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Rodrigo Delmasso fala sobre a comissão da vacina

Por Redação

Nesta semana foi formada uma Comissão Especial destinada a acompanhar e a fiscalizar o plano de vacinação contra o novo coronavírus, o deputado Fabio Felix (PSOL) foi eleito, nesta quarta-feira (13), presidente da Comissão da Vacina. Como vice-presidente, foi escolhido o deputado Jorge Vianna (Podemos) e o deputado Delmasso (Republicanos) foi designado relator do colegiado.

O relator Rodrigo Delmasso falou com a redação do Doa a Quem Doer nesta quinta-feira e relatou alguns pontos sobre os trabalhos da comissão.

Deputado qual a preocupação da comissão em relação a quantidade de doses que Df pode receber para imunizar a população?

“A quantidade é preocupante pois aquilo que foi “reservado” para o DF pelo Ministério da Saúde não nos proporcionará uma saída do Estado de Pandemia, segundo critérios da OMS. Se somarmos as pessoas citadas mais as que serão vacinadas chegaremos somente a 17%, para que se declare a saída da pandemia é necessário que alcancemos 70% de imunizados”.

A Comissão quer que o GDF tenha autonomia em relação ao Ministério da Saúde pra poder vacinar a sua população?

“Não é autonomia, até porque a Lei do SUS não permite isso. Mas o que queremos e buscar alternativas para aumentar a quantidade de imunizados”.

O Deputados vão pedir prioridade para serem imunizados?

“De jeito nenhum! Isso seria imoral!!! Eu mesmo, que faço parte do grupo de risco, pois tenho asma, não vou usar a minha comorbidade para ser vacinado primeiro do que o povo. A população em primeiro lugar”!

Como fazer com que a população receba de forma precisa as informações sobre a vacina?

“A CLDF está estudando campanhas publicitárias com o objetivo de combatermos as desinformações e fake News”.

Lava Jato aproxima PT de Bolsonaro

Por Matheus Leitão

Ao menos no Senado, o presidente de extrema-direita e o partido mais importante da esquerda brasileira têm o mesmo candidato e ideias em comum

A operação Lava Jato, iniciada em 2014, gerou amor e ódio, dividiu o Brasil entre prós e contras, e conseguiu agora uma nova proeza: unir o PT ao presidente Jair Bolsonaro. Pelo menos no Senado.

Desde que o presidente se afastou do discurso de combate à corrupção, tentou esvaziar Sergio Moro até fazê-lo pedir demissão e se aproximou do Centrão, caracterizado por se enrolar com a Justiça, o PT já sinalizou que aprova (ao menos) esse ponto da trajetória de Bolsonaro.

Além do interesse político de manter algumas comissões no Senado, o PT resolveu apoiar o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato de Bolsonaro à presidência da Casa, porque outros não terão o mesmo compromisso anti-Lava Jato.

O PT não quis apoiar, por exemplo, um dos nomes do MDB, a maior bancada do Senado. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) é próxima do grupo Muda Senado, justamente a favor da Lava Jato.

Durante a eleição, Bolsonaro surfou na onda da operação para conseguir ser eleito presidente. Era previsível, contudo, que se afastaria quando não fosse mais do seu interesse. O presidente é um bicho político oportunista nato.

É como o comensalismo, relação oportunista que ocorre entre indivíduos de espécies diferentes na natureza. Os tubarões e as rêmoras, que usam o peixe grande para sobreviver, são conhecidos por isso, por exemplo.

Na política também é assim. O PT não faz diferente de Bolsonaro para se manter ativo no Senado, mesmo que, para isso, tenha que se juntar a aquilo que diz mais combater: Rodrigo Pacheco é contra a Lava Jato e a Simone Tebet a favor. O PT vai sempre apoiar quem é contra a operação, ainda que o Bolsonaro se beneficie disso.

Fonte: Veja

Voluntariado da CLDF vai plantar 500 mudas do cerrado em parque do Lago Norte nesta sexta-feira (15)

Por Denise Caputo

Araçá do campo, angico, urucum e ipês estão entre as espécies a serem plantadas no Parque Ecológico do Lago Norte nesta sexta-feira (15). Segunda ação de reflorestamento promovida pelo Comitê de Voluntariado Ambiental da Câmara Legislativa, o plantio de 500 mudas do cerrado naquela unidade de conservação vai acontecer a partir das 9h30 e está aberto a todos que quiserem participar.

