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Hospital de Ceilândia recebe ‘Wi-Fi Social’ para pacientes e acompanhantes

Unidade é a primeira, mas acesso à internet gratuita e de qualidade chegará a todos os hospitais da rede pública do Distrito Federal

O vice-governador Paco Britto inaugurou o serviço e destacou a importância de que o governo garanta dentro dos hospitais um “olhar humanizado” | Fotos: Mateus Lincoln

“Mais um compromisso firmado e cumprido pelo nosso maestro, o governador Ibaneis Rocha, que determina que as ações sejam executadas e rege essa grande orquestra que é o governo do DF”Vice-governador Paco Britto

O Hospital Regional de Ceilândia (HRC) passou a ser, a partir deste sábado (18), o primeiro hospital da rede pública a oferecer wireless gratuito aos pacientes, acompanhantes e servidores. O Governo do Distrito Federal (GDF) disponibilizou o sinal para acesso à internet na unidade que, embora seja a pioneira, não será a única a oferecer o serviço aos usuários. Até o fim deste ano, a ideia é que todos os hospitais do DF tenham o Wi-Fi Social.

O projeto, criado em 2019 para promover a inclusão digital e social da população do Distrito Federal, já está disponível em 60 pontos do DF e contabiliza mais de 90 milhões de acessos. “Mais um compromisso firmado e cumprido pelo nosso maestro, o governador Ibaneis Rocha, que determina que as ações sejam executadas e rege essa grande orquestra que é o governo do DF”, frisou o vice-governador Paco Britto.

Ele aproveitou para elencar grandes obras que vêm sendo executadas pelo governo, como o túnel de Taguatinga, a revitalização da W3 Sul, a construção de dois hospitais acoplados – um em Ceilândia e outro em Samambaia, somando mais de 180 leitos.

“São apenas exemplos entre as cerca de 500 obras que estão espalhadas em todas as cidades do DF, gerando mais de 50 mil empregos, e com o olhar do governador Ibaneis para todos, desde a população mais carente até as mais abastadas”, completou o vice-governador.

Até o final de 2022, o governo pretende entregar 200 pontos, em todo o DF, com o Wi-Fi Social. “Queremos tornar Brasília uma cidade inteligente e disponibilizar internet gratuita para todos. O Hospital Regional de Ceilândia é mais um ponto que inauguramos com grande satisfação, pois, tem um grande volume de pacientes, acompanhantes e servidores do quadro, os quais irão se beneficiar com o oferecimento deste serviço público”, explicou o secretário de ciência, Tecnologia e Inovação, Gilvan Máximo.

“O wi-fi promove a integração, que promove a saúde. Quando permitimos a comunicação e as pessoas são conectadas, a gente dá dignidade, dá saúde para as pessoas. Porque saúde é bem-estar físico, mental e emocional”Lucilene Florêncio, superintendente da Região Oeste da Secretaria de Saúde

Olhar humanizado

Com a chegada ao HRC agora, a tecnologia é a aposta dos gestores da unidade de saúde para mais que a inclusão. O Wi-Fi Social é visto como uma forma mais humanizada de tratar pacientes. Para o vice-governador, é importante que o governo garanta, dentro dos hospitais, este “olhar humanizado”. “O governo Ibaneis Rocha não deseja nada menos que isso para a população do Distrito Federal”, garantiu.

“O wi-fi promove a integração, que promove a saúde. Quando permitimos a comunicação e as pessoas são conectadas, a gente dá dignidade, dá saúde para as pessoas. Porque saúde é bem-estar físico, mental e emocional”, destacou a superintendente da Região Oeste da Secretaria de Saúde, Lucilene Florêncio.

O discurso dela foi endossado pelo diretor administrativo do HRC, Vinícius Lima, e pelo diretor clínico do hospital, Bruno Aires. “Essa iniciativa facilita a conectividade de pacientes e acompanhes, facilita comunicação que ficou muito restrita por conta da pandemia”, pontuou Vinícius. “Só de ver a pessoa pela tela do celular já será um conforto para a família e vai ajudar muito na recuperação”, acrescentou Aires.

Novidades

Coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, o Projeto Wi-Fi Social também estará disponível em todas as escolas da rede pública de educação do DF até fevereiro de 2022. Em 2021, uma escola, de cada região administrativa do DF será escolhida para ser piloto na empreitada. Serão 33 escolas das 650 existentes no DF, ainda neste ano.

Além disso, o GDF disponibilizará a internet gratuita em todos os táxis e transportes por aplicativos do DF, se tornando a primeira cidade do Brasil e a terceira do mundo a oferecer este serviço aos usuários.

