O Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.
Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.
O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.
As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.
A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.
O jogo
Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanhacom um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.
No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.
Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.
Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.
Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.
Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.
O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.
Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.
Cada vez mais as pessoas agem no campo das respostas e cada vez menos entendem o quão importante são as perguntas. As redes sociais e a inteligência artificial reforçam isso: certezas falsas, ausência ou superficialidade nas perguntas.
Por João Henrique Faria *
Muito se discute, neste ano eleitoral, sobre os efeitos das redes sociais e da inteligência artificial sobre o processo político eleitoral. Saturadas ou não, as primeiras continuam sendo alvo de uma pergunta insistente de candidatos(as), quando as propostas para tocar suas campanhas são apresentadas: “Como serão as minhas redes sociais?”. Espantam-se aqueles(as) com os(as) quais converso, quando ouvem como resposta: “Não sei”. Isso já foi tema de palestras que fiz no COMPOL e também nos eventos Marketing 360 para Mandatos, realizados do ano passado pra cá. Mais à frente explico melhor os motivos do “não sei”.
Se por um lado, as angústias dos candidatos estão no campo de como serão as suas redes sociais, de outro, apressados profissionais de comunicação e marketing político, até aqueles mais experientes, lançam como características principais de ação em suas plataformas de trabalho, o modo diferenciado como trabalharão, tendo como ferramenta mãe a inteligência artificial. É com ela e por ela que buscam entender tudo aquilo que será implementado.
As marcas deixadas
pelo Reboot 2026
Evento essencial e que marca o início das discussões sobre as atividades no campo da Comunicação e do Marketing Político no Brasil neste ano eleitoral, o Seminário Reboot, em Brasília (DF), nos dias 5 e 6 de março, foi exemplar em termos de mostrar tendências e, ao mesmo tempo, de apontar caminhos diferentes, perspectivas diferentes sobre como o tabuleiro vai funcionar.
Curiosamente, enquanto a preocupação daqueles mais consagrados no tempo dentro da área caminhou para um mergulho nas plataformas de inteligência artificial e a montagem de uma estrutura própria de agir sobre elas, como elemento de venda e de busca de resultados positivos nas eleições de 2026, aqueles que vêm se destacando nos últimos anos, portanto mais novos no cenário das consultorias políticas, mesmo que já há alguns anos no mercado e com muitas premiações nacionais e internacionais, pautaram suas palestras em uma linha que ouso chamar aqui de “mais filosóficas”, ou, caso o leitor entenda como um exagero meu, mais no campo socrático do “só sei que nada sei” (cujo significado deixo para a parte final deste texto), como apontado no título deste artigo, como chamariz.
A minha defesa do
Pensar, Sentir e Agir
A partir daqui, lanço meu foco ao que de fato me chamou atenção: as palestras de Juarez Guedes, Marcello Natale e Fabrício Moser, sem desmerecer o todo fantástico do evento. Confesso que, para mim, foram as melhores palestras deles que já assisti. E já assisti a muitas. Caminharam para uma metodologia que defendo há muito, e que se traduz numa trilogia essencial a qualquer movimento vivo: “Pensar, Sentir e Agir”.
O título da palestra de Juarez foi “Não sei, depende.”. Confesso que levei um susto positivo, porque ali estava aquilo que venho dizendo e praticando há muito tempo, ou seja, a fuga das certezas absolutas e das respostas rápidas. Cada caso é um caso, cada campanha é uma campanha, mesmo que seja o(a) mesmo(a) candidato(a). É o famoso “Aqui é diferente”, mas com uma outra abordagem. Não aquela de colocar o consultor/estrategista nas cordas, como um intruso que dali nada sabe, mas apenas a constatação de que é isso mesmo, não por causa do local, mas por aquela ideia – lá vem a filosofia de novo – de Heráclito: “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio”.
Tudo é processo contínuo na vida e a palestra de Juarez, sua fala mais longa, com este slide ali parado, provocando, mostrou isso e chamou a atenção para isso. Um discurso que tinha muito daquilo que ele próprio defende: emoção. Teve um momento em que pensei: “Tem muito do Mário Rosa nisso aí”. Emoção, claro, acompanhada de razão. Emoção e razão, claro, acompanhadas de ação.
