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Vinicius Jr. marca, Real Madrid sofre, mas empata com Leipzig e avança às quartas da Champions League

Real Madrid está nas quartas de final da Champions League! Nesta quarta-feira (6), o time merengue empatou em 1 a 1 com o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, no dia em que completa 122 anos.

Vinicius Jr. balançou as redes para a equipe comandada por Ancelotti, que avançou no mata-mata com 2 a 1 no agregado. Orbán descontou para os alemães.

O próximo adversário do Real será definido por sorteio no dia 15 de março.

As quartas da Champions serão disputadas entre 9 e 17 de abril.

A decisão será no dia 1º de junho, no estádio de Wembley, em Londres.

O jogo

Depois de vencer por 1 a 0 na Alemanha com um golaço de Brahim Díaz, o time espanhol entrou em campo nesta quarta com a vantagem do empate.

No 1º tempo, o Real entrou em campo com o regulamento nas mãos e pouco criou. O Leipzig, por sua vez, teve mais posse de bola e desperdiçou boas chances de marcar, principalmente com Openda. Na reta final, os alemães pressionaram e só não balançaram as redes, porque Lunin catou um chute de Xavi Simons.

Para o 2º tempo, Ancelotti tirou Camavinga para a entrada de Rodrygo. A substituição fez efeito nos primeiros minutos e mudou o clima no Bernabéu.

Com o apoio da torcida, o Real foi entrando no jogo. Kroos poderia ter marcado aos 14, mas parou em uma grande defesa de Gulácsi. Na sequência, Rodrygo também botou o goleiro do Leipzig para trabalhar.

Até que aos 19, Vinicius Jr. recebeu um passe açucarado de Bellingham e finalizou no contrapé de Gulácsi para fazer 1 a 0.

Só que a alegria dos espanhóis durou pouco. O Leipzig não sentiu o golpe, foi para cima e deixou tudo igual com Orbán três minutos depois.

O gol colocou fogo na partida, e o time alemão seguiu pressionando para ao menos levar o duelo para a prorrogação.

Nos acréscimos, o Leipzig foi para o tudo ou nada, mas Dani Olmo carimbou a trave.

Copa do Brasil movimenta o futebol nacional enquanto seleção feminina intensifica preparação internacional

Rodada da competição nacional e amistoso da seleção brasileira feminina marcam o calendário esportivo desta quarta-feira.

O futebol brasileiro vive mais um dia de intensa movimentação dentro e fora de campo. Nesta quarta-feira, partidas importantes da Copa do Brasil e compromissos da seleção brasileira feminina colocam o esporte nacional em evidência, movimentando torcedores e reforçando a relevância do futebol como elemento central da cultura esportiva do país.

A Copa do Brasil, uma das competições mais tradicionais do calendário nacional, entra em nova fase com confrontos que reúnem clubes de diferentes regiões do país. O torneio é conhecido justamente por sua capacidade de promover encontros improváveis entre equipes de menor investimento e grandes clubes do futebol brasileiro.

Entre os jogos programados para a rodada estão confrontos como América-MG contra Tirol, Tuna Luso enfrentando o Tocantinópolis, além das partidas envolvendo Avaí e Porto Vitória. Outro duelo que chama atenção é o encontro entre Rio Branco-ES e Athletic Club, que promete equilíbrio e forte disputa por uma vaga na próxima fase.

A competição tem um papel estratégico dentro do futebol nacional, não apenas pela visibilidade esportiva, mas também pelo impacto financeiro que pode gerar aos clubes participantes. A premiação da Copa do Brasil representa uma oportunidade importante para equipes que buscam fortalecer suas estruturas e ampliar investimentos no futebol.

Enquanto os clubes disputam espaço no torneio nacional, a seleção brasileira feminina também entra em campo em compromisso internacional. O Brasil enfrenta a Venezuela em amistoso realizado no México, partida que faz parte do planejamento da comissão técnica para as próximas competições do calendário internacional.

A preparação da equipe feminina tem sido tratada como prioridade dentro da Confederação Brasileira de Futebol. O objetivo é fortalecer o elenco, testar novas formações e consolidar um modelo de jogo competitivo para os desafios que virão nos próximos ciclos esportivos.

