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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

GDF encaminha à CLDF projeto sobre acolhimento humanizado e internação involuntária

Proposta cria política distrital voltada à proteção, cuidado integral e reinserção social de pessoas em situação de rua

O Governo do Distrito Federal encaminhou à Câmara Legislativa do Distrito Federal um projeto de lei que institui a Política Distrital de Acolhimento Humanizado e Atenção Integral às Pessoas em Situação de Rua.

A proposta prevê a integração de ações nas áreas de assistência social, saúde e qualificação profissional, com foco na proteção, na recuperação da autonomia e na reinserção social dessa população.

O texto também regulamenta a internação involuntária em situações excepcionais, quando houver risco à vida da própria pessoa ou de terceiros. Nesses casos, a medida deverá seguir critérios técnicos e avaliação médica.

Segundo o GDF, o objetivo é ampliar a rede de acolhimento, garantir atendimento humanizado e oferecer novas oportunidades para que pessoas em situação de vulnerabilidade possam reconstruir seus projetos de vida.

O projeto segue agora para análise e votação na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Saúde mental em Ribeirão Preto a urgência de fortalecer a rede pública no pós pandemia

Saúde mental em Ribeirão Preto a urgência de fortalecer a rede pública no pós pandemia

No município de Ribeirão Preto, o debate sobre a saúde mental deixou de ser uma pauta secundária para se tornar uma urgência de gestão que precisa pautar a rede de atenção pública.

Com uma população de 698.642 habitantes (IBGE, 2022), a cidade enfrenta um desafio de escala: embora conte com nove serviços especializados: seis CAPS, dois ambulatórios e um serviço de urgência, a rede atual ainda não atinge a cobertura necessária. De acordo com a literatura internacional, uma cidade deste porte demandaria atendimento para cerca de 70 mil pacientes, um patamar que a estrutura atual ainda busca alcançar.

A recente inauguração, em abril de 2026, do novo CAPS II Centro Sul no bairro Jardim Maria Goretti — resultado da unificação das unidades Sul e Central em uma estrutura mais moderna — é um avanço real, mas deve ser encarada como um ponto de partida, e não de chegada, para suprir os vazios assistenciais da região.

Essa necessidade local reflete um cenário global devastador. A pandemia de Covid-19 deixou uma ferida que não aparece só nas estatísticas: ela se mostra no dia a dia das famílias ribeirão-pretanas, nas crises de ansiedade, na depressão silenciosa e no esgotamento dos trabalhadores.

No primeiro ano da crise sanitária, a prevalência global de ansiedade e depressão subiu 25%, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, um estudo com 45.161 adultos revelou que 40,4% relataram tristeza frequente e 52,6% ansiedade durante o período. Em 2024, o país registrou um aumento de 68% nos afastamentos do trabalho por transtornos mentais, totalizando mais de 472 mil casos.

Em Ribeirão Preto, os números confirmam essa pressão: o atendimento em Saúde Mental saltou de 75 mil em 2020 para 209.806 em 2024. Embora expressivo, esse volume se distribui entre pacientes que exigem acompanhamento contínuo, gerando dezenas de consultas e oficinas anuais para cada indivíduo.

O problema central é que o sistema público, já fragilizado, saiu da pandemia sobrecarregado. No estado de São Paulo, os procedimentos clínicos ambulatoriais no SUS saltaram de 2,1 milhões em 2020 para 3,8 milhões em 2024, enquanto as internações subiram de 48 mil para 56 mil. Em Ribeirão Preto, apenas em 2024, foram realizadas cerca de 300 internações psiquiátricas.

É neste contexto que a expansão dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) se torna vital. O Novo PAC Seleções, do Governo Federal, prevê a construção de 130 novos CAPS para responder a esses vazios assistenciais com uma abordagem humanizada.

Defender essa expansão nos territórios não é apenas construir prédios, mas garantir a capacidade pública de oferecer atenção especializada onde o cidadão vive.

Para compreender a eficácia dessa política, é preciso olhar para quem está na ponta. O pesquisador Michael Lipsky conceitua a “burocracia de nível de rua” para explicar que o Estado real se manifesta nas decisões cotidianas dos profissionais da linha de frente: psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais e médicos.

Em Ribeirão Preto e no Brasil, o pós-pandemia tornou esse trabalho ainda mais duro, com equipes sobrecarregadas e limites no atendimento remoto. Quando há estrutura, a discricionariedade do servidor se transforma em cuidado qualificado; sem ela, vira improviso.

Mas onde instalar esses serviços importa tanto quanto instalá-los: refletir sobre o território também é de suma importância. Como defende o geógrafo Milton Santos, o território não é apenas um endereço burocrático, mas o espaço real da vida onde se acumulam desigualdades de renda, mobilidade, moradia, violência e acesso ao Estado.

