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Governo de Goiás abre licitação para construir 4.450 moradias nos 246 municípios goianos

Em parceria com municípios, que vão doar lotes urbanizados e legalizados para construção das casas, Agehab dá início a processo que visa atender as dez regiões de planejamento do Estado, com lotes de 400 a 650 moradias em cada uma delas. Edital, com regras da licitação, está disponível no site da Agência

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), está com licitação aberta, na modalidade Registro de Preço, para contratação de empresas do ramo da construção civil para produção de 4.450 moradias de interesse social nas dez regiões de planejamento do Estado. A licitação é em nível nacional, com regime de execução de empreitada por preço global, e o julgamento será a menor preço por lote.

A sessão de abertura das propostas será realizada no dia 13 de abril, às 9h, na sede da Agehab, por meio da sua Comissão Permanente de Licitação (CPL). O edital, com todas as regras para participação neste procedimento licitatório, foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 18 de março e está disponível para consulta no site da Agência (www.agehab.go.gov.br), no link: https://www.agehab.go.gov.br/licitacoes-e-contratacoes/licitacoes/153-licitacoes-e-contratacoes/licita%C3%A7%C3%A3o-presencial-2021/3305-licita%C3%A7%C3%A3o-presencial-srp-n%C2%BA-002-2021.html.

Por determinação do governador Ronaldo Caiado, os recursos para a construção dessas moradias serão disponibilizados pelo Fundo Protege, vinculado à Secretaria da Economia do Governo de Goiás. A Agehab firmará parceria com os municípios que doarem os lotes urbanizados e regularizados para os empreendimentos, com possibilidade de construção de 30 a 50 unidades por contrato.

A contratação das construtoras será por lotes de 400 a 650 unidades habitacionais (UH), distribuídos por regiões de planejamento, da seguinte forma: lote 1 – 500 UH – Centro Goiano; lote 2 – 400 UH – Nordeste; lote 3 – 400 UH – Noroeste; lote 4 – 400 UH – Norte; lote 5 – 650 UH – Oeste Goiano; lote 6 – 400 UH – Região Metropolitana de Goiânia; lote 7 – 500 UH – Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (RIDE); lote 8 – 400 UH – Sudeste; lote 9 – 400 UH – Sudoeste Goiano; lote 10 – 400 UH – Sul Goiano.

As construtoras terão prazo de 120 dias para a construção de até 50 unidades habitacionais, contados a partir do recebimento da ordem de serviço. Será executado o projeto padrão de casas da Agehab. O valor referencial por unidade é de R$ 85.560,22 (Data Base Goinfra). A previsão é que as primeiras moradias sejam entregues no segundo semestre deste ano.

Mais informações

(62) 30965003/3096-5041
E-mail da CPL: cpl@agehab.go.gov.br

Agência Goiana de Habitação (Agehab) – Governo de Goiás/Foto: projeto padrão Agehab

ACREDITA-DF MOVIMENTA R$ 1 BI E ATENDE MAIS DE 63 MIL CLIENTES

O Acredita-DF, novo programa do BRB com soluções para redução dos impactos financeiros provocados pela crise da Covid-19, já movimentou R$ 1 bilhão. O montante é referente à liberação de novos créditos, prorrogação ou renegociação de empréstimos contratados anteriormente.

Lançado no final de fevereiro, o Acredita-DF atendeu, até ontem (31/03), 63.281 clientes, sendo cerca de 1.000 empresas.

O Acredita-DF é o segundo programa que o BRB lança desde o início da pandemia. No ano passado, o BRB, por meio do Supera-DF, movimentou R$ 4 bilhões.

Previsto para seguir até 30/05, o Acredita-DF espera conceder até R$ 2,5 bilhões, para pessoas físicas e jurídicas, com objetivo de atender a diferentes setores da cadeia produtiva.

