Deixar dinheiro na poupança pode até ser seguro, mas você deixa de ganhar, uma vez que a caderneta rende menos que a Selic e nem cobre a inflação. Por que, mesmo assim, tanta gente ainda insiste nela?
“Existe um aspecto cultural que faz com as pessoas não vejam a poupança como um investimento, mas somente para poupar”, afirmou Ilana Bobrow, sócia-fundadora da casa de investimentos Vitreo, durante o encontro Guia do Investidor UOL, série de eventos gratuitos e quinzenais do UOL, para quem quer investir.
Ilana explica que o brasileiro ainda confunde a rentabilidade da “velha poupança” com a da poupança nova. Você sabe a diferença entre elas?
Segundo Secretaria de Estado da Saúde, proposta a ser selecionada deve ser a mais vantajosa para administração pública, segundo critérios de menor preço, prazo para entrega e comprovação documental referente à negociação
O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), publicou no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (20/07) um aviso de solicitação de proposta comercial para a aquisição de vacina contra a Sars-Cov-2 para imunizar 1 milhão de pessoas no Estado.
O imunizante deve ser injetável e a quantidade de doses dependerá de qual vacina será ofertada, pois existem no mercado vacinas que necessitam de duas doses por pessoa, bem como também algumas que necessitam de apenas uma aplicação por pessoa.
As empresas interessadas deverão encaminhar suas propostas, com identificação do item, valor unitário, quantidade a ser fornecida e prazo de entrega, pelo do e-mail: sesciavgo@gmail.com. Todas as informações sobre procedimentos aquisitivos de vacina contra a Covid-19, estarão disponíveis no site da Secretaria de Estado da Saúde. “O Governo de Goiás não tem medido esforços para garantir a imunização dos goianos. As medidas adotadas são transparentes e seguem ritos legais”, ressalta Ismael Alexandrino, titular da SES-GO
Ainda de acordo com a pasta, a proposta a ser selecionada deve ser a mais vantajosa para a administração pública, segundo critérios de menor preço, prazo para entrega e comprovação documental referente à negociação.
Todo o processo está sendo acompanhado diretamente pela Procuradoria-Geral do Estado, Controladoria-Geral do Estado e pela Superintendência de combate à Corrupção e ao Crime Organizado da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Goiás.
Crédito Extraordinário Em fevereiro deste ano, a Assembleia Legislativa de Goiás aprovou, por unanimidade, o projeto de lei (PL) nº 4008/21, de autoria da Governadoria, que autoriza a abertura ao Fundo Estadual de Saúde (FES) de crédito extraordinário no valor de R$ 60 milhões com a finalidade de suportar despesas referentes à aquisição das vacinas contra a Covid-19 para a imunização mais rápida da população do Estado.
Vacinação em Goiás Do total de imunizantes recebidos, até às 15h de terça-feira (20/07), Goiás aplicou 2.738.697 primeiras doses das vacinas contra a Covid-19 em todo o Estado. Com o esquema vacinal completo, seja pelo reforço ou pela aplicação de vacina em dose única, foram imunizadas 964.839 pessoas.
Fonte: Secretaria de Estado da Casa Civil – Governo de Goiás
No período de 4 de junho a 4 de julho foram realizadas 1.581 operações eletivas e 3.633 de urgência/emergência
A estimativa é de aumento ainda maior nos números de procedimentos realizados, pois os leitos de UTI eletivos serão devolvidos a cada hospital, progressivamente | Foto: Arquivo/Iges-DF
O número de cirurgias eletivas realizadas em toda a rede pública de saúde do Distrito Federal tem aumentado gradativamente à medida que a vacinação contra covid-19 é ampliada, tendo em vista que vem diminuindo o número de internações nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e enfermarias por conta da doença. A retomada das cirurgias eletivas que não necessitam da reserva de leito de UTI pós-cirúrgico foi autorizada pela Secretaria de Saúde (SES) em 4 de maio deste ano.
No período de 4 de junho ao dia 4 deste mês foram feitas 5.214 cirurgias, entre eletivas e de urgência/emergência. Destas, foram 1.581 cirurgias eletivas, sendo 60 delas realizadas nos centros obstétricos (CO). Já o número de cirurgias de urgência/emergência foi de 3.633, quantitativo bem maior ao registrado no primeiro mês de retomada: 2.133.
