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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Deputado Pepa destaca avanço em Planaltina com aprovação de projeto urbanístico que impulsiona desenvolvimento econômico no DF

Plenário da Câmara Legislativa do DF durante sessão ordinária. Debates políticos sobre o Distrito Federal. Carolina Curi/Agência CLDF

Da Redação

Publicação no Diário Oficial consolida regras para o Setor de Desenvolvimento Econômico (SDE) e projeta geração de emprego e atração de investimentos na região administrativa

A Região Administrativa de Planaltina inicia uma nova fase em sua trajetória de crescimento com a aprovação do projeto urbanístico do Setor de Desenvolvimento Econômico (SDE), formalizada por meio do Decreto nº 48.403, de 24 de março de 2026. A medida, publicada no Diário Oficial, estabelece diretrizes claras para a organização da área, criando um ambiente mais estruturado para a instalação de empreendimentos e o fortalecimento da economia local.

Na prática, o projeto representa mais do que um reordenamento territorial. A iniciativa formaliza e legaliza a ocupação da área destinada ao desenvolvimento econômico, garantindo segurança jurídica para investidores e empreendedores. Além disso, define regras de uso e ocupação do solo, ao mesmo tempo em que isenta, neste primeiro momento, taxas relacionadas a alterações urbanísticas, o que tende a impulsionar a adesão de novos projetos na região.

O avanço é resultado de um processo que começou ainda em 2024, quando a proposta foi levada ao debate público em audiência com a comunidade local. O diálogo com moradores, lideranças e representantes do setor produtivo foi fundamental para alinhar expectativas e construir um projeto que atendesse às demandas reais da população de Planaltina, uma das regiões que mais crescem no Distrito Federal, mas que historicamente enfrenta desafios estruturais.

Com a oficialização do SDE, a expectativa é de que a região passe a atrair novos investimentos, ampliando a oferta de empregos e movimentando a economia local. A criação de um polo organizado de desenvolvimento também contribui para descentralizar oportunidades dentro do DF, reduzindo desigualdades regionais e fortalecendo a autonomia econômica de Planaltina.

Para o deputado distrital Pepa, a aprovação do projeto representa um marco para a região. “Estamos falando de uma conquista construída com diálogo e responsabilidade. O SDE de Planaltina é uma ferramenta concreta para gerar emprego, atrair investimentos e garantir mais dignidade para a população”, afirmou.

Brasil projeta R$ 207 bilhões na indústria cultural, mas artistas das periferias enfrentam barreiras de acesso

Com crescimento anual de 5,7%, setor amplia receitas, mas artistas das periferias ainda enfrentam barreiras de acesso à formação, redes e oportunidades.

Embora o mercado artístico gere bilhões em receitas por ano no Brasil, o acesso às cadeias de produção seguem restritas para os mesmos. Segundo o último relatório da PWC Brasil, intitulado “Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2022-2026”, a indústria de entretenimento e mídia (E&M) nacional deve escalar em até US$ 39,9 bi em 2026; o que corresponde a injeção de R$ 207 bilhões na moeda local.

Com o ramo cultural em foco, essa cadeia artística espera crescer a uma taxa anual composta de 5,7%, segundo dados da PWC Brasil. A receita, que está dividida entre publicidade, jogos, música, arte cênica e impressos, no entanto, ainda esbarra em gargalos socioeconômicos que dificultam o acesso à formação qualificada, redes de distribuição e oportunidades de visibilidade para os autores.

Afetando principalmente artistas da periferia, que permanecem à margem da injeção econômica do setor, as favelas se veem cada vez mais distante da indústria cultural, mesmo em meio a uma movimentação astronômica nessas localidades. Apesar da movimentação estimada em R$ 300 bi nas favelas, segundo dados do Instituto Data Favela, quando o assunto é ‘arte’, os sonhos ocupam um segundo plano e precisam aguardar oportunidades que às vezes nunca chegam para sair do papel.