A iniciativa – fruto de parceria com a Novacap e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) – pretende engajar o maior número de pessoas na luta contra o desmatamento e em favor da preservação ambiental, conforme salienta a presidente do comitê executivo do programa de voluntariado da CLDF, Rafaela Abrantes. Segundo ela, para a ação no Lago Norte, a Administração Regional e os gestores do parque também estão mobilizando voluntários. 

Em dezembro, o Parque Ezechias Heringer, no Guará, recebeu esse mutirão de plantio de mudas nativas do cerrado. Rafaela Abrantes estima que a ação tenha contado com o envolvimento de cerca de 60 voluntários. Mobilizações semelhantes ainda serão realizadas no Parque Bernardo Sayão, no Lago Sul, em fevereiro; e no Três Meninas, em Samambaia, em março. “A ideia é aproveitar o período de chuvas para realizar os plantios”, explica Abrantes.

Parque do Lago Norte

Localizado no Setor de Habitações Individuais Norte (SHIN) QL 2, próximo à ponte do Bragueto, o Parque Ecológico do Lago Norte é bastante frequentado para a prática de caminhada e esportes náuticos. A unidade abriga nascentes e contribui para a conservação da Zona de Preservação da Vida Silvestre (ZPVS) do Lago Paranoá.

Voluntariado
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Criado em 12 de novembro de 2020, o Comitê de Voluntariado Ambiental da Câmara Legislativa trabalha por meio do engajamento voluntário de servidores da Casa e de outros membros da sociedade civil. O programa visa a promover medidas para recuperar áreas degradadas, com a sua revegetação com espécies nativas e exóticas, conforme definições técnicas dos órgãos competentes; estimular o plantio de árvores nativas, além de realizar debates e palestras voltados para a educação ambiental. A atuação do voluntariado envolve, ainda, parcerias com entidades públicas e privadas.


​​​​​​​Foto: Bruno Sodré/CLDF
Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

Eleito presidente da Comissão da Vacina, Fábio Felix diz que desafios são garantir imunizante e combater desinformação

Por Marco Túlio Alencar

O deputado Fábio Felix (PSOL) – autor da proposta de criação no âmbito da CLDF de uma Comissão Especial destinada a acompanhar e a fiscalizar o plano de vacinação contra o novo coronavírus – foi eleito, nesta quarta-feira (13), presidente da Comissão da Vacina. Como vice-presidente, foi escolhido o deputado Jorge Vianna (Podemos) e o deputado Delmasso (Republicanos) foi designado relator do colegiado. Para Felix – que agendou a primeira reunião do grupo para segunda-feira (18) e sugeriu um encontro, na próxima semana, da comissão com o corpo técnico da Secretaria de Saúde –, os principais desafios serão: garantir o acesso de todos ao imunizante e combater a desinformação.

Ao agradecer aos colegas pela condução à presidência, Fábio Felix disse que 2021 “está sendo marcado pela esperança, com a chegada do imunizante, mas, infelizmente, enquanto cerca de 50 países estão em plena campanha, a população do DF e a brasileira não têm vacina disponível”. O parlamentar ratificou a urgência do processo lembrando as mais de 200 mil vidas perdidas para a Covid-19 e os impactos econômicos “gigantescos” devido à pandemia. “Por isso, temos de ser diligentes e conhecer de perto e com transparência o plano elaborado pelo GDF”, afirmou. Também chamou a atenção para a “necessidade da divulgação de informações corretas, que venham da ciência, em tempo de tanta notícias falsas”.

Por sua vez, o deputado Jorge Vianna, que é servidor da área de saúde, propôs que o lema da comissão seja “salvar vidas”. “Temos de atuar com responsabilidade e nos somarmos à mobilização a favor da campanha de vacinação”, observou. Na análise do distrital, há muitas dúvidas em torno do plano local de imunização, contudo, avaliou que a Comissão da Vacina “demonstra à sociedade o engajamento da Câmara Legislativa na questão”. Para ele, a Casa deverá participar do processo, ajudar e contribuir e, se necessário, o colegiado deve bater à porta do Ministério da Saúde para garantir as doses em número suficiente à população do Distrito Federal.

