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Tendas de testagem da COVID-19 funcionam diariamente em Valparaíso

Estruturas de enfrentamento à pandemia foram montadas nas unidades do CAIS e HMV

Duas Tendas para Triagem da Covid-19 estão em funcionamento, no município de Valparaíso de Goiás. Uma no Centro de Atendimento Integrado à Saúde (CAIS – Valparaizo II) e outra no Hospital Municipal de Valparaíso (HMV – Jardim Céu Azul).  

Os dois pontos funcionam de segunda-feira a domingo, das 8h às 17h, oferecendo procedimentos tais como, triagem, diagnóstico e acompanhamento, dos pacientes que apresentarem sintomas de infecção pelo Coronavírus.

Desde o início da pandemia, o Governo da cidade, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), tem investido na testagem da população valparaisense para combate e prevenção da Covid-19.

A iniciativa da SMS também visa frear a propagação do vírus em todas as regiões. Atualmente, Valparaíso é uma das cidades que mais realizaram exames no Estado, testando, monitorando e cuidando das pessoas.

Serviço:

Tendas de Triagem da Covid-19

Locais: CAIS (Valparaizo II) e HMV (Céu Azul)

Atendimento: Segunda a domingo, das 8h às 17h.

Por: Marcelo Carlos

Fonte: Governo de Valparaíso

NAÇÃO BRB FLA chega a 400 mil contas abertas

Somadas às contas do BRB tradicional, número ultrapassa 806 mil contas ativas

O banco digital do BRB, o Nação BRB FLA, lançado em parceria estratégica com o Flamengo, chegou hoje à marca de 400 mil contas abertas. Somadas às cerca de 373 mil contas-correntes ativas do segmento PF (pessoa física) e às mais de 32 mil do segmento PJ (pessoa jurídica), são mais de 806 mil contas.

 O volume de contas abertas, em apenas nove meses do lançamento do banco digital, reforça o sucesso da parceria e posiciona, no mercado, o Nação BRB FLA como um banco completo, já presente em 39 países e em 78% dos municípios brasileiros.

 “A quantidade de contas ativas no segmento pessoa física pelo banco digital mostra a força do Nação BRB FLA, a importância da digitalização e a estratégia acertada do BRB, ao buscar a parceria inédita com o Flamengo para a expansão dos negócios. Somos um banco completo, com portfólio de produtos e serviços variados e que oferece opções personalizadas aos nossos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

 Gustavo Oliveira, vice-presidente de Comunicação e Marketing do Flamengo, comemora a marca e destaca o engajamento do torcedor. “Esta é a força da espetacular Nação Rubro-Negra. É impressionante ver a rapidez do crescimento do número de contas. Em menos de 15 dias, foram 100 mil novas contas. É a nossa torcida apoiando cada vez mais o Flamengo e tendo acesso ao serviço de ótima qualidade do Banco Nação BRB FLA.”

 PORTFÓLIO

 O Nação BRB FLA oferece os mais variados produtos e serviços do mercado financeiro, entre os quais seis diferentes tipos de cartões de crédito, seguros e até uma plataforma de investimento exclusiva, fruto de parceria com a Genial, e disponibiliza mais de 280 opções diferentes de investimento, além de Home Broker para operar diretamente no mercado de ações.

 Além dos seis diferentes tipos de cartão, de opções de seguros e da plataforma, o Nação BRB FLA tem um programa de relacionamento, o + Mengão, para resgate e troca de pontos adquiridos por produtos e serviços.

 O Nação BRB FLA também oferece um seguro para acidentes pessoais com descontos em medicamentos e orientação médica por videochamada 24h por dia, cheque especial e crédito pessoal, Pix, e acesso à sala BRB Vip Club no aeroporto de Brasília (consulte as condições de seu cartão).

 Serviços tradicionais como saques gratuitos e ilimitados nos caixas eletrônicos de autoatendimento BRB e na Rede Compartilhada Banco24hHoras também estão disponíveis aos clientes do Nação BRB FLA.