Assim, entre a emoção dos jogos da Copa do Brasil e a preparação da seleção feminina, o futebol brasileiro segue mostrando sua força. Dentro das quatro linhas, cada partida carrega histórias, desafios e expectativas que mantêm viva a paixão nacional pelo esporte.

Lula reforça discurso pela paz enquanto congresso intensifica agenda de segurança e direitos das mulheres

Cenário político desta semana mistura articulação internacional do governo federal, debates sobre segurança pública e avanço de pautas sociais no Congresso Nacional.

O cenário político brasileiro nesta semana reflete um momento de intensa movimentação institucional em Brasília. Entre debates legislativos e posicionamentos diplomáticos do governo federal, a pauta pública tem sido marcada por temas estratégicos como segurança pública, direitos sociais e o papel do Brasil nas discussões globais.

No plano internacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a necessidade de uma nova agenda global baseada na cooperação entre países e no combate às desigualdades sociais. Durante um discurso recente, Lula criticou o crescimento dos gastos militares no mundo e alertou que a corrida armamentista representa um retrocesso diante dos desafios humanitários que ainda atingem milhões de pessoas.

Segundo o presidente, os recursos destinados a armamentos poderiam ser direcionados para áreas essenciais como saúde, educação e combate à fome. O posicionamento reforça a estratégia diplomática do Brasil de retomar protagonismo em debates multilaterais, especialmente em temas ligados ao desenvolvimento sustentável e à redução da pobreza.

Enquanto isso, no Congresso Nacional, a pauta legislativa segue movimentada com discussões sobre a Proposta de Emenda à Constituição que trata da segurança pública. O texto tem provocado intensos debates entre parlamentares, sobretudo em relação às estratégias de combate ao crime e à organização das forças de segurança no país.

Paralelamente, a Câmara dos Deputados também abriu espaço para a tramitação prioritária de projetos voltados à proteção e ampliação de direitos das mulheres. A iniciativa ganha destaque em março, mês em que o Parlamento tradicionalmente concentra votações relacionadas à igualdade de gênero e ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Outro tema relevante no ambiente político desta semana envolve o calendário eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral publicou as resoluções que irão regulamentar as eleições de 2026, estabelecendo diretrizes sobre financiamento de campanhas, propaganda eleitoral e organização do processo democrático. As normas representam um passo importante para garantir segurança jurídica e transparência no pleito que definirá os próximos rumos políticos do país.

Nesse contexto, Brasília vive dias de forte articulação política. Entre discursos presidenciais, negociações parlamentares e definições institucionais, o país avança em debates que impactam diretamente a governabilidade, a agenda social e o posicionamento do Brasil no cenário internacional.

Indicado do deputado Pepa, Eufrásio Pereira é nomeado para comandar Administração Regional de Sobradinho

Da Redação

Indicação do deputado distrital Pepa reforça rearranjo político nas administrações regionais do Distrito Federal

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), oficializou a nomeação de Eufrásio Pereira como novo administrador regional de Sobradinho. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal e integra uma série de ajustes promovidos pelo governo nas administrações regionais após recentes movimentações políticas na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

A indicação partiu do deputado distrital Pedro Paulo Pepa (PP), aliado do governo e com forte atuação política na região. A nomeação é vista nos bastidores como parte de um processo de reorganização administrativa que busca fortalecer a presença do Executivo nas cidades e aprimorar a interlocução com as demandas da população.

Com a nova designação, Eufrásio Pereira retorna ao comando da Administração Regional de Sobradinho pela terceira vez. A escolha reforça a confiança do Palácio do Buriti e de lideranças políticas em sua experiência na condução da gestão pública local, especialmente em áreas ligadas à organização urbana, eventos comunitários e diálogo com moradores.

Durante sua posse, o novo administrador ressaltou que pretende conduzir uma gestão voltada para a proximidade com a população. Segundo ele, o trabalho será focado na melhoria dos serviços públicos e na ampliação de ações que fortaleçam o desenvolvimento social da cidade.

