o jogador adquire, mediante pagamento, itens ou vantagens aleatórias sem conhecimento prévio do conteúdo.

O ECA Digital enfrenta ainda a questão do design manipulativo, que explora vulnerabilidades de crianças e adolescentes para incentivar o consumo ou o uso compulsivo das telas.

Alguns dos principais pontos do ECA Digital

COMBATE A CRIMES DIGITAIS – No campo da segurança pública, um dos decretos assinados pelo presidente Lula estrutura o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, conectado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e operado pela Polícia Federal. A ideia é centralizar e agilizar denúncias de crimes digitais encaminhados pelos fornecedores de produtos e serviços digitais, garantir a agilidade na remoção de conteúdos ilegais e promover a articulação com autoridades policiais para combater crimes digitais, como exploração sexual de crianças e adolescentes, aliciamento, extorsão, além da disseminação de conteúdos que induzam a violência, automutilação, suicídio e ataques a ambientes escolares.

O Ministro da Justiça, Wellington César, afirmou que a proteção da infância deve orientar também o desenvolvimento de tecnologias e serviços digitais. “Para as empresas de tecnologia, a mensagem é direta: a proteção da infância precisa ser o alicerce de cada produto digital. Deve estar incorporada desde a concepção do serviço até a forma que ele aparece na palma da mão de cada criança e adolescente”, reforçou.

TRIAGEM — Wellington César destacou que a criação do Centro Nacional representa um avanço no combate a crimes digitais. Para ele, a nova estrutura amplia a capacidade do Estado de receber, analisar e encaminhar denúncias com rapidez e eficiência. “É uma inovação histórica. Trata-se da maior expansão da Diretoria de Combate aos Crimes Cibernéticos desde a sua criação e reflete a prioridade dada à repressão de uma criminalidade que migrou de forma crescente ao ambiente digital”, ressaltou.

A nova estrutura permitirá padrões nacionais de investigação e o estabelecimento de fluxos de triagem de denúncias de crimes virtuais cometidos contra crianças e adolescentes.

DIREITOS HUMANOS — Macaé Evaristo, ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, destacou que o ambiente digital faz parte da vida de milhões de crianças e adolescentes, funcionando como espaço de aprendizagem, convivência e criação, mas também como ambiente onde se ampliam riscos graves, como aliciamento, exploração sexual, exposição indevida, discursos de ódio, publicidade excessiva e o uso de tecnologias. “Diante disso, o Estado brasileiro assume uma posição clara: o ambiente digital não pode ser um território sem proteção”. 

Ela ressaltou que, seis meses após a promulgação do ECA Digital, o governo avança na regulamentação para transformar o marco legal em medidas concretas para as famílias brasileiras. “Criança é prioridade absoluta em qualquer território, inclusive no ambiente digital. Se o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 construiu um novo marco na percepção, compreensão e nos direitos das infâncias, o ECA Digital estende essa compreensão para o ambiente digital”, enfatizou a ministra.

PRIORIDADE — O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a proteção da infância deve ser tratada como prioridade nas políticas públicas e também no ambiente digital. “Cuidar da infância é o investimento mais valioso que podemos fazer. Cada vez mais, eles estavam com acesso irrestrito a conteúdos que não foram pensados para suas idades. Nós não podemos assistir inertes a isso nem podemos ser reativos esperando que os crimes e problemas ocorram para dar-lhes respostas. Devemos nos antecipar para garantir que nada de ruim aconteça com nossas crianças e adolescentes no curto, médio e longo prazo”, disse.

O parlamentar também destacou a importância da cooperação entre instituições e sociedade. “Que este ato simbolize um grande pacto entre o Legislativo, Executivo, Judiciário e toda a sociedade brasileira para que possamos propiciar um ambiente digital verdadeiramente saudável e seguro para aqueles que estão apenas começando a descobrir o mundo.”

MCTI / FINEP — Na vertente da ciência e tecnologia, o Governo do Brasil anunciou um edital de R$ 100 milhões, via FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação). O objetivo é apoiar pequenos e médios desenvolvedores de soluções, inovações e aplicativos baseados em IA, para efetivar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e, com isso, contribuir para a implementação das diretrizes previstas no ECA Digital. 