Sair da pandemia

O relator da comissão, deputado Delmasso, acrescentou uma preocupação ao debate. Considerando o envio de 400 mil doses da vacina, segundo aventado pelo ministério, e acrescentando o número de brasilienses que já tiveram Covid-19 e foram curados – “supondo que estes estejam imunizados” –, o índice chegaria a apenas 16% da população do DF, longe dos 70% estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o mínimo de vacinados para que uma localidade seja declarada “fora da pandemia”. E, mesmo argumentando que a vacinação deve ser um ato voluntário, o distrital defendeu que o GDF e a CLDF se envolvam na campanha para que as pessoas sejam imunizadas. “Essa é a única arma que temos para sair da pandemia e ninguém aguenta mais tantas restrições, embora ainda sejam necessárias”, declarou.

O deputado João Cardoso (Avante), que é membro titular do colegiado, salientou o fato de o Legislativo local “suspender o recesso parlamentar para trabalhar diretamente no acompanhamento da vacinação”. Também disse ser necessário “não politizar a questão”, destacando que a comissão tem um caráter humanitário:  “Vamos trabalhar pelo próximo”. Enquanto a deputada Júlia Lucy (Novo), suplente, alertou o grupo para a pluralidade de opiniões da sociedade: “Conheço quem não vai querer tomar a vacina e teremos que lidar com isso”. Para a parlamentar, um dos objetivos do colegiado será “esmiuçar os dados e transmiti-los à população”. Ela ainda demonstrou preocupação com matérias legislativas que venham condicionar o acesso a direitos à imunização, pois, levando em conta as condições atuais, “não haverá vacina para todos de forma rápida”.

Ao encerrar a reunião extraordinária realizada por videoconferência, o deputado Fábio Felix condenou a condução pelo governo federal da crise de saúde gerada pela pandemia. “Será que o Distrito Federal pode confiar na gestão do Ministério da Saúde para garantir vacinar toda a população, evitar mais mortes pela Covid-19 e sair da pandemia”, indagou. O parlamentar ainda insistiu na necessidade de enfrentar a “campanha difamatória e de baixo nível contra a vacina e a ciência”.

Imagem: Reprodução/TV Web CLDF
Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

Aos 71 anos, morre Maguito Vilela, prefeito eleito de Goiânia

Por Toni Duarte

Morreu na madrugada desta quarta-feira, aos 71 anos, o prefeito eleito de Goiânia, Maguito Vilela (MDB), após um longo período de internação no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, por causa da covid-19. Ele será ser sepultado em Jataí, sua terra natal.

A informação sobre a morte foi confirmada na página oficial do político em uma rede social.

Ele estava licenciado desde a posse, no dia 1º de janeiro, e quem está no comando da capital goiana é o vice-prefeito eleito, Rogério Cruz (Republicanos).

Segundo sua assessoria, ele lutava contra uma infecção pulmonar diagnosticada na semana passada. De acordo com o hospital, o emedebista morreu às 4h10.

“A família está providenciando o traslado do corpo de São Paulo para Goiás e ele deve ser sepultado em Jataí, sua terra natal. Assim que tivermos mais informações repassaremos”, informou a nota.

O último boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, ontem, informava que Maguito Vilela estava sedado para o tratamento de infecção pulmonar grave. Duas irmãs dele — Nelma, 76, e Nelita, 82 — morreram em agosto, vítimas da covid-19.

Maguito cumpriu sua agenda de campanha no 1º turno da eleição em Goiânia até que, em 19 de outubro, foi diagnosticado com covid-19.

Depois de internado na UTI de um hospital da cidade no dia 26 daquele mês, foi transferido às pressas para o hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde foi intubado duas vezes.

Mesmo internado, Maguito foi eleito no segundo turno em Goiânia com 277.497 dos votos (52,60% dos votos válidos), contra 250.036 de seu rival, Vanderlan Cardoso (47,40%).

Ele foi diplomado ao cargo em dezembro, mas se licenciou após tomar posse por meio de assinatura eletrônica no dia 1º de janeiro, e Rogério Cruz assumiu o cargo de prefeito.