 Informações sobre o Nação BRB FLA podem ser obtidas no site nacaobrbfla.brb.com.br, nas redes sociais e pela central 4000-1915 ou 0800 001 4090.

Fonte: BRB

Escrituras da Vila São José começam a ser entregues

GDF regulariza moradia de quase seis mil pessoas que vivem na região, em Brazlândia

As escrituras definitivas são entregues sem custo para os moradores | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou a entrega de 1.380 escrituras a moradores da Vila São José, em Brazlândia, nesta quinta-feira (22). A iniciativa pôs fim a uma espera de décadas e impacta diretamente na vida de quase seis mil pessoas que moram na região. Em cerimônia realizada na cidade, nesta manhã, moradores receberam, sem custos, as escrituras públicas definitivas registradas em cartório de imóveis. O gesto concretiza a transferência do bem que ainda estava no nome do GDF para a propriedade do beneficiário.

“Estamos encaminhando mais duas áreas para regularização para que a gente possa fazer uma expansão de Brazlândia”Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal

“O que vocês recebem hoje é um documento definitivo e que pode ser passado a seus filhos porque esse realmente reconhece que ele é de vocês”, disse o governador Ibaneis Rocha antes de anunciar mais obras de infraestrutura para a região. Além da licitação para um novo terminal rodoviário, o chefe do Executivo citou um projeto para ampliar a oferta de moradias populares.

“Estamos encaminhando mais duas áreas para regularização para que a gente possa fazer uma expansão de Brazlândia”, detalhou Ibaneis Rocha. “Há muito tempo não se tem uma área em Brazlândia com habitação popular e nós estamos criando agora duas novas áreas, onde nós queremos colocar pelo menos seis mil famílias morando aqui”, acrescentou. “Me sinto honrada em receber a escritura do meu lote. É o que tenho para deixar para os meus filhos

Entrega

1.380 escrituras serão entregues até domingo

Até domingo (25), o governo vai entregar todas as 1.380 escrituras. Algumas famílias já estão com o documento em mãos, como a de Lúcia Lina Pereira Vieira. Ela lembra que foi morar na região ainda em 2009 e não escondeu a emoção ao receber a documentação após tanta espera. “Me sinto honrada em receber a escritura do meu lote. É o que tenho para deixar para os meus filhos. É um privilégio saber que não esqueceram da gente. Assim como em outros lugares [as escrituras], nós também vamos receber a nossa”, comemorou Lúcia Lina.

Quem também recebeu a escritura foi a dona de casa Anelice Francisca dos Santos. Há 12 anos, ela chegava à Vila São José para morar em um barraco simples. Hoje, comemora a chegada da infraestrutura e o recebimento da escritura. “Eu não tinha nem esperança de ter a moradia própria, ter um endereço meu. Surgiu uma oportunidade aqui e Deus me abençoou. Fui a primeira a ganhar o lote e na época fiz um barraco só de telha em cima. Hoje está tudo bem aqui, mudou muito, temos quadra de futebol, colégio, posto de saúde, os mercados estão próximos de nós. Só tenho a agradecer”, enumerou.

Por trás dos sorrisos dos primeiros moradores a receber a escrituras está a equipe do governo, em um trabalho feito a várias mãos que envolve a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), responsável pela regularização social; a Agência de Desenvolvimento (Terracap), proprietária da área; a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), que cuida da aprovação dos projetos; o Brasília Ambiental, responsável por emitir licenças ambientais; e também a Administração Regional de Brazlândia, que auxilia os moradores em todo esse processo.

Desde 2019, o GDF tratou de pavimentar a região. Construiu rede de drenagem pluvial, estacionamentos e trocou a iluminação pública por LED. O Governo reformou ainda parquinhos infantis e entregou uma nova Escola Técnica para Brazlândia

“Esse é um momento que vem coroar um trabalho de dois anos. Desde janeiro de 2019 os órgãos vêm trabalhando de forma integrada para chegar a este momento”, explica Mateus Oliveira, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh). “A Seduh tem acelerado as aprovações de regularização fundiária para que a Codhab chegue a esse momento com seu projeto da tão sonhada escritura”, completou.