No primeiro mês após a retomada, foi registrado um total de 1.245 cirurgias eletivas de pequeno e médio porte em centros cirúrgicos (CC) de toda a rede. Já no segundo mês, o número passou para 1.521 procedimentos eletivos em centros cirúrgicos.
A secretária adjunta de Assistência à Saúde, Raquel Beviláqua, estima que, nesse período contado a partir de junho, provavelmente ocorra um aumento ainda maior nesses números de procedimentos, pois os leitos de UTI eletivos serão devolvidos a cada hospital, progressivamente.
“As cirurgias eletivas de grande porte serão retomadas agora, pois, à medida que desmobilizamos o número de leitos de UTI para covid, conseguimos devolver esses leitos para a assistência não covid, e nisso retomamos todos os outros serviços assistenciais, como leitos que eram destinados a trauma, coluna, ortopedia, cirurgias de grande porte”, explica.
O objetivo é centralizar os casos de covid-19, à medida que forem diminuindo, nos hospitais de campanha. Recentemente, o GDF inaugurou mais três unidades (Gama, Ceilândia e Autódromo de Brasília), com 300 leitos de suporte pulmonar ventilatório, o que ajudou a desafogar o fluxo dentro dos outros hospitais da rede.
Raquel destaca que as filas para cirurgias estão em processo regulatório pelo Complexo Regulador de Saúde. “Observamos que na pandemia essas filas cresceram bastante, e com essa retomada foi observado que alguns pacientes estão com exames atrasados; tem todo um processo de atualização desses exames e do preparo do paciente até o procedimento cirúrgico, até que ele realmente seja efetivado”, informa.
Renúncia ao imposto ultrapassa R$ 5 milhões; medida vai garantir economia a pacientes e também ao GDF
A partir de agora, pacientes que comprarem medicamentos para tratamento de câncer pagarão menos. Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (20) o decreto do governador em exercício, Paco Britto, que isenta 81 remédios do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS).
Além de beneficiar o consumidor final, a lei vai baratear também os custos para o próprio Governo do Distrito Federal (GDF) na compra dos remédios – muitos usados na rede pública de saúde. “São medicamentos extremamente importantes para os pacientes e não podem faltar na casa ou no hospital para que o tratamento contra a doença seja eficaz”, lembra Paco Britto. “Não há perda na arrecadação, mas ganho na garantia da vida, da saúde e do bem-estar da população”, completa.
Em março deste ano, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou convênios garantindo a alguns produtos a isenção, que já havia sido autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O pedido de homologação foi encaminhado ao Legislativo pelo governador Ibaneis Rocha. Lá, os projetos de decreto foram aprovados por unanimidade pelos 18 distritais presentes à sessão.
“A medida também vai representar economia de recursos públicos e melhoria no atendimento de quem depende do SUS”Osnei Okumoto, secretário de Saúde
A renúncia de receita por parte do Executivo com a comercialização desses insumos até 2023 ultrapassa a casa dos R$ 5 milhões. “É mais uma medida importante que o governo adota”, enfatiza o secretário de Economia, André Clemente. “O governo abre mão de uma receita, mas amplia o acesso da população a esses medicamentos ao reduzir os custos para o cidadão”, explica.
O secretário de Saúde, Osnei Okomoto, lembra que a isenção do imposto é justa, por aumentar a esperança de cura de milhares de brasileiros que lutam contra o câncer. A decisão, pontua o gestor, garante benefícios ao paciente, que passa a ter mais facilidade de obter medicamentos, ao mesmo tempo em que barateia custos de aquisição para a rede pública. “A medida também vai representar economia de recursos públicos e melhoria no atendimento de quem depende do SUS”, reforça.
Média diária da modalidade criminosa passou de 27,7 casos em 2018, para 5,7 em 2021. Número de automóveis recuperados chega a 72% dos furtos e roubos registrados. Dados refletem trabalho desempenhado, de forma integrada, pelas forças de segurança do Estado. “É o resultado de uma polícia eficiente, competente, que hoje está totalmente articulada”, reconhece o governador Ronaldo Caiado
O roubo de veículos em Goiás apresentou queda de 32% no primeiro semestre de 2021, em comparação com igual período de 2020. Os registros desta modalidade criminosa saíram de uma média diária de 27,7 casos em 2018, para 5,7 neste ano. É o que revelam os dados do Observatório de Segurança Pública, da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO).