Entre as prioridades da nova gestão estão o fortalecimento de programas sociais, a valorização de eventos comunitários e o incentivo a atividades culturais e esportivas. A proposta é estimular iniciativas que promovam integração social e ampliem oportunidades para jovens e famílias da região.

A expectativa do governo é que a experiência administrativa de Eufrásio contribua para alinhar Sobradinho às diretrizes estratégicas do Governo do Distrito Federal, reforçando políticas públicas que dialoguem diretamente com as necessidades da população e impulsionem o desenvolvimento da cidade.

Pré-Campanha: se você ainda não começou, o jogo acabou? Calma.

Por Michel Lenz

O problema nunca foi o calendário. O problema é o que você chama de “pré-campanha”.

Estamos em 2026, e neste exato momento, milhares de pré-candidatos espalhados pelo Brasil estão se fazendo a mesma pergunta em silêncio: será que ainda dá tempo?

A resposta curta: depende. Não depende do mês. Não depende de quantos eventos você já visitou. Não depende de quantos seguidores você tem no Instagram. Depende de uma coisa que a maioria dos pré-candidatos não tem, e muitos nem sabem que precisam: método.

A ilusão do “já estou fazendo pré-campanha”

Existe uma epidemia silenciosa no meio político brasileiro. Pré-candidatos que genuinamente acreditam estar em pré-campanha porque estão ocupados: visitam eventos, apertam mãos, postam fotos, marcam presença em inaugurações, mandam mensagem para lideranças e gravam vídeos para o Instagram. Fique atento, atividade não é estratégia.

Se você não consegue responder com clareza a perguntas básicas como “qual é o meu posicionamento?”, “quem é meu eleitor prioritário?”, “qual problema eu resolvo na vida dessa pessoa?” e “qual narrativa me diferencia dos outros quinze candidatos com discurso parecido?”, então lamento informar, mas sua pré-campanha é só “agitação”.

A agitação consome tempo, dinheiro e energia, mas não constrói competitividade. Ela apenas cria a sensação de que algo está sendo feito. É como um carro com o motor ligado, acelerando ao máximo, mas em ponto morto: faz barulho, gasta combustível, mas não sai do lugar.

O pré-candidato que visitou cinquenta eventos sem um posicionamento claro, pode não estar tão à frente daquele que ainda não começou.

Pré-campanha é uma coisa. A estratégia de reputação é outra.

Aqui está uma distinção que poucos fazem, e que pode mudar completamente a forma como você enxerga o jogo.

Pré-campanha é o conjunto de ações táticas e estratégicas voltadas diretamente para a disputa eleitoral. Tem horizonte definido, calendário eleitoral como referência, e o objetivo final é claro: ser competitivo no dia da eleição.

Estratégia de marketing político para construção de reputação é outra coisa. É um trabalho contínuo, que não começa nem termina com o ciclo eleitoral. É o que constrói a percepção pública sobre quem você é, o que você representa e por que as pessoas deveriam confiar em você; antes, durante e depois de qualquer eleição.

A maioria dos pré-candidatos que diz “estou fazendo pré-campanha há dois anos” na verdade não fez nem uma coisa, nem outra. Fez uma mistura desorganizada de ações soltas que não seguem uma lógica estratégica.

Quem tem um trabalho consistente de construção de reputação chega à pré-campanha com vantagem real: já tem posicionamento, já é reconhecido, já tem uma base (mesmo que informal) que confia no seu nome. A pré-campanha, nesse caso, é a fase de organizar o que já existe e direcionar para a disputa.

Quem não tem esse trabalho de base precisa construir tudo em poucos meses. É possível? Sim. Mas exige mais método, mais foco e menos margem para erro.

Entender essa diferença é o primeiro passo para parar de se enganar. Reconheça o seu ponto de partida real e planeje a partir dele.

O erro que custa caro: deixar a estratégia para quem não entende o jogo

Vamos falar de um problema que todo mundo conhece, mas poucos têm coragem de apontar.

