O técnico do Paris Saint-Germain, Mauricio Pochettino, está confiante de que Neymar jogará futebol por muitos anos ainda, depois que o atacante brasileiro disse esta semana que a próxima Copa do Mundo pode ser a sua última.
Neymar, de 29 anos, disse em entrevista que o Mundial do Catar pode ser sua última aparição no torneio porque não tem certeza se terá “condições de cabeça de aguentar mais futebol”.
Falando antes do jogo do PSG pela Ligue 1 contra o Angers, na sexta-feira (15), Pochettino disse que os comentários de Neymar foram resultado de uma carreira inteira no centro das atenções.
“Ele é um homem sincero, expressa seus sentimentos com rapidez, mas sua força mental, em uma vida que está sob os holofotes há muito tempo, é ótima. Ele sofreu muita pressão desde pequeno”, disse o argentino. “Às vezes as coisas saem do contexto. Neymar adora futebol e tenho certeza que vai jogar por mais anos. Não tenho dúvidas.”
Pochettino confirmou que o zagueiro Sergio Ramos ainda não está disponível devido a uma lesão e vai fazer “treino individualizado” por mais dez dias, enquanto espera para disputar sua primeira partida pelo clube depois de chegar do Real Madrid.
“Não tenho dúvidas de que Ramos vai conseguir encontrar o seu melhor nível. A situação do Sergio não é nada agradável porque não teve opção de treinar com os companheiros ou de jogar há muito tempo. Está sofrendo, mas é forte e todos no clube estão ajudando”, disse o técnico.
A três anos da Olimpíada de Paris (França), dez atletas brasileiros disputam neste fim de semana o Grand Slam de Judô na capital europeia. A seleção conta com dez atletas que buscam assegurar, pela primeira vez na carreira, a tão sonhada vaga nos Jogos. Além do Brasil, o torneio reúne judocas de 46 países. A medalha de ouro garante dois mil pontos no ranking mundial da Federação Internacional de Judô (IJF, sigla em inglês). As disputas no sábado (15) e domingo (16) serão transmitidas ao vivo no canal do IJF no Youtube – as finais serão sempre ao meio-dia (horário de Brasília).
“Eu vejo essa competição como o start para o próximo ciclo olímpico e o fato de ser na cidade olímpica me faz sentir mais perto do meu sonho. Sentir as energias de estar lutando um Grand Slam com gostinho de Olimpíada. E uma medalha na cidade olímpica me traria muita alegria de estar dando os primeiros passos rumo a 2024”, disse Ellen Santana (70kg), medalha de bronze em 2019 no Grand Slam de Dusseldorf (Alemanha), em depoimento à Confederação Brasileira de Judô (CBJ).
Na manhã desta quinta (14), os cinco primeiros brasileiros a pisar no tatame no próximo sábado (16) participaram das últimas atividades preparatórias antes da pesagem e estreia: Natasha Ferreira (categoria até 48kg), Jéssica Pereira (57kg), Willian Lima (66kg), Renan Torres (66kg) e David Lima (73kg).
“Estou muito confiante. Paris é uma competição muito tradicional e de nível elevado. Mas, estou preparado e pronto para buscar uma medalha nesse evento. Vai ser muito especial lutar na cidade e no país dos Jogos Olímpicos”, projeta Guilherme Schimidt (81kg), vice-campeão no Grand Prix de Zagreb (Croácia),no último dia 25, a primeira competição do novo ciclo olímpico.
Guilherme Smith luta no domingo (17), assim como Ellen Santana (70kg), Guilherme Schimidt (81kg), Marcelo Gomes (90kg), Lucas Lima (100kg) e João Marcos Cesarino (+100kg). O sorteio das chaves será nesta sexta (15), às 9h (horário de Brasília).
Na edição do ao passado do Grand Slam de Paris, o Brasil subiu ao pódio duas vezes: Larissa Pimenta (52kg) e Beatriz Souza (+78kg) conquistaram medalha de bronze. Sarah Menezes (52kg) e Rafael Silva (+100kg) ficaram em quinto lugar.
Um dos parlamentares mais jovens a comandar uma casa legislativa estadual no País, o deputado Rafael Prudente, do MDB, é o convidado da próxima edição do projeto de entrevistas coletivas “Sala de Imprensa ABBP”, na segunda-feira (18), às 18h.