Fonte: RadarDF

HRSam tem pronto-socorro exclusivo para Covid-19

Emergência obstétrica e cirurgia-geral mantém atendimento normal a pacientes sem o coronavírus

O atendimento emergencial de clínica médica do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) agora é exclusivo para pacientes com coronavírus. Com 25 leitos de enfermaria Covid-19, 20 de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e quatro de UCI (Unidade de Cuidado Intermediário), o HRSam recebe tais pacientes depois que eles deixam as unidades básicas de saúde (UBSs) e as unidades de pronto atendimento (UPAs), que são responsáveis pelos primeiros diagnósticos. A medida faz parte do Plano de Mobilização de Leitos divulgado pela Secretaria de Saúde em 30 de dezembro.

1.044 pacientesde Covid-19 já foram curados no HRSam

A mudança no perfil de atendimento do HRSam ocorreu, de acordo com o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Petrus Sanchez, porque Samambaia é uma região de alta densidade populacional. “Desse modo, decidimos que a região oferecesse um suporte exclusivo de atendimento para Covid-19 na emergência de clínica médica”, explica o gestor.

A mobilização na unidade começou, ainda em dezembro, nas estruturas de UTI. Em 18 de dezembro, dez leitos passaram a atender somente pacientes com Covid-19. Tal mudança iniciou a primeira fase de ativação desses leitos, que foi concluída em 27 de dezembro a partir da colocação de outros dez em funcionamento.

Emergência de clínica médica do HRSam garante o serviço adequado para atender pacientes com coronavírus | Foto: Breno Esaki / Agência Saúde

Os leitos do pronto-socorro de clínica médica começaram a ser mobilizados em 22 de dezembro. Já os da enfermaria de clínica médica foram ativados no dia 3 de janeiro.

“A equipe do HRSam está mais preparada para enfrentar os desafios. Estamos nos dedicando a consolidar os fluxos já estabelecidos e nos empenhando em garantir os insumos necessários para uma melhor assistência aos pacientes”, afirma o  diretor do HRSam, Ruiter Arantes.

Atendimento de emergência

A emergência obstétrica e o serviço de cirurgia geral do HRSam continuam atendendo pacientes com ou sem coronavírus. Todos são classificados e, em caso de suspeita de infecção pelo novo vírus, tais pacientes são isolados. Na emergência de clínica médica também há um espaço para que pacientes que não testaram positivo para Covid-19 fiquem isolados até que sejam selecionados para atendimento em outra unidade da rede pública.

UTI do HRSam conta com 20 leitos exclusivos para pacientes com Covid-19 | Foto: Breno Esaki / Agência Saúde

Para o HRSam estão previstos 27 leitos de UTI, dos quais sete dependem de contratação de recursos humanos para funcionar. A ativação desse serviço pode ocorrer em caso de necessidade, a partir da fase de ativação de leitos Covid-19.

O HRSam também possui quatro leitos de UCI e terá outros oito para atender pacientes com coronavírus.

HRSam em números

O Hospital Regional de Samambaia atende pacientes com Covid-19 na enfermaria e na UTI desde junho de 2020. Até o dia 2 de janeiro deste ano já foram notificados na unidade 2.868 casos suspeitos de Covid-19, dos quais 1.178 confirmados.

Do total de casos notificados, 1.115 necessitaram de internação, 1.044 resultaram em cura e 95 evoluíram para óbito.

* Com informações da Secretaria de Saúde

No HRC, força-tarefa operou 17 pessoas em dois dias

Meta da equipe do Hospital Regional de Ceilândia é alcançar o número de até 30 cirurgias extras por mês

Nos primeiros dois dias deste ano de força-tarefa de cirurgias ortopédicas (8 e 9 deste mês), o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) executou 17 cirurgias da especialidade, beneficiando pacientes internados. A direção do HRC tem como meta aumentar a produtividade mensal, fazendo até 30 cirurgias extras, além daquelas já previstas.

O hospital possui um centro de trauma que absorve toda a demanda de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia, cidades que integram a Região de Saúde Oeste, além de atender outras localidades do entorno do Distrito Federal. Tal estrutura torna a unidade referência nesse tipo de atendimento para essas regiões.