E logo em seguida vem o Natale e aconteceu comigo aquilo que a gente quer que aconteça com o(a) eleitor(a). Eu explico. O que importa estava ali, na palestra do Natale, como já esteve em muitas das minhas, dialogando com candidato(as) e com governos. Eu parei e pensei: “Ele (Natale) pensa igual a mim”. E é justamente isso que, quando trabalhamos discursos e narrativas de nossos(as) candidatos(as), queremos que o(a) eleitor(a) pense. Não vale o(a) eleitor(a) dizer: “Eu penso igual a ele (candidato/a)”. Tem que ir além. O eleitor precisa sentir que foi compreendido em suas dores e pensar: “Ele (candidato/a) pensa igual a mim (eleitor/a)”.
Aí houve a conquista. Saiu primeiro da razão ou emoção? Pouco importa. Ainda mais se entendemos que é bastante complexo e, na maioria das vezes serve apenas como busca de achado, determinar o que veio primeiro. Os semióticos estão há mais de século tentando materializar aquilo que seria a “primeiridade”, que é sentimento. Mas ao ser materializado, aquele sentimento deixa de ser um primeiro e passa a ser um segundo, que, ao ser representado vira um terceiro (primeiridade, secundidade e terceiridade). Mas as tríades de Charles Sanders Peirce ficam para um outro artigo.
E aí veio o Fabrício Moser. O homem estava com o diabo no corpo. Brincadeira à parte, estava afiado. E jogou a mobilização para um terreno que não pode ser esquecido: “o chão da fábrica”, ou seja, a rua. Até hoje foram 103 campanhas nas quais estive envolvido. Sempre na Coordenação ou na Estratégia/Organização de Operação. A primeira lá em 1994. A mobilização digital, claro, passou a ser uma aliada essencial nas campanhas eleitorais de hoje. Mas nada supera os chamados “momentos de verdade”. Aquela relação que se estabelece no “olho no olho”, no aperto de mão, na pergunta inesperada que exige uma resposta rápida e sincera.
E a rua gera o movimento na rede. E a rede anuncia e agita para os movimentos de rua. É preciso um link, um ajuste fino entre as duas. E novamente não tem esse papo do que é mais importante, porque, quando bem feitas, elas são uma só. As duas visam participação. As duas querem respostas. As duas precisam dar respostas. Porque é neste diálogo com o(a) eleitor(a), que surge a conquista.
Então, foi um show.
Mas, e os motivos
para o “não sei”?
Voltemos a Sócrates e à ansiedade dos(as) clientes. Novamente volto às minhas palestras e às minhas aulas de pós. “Só sei que nada sei” deve ser entendido como: quanto mais sei sobre algo, maior é a minha capacidade de questionar este algo, de agir sobre este algo. Assim, comunicação vem por último. Este é o principal motivo de eu responder “não sei” à pergunta sobre “como vão ser as minhas redes”.
Antes da Comunicação e do Marketing tem Pesquisa, tem Diagnóstico, tem Planejamento, tem Processo Político, ou seja, tem o entendimento de quem é o(a) candidato(a), o partido, os(as) adversários(as), os territórios, os braços sociais, as ações desenvolvidas em prol da sociedade, enfim, o entendimento de quem o(a) candidato(a) é e de quem é seu(ua) eleitor(a). O que já tenho e o que preciso buscar.
Comunicação é mensagem direcionada para e entendida por públicos definidos. Marketing é entendimento de desejos e necessidades destes públicos. Pesquisa é fonte para Diagnóstico e Planejamento. Então, bora fazer o jogo na ordem certa, sem queimar etapas. Colocar o carro à frente dos bois pode jogar todo um projeto no lixo.
E não é isso que queremos, certo?
