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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Futebol, política e personagens improváveis: a Copa do Mundo até agora

Futebol, política e personagens improváveis: a Copa do Mundo até agora

Depois de muitos dias de bola rolando sem parar, as redes nos estádios da Copa do Mundo não balançarão nesta quarta-feira (8). Após o fim das oitavas de final, as seleções restantes só entram em campo, já pela fase seguinte, as quartas de final, a partir de quinta-feira (9). Mas essa Copa já tem muita história, com grandes lances, quedas de gigantes e polêmicas.

Brasil, Holanda e Alemanha

Grandes seleções da história das Copas, Brasil, Alemanha e Holanda já estão em casa, assistindo o restante do torneio pela televisão. Desde o título de 2014 que a Alemanha não sabe o que é jogar uma fase de oitavas de final. Caiu na fase de grupos em 2018 e 2022, e este ano foi eliminada pelo Paraguai na fase de 16 avos de final.

A Holanda perdeu nos pênaltis para Marrocos, em um jogo eletrizante e muito emocionante. No final, brilhou a estrela do goleiro Bono, herói marroquino em mais uma Copa. Vale lembrar seu protagonismo na Copa do Catar, quando parou a Espanha também nos pênaltis, nas oitavas de final.

E temos o Brasil. Ou não temos mais, no caso. Com um futebol sem padrão de jogo convincente, apostou no talento individual de Vinícius Jr para fazer a diferença. Deu certo em alguns momentos, mas foi pouco para ir além das oitavas.

O time dirigido por Carlo Ancelotti perdeu para uma Noruega que, se não é mais talentosa individualmente, é mais organizada e contou com um jogador decisivo que o Brasil não tinha. Todo mundo sabia que o centroavante Haaland era o maior perigo do time norueguês. E ainda assim ele marcou dois gols. Classificou o melhor time.

Cabo Verde, a sensação

Na fase de 16 avos de final, deu a lógica. A Argentina venceu Cabo Verde e avançou à fase seguinte, mas não sem emoção. Os caboverdianos levaram o jogo à prorrogação e a torcida argentina passou por um calvário antes de finalmente respirar aliviada.

E os atuais campeões ainda sofreram o gol mais bonito, segundo a própria Fifa, dessa fase da competição. Sidny Cabral acertou um chute perfeito, de longe, no ângulo do goleiro Martínez. Não valeu a classificação, mas fez história.

Cabo Verde saiu da Copa após parar dois campeões mundiais ainda na fase de grupos. Empates contra a Espanha e o Uruguai chamaram atenção e o goleiro Vozinha, um veterano de 40 anos de idade, virou celebridade nas redes sociais.

Ele chegou na Copa sem clube, mas, se considerarmos sua atuação no torneio, ele não ficará muito tempo na fila do desemprego.

Trump e o cartão cancelado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tem sido visto nos estádios da Copa, mas nem por isso deixou de participar do mundial. E da pior forma possível. Na partida entre Estados Unidos e Bósnia, pela fase de 16 avos de final, o atacante norte-americano Balogun fez uma falta mais grave, pisando no tornozelo do adversário. O árbitro brasileiro Raphael Claus expulsou Balogun.

Foi aí que o presidente estadunidense entrou em ação. Conversou com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e pediu a revisão do cartão vermelho. Trump, que não tem qualquer notório saber no esporte e nas suas regras, acreditou que a expulsão havia sido injusta. Infantino levou a questão ao Comitê Disciplinar da Fifa, que atendeu ao pleito do presidente do país-sede.

Trump confirmou ter procurado Infantino, e este também confirmou a conversa. O presidente da Fifa, no entanto, afirmou que não houve influência direta de Trump na decisão. Ele acrescentou, ainda, que o Comitê Disciplinar é autônomo e independente.

De nada adiantou evitar a suspensão de Balogun. Na partida seguinte, contra a Bélgica, pelas oitavas de final, o destaque do time da casa pouco fez. Os belgas aplicaram 4×1 nos Estados Unidos, com direito a provocação a Trump no último gol. Na comemoração, imitaram uma dancinha do presidente estadunidense, em tom de deboche.