Para o presidente da Codhab, Wellington Luiz, as famílias estão “realizando um sonho que é ter a casa própria e, com a escritura, a certidão de nascimento dessas residências”.

Vila bem-cuidada

A Vila São José tem recebido atenção especial do governo, com infraestrutura concluída e equipamentos públicos instalados. Desde 2019, o GDF tratou de pavimentar a região. Construiu rede de drenagem pluvial, estacionamentos e trocou a iluminação pública por LED. O Governo reformou ainda parquinhos infantis e entregou uma nova Escola Técnica para Brazlândia. A estrutura escolar contou com investimento de R$ 15,3 milhões e terá capacidade para atender 1.440 estudantes.

E não para por aí. Está em construção a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia, com 52% da obra executada. Ela também fica localizada na Vila São José, na Quadra 37, AE 1, e tem previsão de entrega para os próximos meses.

Por Mônica Pedroso

Fonte: Agência Brasília

Detran-DF realiza Ação Educativa em Taguatinga Norte

Os condutores receberam orientações sobre respeito à faixa de pedestres

Nesta quinta-feira (22), o Detran-DF esteve em Taguatinga Norte orientando os condutores sobre o respeito à faixa de pedestre. Durante a blitz educativa foram abordados cerca de 250 motoristas que receberam orientações para um trânsito seguro. A ação contou com seis membros da educação, e uma equipe de fiscalização.

Fonte: DETRAN DF

OAB-DF: Everardo Gueiros se movimenta e ganha apoios como pré-candidato a presidente

Por Toni Duarte

Gueiros se reúne com grandes lideranças das diversas subseções da OAB-DF e constrói apoios sólidos  rumo a disputa da presidência da Ordem

Apesar da eleição da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Distrito Federal  (OAB-DF), acontecer somente no final de novembro desse ano, a pré-candidatura do advogado Everardo Gueiros é fato quase consumado.

Focado no que de fato lhe interessa, o Dr, Gueiros deu mostras de suas habilidades as quais pretende usar na sua longa caminhada como pré-candidato a presidência da OAB-DF.

Uma delas é a de  transmitir o sentimento represado em meio a maioria dos 50 mil advogados do DF que se sente abandonada por uma OAB, segundo ele, “omissa e apagada nestes dois últimos anos”.

Trabalhando de domingo a domingo, sem parar, em suas visitas às Subseções da Ordem no DF, Everardo Gueiros, critica a postura do atual presidente, Délio Lins, “por se vangloriar publicamente, sem a menor cerimônia, de ter distribuído comida para mil advogados neste momento de pandemia”.

A postura de Délio é como se estivesse dando esmola para os advogados que são a principal força motora da OAB-DF”, disse.

Gueiros faz questão de cobrar ações mais eficazes para os advogados do DF que estão sofrendo enormes perdas provocadas pela pandemia que causou e vem causando o fechamento de centenas  de escritórios e afeta a autoestima da categoria.

Ao demonstrar o seu talento de “agregador”,  o ex-desembargador e ex-conselho federal da OAB, foca na conquista das principais lideranças que, como ele, acreditam que a categoria não pode continuar refém de uma gestão que se  omiti na defesa das prerrogativas do advogado.

Na  Subseção do Paranoá/Itapuã, Gueiros conquistou o apoio do presidente Paulo Alexandre , da Vice Ângela Albuquerque e do Secretário Geral Handerson Almeida.

“Muitas propostas estão sendo elaboradas para fortalecer as Subseções e dar outro ritmo à apagada OAB”, disse ele durante a visita.

Outro fato concreto de sua desenvoltura, no contato corpo-a-corpo, com as principais lideranças, ocorreu com o apoio recebido, formalmente, da Subseção de Samambaia pela presidente Joana Darc, a vice Elaine Rockenbach, bem como do presidente da Comissão da Advocacia Jovem de Samambaia, Elder Leitão.