Na saúde mental, esses elementos influenciam diretamente o quadro clínico. Por isso, levar CAPS para as áreas mais vulneráveis de Ribeirão Preto significa enfrentar a desigualdade socioespacial e aproximar o direito à saúde de quem mais precisa.

Portanto, embora a modernização da rede em Ribeirão Preto seja um passo louvável, prefeitos e gestores da região devem assumir um compromisso que vai além da placa de inauguração.

Não basta abrir portas; é preciso garantir a continuidade do cuidado, a manutenção das equipes, a articulação com a atenção básica e o funcionamento efetivo em rede.

Só assim garantiremos que o cidadão que acessa o SUS encontre uma resposta real ao seu sofrimento, evitando que o atraso no atendimento se transforme em um agravamento irreversível da crise.

Humberto Tobé
Pós-graduado em Gestão da Saúde Pública, é Analista de Gestão no Ministério da Saúde atuando na interlocução com municípios paulistas.

Fatima Christine
Graduada em Economia e Pedagogia, com pós-graduação em Educação Parental e Socioemocional; servidora pública federal da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde.

Olimpíada Nacional de Eficiência Energética 2026 abre inscrições para estudantes goianos

Ação apoiada pela Equatorial Goiás busca mobilizar alunos e professores em torno do uso consciente, seguro e sustentável da energia elétrica

Estudantes goianos já podem se inscrever na 5ª edição da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2026. Considerada a maior olimpíada do setor elétrico brasileiro, a iniciativa é voltada para alunos do 8º e 9º anos do ensino fundamental e, pela primeira vez, também para estudantes do 1º e 2º anos do ensino médio das redes pública e privada de todo o país.

Realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), e coordenada pelo Instituto Abradee, a competição promove conhecimento sobre o uso seguro, racional e sustentável da energia elétrica por meio de desafios educativos, conteúdos formativos e provas interativas.

Nesta edição, a expectativa é reunir mais de 660 mil estudantes em todo o Brasil, ampliando o debate sobre eficiência energética, sustentabilidade e consumo consciente dentro das escolas e das comunidades. A iniciativa contará com a participação de 48 distribuidoras de energia elétrica, abrangendo todos os estados brasileiros.

Em Goiás, a Equatorial Goiás reforça o convite para que escolas, professores e estudantes participem da olimpíada e levem para a sala de aula temas cada vez mais presentes no cotidiano da população, como eficiência energética, sustentabilidade e uso responsável dos recursos naturais. Para o analista de Projetos de Eficiência Energética da Equatorial Goiás, Jessé França, a participação na Olimpíada representa uma oportunidade de aproximar estudantes, professores e comunidades de um tema cada vez mais essencial para o futuro.

“Investir em educação é investir em um futuro mais sustentável. A Olimpíada Nacional de Eficiência Energética contribui para formar cidadãos mais conscientes sobre o consumo de energia e sobre seu papel na preservação dos recursos naturais. Para a Equatorial Goiás, é uma satisfação participar de uma iniciativa que conecta conhecimento, inovação e responsabilidade, fortalecendo a cultura da eficiência energética entre estudantes, educadores e suas comunidades”, afirma.

Em 2026, a ONEE terá o Grupo Equatorial como empresa proponente da iniciativa. Além de incentivar a conscientização sobre eficiência energética, a competição também busca fortalecer o aprendizado no campo de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, em alinhamento com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Entre os principais objetivos da Olimpíada estão promover hábitos sustentáveis, estimular o pensamento crítico sobre o consumo de energia elétrica e contribuir para a formação de uma nova geração de consumidores mais conscientes e preparados para os desafios do futuro.

Como participar

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por estudantes e professores no site oficial da ONEE, até o dia 15 de setembro.

A competição também oferece formação continuada para docentes, fortalecendo o trabalho pedagógico em sala de aula e ampliando o debate sobre eficiência energética, sustentabilidade, segurança e consumo consciente no ambiente escolar.

Etapas da competição

Inscrições: 8 de junho a 15 de setembro

Desafios, 1ª fase: 4 a 18 de setembro

Fim das inscrições: 15 de setembro

Provas, 1ª fase: 21 a 25 de setembro

Resultado: primeira quinzena de outubro

Semana Olímpica, 2ª fase: 9 a 13 de novembro

Cerimônia Nacional de Premiação: 12 de novembro

Na primeira fase, os participantes enfrentam desafios gamificados sobre eficiência energética, segurança e sustentabilidade. Já na segunda etapa, os estudantes realizam uma prova objetiva, disponível pelo site e pela plataforma oficial da olimpíada.