Inserido neste cenário, o multiartista baiano, ODILLON, 34, revela que os desafios permanecem enquanto artista independente. Se destacando como o primeiro rapper à vencer o prêmio de Melhor Intérprete Vocal no Festival de Música da Educadora FM, ODILLON é um dos artistas inseridos nas periferias de Salvador“A mudança no meu processo veio após o ‘Boca de Brasa’, que trouxe um amadurecimento da visão profissional do trabalho com arte e cultura. Agora eu tenho esse olhar para lidar com as situações corriqueiras, burocráticas e organizacionais de uma carreira artística”, conta.

A vivência de ODILLON no mercado artístico se assemelha a 24% dos moradores das favelas que almejam “trabalhar com o que gostam”, segundo os dados do “Sonhos da Favela 2026”, do Instituto Data Favela. Apesar do interesse crescente, a transição para a profissionalização ainda é marcada por desigualdades históricas, que limitam o acesso a oportunidades concretas e à inserção efetiva no mercado cultural.

É nesse cenário que ações comunitárias, coletivos artísticos e políticas públicas têm buscado reduzir essa lacuna, oferecendo caminhos para que talentos locais possam se destacar. Segundo Fernando Guerreiro, Presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Prefeitura de Salvador, essas iniciativas representam a chance de projetar carreiras, fortalecer novos talentos e transformar realidades por meio da arte“O Boca de Brasa tem como objetivo fortalecer artistas da periferia, ampliando sua visibilidade e reconhecendo que é dali que nascem a identidade e os principais movimentos da cultura soteropolitana. O projeto não inventa a roda: ele identifica, apoia e cria condições para que esses artistas mostrem seu trabalho em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo”, comenta Guerreiro.

Na cidade de Salvador, políticas públicas como o Boca de Brasa já projeta centenas de artistas periféricos, formados nos Polos Criativos Boca de Brasa, para conquistar o mercado regional e nacional das artes. Articulando mais de 2 mil agentes culturais pelos territórios, visibilizados através do Movimento Boca de Brasa, a grade ativa de atividades que movimentam o calendário cultural da cidade é uma das vitrines de maior destaque da cena artística baiana.

Impulsionando a carreira estratégica de nomes como ODILLON, Nega Fyah (escritora do livro “Fyah do Ódio ao Amor”); Andrezza Santos (vencedora do 23º Festival de Música Educadora FM); e o Grupo de Teatro Jaé (composto por cerca de 40 artistas integrantes entre 7 e 80 anos); o Boca de Brasa reforça seu papel como catalisador do ecossistema cultural da cidade.

Após certificar 500 novos artistas através dos ‘Polos Criativos Boca de Brasa’ em 2026, o programa consolida sua atuação ao abrir caminhos de profissionalização e visibilidade de talentos periféricos, fortalecendo a diversidade artística dentro das periferias brasileiras.

Explosão de fake news sobre guerra mundial expõe crise de confiança e desafia comunicação institucional

Da Redação

Narrativas virais mostram como desinformação se aproveita de crises globais para gerar medo e engajamento

A mensagem chegou primeiro como um áudio. Voz grave, tom urgente, trilha de fundo dramática. Em poucos minutos, já estava em centenas de grupos. Em poucas horas, milhões de brasileiros já haviam sido impactados. O conteúdo? Uma suposta previsão sobre uma terceira guerra mundial iminente. Mais uma vez, a desinformação mostrou sua força.

O fenômeno não é isolado. Nos últimos dias, conteúdos falsos envolvendo conflitos internacionais, movimentações militares e até “profecias” voltaram a circular com intensidade nas redes sociais. O padrão se repete: mensagens alarmistas, linguagem emocional e ausência de fontes confiáveis. O objetivo não é informar — é provocar reação.