A coletiva terá duração de uma hora e será transmitida simultaneamente nas fanpages (páginas) do Facebook da ABBP e dos sites e portais de notícias associados a entidade.
Na ocasião, o presidente da Câmara Legislativa do DF falará de sua atuação à frente do parlamento distrital e em seguida ele responderá às perguntas dos jornalistas dos veículos filiados a ABBP.
Serviço
Sala de Imprensa ABBP com o presidente da CLDF, Rafael Prudente Dia: 18 de outubro de 2021, às 18 horas. Local: Facebook da ABBP e dos sites e portais de notícias associados a ABBP
Revitalização do teto da plataforma superior e troca das portas dos banheiros são exemplos de melhorias recentes
Revitalização do teto da plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto | Foto: Divulgação
Além da reforma da Agência do Na Hora, a Rodoviária do Plano Piloto está recebendo algumas obras de manutenção, como a revitalização do teto da plataforma superior, com 70% executada, a troca das portas dos banheiros, manutenção das escadas e melhoria do asfalto nas proximidades do local. O administrador do espaço, Josué Martins, destacou que o trabalho intenso dos fiscais e a existência do Centro de Comando da Polícia Militar, que mantém diariamente pelo menos 30 policiais no terminal, fizeram com que fosse reduzida a depredação.
Nos últimos dias os banheiros ganharam novas portas. As escadas rolantes também passaram por manutenção. Segundo o administrador, a acessibilidade é um dos principais focos de sua administração. “Nós nos preocupamos muito com a questão da locomoção de idosos e de pessoas com deficiência. Sempre fazemos manutenção nos elevadores e escadas rolantes”, explicou. Embora Josué considere que a depredação foi reduzida, ele disse que a prática ainda permanece. Segundo ele, às vezes as portas dos boxes de banheiros são arrancadas poucas horas depois de serem colocadas.
O movimento é intenso na Rodoviária do Plano Piloto. A cada 24 horas cerca de 800 mil pessoas passam pelo terminal, sendo que aproximadamente 120 mil são moradores do entorno. Também circulam por lá 6.400 ônibus diariamente. Devido ao alto fluxo de pessoas e de veículos, a administração do terminal funciona todos os dias, inclusive nos finais de semana e nos feriados. No feriado de 12 de outubro, ao contrário do que foi divulgado na imprensa, Josué garante que a administração esteve aberta. “A administração não fecha. Precisamos atender as pessoas”, frisou.
Queimadas consumiram em mais de dez dias, uma área de cerca de 28 mil hectares. A Polícia Civil conclui os três inquéritos referentes aos incêndios na Chapada dos Veadeiros, ocorridos no mês de setembro deste ano
A Polícia Civil concluiu os três inquéritos referentes aos incêndios na Chapada dos Veadeiros, ocorridos no mês de setembro deste ano, por mais de dez dias na região do referido parque.
As investigações resultaram no indiciamento de quatro autores, pelos crimes previstos nos artigos 41 e 39 da Lei dos Crimes Ambientais, além do crime de incêndio qualificado previsto no artigo 250, § 1º do Código Penal. Os procedimentos serão encaminhados ao Poder Judiciário com vistas à possível responsabilização penal dos autores.
Segundo as investigações, um dos focos do incêndio ocorreu de maneira culposa, pela conduta imprudente de dois autores no manuseio de materiais de construção, ocasionando a queima do condomínio Vale Azul, na cidade de Alto Paraíso. Uma das testemunhas relatou que o fogo lhe ocasionou o prejuízo de cerca de R$ 150 mil.
As outras duas investigações concluíram pela ocorrência de crime doloso. Um deles ocorreu em uma estrada vicinal para o Distrito de São Jorge e o outro, mais grave, ocorreu na Fazenda Cascata, responsável pela queima de 14.183 hectares. As queimas, no total, consumiram uma área de cerca de 28 mil hectares.