Fonte: Agência Brasília

Cesta básica ainda mais barata no DF com nova redução do ICMS

Mais 14 itens terão imposto reduzido. O GDF propõe a renúncia de R$ 106 milhões por ano em impostos para ajudar na alimentação das famílias da capital

É a terceira vez que o GDF amplia a lista de produtos na cesta básica para reduzir a pressão inflacionária e fazer com que os alimentos cheguem às mesas dos brasilienses com menos custo | Foto: Vinicius de Melo/ Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) quer incluir mais 14 itens na cesta básica da capital e reduzir o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) desses produtos para 7%. O projeto de lei está pronto e será encaminhado à Câmara Legislativa do DF (CLDF) ainda esta semana. A previsão é que o poder Executivo local deixe de arrecadar R$ 106 milhões por ano para ajudar na alimentação das famílias da capital.

“Passada a fase aguda da pandemia, podemos reajustar para baixo os impostos cobrados do cidadão, para que mercadorias essenciais possam ser compradas a preço menor”Governador Ibaneis Rocha

A proposta do governo faz parte de um programa de redução de tributos e é mais um esforço para combater os efeitos gerados pela pandemia do novo coronavírus e que atingiram a população mais vulnerável, social e economicamente.

“Conseguimos, com muito esforço do nosso secretário de Economia, André Clemente, recuperar o caixa do governo. Passada a fase aguda da pandemia, podemos reajustar para baixo os impostos cobrados do cidadão, para que mercadorias essenciais possam ser compradas a preço menor. É o que estamos fazendo, aumentando o número de produtos que terão ICMS reduzido”, afirma o governador Ibaneis Rocha.

Se aprovada pela CLDF, a norma passa a valer a partir de 2022 e vai incluir o macarrão comum cru; os óleos refinados de milho, girassol e algodão; carnes de gado bovino e suína, salgadas, em salmoura, defumadas ou simplesmente temperadas; açúcar cristal e açúcar refinado obtidos da cana-de-açúcar, em embalagens de conteúdo com até 5 kg, exceto as embalagens contendo envelopes individualizados (sachês) de conteúdo inferior ou igual a 10 g; manteiga; sardinha e atum em lata e peixe fresco, refrigerado ou congelado.

A proposta também engloba produtos de higiene, como sabões, água sanitária, papel higiênico e absorvente feminino. “Medida essencial no combate à vulnerabilidade de mulheres hipossuficientes, de forma a prevenir constrangimentos e privações sofridas no período menstrual, bem como evitar problemas de saúde”, destaca o projeto na exposição de motivos.

É a terceira vez que o Poder Executivo amplia a lista de produtos na cesta básica para reduzir a pressão inflacionária e fazer com que os alimentos cheguem às mesas dos consumidores com menos custo. A Lei n. 6.421 de 2019; e a Lei 6.885, de 2021, incluíram produtos na cesta básica.

R$ 106 milhõesé quanto o GDF deixará de arrecadar com a redução de ICMS em itens da cesta básica

A cesta básica passou, então, a contemplar os seguintes produtos: alho, aves vivas, café torrado e moído, charque, creme vegetal, extrato de tomate; gado bovino, bufalino, caprino, ovino e suíno; halvariana, leite pasteurizado tipo “c”, margarina vegetal, rapadura, sal refinado, sardinha em lata, trigo, pão francês, farinha de mandioca, farinha de trigo inclusive pré-misturada, macarrão espaguete comum, óleo de soja, leite UHT.

“O compromisso do governador Ibaneis Rocha é reduzir, com responsabilidade fiscal, os impostos que foram aumentados no governo passado. Só esta medida fará com que o governo deixe de arrecadar R$ 106 milhões, mas o importante é que a população – principalmente a de baixa renda – seja beneficiada, pagando menos por produtos de primeira necessidade. Esses recursos economizados pela população de baixa renda serão redirecionados para outros gastos da população. garantindo assim a arrecadação e o aquecimento da economia”, afirma o secretário de Economia, André Clemente.

Ainda de acordo com o titular de economia, o governo busca alternativas para aumentar o caixa do governo sem onerar ainda mais a população. “Já reduzimos IPVA, ISS e ICMS de combustíveis e outros gêneros, aumentamos a arrecadação e fizemos crescer a economia. Nosso objetivo sempre foi criar um bom ambiente de negócios no DF, inclusive com justiça tributária”, lembra.

Combustível
O GDF já reduziu impostos como IPVA e ISS. Na semana passada, a CLDF aprovou a proposta do Executivo local que reduz o ICMS para combustíveis. Conforme o projeto de lei, o GDF vai abrir mão de arrecadação e reduzirá três pontos porcentuais dos valores que incidem sobre gasolina, etanol e diesel, a partir de 1º de janeiro de 2022 até 2024.

A Secretaria de Economia estima que deixará de arrecadar cerca de R$ 345,4 milhões, valor que deve ser revertido na arrecadação tributária com o reaquecimento econômico e um maior consumo por parte dos brasilienses.

