Uma plantação com aproximadamente 48.000 pés de maconha foi erradicada e incinerada na manhã de ontem, quarta-feira (10), na localidade de Baixa Branca zona rural da cidade de João Dourado. Um dos responsáveis pelo plantio identificado como V.C.G foi preso em flagrante na “Operação Catingueiro”.
A erva que era cultivada no povoado, só foi descoberta após quatro meses de investigações realizadas pelas Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes e Delegacia Territorial de Irecê.
Três Equipes do SI da Coordenadoria Territorial juntamente com os policiais das cidades de João Dourado, Morro do Chapéu e Cafarnaum estiveram no local. Uma amostra foi apresentada na Delegacia Territorial (DT) da cidade, para a formalização do fato criminoso. A Polícia Civil continuará com as investigações com o objetivo de efetuar mais prisões.
A droga está avaliada em R$32.000.000.00 (trinta e dois milhões de reais).
Comitiva goiana, composta por Caiado, prefeito Rogério Cruz, representantes do legislativo e do setor empresarial, se reúne com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. “Discutimos, de forma conjunta e suprapartidária, os interesses que são de relevância para a população”, destaca governador
O governador Ronaldo Caiado foi a Brasília, nesta quarta-feira (10/2), para discutir com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, medidas que possam agilizar a conclusão do Anel Viário de Goiânia. “É algo que a capital anseia há muito tempo e que vai abrir uma expectativa nova de desenvolvimento”, afirmou Caiado no encontro, que também teve a participação, presencial ou por videoconferência, de senadores, deputados, representantes do setor empresarial e outras autoridades.
Depois de fazer um retrospecto do projeto, que se arrasta por 25 anos e carece de um desfecho para dar fluidez ao trânsito, o governador disse que Goiás mostra unidade ao somar forças das classes política e empresarial na busca por soluções de problemas que afetam os goianos. “Discutimos, de forma conjunta e suprapartidária, os interesses que são de relevância para a população”, reconheceu.
Uma preocupação apresentada envolve a possibilidade de substituição da Concebra, empresa vencedora da licitação de um trecho da BR-153, mas que não tem cumprido as cláusulas previstas no edital. “Não tem sentido que ela queira continuar dando um prejuízo enorme a toda sociedade”, pontuou Caiado. Em resposta, o ministro falou do cuidado que o governo federal está aplicando na modelagem de novas concessões, justamente para evitar o imbróglio percebido no Anel Viário de Goiânia. “A concessionária já não tem mais condição de oferecer o serviço. Entendo que o projeto está encaminhado, a gente está estudando a modelagem da relicitação”, afirmou.
Ainda sobre o projeto, Caiado falou da necessidade de incluir um arco na BR-060, de aproximadamente 65 quilômetros, para desviar o trânsito da BR-153 até voltar a ela novamente, sem que os veículos tenham de passar pelos perímetros urbanos de Aparecida de Goiânia e da capital. “O fluxo muito pesado naquela região, e localidades circunvizinhas, provoca sobrecarga enorme, até no transporte coletivo. As pessoas pegam engarrafamentos de horas. Isso cria dificuldade para o crescimento organizado da capital.”
O prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, destacou que a conclusão do Anel Viário representa uma solução para vários problemas, especialmente no perímetro urbano da BR-153. “Muitas vidas foram ceifadas [naquele trecho] e gostaríamos muito de ter esse pedido atendido o mais breve possível”, solicitou. Ele reconheceu o apoio da bancada federal, que tem dado atenção às demandas da capital, e do governador. “Ele nos fortalece em Goiânia”, afirmou. Já o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Lissauer Vieira, salientou que a união de esforços “permitirá alavancar esse projeto e fazer com que vire realidade nos próximos anos.”