França

De todas as seleções participantes, a França foi a que mais provou seu favoritismo até agora. Com um futebol convincente e arrojado, os atuais vice-campeões não deram chance aos adversários. Venceram sem sustos Senegal, Iraque, Noruega e Suécia.

Na fase de 16 avos de final, derrotaram o Paraguai por 1 x 0, em um jogo muito físico e com cara de Copa Libertadores da América, um oferecimento do time sul-americano, claro. Tiveram alguma dificuldade, mas venceram um Paraguai que só se defendeu e tentou, em vão, levar o jogo para os pênaltis.

Ao contrário da maioria dos times da Copa, que têm uma ou duas estrelas em seus elencos, a França tem várias opções para fazer inveja a qualquer seleção.

O zagueiro Upamecano traz segurança na defesa. Os meias Rabiot, Dembélé e Olise controlam o jogo e evitam, na maior parte do tempo, o domínio do adversário. E o astro da companhia, o atacante Mbappé, é o regente de uma orquestra afinada.

A França joga um futebol muito superior até o momento. Não é garantia de título, mas dá aos seus torcedores a sensação de que o gol francês vai acontecer, só não se sabe quando.

A Nova Era dos Impostos: O que muda na prática para o microempreendedor e para o consumidor final com as novas alíquotas

Da Redação

A transição e a regulamentação prática da Reforma Tributária entram em uma fase decisiva, gerando profundas discussões entre o setor de comércio, prestadores de serviços e entidades de classe. A mudança na estrutura de arrecadação do país, que promete simplificar o emaranhado fiscal brasileiro, começa a mostrar os seus reflexos cotidianos na ponta final da linha: o bolso do consumidor e a operação do microempreendedor.

Para o setor de serviços, que historicamente operava com alíquotas menores em comparação com a indústria, o período de adaptação exige um redesenho de custos. O grande foco de atenção nas últimas horas tem sido o cálculo do impacto sobre o comércio varejista e os pequenos negócios sob o regime do Simples Nacional. Embora a promessa seja de neutralidade fiscal a longo prazo, o período de transição impõe desafios contábeis imediatos.

Na prática, o cidadão comum busca entender o impacto real nos preços de produtos básicos e serviços do dia a dia, como alimentação, educação privada e saúde. Especialistas fiscais alertam que a transparência na cobrança será o principal ganho, mas reforçam que o comércio precisará de eficiência operacional para não repassar repatriações de custos de forma agressiva ao consumidor neste início de nova engrenagem tributária.

Expansão sobre Trilhos: O impacto econômico e social das novas obras do metrô para a população do DF e Entorno

Da Redação

A mobilidade urbana na capital federal caminha para um novo capítulo com o avanço do plano de expansão do Metrô-DF, com foco nas linhas de Samambaia e Ceilândia, além dos projetos de integração com o transporte público das cidades do Entorno. O plano do Governo do Distrito Federal (GDF) ganha contornos estratégicos ao tentar desafogar os principais eixos viários e reduzir o tempo de deslocamento da classe trabalhadora.

Mais do que uma resposta ao trânsito caótico das faixas exclusivas e das rodovias de ligação, a chegada de novos trilhos representa um forte vetor de desenvolvimento socioeconômico. Áreas historicamente adensadas e dependentes do transporte rodoviário passam a integrar o radar de forte valorização imobiliária, atraindo novos comércios, prestadores de serviços e investimentos privados para as regiões administrativas beneficiadas.

Especialistas em urbanismo ressaltam que o maior ganho da medida é a devolução de qualidade de vida ao cidadão. Estimar que o trabalhador que hoje gasta mais de duas horas em ônibus possa reduzir esse tempo pela metade significa mais tempo com a família e maior produtividade. O grande desafio do GDF agora, monitorado de perto pelo setor de infraestrutura, reside no cumprimento rigoroso dos cronogramas de licitação e execução para que as promessas não fiquem presas à burocracia.