Everardo Gueiros também se reuniu com líderes  das Subseções de Águas Claras e Taguatinga para mais uma rodada de conversas sobre a OAB DF.

Na pauta, as propostas para devolver a advocacia o lugar de destaque e resolver o descaso hoje enfrentado pela classe.

O ponto alto da reunião foi a discussão sobre o estado de calamidade vivido pelos  colegas de profissão. A reunião contou com a presença de Paulo Jozimo, Helena Moreira e Samuel Marçal.

Com habilidade que lhe é peculiar, Everardo Gueiros mostra que seu projeto de disputa pela presidência da OAB-DF está de pé e  ganha lastro.

Com humildade necessária para sentar à mesa  e conversar com todos os setores da advocacia brasileiense, Gueiros deixa  claro que, se tais condições lhe forem favoráveis, irá para a luta sem pestanejar.

Fonte: Radar DF

Patrulhamento tático recebe nova viatura para fortalecer a segurança em Valparaíso

Renault Duster será fundamental no fortalecimento da segurança pública da cidade

Fotos: Antoniel Freitas

O Governo da cidade de Valparaíso de Goiás, em parceria com o Governo do Estado, entregou nesta terça-feira (20/04), uma nova viatura ao 20º Batalhão da Polícia Militar (PM-GO).

A Renault Duster será utilizada pelos policiais militares do Patrulhamento Tático, que é especializado em servir e proteger, tendo prestado nos últimos anos excelentes serviços à sociedade valparaisense.

O veículo zero quilômetro foi garantido pelo Governo de Goiás, que tem como meta revitalizar toda a frota do município de Valparaíso, assegurando também armamento moderno, equipamentos e estrutura adequada ao trabalho dos PMs.

Agora, os militares passam a contar com 13 viaturas e recebem o pagamento do Banco de Horas – que é garantido pela prefeitura. “A nossa intenção é possibilitar que mais policiais fiquem nas ruas, trabalhando e protegendo a comunidade”, disse o prefeito Pábio Mossoró.

Ao lado do Comandante do 20º BPM, Major Eric Chiericato, Mossoró ainda reforçou. “Esse novo veículo será fundamental para reduzir ainda mais os indicadores de criminalidade na cidade. O meu muito obrigado ao governador Ronaldo Caiado”, finalizou o chefe do Poder Executivo Municipal.

Por Marcelo Carlos

Fonte: Governo de Valparaíso

Auxílio emergencial: Com benefício reduzido em 2021, Brasil terá 61 milhões na pobreza

Mulheres e a população negra são mais afetadas pela piora das condições de vida no país

 Getty Images

Com o valor menor do auxílio emergencial este ano, o Brasil deve somar 61,1 milhões de pessoas vivendo na pobreza e 19,3 milhões na extrema pobreza, segundo estudo publicado hoje pelo Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da Universidade de São Paulo (Made-USP).

Em 2021, são consideradas pobres as pessoas que vivem com uma renda mensal per capita (por pessoa) inferior a R$ 469 por mês, ou US$ 1,90 por dia, conforme critério adotado pelo Banco Mundial. Já os extremamente pobres são aqueles que vivem com menos de R$ 162 mensais.

Em 2019, os brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza somavam 51,9 milhões. Isto significa que, em 2021, o Brasil terá 9,1 milhões de pobres a mais do que antes da chegada do coronavírus ao país.

No ano anterior à pandemia, os extremamente pobres eram 13,9 milhões. Assim, em apenas dois anos, 5,4 milhões de brasileiros se somarão a esse grupo que convive com a carência extrema.

Para as pesquisadoras Luiza Nassif-Pires, Luísa Cardoso e Ana Luíza Matos de Oliveira, autoras do estudo, o aumento da miséria esperado para esse ano revela que o auxílio emergencial com valor médio de R$ 250 é insuficiente para recompor a perda de renda da população mais pobre em meio à pior fase da crise de saúde pública provocada pela covid-19.