O senador Vanderlan Cardoso, que articulou a reunião, mencionou o interesse em comum da bancada parlamentar, governo do Estado, prefeituras, Assembleia Legislativa e Câmara de Vereadores em resolver a questão do Anel Viário de Goiânia. Ele ainda depositou confiança no ministro, no sentido de “dar uma solução” à demanda apresentada no encontro. “Essa sua credibilidade está resolvendo gargalos em estradas e ferrovias, como foi com a Norte-Sul”, frisou.
Freitas classificou a reunião como um encontro de “muito significado”. Lembrou que logo no início de 2019, em uma das primeiras audiências com Caiado, foi alertado sobre a situação crítica e de abandono da malha federal em Goiás. “Nós vimos, naquela oportunidade, alguns investimentos que estavam previstos e não teriam condições de execução, em função do estágio dos projetos. No entanto, tinha uma previsão orçamentária. Pedimos socorro e a bancada prontamente nos atendeu”, detalhou. Isso permitiu, ainda conforme o ministro, executar obras de recuperação emergenciais.
Ao fim, Caiado apostou no avanço na obra, uma vez que o governo federal tem conseguido resultados na área de infraestrutura, o que não se via há 30 anos. Citou, entre os exemplos, o bom andamento de projetos ferroviários no Estado, como a construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), entre Mara Rosa e Água Boa (MT), e a implementação de um Centro de Excelência de Tecnologia Ferroviária, em Anápolis. “Vossa excelência assumiu essa luta em favor de Goiás, uma região com potencial ímpar, e diagnosticou isso com muita precisão, com o conhecimento amplo que tem da realidade do Estado”, disse ao ministro.
Estiveram presentes o secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio; a secretária de Fomento Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa; o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o general Santos Filho; o diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, Lucas Vissotto. Ainda o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel; presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio), Marcelo Baiocchi; presidente do Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias de Goiás (Secovi-GO), Ioav Blanche; o vice-presidente executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Afonso Ferreira; os deputados federais Flávia Morais, Adriano do Baldy, Elias Vaz, Francisco Jr, João Campos, José Mário Schreiner, Waldir Soares, José Nelto e Lucas Virgílio.
Por videoconferência, participaram os deputados federais Magda Mofatto e Zacharias Calil; o senador Luiz do Carmo; o ex-deputado federal Pedro Chaves, e os vereadores por Goiânia, Romário Policarpo e Sabrina Garcês.
Legenda: Governador Ronaldo Caiado, ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, prefeito da capital, Rogério Cruz, representantes do legislativo e do setor empresarial em reunião para discutir conclusão do Anel Viário de Goiânia: “É algo que vai abrir uma expectativa nova de desenvolvimento”
Ação do Governo de Goiás vai beneficiar destinos turísticos da região, como municípios de Alexânia, Abadiânia e Corumbá de Goiás. Presidente Pedro Sales também cumpriu agenda no Vale do São Patrício e Norte do Estado com vistoria de obras rodoviárias, do hospital regional e do aeródromo de Uruaçu
O presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Pedro Sales autorizou, nesta quarta-feira (10/02), o início da obra de recapeamento asfáltico da GO-338, no trecho entre Pirenópolis e Posse D´Abadia. A cerimônia foi realizada simbolicamente no Trevo de Planalmira e, em seguida, na Câmara Municipal de Abadiânia.
A ação do Governo de Goiás irá beneficiar importantes destinos turísticos da região, como os municípios de Alexânia, Abadiânia, Pirenópolis e Corumbá de Goiás. “Esta obra faz parte do pacote que nós chamamos de joias turísticas goianas”, citou Pedro Sales. Ele rememorou as intervenções na GO-118 e GO-239, na região de Alto Paraíso e na Chapada dos Veadeiros, e na GO-139, entre Caldas Nova e Rio Quente.
“Vou repetir o que o governador Ronaldo Caiado sempre fala. Estamos devolvendo Goiás aos goianos. Falo isto porque o início destas obras faz parte do contexto em devolver esta infraestrutura para o povo desta região”, afirmou Sales.