O Xadrez de Brasília: Como o Palácio do Planalto corre contra o tempo para blindar a pauta legislativa antes das convenções partidárias

Da Redação

O clima nos bastidores do Congresso Nacional é de contagem regressiva. Com a proximidade do recesso parlamentar e, principalmente, das convenções partidárias que homologarão as candidaturas para as eleições de outubro, o Governo Federal intensificou as articulações políticas para garantir a votação de projetos prioritários e blindar a pauta econômica de sobressaltos e pautas-bomba.

A estratégia do Palácio do Planalto nas últimas 24 horas redesenhou o mapa de negociações na Câmara e no Senado. Para assegurar a estabilidade das votações fiscais e de projetos de interesse do Executivo, a liderança do governo entrou em campo para acelerar a liberação de emendas e ajustar a distribuição de espaços no segundo escalão da máquina pública. O objetivo é claro: garantir quórum e fidelidade antes que os parlamentares se voltem definitivamente para os seus palanques regionais.

Analistas políticos apontam que este período pré-recesso é o mais crítico do ano legislativo. A janela de oportunidade para votações complexas se estreita à medida que o calendário eleitoral avança. Para o governo, conseguir fechar o semestre com a agenda econômica preservada é o passaporte para enfrentar o período de campanha com maior estabilidade de mercado e controle inflacionário, fatores considerados vitais para a narrativa de governabilidade nos próximos meses.

Suíça bate Colômbia nos pênaltis e avança às quartas após 72 anos

Suíça bate Colômbia nos pênaltis e avança às quartas após 72 anos

Após um hiato de 72 anos, a Suíça voltará a disputar as quartas de final da Copa do Mundo.Na noite desta terça-feira (7), a equipe europeia eliminou a Colômbia por 4 a 3 na cobrança de pênaltis, após empate sem gols – tanto no tempo normal quanto na prorrogação – no Estádio Vancouver Place, no Canadá. Os suíços despediçaram apenas o pênalti cobrado pelo zagueiro Manuelo Akanji, que bateu por cima do travessão. Do lado colombiano, o chute de Davison Sánchez explodiu no travessão e depois o goleiro Gregor Kobel defendeu a batida de Cucho Hernandez.

Em sua 13ª participação em Mundiais, esta é a quarta vez que os suíços se classificam às quartas de final, até então o melhor desempenho deles no torneio. As primeiras vezes que carimbaram a vaga foram em 1934, 1938 e 1954. Na edição passada (Catar 2022), a seleção europeia parou nas oitavas.

Na próxima fase, a Suíça medirá forças com a atual campeã Argentina, que hoje derrotou o Egito por 3 a 2. A partida será no próximo sábado (11), às 22h (horário de Brasília), no Estádio Kansas City, nos Estados Unidos.

A Suíça entrou em campo com uma defesa bem armada e, principalmente, fechada no círculo central do campo. Mesmo com dificuldades de encontrar espaço a partir da linha intermediária, os sul-americanos controlavam melhor a troca de passes e chegavam a avançar até o meio do campo ofensivo, mas ou paravam na defesa suíça ou finalizavam mal. A melhor chance da Tricolor foi aos 20 minutos quando Luis Díaz tocou na entrada da grande área para Puerta arriscar um chute cruzado certeiro, mas o goleiro Kobel fez ótima defesa e evitou.

Após a pausa para hidratação, pela primeira vez, os suíços ofereceramperigo ao gol de Vargas. Aos 29 minutos, Rieder se valeu de vacilo de Muñoz na defesa, invadiu a área e desferiu um forte chute cruzado, que o goleiro colombiano espalmou para fora. Dois minutos depois, Ndoye quase abre o placar para os europeus, em outro chute cruzado, mas Vargas, atento, agarrou a bola. Nos 10 minutos finais, os colombianos até pressionaram, mas não converteram finalizações em gols.

Após o intervalo, os suíços se lançaram ao ataque e tiveram duas ótimas chances de inaugurar o marcador. Aos 2 minutos, Ndoye disparou pela esquerda com a bola até cruzar rasteiro para Sow chutar, mas o camisa 15 pegou mal e isolou a bola. Quatro minutos depois, em cobrança de falta da entrada da área, Rieder bateu bem, mas a bola passou por fora do gol, rente à trave direita de Vargas.