“Já havia um crescimento da pobreza antes da pandemia, isso só não se agravou no ano passado devido ao auxílio emergencial de R$ 600 a R$ 1.200”, observa Oliveira.

“O novo modelo do auxílio, que sofreu um corte significativo, está deixando grande parte da população desamparada”, acrescenta a economista, lembrando ainda que a queda de 4,1% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020 só não foi maior devido ao benefício, que permitiu a parcela significativa da população manter um nível mínimo de consumo.

As economistas destacam ainda que as mulheres e a população negra são as mais afetadas por essa grave piora das condições de vida no país.

Pobreza vem crescendo desde 2015

Até 2014, a pobreza diminuiu durante anos no Brasil, graças ao avanço de políticas sociais como o Bolsa Família, os ganhos reais do salário mínimo e a ampliação do acesso à educação.

Em 2015, sob efeito da crise econômica, a tendência se inverteu e a miséria voltou a crescer ano após ano. A trajetória de alta, no entanto, foi interrompida em 2020, graças ao efeito do auxílio emergencial.

O benefício foi criado em abril do ano passado, com valor de R$ 600, que podia chegar a R$ 1.200 para mães solteiras chefes de família. Foram pagas cinco parcelas nesses valores cheios e outras quatro com os valores reduzidos à metade, num total de R$ 295 bilhões.

Em julho de 2020, mês em que o efeito do benefício atingiu o seu auge, a taxa de extrema pobreza do país foi reduzida a 2,4% e a de pobreza a 20,3%, estimam as pesquisadoras, com base em dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua e da Pnad Covid-19 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Foram os patamares mais baixos já registrados para esses indicadores em pelo menos 40 anos, conforme uma série mais longa produzida pelo pesquisador Daniel Duque, do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas).

A título de comparação, essas mesmas taxas eram de 6,6% e 24,8% em 2019, antes da pandemia. Agora em 2021, a expectativa é de que a extrema pobreza atinja 9,1% da população e a pobreza chegue a 28,9%.

Neste ano, a população de baixa renda ficou sem auxílio nenhum de janeiro a março. Em abril, o pagamento começou a ser feito primeiramente apenas através do aplicativo da Caixa, o que dificultou o uso do recurso por parte das famílias, que têm dificuldade de acesso à internet.

O valor do benefício foi reduzido a uma média R$ 250, variando entre R$ 150 para pessoas que moram sozinhas, R$ 250 para domicílios com mais de uma pessoa e R$ 375 para mães solo.

O universo de beneficiários foi diminuído de 68,2 milhões de pessoas em 2020, para 45,6 milhões de famílias em 2021.

O saque foi restrito a uma pessoa por família e limitado a indivíduos que já receberam o auxílio em 2020 – o que significa que quem perder a renda esse ano, não poderá contar com a ajuda.

O montante autorizado pelo Congresso para o auxílio emergencial em 2021 é de R$ 44 bilhões, comparado aos R$ 295 bilhões do ano passado. Está previsto o pagamento de quatro parcelas este ano, ante nove parcelas pagas em 2020.

“Estamos no pior momento da pandemia em termos sanitários, com diversas cidades voltando a restringir atividades e, justamente agora, foi reduzido o estímulo fiscal”, observa Oliveira, que é professora visitante da Flacso Brasil (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais) e coordenadora-geral da secretaria executiva da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público.

“Isso deve ter um impacto não só para a população vulnerável, mas também um efeito macroeconômico muito grande. Então é um problema para os mais pobres e para o Brasil como um todo.”

Mulheres negras são as mais prejudicadas

Embora a redução do estímulo fiscal afete o Brasil como um todo, são as mulheres negras as mais prejudicadas pela redução do auxílio emergencial em 2021, aponta o estudo lançado nesta quinta-feira pelo Made-USP.

Antes da pandemia, a pobreza atingia 33% das mulheres negras, 32% dos homens negros e 15% das mulheres brancas e dos homens brancos. Com o auxílio reduzido de 2021, esses mesmos indicadores devem subir a 38%, 36% e 19%.