Uma parcela significativa dos pré-candidatos no Brasil entrega sua comunicação e às vezes sua estratégia inteira, para profissionais que nunca pisaram numa campanha. O famoso sobrinho que “manja de redes sociais”. O amigo que “entende de política” porque acompanha noticiário. Ou até mesmo uma agência de marketing empresarial.

Não é uma questão de talento ou boa vontade. É uma questão de repertório. Marketing político não é igual ao marketing “tradicional”, ponto. É outra lógica, as regras são diferentes, o consumidor (nesse caso, o eleitor) decide de forma diferente, o ciclo de comunicação é diferente, as restrições legais são diferentes e a consequência de um erro é diferente.

Um profissional de marketing “genérico” pode criar uma campanha “bonita”. Mas dificilmente vai saber ler o cenário, identificar a narrativa que conecta com o eleitor que decide voto na última semana, ou antecipar a crise que vem depois de uma declaração mal calibrada.

Os 5 pilares de uma pré-campanha

Se você quer saber se está realmente fazendo pré-campanha, ou apenas se movimentando, passe sua atuação por este diagnóstico. São cinco pilares que sustentam qualquer pré-campanha competitiva, independentemente do cargo disputado.

1. Posicionamento

Posicionamento não é slogan, não é logomarca, não é o tema da sua campanha. Posicionamento é a resposta para a pergunta mais básica e mais difícil do marketing político: na cabeça do eleitor, você é o quê?

Se você não consegue completar a frase “eu sou o candidato que ___” com algo claro, relevante e diferente dos demais, provavelmente você não tem posicionamento. O bom posicionamento nasce da intersecção entre três coisas: quem você realmente é e entrega, o que o eleitor precisa e valoriza, e o que você defende. Quando esses três círculos se encontram, você tem um espaço estratégico, caso contrário você tem um posicionamento genérico.

2. Território (Físico e Digital)

Toda eleição é territorial, mesmo as que parecem não ser, seja ele físico ou digital. Um candidato a deputado federal que não sabe onde estão seus votos potenciais está atirando no escuro. Um pré-candidato a prefeito que não conhece a dinâmica dos bairros, as lideranças locais e as demandas reais de cada região está construindo campanha sobre areia.

Território não é só mapa. É entender onde estão as pessoas que podem votar em você, o que move essas pessoas, quem influencia essas pessoas e como chegar até elas com eficiência, tanto no chão quanto no digital.

3. Narrativa

Narrativa é o fio condutor que conecta sua história pessoal, seu posicionamento, as dores do eleitor e a visão de futuro que você propõe. É o que faz as pessoas lembrarem de você e mais importante, o que faz as pessoas se importarem com você.

A maioria dos pré-candidatos não tem narrativa, ele tem currículo, tem lista de realizações, tem promessas soltas, mas não tem uma história coerente que faça o eleitor sentir: “esse candidato me entende, ele veio de onde eu vim, ele sabe o que eu passo”.

Narrativa não se inventa, ela se descobre, ela já está na sua trajetória. O trabalho estratégico é encontrá-la, lapidá-la e saber como contá-la nos formatos que o eleitor consome hoje.

4. Estrutura

Estrutura é o que transforma estratégia em execução. Envolve equipe, partido, alianças, recursos financeiros, logística territorial e operação digital.

Um pré-candidato sem estrutura é um general sem exército. Pode ter o melhor plano do mundo, mas não consegue executar. E aqui está uma verdade que muitos subestimam: montar estrutura leva tempo, articular alianças leva tempo, construir equipe competente leva tempo.

Quem está começando agora precisa ser honesto sobre o tamanho da estrutura que consegue montar, e adaptar a estratégia a essa realidade. Uma campanha enxuta, focada e bem direcionada pode vencer uma campanha grande, dispersa e mal gerida.

5. Inteligência e Dados

Esse é o pilar que separa a pré-campanha amadora da profissional. Inteligência e dados é a capacidade de tomar decisões baseadas em informação real, não em achismo, intuição ou no que “o pessoal está falando”.

Envolve pesquisa quantitativa e qualitativa, leitura de dados eleitorais históricos, monitoramento de redes sociais, análise de sentimento, mapeamento de influenciadores locais e, cada vez mais, uso inteligente de tecnologia para cruzar informações e identificar padrões.