Já o prefeito de Pirenópolis, Nivaldo Melo, reforçou a qualidade do trabalho de recapeamento realizado pela Goinfra e enalteceu a importância da rodovia para o turismo da região e para os moradores. “Toda esta ação dá tranquilidade para que as pessoas possam empreender em Abadiânia, Pirenópolis e região, e saber que terão segurança e conforto nas rodovias”, celebrou.
Em discurso, o prefeito também lembrou o respaldo e coordenação do governador Ronaldo Caiado e do presidente Pedro Sales com as demandas de Pirenópolis, “principalmente na questão da restauração das principais rodovias que ligam esta região turística”.
Vale do São Patrício e Norte Goiano Pedro Sales também cumpriu uma extensa agenda no Vale do São Patrício e no Norte do Estado na terça-feira (09/02), para vistoriar ações do Governo de Goiás na GO-460, em São Patrício, na GO-334, em Carmo do Rio Verde, e na GO-338, em São Luiz do Norte. Ele esteve acompanhado do corpo técnico de engenheiros da agência.
Em Uruaçu, houve ainda a vistoria das obras do Hospital Geral e Maternidade (Hemu), dos trabalhos de manutenção na pista da GO-237, entre o entroncamento da GO-080 ao inicio do perímetro urbano do município, e dos serviços de manutenção do aeródromo local.
Legenda: Em reunião na Câmara de Vereadores, presidente da Goinfra, Pedro Sales, autorizou início da obra de recapeamento asfáltico da GO-338, que beneficiará cidades turísticas. Um dia antes, Sales conferiu intervenções promovidas pelo Governo de Goiás, por meio da agência, nas rodovias e municípios goianos, entre as obras visitadas está recuperação da pavimentação da GO-338, entre São Luiz do Norte e Hidrolina
Fotos: Leo Iran
Agência Goiana de Infraestrutura (Goinfra) – Governo de Goiás
Estão abertas vagas para treinamento em serviço nas áreas de ginecologia oncológica, eletrofisiologia invasiva e estimulação cardíaca; e assistência hemoterápica. Saiba como concorrer.
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) lançou, nesta quarta-feira (10), os editais dos processos seletivos para treinamento em três áreas: ginecologia oncológica; eletrofisiologia invasiva e estimulação cardíaca; e assistência hemoterápica. Os interessados podem se inscrever até domingo (14) pelo site do instituto. Os períodos das aulas variam de acordo com cada área, assim como os valores das taxas de matrícula e mensalidade.
Haverá duas vagas para eletrofisiologia invasiva e estimulação cardíaca, uma para assistência hemoterápica e outra para oncologia ginecológica. Os treinamentos ocorrerão no Hospital de Base, unidade administrada pelo Iges-DF.
Os processos seletivos são organizados pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) do instituto. “Nossa diretoria investe constantemente na formação de profissionais que atuarão na assistência de média e alta complexidade”, afirma a chefe do setor, Emanuela Rebêlo Ferraz. “O treinamento em serviço é destinado à aquisição de conhecimentos práticos e desenvolvimento de habilidades específicas, sob orientação de um profissional especialista”, acrescenta.
Ainda segundo Emanuela, a Diep pretende expandir as capacitações para áreas cada vez mais distintas. “Além de treinar nossos colaboradores, queremos sempre dar oportunidade para pessoas de fora, para termos um leque de opções.”
A gerente de Ensino do Iges-DF, Maíra Coelho, destacou que este é o terceiro ano em que o Iges-DF oferece treinamentos do tipo. “No mês passado, tivemos o início da terceira edição da capacitação para ortopedistas”, lembrou. “Os gerentes setoriais do Hospital de Base nos procuram com determinada demanda, e nós lançamos o treinamento para os perfis de profissionais que não são encontrados com facilidade no mercado.”