Fonte: Agência Brasília

Goiás recebe 211.400 novas doses de vacina

Imunizantes CoronaVac, do Instituto Butantan, serão destinados para uso como primeira e segunda doses. Meta é cobrir toda população goiana maior de 18 anos, até o fim deste mês. “Temos quase 200 mil pessoas que ainda não se vacinaram em Goiás”, alerta secretário de Estado da Saúde, Ismael Alexandrino. “Peço ajuda a todos, precisamos superar essa etapa, salvar vidas”, pontua governador Ronaldo Caiado

Governo de Goiás recebe mais 211.400 doses de vacinas contra Covid-19: remessa será destinada para uso como primeira e segunda aplicações | Fotos: Wesley Costa

O Governo de Goiás recebeu, na manhã deste sábado (18/09), um novo carregamento de vacinas contra Covid-19. O lote, enviado pelo Ministério da Saúde (MS), desembarcou, às 10h10, no Aeroporto Internacional de Goiânia, com 211.400 doses CoronaVac, fabricadas pelo Instituto Butantan. Metade do carregamento será usado como primeira dose e a outra metade será destinada para a segunda aplicação.

Assim que desembarcaram, as vacinas foram encaminhadas para a Central Estadual de Rede de Frio, unidade da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), em Goiânia. Após conferência, elas serão enviadas aos municípios uma vez por semana, conforme decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

“São milhares de famílias no Estado que perderam entes queridos”, lembrou o governador que fez, na noite de sexta-feira (17/09), um apelo pela imunização. “Vamos vacinar, é fundamental. Peço ajuda a todos, precisamos superar essa etapa, salvar vidas”, pontuou. 

O secretário de Estado da Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, reforça a importância da adesão da população à imunização contra a Covid-19. “Temos quase 200 mil pessoas que ainda não se vacinaram em Goiás e não há falta de vacina, até o momento. Precisamos da conscientização das pessoas que estão aptas a se vacinarem que busquem pela vacina pela sua saúde e pela saúde de todos os goianos”, reforçou.

O secretário também lembra os gestores municipais que as doses CoronaVac não são indicadas para a vacinação de adolescentes. “Em Goiás, não vamos paralisar a vacinação dos adolescentes. No entanto, a Anvisa não autoriza o uso desse imunizante para menores de 18 anos”, lembrou.

Conforme resolução da CIB de Goiás, os imunizantes recebidos poderão ser utilizados para vacinação por faixa etária, em ordem decrescente de idade. Os grupos prioritários, como idosos, trabalhadores da saúde, educação ou pessoas com comorbidades, que ainda não se vacinaram, por algum motivo, terão prioridade, independentemente da idade que estiver sendo atendida naquele município no momento.

Doses aplicadas

Do total de vacinas recebidas até o momento, até às 15h dessa sexta-feira (17/09), Goiás aplicou a primeira dose em 4.496.675 goianos. Com o esquema completo, seja pelo reforço ou pela aplicação em dose única, foram imunizadas 2.300.844 pessoas.

Fonte: SES – Governo de Goiás

Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 8,35%

Previsão é que taxa Selic suba para 8,25% ao ano até o fim de 2021


© Marcello Casal JrAgência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu, novamente, de 8% para 8,35% neste ano. É a 24ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (20), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 4,10%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Em agosto, puxada pelos combustíveis, a inflação subiu 0,87%, a maior inflação para o mês desde o ano 2000, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, o maior acumulado desde fevereiro de 2016, quando o índice alcançou 10,36%.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Amanhã (21) e quarta-feira (22), o Copom realiza a sexta reunião do ano para definir a Selic.

Na ata da última reunião, em agosto, os membros do comitê já indicaram que deve haver nova elevação, de 1 ponto percentual. Essa também é a expectativa do mercado financeiro, de que a taxa suba para 6,25% ao ano no encontro do Copom desta semana.

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 8,25% ao ano. Na semana passada a projeção era 8%. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica suba para 8,50% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é 6,75% e 6,50% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

As instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para o crescimento da economia brasileira este em 5,04%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,63%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,30% e 2,50%, respectivamente.

A expectativa para a cotação do dólar também se manteve em R$ 5,20 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,23.

Fonte: Agência Brasil

Ex-assessor de Trump diz que “importância da eleição no Brasil será enorme”, mas nega que trabalhará para Bolsonaro

Em entrevista exclusiva à BBC News Brasil, Jason Miller afirmou que a PF fez ‘jogo psicológico’ ao ouvi-lo no aeroporto de Brasília e que STF agiu de modo ‘politicamente motivado’

Jason Miller, Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro em Brasília | Foto: Reprodução/Twitter / BBC News Brasil

“Está bastante claro que a mídia de esquerda quer atacar o presidente Bolsonaro e removê-lo do cargo como forma de derrotar o movimento populista em todo o mundo. A importância da eleição no Brasil vai ser enorme, não só para o presidente Bolsonaro”, professa o ex-porta-voz de Donald Trump, Jason Miller, em entrevista exclusiva à BBC News Brasil.

“Veja, por exemplo, a influência do Partido Comunista Chinês no que se refere ao Brasil, que é um país enorme no Hemisfério Ocidental. Então há muitas ramificações a partir do resultado desta eleição”, diz, mencionando o principal antagonista dos Estados Unidos no mundo hoje, a China.