Os números comprovam a tendência de redução, que vem sendo verificada desde o início de 2019. Na série histórica, a diminuição fica ainda mais expressiva, com -58% de roubos de veículos em todo ano de 2019 contraposto com as ocorrências de 2018; -40% em todo ano 2020 equiparado a 2019; e -32% nos seis primeiros meses 2021, comparado com igual período de 2020. Se levado em consideração os furtos de veículos nos seis primeiros meses deste ano e o mesmo período de 2020, a queda foi de 15,49%.
“Isso realmente é o resultado de uma polícia eficiente, competente, que hoje está totalmente articulada”, reconheceu o governador Ronaldo Caiado, que relembrou a insegurança vivida pela população nas gestões passadas. “Os criminosos tinham total conforto de agir em Goiás. No meu governo não se passa a mão na cabeça de bandido, tenha a estatura que tiver”, reforçou.
Além da redução contínua, o trabalho das forças policiais vem contribuindo para, cada vez mais, reaver os automóveis subtraídos. De janeiro a junho de 2021, foram 2.642 veículos recuperados. Isso quer dizer que 72% de todos os automóveis roubados ou furtados em Goiás nesse período foram apreendidos e devidamente restituídos aos seus proprietários.
Para o secretário de Estado da Segurança Pública, Rodney Miranda, as estratégias adotadas para desmantelar as organizações criminosas contribuem para o saldo positivo. “O trabalho de repressão qualificada que foi feito, identificando quais são os reais comandantes desses crimes e ir em cima deles, tem auxiliado nesses resultados”, afirmou.
Segundo o chefe da SSP-GO, a meta é reduzir, cada vez mais, as ações criminosas. “Nós temos cidades e um Estado mais seguros. Vamos continuar trabalhando com a mesma seriedade e o mesmo empenho, para alcançar zero em todos os crimes. Esse sempre foi o nosso objetivo e vai continuar sendo”, destacou o titular da pasta.
Operações de destaque Ao longo do primeiro semestre de 2021, diversas operações foram deflagradas para desarticular grupos criminosos que agiam no roubo de veículos. Durante uma delas, da Polícia Civil (PCGO), 21 pessoas foram presas no Estado. As detenções foram realizadas entre os dias 1º e 11 de junho, na capital, em Aparecida de Goiânia, Bela Vista, Quirinópolis e Brasília. A Operação Muggers (assaltantes em inglês), realizada pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), contribuiu para a elucidação de ao menos 15 crimes.
Em uma ação integrada entre as Polícias Civil e Rodoviária Federal, cinco pessoas foram detidas, suspeitas de integrar uma organização criminosa especializada em roubos de veículos de cargas, em Aparecida de Goiânia. As equipes ainda resgataram uma das vítimas, que era mantida em cárcere privado. Durante as diligências, foi apreendida uma arma de fogo, munições, um veículo de luxo e outros objetos. Os cinco indivíduos foram autuados em flagrante por roubo majorado, sequestro, porte ilegal de arma de fogo e organização criminosa.
Outro destaque de 2021 foi a Operação Trajeto Seguro, da DERFVRA. A ação teve como objetivo reprimir os crimes de furto e roubo de veículos, praticados contra motorista de aplicativo, durante o período de pandemia da Covid-19. Ao todo, 24 pessoas foram presas ao longo das diligências, que contaram com o apoio da Polícia Militar de Goiás (PMGO).
Fonte: Secretaria de Estado da Segurança Pública – Governo de Goiás
Deputados e senadores tem o papel relevante e primordial de defender os interesses de seus Estados. No DF, a bancada não está brigando por mais vacinas. A maioria deles já recebeu a 1ª dose e alguns, a segunda
A bancada federal do DF, composta por três senadores, oito deputados federais e de quebra, dois ministros, não se manifestou ou correu atrás para que o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, enviasse mais vacinas contra a Covid 19 para acabar com o déficit vacinal no DF.