Começou tarde? O jogo não acabou (mas mudou)

Se você chegou até aqui e percebeu que está atrasado, que não tem posicionamento claro, que sua pré-campanha até agora foi mais agitação do que estratégia. Calma, respire.

O jogo não acabou. Mas o jogo que você pode jogar agora é diferente do jogo de quem começou há um ou dois anos com método.

Quem começa tarde precisa ser mais disciplinado, mais focado e mais honesto consigo mesmo. Precisa aceitar que não dá para fazer tudo e escolher com inteligência o que fazer. Precisa de um diagnóstico rápido e preciso da sua situação real, sem filtros de vaidade. E precisa, acima de tudo, parar de confundir pressa com estratégia. E procure gente que entende desse jogo, porque o amadorismo, nessa altura do campeonato, não é apenas ineficiente. É eliminatório.

Pré-campanha não é corrida de quem começa primeiro. É corrida de quem tem método, clareza e capacidade de adaptação.

O relógio está andando para todo mundo. A pergunta não é se você começou cedo ou tarde. A pergunta é: você está fazendo a coisa certa?

Exposição fotográfica “Marias” é aberta no TRT-10 e convida à reflexão sobre o enfrentamento à violência contra a mulher

Foi aberta oficialmente nesta terça-feira (4/3), no Edifício-Sede do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), em Brasília, a exposição fotográfica “Marias”, da jornalista e fotógrafa Ísis Dantas. A mostra, que integra as ações institucionais do Mês da Mulher, permanece aberta até 19 de março, no Saguão do Pleno, com visitação pública de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.

Realizada em sua versão integral, a exposição reúne 43 quadros que retratam mulheres que conseguiram romper o ciclo da violência doméstica. As histórias apresentadas transformam experiências de dor em narrativas de resistência, reconstrução e esperança, destacando a importância das redes de apoio no processo de superação e fortalecimento das vítimas.

A exposição tem como objetivo sensibilizar o público para a violência contra a mulher, reconhecida como um grave problema de direitos humanos e de proteção social no Brasil. Por meio de imagens e relatos marcantes, a mostra propõe um diálogo que ultrapassa o campo jurídico e alcança a dimensão cultural e educativa, estimulando a reflexão e o engajamento coletivo no enfrentamento à violência de gênero.

Violência contra a mulher

De acordo com o 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.492 feminicídios em 2024, o maior número desde a tipificação do crime, em 2015. A maioria das vítimas foi morta em contexto doméstico, por parceiros ou ex-parceiros, evidenciando a persistência e a gravidade da violência no cotidiano das mulheres brasileiras e reforçando a urgência de iniciativas de conscientização e prevenção.

A mostra “Marias” conta com o apoio do Sindicato dos Bancários e da Associação dos Servidores do TRT-10, sob curadoria do artista plástico e fotógrafo Rinaldo Morelli, e dialoga diretamente com outras ações promovidas pelo Tribunal no Mês da Mulher, como o evento “Ampliando a compreensão sobre a violência doméstica e seus impactos”, que busca dar voz a histórias femininas e aprofundar o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero.

As imagens e depoimentos que compõem a exposição também deram origem ao livro “Marias”, que estará disponível para consulta na Biblioteca do TRT-10, localizada no Foro Trabalhista de Brasília.

Nota Legal: confira se você está habilitado a participar do 1º sorteio do ano

Contribuinte tem até o dia 17 deste mês para regularizar pendências com o GDF; quem não está cadastrado ainda pode fazê-lo até esta data

O consumidor do Distrito Federal que costuma exigir a inclusão do CPF nas notas fiscais de compra e está cadastrado no Nota Legal já pode conferir se está habilitado a participar do próximo sorteio do programa, previsto para 20 de maio. O processo é simples: basta acessar o site do Nota Legal, entrar com dados previamente cadastrados na área restrita e ir até a opção “Sorteios”. Em seguida, basta clicar no link “Sorteio Eletrônico PNL – 1º semestre de 2026”.