Especialistas apontam que momentos de instabilidade global são terreno fértil para esse tipo de conteúdo. A tensão no Oriente Médio, combinada com disputas entre grandes potências, cria um ambiente de incerteza que facilita a propagação de narrativas falsas. Plataformas digitais amplificam esse efeito, transformando boatos em tendências em questão de horas.

O impacto vai além do ambiente virtual. Fake news influenciam decisões, geram medo coletivo e podem até interferir em políticas públicas. No Brasil, o governo Lula tem reforçado a importância da comunicação oficial e do combate à desinformação, especialmente em temas sensíveis como saúde, economia e segurança internacional.

O episódio escancara um desafio central do nosso tempo: em um mundo hiperconectado, a disputa não é apenas por território ou poder — é também pela verdade.

Redes sociais se consolidam como campo central de disputa política e moldam opinião pública em tempo real

Da Redação

Do trending topic ao voto, ambiente digital redefine estratégias e influencia decisões no país

Tudo começa com uma hashtag. Em questão de minutos, ela cresce, ganha força, atravessa bolhas e se transforma em tendência nacional. Foi assim ontem. Temas políticos, econômicos e sociais dominaram as redes, mostrando que o debate público já não acontece apenas nas instituições — ele nasce, se desenvolve e explode no ambiente digital.

Nos bastidores, equipes de comunicação monitoram cada movimento. Políticos, governos e grupos organizados utilizam estratégias cada vez mais sofisticadas para influenciar narrativas. Publicações coordenadas, impulsionamento de conteúdos e uso de influenciadores digitais fazem parte de um novo modelo de disputa de poder.

Exemplos recentes mostram como uma pauta pode ganhar dimensão nacional em poucas horas. Um vídeo, uma declaração ou até um recorte fora de contexto são suficientes para gerar engajamento massivo. A velocidade da informação, nesse cenário, se torna um fator decisivo — quem chega primeiro, muitas vezes, define a narrativa.

Para o governo Lula, o ambiente digital representa tanto uma oportunidade quanto um desafio. Por um lado, permite comunicação direta com a população. Por outro, exige resposta rápida a crises e ataques coordenados. A gestão da informação se tornou parte estratégica da governabilidade.

No fim, a lógica é clara: as redes sociais deixaram de ser apenas um espaço de interação. Hoje, são um dos principais campos de disputa política do Brasil — onde reputações são construídas, desconstruídas e redefinidas em tempo real.

Futebol brasileiro vira palco de disputas econômicas e revela força política do esporte nacional

Da Redação

Entre bastidores milionários e paixão popular, decisões no futebol impactam economia, mídia e poder

Era fim de tarde quando os celulares começaram a vibrar em sequência. Em grupos de WhatsApp, timelines e programas esportivos, um mesmo assunto dominava o país: decisões nos bastidores do futebol brasileiro voltavam a movimentar milhões de torcedores e bilhões em interesses. Mais do que um jogo, o futebol mostrava, mais uma vez, que é também um território de poder.

Nos últimos dias, mudanças em diretorias, negociações de direitos de transmissão e articulações envolvendo ligas independentes reacenderam um debate antigo: quem controla o futebol brasileiro? Clubes tradicionais passaram a discutir novos modelos de gestão, com inspiração europeia, enquanto investidores estrangeiros ampliam presença no cenário nacional. A transformação de clubes em SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol) deixou de ser tendência e passou a ser realidade consolidada.

Dentro de campo, resultados recentes intensificaram rivalidades e mobilizaram torcidas, mas é fora das quatro linhas que o impacto se amplia. O futebol movimenta cadeias inteiras da economia — desde o comércio local em dias de jogo até contratos milionários de patrocínio e transmissão. Em cidades do interior, partidas decisivas significam aumento de renda para ambulantes, bares e pequenos comerciantes.

O governo Lula acompanha esse movimento com atenção, especialmente pelo potencial social do esporte. Programas de incentivo, projetos de base e investimentos em infraestrutura esportiva são vistos como ferramentas estratégicas de inclusão. No Brasil, o futebol não é apenas entretenimento — é identidade, economia e, cada vez mais, instrumento de influência política.