Olimpíada em Goiás

Em Goiás, a edição de 2025 da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética alcançou mais de 8.500 estudantes de 151 escolas das redes pública e privada, levando temas como eficiência energética, sustentabilidade e consumo consciente para a rotina escolar. Os resultados reforçam o interesse crescente de alunos e educadores pelo tema e evidenciam o potencial da iniciativa para formar cidadãos mais conscientes sobre o uso da energia elétrica.

A expectativa da organização é consolidar a ONEE como uma das maiores iniciativas educacionais voltadas à conscientização energética no Brasil, unindo estudantes, professores, escolas, distribuidoras e comunidades em torno de um tema estratégico para o desenvolvimento sustentável do país.

Para o diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, a ONEE vai além da competição acadêmica. “É por meio do conhecimento que os jovens têm a capacidade de transformar e impactar o meio em que vivem. Iniciativas como a ONEE reforçam esse compromisso tão importante com o interesse pelo aprendizado. Essa prática transforma estudantes em protagonistas do futuro do País, incentivando e valorizando esses jovens para uma sociedade mais sustentável e justa para todos.”

A presidente da ABRADEE, Patricia Audi, reforça que a Olimpíada tem um importante papel social e educativo. “A ONEE cumpre um papel fundamental ao unir educação e sustentabilidade, ampliando o acesso ao conhecimento e contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes sobre a importância da energia elétrica e seu uso eficiente. Ao mobilizar estudantes, professores, escolas e comunidades, a olimpíada fortalece seu papel social e incentiva atitudes responsáveis e o engajamento das novas gerações na construção de um futuro mais sustentável.”

Para Sergio Araújo, superintendente de Digital, Inovação e Projetos Estratégicos do Grupo Equatorial, a Olimpíada Nacional de Eficiência Energética representa uma importante iniciativa de conscientização e formação cidadã, ao aproximar estudantes e professores de um tema estratégico para o desenvolvimento sustentável do país. “Para o Grupo Equatorial, participar da ONEE 2026 como empresa proponente reforça nosso compromisso com a educação, a inovação e a promoção do consumo consciente de energia elétrica. Acreditamos que investir no conhecimento e no engajamento das novas gerações é fundamental para construirmos um futuro mais sustentável, eficiente e responsável para toda a sociedade”, afirma.

Senado aprova retorno da isenção total de IPI para compra de veículos por pessoas com deficiência; medida beneficia autistas e famílias

Projeto restabelece benefício fiscal para pessoas com deficiência e amplia acesso à mobilidade para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

O Senado Federal aprovou um projeto que restabelece a isenção total de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a compra de veículos por pessoas com deficiência, incluindo pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta corrige mudanças que haviam reduzido parte dos benefícios fiscais destinados ao público PcD.

Na prática, a medida pode representar redução significativa no valor final dos veículos adquiridos por pessoas autistas ou por seus representantes legais, além de ampliar o acesso ao transporte individual para famílias que dependem do carro para deslocamentos relacionados a terapias, consultas médicas, atividades educacionais e compromissos do dia a dia.
 

Para a Autistas Brasil, a discussão sobre mobilidade precisa ser tratada como uma questão de acessibilidade e garantia de direitos.
 

“Quando falamos sobre transporte para pessoas autistas, não estamos tratando apenas da compra de um veículo. Estamos falando de acesso à saúde, educação, terapias, lazer e participação social. Muitas famílias dependem do carro para manter tratamentos contínuos, especialmente em cidades onde os serviços especializados estão concentrados em determinadas regiões. Reduzir barreiras econômicas para a mobilidade significa ampliar o acesso a direitos básicos e promover mais autonomia para as pessoas autistas e suas famílias”, afirma Arthur Ataide, vice-presidente da Autistas Brasil.
 

A aprovação ocorre em meio às discussões sobre os impactos da reforma tributária nas políticas voltadas às pessoas com deficiência. A Autistas Brasil vinha alertando para o risco de redução de benefícios e para possíveis restrições que poderiam dificultar o acesso de pessoas autistas e outras pessoas com deficiência aos programas de isenção fiscal.
 

Para solicitar a isenção, é necessário apresentar documentação médica que comprove a condição da pessoa beneficiária, além dos laudos e documentos exigidos pela Receita Federal. No caso de pessoas autistas que não dirigem, o benefício pode ser solicitado por representantes legais, conforme previsto na legislação vigente.

A Autistas Brasil avalia que a retomada da isenção integral representa um avanço para as famílias, mas destaca que ainda existem desafios relacionados à burocracia dos processos e ao acesso efetivo aos direitos garantidos em lei.
 

“A aprovação desse projeto representa um avanço importante para as famílias de pessoas autistas. A mobilidade ainda é um desafio para grande parte da população com deficiência, e medidas que ampliam o acesso a benefícios já previstos em lei ajudam a garantir inclusão, qualidade de vida e acesso contínuo aos serviços necessários para o desenvolvimento e o bem-estar das pessoas autistas”, destaca Arthur.
 