Os colombianos não recuaram e tiveram a melhor oportunidade aos 14 minutos, com Luis Díaz. O camisa 7 cruzou pela esquerda, mas a bola bateu na defesa e voltou para o próprio atacante que ajeitou e chutou de canhota, direto para as mãos de Koebel. Três minutos depois, foi a vez de Luis Suárez aproveitar bobeira de Xhaka na entrada da área e chutar forte, sem marcação, mas o camisa 25 bateu para fora. O jogo passou a ficar truncado, com excesso de faltas, jogadas mal articuladas e finalizações pouco efetivas, e terminou em 0 a 0. Foi a primeira partida do mata-mata que terminou em empate sem gols.

Prorrogação

Os colombianos aceleraram a busca pelo gol da classificação. Aos 2 minutos, em cobrança de falta, Quintero manda para a área, mas a zaga da Suíça afasta e a bola sobra para Sánchez. O camisa 25 tenta um voleio, mas a bola vai por cima do travessão. Aos 8 minutos, Lucumi aproveita bola levantada em escanteio pela esquerda para cabecear certeiro, a bola vai no travessão. No minuto seguinte, foi a vez de Richard Ríos arriscar um chute da intermediária, mas a bola saiu à esquerda do gol suíço. Aos 10 minutos, Campaz desferiu uma bomba de fora da área, mas Kobe defendeu de manchete. Antes do fim, a Suíça ameaçou o gol de Vargas com um chute perigoso de Ambdouni dentro da área, que Vargas espalmou para fora.

No segundo tempo, com o desgaste das equipes, o ritmo de jogo diminuiu muito. A melhor chance foi da Colômbia, aos 9 minutos. O meio-campista recebe ótimo passe de Muñoz na pequena área e, cara a cara com o goleiro Kobel, chuta por cima do gol.

Pênaltis

Quintero chutou forte no meio do gol e converteu a primeira cobrança para a Colômbia. Em seguida, Xhaca, capitão da Suíça, bateu no canto direito de Vargas, que ainda encostou na bola antes de ela entrar. Tudo igual. Foi aí, que Sánches desperdiçou a segunda cobrança dos colombianos, ao mandar uma bomba no travessão. Na sequência, o atacante Amdouni deslocou o goleiro, chutando no canto esquerdo. Depois foi a vez de Campaz desferir um chute rasteiro que passou por baixo de Kobel e entrou.

A Suíça desperdiçou a terceira cobrança, quando Akanji chutou por cima do travessão. O placar voltou a ficara empatado, agora em 3 a 3. No entanto, na cobrança seguinte de Cucho Hernández, brilhou a estrela do goleiro Kobel que defendeu do lado direito do gol. Em seguida, o atacante Itten converteu para os suíçoscom um chute forte no meio do gol. Os colombianos também marcaram mais um com Luis Díaz, que deslocou o goleiro ao chutar para a esquerda. Por fim, o suíço Vargas (meio-campista) chutou forte no canto direito e garantiu a vitória por 4 a 3, que selou a vaga da Suíça nas quartas de final.

Conheça opções do Brasil para a próxima Copa; meio-campo é o foco

Conheça opções do Brasil para a próxima Copa; meio-campo é o foco

A Copa do Mundo de 2030 é logo ali. Passada a sexta queda seguida e a pior campanha desde o Mundial de 1990, na Itália, o futebol brasileiro volta as atenções para os próximos quatro anos. E o principal: quem pode chegar lá?

Na entrevista coletiva que concedeu nos Estados Unidos após o revés, por 2 a 1, para a Noruega, o técnico Carlo Ancelotti admitiu a necessidade de renovação. Em especial, no meio-campo.

O setor passou longe de ser unanimidade na Copa. Apesar de gol na vitória por 2 a 1 sobre o Japão, em Houston, pelos 16 avos de final, Casemiro foi alvo de reclamações da torcida durante o torneio. Aos 34 anos, o volante terá 38 no próximo Mundial. Para a Copa deste ano, ojogador de linha mais velho entre os convocados de Ancelotti foi o lateral Alex Sandro, de 35 anos.