Governo trabalha para ampliar serviço a todas as cidades do Distrito Federal
O Na Hora da Rodoviária passou por ampla reforma, que incluiu reparos nos banheiros, copa e substituição do sistema elétrico e do parque tecnológico | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
A unidade do Na Hora da Rodoviária do Plano Piloto está de cara nova. O local passou por uma ampla reforma, a primeira em 20 anos, e foi entregue nesta quinta-feira (14) pelo governador Ibaneis Rocha.
Foram investidos R$ 1,8 milhão na unidade para trazer mais conforto aos colaboradores e usuários e também em tecnologia para tornar o atendimento ainda mais ágil naquele que é o posto com maior número de atendimentos no DF.
A expectativa é que agora o tempo médio de espera no atendimento fique abaixo dos cinco minutos. As instalações do Na Hora passam a contar com acessibilidade, e o atendimento será bilíngue e por Libras (linguagem brasileira de sinais). O governo pretende reformar todas as unidades do Na Hora até o fim de 2022, e a próxima a ser entregue é a unidade de Brazlândia.
“É possível melhorar o atendimento à comunidade, a vida das pessoas, e vamos levar esse serviço a todas as cidades”Governador Ibaneis Rocha
“Quando iniciamos o processo de parceria da Secretaria de Justiça com o Banco de Brasília, a expectativa era exatamente essa: trazer modernidade, tecnologia e atendimento à comunidade de forma rápida e útil. Agora, começamos a mostrar o resultado desse trabalho. É possível melhorar o atendimento à comunidade, a vida das pessoas, e vamos levar esse serviço a todas as cidades”, destacou o governador Ibaneis Rocha.
O Na Hora é uma das subsecretarias vinculadas à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus). Para a titular da pasta, Marcela Passamani, a reforma “melhora o atendimento e a experiência do usuário dentro do Na Hora da Rodoviária, que atende uma média de quatro, cinco mil pessoas todos os dias”.
A secretária citou outros projetos e o trabalho do governo de expandir o serviço: “Nós vamos reformar todas as unidades do Na Hora. Temos outros projetos, como o Na Hora Cidades, e estamos com um projeto de carreta itinerante para levar serviços para a população onde o Na Hora não está presente”.
Quem trabalha na Rodoviária elogiou a reforma, com a perspectiva de utilizar os serviços o quanto antes. É o caso de Francinete Terceiro, atendente de uma loja próxima à unidade do Na Hora, que declarou: “Acredito que vai ser bom para a população essa reforma, porque essa unidade é bastante movimentada”.
“Nós vamos reformar todas as unidades do Na Hora. Temos outros projetos, como o Na Hora Cidades, e estamos com um projeto de carreta itinerante para levar serviços para a população onde o Na Hora não está presente”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania
A reforma
O Na Hora da Rodoviária passou por ampla reforma, que incluiu reparos nos banheiros, copa e substituição do sistema elétrico e do parque tecnológico. Além disso, o projeto também trouxe a criação de uma sala de descompressão para servidores e colaboradores. O espaço também ganhou redefinição do layout, mobiliários e divisórias, que vão possibilitar a ampliação de serviços públicos pelos órgãos parceiros e melhor atendimento ao usuário.
As mudanças não vão se restringir apenas ao espaço físico. O tempo de espera no atendimento também vai diminuir. Até 2018, o Na Hora Rodoviária contabilizava um tempo médio de espera em 27 minutos. No início da atual gestão, em 2019, a espera caiu para 15 minutos, com a implementação de novos processos e o uso de novas tecnologias. Em 2020, o usuário esperou uma média de oito minutos para ser atendido. A estimativa é que o serviço fique ainda mais ágil, com tempo de espera média abaixo dos cinco minutos.
Atualmente, a unidade na Rodoviária conta com o apoio de 14 órgãos parceiros atuantes em um único espaço: Caesb, Codhab, Detran, Defensoria Pública da União, Instituto de Identificação da Polícia Civil do DF, Neoenergia, Ouvidoria do Corpo de Bombeiros Militar do DF, Polícia Rodoviária Federal, Procon, Secretaria de Economia, Secretaria de Desenvolvimento Social, Tribunal Regional Eleitoral e Secretaria de Administração Penitenciária.
O novo horário de funcionamento será das 8h às 19h, de segunda a sexta-feira. Para conferir todos os serviços presenciais e digitais disponíveis, acesse o site do Na Hora.