“O BRB não tem medido esforços para contribuir com o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal. Temos orgulho de termos desenvolvido o Supera-DF, no ano passado, e agora o Acredita-DF. Juntos, os programas já movimentaram R$ 5 bilhões e ajudaram a salvar empregos e empresas em meio à crise da Covid-19”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Além da liberação de novos créditos, o Acredita-DF também permite a suspensão, por até 180 dias, de pagamento de parcelas de financiamentos já contratados em todas as linhas, entre elas os produtos Crédito Imobiliário e o Crédito Consignado.

No caso do financiamento imobiliário, a cobrança, durante a suspensão dos pagamentos, será apenas dos valores referentes ao seguro das operações (valor variável de acordo com a idade, saldo devedor e valor de avaliação do imóvel) e taxa de administração.

Para aderir ao programa Acredita-DF, os clientes Pessoa Física (PF) ou Pessoa Jurídica (PJ) devem procurar os canais digitais do Banco: Mobile, Internet Banking e Telebanco (61 3322-1515).

CONDIÇÕES

O Acredita-DF apresenta uma série de condições especiais e as menores taxas do mercado. No caso de novas contratações, a taxa de juros para o Crédito Consignado é a partir de 0,79% a.m. Para renegociação de dívida, a taxa praticada será a partir de 0,80% a.m. Já no Crédito Pessoal, a partir de 1,50% a.m.

Para os clientes PJ, o Acredita-DF tem Capital de Giro a partir de 0,80 % a.m. e carência para pagamento de até 12 meses. Para Investimento, a carência pode chegar a até 24 meses.

*Com informações do BRB

Guedes alerta Bolsonaro sobre risco de impeachment se ele não vetar Orçamento

Presidente Jair Bolsonaro parrticpa da cerimônia de assinatura ssinatura da Medida Provisória para melhoria do ambiente de negócios no Brasil. Sérgio Lima/Poder360 29.03.2021

O ministro da Economia, Paulo Guedes, foi até o presidente Jair Bolsonaro e disse que o Orçamento aprovado pelo Congresso pode, se sancionado, levar a um processo de impeachment.

Bolsonaro passou a cogitar o veto integral do Orçamento, ou, ao menos, de algumas partes do texto, caso a 2ª solução elimine eventuais ilegalidades.

Segundo relato de Guedes a Bolsonaro, o Orçamento aumenta de maneira ilegal as despesas com investimentos e isso provocará o desrespeito à regra constitucional do teto de aumento de gastos e à LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).

Outra solução seria Bolsonaro propor o cancelamento de algumas despesas, principalmente aquelas que foram acrescentadas por emendas pelo relator da proposta, senador Márcio Bittar (MDB-AC). Depois enviaria projeto de lei de crédito suplementar para recompor as despesas obrigatórias.

Essa alternativa seria muito ruim para deputados e senadores, pois resultaria em “perda total” para eles.

Na manhã desta 4ª feira (31.mar.2021), estiveram reunidos no Planalto a ministra Flávia Arruda (Secretaria de Governo), o senador Márcio Bittar, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos. O consenso do encontro foi de que Bittar cancelará R$ 10 bilhões em emendas do Orçamento. Assim, o presidente poderia sancionar o texto.

Depois o relator enviaria um ofício permitindo a mudança via decreto. Pelo acordo, sobrarão R$ 19 bilhões de emendas do relator (íntegra – 150 KB). Com isso, os R$ 10 bilhões que sairão das mãos do Legislativo poderão ser utilizados na recomposição de despesas obrigatórias, como Previdência Social.

Tem sido propagado por congressistas que o Orçamento aprovado foi todo analisado e chancelado pela equipe econômica. E que não haveria motivo para Guedes e sua equipe agora se posicionarem contra o texto. Na realidade, Guedes acompanhou o processo, mas sempre disse que seria algo “inexequível” (essa foi a palavra usada) como desejavam os deputados e senadores. Eles avaliam que antes da manobra de Bittar já era necessário fazer mais cortes.