JOÃO HENRIQUE FARIA
Jornalista (1986, UFJF). Pós-graduado em “Comunicação Social” pela PUC-Minas. Pós-graduado em “Comunicação Pública e Marketing Político” pelo IDP (DF). Consultor e Estrategista em Comunicação e Marketing Político. Membro Fundador do Coletivo de Estrategistas Alcateia Política. Associado ao CAMP (Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político). Proprietário da Fator Inteligência e Marketing, empresa com 22 anos de atuação no mercado especializado do Marketing Político – Eleitoral e Governamental. Foi Secretário Municipal de Comunicação na Prefeitura de Montes Claros. Assessor Parlamentar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais por 11 anos. Foi estrategista e/ou coordenador, até 2024, em 103 campanhas eleitorais, em diversos estados brasileiros, para os mais variados cargos no Legislativo e Executivo. Professor Universitário (desde 1991). Criou e coordenou a primeira Pós-Graduação em “Marketing Político” do Brasil pelas Faculdades Santo Agostinho de Montes Claros, em 2003, ministradas na Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, formando 4 turmas. É professor da Pós-Graduação em “Comunicação Pública e Governamental” da PUC-Minas, na disciplina “Comunicação e Marketing Político – Eleitoral e Governamental”, que já caminha para a 7ª turma. Foi consultor para a aprovação do Curso de Comunicação da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), em Divinópolis, e consultor para a criação do curso de Comunicação Social da Universidade FUMEC, sendo o primeiro Chefe de Departamento e primeiro Coordenador de Curso, em Belo Horizonte. É palestrante do COMPOL Brasil e diversos COMPOL Regionais, RenovaBR e Blackbelt. Criou e é palestrante do Seminário Marketing 360.
Programa Enxergando o Futuro leva atendimento oftalmológico às escolas de Valparaíso de Goiás e reforça a importância da saúde visual para o aprendizado.
A Prefeitura de Valparaíso de Goiás realizou, nesta segunda-feira (9), mais uma etapa do programa Enxergando o Futuro, iniciativa que leva atendimento oftalmológico diretamente às escolas da rede municipal. Desta vez, 470 estudantes da Escola Municipal Paulo Freire passaram por exames de visão, ampliando o alcance da ação que busca identificar precocemente problemas visuais e garantir melhores condições de aprendizagem em sala de aula.
O programa percorre diferentes unidades escolares do município oferecendo avaliação oftalmológica completa aos alunos. Quando é identificada a necessidade de correção visual, os estudantes recebem óculos gratuitamente, garantindo que dificuldades para enxergar não se tornem barreiras no processo educacional. A iniciativa tem sido considerada estratégica pela gestão municipal por unir saúde e educação em benefício do desenvolvimento dos estudantes.
Durante a ação, o prefeito Marcus Vinicius acompanhou de perto o atendimento realizado na escola e conversou com os profissionais responsáveis pelos exames. O oftalmologista Dr. Sandro, que participou da avaliação das crianças, destacou que muitos estudantes convivem com problemas de visão sem perceber, o que pode afetar diretamente o desempenho escolar.
“Às vezes a criança tem quatro graus de miopia ou cinco de astigmatismo e não consegue enxergar nem sentando na frente da sala. Isso influencia diretamente no aprendizado”, explicou o médico. Segundo ele, em alguns casos, dificuldades de concentração e baixo rendimento podem estar associados justamente a problemas visuais ainda não diagnosticados.
O especialista também relatou situações em que o diagnóstico mudou completamente a rotina escolar das crianças. “Já atendi uma criança de seis anos que parecia ter dificuldade de concentração, mas descobrimos que ela tinha oito graus de miopia. Depois que começou a usar óculos, melhorou completamente”, contou.
Considerado uma das maiores iniciativas de cuidado com a saúde ocular nas escolas municipais de Valparaíso de Goiás, o programa Enxergando o Futuro integra as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento integral dos estudantes. A proposta é garantir que todos tenham condições adequadas de aprendizagem, mostrando que enxergar bem também é essencial para aprender melhor.