Apesar do diagnóstico eleitoral, Miller, que esteve no Brasil há uma semana para participar do seminário conservador CPAC Brasil, organizado por Eduardo Bolsonaro, diz que não se envolverá na campanha de reeleição de Jair Bolsonaro em 2022.

Depois de participar das campanhas do ex-presidente americano em 2016 e 2020, ele agora se apresenta como “um homem de negócios”. “Não vou me envolver em nenhum ato de campanha, estou preocupado em aumentar o número de seguidores da minha rede”, garante.

Há alguns meses, Miller deixou sua posição como assessor do republicano para se tornar CEO da GETTR, uma rede social recém lançada que se vende como um porto seguro para todos os que temem ter seus perfis banidos ou silenciados por violar os termos de uso de plataformas como Twitter ou Facebook — e que caiu nas graças de políticos e militantes de direita.

O surgimento da rede, que Miller define como uma plataforma “em defesa da liberdade de expressão”, parece uma óbvia resposta ao fato de que Donald Trump acabou desprovido de suas contas, com dezenas de milhões de seguidores, após postar mensagens que, segundo Facebook e Twitter, insuflaram ainda mais seu grupo de apoiadores que levava a cabo uma invasão ao Congresso americano, em 6 de janeiro. Miller, no entanto, nega que Trump esteja por trás da iniciativa.

“Não tem nada a ver com ele (Trump), mas esperamos muito que ele entre na plataforma. Tomei conhecimento da GETTR quando estava trabalhando para o presidente Trump na fase de pós-presidência, conversando com várias empresas que estavam falando sobre o desenvolvimento de plataformas ou já tinham começado a desenvolvê-las. E quando eu vi (a GETTR), eu disse pra mim mesmo: ‘Ei, este é o futuro, eu quero fazer parte disso’. Então, pedi demissão da minha posição com o presidente Trump para vir pra GETTR”, afirmou Miller. Se Trump ainda não criou seu perfil, Bolsonaro e os filhos já são presenças na rede de Miller.

Questionado se o próprio Trump deve embarcar na campanha de Bolsonaro, inclusive com a possibilidade de vir ao Brasil para endossá-lo, Miller afirmou que “o presidente Trump fala muito bem do presidente Bolsonaro” e mencionou que o republicano anunciou no último sábado, em entrevista por ocasião da luta de boxe entre Vitor Belfort e Evander Holyfield na Flórida, que “ama o presidente do Brasil” e que Bolsonaro “trabalha duro pelas pessoas”. Não quis, no entanto, ir mais longe. “Não seria apropriado falar em nome do presidente Trump, já que não trabalho mais para ele”, disse Miller.

Justiça brasileira “devia fazer sua lição de casa”

A viagem de Miller ao Brasil para promover sua rede social entre conservadores dias antes dos atos organizados pelo presidente Bolsonaro para o 7 de Setembro entrou no radar das autoridades brasileiras.

Como resultado, houve ao menos duas ações distintas do Judiciário em relação ao empresário. A primeira veio no próprio dia 7 de setembro, quando Miller foi parado no aeroporto de Brasília, ao tentar deixar o país, por agentes da Polícia Federal que queriam ouvi-lo nos inquéritos de fake news e atos antidemocráticos, sob comando do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A segunda ocorreu há seis dias, quando o ministro Luis Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ordenou que a GETTR interrompesse qualquer repasse a canais bolsonaristas sob investigação.

Embora não tenha sido formalmente preso, Miller acusa os policiais de ter restringido sua liberdade – “não estou preso, mas não posso partir sem responder perguntas, então o que isso quer dizer?”. Diz ainda que os agentes usaram de “jogo psicológico” e vazaram a informação de que ele estava sendo ouvido à imprensa.

“Havia definitivamente algum jogo psicológico que estava sendo jogado. Os agentes estavam usando táticas básicas de deixar a pessoa sentada sozinha, imaginando o que está acontecendo. Havia definitivamente essa aura de filme B de detetive ou de um episódio de Law and Order”, afirmou o ex-porta-voz de Trump.

Ainda segundo Miller, nenhum dos agentes envolvidos na ação falava inglês. Ele não fala português. “Eles (os policiais) acabaram recorrendo à concierge do aeroporto, a mulher que estava nos ajudando meio que a chegar ao nosso avião. Ela foi muito legal e profissional, mas estava literalmente usando seu colete reflexivo amarelo para não ser atropelada na pista do aeroporto”, descreve Miller, no que considerou uma conduta “pouco profissional” da PF. A corporação não comentou as ações.

Em entrevista ao programa War Room, do ideólogo do trumpismo Steve Bannon, Miller qualificou a Polícia Federal de “Gestapo”, em referência à polícia nazista. Ele não repetiu o termo à BBC News Brasil, mas afirmou que “o Supremo Tribunal Federal usa sua polícia secreta” para agir com motivação política.