O assunto foi debatido nesta quinta-feira durante audiência na Comissão Mista de Orçamento (CMO) | Leopoldo Silva/Agência Senado
Representantes dos estados mais populosos reivindicam um novo critério de divisão das emendas de bancadas estaduais. O assunto foi debatido nesta quinta-feira (14) em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO) conduzida pelo senador Izalci Lucas (PSDB-SP).
Para 2022, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) reservou aproximadamente R$ 5,7 bilhões para esse tipo de emenda — cerca de R$ 212 milhões por estado — e o critério de distribuição desses recursos, de forma igualitária entre as unidades da federação, desagrada aos parlamentares dos entes mais populosos.
A iniciativa para a audiência partiu da deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP). Ela considera o atual critério injusto e sugeriu que metade dos recursos sejam repartidos de forma proporcional à população de cada estado e do Distrito Federal.
— O que me move é uma indignação e a busca de justiça. O objetivo não é tirar dinheiro de nenhum estado, mas discutir os critérios. Existem outros meios que podem ser adotados e não foram suficientemente debatidos. O papel da emenda de bancada tem sido desvirtuado. Não é apenas uma questão de justiça ao cidadão de São Paulo, Minas ou Bahia — argumentou ela.
Também representante de São Paulo, o deputado federal Alexandre Leite (DEM-SP) alegou que há estados com oito deputados federais e três senadores, ou seja, 11 parlamentares, que têm à disposição cerca de R$ 212 milhões. Já São Paulo, por exemplo, tem 73 parlamentares para os mesmos R$ 212 milhões.
— A conta não fecha! — protestou ele.
A divisão de valores chamou atenção também do deputado federal Domingos Sávio (PSDB-MG), para quem o critério deveria levar em conta, além da população, fatores como renda média per capita e arrecadação do ente.
O representante de Minas Gerais defendeu o diálogo e pediu que os parlamentares evitem a radicalização. Ele acredita que, se não houver entendimento, os estados que se sentem prejudicados atualmente conseguiriam maioria para aprovar um projeto de resolução que leve em conta somente o critério populacional.
— Não dá para vir com essa conversa de que estado com bancada e população menores é mais pobre e frágil que outros com população maior. Não dá para falar que o IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] do Distrito Federal, por exemplo, é menor que o do Norte de Minas — comparou Domingos Sávio.
O secretário-executivo da Secretaria de Fazenda e Planejamento de São Paulo, Tomás Bruginski, afirmou que esse estado é singular por ter maior concentração do Produto Interno Bruto (PIB) do país e por ter uma população muito grande. Todavia, observou ele, parte dela está desassistida socialmente.
— Quando se faz distribuição igual, trata-se de modo desigual a população. São Paulo, por exemplo, é o segundo estado da federação em número de famílias inscritas no Programa Bolsa Família; são quase 5 milhões de pessoas. Temos, sim, uma demanda grande de políticas sociais — avaliou.
Posição contrária
Essas reivindicações causaram reação imediata dos representantes dos estados menos populosos. O senador Marcelo Castro (MDB-PI), por exemplo, lamentou a realização da audiência pública desta quinta-feira, pois, segundo ele, trata-se de “uma matéria vencida e uma perda de tempo”. Conforme o senador, qualquer proposta de alteração do critério de divisão não tem chance de passar no Senado, que é a Casa da Federação e representa os estados.
— Quase todo ano na Comissão de Orçamento tem essa lenga-lenga. Os maiores se colocando contra os menores. É um assunto que não deveria mais vir à baila. É uma perda de tempo insistir em uma coisa que não tem futuro. Não nos leva a nada — declarou.
O representante do Piauí lembrou que o Brasil é um país continental, com disparidades regionais, e que muitos os países têm políticas de desenvolvimento para diminuir a distância entre suas regiões. Ele ressaltou ainda que as emendas de bancada estaduais não são do deputado ou do senador; são do estado e, em geral, destinam-se a grandes obras estruturantes, que ultrapassam os limites municipais.
— Vejo isso como egoísmo desenfreado, e egoísmo mata. Não é para isso que tornamos impositivas as emendas individuais e de bancada — opinou.