O Programa de Treinamento em Serviço consiste em atividades teórico-práticas de atualização e aperfeiçoamento profissional voltadas a profissionais sem vínculo com o Iges-DF.
Inscrições e etapas
Os candidatos devem preencher formulário disponível no site do Iges-DF, além de enviar por e-mail a documentação exigida e o comprovante do pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 100. O processo seletivo terá prova escrita, análise curricular e entrevista.
A Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno (ABBP) reage às críticas feitas pelos ex-presidentes do Sindicato de Jornalista do Distrito Federal, Hélio Doyle e Chico Sant’anna, aos veículos de comunicação digital, dirigidos por jornalistas independentes do Distrito Federal.
Os dois são conhecidos em Brasília por exercer militância político-partidária e fazer uso do jornalismo para promoção pessoal-financeira e de suas ideologias políticas.
Esse método é típico de uma velha política ultrapassada que dominou o país durante as últimas duas décadas.
E muitos fizeram carreira no uso desse expediente de levar recados de poderosos, atacando e manchando a honra de gente honesta e trabalhadora, como são os jornalistas-empreendedores.
Chico e Hélio deveriam aprender a respeitar a categoria de jornalistas, que um dia a representou. Mas, lamentavelmente, as jurássicas ideologias que os dominam, falam mais alto do que o respeito e a decência.
Quando a militância política se emprenha na imprensa, o jornalismo sai pela janela.
Os dois acusadores são, hoje, mais políticos e militantes, do que representantes da imprensa. Emprenhados por uma política razinza, mesquinha, antiquada e ultrapassada.
A ABBP, uma entidade fundada em 2014, que abriga médias e pequenas empresas de comunicação, devidamente qualificadas juridicamente, repudia veementemente as ilações e menções pejorativas feitas por Chico Sant’anna e Hélio Doyle contra os blogues e portais de notícias do Distrito Federal.
Ao atacar o orçamento de comunicação do governo do Distrito Federal, na tentativa de atingir pequenos empreendedores do jornalismo digital, que geram emprego e renda, Chico e Doyle atacam também todos os veículos de comunicação, as agências de publicidades e centenas de profissionais entre os quais, muitos jornalistas, que sobrevivem dos recursos que giram no mercado publicitário.
Os portais de notícias ligados a ABBP são médias e pequenas empresas de comunicação que dominam o jornalismo digital, geram emprego, renda e pagam seus impostos.
Os portais são dirigidos por jornalistas empreendedores que contratam outros jornalistas, desenvolvedores e investem em novas tecnologias que os credenciam como veículos de comunicação de massa com visibilidade no mercado publicitário.
A ABBP defende um segmento respaldado pela Lei Orgânica do Distrito Federal que obriga, desde 2013, as empresas públicas do DF destinarem, no mínimo, 10% do seu orçamento anual da comunicação às mídias alternativas.
Apesar de a lei ser de 2013, Hélio Doyle, como secretário de comunicação (2015/2017) do governo Rollemberg (PSB), a ignorou bem como a força da blogosfera política do DF. Resultado: Rollemberg perdeu o Buriti para Ibaneis em 2018.
Não apenas o governo do Distrito Federal, mas a maioria dos governos estaduais, anunciam em portais de notícias da internet, por terem a real convicção que os seus produtos e serviços chegarão com mais abrangência ao público do que qualquer anúncio em outros meios de comunicação.
Os órgãos de controles como Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e Ministério Público de Contas (MPC) tem orientando as empresas públicas do DF a contratar os portais de notícias, principalmente neste período de pandemia provocado pelo novo coronavírus.
Por fim, é preciso saber quem é o ventrículo que embala os dois bonecos que tentam apequenar ou silenciar a mídia alternativa do Distrito Federal. O jornalismo do achaque é coisa do passado.