Substituto imediato de Casemiro, Fabinho faz 33 anos em outubro. Ou seja, estará próximo dos 37 no momento da Copa de 2030. O único dos nomes chamados por Ancelotti para o meio-campo no atual Mundial que terá menos de 30 anos na próxima edição é Danilo Santos, que estará com29. O volante, que seria osubstituto natural do contundido meia Lucas Paquetá, foi preterido pelo atacanteGabriel Martinelli no jogo contra a Noruega.

“É evidente que, no meio-campo, acho que tem que sair jogadores de nível, jovens. Temos jovens no futebol brasileiro que podem estar na seleção no futuro”, disse Ancelotti, no último domingo (5).


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 16 - Brazil v Norway - New York New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - July 5, 2026
Brazil's Danilo Santos looks dejected after the match as Brazil are eliminated from the World Cup REUTERS/Carlos Barria

Danilo Santos após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo. Foto:Reuters/Carlos Barria/Proibida reprodução

Opções para o meio-campo

Entre nomes já convocados pelo italiano, o mais precoce é Andrey Santos, do Chelsea (Inglaterra). Ex-Vasco, o jogador de 22 anos terá 26 em 2030 efez parte da pré-lista da Copa.

Outro de pouca idade é o também o volante de 24 anos André, do Wolverhampton (Inglaterra). Campeão da Libertadores pelo Fluminense, em 2023, ele foi nomecotado no início do último cicloaté para ser titular em 2026, mas foi perdendo espaço em meio à má fase de seu clube, rebaixado à segunda divisão inglesa.

No clube europeu tambématua o meia João Gomes, de 25 anos, ex-Flamengo e mais um da pré-lista.

Não se pode esqueceraindade Lucas Beraldo, do Paris Saint-Germain (França). Apesar de aparecer como zagueiro no São Paulo, o jovem de 22 anos tem sido utilizado como volante pelo técnico Luís Enrique.

Da nova geração que ainda não teve chance na Amarelinha principal, alguns nomes já são fundamentais para seus times no Campeonato Brasileiro. São os casos do volantede 21 anosBruno Bidon, do Corinthians;do também volante de 24 anosMartinelli, do Fluminense; e do meia de 21 anos Gabriel Bontempo, do Santos.

Renovação nas laterais

Além do meio-campo, as duas laterais receberam críticasao longo do ciclo de 2026. Prova disso é que, depois do corte de Wesley, que seria o titular pelo lado direito na Copa, Ancelotti preferiu chamar Éderson, um volante, em vezde outro atleta da posição.

Na estreia, contra Marrocos (empate por 1 a 1, em Nova Jersey), o treinador escalou Ibañez, um zagueiro. No segundo tempo, veio Danilo, que não é titular absoluto no Flamengonem tem atuado pela lateral, posição em quejogou regulamente até 2018, quando passou para a zaga no Manchester City (Inglaterra).

Wesley,da Roma (Itália), deve seguir na seleção brasileira para o novo ciclo. O ex-Flamengocompleta 23 anos em setembro e é com quem Ancelotti contava para ser titular na Copa, já que não teria o contundido Éder Militão, do Real Madrid (Espanha). A ideia do técnico era utilizar Militão, com quem já trabalhou, na lateral direita. Em 2030, o defensor terá 32 anos.

Outro que o técnico italiano chegou a chamar para o lado direito foi Vanderson, do Mônaco (França). O ex-lateral do Grêmio, porém, teve que ser cortado dos amistosos contra Coreia do Sul e Japão, em outubro de 2025, por lesão. Ele terá 29 anos na próxima Copa, um a mais que Vitinho, do Botafogo, que o substituiu na ocasião.