No início das negociações foi introduzido um valor extra para mitigar os efeitos da pandemia já na PEC emergencial. O total necessário para pagar o novo auxílio emergencial seria de R$ 36 bilhões. No texto final da PEC, a cifra ficou em R$ 44 bilhões.

Quando o Orçamento começou a tramitar para valer no Congresso, o valor de emendas de deputados e senadores foi a R$ 48,8 bilhões, com vários pedidos específicos.

Bittar incluiu altos valores destinados ao Acre, seu Estado. Flávia Arruda pediu também várias verbas extras para negociar apoio de partidos de esquerda e assim ter como atuar com tranquilidade na presidência da Comissão Mista de Orçamento. O senador Davi Alcolumbre (que foi presidente do Senado e ajudou a eleger o sucessor, Rodrigo Pacheco) também pediu valores extras. No final, o resultado foi a conta “inexequível” que Guedes descreveu a Bolsonaro na manhã desta 4ª feira.

O ministro tem dito a colegas da Esplanada que sua situação dentro do governo ficaria difícil caso não houvesse vetos amplos no Orçamento, ou até veto completo. “Ou é do jeito certo ou eu não vou fazer do jeito errado”, é a frase que ministros ouviram de Guedes.

Nas contas da Instituição Fiscal Independente do Senado, há um buraco de R$ 31,9 bilhões nas contas públicas de 2021. Pelos cálculos do órgão, o limite para as despesas sujeitas à regra do teto de gastos neste ano é de R$ 1,48 trilhão. Porém, os gastos aprovados pelo Congresso já somam R$ 1,52 trilhão, considerando R$ 139,1 bilhões em despesas discricionárias, que incluem o custeio e investimentos.

Ou seja, seria necessário fazer um contingenciamento (bloqueio temporário de gastos) durante este ano. Esse cenário projeta uma situação de paralisação da máquina, situação que os economistas chamam de “shutdown”.

É possível que essa disputa pelo destino do Orçamento só se encerre depois do feriado da Páscoa. Bolsonaro tem 15 dias úteis para sancionar o texto aprovado pelo Congresso.

Ibaneis derruba liminar da 3ª Vara Federal Cível que determinava o fechamento do comércio

GDF conseguiu reverter a liminar da 3ª Vara Federal Cível que determinava o fechamento nesta quinta 1º

O governador do DF, Ibaneis Rocha, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto

O governador Ibaneis Rocha, conseguiu reverter a decisão da 3ª Vara Federal Cível do DF de fechar novamente o comércio na capital. Com isso, os estabelecimentos que reabriram na última segunda-feira (29) não terão de fechar as portas.

Sendo assim, shoppings, feiras, salões de beleza, barbearias, bares e restaurantes, comércio de rua, clubes recreativos e cinema e teatro seguem em funcionamento com o horário reduzido:

  • Comércio de rua: das 11h às 20h
  • Shopping e centros comerciais: das 13h às 21h
  • Salões de beleza, barbearias, esmalterias e centros estéticos: das 10h às 19h
  • Academias: das 6h às 21h
  • Bares e restaurantes: das 11h às 19h

A decisão da Justiça obrigava o GDF a fechar, nesta quinta-feira (1º), tudo que reabriu na segunda (29). A juíza Kátia Balbino entendeu que a alta de casos de covid-19 e a taxa de ocupação das redes pública e privada não permitiam o governo a retomar os setores, uma vez que a reabertura implica na disseminação do vírus.

A magistrada havia determinado ainda que a reabertura só poderia ocorrer quando os leitos de UTI da rede pública estivessem com ocupação entre 80 e 85%, pelo menos. Hoje, ambos passam de 99% para covid. Além disso, a fila de pessoas que esperam por um leito tem que cair para menos de 100 cidadãos. A lista tem 347 pacientes atualmente.