Segundo dados da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) foram registradas 2.774 novas empresas em solo goiano no primeiro mês do ano. Já de acordo com o boletim do Mapa das Empresa, Goiás se destaca também como a unidade da Federação mais rápida para abrir empresas, com o tempo de 1 dia e 2 horas
Mesmo em meio à pandemia, Goiás conseguiu bater mais um recorde no ramo do empreendedorismo. Em janeiro, foi registrado o maior número de empresas constituídas no Estado nos últimos cinco anos. Segundo dados da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) divulgados na quinta-feira (04/02), foram registradas 2.774 novas empresas em solo goiano no primeiro mês do ano, ante 2.051 em 2020; 1.852, em 2019; 1.592, em 2018; e 1.619 em 2017.
O último recorde de geração de empresas no Estado foi registrado em setembro de 2020, com a abertura de 2.618 empreendimentos. E o montante acumulado de janeiro a dezembro de 2020 é o maior da série desde 2017. Foram 26.116 novos CNPJs ao todo no ano passado, contra 23.552 em 2019; 20.547, em 2018 e 20.060, em 2017. Os dados da Juceg não incluem os microempreendedores individuais (MEIs), que são constituídos de forma virtual por meio do portal do Micro Empreendedor Individual.
O resultado foi comemorado pelo governador Ronaldo Caiado, que ressalta medidas que o Estado criou no decorrer da pandemia para estimular um ambiente mais favorável à abertura e sobrevivência de empreendimentos em Goiás, como a criação da Secretaria da Retomada. “Nosso objetivo é cada vez mais preparar as pessoas para o trabalho e abrir oportunidades para o emprego”, cita.
O presidente da Juceg, Euclides Barbo, comemora o avanço da Junta 100% Digital, mesmo em tempos difíceis, como meio de facilitar a abertura de empreendimentos em Goiás. “No mês de janeiro de 2021 tivemos mais um novo e grande recorde para o nosso Estado. Este é outro bom sinal, que demonstra a gradual recuperação de Goiás após o pior período da economia do Brasil e do mundo diante da pandemia da Covid-19”, afirma.
Secretário de Indústria, Comércio e Serviços, José Vitti, acrescenta que o Governo de Goiás acertou quando investiu em ações para desburocratizar a Juceg e se valeu de tecnologia para acelerar o processo de abertura de novos empreendimentos em território goiano. “Os números de 2020 e agora de 2021 mostram que estamos no caminho certo. Este ano vamos trabalhar para superar. Aliás, superação é a palavra de ordem”, destacou Vitti.
1° lugar no ranking nacional
De acordo com o boletim do Mapa das Empresas, do 3º quadrimestre de 2020, divulgado na última terça-feira (02/02), Goiás se destaca como a unidade da Federação mais rápida para abrir empresas, com o tempo de 1 dia e 2 horas.
Mesmo Goiás registrando 1 hora a mais em relação ao quadrimestre anterior, ainda permanece como o Estado mais rápido para se formalizar novas empresas. Em apenas 12 meses, a Juceg saltou do sétimo para o primeiro lugar nesse quesito e assume atualmente a liderança nacional.
Fonte: Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás
Os deputados que integram a Comissão Especial da Educação sem Uso de Castigos Corporais devem votar hoje o parecer da relatora, deputada Teresa Surita (PMDB-RR), ao PL 7672/10.A matéria, que tramita em caráter conclusivo em comissão especial, seguirá diretamente para o Senado se for aprovada.
O juiz Newton Mendes de Aragão Filho, da 7ª Vara Criminal de Brasília, absolveu nesta terça-feira( 09), a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), em um processo de apropriação indevida do salário de uma ex-assessora
Em março de 2019, a deputada havia virado ré devido a uma denúncia feita por uma assessora que trabalhou no gabinete da parlamentar entre 2006 e 2007.
Segundo a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), a deputada brasiliense teria se apropriado indevidamente de parte do salário da funcionária.
Ao todo, R$ 14,9 mil teriam sido repassados para contas bancárias de Erika Kokay.