Parlamentar relata preocupação de policiais rodoviários federais e pede providências urgentes para reduzir riscos na rodovia
O deputado distrital Pepa esteve no gabinete regional de Planaltina para ouvir demandas apresentadas por policiais da Polícia Rodoviária Federal que atuam na fiscalização da BR-020. Durante a reunião, os agentes relataram preocupação com o número crescente de acidentes no trecho que liga Planaltina a Formosa, especialmente em pontos onde a ausência de iluminação tem contribuído para situações de risco durante a noite.
De acordo com os policiais, a falta de postes e luminárias ao longo da rodovia tem sido um fator recorrente em ocorrências registradas na região. O trecho é bastante movimentado por veículos de passeio, transporte coletivo e caminhões, o que aumenta a necessidade de melhorias na infraestrutura para garantir mais segurança aos motoristas que trafegam diariamente pelo local.
Sensibilizado com o relato dos agentes, Pepa informou que já protocolou um pedido formal solicitando a instalação de postes e luminárias ao longo do trecho entre Planaltina e Formosa. O parlamentar também pediu atenção da concessionária Neoenergia e da CEB para que a demanda seja analisada com urgência.
“Estive com os policiais da Polícia Rodoviária Federal que atuam ali na região da BR-020, e todos estão muito preocupados com o número de acidentes que vêm acontecendo. Já protocolamos esse pedido para que seja feita a instalação de postes e luminárias no trecho entre Planaltina e Formosa. Recentemente tivemos um acidente gravíssimo, quando uma van colidiu na traseira de uma carreta, resultando em várias vidas perdidas. Precisamos agir para evitar novas tragédias”, afirmou o deputado.
Segundo Pepa, o pedido representa não apenas uma demanda institucional, mas também um apelo de quem vive a rotina da rodovia e acompanha de perto os riscos enfrentados por motoristas e passageiros. O parlamentar reforçou que continuará acompanhando o andamento da solicitação para que as melhorias possam sair do papel e contribuir para a redução de acidentes na BR-020.
Parceria inédita reforça o posicionamento da bebida com 10g de proteína desenvolvida especialmente para adolescentes
A Piracanjuba anuncia uma parceria inédita com a Netflix e Tomorrow Studios para o lançamento de uma edição especial da linha Zquad inspirada em ONE PIECE: A Série, cuja segunda temporada estreia globalmente em 10 de março.
A iniciativa conecta o universo de aventuras, amizades e superação mostrado na série ao posicionamento de Zquad, bebida desenvolvida especialmente para adolescentes entre 10 e 15 anos. Com embalagens temáticas inspiradas nos personagens da produção, a Piracanjuba aposta no engajamento com os fãs e no diálogo direto com as novas gerações
Lançado como a primeira bebida proteica voltada ao público teen no Brasil, Piracanjuba Zquad reúne 10g de proteína por embalagem de 250ml, em três sabores: ChocoLoud (chocolate com avelã), BerryBeat (morango) e VitaHit (vitamina de frutas). A formulação foi desenvolvida com orientação de profissionais de saúde para atender às necessidades nutricionais da faixa etária, oferecendo equilíbrio entre nutrição e sabor.
Fonte de fibras e cálcio, zero lactose e sem glúten, o produto utiliza açúcar na medida adequada para fornecer energia imediata à rotina intensa dos adolescentes e não contém sucralose. A proposta é entregar funcionalidade sem associação ao universo de suplementos adultos.
Mais nutritivo que um achocolatado tradicional, Zquad foi pensado para acompanhar diferentes momentos do dia — do café da manhã ao intervalo da escola, do pré ao pós-treino — contribuindo para saciedade, recuperação muscular e apoio ao desenvolvimento físico em uma fase marcada por intenso crescimento ósseo e muscular.
Conexão cultural
A edição especial inspirada em ONE PIECE: A Série reforça o posicionamento da marca em territórios que fazem parte do repertório jovem. Na trama, os personagens enfrentam desafios em busca do lendário tesouro, guiados por valores como amizade, coragem e espírito de equipe.
“Zquad nasceu para conversar com essa geração de forma autêntica. A parceria amplia essa conexão cultural, aproximando a marca dos universos que fazem parte do dia a dia dos adolescentes”, afirma Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba.