Governo amplia investimentos em educação e infraestrutura e reforça narrativa de reconstrução

Da Redação

Ações recentes mostram avanço em políticas públicas voltadas ao desenvolvimento

O governo Lula tem ampliado investimentos em áreas estratégicas, com destaque para educação e infraestrutura, buscando consolidar um ciclo de crescimento social.

Iniciativas incluem reconstrução de escolas, ampliação de programas e fortalecimento de políticas públicas em diversas regiões do país.

A estratégia reforça o discurso de reconstrução nacional, com foco na redução das desigualdades e ampliação de oportunidades.

O movimento também fortalece a relação entre o governo federal e os municípios, ampliando a capilaridade das ações.

Ooscar 2026 movimenta redes e reforça disputa cultural global

Da Redação

Premiação amplia debate sobre representatividade e indústria do entretenimento

A cerimônia do Oscar 2026 dominou as redes sociais e portais de notícia, com destaque para vitórias inesperadas e momentos que viralizaram mundialmente.

Além da premiação, o evento reacendeu discussões sobre diversidade, protagonismo e o papel da indústria cinematográfica na construção de narrativas globais.

Celebridades e produções internacionais impulsionaram o engajamento digital, tornando o evento um dos mais comentados do dia.

No Brasil, o interesse também refletiu a busca por reconhecimento internacional e valorização da cultura nacional.

Bolsonaro volta ao centro do debate político em meio a discussões sobre saúde e justiça

Da Redação

Ex-presidente segue influenciando o cenário político mesmo fora do poder

O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a figurar entre os assuntos mais comentados nas redes e na imprensa, especialmente após atualizações sobre seu estado de saúde e desdobramentos judiciais.

Mesmo fora do comando do país, Bolsonaro continua sendo um dos principais polos de mobilização política no Brasil, influenciando debates e estratégias da oposição.

Aliados utilizam sua imagem para manter engajamento, enquanto adversários reforçam críticas e lembram episódios recentes envolvendo investigações.

O cenário mostra que, mesmo após o mandato, Bolsonaro permanece como peça central na disputa política nacional.

Juros e inflação dominam debate econômico e pressionam decisões do Banco Central

Expectativa sobre a Selic revela incerteza no mercado e impacto direto na população

O debate sobre a taxa básica de juros ganhou força nas últimas horas, com o mercado dividido sobre o ritmo de queda da Selic. As projeções indicam uma redução mais cautelosa, refletindo o cenário de instabilidade global.

A decisão do Banco Central é vista como crucial para definir o ritmo da economia nos próximos meses. Juros mais altos encarecem o crédito, enquanto cortes mais rápidos podem estimular o crescimento.

O governo Lula acompanha o movimento com atenção, defendendo políticas que favoreçam o desenvolvimento econômico sem comprometer o controle da inflação.

Nos bastidores, a discussão revela um embate clássico entre mercado financeiro e agenda social, colocando a política econômica no centro do debate nacional.

Tensão global no Oriente Médio expõe riscos econômicos e reposiciona potências mundiais

Da Redação

Escalada militar reacende alertas sobre energia, comércio e estabilidade internacional

A escalada de tensões no Oriente Médio voltou ao centro do debate global, impulsionando discussões sobre segurança energética e estabilidade geopolítica. O conflito envolvendo o Irã e potências ocidentais tem potencial de impacto direto na economia mundial.

Analistas apontam que qualquer bloqueio em rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz, pode provocar aumento significativo no preço do petróleo, afetando mercados emergentes como o Brasil.

O cenário também revela uma disputa silenciosa entre grandes potências, que buscam ampliar influência em regiões estratégicas. Rússia, Estados Unidos e aliados acompanham de perto os desdobramentos.

Para o Brasil, o reflexo é direto: inflação, juros e custos de produção podem sofrer