A falta de provas no processo levou o juiz Newton Mendes de Aragão Filho decidir pela absolvição da deputada.
“Na compreensão deste juízo, ela [funcionária] poderia dar notícia destas possíveis irregularidades logo após a exoneração do cargo de assessora parlamentar. Por outro lado, o contexto inverossímil criado por esta, suscita graves dúvidas na formação do convencimento deste juízo” destacou o magistrado em sua decisão.
Com investimentos em torno de R$ 15 milhões, a unidade vai receber 1.440 alunos. Na obra, 200 empregos foram criados
Famosa por ser um dos cinturões agrícolas do Distrito Federal e referência no turismo rural e religioso, Brazlândia dá passos para o sucesso em outra frente: a da educação. A cidade ganhou sua primeira escola técnica. Com capacidade para 1.440 estudantes, a unidade teve um investimento de R$ 15.3 milhões e sua construção gerou 200 empregos. Nesta terça-feira (9), a RA também recebeu a Agência do Trabalhador reformada e novo asfalto entre as DF 430 e 220.
Escola Técnica
Os alunos que vão usufruir desta nova estrutura podem levar a região administrativa a outros patamares de qualificação, empregabilidade e novos negócios.
Infraestrutura não vai faltar. Afinal, são doze salas de aula, oito laboratórios, biblioteca, auditório, teatro de arena, refeitório, área de convivência e administrativa, cozinha, quadra poliesportiva coberta e dois amplos estacionamentos. As instalações foram pensadas e construídas com acessibilidade e conforto.
A biblioteca, por exemplo, tem elevadores, e os ambientes, ar-condicionado. O modelo segue o padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que atuou como parceiro do GDF ao injetar recursos na construção da escola.
Novinha, a escola também vai atender alunos de Padre Bernardo e Águas Lindas | Foto: Joel Rodrigues/AgênciaBrasília
Toda a escola já recebeu o mobiliário dos estudantes e da parte administrativa, como carteiras, cadeiras e mesas. O investimento para estes itens foi de R$ 1 milhão pela Secretaria de Educação. Os armários e equipamentos dos laboratórios de informática e enfermagem estão em fase final do processo licitatório.
“Muitos, por conta da pandemia, acharam que o DF estava parado. E nós, com muito empenho, não paramos as obras. Continuamos tocando todas as nossas obras. Estou feliz por não ter feito o DF parar em 2020”, lembrou o governador Ibaneis Rocha ao exaltar a estrutura da escola técnica da cidade. “Nossos jovens vão voltar às aulas em ambientes totalmente cuidados. Hoje entregamos mais uma obra completa. Além da escola, fizemos a drenagem e asfaltamos a região. É assim que tem de ser”, acrescentou o chefe do Executivo.
Ano letivo
360vagas para cursos técnicos em enfermagem e informática e de formação inicial e continuada para cuidador infantil e operador de computador.
Para usufruir da primeira escola técnica da cidade, a Secretaria de Educação lançou e finalizou, em janeiro deste ano, o edital de processo seletivo de alunos. Para o 1º semestre de 2021 são 360 vagas para cursos técnicos em enfermagem e informática e de formação inicial e continuada para cuidador infantil e operador de computador. Esses cursos foram demandados pela própria população da cidade em dez audiências públicas e votação popular on-line.
“Estamos levando um ensino técnico profissionalizante que vai influenciar de forma decisiva na vida dos estudantes que vão passar aqui. O que temos de melhor em arquitetura, laboratório e corpo docente estará disponível na Escola Técnica de Brazlândia”, destaca o secretário de Educação do DF, Leandro Cruz.
A unidade recém-inaugurada, que transformou a paisagem da Vila São José, está localizada na zona urbana da cidade. Nem por isso ela deixará de atender estudantes da área rural e do Entorno, como os vindos de Águas Lindas e Padre Bernardo. Aberta ao público, a Escola Técnica passa a integrar a Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia, onde atualmente estudam 16.383 jovens brasilienses e onde lecionam 735 professores.