“Não tenho ideia de qual é o objetivo, acho que o que eles estão tentando fazer é apenas um esforço politicamente motivado para tentar nos assustar. Acho que é só isso. Mas uma coisa que sei é que eles são muito hábeis em vazar informações intencionalmente para a mídia, na tentativa de tentar enquadrar uma história em uma determinada direção”, diz Miller.

Segundo ele, essa seria a intenção com as suspeitas lançadas sobre quem pagou o jatinho que o americano usou para vir a Brasília por quatro dias. Há alguns dias, o jornal Valor Econômico afirmou que as autoridades brasileiras queriam esclarecimentos sobre o assunto.

Consultado pela BBC News Brasil, Miller afirmou que “o avião foi fretado pela nossa empresa, a GETTR. Ela fretou a aeronave e está pagando por ela. Então é simples assim. Tanto a polícia secreta da Suprema Corte quanto a Corte brasileira em si são muito habilidosas para atuar com a mídia, mas não há nada em relação ao aluguel do avião. E isso é realmente básico, é apenas uma tentativa deles de tentar causar mistério ou confusão onde não há nada”.

Por fim, Miller ainda acusou o Judiciário brasileiro de ser “desinformado ou não fazer sua lição de casa” por determinar a desmonetização de canais bolsonaristas da GETTR. A determinação do TSE segue na mesma linha da vedação feita de repasses a canais bolsonaristas sob investigação em outras plataformas, como Youtube e Facebook.

“É importante dizer que não há nenhuma monetização da GETTR agora. Não há nenhuma maneira de alguém monetizar o GETTR no momento. E então (a decisão do TSE de barrar repasses da plataforma) parece estar um tanto mal orientada e desinformada quanto ao que o que GETTR realmente fornece. Parece haver um grande grau de falta de entendimento sobre o GETTR porque trazer algo assim à tona sem saber que, neste momento, não dá para monetizar nada no GETTR, parece que eles (tribunais) estão terrivelmente mal informados ou simplesmente não estão fazendo seu próprio dever de casa sobre isso. É realmente estranho. Nós estamos ativos há algo em torno de 60 dias e essa opção de obter repasses sequer está disponível na plataforma.”

De acordo com Miller, a plataforma ainda estuda maneiras de remunerar produtores de conteúdo, provavelmente com um modelo de gorjeta digital do qual o site recolheria uma porcentagem, “mas menor que a de nossos concorrentes, como YouTube”.

A GETTR também ainda não trabalha com anúncios, “resolvemos não entulhar a rede nesse começo”, o que deve fazer apenas em 2022. O modelo de como esses anúncios seriam postados aos usuários, no entanto, não está claro. Segundo Miller, “nós já declaramos publicamente que nunca venderemos ou compartilharemos os dados do usuário”.

“Até o Lula pode entrar”

Embora diga que ser citado por Bolsonaro no discurso de 7 de setembro foi uma das “maiores honras da vida”, Miller procura descaracterizar sua rede social como reduto exclusivo da direita.

“Francamente, essa plataforma é aberta para a esquerda e para a direita. Se o Lula quiser entrar na GETTR, o Lula pode entrar. Está aberto a todos. Nossos princípios são de apoio à liberdade de expressão e oposição à cultura de cancelamento. Temos pessoas da esquerda política, temos pessoas da direita política, qualquer pessoa pode desfrutar da plataforma. É uma plataforma de liberdade de expressão”, afirmou à BBC News Brasil.

Mas Miller sabe que seu grande público no Brasil está entre os conservadores. De acordo com ele, dos cerca de dois milhões de usuários já cadastrados no site, entre 13 e 15% são brasileiros, ou seja, entre 250 mil e 300 mil. Apenas nos dois dias subsequentes a seu depoimento à Polícia Federal, quando os veículos bolsonaristas expressaram solidariedade, a rede teria ganhado 80 mil novos brasileiros, de acordo com o próprio Miller.

“Eu acho que o motivo pelo qual temos visto um crescimento tão grande no Brasil é que, os brasileiros valorizam muito sua liberdade de expressão. No Brasil, o povo está preocupado com as big techs (empresas como Google e Facebook), estão preocupados com os limites que estão sendo impostos à sua liberdade de expressão, e querem ter certeza de que nunca, jamais serão deletados das plataformas. Não querem ser calados politicamente, querem ter a certeza de que há um lugar seguro onde podem ir para expressar suas crenças. E esse é realmente o objetivo, garantir que as pessoas nunca sejam censuradas pela plataforma puramente por suas crenças políticas”, argumenta Miller.

Sua explicação ressoa parte da pauta bolsonarista que atraiu centenas de milhares de manifestantes no sete de setembro: a defesa do que vem como ataques à liberdade de expressão daqueles que defendem atos considerados crimes constitucionais, como o fechamento do Supremo Tribunal Federal.

Dias antes da manifestação, Bolsonaro assinou uma Medida Provisória que altera o marco civil e veda que empresas como Google, Facebook e Twitter deletem contas ou conteúdos que espalhem desinformação, inclusive sobre o processo eleitoral. A MP foi assinada no mesmo dia em que Miller visitou Bolsonaro no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República.