O que é a isenção de IPI para pessoas autistas?

A legislação federal prevê que pessoas com Transtorno do Espectro Autista possam adquirir veículos com isenção de IPI por meio de representante legal, desde que sejam cumpridos os critérios estabelecidos pela Receita Federal. O benefício integra a política de acessibilidade voltada às pessoas com deficiência e busca reduzir barreiras relacionadas à mobilidade e ao acesso a serviços essenciais.
 

Quem tem direito?

Entre os grupos contemplados pela legislação estão:

  • Pessoas com deficiência física;
  • Pessoas com deficiência visual;
  • Pessoas com deficiência auditiva;
  • Pessoas com deficiência intelectual ou mental severa ou profunda;
  • Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
     

O que acontece agora?

Após a aprovação pelo Senado, o texto segue para análise da Câmara dos Deputados. Caso seja aprovado pelos deputados e sancionado pelo presidente da República, a medida passa a integrar oficialmente a legislação tributária relacionada às isenções destinadas às pessoas com deficiência.
 

Sobre a Autistas Brasil

Organização nacional fundada e liderada por pessoas autistas, a Autistas Brasil atua na formulação de políticas públicas, na incidência jurídica e no desenvolvimento de programas educacionais em larga escala. Nos últimos três anos, suas ações alcançaram mais de 21 mil educadores em todo o país, consolidando a instituição como referência em inclusão, neurodiversidade e direitos humanos.

Sociobioeconomia ganha força na NaturalTech 2026 com estande conjunto do WWF-Brasil, Conexsus e Central do Cerrado

Foto Ilustrativa Natural Tech

Organizações se unem na maior feira de produtos naturais da América Latina para impulsionar negócios comunitários e ampliar a presença da biodiversidade brasileira no mercado

 A NaturalTech 2026, maior feira de produtos naturais da América Latina, será palco de uma articulação estratégica para o fortalecimento da sociobioeconomia no Brasil. Entre os dias 10 e 13 de junho, em São Paulo, o estande “Casa da Sociobio” é um espaço conjunto dedicado à promoção de negócios comunitários e cadeias produtivas da sociobiodiversidade.


O estande, localizado no estande D/3, é organizado pelo WWF-Brasil, operado pela Central do Cerrado e apoiado pela Conexsus – Instituto Conexões Sustentáveis. A proposta do espaço é dar visibilidade a empreendimentos da sociobioeconomia que vêm ganhando escala no país, impulsionando cadeias como castanha-de-baru, mesocarpo de babaçu, cacau, castanha-da-Amazônia, mel de abelha nativa e outros produtos da biodiversidade brasileira.
 

A Central do Cerrado, uma referência na comercialização de produtos da sociobioeconomia, chega à edição de 2026 com uma trajetória consolidada na NaturalTech.
 

“A Central do Cerrado tem orgulho e satisfação de participar da NaturalTech. Visitamos frequentemente a feira há cerca de 10 anos, expondo produtos há 4 anos seguidos”, explica Alexandre Lage, gerente comercial da cooperativa.
 

“A presença da agricultura familiar no evento é de extrema importância para a divulgação e valorização de produtos que, além de naturais e saudáveis, mostram o potencial do Brasil no fornecimento nacional e internacional de produtos nativos dos nossos biomas”, completa Lage.
 

Já o WWF-Brasil e a Conexsus atuam como articuladores de soluções que conectam esses negócios a investimentos e oportunidades de mercado, destacando o desenvolvimento sustentável e mais justo como caminho possível para a conservação ambiental.

 

“A participação de negócios de base comunitária em feiras como a NaturalTech reforça o papel que os produtos da sociobiodiversidade, através do manejo das comunidades e povos tradicionais, possuem como uma estratégia concreta de desenvolvimento sustentável. Ao aproximar consumidores e empresas que circulam no evento, podemos reduzir distâncias culturais e geográficas, promover o reconhecimento do valor desses produtos e incentivar novos hábitos de consumo”, ressalta Ana Carolina Bauer, analista de conservação do WWF-Brasil.
 

“Esses produtos geram renda, fortalecem economias locais, conservam territórios e valorizam os conhecimentos tradicionais das comunidades,” disse Bauer.
 

Lara Ciari, especialista de mercados do Programa Mercados Responsáveis da Conexsus, ressalta a relação entre a produção da floresta, escalabilidade e inclusão: “A presença dos negócios comunitários na NaturalTech é um passo concreto para ampliar o acesso da sociobiodiversidade a mercados de maior escala. No Programa Mercados Responsáveis, trabalhamos para estruturar acordos comerciais que conciliem conservação, renda e relações comerciais de longo prazo. Ao conectar esses empreendimentos ao maior mercado consumidor da América Latina, demonstramos que é possível alinhar competitividade, sustentabilidade e inclusão — e que investimentos consistentes nesse ecossistema geram resultados duradouros para os territórios e para o clima.”
 