“Nossos jovens vão voltar às aulas em ambientes totalmente cuidados”, ressaltou o governador do DF durante a inauguração da Escola Técnica de Brazlândia | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Atualmente, a rede pública na região administrativa conta com três Centros de Educação Infantil (CEI); três Centros de Educação da Primeira Infância (Cepi); 1 CAIC; 13 Escolas Classes (EC); uma Escola Parque (EP); quatro Centros de Ensino Fundamental (CEF); cinco Centros Educacionais (CED); dois Centros de Ensino Médio (CEM); um Centro de Ensino Especial (CEE); um Centro Interescolar de Línguas (CIL); a Biblioteca Escolar Érico Veríssimo e o Ginásio Espelho D’água.
Atenção especial
Cuidar da rede pública de ensino tem sido prioridade no GDF. Ao longo de 2020, mais de 90% das 686 escolas do DF receberam alguma obra, desde pequenos reparos até a reconstrução total.
No balanço do ano passado, considerando apenas reformas e obras de maior porte, o GDF investiu R$ 110 milhões para melhorar a infraestrutura oferecida aos estudantes de 300 escolas. No valor, inclui-se os investimentos para construção da Escola Técnica de Brazlândia e também outras aguardadas há anos pela população, como o Centro de Ensino Fundamental 01, da Vila Planalto; e o Centro de Educação da Primeira Infância Parque dos Ipês, de São Sebastião.
Os cursos oferecidos foram escolhidos pela própria comunidade em dez audiências públicas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Além dessas obras maiores, o governo também investiu, no ano passado, R$ 42 milhões em serviços de manutenção em 294 unidades. Para 2021, o GDF planeja atender outras 300 escolas com reformas.
Como é a Escola Técnica de Brazlândia:
– terreno de 12 mil m² – área construída de 5,5 mil m² – 12 salas de aula – 8 laboratórios – biblioteca – auditório – teatro de arena – refeitório – área de convivência – área administrativa – cozinha – quadra poliesportiva coberta – banheiros com recurso para reaproveitamento da água
Iniciativa da Codego, em parceria com IEL-GO, tem objetivo de fortalecer cadeias produtivas na capital e no interior do Estado para criar novas oportunidades de negócios e interligar fornecedores e prestadores de serviços às empresas do segmento têxtil
O Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), e o Instituto Euvaldo Lodi Goiás (IEL-GO) lançam projeto que visa corrigir um dos principais gargalos verificados na cadeia produtiva goiana de confecção, mineração e agroindústria: a pouca procura das empresas por fornecedores locais. Com mais de 12 mil lojas ativas, a Região da 44, em Goiânia, foi escolhida como ponto de partida do projeto.
O intuito do governador Ronaldo Caiado é criar, cada vez mais, condições suficientes e apropriadas para o desenvolvimento contínuo de negócios, em suas mais variadas ramificações, no Estado. Para isso, Codego e IEL atacam o problema na raiz. Diante de um levantamento que apontou que 61% dos grandes e médios empreendimentos pesquisados possuem seus fornecedores em outros Estados ou até mesmo em outros países, governo e instituto criaram o Programa de Desenvolvimento Regional Sustentável.
O diretor técnico da Codego, Silvio Fernandes, explica que, com o mapeamento das necessidades de produtos e serviços, será possível desenvolver potenciais fornecedores por meio de capacitações, para, em seguida, promover rodadas de negócios, ligando uma ponta a outra da cadeia produtiva.
A capacitação citada por Sílvio é estratégica, vez que a pesquisa realizada pela Codego, em parceria com o IEL, apontou como motivos para a baixa procura por fornecedores locais: entrega fora do prazo (85%), qualidade e alto preço (47%), e dificuldades na negociação (33%). Com o cenário corrigido, o prognóstico é altamente favorável à economia goiana.