Em pouco mais de cinco meses da campanha de vacinação contra a covid-19, a Secretaria de Saúde (SES) imunizou 123.794 pessoas de outras unidades da Federação que receberam a primeira dose, sendo que 47.862 completaram o ciclo vacinal com a segunda dose.
De acordo com o levantamento feito pela Secretaria de Saúde, os moradores dos cinco estados que mais procuraram o DF foram os de Goiás (44,99% das doses aplicadas, considerando D1 e D2), Minas Gerais (11,45%), São Paulo (6,60%), Rio de Janeiro (6,14%) e Bahia (4,85%).
Somado a este percentual de vacinas, aplicadas no público externo, está a pouca demanda do imunizante no DF.
Apesar das manifestações feitas pelo secretário Osnei Okumoto, o Ministério da Saúde ignora o pedido, bem como demonstrou ontem o ministro da Saúde, Marcelo Quiroga, ao se referir sobre a vacinação no nosso quadrado.
Ontem, o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha informou que o Distrito Federal espera pela chegada de 120 mil doses de vacinas e não sabe ao certo se o imunizante chega nesta semana.
Ainda que chegue, a carga não dá para colocar a capital federal entre os cinco entes federativos que mais avançam no processo de imunização no país.
Sem uma forte pressão, a reposição de vacinas que o DF tem direito, não vai ocorrer e a população da capital federal ficará no rabo da fila dos imunizados.
A falta de uma ação mais efetiva, por parte dos 11 parlamentares, entre senadores e deputados federais, além de dois ministros de Estado, é visível.
Eles não se mexem em defesa da população que sonha se livrar do risco da morte, com a imunização 100% contra a doença.
A força política do DF no Congresso, continua fazendo cara de paisagem para o problema como se vivesse em outro planeta.
E nem precisa apontar os nomes de alguns desses senhores e senhoras que torcem “pelo quanto pior, melhor”.
Última etapa de imunização inicia em 26 de julho. Objetivo é a volta às aulas na rede pública com todos vacinados
A antecipação foi anunciada em coletiva nesta segunda-feira (19), com os secretários da Saúde, Osnei Okumoto; da Casa Civil, Gustavo Rocha, e de Comunicação, Weligton Moraes | Fotos: Acácio Pinheiro/Agência Brasília
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde, agendou para 26 de julho a antecipação da segunda dose da vacina contra covid-19 para os profissionais da rede de ensino. A aceleração da imunização vai garantir o retorno em segurança às aulas presenciais na rede pública, prevista para 2 de agosto.
A medida foi anunciada na tarde desta segunda-feira (19), durante coletiva de imprensa da Saúde, no Palácio do Buriti. A escolha da data se dá porque a partir da próxima semana completam-se 60 dias do início da aplicação da primeira dose para os profissionais de educação.
“Há segurança nessa antecipação, lembrando que ela só vale para os professores e demais profissionais da educação”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil
Esse é o tempo mínimo necessário para que a segunda dose do antídoto possa ser manipulada. Estima-se que seis mil servidores da pasta ainda precisem completar o ciclo da vacinação.
De acordo com o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, a antecipação da dose está prevista na bula da vacina, sem qualquer prejuízo à saúde da população vacinada. “Há segurança nessa antecipação, lembrando que ela só vale para os professores e demais profissionais da educação.”
Quadro da vacinação
O governo federal se comprometeu a enviar esta semana para o Distrito Federal 132.320 doses da vacina, sendo 92.232 para primeira dose e 40.088 para segunda. A Secretaria de Saúde aguarda a confirmação da chegada dos imunizantes para estender a campanha a outras faixas etárias inferiores aos atuais 41 anos de idade.
Desta segunda-feira (19) até 31 de julho, a Secretaria de Saúde deve vacinar em segunda dose 184.817 pessoas, sem necessidade de agendamento. Atualmente o DF tem pouco mais de 172 mil, o que será facilmente reposto porque o governo reservou os antídotos para completar o ciclo de imunização e vem recebendo mais doses ao longo das próximas semanas.
“Essas doses que estão na rede de frios não estão paradas, só estão programadas para serem aplicadas em que já tomou a primeira – e agora não vai faltar para essas pessoas”, afirma Gustavo Rocha.