Além do estande, as organizações colocam a sociobiodiversidade como protagonista em outras ações na feira, como o tour dos biomas — que destaca a diversidade produtiva dos territórios brasileiros — e a Cozinha Show. Esta última, liderada pelo WWF-Brasil, ocorre no dia 13 de junho, às 16h, e é dedicada a apresentar, de forma prática e sensorial, o potencial dos produtos da sociobioeconomia na alimentação e no mercado consumidor.
 

O convite é também para que o público explore a conexão entre consumo, cultura, saúde e conservação ambiental, por meio dos produtos produzidos pela agricultura familiar e por povos e comunidades tradicionais de diversas regiões do país.
 

A presença conjunta das três organizações na NaturalTech reforça o avanço da sociobioeconomia como uma agenda estruturante para o desenvolvimento sustentável no Brasil, ao conectar conservação ambiental, inclusão produtiva e geração de valor a partir da biodiversidade.
 

SERVIÇO

NaturalTech 2026
Data: 10 a 13 de junho de 2026
Horário: das 10h às 20h
Local: Distrito Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo (SP)
 

Estande conjunto – WWF-Brasil, Conexsus e Central do Cerrado
Localização: D/3
Cozinha Show – 13/06, às 16h
Ativações: tour dos biomas e ações de comunicação na feira
 

Sabin amplia em 26% a capacidade produtiva com NTO 4.0 em Brasília

Da Redação

Em parceria com a Roche Diagnóstica, Grupo Sabin apresenta balanço do primeiro ano da nova plataforma tecnológica, que elevou a eficiência operacional e consolidou o laboratório como referência em automação diagnóstica.

O Grupo Sabin apresentou, em Brasília, os resultados do primeiro ano de operação do Núcleo Técnico Operacional 4.0, o NTO 4.0, uma das principais apostas da companhia para ampliar a eficiência no setor de diagnósticos laboratoriais. Desenvolvido em parceria com a Roche Diagnóstica, o projeto registrou crescimento de 26% na capacidade produtiva total após a modernização tecnológica da estrutura.

Instalado em um complexo de 12 mil metros quadrados, o NTO 4.0 recebeu investimento de R$ 90 milhões e passou a operar com sistemas automatizados, robótica e equipamentos de manuseio em circuito fechado. A iniciativa reforça o posicionamento do Sabin em um mercado cada vez mais orientado por produtividade, precisão e escalabilidade.

Entre os principais indicadores apresentados pelas empresas está o aumento de 43,7% na densidade de testes realizados por metro quadrado. Na prática, o avanço permitiu que o laboratório ampliasse a capacidade de processamento de exames sem necessidade de expansão física da planta, otimizando melhor o espaço e os recursos disponíveis.

Outro destaque foi o crescimento de 7,6% na produtividade por colaborador. O resultado está relacionado à automação da triagem e à reorganização dos fluxos internos, que possibilitaram a realização de mais exames dentro do mesmo turno de funcionamento, sem ampliação da jornada da área técnica.

A operação conta ainda com a CCM Vertical, primeira esteira vertical da Roche Diagnóstica na América Latina. O sistema transporta tubos por passarelas aéreas e integra diferentes etapas do processo laboratorial, desde a chegada das amostras até o armazenamento, reduzindo etapas manuais e aumentando a segurança operacional.

Para o Sabin, o investimento faz parte de uma estratégia de crescimento baseada em inovação, eficiência e qualidade na entrega dos resultados. A presidente-executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla, destacou que a modernização fortalece a medicina preventiva e diagnóstica, além de gerar valor para pacientes, médicos e para toda a cadeia de saúde.

O CEO da Roche Diagnóstica no Brasil, Carlos Martins, também ressaltou que a automação impacta todo o processo, trazendo mais segurança para os exames e melhores condições de trabalho para os colaboradores. Segundo ele, a tecnologia aplicada ao NTO 4.0 representa um avanço importante para o futuro dos laboratórios de alta complexidade no país.

Expositores do 41º ‘Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento’ (CBTD) promovem reflexões e conhecimento, em São Paulo

Material reúne tendências, reflexões e estratégias para profissionais de RH em meio às transformações do mundo do trabalho.

Milhares de profissionais vinculados à área de gestão de pessoas são aguardados na ‘Feira de Expositores’ da 41ª edição do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD), em São Paulo, nos dias 8, 9 e 10 de junho. Entre os mais de 75 expositores da programação, está o stand da Juntxs, que traz uma equipe de especialistas para bate-papos com visitantes e lançamento do livro digital: “Cuidar de Gente é Estratégia”, com acesso gratuito aos visitantes.