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou que a legislação precisa ser acompanhada de instrumentos concretos para se tornar efetiva. “Para isso, a gente precisa de tecnologia para identificação de conteúdos de exploração sexual online, prevenção de contato com conteúdos inadequados e nocivos e também de supervisão e controle da própria família”, afirmou a ministra. 

“Buscamos, por exemplo, apoiar o desenvolvimento de soluções inteligentes que possam intervir em interações suspeitas em tempo real, enviando alertas aos responsáveis ou acionando a polícia e os órgãos de denúncia”, complementou. 

Segundo a ministra, o investimento também reforça o papel da ciência e da inovação na proteção da infância. “Com esses recursos queremos cada vez mais uma ação que mostre que nosso governo está do lado da infância e da juventude no ambiente virtual. Olhamos para a Ciência como instrumento para resolver as questões do nosso tempo e para construir um futuro melhor para as nossas crianças e adolescentes”, reiterou Luciana Santos.

SAÚDE E RISCOS — O adolescente Pedro Vitor Porto Andrade, representante do Comitê de Participação dos Adolescentes (CPA), do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), falou da importância do ECA Digital para fortalecer a proteção e a garantia de direitos no ambiente online. Ele mencionou desafios enfrentados por jovens na internet, como bullying, racismo e práticas de grooming (aliciamento), que podem afetar diretamente a saúde mental de crianças e adolescentes.

“A gente pode criar jogos e mundos incríveis, mas também precisamos estar cientes dos riscos que esses jogos trazem. Eu, como adolescente negro, que já passei por vários casos de racismo, não só dentro dos jogos, mas na vida real, sei como é sentir na pele o racismo”, afirmou.

Segundo Pedro Vitor, o ECA Digital também contribui para ampliar a conscientização sobre o uso seguro da tecnologia. “Nos ajuda a entender que temos o direito de nos proteger e de não compartilhar dados com estranhos. Também fala sobre a importância da educação digital. Isso significa que a gente precisa aprender a usar a tecnologia de forma segura. Por exemplo, saber como denunciar comportamentos inadequados dentro do jogo ou entender que nem tudo que aparece na internet é verdade”, completou.

PROTEÇÃO PARA MENINAS — Maria Eduarda da Silva, também integrante do CPA do Conanda, afirmou que a implementação do ECA no ambiente digital representa um passo fundamental, principalmente para as meninas, que enfrentam situações de assédio, cyberbullying e outras formas de violência online. “Ajudando a construir um ambiente mais seguro, sem assédio, racismo, intolerância religiosa, discurso de ódio e conteúdos que incentivam violências e discriminação. Mais do que uma política pública, é um compromisso com a proteção e o respeito do futuro de nós crianças e adolescentes”, disse Maria Eduarda.

FISCALIZAR E REGULAMENTAR — Outro decreto aprovou a estrutura regimental da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). A Agência tem a responsabilidade de regulamentar, fiscalizar e garantir que o ECA Digital seja cumprido. É a ANPD quem emitirá, por exemplo, orientações sobre mecanismos confiáveis de aferição de idade e as etapas para a regulamentação e fiscalização das empresas. O trabalho da agência também será essencial para garantir que a verificação de idade colete apenas os dados estritamente necessários para confirmar que o usuário é criança ou adolescente, sem ferir a privacidade garantida pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE — A coordenadora do Instituto Alana, Maria Góes de Mello, destacou que a regulamentação do ECA Digital representa um momento histórico e o resultado de uma construção coletiva envolvendo organizações da sociedade civil, além dos poderes Executivo e Legislativo. “Damos um passo firme em direção à implementação de uma lei histórica, inovadora e pioneira, que responde aos anseios da nossa sociedade e olha para as milhares de famílias que carregam todos os dias o peso e a angústia de tentar proteger seus filhos num ambiente desenhado para capturar a atenção, promover o vício, explorar vulnerabilidades e lucrar com a infância”, registrou.