A queda da decisão representa um alivio à Fecomércio-DF, que estimava o fechamento de 500 empresas e a demissão de 5 mil funcionários. O presidente da entidade, José Aparecido Freire, comentou ao Jornal de Brasília que o Supremo Tribunal Federal (STF) diz que governadores e prefeitos têm autonomia nos estados e municípios — e, neste caso, no Distrito Federal.

Bola rola

Os eventos esportivos marcados para a capital também seguem mantidos. A final da Supercopa do Brasil, entre Flamengo x Palmeiras, por exemplo, ocorre no próximo dia 11. Há até jogos internacionais marcados para o Mané Garrincha, como a final da Recopa Sul-Americana entre Palmeiras x Defensa y Justicia e o duelo Santos x San Lorenzo pela Copa Libertadores.

Também seguem autorizados os torneios locais, como o Candangão. Competições como o Novo Basquete Brasil (NBB) e a Superliga de Vôlei, que pretendem realizar jogos no DF por conta das suspensões em outros estados, continuam marcadas.

“Temos tudo para finalizar, até final de abril, a vacinação de 100% das pessoas acima de 60 anos, no Estado”, afirma Caiado

Durante entrevista à imprensa, nesta quarta-feira (31/03), governador anuncia que próximo lote de vacinas pode chegar a 200 mil doses, recorde para Goiás. Ele alerta para dificuldade de abertura de novos leitos ao pedir apoio da população no feriado da Semana Santa. “Sejam solidários. Entendam que não é férias, que não é o momento para festas clandestinas. É momento de reflexão e de respeito”, pontua

O governador Ronaldo Caiado garantiu, durante entrevista à TV Record, nesta quarta-feira (31/03), que “temos tudo para finalizar, até o final de abril, a vacinação de 100% das pessoas acima de 60 anos, em Goiás”. A projeção veio acompanhado do anúncio da chegada de mais imunizantes ao Estado. “O lote que vamos receber do Ministério da Saúde (MS) pode chegar a 200 mil doses. É o maior quantitativo desde o início da campanha de imunização”, declarou.

Com a vacinação de 100% dos idosos, em Goiás, os índices de internação e óbito nesta faixa etária devem reduzir. Assim como a ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “É um parâmetro excelente porque 45 dias após a imunização, o paciente já terá um grau de produção de anticorpos”, afirmou o governador. Apesar da primeira dose já iniciar a produção de células de defesa do organismo, Caiado faz um alerta. “Não quer dizer que fique 100% imune. É preciso manter os protocolos sanitários”, disse.

O Ministério da Saúde mantém o compromisso com os governadores de enviar semanalmente doses de vacinas aos Estados. A expectativa é de que o novo lote de imunobiológicos chegue a Goiás durante o feriado da Semana Santa. “Estamos muito otimistas com o Governo Federal por estar mantendo o calendário vacinal. Com isso, nós vamos expandir ainda mais nossa imunização, em Goiás”, avaliou.

Apesar das expectativas positivas em relação à vacinação em massa no Estado, durante entrevista à TV Anhanguera, também nesta quarta-feira (31/03), Ronaldo Caiado alertou a população sobre os altos índices de infecção e reinfecção do coronavírus, em Goiás. “No pior momento da primeira onda, nós tivemos uma semana em que o número de óbitos chegou a 60 por dia, por uma semana. Agora, nós ainda não estamos no pico do problema”, alertou. Goiás já atingiu, na segunda onda, a marca de 105 óbitos por dia. Desde que a doença chegou ao Estado, 480 mil pessoas foram infectadas e mais de 11,4 mil morreram.

Diante de um quadro de alto índice de infecção, de superlotação de hospitais e UTIs, o governador pediu solidariedade às pessoas, em especial, durante o feriado da Semana Santa. “Sejam solidários. Entendam que não é férias, que não é o momento para festas clandestinas. É momento de reflexão e de respeito”, pediu.