O material reúne tendências de mercado e reflexões sobre o papel do RH em um cenário de grande complexidade relacional e avanços da IA, pressão por resultado e expectativas ampliadas sobre a área.

Darwin Grein, CEO da Juntxs, especialista em desenvolvimento humano e organizacional há mais de 15 anos,  participa pelo terceiro ano consecutivo deste que é o maior congresso da América Latina focado em Gestão de Pessoas e T&D (Treinamento e Desenvolvimento).

“Esses três dias de trocas representam uma oportunidade para refletirmos sobre os desafios e as transformações que vêm impactando a gestão de pessoas. Estar no CBTD significa estar conectado às principais tendências, compartilhar experiências e construir soluções que fortalecem o desenvolvimento humano nas organizações. É reafirmar nosso compromisso com a aprendizagem contínua, a inovação e a construção de ambientes de trabalho mais colaborativos, inclusivos e preparados para o futuro”, conclui Darwin. 

No stand da Juntxs, os participantes também poderão acessar outro conteúdo de grande relevância prática para líderes e profissionais de RH: uma coletânea com cinco guias sobre diversidade, equidade e inclusão no trabalho, desenhada para capacitar líderes e equipes na construção de ambientes mais inclusivos e transformadores.

SERVIÇO

[Juntxs no 41º ‘Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento’]
Quando: dias 8, 9 e 10 de junho;
Onde: Pro Magno Centro de Eventos, Av Pfa. Ida Kolb, 513, Jardim das Laranjeiras, São Paulo;
Horário: a partir das 8h;
Stand da Juntxs (localização): próximo à entrada da Feira de Expositores;
O acesso à Feira é gratuito durante os três dias do evento.

Mais cuidado, menos fila: nova Policlínica para São Bernardo do Campo

Por Humberto Tobé e Martha Gaudencio

De acordo com o Censo 2022, São Bernardo do Campo contava com 810.729 habitantes, com estimativa de 841.154 para 2025 (IBGE Cidades). Trata-se de um município de grande porte, com demanda elevada por atenção especializada e necessidade de uma rede de saúde que dê conta de sua população com qualidade.

O município integra o ABC Paulista, terceiro polo econômico do país, em uma região com quase 2,5 milhões de habitantes. Investir em atenção especializada no Sistema Único de Saúde (SUS) não é apenas uma decisão orçamentária — é uma escolha política com consequências diretas sobre a vida de milhões de pessoas.

No Brasil, o acesso a consultas e exames especializados representa, historicamente, um dos principais gargalos do sistema público de saúde, frequentemente denominado na literatura como o “vazio assistencial da média complexidade” (CONASS, 2016).

É nesse contexto que a recente seleção de São Bernardo do Campo para receber uma nova Policlínica Regional, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), merece análise mais atenta — tanto pela magnitude do investimento quanto pelo que ele representa para a organização da Rede de Atenção à Saúde (RAS) no município e na região do ABC Paulista.

A fila de espera por atenção especializada no SUS é um fenômeno bem documentado. Pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest a pedido do SindHosp (2023) — o “Mapa do Acesso da Saúde em São Paulo” — revelou que 83% dos usuários do SUS no estado de São Paulo relataram alguma dificuldade ao acessar os serviços de saúde, sendo o tempo de espera a principal queixa.

Na mesma direção, dados nacionais indicam que nove em cada dez brasileiros da classe C que buscaram consulta especializada pelo SUS avaliaram o tempo de espera como excessivo, e 94% concordaram que essa demora representa risco à vida dos pacientes (CNN Brasil, 2025).

A literatura acadêmica aponta causas sistêmicas para esse quadro. Os serviços especializados estão inseridos em um sistema fragmentado, sem comunicação e coordenação adequadas com outros serviços ambulatoriais e hospitalares, o que afeta diretamente a efetividade e a eficiência desse nível de atenção.

Estima-se que entre 70% e 80% dos portadores de condições crônicas apresentam quadros de menor complexidade que deveriam ser acompanhados pela Atenção Primária à Saúde (APS), mas que acabam sobrecarregando os serviços especializados pela ausência de um elo intermediário resolutivo (CONASS, 2016), e as policlínicas são precisamente esse elo.

O investimento e seu contexto nacional

O Governo Federal selecionou São Bernardo do Campo para receber R$ 30 milhões destinados à construção de uma nova Policlínica Regional pelo Novo PAC — valor composto, nos termos da seleção de 2024, por R$ 17 milhões para construção e R$ 13 milhões para aquisição de equipamentos (Manual de Seleção Novo PAC Saúde, 2025).