Se ele estiver inabilitado, deve regularizar pendências ou quitar dívidas com o GDF até o dia 17 deste mês. O contribuinte também pode, até esta data, contestar as razões da inabilitação pelo site da Receita do DF → Atendimento Virtual → Assunto: Nota Legal → Tipo de atendimento: contestação de não habilitação a sorteio.

R$ 3,5 milhões

Total dos prêmios a serem distribuídos no sorteio eletrônico de maio

A Secretaria de Economia (Seec-DF) reforça que somente poderão ser gerados bilhetes para participação no sorteio para o consumidor cadastrado até o dia 17 deste mês. “É importante lembrar que cada documento fiscal dá direito a um bilhete, que estará disponível para consulta a partir do dia 15 de maio”, diz Ítalo Martins Rocha, chefe do Núcleo de Concessão de Créditos do programa.

Como participar

Para participar do sorteio, o consumidor deve ser pessoa física cadastrada no programa e fazer jus a bilhetes eletrônicos, respeitado o limite de 200 documentos por mês, acumulados no período de 1º de maio de 2025 a 31 de outubro de 2025.

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Até o momento, mais de 1,6 milhão de contribuintes foram habilitados a participar do sorteio.“A Secretaria de Economia não considera inadimplente o consumidor que possua Certidão Negativa de Débitos ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, emitida no período de 9 de fevereiro de 2026 a 17 de março de 2026”, explica o subsecretário da Receita da Secretaria Executiva de Fazenda da Seec, Clidiomar Soares.

O primeiro sorteio eletrônico de 2026 do Nota Legal, em 20 de maio, distribuirá novamente R$ 3,5 milhões em dinheiro, já com os impostos recolhidos, sendo o prêmio principal de R$ 1 milhão. No total, serão 12,6 mil bilhetes sorteados.

Os valores dos prêmios são integrais, descontado o imposto de renda incidente. A premiação terá como base os cinco primeiros números sorteados do concurso da Loteria Federal a ser realizado em 16 de maio deste ano. O resultado será divulgado por meio da internet, no site do Nota Legal. 

*Com informações da Secretaria de Economia

Tensões no oriente médio mobilizam diplomacia brasileira e acendem alerta no governo

Escalada de conflitos internacionais gera preocupação em brasília e reforça importância da atuação diplomática do país.

A escalada das tensões no Oriente Médio passou a ocupar espaço relevante nas discussões da política externa brasileira. O governo acompanha com atenção os desdobramentos do cenário internacional, que envolve disputas geopolíticas complexas e riscos de ampliação dos conflitos na região.

A preocupação das autoridades brasileiras está relacionada não apenas às consequências humanitárias do conflito, mas também aos impactos econômicos e diplomáticos que podem atingir o cenário global.

O Brasil tradicionalmente mantém uma posição de defesa do diálogo e da solução pacífica de controvérsias internacionais. Essa postura tem sido reiterada por representantes do governo, que destacam a importância do multilateralismo e da diplomacia como instrumentos para evitar a escalada da violência.

Especialistas em relações internacionais alertam que qualquer ampliação do conflito pode afetar diretamente o comércio global, os preços de energia e a estabilidade econômica de diversos países.

Para o Brasil, país com forte inserção no comércio internacional, acompanhar atentamente os desdobramentos geopolíticos tornou-se uma necessidade estratégica. Mudanças no equilíbrio global podem influenciar desde mercados financeiros até cadeias produtivas.

Diante desse cenário, a diplomacia brasileira busca manter diálogo com diferentes atores internacionais e reforçar o compromisso histórico do país com a paz e a cooperação entre as nações.

Crescimento econômico menor reacende debate sobre rumos da economia brasileira

Da Redação

Dados recentes do pib colocam política econômica no centro das discussões entre governo, mercado e especialistas.

A divulgação dos dados mais recentes sobre o crescimento da economia brasileira reacendeu o debate sobre os rumos da política econômica do país. O Produto Interno Bruto (PIB) registrou expansão de 2,3% em 2025, número considerado positivo, mas inferior ao desempenho observado no ano anterior.