Já a taxa de extrema pobreza, antes da crise, era de 9,2% entre mulheres negras, 8,9% entre homens negros, 3,5% entre mulheres brancas e 3,4% entre homens brancos.

Com o benefício emergencial nos valores de 2021, a miséria deve chegar a percentuais muito acima dos verificados antes da crise: respectivamente, 12,3%, 11,6%, 5,6% e 5,5%.

“De modo geral, as mulheres estão mais sujeitas à pobreza”, observa Nassif-Pires, professora no Levy Economics Institute do Bard College (EUA).

“Elas são mais propensas a terem emprego informal, estão segregadas em ocupações que pagam menos e existe um hiato salarial entre homens e mulheres mesmo dentro de uma mesma ocupação. Além disso, elas mais frequentemente têm dependentes do que os homens”, diz a economista.

“Então, há toda uma questão que vem de antes da pandemia, mas tudo isso se agrava com a crise, porque, devido à informalidade maior, é mais fácil para elas perderem o emprego”, destaca, acrescentando que a pandemia também exigiu maior produção dentro de casa, em atividades de cuidado dos filhos e de idosos, que são no geral realizadas pelas mulheres.

“Em casais heterossexuais, frequentemente é a mulher que abre mão do emprego”, lembra a professora do Bard College. Além disso, com as escolas e creches fechadas, muitas mulheres tiveram que deixar seus trabalhos fora de casa por não terem com quem deixar as crianças.

“Em resumo, como a posição das mulheres no mercado de trabalho já é mais vulnerável, quando tem uma crise, elas são mais atingidas”, sintetiza Nassif-Pires.

Com relação à população negra, a pesquisadora é enfática quanto à origem das maiores taxas de pobreza desta parcela dos brasileiros: a herança da escravidão.

“Essa é a resposta rápida, mas, para além disso, há todo um racismo estrutural que resulta que, mesmo para um grupo de pessoas com a mesma escolaridade, há diferenças no nível salarial, nos tipos de ocupação e na taxa de informalidade entre negros e brancos.”

“Então existe um racismo muito forte dentro do mercado de trabalho que coloca a população negra numa posição um tanto mais precária em termos de trabalho formal”, observa.

‘Estados deveriam complementar auxílio’

Para Oliveira, a pesquisa deixa evidente que são as mulheres negras as que mais estão sofrendo com a crise atual.

“Fica claro que precisamos de políticas específicas voltadas para esse grupo”, diz a pesquisadora. “Precisamos também entender como a política fiscal e a política econômica como um todo impactam especificamente essa parcela da população.”

A professora da Flacso-Brasil destaca, por exemplo, que cortes de recursos destinados à saúde, educação e assistência social afetam diretamente essa população mais vulnerável.

Além disso, a pandemia traz o risco de que avanços conquistados nas últimas décadas na redução da desigualdade racial e de gênero se percam, caso o Estado não dê uma resposta, na forma de medidas de apoio a essa população.

“Recomendamos a continuação do auxílio enquanto a pandemia durar e o pagamento de auxílios adicionais por Estados e municípios, para complementar esse valor tão baixo do auxílio federal de 2021”, diz Cardoso, pesquisadora de pós-doutorado na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

“Além disso, indicamos também a elaboração de políticas voltadas aos jovens e crianças que estão em casa, como políticas de acesso à internet para os alunos de escolas públicas, porque a pobreza tem um caráter geracional”, afirma a economista e demógrafa.

“Então esse impacto de agora que as famílias estão sofrendo não vai durar apenas um ano ou dois. É muito provável que isso se estenda e tenha reflexos no futuro também.”

Para Cardoso, a demora do governo para retomar o auxílio em 2021 e os baixos valores estabelecidos mostram o descaso do governo com a população e com o combate às desigualdades. “Essas coisas deveriam ser prioridades”, avalia.

Quanto à viabilidade de se estender o auxílio enquanto durar a pandemia, Nassif-Pires avalia que a restrição financeira imposta pelo teto de gastos é uma limitação política.