Esse investimento se insere em uma estratégia nacional de maior envergadura: na primeira edição do PAC Seleções (2023–2024), o governo federal destinou R$ 11,5 bilhões para obras e equipamentos do SUS em 1.907 municípios de 26 estados mais o Distrito Federal.

Para o ciclo seguinte, o PAC Seleção 2 prevê R$ 6 bilhões adicionais, contemplando 46 novas policlínicas, 130 novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e 1.533 novas ambulâncias do SAMU em 95% dos municípios brasileiros (Agência Gov, 2025).

Além da policlínica, São Bernardo do Campo também foi contemplada com sete novas ambulâncias para renovação da frota do SAMU 192, uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) e 14 kits de equipamentos para teleconsulta.

O conjunto dos investimentos evidencia o reconhecimento da importância estratégica do município para o sistema regional de saúde.

As Policlínicas Regionais são unidades especializadas de apoio diagnóstico que ofertam consultas clínicas realizadas por equipes médicas e não médicas de diferentes especialidades, definidas com base no perfil epidemiológico da população atendida.

Realizam exames gráficos e de imagem com fins diagnósticos e ofertam procedimentos de saúde de média complexidade — posicionando-se, na lógica das Redes de Atenção à Saúde (Decreto 7.508/2011), como o nível intermediário entre a Atenção Primária e os serviços hospitalares de alta complexidade.

São Bernardo recebe essa agenda em uma posição privilegiada. A cidade já conta com três policlínicas municipais — Alvarenga, Centro e Centro Imagem —, o que demonstra experiência acumulada na gestão deste equipamento.

A cobertura de Atenção Primária à Saúde do município supera tanto a média estadual (42,80%) quanto a nacional (42,10%), segundo dados do Ministério da Saúde — indicador relevante, pois uma APS mais robusta é condição para que a atenção especializada funcione de forma ordenada e eficiente.

A expansão das policlínicas representa, então, uma escolha concreta de política pública orientada pela integralidade, princípio constitucional inscrito no artigo 198 da Constituição Federal de 1988, que define o SUS como um sistema orientado pela universalidade, equidade e integralidade do cuidado.

Quando o nível intermediário da rede falha, o paciente espera demais, repete solicitações, circula por diferentes serviços sem resolução e vê seu quadro de saúde se agravar.

A fragmentação do cuidado, como apontado pela literatura, não é apenas um problema de gestão — é um problema clínico e social que produz sofrimento evitável.

Ao concentrar especialistas, exames e apoio diagnóstico em uma única unidade ordenada pelo perfil epidemiológico da população, a policlínica contribui para qualificar o acesso, reduzir a fragmentação assistencial e ampliar a resolutividade do sistema como um todo.

Nesse sentido, o investimento em SBC não é apenas uma obra de infraestrutura: é uma aposta na continuidade do cuidado, na racionalização do sistema e no direito de quem depende do SUS de ser atendido com dignidade e efetividade.

Quando a obra vem acompanhada de gestão qualificada e integração com a rede existente, não se inaugura apenas um prédio. Inaugura-se uma chance concreta de melhorar a vida de quem mais precisa, e São Bernardo do Campo, com sua trajetória recente na saúde pública, tem as condições para aproveitá-la.

Humberto Tobé é pós-graduado em Gestão da Saúde Pública, trabalha na equipe do ministro Alexandre Padilha no Ministério da Saúde e atua na interlocução com prefeitos, vereadores, gestores municipais e representantes da área da saúde, especialmente dos municípios paulistas.

Martha Gaudêncio é Bacharela e Mestranda em Políticas Públicas pela Universidade Federal do ABC. Também atuou na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, conectando demandas dos municípios ao Governo Federal.

Dia Nacional da Imunização reforça importância da vacina da gripe diante do aumento de quadros respiratórios

Young Asia lady nurse giving Covid-19 or flu antivirus vaccine shot to senior male patient wear face mask protection from virus disease at health clinic or hospital office. Vaccination concept.

InfoGripe aponta crescimento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país; vacinação segue como principal forma de prevenção contra complicações da influenza 

O Dia Nacional da Imunização, comemorado dia 9 de junho, reforça a importância da vacinação contra a gripe diante do aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. Segundo o mais recente boletim InfoGripe da Fiocruz, os casos de SRAG apresentam tendência de crescimento tanto no curto quanto no longo prazo, impulsionados principalmente pela circulação do vírus sincicial respiratório (VSR), da influenza A e do rinovírus.