Ela ressaltou que a nova legislação inaugurou um marco na proteção da infância no ambiente online. “Um capítulo inédito nas Américas. Essa é uma lei que protege crianças e adolescentes na internet, e não da internet. Coloca em prática diversos elementos que estruturam a nossa Constituição Federal”, destacou a coordenadora.

Jovens participam de ação socioambiental na Estrutural

Equipes do Instituto Brasília Ambiental participaram, na semana passada, de mais uma etapa do Programa de Educação Ambiental (PEA). Fruto de parceria com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e a Engnova Engenharia e Consultoria, a iniciativa tem objetivo de fortalecer a participação comunitária e promover a sensibilização ambiental em diferentes públicos.

Entre as atividades, um dos destaques foi o curso de criação e edição de vídeos, com carga horária de 20 horas, voltado aos jovens da Cidade Estrutural. A formação apresentou conhecimentos técnicos de produção audiovisual utilizando o celular.

Durante as aulas, os jovens aprenderam noções de filmagem, elaboração de roteiros e edição de vídeos por meio de aplicativos, desenvolvendo conteúdos que abordam a própria realidade da comunidade. Um dos temas trabalhados foi o gerenciamento de resíduos, considerado um dos principais desafios ambientais da Cidade Estrutural.

Licenciamento ambiental 

Os programas de educação ambiental fazem parte das condicionantes dos processos de licenciamento ambiental, sendo estruturados com a participação da comunidade onde o empreendimento está inserido. As ações são definidas a partir do Diagnóstico Socioambiental Participativo, processo durante o qual moradores apresentam demandas e sugerem iniciativas voltadas à melhoria socioambiental do território.

“Os PEAs são fundamentais para aproximar o desenvolvimento urbano da responsabilidade socioambiental”, aponta o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. ”A comunidade é diretamente afetada pelas intervenções e, por isso, é justo que haja investimento em projetos locais. Dessa forma, ampliamos o alcance da educação ambiental e fortalecemos a cultura de preservação no DF.”

Outra atividade do programa foi a entrega de 100 kits esportivos para crianças em situação de vulnerabilidade social, além de uma visita ao Parque Nacional de Brasília, proporcionando momentos de lazer, contato com a natureza e sensibilização ambiental.

“Quando a educação ambiental chega às comunidades de forma participativa e criativa, ela transforma realidades”, avalia a vice-governadora Celina Leão. “Essas iniciativas despertam a consciência, criam oportunidades para os jovens e aproximam as pessoas da preservação do meio ambiente.”

A educadora ambiental do instituto, Aline Barreto, reforça: “É importante que um Programa de Educação Ambiental tenha a participação da comunidade e também possa fortalecer projetos socioambientais que já existem, mas que necessitam de algum tipo de apoio”.

Qualifica DF forma cerca de 2 mil alunos e ultrapassa 66,2 mil certificados entregues desde 2022

Cerca de 2 mil pessoas receberam o certificado do Qualifica DF, nesta segunda-feira (16), no Ginásio do Cruzeiro. Criado em 2022 pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), o programa oferece cursos gratuitos em diversas áreas profissionais. Desde o lançamento, mais de 66,2 mil certificados foram entregues, impulsionando a geração de emprego e renda na capital.

Presente na solenidade, a vice-governadora Celina Leão ressaltou o impacto da iniciativa para a criação e ocupação de postos de trabalho e a promoção da qualidade de vida para a população. “O Qualifica DF é uma realidade em que, por onde a gente passa no Distrito Federal, nós temos testemunhos positivos sobre esse programa. Ele realmente cria oportunidade para quem quer aprender algo, também incentiva muito o empreendedorismo, as pessoas que têm o seu pequeno negócio. É um curso que a gente tem muito orgulho de trabalhar”, salientou.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, os cursos ofertados foram selecionados de modo estratégico. “São as 70 profissões que mais contratam no DF. Nós fizemos uma pesquisa de campo, identificamos quais eram essas profissões e, baseado na demanda de mercado, foi estruturado o programa”, afirmou.