Desde o início da pandemia, o Governo de Goiás já abriu 1.226 leitos dedicados à Covid-19, sendo 525 UTIs e 701 enfermarias. A expectativa, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), é ampliar as vagas existentes ainda neste mês. Mas para isso, segundo Caiado, o Estado conta com o apoio dos goianos.

“Mesmo com a ocupação de 95% de nossos leitos, nós esperamos ampliar a oferta nos próximos dias, desde que tenhamos a compreensão da população para estes próximos 14 dias”, disse Caiado. O período solicitado pelo governador se refere ao decreto Estadual, que orienta os municípios a adotarem o revezamento temporário entre abertura e fechamento do comércio para conter o avanço da doença.

Vacinação em Goiás
O último boletim da SES, divulgado nesta quarta-feira (31/03), mostra que referente à primeira dose, foram aplicadas 487.180 vacinas contra a Covid-19 em todo o Estado. Em relação à segunda dose, foram vacinadas 121.932 pessoas. Esses dados são preliminares.

Em relação ao recebimento de vacinas, o Estado de Goiás já recebeu 966.980 doses de imunizantes, sendo 809.280 da CoronaVac e 157.700 da AstraZeneca.

Fotos: Wesley Costa

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Após obra, UBS 1 de Ceilândia ganha sala de vacinação

Unidade Básica de Saúde passou por reforma nas partes elétrica e hidráulica, pintura, adequação de espaços e também recebeu sinalização nova

A população do Sol Nascente/Pôr do Sul será diretamente beneficiada com a reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Ceilândia, que além das melhorias em sua estrutura ganhou uma sala de vacina. A unidade, localizada na EQNP 07/11, Área Especial, compartilha espaço físico com o Laboratório Regional de Ceilândia, que também recebeu alguns melhorias.

Foram realizados serviços na estrutura física da unidade, adequação de espaços, pintura, melhorias na parte elétrica, hidráulica e identificação visual com o objetivo de garantir a melhoria da qualidade de atendimento prestado à população.

“Essa é uma área bastante populosa e de grande vulnerabilidade social. A reforma possibilitou maior ambiência para acomodar os cidadãos, readequação de espaços e sinalização. Dessa forma, evita-se a formação de aglomerações no local”, explica Lucilene Florêncio, superintendente da Região de Saúde Oeste.

De acordo com a gestora, a população local será mais bem assistida com a sala de vacinação, tendo em vista que esse é um dos serviços mais procurados dentro de uma unidade básica de saúde, além de atender o público de todas as idades. “É de extrema importância ter uma sala de vacina para essa comunidade”, aponta.

15 milUsuários assistidos pela UBS 1

Adequado funcionamento

Antes da inauguração da nova sala, a vacinação na UBS 1 de Ceilândia acontecia de forma volante dentro da unidade, utilizando espaço destinado ao consultório de atendimento à demanda ginecológica. Isso acarretava prejuízo nos atendimentos das demandas específicas, tendo em vista que a UBS conta apenas com um consultório equipado para tal atendimento.

A sala de vacinação possui 14,79 m², construída em área separada da recepção dos demais usuários da UBS 1. Equipada com câmaras frias, armário para guardar os materiais, mesa com suporte de computador para lançamento de dados, maca para aplicação, cadeiras, ar-condicionado, pia com bancada, observados as exigências das RDCs, de forma a garantir o adequado funcionamento.

A reforma começou em 18 de dezembro de 2020 e foi finalizada no último dia 24. Além disso, ocorreu sem interromper nenhum tipo de atendimento, mesmo com a unidade em pleno funcionamento. Toda a reforma foi feita através de verba de uma emenda parlamentar do deputado distrital Fernando Fernandes.