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Gustavo Montezano, disse nesta segunda-feira (19) que o saneamento reduz a desigualdade social ao comentar sobre o Marco Legal do Saneamento. Montezano foi entrevistado no programa Sem Censura, da TV Brasil, e falou também, entre outros assuntos, sobre o trabalho do banco de desenvolvimento, o apoio a pequenos e microempresários, as parcerias público-privadas em programas do BNDES e os efeitos do dólar alto.
“Daqui uns 10, 15 anos, quando a gente olhar para trás, possivelmente [o Marco Legal do Saneamento] será o evento que foi, na nossa história recente, o maior evento de redução de desigualdade social do Brasil”, disse. “A gente tem que se questionar porque a gente está há 30 anos insistindo em um modelo que não funcionou. Então esse marco ele faz o que? Ele tira o dogmatismo.”
Montezano explicou que não importa se a empresa é pública ou privada, se estiver prestando um bom serviço, ela deve continuar, se não estiver, é necessário trocar e dar lugar para outro. Ele avaliou que a agenda do banco desde a implementação do marco, há quase um ano, está andando muito bem.
“A gente teve a privatização da Casal [Companhia de Saneamento de Alagoas], no Alagoas, foi um baita sucesso no ano passado, tivemos Mato Grosso do Sul, tivemos Cariacica [ES], e este ano tivemos o marco da Cedae [Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro]. [Na Cedae], o investimento total, entre outorga e investimento, foi de R$ 50 bilhões e mostrou para o Brasil e para o mundo que tem uma baita oportunidade social, ambiental e econômica desse setor no Brasil”, disse. “A gente efetivamente enxerga que a gente está entrando em um ciclo de longo prazo muito produtivo e benéfico para a infraestrutura brasileira.”
O presidente do BNDES falou também sobre a capitalização da Eletrobras. Segundo ele, o cronograma da empresa é concluir o processo até fevereiro de 2022. “Porque fevereiro? Porque é quando a gente usa os resultados da empresa do terceiro trimestre deste ano. Caso seja com o resultado do final do ano, pula para março, porque é o tempo da empresa publicar o seu balanço.”
Montezano disse que está confiante que vai cumprir esse cronograma. “Naturalmente depende do judiciário, depende do TCU [Tribunal de Contas da União], uma série de órgãos que participam desta governança. Resumindo o que é a capitalização, são quatro pilares: primeiro pilar é a gente colocar de pé o projeto de Angra 3, Eletronuclear; o segundo pilar é tirar a Eletronuclear e Itaipú da Eletrobras, porque são empresas estatais; o terceiro pilar é seguir todo o rito burocrático e processual de uma privatização e o quarto pilar é fazer a operação no mercado, na Bolsa de Valores, que pessoas físicas e investidores poderão participar. Esses quatro pilares estão andando bem”.
A Caixa Econômica Federal deposita nesta terça-feira (20) a quarta parcela do auxílio emergencial para trabalhadores nascidos em março. O dinheiro pode ser usado para compras, pagamentos e transferências, por meio de conta digital no aplicativo Caixa Tem, mas o saque só será liberado em 4 de agosto. Os valores do benefício variam de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
Também recebem hoje beneficiários do Bolsa Família com NIS (Número de Inscrição Social) de final 2. Neste caso, o dinheiro já é disponibilizado para saque.
O pagamento do auxílio é feito de acordo com o mês de nascimento, no caso dos trabalhadores informais. Para beneficiários do Bolsa Família, o calendário segue o último dígito do NIS.
As novas parcelas serão pagas em agosto, setembro e outubro, com os mesmos valores (de R$ 150 a R$ 375). Só receberá a prorrogação quem está recebendo o auxílio atualmente, ou seja, não serão abertos novos cadastros.
Auxílio com valor menor e para menos pessoas
O auxílio emergencial 2021 está mais restrito que o do ano passado, com valores de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375, dependendo da família, limitado a um benefício por família.
São beneficiadas 45,6 milhões de pessoas, 22,6 milhões a menos do que no auxílio emergencial de R$ 600, pago em meados do ano passado (68,2 milhões de pessoas).
Só recebe o novo auxílio quem recebeu no ano passado e, portanto, já está inscrito nos cadastros públicos usados para a análise dos pedidos. Quem não faz parte dos cadastros não receberá o benefício, visto que não haverá novos pedidos.