Na entrevista à BBC News Brasil, Miller foi explícito em elogiar a medida, vista por críticos como um anteparo bolsonarista a punições semelhantes às sofridas pelo ex-presidente Trump.

“A GETTR tem o mesmo espírito dos princípios da ordem executiva de Bolsonaro, que ele acabou de assinar: nunca iremos discriminar politicamente as pessoas ou dizer que você não deveria fazer uma postagem simplesmente por causa de suas convicções políticas”, disse Miller.

No Brasil, a medida está sendo questionada nos tribunais e a Procuradoria Geral da República pediu que seus efeitos sejam suspensos até que o mérito seja julgado.

Em agosto, o observatório de internet da Universidade Stanford, nos EUA, lançou um relatório em que alertava para os riscos de que a GETTR disseminasse conteúdos abusivos. De acordo com o órgão, “a GETTR mostra dados demográficos culturais semelhantes ao Parler (outra rede social preferida por conservadores e conspiracionistas, como seguidores de QAnon): usuários de extrema direita nos Estados Unidos e no Brasil que foram deletados de grandes sites de mídia social”.

O mesmo relatório ainda acrescenta que há “muito poucos – se houver algum – mecanismos para detectar spam, conteúdo violento, pornografia e imagens de exploração infantil. Em vez disso, a GETTR parece estar contando com um modelo de controle pela comunidade, que não se mostrou suficiente”.

Miller rechaça as observações do relatório. Questionado sobre como pretende agir para impedir que a plataforma seja usada para organização de golpes de estado ou qualquer outro crime ou ato antidemocrático, ele afirmou que “temos uma política de moderação muito proativa e robusta, na qual trabalhamos com inteligência artificial e moderadores humanos para monitorar as discussões públicas que estão acontecendo e garantir que não haja nenhuma conversa sobre atividade ilegal. Nossa crença em liberdade de expressão é que seus direitos devem se estender até o ponto em que comecem a infringir os direitos de outras pessoas”.

Como prova do engajamento da rede em conter eventuais abusos, Miller afirma que dobrou o time de moderadores da GETTR para os eventos pró-Bolsonaro de 7 de setembro.

“Mas não vimos qualquer tipo de comportamento perturbador ou ilegal (na rede), apenas a mídia sugerindo que as pessoas que se manifestavam no dia da independência fariam algo de errado”, afirmou.

De acordo com Miller, ele pretende voltar ao Brasil em breve e explorar eventos como Carnaval e Copa do Mundo para alavancar os números da rede social junto aos brasileiros. Questionado sobre a moderação de tom de Bolsonaro, que depois de chamar Alexandre de Moraes de “canalha”, afirmou em nota reconhecer as qualidades do ministro como “professor”e “jurista”, Miller se absteve: “Eu não falo pelo presidente Bolsonaro nem quero fingir que sou um especialista em política brasileira”.

Fonte: Terra

Leandro Grass usa dinheiro público para montar gabinete do ódio

A um ano e dois meses das eleições do próximo ano, o deputado distrital Leandro Grass (Rede), decidiu montar o seu “gabinete do ódio” para atacar adversários politicos e veiculos de comunicação que não rezam na sua cartilha.

Foi o que o distrital fez contra o Portal Imparcial, o qual ele classificou como “site fantasma”, o que levou à ABBP, entidade representativa do segmento das mídias digitais alternativas do DF e Entorno, a reagir contra o parlamentar, exigindo retratação.

Nada contra a estrutura do seu gabinete do ódio, criada para atuar nas redes sociais, se o dinheiro utilizado para financiar o esquema ilegal, não fosse patrocinado com recursos do contribuinte.

Um exemplo claro da atuação ilegal de Grass são os mais de R$ 16 mil reais por mês, mais auxílio-alimentação no valor de R$ 1,3 mil e um fabuloso plano de saúde, destinados a bancar o blogueiro e ex-secretário de Comunicação de Rollemberg, Hélio Doyle.

É notório nas redes sociais do distrital que o serviço contratado é voltado para fazer a campanha eleitoral do distrital ao Buriti e, por tabela, atacar seus adversários.

Em meio a pandemia que empurrou grande parte da população trabalhadora do DF para o desemprego e gerou uma restrição econômica a todos, o que se vê nesses últimos sete meses é que o deputado distrital Leandro Grass escancarou seu desrespeito à legislação quanto ao uso dos recursos públicos de seu gabinete.

Na soma dos gastos, o deputado torra mensalmente mais de R$ 18 mil com os “serviços” do blogueiro Hélio Doyle nomeado na estrutura de seu gabinete com um Cargo Especial de Gabinete, CL-15.

Doyle é um dos 26 funcionários comissionados pendurados na pesada folha de pagamento da CLDF para servir Leandro Grass em seu projeto eleitoreiro.

Segundo um funcionário do gabinete de Leandro Grass, a função do “novo conselheiro” é cuidar do marketing político da campanha eleitoral do deputado, que já se apresenta na internet como pré-candidato a governador do DF para a próxima eleição.

