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CoronaVac tem eficácia contra Ômicron, mostra estudo preliminar

Resultado mostra maior eficácia em comparação à vacinas de mRNA


© REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados

Um estudo realizado por pesquisadores de universidades chinesas e publicado na última segunda-feira (10) na revista Emerging Microbes & Infections, aponta que a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e pelo laboratório chinês Sinovac, tem efetividade na neutralização da variante Ômicron. O estudo ainda á preliminar. Apesar de já ter sido publicado e passado por revisão de pares, o artigo médico-científico contém dados observados em laboratório, o que ainda não demonstra se há a mesma efetividade na população em geral.

Para o estudo, os pesquisadores usaram pseudovírus contendo a proteína Spike de sete variantes do vírus Sars-CoV-2: Ômicron, Alpha, Beta, Gama, Delta, Lambda e Mu. Um pseudovírus é uma partícula viral que possui todas as propriedades do vírus, com a diferença de que ele não infecta as células. Os pseudovírus foram utilizados na pesquisa por permitir uma manipulação mais segura em laboratório.

No experimento foi utilizado plasma sanguíneo de pessoas vacinadas com a CoronaVac e também de pessoas com infecção prévia. Essas amostras são então infectadas com os pseudovírus que carregam a proteína Spike das variantes. 

O teste consiste em checar se anticorpos gerados em decorrência da vacina vão neutralizar, ou seja, combater o vírus nesse cultivo. O resultado é então comparado com a capacidade de neutralização dos anticorpos da linhagem de vírus que circulava no início da pandemia.

Os testes de neutralização conseguem avaliar a capacidade dos anticorpos de erradicar o vírus, mas não medem outros aspectos de defesa do organismo, como por exemplo a memória do sistema imunológico.

O que diz o estudo

Após produzidos os pseudovírus das sete variantes, pesquisadores analisaram anticorpos neutralizantes de 16 pessoas convalescentes de covid-19 e também de 20 pessoas que haviam tomado duas doses da vacina CoronaVac. O estudo não incluiu pessoas que tomaram doses de reforço.

No caso das pessoas que tiveram a infecção prévia, foi observada uma redução de 10,5 vezes da neutralização contra a variante Ômicron, ou seja, a neutralização pela Ômicron é 10,5 vezes pior do que para cepa original do novo coronavírus. No caso da Alfa, a redução é de 2,2 vezes; 5,4 vezes contra a Beta; 4,8 vezes contra a Gama; 2,6 vezes contra a Delta; 1,9 vez contra a Lambda; e 7,5 vezes contra a variante Mu. 

Já no teste feito com os anticorpos neutralizantes das 20 pessoas que tinham tomado as duas doses da vacina CoronaVac, a redução de neutralização média foi de 12,5 vezes sobre a Ômicron; de 2,9 vezes contra a Alfa; 5,5 vezes contra a Beta; 4,3 vezes contra a Gama; 3,4 vezes contra a Delta; 3,2 vez contra a Lambda; e 6,4 vezes contra a variante Mu.

Para os autores do trabalho, essa redução de neutralização de cerca de 12,5 vezes da CoronaVac frente a Ômicron – que demonstra perda de efetividade da vacina em relação à cepa original – é muito “melhor do que os trabalhos publicados sobre duas doses de vacinas de RNA mensageiro, nas quais foi observada uma diminuição de 22 vezes e de 30 até 180 vezes da neutralização em imunizados com a Pfizer”.

Mesmo assim, os autores destacam que a comparação dos estudos da CoronaVac com a Pfizer pode ter problemas, já que a diferença encontrada entre eles pode ser atribuída a ensaios diferentes ou amostras diferentes.

“A CoronaVac, ou outras vacinas inativadas, induzem um repertório maior de imunidade contra covid-19. Recentemente, há evidências científicas de que a capacidade de neutralização da CoronaVac contra a variante Ômicron é maior do que a capacidade das vacinas baseadas em proteína S. A consequência disso é que as vacinas inativadas, como a CoronaVac, resistem mais às variantes”, disse Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan.