Segundo a gerente de Assistência Cirúrgica do HRC, Thalita Ribeiro Epstein, o ano de 2020 foi positivo para a unidade. “Mantivemos o andamento dos procedimentos cirúrgicos dentro das determinações da SES [Secretaria de Saúde] e conseguimos otimizar a equipe e o centro cirúrgico para tirar o máximo proveito das oportunidades de realizar os procedimentos”, explica.

Thalita destaca o empenho das equipes do HRC para conseguir aumentar a produtividade: “Gostaria de exaltar os nossos médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, que têm se dedicado imensamente, o que possibilitou até que superássemos o número de cirurgias realizadas em comparação aos anos anteriores, mesmo diante das adversidades que a pandemia [de Covid-19] nos trouxe”.

Produtividade

Em outubro de 2020, foram registradas no hospital 318 cirurgias, entre ortopédicas, ginecológicas e procedimentos gerais. Em novembro, foram 282 cirurgias; e em dezembro, 304.

Ao longo do ano passado, mesmo com as restrições devido à pandemia de Covid-19, o HRC promoveu mutirões de cirurgias ortopédicas. Em outubro o hospital conseguiu operar 196 pacientes da ortopedia – quantidade que representou na época um aumento de 21% em relação ao mesmo mês em 2019, quando foram feitas 162 cirurgias desse tipo.

Os dados de cirurgias feitas pela equipe de ortopedia apontam aumento dos procedimentos comparando o mês de dezembro de 2020 com o mesmo mês de dois anos anteriores. No último mês de 2017, a unidade operou 98 pacientes; no ano seguinte, foram 135 cirurgias, e no ano passado, 186.

Com informações da SES

ANTT transfere ao GDF linhas de ônibus do Entorno

Acordo celebrado com a ANTT delega ao Executivo Local a gestão, regulação e fiscalização do serviço interestadual nos 33 municípios da Ride

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) delegou ao Governo do Distrito Federal (GDF) a responsabilidade pela gestão, regulação e fiscalização do serviço de transporte rodoviário interestadual semiurbano coletivo de passageiros entre o Distrito Federal e os 33 municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).

extrato do Convênio de Delegação nº 001/2020 foi publicado na sexta-feira (8) no Diário Oficial da União e envolve a locomoção de aproximadamente dois milhões de pessoas. Com o acordo, o GDF recebe poderes para integrar o transporte semiurbano com os sistemas de transporte locais e do DF, elaborar estudos, licitar novas bacias, acompanhar a prestação dos serviços e promover ajustes, quando necessários, além de definir políticas tarifárias e a fiscalizar as empresas.

Grupo de trabalho

O próximo passo da delegação é a criação de um grupo de trabalho entre a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), a ANTT e representantes dos executivos municipais das cidades para a continuidade da transição.

“Nesse grupo de trabalho serão definidos em quantos lotes serão feitas as licitações, quais lotes atenderão quais cidades, o número de passageiros previsto, a integração com o transporte de Brasília para evitar a duplicidade de linhas, autorização para os ônibus aproveitarem as faixas exclusivas e faixas do BRT”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro.

Ele também ressalta que o acordo também tornará a promoção de políticas públicas de maneira mais otimizada, além de trazer mais benefícios para o trânsito do DF. “Teremos agora um órgão gestor para integrar dois sistemas. Não tínhamos antes essa vinculação, agora será mais fácil fazer a interligação”, afirma o secretário.

A ANTT continua como órgão gestor até o grupo de trabalho finalizar a transição que se inicia com a assinatura do convênio.

Confira a lista de municípios da Ride

Goiás: Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Alto Paraíso de Goiás, Alvorada do Norte, Barro Alto, Cabeceiras, Cavalcante, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Flores de Goiás, Formosa, Goianésia, Luziânia, Mimoso de Goiás, Niquelândia, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, São João d’Aliança, Simolândia, Valparaíso de Goiás, Vila Boa e Vila Propício

Minas Gerais: Arinos, Buritis, Cabeceira Grande e Unaí

* Com informações da ANTT

Fonte: Agência Brasília

Líderes têm cinco dias para indicar integrantes de Comissão da Vacina

Por Marco Túlio Alencar

Dentro de até cinco dias, a contar desta segunda-feira (11), blocos partidários formados no âmbito da CLDF terão de indicar os parlamentares que comporão a Comissão Especial destinada a acompanhar e fiscalizar a o plano de vacinação contra o novo Coronavírus – Covid-19, elaborado pela Secretaria de Saúde do DF. Hoje foi publicado no Diário da Câmara Legislativa o ato definindo as agremiações que poderão integrar o colegiado, criado no dia 10 de dezembro passado, com a aprovação do Requerimento nº 2.045/2020, de autoria do deputado Fábio Felix (Psol). Na última sexta-feira (8), o vice-presidente Rodrigo Delmasso (Republicanos), no exercício da presidência da Casa, assinou o documento determinado a formação da comissão.