Com a novidade, a companhia avança em sua estratégia de diversificação e consolida Zquad como uma proposta alinhada a nutrição, entretenimento e comportamento, acompanhando o ritmo e a linguagem da nova geração.
Pesquisas e articulações partidárias indicam que o cenário para a próxima eleição presidencial já começa a se desenhar.
Mesmo faltando mais de dois anos para as eleições presidenciais, os bastidores da política brasileira já começam a se movimentar em torno da disputa de 2026. Pesquisas recentes e análises de cenário indicam que lideranças de diferentes campos ideológicos já aparecem em levantamentos eleitorais, sinalizando uma antecipação natural do debate político.
O ambiente ainda é marcado pela forte polarização que marcou as últimas eleições. Nomes ligados tanto ao campo governista quanto à oposição começam a ser testados em cenários eleitorais, enquanto partidos avaliam estratégias para consolidar candidaturas competitivas nos próximos anos.
Analistas políticos observam que esse movimento precoce faz parte de uma dinâmica comum na política brasileira. A realização de pesquisas, as articulações nos partidos e as movimentações regionais ajudam a medir forças e a identificar lideranças com potencial de crescimento eleitoral.
Além da disputa presidencial, o cenário de 2026 também envolverá a renovação do Congresso Nacional, governos estaduais e assembleias legislativas. Por isso, partidos já iniciam processos internos de organização e fortalecimento de suas bases políticas.
Embora ainda seja cedo para definições concretas, o início dessas discussões mostra que a política brasileira já começa a olhar para o futuro eleitoral. Nos próximos meses, novas pesquisas e movimentações partidárias devem contribuir para desenhar com mais clareza o cenário da próxima corrida presidencial.
Tratado comercial pode abrir um dos maiores mercados do mundo e gera discussões no Congresso e entre setores produtivos.
Depois de décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia voltou a ocupar espaço central no debate político e econômico brasileiro. Considerado um dos tratados mais ambiciosos já discutidos pelo bloco sul-americano, o pacto prevê a redução gradual de tarifas e a ampliação do comércio entre os dois mercados.
Se implementado integralmente, o acordo poderá criar uma das maiores zonas de livre comércio do planeta, conectando mais de 700 milhões de consumidores. Para setores exportadores brasileiros, especialmente o agronegócio, o tratado representa a possibilidade de ampliar mercados e aumentar a competitividade internacional.
Por outro lado, o acordo também desperta preocupações em segmentos da indústria nacional, que temem enfrentar maior concorrência de produtos europeus. Esse debate tem sido acompanhado de perto por parlamentares e representantes do setor produtivo, que discutem possíveis ajustes e garantias para diferentes áreas da economia.
No Congresso Nacional, o tema voltou à pauta com força, impulsionado pelo interesse estratégico do Brasil em fortalecer relações comerciais e ampliar sua presença no mercado global. O governo federal também acompanha as negociações com atenção, avaliando impactos econômicos e diplomáticos.
Enquanto as discussões avançam, especialistas destacam que o acordo pode representar uma mudança significativa na inserção do Brasil no comércio internacional. A decisão final dependerá de negociações políticas e da construção de consensos entre os diferentes setores envolvidos.
Partidos utilizam espaço institucional para apresentar posicionamentos e fortalecer lideranças políticas.
Os intervalos da programação de rádio e televisão voltaram a receber inserções de propaganda partidária, um instrumento importante de comunicação política previsto na legislação eleitoral brasileira. O retorno dessas peças marca também o início de um ambiente cada vez mais voltado para as disputas eleitorais dos próximos anos.
Diferente da propaganda eleitoral tradicional, que ocorre durante as campanhas, a propaganda partidária tem como objetivo apresentar ideias, posicionamentos e projetos das legendas para a sociedade. Nesse espaço, partidos buscam fortalecer sua identidade política e ampliar o diálogo com os eleitores.
Nas inserções exibidas nesta semana, diferentes partidos aproveitaram o tempo disponível para destacar temas como desenvolvimento econômico, políticas sociais e participação cidadã. Também é comum que essas mensagens tragam lideranças nacionais e regionais que representam as principais bandeiras das siglas.
