Automação no Sabin reduz uso de tubos e fortalece sustentabilidade no diagnóstico laboratorial

Da Redação

Primeiro ano do NTO 4.0 mostra que inovação tecnológica também pode gerar ganhos ambientais, melhorar a experiência do paciente e tornar a operação laboratorial mais eficiente.

A implantação do NTO 4.0 pelo Grupo Sabin, em parceria com a Roche Diagnóstica, não trouxe apenas ganhos de produtividade. Um ano após o início da operação da nova plataforma tecnológica em Brasília, os resultados apontam também avanços importantes em sustentabilidade, eficiência no uso de insumos e melhoria da experiência do paciente.

Com investimento de R$ 90 milhões, o complexo laboratorial foi modernizado para integrar processos antes realizados em etapas mais fragmentadas. A automação passou a conectar desde a triagem das amostras até a fase pós-analítica, com equipamentos de nova geração e sistemas capazes de movimentar tubos em circuito fechado.

Um dos principais impactos ambientais foi a redução de 19% no número de tubos utilizados por teste. Além disso, o novo fluxo permitiu aumento de 22% no número de exames realizados por coleta, o que representa menos necessidade de material, menor geração de resíduos e mais conforto para o paciente.

A mudança é estratégica em um setor que precisa equilibrar alta demanda, segurança diagnóstica e responsabilidade ambiental. Ao ampliar a capacidade de processamento sem aumentar o espaço físico, o Sabin também conseguiu tornar sua operação mais sustentável do ponto de vista estrutural e produtivo.

A tecnologia implantada inclui a CCM Vertical, primeira esteira vertical da Roche Diagnóstica na América Latina. O equipamento transporta as amostras por passarelas aéreas, reduzindo manuseios, organizando o fluxo interno e contribuindo para maior precisão nos processos laboratoriais.

O projeto foi planejado ao longo de dois anos e envolveu mais de 80 especialistas nas fases de planejamento e implantação. A solução foi personalizada para a sede do Grupo Sabin, que atua com outros 29 Núcleos Técnicos Operacionais e Núcleos Técnicos Hospitalares em diferentes regiões do Brasil.

Para a presidente-executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla, os ganhos do NTO 4.0 estão alinhados ao planejamento estratégico da companhia, especialmente pela combinação entre eficiência laboratorial, qualidade dos resultados e responsabilidade ambiental. A executiva destacou que a redução no tempo de liberação dos exames fortalece a confiança da comunidade médica e amplia a entrega de valor aos clientes.

Na avaliação da Roche Diagnóstica, a automação representa um avanço para toda a cadeia de valor. Além de oferecer mais segurança ao paciente, o novo modelo contribui para fluxos de trabalho mais eficientes e para uma rotina operacional mais moderna dentro do laboratório.

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