Yan Couto, do Borussia Dortmund (Alemanha), também ocupou o lugar de Vanderson em corte anterior do lateral, em 2023. Revelado no Coritiba, o jogador de 24 anos estará com 28 no Mundial de 2030. Já Arthur, do Bayer Leverkusen (Alemanha), tem 23 anos e chegou a serchamado pelo então técnico interino Ramon Menezes, na primeira convocação do ciclo para 2026.

Na esquerda, como Alex Sandro e Douglas Santos terão idade avançada (39 e 36, respectivamente) no Mundial que vem, a renovação deve ser mais radical. Da pré-lista, os destaques são Kaiki Bruno, do Como (Itália), e Luciano Juba, do Bahia. O primeiro, de 23 anos, estreou pela seleção brasileira no amistoso contra a Croácia, em março, e é três anos mais novo que o segundo, de 26 anos, ainda sem jogos pelo Brasil.

Cuiabano, emprestado ao Vasco pelo Nottingham Forest (Inglaterra), tem os mesmos 23 anos de Kaiki Bruno. Já Abner Vinícius, do Lyon (França), os mesmos 26 de Luciano Juba. Souza, negociado pelo Santos com o Tottenham, é mais novo (20 anos), mas ainda precisa se firmar na Inglaterra.

Futuro da camisa 1

Após duas Copas com o mesmo trio de goleiros, a expectativa é que o Brasil tenha caras novas para 2030. Se Weverton (38 anos) tende a ceder espaço à nova geração, Alisson (33) e Ederson (32), pelo menos a princípio, devem integrar as próximas listas. O arqueiro do Liverpool (Inglaterra) é o mais caro da posição entre os brasileiros, conforme o site especializadoTransfermarkt, avaliado em 15 milhões de euros (cerca de R$ 88,5 milhões).

Cotado para ser a terceira opção do gol brasileiro em 2026, Bento caiu de produção na reta final do ciclo e foi superado por Weverton. Aos 27 anos, o goleiro do Al-Nassr (Arábia Saudita), revelado no Athletico-PR, terá 31 em 2030 e deve retornar à seleção canarinho no futuro.

Outro que pode ganhar nova oportunidade é Hugo Souza, do Corinthians. O goleiro ─ que tem a mesma idade de Bento ─ dividiu opiniões em sua estreia pelo Brasil, no amistoso contra o Japão, em outubro de 2025.

Mais umcom 27 anos, Carlos Miguel, do Palmeiras, ainda não recebeu chances com a Amarelinha, mas tem possibilidade de integrar o novo ciclo.

Segundo goleiro mais valioso do Brasil aos olhos do mercado internacional, Luiz Júnior, do Villarreal (Espanha), disputou a Copa São Paulo de Futebol Júnior pelo Mirassol, em 2019, mas estreou profissionalmente apenas em Portugal, no Paços de Ferreira. Aos 25 anos, é regularmente o titular do time espanhol.

Luiz Júnior tem a mesma idade e valor de mercado ─ 12 milhões de euros (cerca de R$ 70,8 milhões) ─ que Gabriel Brazão, do Santos desde a Série B de 2024, após a lesão do então titular João Paulo. E foi naquela competição, transmitida à época pelaTV Brasil, que também despontou Pedro Morisco,do Coritiba, com 22 anos.


Rio de Janeiro (RJ), 07/07/2026 – Com foco no meio, saiba quem pode defender o Brasil na próxima Copa.
Foto: Reinaldo Campos/Santos FC

Gabriel Brazão, do Santos Foto: Reinaldo Campos/Santos FC

O que vem pela frente

O Brasil, por enquanto, não sabe como será o processo de classificação para a Copa. Embora Portugal, Espanha e Marrocos sejam as sedes, três dos jogos da competição serão realizadas em Argentina, Paraguai e Uruguai, um em cada país. Uma ode ao centenário do evento, realizado pela primeira vez em 1930, em território uruguaio.

Com isso, as três nações do continente estão garantidas no próximo Mundial, bem como os anfitriões originais. A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) ainda não anunciou se o formato das eliminatórias será o mesmo, com os países não classificados se enfrentando em dois turnos e brigando por três vagas diretas e uma na repescagem ─ ou se haverá novidades.