Especialistas em comunicação política avaliam que esse tipo de propaganda tem papel estratégico na construção de imagem partidária. Ao longo do tempo, as inserções ajudam a consolidar narrativas e preparar o terreno para futuras disputas eleitorais.
Com a proximidade gradual do calendário eleitoral de 2026, a expectativa é de que essas aparições se tornem cada vez mais frequentes, ampliando a presença dos partidos no debate público e reforçando a disputa por espaço na opinião pública.
Apesar de representarem maioria do eleitorado, mulheres ainda ocupam parcela reduzida dos cargos eletivos no país.
Logo após as mobilizações do Dia Internacional da Mulher, a discussão sobre a presença feminina na política brasileira voltou a ganhar força em diferentes espaços do debate público. Embora representem mais da metade do eleitorado nacional, as mulheres ainda enfrentam barreiras significativas para alcançar maior representação nos cargos eletivos.
Dados recentes mostram que a participação feminina nos parlamentos e executivos brasileiros permanece abaixo do que se observa em diversas democracias ao redor do mundo. O cenário evidencia um desafio histórico relacionado à igualdade de oportunidades e ao incentivo à participação política.
Nos últimos anos, algumas medidas institucionais foram adotadas para estimular a presença de mulheres nas eleições, como cotas de candidaturas e financiamento eleitoral específico. Ainda assim, especialistas apontam que mudanças culturais e estruturais continuam sendo necessárias para ampliar esse espaço.
Movimentos sociais, organizações da sociedade civil e lideranças políticas têm reforçado a importância de ampliar a participação feminina nos processos de decisão. A presença de mais mulheres na política é vista como um passo fundamental para garantir diversidade de perspectivas na formulação de políticas públicas.
À medida que o país se aproxima de novos ciclos eleitorais, o debate sobre representatividade tende a ganhar ainda mais destaque. A ampliação da participação feminina pode representar não apenas um avanço democrático, mas também um reflexo mais fiel da composição da sociedade brasileira.
Dentro da programação do Março Mais Mulher, que reúne mais de 170 ações voltadas ao fortalecimento dos direitos femininos no Distrito Federal, a Secretaria da Mulher (SMDF) participou, nesta segunda-feira (9), de um simpósio promovido pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do DF (Coddede). A iniciativa teve como foco ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade e políticas públicas para mulheres com deficiência.
O Coddede é um colegiado composto por representantes do poder público e entidades da sociedade civil, o que fortalece o diálogo e a construção conjunta de políticas voltadas às pessoas com deficiência no Distrito Federal. Durante o simpósio, a SMDF participou das discussões e reforçou a importância da articulação entre diferentes áreas do governo para ampliar a inclusão e garantir direitos às mulheres com deficiência. De acordo com dados apresentados no encontro, 65,1% das pessoas com deficiência no DF são mulheres, o que evidencia a necessidade de políticas públicas específicas voltadas a esse público.
“Cuidar das mulheres é uma prioridade do nosso governo”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “Trabalhamos para fortalecer cada vez mais as políticas públicas que promovem acolhimento, respeito e oportunidades. Nosso compromisso é garantir que todas as mulheres tenham acesso aos serviços e às ações que promovem autonomia, dignidade e inclusão.”
Inclusão
A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, apresentou os equipamentos, programas e projetos desenvolvidos pela pasta e reforçou o compromisso da secretaria com um atendimento cada vez mais inclusivo. A gestora também mostrou dados sobre os equipamentos da secretaria e falou sobre ações que têm se consolidado como diferenciais nas políticas públicas voltadas às mulheres no Governo do Distrito Federal (GDF).
“Todos os equipamentos públicos da SMDF estão preparados para atender todas as mulheres, sem exceção, incluindo aquelas com algum tipo de deficiência”, ressaltou a secretária. “Trabalhamos para garantir acessibilidade, acolhimento humanizado e atendimento qualificado, porque inclusão também significa garantir que os serviços públicos estejam preparados para todas.”