Com a entrega dos certificados, os alunos serão direcionados a processos seletivos de empresas parceiras. “Hoje formamos aproximadamente 2 mil alunos e iniciaremos a próxima etapa já com mais de 14 mil pessoas inscritas. Esperamos chegar até o final do ano com aproximadamente 25 mil pessoas passando pelo Qualifica DF, em cursos presenciais de aproximadamente três meses. É assim que, de fato, qualificamos as pessoas e geramos oportunidade”, explicou o secretário.

A formatura era muito esperada por Luciano dos Santos, 50 anos, que concluiu o curso de eletricista predial em Ceilândia. Ele conta que já trabalhava na área de manutenção, mas devido à falta de conhecimento, não conseguia alcançar posições salariais melhores. “Uma empresa em que já trabalhei tinha uma classificação para mim, mas não pude assumir porque não tinha bagagem. Hoje eu tenho, graças a essa oportunidade que me deram”, revela. “Vou trabalhar na área e me profissionalizar ainda mais.” 

Outra aluna feliz com a conquista é Sandra Costa, 26. Natural do Maranhão, ela chegou ao DF há oito meses e aproveitou a capacitação. “Tem muitos cursos que informam que são gratuitos, mas, chega lá, é um golpe. O Qualifica DF é realmente 100% gratuito e dão todas as possibilidades para estudar: vale-transporte, alimentação, material, tudo”, observou ela, que se formou em atendente de farmácia. “Já estou à procura de um emprego, imprimi alguns currículos e com o certificado vou correr atrás mesmo.” 

Com foco na inclusão social, o Qualifica DF reserva vagas para pessoas com deficiência. O aluno Lucas Fernando Souza, 32, que possui deficiência física, ficou sabendo da iniciativa pela internet e escolheu o curso de recursos humanos. “Queria me qualificar em uma área que eu gosto para ter mais conhecimento e conhecer novas pessoas. Vou esperar uma vaga e pretendo me qualificar mais”, contou ele, que gostou do modelo de ensino. “Os professores são ótimos, aulas práticas maravilhosas.”

Qualificação gratuita

Os cursos possuem carga horária total de 240 horas e contemplam áreas estratégicas como administração, comércio, serviços, saúde, indústria, tecnologia da inovação, agricultura e meio ambiente, contemplando diferentes perfis e níveis de formação. Algumas das profissões abordadas são auxiliar de cozinha, auxiliar de recursos humanos, auxiliar de secretariado, cabeleireiro, cuidador de idosos, desenvolvedor de aplicativos para Android, designer gráfico básico, garçom e barista, jardinagem e paisagismo, manicure e pedicure, manutenção de equipamentos de informática, entre outras.

Além da oportunidade de aprendizado, o Qualifica DF também fornece vale-transporte, seguro contra acidentes pessoais, lanche diário e certificado, bem como uniforme e o Kit Educando, composto por apostila, caderno, caneta, lápis, borracha e pasta plástica com elástico. Os alunos recebem certificados, desde que tenham aproveitamento mínimo de 75% do conteúdo e frequência mínima de 80% da carga horária total.

Para participar do programa, é preciso ter mais de 16 anos; ser pessoa física, brasileira nata ou naturalizada, ou estrangeira em situação regular no país; residir no DF; e possuir escolaridade compatível com o curso desejado. As inscrições para os próximos ciclos são divulgadas no site da Sedet-DF.

Corrida Circuito da Mulher movimenta Brasília e celebra protagonismo feminino no esporte

A Praça do Buriti será palco, no dia 28 deste mês, da Corrida Circuito da Mulher, organizada pelo Instituto Social Hope, com apoio da Secretaria da Mulher (SMDF) e do Governo do Distrito Federal (GDF). O evento reúne corrida de 3 km e 6 km, caminhada de 3 km e categorias adaptadas para pessoas com deficiência (PCDs), com o objetivo de promover saúde, bem-estar, inclusão e protagonismo feminino. A concentração começa às 15h, com largada às 17h e chegada na Praça do Buriti.