O deputado federal Tiago Dimas (Solidariedade-TO), por sua vez, lamentou a forma discriminatória com que, segundo ele, os estados menores têm sido tratados. Dimas disse que outros colegas estão preocupados, pois eventuais mudanças nas regras ou um novo sistema de cálculo poderia prejudicar justamente as unidades federativas que mais precisam de recursos.
— Hoje o que dá alento aos municípios e prefeitos são os recursos captados pelas emendas de bancada. Não é justo que a gente precise ter que buscar remanejamento para prejudicar os menores estados. Faço aqui um apelo. Se queremos pensar numa política mais justa de divisão, que não mexamos nas emendas de bancada — argumentou.
Mais audiências
Diante das divergências, o senador Izalci Lucas afirmou que o tema precisa continuar sendo debatido, inclusive no Senado, onde estão os representantes dos estados.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Representantes dos times estiveram com o governador Ibaneis nesta manhã (13) para tratar da próxima edição do campeonato
No encontro com representantes dos clubes brasilienses, o governador Ibaneis Rocha garantiu apoio ao futebol local e colocou a Secretaria de Esportes e o BRB à disposição para ajudar na realização do Candangão 2022 | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília
O governador Ibaneis Rocha recebeu diretores e representantes de clubes do Distrito Federal, no Palácio do Buriti, nesta quarta-feira (13), para conversarem sobre o Campeonato Brasiliense de Futebol de 2022, popularmente conhecido como Candangão. O encontro serviu para alinhar questões como a profissionalização da modalidade local, possibilidades de patrocínio e uma possível parceria entre os clubes brasilienses e governo.
“Espero que possamos avançar para que o Candangão tenha uma boa edição e, assim, resgatarmos o futebol do DF. Contem com o nosso apoio dentro do que for possível”Governador Ibaneis Rocha
Ibaneis Rocha declarou que o Governo do Distrito Federal (GDF) está ao lado do “futebol brasiliense” e vai ajudar no que for possível. Para isto, colocou a Secretaria de Esporte e o Banco de Brasília (BRB) à disposição das equipes para construir uma boa edição para o próximo ano.
“Espero que possamos avançar para que o Candangão tenha uma boa edição e, assim, resgatarmos o futebol do DF. Contem com o nosso apoio dentro do que for possível”, declarou o governador Ibaneis Rocha.
Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa reforçou que o banco já é o principal apoiador do esporte no DF e sinalizou com o mesmo apoio em 2022. “Vamos sentar com a federação para desenhar o campeonato do ano que vem. Esperamos estimular o vínculo dos cidadãos com os times daqui, apoiar a profissionalização e avanço dos times locais e reforçar a imagem do futebol brasiliense”, afirma.
“Queremos trazer o incentivo à prática do esporte aqui no DF, desde a base até o profissional”Giselle Ferreira, secretária de Esportes
Já a secretária de Esporte, Giselle Ferreira, disse que, a partir das ações discutidas, o governo também trabalha pelo profissionalismo do esporte. “Queremos trazer o incentivo à prática do esporte aqui no DF, desde a base até o profissional”.
Quem também saiu da reunião otimista foi o presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos. “Se quisermos esse crescimento que falamos hoje, precisamos nos profissionalizar. O governo tem nos apoiado. Eles viram, da nossa parte, uma iniciativa de mudança e resgate do futebol do DF. Temos muito o que melhorar ainda, mas estamos trabalhado para isso. Fomos bem aceitos e agradecemos ao governador Ibaneis Rocha pelo apoio que tem dado para o nosso futebol”, disse.
O encontro contou com a presença do vice-governador Paco Britto; dos secretários Giselle Ferreira (Esporte), André Clemente (Economia) e Vanessa Mendonça (Turismo); da deputada federal Celina Leão; do presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente; do presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, e de representantes dos times do Gama, Brasiliense, Ceilândia, Capital, Taguatinga, Luziânia e Santa Maria.