Quem pode receber?
É preciso atender uma série de critérios para receber o novo auxílio:
ter recebido o auxílio emergencial em 2020
ser trabalhador informal ou beneficiário do Bolsa Família
ter renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 3.300)
ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 550)
Famílias com mais de uma pessoa e que não são chefiadas por mulheres: R$ 250
Famílias chefiadas por mulheres: R$ 375
Como é o pagamento?
O governo deposita o dinheiro nas contas digitais gratuitas abertas pela Caixa em nome dos beneficiários do auxílio no ano passado. O dinheiro pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem.
Primeiro, a pessoa recebe o depósito e só consegue usar o dinheiro para compras e pagamento de contas. O saque do dinheiro só é disponibilizado semanas mais tarde.
Quem não pode receber?
Não têm direito, segundo o governo:
trabalhadores formais, com carteira assinada
quem recebe benefício do INSS ou de programa de transferência de renda federal
quem recebeu o auxílio em 2020, mas não sacou nem usou o dinheiro
quem estiver com auxílio emergencial 2020 cancelado no momento da análise cadastral do novo auxílio
residentes médicos, multiprofissionais, beneficiários de bolsas de estudo, estagiários e similares
pessoas com menos de 18 anos, exceto mães adolescentes
presidiários
quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019
quem tinha em 31 de dezembro de 2019 a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil
quem recebeu em 2019 rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superior a R$ 40 mil
Como faço para pedir o auxílio?
Não é possível pedir o benefício. No ano passado, o governo disponibilizou um aplicativo e um site para o trabalhador se cadastrar e solicitar o auxílio.
Neste ano, o governo vai usar o cadastro feito no ano passado. Se avaliar que o trabalhador atende os critérios, pagará o benefício automaticamente, sem que o trabalhador tenha que fazer nada para receber.
Donativos são destinados a famílias em situação de vulnerabilidade e entidades atendidas pela OVG e pelo Gabinete de Políticas Sociais. Diretoria Geral de Administração Penitenciária, Tribunal Regional do Trabalho e embaixada de Taiwan no Brasil fizeram as doações
O presidente do Tribunal Regional do Trabalho de Goiás, desembargador Daniel Viana, repassa 900 cestas básicas à presidente de honra da OVG e coordenadora do GPS, primeira-dama Gracinha Caiado | Fotos: Aline Cabral
A Campanha de Combate à Propagação do Coronavírus, do Governo de Goiás, reforçará a atuação no Estado com cerca de 1,7 mil cestas básicas e 135 mil máscaras faciais de camada tripla. Os alimentos e equipamentos de proteção individual serão encaminhados a famílias em situação de vulnerabilidade e entidades sociais atendidas pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e pelo Gabinete de Políticas Sociais (GPS).
Os donativos chegaram à OVG e ao GPS entre os dias 13 e 16 de julho, fruto das parcerias sociais firmadas com diversas instituições. As doações das cestas foram realizadas pela Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) e pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Já as máscaras foram encaminhadas pela embaixada de Taiwan no Brasil.
Os alimentos refletirão na vida de famílias em situação de vulnerabilidade social em todos os 246 municípios goianos e se somarão a outras 750 mil cestas já entregues, pelo Governo Estadual, na Campanha de Combate à Propagação do Coronavírus.
“Eu não me canso de dizer que a fome sempre tem pressa. Uma mãe que vê o filho com fome e não tem o alimento para oferecer àquela criança não consegue deixar essa necessidade para depois. Sabendo dessa realidade que, infelizmente, atinge tantas famílias, o governador Ronaldo Caiado sempre diz que não medirá esforços para ajudar e mudar a realidade dessas pessoas. Com as 1,7 mil cestas doadas pela DGAP e pelo TRT, temos a felicidade em saber que 1,7 mil famílias goianas terão comida na mesa nos próximos dias e nenhuma delas terá fome”, destaca a presidente de honra da OVG e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado.