A expectativa é reunir mais de 6 mil atletas, entre corredoras iniciantes e experientes, em um ambiente de integração, energia e superação. Mais do que uma competição, a iniciativa incentiva a presença das mulheres nos espaços públicos e fortalece a integração social. Durante o percurso, placas educativas e mensagens de conscientização reforçam o enfrentamento à violência contra a mulher e a importância das políticas públicas de proteção e igualdade de gênero.

A vice-governadora Celina Leão destaca que a iniciativa fortalece o protagonismo feminino e fortalece a presença das mulheres em espaços de convivência, esporte e cidadania: “A Corrida Circuito da Mulher representa muito mais do que uma atividade esportiva. É um momento de união, de incentivo à saúde e, principalmente, de valorização do protagonismo feminino. Cada mulher que participa reafirma a importância de ocuparmos os espaços com liberdade, respeito e igualdade”.

Além do componente esportivo, a corrida contará com atividades culturais e interativas, incluindo palestras, apresentações artísticas e espaço infantil, criando um ambiente de convivência e celebração coletiva. Todas as participantes receberão medalhas, e as três primeiras colocadas em cada modalidade serão premiadas com troféus.

A secretária da Mulher do Distrito Federal, Giselle Ferreira, ressalta que a iniciativa também reforça o compromisso do governo em promover ações que incentivem o cuidado, a autonomia e a qualidade de vida das mulheres. “A Secretaria da Mulher atua em diversas frentes para garantir acolhimento, orientação e oportunidades às mulheres do DF. Eventos como a Corrida Circuito da Mulher também fazem parte desse movimento, ao incentivar o cuidado com a saúde, fortalecer a autoestima e ampliar a participação feminina em espaços de convivência e cidadania”, afirma. 

As inscrições para a Corrida Circuito da Mulher começam nesta segunda-feira (16), às 19h. As participantes poderão se inscrever de forma online pelo site oficial do evento.

Com esporte, inclusão e mobilização social, a Corrida Circuito da Mulher promete transformar a Praça do Buriti em um grande movimento de energia, união e empoderamento, mostrando que cada passo dado representa não apenas uma conquista individual, mas também um avanço coletivo na luta por igualdade e respeito.

O evento é aberto a mulheres a partir dos 16 anos e incentiva a participação de diferentes grupos sociais, incluindo mães solo, mulheres negras, pessoas com deficiência, integrantes da comunidade LGBTQIAPN+ e mulheres em situação de vulnerabilidade social, promovendo diversidade, inclusão e empoderamento feminino.

Corrida Circuito da Mulher

· Data: dia 28 deste mês
· Horário: Concentração às 15h, largada às 17h
· Local: Praça do Buriti
· Modalidades: Corrida de 3 km, corrida de 6 km, caminhada de 3 km e categorias PCD.

Como a polarização engoliu o debate moderado e qual estratégia pode reconquistar o eleitor independente

Nos últimos anos, a política brasileira deixou de ser um campo plural de ideias para se transformar em um território de trincheiras. Em 2026, essa lógica não apenas persiste: ela se intensifica.

A polarização, que antes parecia um fenômeno conjuntural, tornou-se estrutural, moldando comportamentos, narrativas e até identidades sociais.

O espaço tradicionalmente ocupado pelo debate moderado encolheu diante de duas máquinas narrativas poderosas: a da direita conservadora e a da esquerda progressista.

Em meio a esse fogo cruzado, permanece um grupo silencioso, mas decisivo: o eleitor independente, que rejeita os extremos e busca uma política pragmática, de resultados.

Mas como chegamos até aqui? E, mais importante, como os candidatos podem “pescar” esse eleitor que está fora das bolhas?

A implosão do centro político:

quando a moderação

deixou de viralizar

A política brasileira sempre conviveu com contrastes, mas a hiperconexão trouxe novas regras. O algoritmo recompensa:

  • Paixão;
  • Conflito;
  • Identidade;
  • Reação imediata.