Estrutura

A UBS 1 de Ceilândia possui quatro equipes de Estratégia Saúde da Família, compostas por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agente comunitário de saúde. Há ainda duas equipes de saúde bucal. A população assistida, devidamente cadastrada, é de 15.028 usuários.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Detran comemora 24 anos de respeito ao pedestre na faixa

Autarquia lança campanha educativa para fortalecer hábito que tem salvado tantas vidas e reduzido em 83% o número de mortes por atropelamento

Nesta quinta-feira (1º), completam 24 anos que o Distrito Federal instituiu o respeito ao pedestre na faixa. Este comportamento, que é exemplo de cidadania e motivo de orgulho para todos os brasilienses, tem preservado inúmeras vidas e contribuído para um trânsito cada vez melhor e mais seguro na capital do país.

Desde 1997, quando Brasília se consolidou como a capital da travessia segura na faixa, o número de pedestres mortos tem reduzido significativamente. Naquele ano, já houve uma redução de 24% no número de pedestres mortos (202) em relação ao ano anterior (266). De lá para cá, mesmo com uma frota de tamanho triplicado, saltando de 605 mil veículos em 1996 para 1.870.203 veículos em 2020, o número de pedestres que perderam a vida no trânsito do DF reduziu 83,4%, caindo de 266 para 44 mortes por atropelamento.

Para o diretor-geral do Detran, Zélio Maia, “a redução do número de pedestres mortos nesses 24 anos foi muito significativa e justifica o empenho de todos – governo e sociedade – para que haja cada vez mais respeito ao pedestre na faixa, por parte do condutor, e utilização desse equipamento de segurança, por parte dos pedestres”.

O objetivo da nova campanha educativa do Detran-DF é relembrar os condutores sobre a preferência de travessia do pedestre e incentivar o uso da faixa

Ainda vale destacar que apenas um dos óbitos ocorreu em acidente durante a travessia na faixa. Os outros 43 pedestres mortos em 2020 foram atropelados quando realizavam a travessia fora da faixa. Em 2020, registrou-se uma redução de 49% de pedestres mortos em relação a 2019, quando 86 pessoas morreram atropeladas nas vias do DF.

Campanha

Durante esses 24 anos, os motoristas criaram o hábito de dar passagem ao pedestre que, por sua vez, conquistou a garantia de uma travessia segura nas vias do Distrito Federal. Para reforçar esse hábito, o Detran vai realizar campanha educativa na mídia, nas redes sociais e em pontos de visualização, durante o mês de abril, como o slogan Quem dirige para. O pedestre usa. O objetivo é relembrar os condutores sobre a preferência de travessia do pedestre e incentivar o uso da faixa. O formato da campanha atende aos requisitos de segurança em razão do momento de pandemia que vivemos.

Na quinta-feira (1º), das 9h às 11h, haverá ação educativa na faixa de pedestre da plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, próximo ao Conjunto Nacional. À tarde, das 14h às 16h, as equipes de educação estarão na faixa de pedestre do cruzamento entre a Comercial Norte e Sul, próximo à Praça do Relógio. No momento da travessia, os educadores abrirão uma faixa parabenizando os condutores pelos 24 anos de respeito ao pedestre.

Nos pontos de visualização, serão disponibilizados ainda uma tenda personalizada com banner e material educativo, além de cavaletes com a frase: “Há 24 anos os moradores do DF deram um passo decisivo: respeitar a faixa de pedestres.”

Estatísticas de mortes

VÍTIMAS19961997VARIAÇÃO
TOTAL DE MORTES610465Redução de 23,7%
PEDESTRES266202Redução de 24%
VÍTIMAS20192020VARIAÇÃO
TOTAL DE MORTES273176Redução de 35,5%
PEDESTRES8644Redução de 49%
VÍTIMAS19962020VARIAÇÃO
TOTAL DE MORTES610176Redução de 71%
PEDESTRES26644Redução de 83,4%

*Com informações do Detran-DF

31 de março, celebrada por uns, tristeza para outros

Por Da Costa

O Regime militar no Brasil teve seu início com o golpe militar de 31 de março de 1964, resultando no afastamento do Presidente da República, João Goulart, e tomando o poder o Marechal Castelo Branco.