Ainda de acordo com ela, tão importantes quanto garantir a segurança alimentar por meio das cestas básicas são a saúde e o bem-estar de todo o povo goiano. “Nós sabemos que a pandemia ainda não acabou e que nosso trabalho não pode parar. Para muitas famílias que pouco ou nada têm em casa, ter dinheiro suficiente para comprar máscaras chega a ser um luxo. E máscara hoje em dia não é luxo, é necessidade. Por isso tenho também um agradecimento especial a destinar ao embaixador de Taiwan no Brasil, Chang Tsung-Che, que nos doou 135 mil máscaras faciais. Com essa doação, ajudaremos muita gente a se proteger da Covid-19. Essa é uma ação importantíssima e somos imensamente gratos ao povo taiwanês”, pontua Gracinha Caiado.
União e solidariedade
Responsável pelo repasse de quase dez toneladas de alimentos, equivalentes a 800 cestas básicas, a Diretoria Geral de Administração Penitenciária arrecadou os donativos através da Campanha Doe Esperança. Todas as nove coordenações regionais e gerências da DGAP, assim como os grupos especiais da Polícia Penal, empresários e a comunidade em geral, se uniram para contribuir com a ação.
Segundo o diretor-geral de Administração Penitenciária, tenente-coronel Franz Augusto Marlus Rasmussen, este é um momento de união e todos precisam fazer sua parte. “A Polícia Penal está honrada em contribuir com as ações sociais da OVG. O governador Ronaldo Caiado e a primeira-dama Gracinha Caiado estão trabalhando para ajudar as famílias que contam com o apoio do Estado para se manter, e nós temos o compromisso de dar nossa contribuição”.
Já no Tribunal Regional do Trabalho de Goiás (TRT), contravenções trabalhistas se transformaram em solidariedade. Fruto de um processo indenizatório originado por ação civil pública da Justiça do Trabalho, outras 900 cestas básicas foram adquiridas com o objetivo de serem doadas a quem mais precisa.
De acordo com o presidente do TRT Goiás, desembargador Daniel Viana, “a OVG é a principal referência em assistência social no Estado, por isso parte do montante de cestas adquiridas por meio de multa trabalhista aplicada pelo Tribunal é direcionada, com grande alegria e confiança, à Organização. Sabemos que todos esses alimentos serão repassados a quem precisa com maestria e matarão a fome da população carente”, comenta.
A união de esforços em prol da solidariedade não se resumiu apenas às cestas básicas. Através da relação diplomática nutrida entre o Governo de Goiás e a embaixada de Taiwan no Brasil, 150 mil máscaras foram destinadas ao Estado. Segundo o embaixador taiwanês, Chang Tsung-Che, serão 135 mil unidades para a OVG, cinco mil para a Assembleia Legislativa, cinco mil para a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e cinco mil para a Secretaria de Educação.
“Taiwan é um país muito caridoso e que se preocupa com os demais. No ano passado, trouxemos 70 mil máscaras, esse ano trazemos mais 150 mil, sendo 135 mil para a OVG e GPS. Essa é uma ajuda que oferecemos a Goiás também em reconhecimento ao trabalho tão bonito que é realizado aqui. As pessoas simples precisam se proteger do coronavírus, essas máscaras são para ajudar nessa proteção. Taiwan está de braços dados com Goiás”, pontua o embaixador.
Campanha
Desde que teve início, em março do ano passado, a Campanha de Combate à Propagação do Coronavírus já levou mais de 700 mil cestas básicas a todos os 246 municípios de Goiás, além de assentamentos rurais, acampamentos e comunidades quilombolas. Também foram doados 462 mil frascos de álcool 70% e mais de um milhão e meio (1.521.197 unidades) de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como máscaras de tecido ou descartáveis, capotes, aventais, luvas, macacões, protetores faciais, óculos de proteção, propés, toucas e visores de proteção.
Segundo a diretora-geral da OVG, Adryanna Melo Caiado, o trabalho não para. Além das doações recebidas ao longo desta semana, a segurança alimentar e nutricional dos goianos em vulnerabilidade social é prioridade para o Governo de Goiás. “O governador Ronaldo Caiado autorizou recentemente a compra de mais 250 mil cestas para a realização de uma 4ª etapa da Campanha. Com isso, até novembro deste ano, o Governo de Goiás terá somado mais de 1 milhão de cestas básicas entregues como ajuda emergencial. Esse é o maior número de donativos adquiridos com recursos próprios por um estado brasileiro, desde que teve início a crise sanitária”.
Fonte: Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) – Governo de Goiás
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