A primeira data-Fifa (período destinado às partidas entre seleções) após a Copa do Mundo será entre os dias 21 de setembro e 6 de outubro. O Brasil tem dois amistosos contra a Austrália, ambos na casa do adversário. O primeiro na cidade de Townsville, em 25 de setembro, no Queensland Country Bank Stadium. Quatro dias depois, o jogo será no Suncorp Stadium, em Brisbane.

Argentina busca virada, despacha Egito e mantém vivo o sonho do tetra

Argentina busca virada, despacha Egito e mantém vivo o sonho do tetra

O pulso ainda pulsa para os atuais campeões Nesta terça-feira (7), em Atlanta (Estados Unidos), a Argentina manteve vivo o sonho de igualar o tetra de Itália e Alemanha ao vencer o Egito por 3 a 2, em uma virada histórica, pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

Decisivo na conquista do tri em 2022, no Catar, e principal nome argentino nesta edição, Lionel Messi perdeu mais um pênalti, o segundo nesta edição, mas participou da reação argentina. Além da assistência para o zagueiro Cristian Romero diminuir a vantagem egípcia, que estava em 2 a 0, ele balançou as redes para deixar tudo igual na partida.

O atacante chegou a 21 gols na história das Copas, da qual é o artilheiro. Além disso, isolou-se como principal goleador desta edição, com oito bolas na rede. Ele também estendeu para nove a sequência recorde de jogos marcando gols em Mundiais, iniciada já na edição anterior.

A classificação da Argentina mantém o país na briga para repetir os feitos de Brasil e Itália, únicos a ganharem a Copa do Mundo em duas edições seguidas. Os italianos levaram o troféu em 1934 e 1938, enquanto os brasileiros foram bi em 1958 e 1962.

O Egito, por sua vez, encerra sua melhor campanha da história em Copas. O continente africano, porém, perdeu a oportunidade de, pela primeira vez, ter duas seleções nas quartas de final de um mesmo Mundial. Sobrou Marrocos, que derrotou o Canadá por 3 a 0 no último sábado (4), em Houston.

Autor do segundo gol egípcio, que poderia ter definido a classificação, Mostafa Abdelraouf, o Zico, não tem esse apelido por acaso: o pai era fã do ex-camisa 10 e maior ídolo da história do Flamengo. Antes da Copa, ele já havia marcado contra o Brasil, no empate por 1 a 1 entre as seleções, em amistoso disputado em Cleveland (Estados Unidos), há um mês.

Na próxima fase, os argentinos terão pela frente o ganhador do confronto entre Suíça e Colômbia, que jogam às 17h (horário de Brasília) desta terça, em Vancouver, no último compromisso da Copa em território canadense. O duelo por lugar nas semifinais será no sábado (11), às 22h, em Kansas City (Estados Unidos).

Shobeir brilha

O técnico Lionel Scaloni fez duas mudanças na formação argentina que foi a prorrogação para vencer Cabo Verde por 3 a 2. Na lateral esquerda, Facundo Medina deu lugar a Nicolás Tagliafico. Outra troca foi a entrada do volante Leandro Paredes na vaga do atacante Thiago Almada, reforçando o meio.

No Egito, Hossan Hassan também promoveu duas alterações em relação ao time que empatou com a Austrália pelos 16 avos de final e se classificou nos pênaltis. Ele mexeu no ataque, tirando Omar Marmoush para colocar Haissem Hassan. Já o meia Mohanad Lasheen substituiu o volante Hamdy Fathy.

Com a marcação bem adiantada, a seleção egípcia impediu o ímpeto inicial da Argentina e abriu o marcador em Atlanta. Aos 14 minutos, o volante Marwan Attia colocou a bola na área desde a intermediária direita, Yasser Ibrahim ganhou do também zagueiro Lisandro Martínez pelo alto e cabeceou no contrapé do goleiro Dibu Martínez.

Quatro minutos depois, os argentinos, pela primeira vez, conseguiram passar pela organização defensiva do Egito, com o volante Enzo Fernándezlançando Tagliafico pela esquerda. O lateral invadiu a área e foi derrubado por Hassan. Pênalti. Messi foi para a bola, mas chutou mal, à meia altura, para defesa de Mostafa Shobeir.