Os militares na época justificaram o golpe, sob a alegação de que havia uma ameaça comunista no país. A fundamentação usada foi a possibilidade de Goulart transformar o Brasil num país comunista (assim como Bolsonaro diz que o país pode se tornar uma Venezuela caso o PT volte ao poder).

 Isso fez com que empresários da época apoiassem os militares. Nas aulas de história sempre se falou que foi um golpe militar, que eles levavam aqueles que discordavam da ação do governo e prendia.


Há quem diz que pessoas foram torturadas, levadas para calabouços e lá tinha que entregar outras pessoas que também não concordavam com o regime.


Outros contam que apenas arruaceiros, vagabundos, maconheiros, baderneiros, entre outros foram levados pela polícia. Claro que em sua grande maioria estavam ligados a esquerda política da então data, até 1964, o principal partido de esquerda no Brasil era o Partido Comunista Brasileiro (PCB), que, embora ilegal, viveu seu melhor momento durante o breve período democrático de 1945 a 1964.


Artistas não ficaram de fora, o tropicalismo foi um movimento cultural que misturava influências do pop, rock e cultura brasileira. As letras criticavam a ditadura e muitos dos representantes desse movimento foram presos e exilados. O que não dá para esconder é que uma grande parte desses artistas até hoje são ligados a partidos de esquerda, principalmente o PT.

Diante de alguns fatos aqui relatados podemos verificar que a esquerda brasileira não suporta nem ouvir falar em um regime militar. Basta ver o quanto sindicatos fazem de tudo para que escolas cívico militar não sejam instaladas no Brasil. Escolas essas que vêm desempenhando um belo papel de educar os jovens cidadãos.


O que chama atenção é deputado de esquerda aplaudindo a ditadura na Venezuela, que aplaude a ditadura Cubana, o regime comunista que é uma ditadura, que tira a liberdade total das pessoas, liberdade de expressão, de ir e vir, de empreender, deputados que defendem essas propostas e criticam a nossa, é muita hipocrisia” destacou a deputada distrital Julia Lucy (Novo).


Dia 31 de março de 1964, uma data triste para a história do Brasil. Lembrar para não esquecer o período mais sombrio da história nacional. Assassinatos, tortura, estupro, censura, corrupção, exílio, perseguição política e violência. Esse é o resumo dos 21 anos do regime militar no Brasil”. Disse o deputado Chico Vigilante (PT), ao ser questionado sobre as homenagens nas redes sociais em relação ao dia 31/03.


Nesta semana o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) trocou o Ministro da Defesa, além do comando das 3 comandantes das forças armadas, será apenas uma coincidência, ou o atual governo prepara algo?

Delmasso se posiciona contra o fechamento do comércio

A decisão da Justiça determinando novamente o fechamento do comércio no Distrito Federal repercutiu na Câmara Legislativa (CLDF).

Segundo o vice-presidente da Casa, deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos), a situação é lamentável. “Nós temos de ter duas preocupações neste momento: vacina no braço e comida no prato”, afirmou.

Para Delmasso, o Governo do Distrito Federal (GDF) tomou todas as medidas necessárias para conter a pandemia, ampliando, por exemplo, o total de leitos das unidades de terapia intensiva (UTIs).

“Eu acho que a gente precisa avaliar os termos do pedido e do juiz. A Câmara Legislativa vai estar à disposição para lutar na defesa do povo”, afirmou. Segundo o vice-presidente da Casa, decisão judicial se cumpre, mas havendo elementos, cabe recurso. Em entrevista à coluna Janela Indiscreta, Ibaneis adiantou que irá recorrer da sentença.