Sylvia Freire, infectologista pediátrica do Sabin Diagnóstico e Saúde, explica que os sintomas mais comuns da gripe incluem febre de início súbito, tosse, coriza, mal-estar e dores de cabeça, musculares e garganta. “Em alguns grupos específicos como idosos, bebês, portadores de doenças crônicas e imunossupressoras, o quadro clínico pode ser mais grave e há maior risco de complicações como como pneumonia, infecções bacterianas secundárias e insuficiência respiratória, com maior possibilidade de internação e até mesmo morte”, diz.

Em 2026, segundo o levantamento da Fiocruz, já foram notificados mais de 77 mil casos de SRAG no país e, entre os casos positivos para vírus respiratórios, cerca de um quarto está associado à influenza A. Entre os óbitos com identificação viral registrados nas últimas quatro semanas epidemiológicas, quase a metade teve relação com a influenza A.

A identificação do agente causador do quadro respiratório pode colaborar para o seu manejo. O minipainel respiratório, por exemplo, exame oferecido pelo Sabin, utiliza a metodologia RT-PCR para identificar, em uma única coleta, a presença dos vírus influenza A (incluindo H1N1), influenza B, VSR e Covid-19 (SARS-CoV-2). O exame é indicado para pessoas com sintomas respiratórios, especialmente crianças pequenas, idosos e pacientes com maior risco de complicações.

Vacinação como forma de prevenção

A vacinação contra a influenza é recomendada para todas as pessoas a partir dos seis meses de idade. Crianças de seis meses a oito anos e onze meses que serão vacinadas pela primeira vez devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas e, nos anos subsequentes, doses anuais. A partir dos nove anos, a recomendação é de dose única anual. De forma geral, a vacinação deve ser adiada em pessoas com quadro febril ou doença infecciosa aguda.

Segundo a médica, a vacina contra a gripe é do tipo inativada, produzida com vírus influenza inativados quimicamente e purificados. “A vacina estimula a resposta imunológica, incluindo a produção de anticorpos. Quando a pessoa vacinada entra em contato com o vírus influenza, o sistema imunológico já o reconhece e responde de forma mais rápida e eficaz, reduzindo o risco de evolução para quadros graves”, afirma

Já em relação ao vírus sincicial respiratório (VSR), as estratégias de prevenção variam conforme o grupo de risco e a faixa etária. Bebês podem ser protegidos por meio da vacinação materna no 3º trimestre da gestação (a mãe produz anticorpos que são transferidos ao bebê através da placenta) ou pela utilização do Nirsevimabe, anticorpo monoclonal, após o nascimento. A vacinação para gestantes está disponível na rede pública e também nos serviços privados de vacinação. Para pessoas a partir de 18 anos com comorbidades e idosos, duas formulações de vacinas estão disponíveis em serviço privado.

Grupo Sabin | Com 42 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades, o Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.000 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas.  O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 362 unidades distribuídas de norte a sul do país.

O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo.  Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde – Rita Saúde - solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.

Pepa participa da inauguração de campos e da abertura da Feira Alternativa das Estâncias

Evento reuniu comunidade, atletas, feirantes e lideranças em uma agenda voltada ao esporte, lazer, cultura e geração de oportunidades

A comunidade das Estâncias recebeu, nesta semana, duas importantes iniciativas voltadas ao fortalecimento do esporte, da cultura, do lazer e da economia local. O deputado Pepa participou da inauguração dos três campos das Estâncias e da abertura da Feira Alternativa das Estâncias, espaços que prometem ampliar as opções de convivência, integração social e oportunidades para os moradores da região.

A entrega dos campos representa um avanço para os atletas, jovens e famílias que utilizam o esporte como ferramenta de inclusão, saúde e desenvolvimento social. Com os novos espaços, a comunidade passa a contar com melhores condições para a prática esportiva, realização de torneios, atividades coletivas e projetos voltados à juventude.

Já a Feira Alternativa das Estâncias surge como um ambiente de valorização dos feirantes, empreendedores locais, artistas e produtores da região. A iniciativa fortalece a economia comunitária, incentiva a circulação de renda e cria novas possibilidades de trabalho para quem busca empreender e apresentar seus produtos à população.

Durante a agenda, Pepa destacou a importância de apoiar projetos que chegam diretamente à vida das pessoas. “Investir nas pessoas é investir no futuro da nossa região. Quando apoiamos o esporte, a cultura, o lazer e a geração de oportunidades, estamos ajudando a construir uma comunidade mais forte, integrada e com mais qualidade de vida”, afirmou o deputado.

O parlamentar também parabenizou os organizadores, atletas, feirantes e toda a comunidade envolvida na realização das entregas. Segundo ele, iniciativas como essa mostram a força da participação popular e o compromisso coletivo com o desenvolvimento local.

Com os novos campos e a feira em funcionamento, as Estâncias ganham espaços importantes para convivência, lazer, prática esportiva e fortalecimento da economia local, consolidando mais uma conquista para os moradores da região.