Atualmente, o DF tem mais de 2,1 milhões de eleitores. Na eleição de 2018, Grass conseguiu se eleger com uma pífia votação de 6 mil e poucos votos, o último colocado entre os 24 eleitos para a Câmara Legislativa.

A maioria dos colegas de parlamento faz chacota do projeto político do distrital ao Buriti, principalmente, porque seu minúsculo partido não tem condições sequer de convencer outros partidos na formação de uma chapa majoritária. Ou seja, o deputado está blefando.

O uso escancarado do dinheiro público de forma ilegal, que já começa a chamar a atenção do Ministerio Público Eleitoral, fica ainda mais evidente quando o próprio deputado anuncia a contratação de um profissional para ser o coordenador de sua campanha.

O salário que será pago com o dinheiro público não foi revelado.

Veja o anúncio:

“Mulherada,
Estamos com uma vaga de coordenador aberta no Gabinete, mas especificamente para a comunicação. Precisamos de alguém com experiência em comunicação política e de campanhas eleitorais, gestão de redes e gerenciamento de equipe.
Se tiverem recomendações ou conhecerem alguém que possa se encaixar na vaga, o link ta abaixo!”

A  convocação feita pelo gabinete de Leandro Grass fez chover de pessoas interessadas de várias parte do país. Confira o link:
https://www.linkedin.com/jobs/view/2686542301/

Da redação

Queiroga: Em breve, nós teremos essa desobrigação de usar máscara

O presidente Jair Bolsonaro, o ministro Marcelo Queiroga e o intérprete de libras Fabiano Guimarães durante transmissão ao vivo | Imagem: Reprodução

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quinta-feira (16) que, em breve, haverá a desobrigação do uso de máscaras no País. Segundo o presidente Jair Bolsonaro, a portaria deve ser editada “brevemente”.

“Em breve, nós teremos essa desobrigação de usar máscaras. Quem quer usar máscaras, usa. Mas essa mania de querer criar lei para tudo… Daqui a pouco tem uma lei para obrigar as crianças irem para a escola vacinadas. Não precisa de vacina para ir para a escola”, disse Queiroga em transmissão ao vivo nas redes sociais ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

“À medida que o cenário epidemiológico melhore”, acrescentou o ministro.

Em um novo ataque às vacinas, Bolsonaro declarou ainda que ele, sem se vacinar, está com mais imunidade do que quem tomou CoronaVac. “Não tem comprovação científica”, atestou Bolsonaro, disparando críticas ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), que resolveu obrigar servidores públicos a se vacinarem. “Quem tomou CoronaVac, complicou.”

A Anvisa, contudo, concedeu autorização de uso emergencial para a CoronaVac.

Queiroga ainda declarou que não faltarão doses de vacinas para a população brasileira. No entanto, foi registrado nos últimos dias um “apagão” de imunizantes da AstraZeneca, o que levou Estados como São Paulo a utilizar Pfizer em cidadãos com a segunda dose de Oxford atrasada.COMUNICAR ERRO

Fonte: UOL

ABBP repudia declarações do deputado distrital Leandro Grass

Na sexta-feira passada, dia 10 de setembro, o deputado distrital Leandro Grass, Rede, veio a público denegrir a reputação de um dos nossos portais associados. Diante das declarações, a ABBP divulga nota de repúdio contra as declarações do parlamentar.
Confira a nota abaixo:

Da Redação

Operação de reversão na DF-250 será retomada segunda (20)

O objetivo da ação do DER-DF é diminuir os transtornos causados pelos engarrafamentos na região

A ação será executada até que a obra de duplicação da DF-250 tenha início e ajustes no trânsito sejam novamente realizados | Arte: DER-DF

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) retomará, a partir da próxima segunda-feira (20), a operação de reversão de faixa na rodovia DF-250. A ação será realizada apenas no período de pico da manhã, de 6h às 9h, por onde trafegam aproximadamente 22 mil veículos por dia.

A operação de fluidez foi iniciada em outubro de 2019, mas havia sido suspensa, temporariamente, em 25 de março do ano passado em razão da redução expressiva do fluxo de veículos, resultante da pandemia da covid-19.

Agora, após estudos de tráfego realizados pela Superintendência de Trânsito do DER/DF, que analisou os recorrentes engarrafamentos que voltaram a acontecer no período matutino, o órgão decidiu retomar a operação de reversão de faixa para dar fluidez ao trânsito na região.

A operação de reversão de faixa será realizada do km 0 ao km 3 da rodovia, com início a partir do condomínio Novo Horizonte e terminando no balão do Itapoã

A ação será executada até que a obra de duplicação da DF-250 tenha início e ajustes no trânsito sejam novamente realizados. A licitação desta obra foi aberta no dia 12 de agosto e está na fase final, com previsão de início das obras até o final de outubro.