E penaliza:

  • Conteúdo técnico;
  • Discussões equilibradas;
  • Argumentos racionais;
  • Tom moderado.

No ecossistema atual, o centro não viraliza e quem não viraliza, desaparece. O debate moderado, portanto, não acabou por falta de demanda, mas por falta de tração algorítmica.

A esquerda e a direita entenderam isso antes de todos.

A direita construiu uma comunidade digital hiperengajada, alimentada por símbolos, antagonismos e linguagem simples. A esquerda, por sua vez, responde com forte narrativa institucional e foco na defesa de políticas públicas. Ambas prosperam nas redes e ambas ocupam a maior parte do espaço mental do eleitor comum.

O eleitor independente:

quem é e como

pensa em 2026

Apesar da predominância dos polos, o eleitor independente não desapareceu. Ele apenas ficou soterrado na guerra de narrativas.

Os dados dos últimos 120 dias mostram que:

  • De 17% a 20% dos brasileiros se apresentam como “centro”;
  • Um grupo adicional — entre 15% e 18% — rejeita abertamente tanto a esquerda quanto a direita, o famoso “nem-nem”;
  • A taxa de indecisos caiu a níveis historicamente baixos (cerca de 2%), indicando que esse eleitor não é desinformado — ele é desinteressado pelas narrativas tradicionais.

O que todos esses grupos têm em comum?

Eles querem resultados, não guerras culturais.

O eleitor independente não está interessado em quem “lacrou”, quem “expôs”, quem “venceu o debate”. Ele quer:

  • Segurança;
  • Estabilidade econômica;
  • Previsibilidade;
  • Políticas públicas tangíveis;
  • Uma narrativa de futuro.

Mas, por não ver essas pautas bem explicadas, ele se afasta — não da política, mas do barulho político.

O desafio dos candidatos:

romper as bolhas

sem ser engolido por elas

Para conquistar o eleitor independente em 2026, o candidato precisa de uma estratégia clara: falar com o centro sem irritar as bases — uma manobra delicada em tempos de radicalização digital.

Isso exige três movimentos essenciais:

1. Abandonar a “terceira via” abstrata e adotar uma proposta concreta de gestão

O eleitor moderado não se move por ideologias. Ele se move por:

  • Projetos;
  • Planos;
  • Indicadores;
  • Soluções reais.

O discurso deve enfatizar capacidade de gestão, eficiência e pragmatismo sem cair no tecnicismo frio que não gera conexão emocional.

2. Usar linguagem simples, mas não simplista

A grande vantagem das campanhas radicais é que elas são entendidas imediatamente.

Para competir nesse terreno, o candidato moderado precisa:

  • Traduzir políticas públicas em histórias reais;
  • Explicar medidas complexas com metáforas cotidianas;
  • Mostrar impacto direto na vida do eleitor.

Não basta “comunicar bem”: é preciso performar bem, porque a arena digital é visual, rápida e emocional.

3. Apostar na narrativa da “solução possível”

Enquanto a esquerda oferece esperança institucional e a direita oferece ordem moral, falta quem ofereça resolução prática.

O centro precisa se transformar na narrativa da “solução possível”:

“Enquanto eles brigam, eu resolvo.”

Esta mensagem, repetida com consistência, tem força para atrair quem está cansado da luta ideológica.

A estratégia vencedora:

microsegmentação emocional

+ proposta concreta

A campanha eficaz para conquistar o eleitor independente precisa unir duas frentes:

1. Microsegmentação algorítmica

Falar com o eleitor pelo ângulo certo:

  • Para o jovem: mobilidade, ensino técnico, futuro do trabalho;
  • Para a mãe solo: renda, creches, proteção social;
  • Para o empreendedor: crédito, simplificação e juros;
  • Para o evangélico moderado: acolhimento emocional sem guerra cultural;
  • Para o motorista de app: combustível, segurança e renda mínima.

Cada grupo recebe um recorte do “projeto de futuro”, que dialoga com suas dores e expectativas.