O goleiro brilhou de novo aos 27 ao parar uma cabeçada forte de Alexis Mac Allister, após cruzamento do também volante Rodrigo de Paul pela direita. Já aos 30, Shobeir até estava na bola, mas teve uma “ajudinha” da trave depois de uma cobrança de falta perigosa de Messi.

A pressão era argentina. Aos 38, Paredes lançou Tagliafico na área, pela esquerda. O volante se esticou para evitar a saída da bola e conseguir cruzar para Julián Álvarez. O atacante bateu de primeira. Mais uma vez, Shobeir se sobressaiu, espalmando para escanteio.

Para a história

A Argentina, como esperado, voltou do intervalo se lançando ao ataque, mas dando espaços para o Egito contra-atacar. Em um deles, aos 12, Hassan pôs a bola entre as pernas de Tagliafico antes de tocar para o atacante Mohamed Salah. O astro da seleção africana acionou Zico, que invadiu a área pela esquerda e finalizou na saída de Dibu Martínez.

O gol, porém, foi anulado. Chamado para rever o lance no vídeo, o árbitro François Letexier identificou uma falta de Attia em Lisandro Martínez, na origem do lance.

Aos 21, não teve jeito. Em novo contra-ataque, desta vez com Salah iniciando a jogada, Hassan recebeu na direita e colocou na área para Zico bater de primeira e ampliar para o Egito.

Da pausa para hidratação, aos 25 minutos, em diante, o jogo mudou completamente. A Argentina colocou praticamente todo o time no campo de ataque e passou a levantar bolas na área. Aos 34 minutos, Messi cruzou pela direita e Romero, de cabeça, deu início à reação.

Embalados, os argentinos precisaram de quatro minutos para empatar. Na sequência de um lance em que ele próprio colocou na área, Messi aproveitou a ajeitada do lateral Gonzalo Montiel para chegar batendo com força. Shobeir até encostou na bola, mas nada pôde fazer para evitar o gol.

Aos 47 minutos, no início dos acréscimos, veio o golpe de misericórdia no sonho egípcio. Após desarme em Salah no campo de defesa, diante de muita reclamação da seleção africana, Paredes lançou Lautaro Martínez pela direita. O atacante avançou e cruzou na medida para o volante Enzo Fernándezcabecear no canto esquerdo de Shobeir, decretando a virada.

Os instantes finais foram de muita tensão. Hossan Hassan, treinador do Egito, chegou a cruzar os braços em forma de “X” após ser advertido pela arbitragem, acionando o protocolo contra racismo e preconceito, mas nada foi feito. No fim, a festa em Atlanta foi dos atuais campeões.

Veracidade destaca o lado turístico de Brasília – CLDF

Veracidade destaca o lado turístico de Brasília - CLDF

Já está no ar a 26ª edição do Veracidade, programa da TV Câmara Distrital sobre os aspectos relevantes do dia a dia do Distrito Federal, sob a ótica do cidadão e dos deputados distritais! Confira no episódio deste mês uma Brasília de paisagens, cultura e experiências que surpreendem até quem mora na capital.

Nesta edição:

1) Referência em arquitetura e urbanismo, vamos conhecer Brasília a partir do olhar de um guia turístico que combina memória afetiva e histórias da construção da cidade;

2) Enoturismo: Conheça a técnica que transformou o DF em referência na produção de vinhos de inverno;

3) Chapada Imperial: visitamos um dos maiores tesouros ecológicos do DF formado por cachoeiras, trilhas e natureza preservada;

4) A poucos minutos do centro de Brasília, um dia de fazenda. Um passeio onde as crianças se divertem e interagem com a natureza;

5) Baunilha: uma das especiarias mais valiosas do mundo é cultivada em meio ao Cerrado brasiliense;

6) Brasília é um dos principais destinos de Turismo de Negócios no país, uma atividade que movimenta a economia local e a arrecadação de impostos.