Entenda a operação

A operação de reversão de faixa será realizada do km 0 ao km 3 da rodovia, com início a partir do condomínio Novo Horizonte e terminando no balão do Itapoã. Durante o horário de reversão, os usuários poderão trafegar por duas faixas de rolamento no sentido Balão do Itapoã: na faixa central e na faixa da direita.

A faixa da esquerda permanecerá seguindo no fluxo sentido Planaltina. Na faixa reversa (do meio) os motoristas poderão trafegar sobre as áreas zebradas, que estão localizadas próximas aos três acessos à cidade do Itapoã. Durante a realização da reversão será proibida a conversão à esquerda nas faixas reversa e normal.

O DER/DF alerta aos motoristas que durante a operação não será permitido transpor o bloqueio dos cones, sob pena de multa

Durante a operação, os motoristas só poderão acessar a cidade do Itapoã a partir das extremidades da faixa reversa – no acesso pela DF-001 e no Condomínio Novo Horizonte. Por outro lado, os cidadãos dentro da cidade do Itapoã deverão utilizar as ruas internas para se deslocarem, uma vez que a conificação que será implantada durante a reversão impedirá o cruzamento da rodovia DF-250.

Fora do período de operação de reversão o trânsito volta à normalidade, operando como é atualmente: com uma faixa no sentido Balão do Itapoã e duas faixas no sentido Planaltina.

Sinalização reforçada

A sinalização horizontal (pintura) e vertical (placas) da via será alterada e reforçada em toda a extensão da DF-250, para informar os motoristas sobre a dinâmica do trânsito durante a operação, além de Painéis de Mensagens Variáveis (PMV’s) que serão instalados ao longo da rodovia. Os agentes de trânsito do DER/DF também darão apoio durante todo o período de reversão para orientação dos usuários.

Atenção

O DER/DF alerta aos motoristas que durante a operação não será permitido transpor o bloqueio dos cones, sob pena de multa. O Centro de Controle Operacional (CCO) do DER/DF irá monitorar o trânsito na via durante todo o tempo para prever possíveis alterações na operação da faixa reversa e aplicar multa aos motoristas infratores.

O motorista que desrespeitar a lei de trânsito cometerá infração grave, com multa de R$195,23 e levará cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

* Com informações do DER-DF

Fonte: Agência Brasília

Licitação para construção de UBS no Gama será em outubro

Antigo posto de saúde, fechado desde 2015, dará lugar a uma moderna unidade de saúde, com 2 mil m². Investimento é de R$ 6,7 milhões

Abandonado desde 2015, prédio onde funcionava o Posto de Saúde nº 8 será todo reformado para abrigar a UBS | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

A reforma do antigo posto de saúde nº 8 no Gama está bem perto de virar realidade e, assim, reforçar o atendimento médico à população. A licitação para a contratar a empresa que fará as obras já tem data marcada: 4 de outubro. A UBS 7, novo nome da unidade, receberá um investimento de R$ 6,69 milhões e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) será a responsável pela fiscalização da obra.

Abandonada desde 2015, a velha construção dará lugar a um moderno prédio de 2.055 m². De acordo com a Novacap, a empresa vencedora terá um prazo de até 300 dias para concluir a nova unidade. O terreno onde será erguida a UBS pertence ao governo federal, junto ao qual o GDF buscou uma solução para dar utilidade ao espaço abandonado e ampliar a oferta de saúde. A área fica no Setor Central da cidade, próximo à Feira Permanente do Gama.

As instalações incluem consultórios de clínica médica, pediatria e odontologia; um centro de especialidade odontológica equipado com até dez cadeiras para atendimento; além de ambientes como sala administrativa, de marcação de consultas e de enfermagem; auditório e espaços para curativos e medicamentos.

Segundo o superintendente da região de saúde Sul, Lucimir Maia, o novo posto vai reestruturar o atendimento na região. “De uns anos pra cá, as equipes que atendiam no local foram movidas para o nosso espaço no estádio Bezerrão”, explica. “Agora, com a nova UBS, vamos poder ampliar o número de profissionais e atender até aproximadamente 25 mil pessoas da localidade”, prevê o médico. O novo posto se somará às 12 UBSs já existentes na cidade.

Espera de quase seis anos

A comunidade espera desde 2015 a criação de um nova unidade de saúde no local.  Sem utilização, o antigo prédio foi se degradando e passou a ser alvo de vandalismo. “Ali também já foi usado por pessoas em situação de rua e o mato cresceu. Eventualmente, a Administração Regional e o SLU fazem uma limpeza na área”, conta a administradora Joseane Feitosa.

Segundo Joseane, os serviços de saúde na cidade serão aprimorados com a UBS 7 e com a entrega da nova unidade de pronto atendimento (UPA), que está em fase final de construção. “Será um grande ganho para a nossa população que terá mais opções de atendimento. Os novos postos também ajudarão a desafogar o Hospital Regional do Gama que é muito demandado”, conclui.

Os recursos para a reforma da UBS são oriundos de emendas parlamentares dos deputados distritais Chico Vigilante e Daniel Donizet.

Fonte: Agência Brasília