2. Proposta de gestão narrada de forma humana

O centro só funcionará quando deixar de ser um “meio-termo” e passar a ser:

  • um projeto;
  • uma visão de país;
  • uma resposta à fadiga política da polarização.

O eleitor independente não quer neutralidade. Ele quer solução.

Conclusão:

o centro não morreu —

ele só precisa aprender

a falar alto de novo

A polarização não engoliu o eleitor moderado. Ela apenas silenciou sua representação política. Para compreender e traduzir eficiência, equilíbrio e futuro em narrativas digitais e desbloquear um caminho poderoso para 2026, procure um dos profissionais de Marketing Político da Alcateia e assim, em um país cansado de extremos, verá que existe espaço e demanda por uma nova liderança capaz de unir:

  • performance digital;
  • solução prática;
  • empatia social.

Essa é a fórmula para conquistar quem realmente decide a eleição: o eleitor que não quer escolher um lado, mas escolher um caminho.

Edson Panes de Oliveira Filho éAdvogado e Estrategista Politico, Especialista em Direito Eleitoral, com MBA em Direito Empresarial, MBA em Gestão de Pessoas e MBA em Comunicação Governamental e Marketing Político, proprietário da CRIA Marketing Digital e Politico e cofundador do Alcateia Política.

“Produtores do Entorno são peças fundamentais para o desenvolvimento regional”, destaca Pábio Mossoró em seminário sobre certificação

Durante o 2º Seminário CEPA em Brasília, secretário do Entorno reforçou que a agricultura familiar é peça fundamental para o desenvolvimento regional.

O auditório do DNIT em Brasília foi o cenário de um passo decisivo para a economia do Entorno nesta terça-feira (17/03). O 2º Seminário CEPA – Certificação de Produtos Agropecuários reuniu produtores rurais, especialistas e autoridades com o objetivo central de transformar a produção regional em potência econômica através da desburocratização e da conformidade sanitária. O evento é uma promoção do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado do Entorno do DF (SEDF-GO)

A abertura do encontro destacou a importância da união institucional para o fortalecimento do setor. O titular da SEDF-GO, Pábio Mossoró, enfatizou que a prioridade é criar uma rede de suporte ao pequeno produtor.”Queremos aqui consolidar uma parceria da Secretaria do Entorno com o Distrito Federal e com nossos produtores da agricultura familiar que são peças fundamentais para o desenvolvimento da agricultura na nossa região”, frisou Mossoró.

Integração e o fim das barreiras

Um dos pontos altos do seminário foi o debate sobre a integração de selos de inspeção como o SIF, SIE e SISBI, que permitem ao produto goiano chegar às prateleiras de todo o país. O secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Borges Bueno, defendeu a harmonização das normas entre as unidades da federação para facilitar a comercialização.“O avanço da agricultura familiar no Entorno passa pela qualificação da inspeção, especialmente de produtos de origem animal, e pela integração entre Goiás e DF. Estamos trabalhando com Agrodefesa e o Consórcio Brasil Central para nivelar os selos de inspeção e facilitar a comercialização em uma região onde uma linha imaginária não pode ser barreira para produtos de qualidade”, adiantou.

Destaques da jornada

A programação teve início com o acolhimento cultural da Orquestra de Violeiros de Formosa e seguiu com discussões técnicas essenciais. Durante a manhã, os participantes mergulharam em temas voltados aos produtos de origem vegetal com representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O período também contou com a atuação fundamental do SEBRAE e do SENAR na formalização das agroindústrias, além de debates sobre legislação com a Cachaçaria Cállida. A força regional foi representada pelas apresentações da Cooperativa de Agricultores de Novo Gama (Coopgam), de representantes de Cocalzinho de Goiás e do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional e Valorização dos Municípios (CONVALES), que demonstrou como a união entre as cidades acelera o desenvolvimento local.

No período da tarde, o foco se voltou para o licenciamento sanitário de produtos de origem vegetal, com a participação da Superintendência de Vigilância em Saúde (SUVISA/GO), da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (SEAPA) e da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa). O papel da assistência técnica e do associativismo foi defendido pela Emater e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB/GO), enquanto a Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (SEAGRI/DF) detalhou sua contribuição estratégica para o Entorno.