O resultado provocou reações imediatas no meio político e econômico. Enquanto membros do governo destacam a resiliência da economia em um cenário internacional instável, analistas do mercado apontam sinais de desaceleração que exigem atenção.

Entre os fatores apontados para o ritmo menor de crescimento estão o cenário global ainda marcado por incertezas, a política monetária restritiva e os efeitos acumulados das taxas de juros elevadas.

O governo federal tem defendido a ampliação de investimentos públicos e programas de incentivo à produção como estratégia para impulsionar a atividade econômica. Iniciativas voltadas à infraestrutura e ao fortalecimento da indústria aparecem entre as prioridades.

Economistas ressaltam que o desafio do país não é apenas crescer, mas crescer de forma sustentável e equilibrada, com geração de empregos, aumento da produtividade e redução das desigualdades regionais.

Nesse contexto, o debate econômico deve continuar ocupando espaço central no cenário político nacional, especialmente à medida que o país se aproxima do próximo ciclo eleitoral.

Debate sobre jornada de trabalho reacende discussão sobre fim da escala 6×1 no Brasil

Da Redação

Proposta de redução da jornada semanal para 40 horas volta ao centro da agenda trabalhista e divide empresários e sindicatos.

O debate sobre as relações de trabalho no Brasil voltou a ganhar força com a discussão sobre o possível fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador exerce atividades durante seis dias consecutivos para descansar apenas um.

A proposta em discussão prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas sem diminuição salarial, mudança que poderia alterar profundamente a dinâmica de trabalho em diversos setores da economia.

Defensores da medida argumentam que a redução da jornada representa um avanço social necessário diante das transformações do mundo do trabalho. Segundo especialistas, a mudança pode melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, reduzir níveis de estresse e aumentar a produtividade.

Sindicatos e movimentos sociais também apontam que a escala 6×1 se tornou um dos modelos mais desgastantes para trabalhadores de setores como comércio, serviços e indústria, impactando diretamente o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Por outro lado, entidades empresariais demonstram preocupação com os impactos econômicos da proposta. Para representantes do setor produtivo, a redução da jornada poderia elevar custos operacionais, especialmente para pequenas e médias empresas.

O tema ainda deve percorrer um longo caminho no Congresso Nacional. No entanto, o simples retorno dessa discussão ao centro da agenda política já indica que o país vive um momento de reflexão sobre o futuro das relações de trabalho.

Eleições 2026 entram no radar com novas regras para inteligência artificial nas campanhas

Tribunal superior eleitoral estabelece normas inéditas para uso de tecnologias digitais e tenta conter avanço da desinformação nas disputas eleitorais.

O cenário político brasileiro começou a se preparar oficialmente para as eleições gerais de 2026. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou novas resoluções que definem o calendário eleitoral e estabelecem regras inéditas para o uso de inteligência artificial nas campanhas.

A decisão surge em meio ao crescimento exponencial das tecnologias capazes de gerar imagens, vídeos e áudios manipulados digitalmente. O avanço dessas ferramentas tem levantado preocupações em diversos países, especialmente pelo potencial de disseminação de conteúdos falsos durante processos eleitorais.

Entre as principais medidas adotadas está a obrigatoriedade de identificação de conteúdos produzidos com inteligência artificial. Materiais manipulados digitalmente deverão informar claramente ao eleitor que foram gerados por meio de tecnologia artificial, buscando evitar confusão ou manipulação da opinião pública.

O tribunal também reforçou mecanismos de combate às chamadas “deepfakes”, vídeos falsificados capazes de simular falas e comportamentos de candidatos. A preocupação é evitar que a tecnologia seja utilizada como instrumento de desinformação e ataque político.

Especialistas em direito eleitoral avaliam que as novas normas representam um avanço importante para a integridade do processo democrático. O desafio, no entanto, será garantir a fiscalização efetiva em um ambiente digital cada vez mais complexo e descentralizado.

Com as regras definidas e o calendário eleitoral aprovado, partidos políticos e possíveis candidatos já começam a se movimentar nos bastidores. Embora as eleições ainda estejam distantes, a corrida política de 2026 começa, na prática, a ganhar forma.