Obra será completa e estação rodoviária vai ser modernizada e adequada para atender a atual demanda de transporte público
Entre os boxes de paradas dos ônibus serão construídas calçadas com piso tátil. Os degraus das plataformas e da área comercial serão retirados| Reprodução: Semob
A Companhia Brasileira de Soluções em Engenharia (Combrasen) venceu a concorrência pública para realizar a reforma do terminal rodoviário do Gama Centro e tem prazo de 18 meses para concluir os serviços. O resultado da licitação foi divulgado pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), nesta quarta-feira (13), por meio de publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
A concorrência foi do tipo menor preço e o valor total do contrato será de R$ 5.560.672,87. A obra vai gerar aproximadamente 90 empregos. De acordo com o subsecretário de Terminais da Semob, Ronivaldo Bento Costa, a reforma será completa e o terminal vai ser modernizado e adequado para atender a atual demanda de transporte público.
“Quando a reforma estiver concluída, o Gama terá um terminal totalmente remodelado, adequado às normas de edificação e às normas técnicas atuais, inclusive com soluções arquitetônicas de acessibilidade”, explicou Ronivaldo.
O projeto contempla a atualização das redes de instalação de água, esgoto, elétrica, telefônica, bem como reforço na prevenção contra incêndio e na acessibilidade.
Entre os boxes de paradas dos ônibus serão construídas calçadas com piso tátil, e os degraus das plataformas e da área comercial serão retirados. As melhorias visam garantir aos usuários do terminal maior segurança para as pessoas com deficiência física ou quaisquer dificuldades de locomoção.
“Quando a reforma estiver concluída, o Gama terá um terminal totalmente remodelado, adequado às normas de edificação e às normas técnicas atuais, inclusive com soluções arquitetônicas de acessibilidade”Ronivaldo Bento Costa, subsecretário de Terminais da Semob
Reforma geral
Com a reforma, os 18 boxes do terminal serão realocados, de forma que o telhado da edificação passe a proteger os usuários das intempéries no embarque e desembarque. O telhado será substituído, e a cobertura ficará mais alta.
Além disso, serão reformados os sistemas elétrico, hidráulico, de esgotamento sanitário e de combate a incêndio, bem como os seis banheiros e as áreas administrativas. Será reconstruído o pavimento das áreas de circulação dos ônibus, enquanto revestimentos de pisos e paredes das áreas comuns serão substituídos.
O terminal rodoviário Gama Centro ocupa um terreno de 5.760 m², próximo a diversos órgãos públicos, em área de grande movimentação de pessoas. Dispõe de 24 vagas para estacionamento de ônibus. Além das 24 linhas urbanas, o terminal recebe viagens do transporte rodoviário interestadual e semiurbano.
Pelo Gama Centro passam 92 ônibus de linhas internas do DF, que realizam 794 viagens de segunda a sexta, 517 aos sábados e 341 aos domingos. Cerca de 80 permissionários desenvolvem diversas atividades comerciais no terminal, em lanchonetes, restaurantes, lotérica, farmácia, lojas de roupas e suprimentos de informática.
O objetivo da lei é oferecer segurança jurídica para que as escolas organizem seu próprio calendário, em função da pandemia
O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.218, de 2021, que prorroga para até o fim do ano as mudanças no calendário escolar em razão da pandemia de covid-19. A norma, originária do PL 486/2021, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (14).
A matéria foi apresentada pela deputada professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) e, no Senado, foi relatada pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF). O objetivo é oferecer segurança jurídica para que as escolas organizem seu próprio calendário. Para isso, o dispositivo desvincula a vigência dessas normas excepcionais sobre o ensino do decreto de calamidade pública que perdeu a vigência no fim do ano passado.
A nova Lei concede segurança jurídica aos secretários de Educação para aplicar as normas neste ano. O Decreto Legislativo 6/2020 reconheceu a calamidade principalmente para fins orçamentários e foi citado em várias leis relacionadas às consequências das medidas de combate à disseminação do vírus. Agora, até o encerramento do ano letivo de 2021, poderão ser adotadas medidas da Lei 14.040, de 2020.
Entre essas medidas estão: a suspensão da obrigatoriedade de escolas e universidades cumprirem a quantidade mínima de dias letivos; a aglutinação de duas séries ou anos escolares; a permissão para o ensino remoto; e a antecipação da conclusão de cursos de medicina ou cursos técnicos relacionados ao combate à covid-19, se cumpridos 75% da carga horária.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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