O evento também abriu espaço para o compartilhamento de casos de sucesso, como a experiência da empresa Pé di Gostosura e a atuação da Secretaria de Agricultura de Formosa, que apresentou o “case” da empresa Grill Premium e sua produção de linguiça artesanal.

O impacto real dessas ações foi resumido por Elaine Berlezi, da charcutaria de Planaltina-GO. Para ela, o evento foi um divisor de águas para quem busca profissionalizar o negócio familiar. “Este seminário nos mostra que sair da clandestinidade e buscar o selo de inspeção é possível. Entendi hoje que não existem barreiras quando temos assistência técnica e o apoio do Governo de Goiás. Isso agrega valor para a minha família e ajuda o município a crescer. Não dá para se acomodar. temos que ir em busca, e essa união de forças com órgãos como Senar e Emater é o que faz a diferença”, disse a produtora.

O seminário encerrou-se com um consenso de que a certificação não é apenas uma exigência legal, mas o passaporte definitivo para que o sabor e a qualidade do Entorno conquistem o Brasil com segurança e identidade.

Secretaria do Entorno do DF | Governo de Goiás

Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 23 para abrir conta no BRB

Quase 400 famílias contempladas precisam agora acessar o site do GDF Social e abrir conta pelo aplicativo BRB Mobile

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 398 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrir conta no Banco de Brasília (BRB) e ter acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até as 18h do dia 23 deste mês.

Quem não abrir conta no prazo estabelecido terá que aguardar nova contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser feita pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo.

Para saber se foi contemplado, basta fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se seu nome está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados.

“As famílias precisam, primeiro, consultar a contemplação”, orienta a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Não basta abrir a conta do BRB no aplicativo, porque, se a pessoa não foi contemplada, a conta específica para receber o DF Social não vai ser habilitada para abertura. Consultou, viu que foi contemplado, então abre a conta para receber o benefício todos os meses.”

O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é depositado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

COM APOIO DO GOVERNO DE GOIÁS, VALPARAÍSO RECEBE NOVOS VEÍCULOS PARA FORTALECER SERVIÇOS À POPULAÇÃO

Parceria entre lideranças estaduais e municipais garante reforço na frota e
mais eficiência no atendimento público
Valparaíso de Goiás avançou mais um passo no fortalecimento da gestão pública
com a chegada de quatro novos veículos doados pelo Governo do Estado de Goiás,
por meio da Secretaria de Estado do Entorno do Distrito Federal. A iniciativa
evidencia o alinhamento e o compromisso conjunto entre lideranças estaduais e
municipais em promover melhorias concretas para a população.
A entrega foi realizada ao lado do secretário de Estado do Entorno, Pábio Mossoró,
e contou com a articulação da Secretaria Municipal de Administração, sob a
coordenação da secretária Maria Auxiliadora. Os veículos — uma Ranger, uma
L-200, um Logan e um Sandero — serão destinados às Secretarias de
Administração, Infraestrutura, Cultura e Esporte e à Secretaria da Mulher.
Durante o ato, o prefeito Marcus Vinicius destacou a importância do apoio político e
institucional para garantir avanços reais no município. “Essa conquista mostra a
força da união entre o Governo do Estado e a Prefeitura, trabalhando lado a lado
para levar mais qualidade de vida à nossa população”, afirmou.
O gestor também fez questão de agradecer ao secretário Pábio Mossoró, ao
governador Ronaldo Caiado e ao vice-governador Daniel Vilela pelo olhar atento às
demandas do Entorno e pelo apoio constante ao desenvolvimento de Valparaíso.
A chegada dos novos veículos representa mais do que o reforço da frota: simboliza
a efetividade de uma gestão que conta com parcerias sólidas e comprometidas com
o progresso regional. Com mais estrutura, os servidores terão melhores condições
de trabalho, garantindo mais agilidade, presença e eficiência nos serviços prestados
à comunidade.