“O espaço fiscal poderia existir, mas existe um embate político por esse espaço”, afirma.

“Pensando de forma estratégica, o custo do auxílio emergencial não é somente o seu valor de face, porque há um retorno disso. Ele faz com que a economia continue funcionando, então seu custo líquido é muito menor do que aquele que vai aparecer no Orçamento.”

Além disso, a professora destaca que o auxílio emergencial tem papel fundamental no controle da pandemia.

“As pessoas que estão na extrema pobreza e na pobreza não têm a possibilidade de escolher cuidar de sua saúde. Elas estão numa situação de vida ou morte diária e não podem deixar de trabalhar, mesmo que estejam doentes ou trabalhando em situações precárias e expostas à pandemia”, diz a economista.

“Manter a economia funcionando apesar da emergência de saúde, às custas de as pessoas precisarem se expor para sobreviver, tem impacto sobre a própria continuidade da pandemia. O problema econômico é resultado do problema sanitário”.

Fonte: UOL

Força de trabalho se concentra no Trecho III do Sol Nascente/Pôr do Sol

Equipes fazem serviços de manutenção de vias asfaltadas e de terra, recolhimento de lixo, limpeza de bueiros e construção de quebra-molas

Ação do GDF foi elogiada na região administrativa por ter sido desenvolvida mesmo diante dos contratempos causados pela pandemia | Foto: Divulgação/GDF Presente

A região administrativa de Sol Nascente/Pôr do Sol recebeu, nesta semana, equipes do GDF Presente para uma série de serviços de manutenção e limpeza em vias públicas e terrenos. Os trabalhadores se concentraram no Trecho III, com a recuperação e terraplanagem de 8 km de vias em área urbana e 4,5 km em área rural.

A melhoria das condições das vias da localidade é uma antiga reivindicação dos moradores. Aos poucos, as máquinas e materiais tomaram conta das estradas, e antigas ruas de terra batida ganham asfalto. Na QCS 02, no Trecho II, muitas ruas já foram asfaltadas. A próxima etapa dos trabalhos inclui o asfaltamento da via principal da quadra.

“São obras bastante aguardadas e que trazem muitas melhorias para a comunidade”Cláudio Ferreira, administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol

Somente no Trecho III foram utilizadas 31 toneladas de massa asfáltica para a conclusão do trabalho nas vias, o que vai facilitar o deslocamento dos moradores na área. A atuação das equipes na área se estendeu para atender outras necessidades dos moradores, a exemplo do serviço de desobstrução e limpeza de 50 bocas de lobo e construção de cinco quebra-molas, além de colocação de placas de sinalização de lixo e de boas-vindas.

Bombeiros e creche

Foram feitas também atividades de limpeza dos terrenos que vão abrigar as futuras instalações do quartel do 42º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do DF  e de uma creche da Secretaria de Educação. “O SLU [Serviço de Limpeza Urbana] recolheu 2 mil toneladas de entulhos e 300 pneus nos três trechos do Sol Nascente”, atesta o coordenador do Polo Oeste do GDF Presente, Devanir Martins.

“Mesmo com a pandemia, essa é uma resposta muito rápida do governo para um setor que é muito grande e tem diversos problemas. Assim que a chuva deu uma parada, as máquinas e os homens chegaram aqui para fazer as obras. A comunidade local está feliz da vida”, afirma Edson Batista, morador do Sol Nascente/Pôr do Sol.

Segundo o administrador regional, Cláudio Ferreira, o polo do GDF Presente já trouxe muitos benefícios para os cidadãos. “São obras bastante aguardadas e que trazem muitas melhorias para a comunidade”, afirma.

As obras foram feitas com recursos financeiros da Administração Regional. Já o Polo Oeste foi responsável pelo material, maquinário e pessoal. O trabalho foi realizado em parceria com  Novacap, SLU, Secretaria de Governo e empresas terceirizadas. Participaram das ações sentenciados que trabalham sob a supervisão da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus).