Com informações do Metrópoles

Fonte: Delmasso.com.br

Construção de UPAs ajuda a gerar empregos no DF

As seis unidades do Iges em obras empregam 350 trabalhadores e ajudam a salvar a economia em plena pandemia


As obras das sete novas unidades de pronto atendimento (UPA) que estão sendo construídas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) estão gerando mais de 350 empregos e ajudando a reaquecer a economia brasiliense em plena pandemia do coronavírus. São 175 empregos diretos e pelo menos 175 indiretos abertos em diversos setores da cadeia produtiva da construção civil, segundo informou nessa quarta-feira (30) a Gerência de Obras do Iges.

Das sete unidades em obras, cinco são construídas pela Civil Engenharia, empresa terceirizada pelo Iges para tocar os empreendimentos. Cada obra emprega, em média, 25 profissionais do setor, entre pedreiros, ajudantes, bombeiros hidráulicos e eletricistas, além de 10 funcionários do setor administrativo, inclusive estagiários e menores aprendizes, segundo o engenheiro Pedro Henrique da Silva, da Civil Engenharia.

A gerente de Obras do Iges, Rita Lourenço, esclarece que balanços periódicos sobre o número de empregos gerados são produzidos a partir de relatórios diários apresentados pelas construtoras. Os dados são checados por meio de vistorias feitas por técnicos do instituto nos canteiros de obras. “Já a média de funcionários indiretos é calculada pelos índices de contratações da construção civil brasileira”, completa.


O engenheiro Pedro Henrique explica que a pandemia desaqueceu vários setores da economia, como a indústria da construção civil do Distrito Federal. “A construção dessas UPAs, neste momento de pandemia do coronavírus, está sendo bastante positiva para manter e gerar empregos no DF”, afirmou.

Sobrevivência em meio à crise

Quem está no canteiro de obras também comemora a oportunidade de emprego em meio à pandemia. É o caso do eletricista Vanderlei Guedes, 41 anos, que trabalha de segunda a sábado na construção da UPA do Riacho Fundo II. Graças à obra, Guedes, que é arrimo de família, consegue manter os dois filhos e a esposa. “É uma sorte manter o emprego mesmo durante essa crise causada pela pandemia”, acredita.


Outro que comemora o emprego é Albertino Pereira, 55 anos, colega de Guedes na UPA do Riacho Fundo II. Atuando na obra desde o início da crise sanitária, ele conta que precisou se adaptar às medidas de segurança para não contrair o vírus e continuar trabalhando. Hoje, sente-se um privilegiado por estar empregado. “Eu esperava que a pandemia fosse uma coisa passageira, mas estamos há mais de um ano passando por isso”, reclama. “Mas se não fosse essa oportunidade, não sei como conseguiria manter a minha renda.”

Avanço das obras

Com a mão de obra assegurada, o engenheiro Pedro Henrique garante que as UPAs podem ser entregues dentro dos prazos estipulados. unidades estão sendo construídas em Brazlândia, em Ceilândia, no Gama, no Paranoá, em Planaltina, no Riacho Fundo II e em Vicente Pires.


As obras começaram em maio do ano passado, mas foram desaceleradas pela pandemia e pelo auxílio que o Governo Federal deu às famílias carentes, o que gerou uma grande procura por materiais de construção em todo o país.


Mas diante da nova onda da covid-19, o governador Ibaneis Rocha determinou acelerar o ritmo das obras. Os cronogramas foram refeitos, e agora a previsão é que as UPAs comecem a ser entregues nos próximos meses. A primeira deve ser a de Ceilândia, que está com cerca de 80% dos trabalhos concluídos, segundo o presidente do Iges, Gilberto Occhi.


As novas UPAs terão 1,2 mil metros quadrados e capacidade para atender cerca de 4,5 mil pessoas por mês. No total serão mais de 42 novos leitos de observação, 14 de emergência e sete de isolamento. O atendimento será feito 24 horas em todos os dias da semana. Cada unidade contará com dois ou três médicos em cada período de trabalho (manhã, tarde e noite).