“O potencial de crescimento é gigantesco e, para isso, é preciso criar condições para atender essa demanda, que só aumenta”, ressalta o dirigente da companhia estatal, ao falar da indústria têxtil e, em especial, da Região da 44. “Várias cidades goianas tiveram sua realidade transformada por meio da moda. Queremos criar polos, com facções que atendam à necessidade existente, mas nada impede de atender outros mercados ou a criação até mesmo de novas marcas”, afirma Silvio Fernandes.
A gerente de Desenvolvimento Empresarial do IEL Goiás, Sandra Márcia Silva, destaca que o movimento de mobilização e adesão de empresas-âncoras já foi iniciado, e que o projeto conta com o apoio dos empresários da Região da 44. “A ideia é atuar sob demanda, que já existe e é grandiosa. Já apresentamos a proposta para os empresários, e eles se mostraram muito interessados”, conta. “Por isso, vamos tratar agora de cuidar dos pilares de produção, distribuição e capacitação para que mais municípios tenham condições de se tornar produtores, conectando as pontas do processo”, informa.
O Grupo Mega Moda será um dos parceiros dessa etapa. O presidente do conglomerado, Carlos Luciano Martins Ribeiro, ressalta que a estratégia vem ao encontro da necessidade dos empresários. “Com esse projeto, com cadeias produtivas sustentáveis, Goiás pode se tornar o Estado referência em produção de moda no país e Goiânia, a capital da moda. Temos esse potencial”, reforça. “A região geográfica também favorece, recebemos excursões do Brasil inteiro. A avenida é larga para continuar avançando”, diz.
Para contribuir com o processo, Ribeiro relata que pretende criar um ponto de encontro no Mega Moda, que possibilite a realização de reuniões e de apresentações de projetos. “Podemos contribuir com o mapeamento da demanda e no relacionamento entre o lojista, o confeccionista e o faccionista”, exemplifica.
Outros segmentos Depois de atender a área de confecção, os esforços serão expandidos para os segmentos da mineração e da agroindústria. “Queremos fortalecer nossa economia, as empresas, os produtos locais e as relações comerciais, inclusive conquistando novos mercados”, adianta o diretor técnico da Codego.
O objetivo, continua Fernandes, é ter uma cadeia produtiva pujante, que aproxima segmentos, aumenta o volume de compras locais e amplia os serviços ofertados no Estado. “A nossa proposta é, de fato, garantir a sustentabilidade dos negócios e criar alternativas para o desenvolvimento de Goiás, como determinou o governador Ronaldo Caiado”, pontua.
Foto: Codego/Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) – Governo de Goiás
O presidente da República, Jair Bolsonaro, questionou nesta segunda-feira, 8, quem poderia assumir seu lugar e o efeito prático do seu afastamento. “Agora vem os outros: impeachment. Vai resolver o quê? Quer tirar a mim, quer botar quem no lugar?”, indagou em conversa com apoiadores, após citar aumento nos preços de combustíveis e de itens da cesta básica.
“Esse ‘quem’ podia apresentar e nos ajudar com soluções agora. Eu tenho humildade para acolher qualquer sugestão, qualquer uma, seja qual for, a gente estuda”, acrescentou o presidente.
Pela linha sucessória, o vice-presidente Hamilton Mourão seria quem assumiria a cadeira de presidente, caso Bolsonaro tivesse um impeachment aprovado.
O vice, contudo, já reforçou em várias ocasiões que não concorda com a onda pró-impeachment que ressurgiu no início deste ano.
A atuação do governo federal durante a pandemia da covid-19 é dos principais motivos para os novos pedidos de impeachment protocolados. A saída de Bolsonaro chegou a ser motivo de carreatas pelo País nos dois últimos fins de semana de janeiro. (Estadão Conteúdo)
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