Por: Abnor Gondim

Fonte: Agência Brasília

EUA vão ampliar recomendação de não viajar para 80% do mundo

Foto: Reuters

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira que irá aumentar sua orientação de “Não viajar” para cerca de 80% dos países do mundo, apontando um “risco sem precedentes aos viajantes” por conta da pandemia de Covid-19.

“Essa atualização resultará no aumento significativo do número de países no nível 4: ‘Não viajar’, para 80% dos países do mundo”, afirmou o Departamento em nota.

O Departamento já havia listado 34 de cerca de 200 países no “Nível 4: Não Viajar”, incluindo lugares como Chade, Kosovo, Quênia, Brasil, Argentina, Haiti, Moçambique, Rússia e Tanzânia. Chegar à 80% do mundo implicaria na inclusão de mais 130 países à lista, aproximadamente. 

A maioria dos norte-americanos já estava impedida de viajar para grande parte da Europa por conta de restrições impostas pela pandemia de Covid-19. Washington barrou quase todos os não-cidadãos norte-americanos que estiveram recentemente em países europeus, na China, Brasil, Irã e África do Sul. 

O Departamento de Estado disse que a medida não implica uma reavaliação das atuais situações sanitárias em alguns países, mas “reflete um ajuste no sistema de aconselhamento de viagens do Departamento de Estado para se apoiar mais em avaliações epidemiológicas existentes (do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, o CDC).”

O CDC não respondeu imediatamente a um pedido por comentários. 

No início do mês, o CDC anunciou que as pessoas vacinadas completamente contra a Covid-19 podem viajar com segurança pelos Estados Unidos com “risco baixo”, mas a diretora do CDC, Rochelle Walenksy, desencorajou os norte-americanos a fazê-lo por conta do alto número de casos no país.

Por David Shepardson

Fonte: Terra

Detran autua 54 condutores alcoolizados neste fim de semana

No Guará, quase metade dos 50 motoristas abordados por desrespeitar o Toque de Recolher dirigiam sob efeito de álcool

Entre a noite de quinta-feira (15) e a noite de domingo (18), 54 condutores foram flagrados pelas equipes de fiscalização do Departamento de Trânsito do Distrito Federal conduzindo veículos sob a influência de álcool. Outros seis condutores sequer possuíam habilitação para dirigir.

“Somente na Operação Toque de Recolher, que é realizada após as 22h, quando os veículos não deveriam mais estar circulando pelas ruas, foram flagrados 42 condutores alcoolizados. Sem contar as inúmeras outras irregularidades de trânsito que os condutores abordados pela fiscalização estavam cometendo”, destaca o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Lúcio Lahm.

Nas operações realizadas entre as 22h e as 5h, os condutores abordados pelos agentes de trânsito são orientados a se dirigirem a suas casas ou ao trabalho, quando for o caso. Mas, caso seja observada alguma irregularidade de trânsito, os infratores são autuados conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

Além de desrespeitarem a ordem de permanecer em suas residências após as 22h, 161 condutores abordados na Operação Toque de Recolher foram autuados por infrações diversas, 13 motociclistas conduziam motos com escapamento adulterado e 28 tiveram seus veículos removidos ao depósito da autarquia.

As ações ocorreram em cidades como Recanto das Emas, Águas Claras, Jardim Botânico, Sudoeste, Sobradinho, Núcleo Bandeirante, Ceilândia, Riacho Fundo I, Sol Nascente/Pôr do Sol, Paranoá, Planaltina, samambaia, Riacho Fundo II e Guará.

Recorde

Em operação ocorrida no Guará, na noite de domingo (18), 21 dos 50 condutores abordados pelos agentes estavam alcoolizados e foram autuados conforme previsto no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro. A fiscalização ainda autuou três condutores por pilotar moto com escapamento adulterado, oito por infrações diversas e 11 deles tiveram seus veículos recolhidos ao depósito.

Por Zélia Ferreira

Fonte: DETRAN DF