Um dos principais desafios apontados no encontro foi a empregabilidade, considerando que muitas mulheres com deficiência ainda enfrentam barreiras para ingressar e se manter no mercado de trabalho. Outro ponto destacado foi a maior vulnerabilidade dessas mulheres à violência doméstica. Dados nacionais apontam que 65,4% dos casos de violência contra mulheres com deficiência são cometidos por cuidadores ou familiares, cenário que evidencia a necessidade de ampliar a rede de proteção e os serviços especializados de acolhimento.
Ações articuladas
O presidente do Coddede, Flávio Pereira dos Santos, enfatizou a importância da articulação entre governo e sociedade civil para garantir avanços na defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
“A atuação dos órgãos públicos é fundamental para garantir atendimento adequado a esse público, especialmente dentro da perspectiva da acessibilidade e da construção de atitudes verdadeiramente inclusivas”, enfatizou. “O diálogo com instituições como a Secretaria da Mulher é extremamente importante, porque fortalece essa pauta, amplia a inclusão das mulheres e facilita o acesso aos serviços e às políticas públicas.”
A programação também contou com a participação de mulheres com deficiência, que compartilharam experiências e reforçaram a importância da representatividade e do acesso às políticas públicas. “Quando as instituições se unem para discutir inclusão, ampliam-se as possibilidades de criar políticas públicas mais sensíveis às diferentes realidades das mulheres”, observou Ana Paula Batista, que atua em causas ligadas à deficiência física.
“Esse tipo de iniciativa também fortalece a comunicação entre as redes de atendimento e contribui para que os profissionais estejam cada vez mais preparados para acolher e atender um público diverso”, declarou Ana Paula. “Além disso, amplia o debate na sociedade e ajuda a garantir que mais mulheres tenham acesso à informação, aos serviços e aos seus direitos.”
Nesta segunda-feira (9), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) participou do 1º Encontro da Empregabilidade Feminina, realizado na Câmara dos Deputados. Durante o evento, a Assessoria Especial de Empregabilidade para a Mulher da pasta apresentou palestra a servidores e gestores de contrato para dialogar sobre a parceria firmada por meio do Acordo de Cooperação Técnica nº 179/2025 entre a SMDF e a Câmara.
Desde o início da atual gestão, a Secretaria da Mulher do DF também tem fortalecido a empregabilidade feminina por meio de 14 acordos de cooperação técnica. As parcerias já garantiram emprego formal a 365 mulheres vítimas de violência, acompanhadas por equipes multidisciplinares formadas por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais.
Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a autonomia econômica é uma das principais portas de saída para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. “Uma mulher com emprego, renda e independência financeira tem mais condições de se libertar de relações abusivas e recomeçar a vida com dignidade. Essa ação fortalece uma política pública que salva vidas”, afirmou.
Os acordos de cooperação técnica (ACTs) estabelecem que contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva de mão de obra reservem entre 2% e 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Um desses acordos foi assinado em dezembro de 2025 pela secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, e pelo primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, deputado Carlos Veras, garantindo a reserva mínima de 2% das vagas em contratos de terceirização para mulheres atendidas pela SMDF.
A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, apresentou os principais aspectos da política de empregabilidade voltada a mulheres em situação de violência doméstica e familiar e destacou os equipamentos e serviços oferecidos pela pasta. “Este encontro representa um passo importante para ampliar oportunidades e construir novos caminhos para mulheres do Distrito Federal. Sabemos que a violência contra a mulher não é apenas física ou psicológica; muitas vezes, ela também está associada à dependência financeira. Por isso, a Secretaria da Mulher tem trabalhado para transformar essa realidade”, acrescentou.
Além das mulheres em situação de violência doméstica, os acordos também contemplam a inclusão de outros grupos em vulnerabilidade, como mulheres em situação de rua, pessoas trans e travestis, quilombolas, indígenas e refugiadas. A iniciativa integra as políticas do Governo do Distrito Federal voltadas à promoção da autonomia econômica e ao fortalecimento da rede de proteção às mulheres.
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