Cada bloco a seguir terá um lugar no grupo. Os líderes das bancadas apresentarão os nomes do distrital titular e do suplente para fazer parte da comissão fiscalizadora: “Brasília em Evolução” (Avante, PSB, PTC e Novo);  “DF Acima de Tudo” (Republicanos, PP e Pros); “Democrático Social” (MDB, PSD e PSC); “União pelo Distrito Federal” (PTB; Podemos e PL); “Democracia e Resistência” (PT e Psol). A intenção é que as atividades se iniciem imediatamente após a constituição do colegiado.

Segundo o deputado Fábio Felix, o acompanhamento do plano local de vacinação contra o novo coronavírus e a fiscalização das ações do Governo do Distrito Federal são urgentes devido, entre outros motivos, ao atraso no planejamento. No pedido para a criação da comissão especial – também assinado por Chico Vigilante (PT), Reginaldo Veras (PDT), Martins Machado (Republicanos), Delmasso (Republicanos), Agaciel Maia (PL), Jaqueline Silva (PTB) e Leandro Grass (Rede) –, os parlamentares já haviam demonstrado preocupação com a “demora” do GDF.


​​​​​​​Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

Atenção! Sinais de alerta em Vicente Pires

Demarcações horizontais, como faixas de pedestres, “tartarugas” e pinturas em quebra-molas, continuarão sendo feitas na cidade nos próximos dias

O desenho das ruas 3 e 4 de Vicente Pires, principais vias da cidade, está diferente, bem mudado e para melhor. Foi o que notou, logo que passou pelas áreas, o representante comercial, Eduardo Indalécio, 52 anos. Já algum tempo com asfalto novo, estacionamentos e meios-fios assentados, a região agora conta com sinalizações horizontais importantes que vão ajudar, e muito, os moradores, comerciantes e visitantes a transitarem com segurança pela Região Administrativa (RA).

“Por conta do meu trabalho, venho muito à cidade e foi a primeira coisa que notei, uma surpresa, ficou muito bom, bem mais seguro para quem anda por aqui”, comenta o profissional, que circula muito pela cidade de moto. “Antes, aqui, era muito perigoso, sempre tinham acidentem, as faixas de segurança dão sentido para os motoristas circularem”, avalia.

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Os trabalhos de pintura das sinalizações no local começaram no primeiro dia útil do ano – 4 de janeiro. Na Rua 4, uma das mais movimentadas da cidade, foram pintadas faixas contínuas duplas, rotatórias e marcações de estacionamentos. Já na Rua 3, foram instaladas “tartaruguinhas” e feita a pintura dos quebra-molas. O serviço continua na Rua 8.

Nos próximos dias serão pintadas faixas de pedestres e instalados quebra-molas em outra extensão da Rua 3, além das transversais, 3A, 3B e 3C. A meta é continuar com essas ações nesse início de ano onde as ruas já foram alargadas e os estacionamentos feitos. O restante das pinturas horizontais será colocado no fim das obras.

“É a melhor sinalização para pedestres, motoristas e comerciantes da cidade”, observa o administrador interino da RA, Admilson Teixeira. “Após a finalização das obras nesse ano, vamos continuar com as pinturas”, garante.

Vendedora de um dos comércios localizado no começo da Rua 3, Jacqueline Motta, 32 anos, acompanhou atenta as pinturas no local. Há dois anos trabalhando na região, acredita que as sinalizações vão melhorar o fluxo de carros pelo local. “Por aqui passam muitos veículos diariamente, o trânsito é intenso e sempre acontece acidente”, relata. “Imagino que, com essas sinalizações, os motoristas vão respeitar mais o trânsito”, torce.