Para especialistas que leram o estudo publicado na revista científica, ainda faltam dados para que seja possível afirmar que duas doses da CoronaVac seriam suficientes para neutralizar a Ômicron. Eles destacam que faltam dados, por exemplo, de resposta celular. Eles também lembram que o resultado observado com anticorpos neutralizantes nem sempre corresponde ao que é observado em cenários epidemiológicos reais.

Todas as vacinas aprovadas até este momento foram desenvolvidas para combater apenas a cepa original do SarS-CoV-2, que surgiu inicialmente na China. Todas elas apresentam, em maior ou menor grau, queda de eficácia em relação às variantes.

Vacinação

Independentemente do resultado desse estudo, especialistas lembram que vacinas salvam vidas. Ontem (12), em entrevista coletiva, o coordenador executivo do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, João Gabbardo, disse que as vacinas que estão sendo aplicadas em todo o mundo ajudam a prevenir mortes e hospitalizações por covid-19.

Segundo ele, a variante Ômicron, que fez os casos de covid-19 explodirem em todo o mundo, tem sido, no geral, uma pandemia de não vacinados. “Estamos enfrentando uma pandemia dos não vacinados. E, quando se fala dos não vacinados, estamos falando das pessoas com mais de 18 anos que não completaram o seu esquema vacinal e das crianças que ainda não foram vacinadas. Esses dois segmentos é que são responsáveis por esse acréscimo no número de internações e de casos”, disse ele. “Quando dizem que esta variante é inofensiva, que os casos são leves, temos que levar em consideração que isso é resultado da vacinação. O número de pessoas que ainda se infectam é muito elevado. E internações, embora não sejam tão graves, são muito elevadas”, falou Gabbardo.

Resposta imunológica

O Instituto Butantan divulgou que um outro estudo, feito no Chile e que ainda não foi publicado, demonstrou que três doses da CoronaVac foram capazes de reforçar a resposta imunológica celular contra a variante Ômicron.

“Os primeiros resultados que obtivemos são respostas celulares, que são células chamadas linfócitos T, que reconhecem antígenos de coronavírus. Fomos capazes de medir a capacidade de reconhecimento e de resposta imune em amostras obtidas de pessoas vacinadas com duas doses da CoronaVac, mais a dose de reforço, e detectamos um nível significativo de reconhecimento da proteína S da variante Ômicron”, disse o pesquisador Alexis Kalergis, diretor do Instituto Milênio de Imunologia e Imunoterapia, professor na Pontifícia Universidade Católica do Chile, em entrevista à Rádio Pauta.

Para a pesquisa, foi analisado um grupo de 24 pessoas com ciclo vacinal completo feito com a CoronaVac e que haviam recebido uma dose de reforço do mesmo imunizante após seis meses. Amostras de sangue dos vacinados foram avaliadas em laboratório para verificar a capacidade específica dos linfócitos T em identificar cepas da variante Ômicron. “Esses linfócitos T têm a capacidade de reconhecer células infectadas para eliminá-las. Para conseguir isso, os linfócitos T também devem produzir uma molécula antiviral chamada interferon gama e nossos resultados mostram que essa molécula foi efetivamente produzida”, disse o pesquisador chileno.

Fonte: Agência Brasil

Em 2021, mais de 64 mil empregos foram criados no DF

GDF cortou impostos, lançou obras públicas e investiu em capacitação profissional para estimular a economia mesmo em pandemia

Ao longo do ano, foram criados 64 mil postos de trabalho, segundo a Pesquisa do Emprego e Desemprego (PED) | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Uma série de ações foi tomada pelo Governo do Distrito Federal para reaquecer a economia em 2021. Ao longo do ano, foram criados 64 mil postos de trabalho, segundo a Pesquisa do Emprego e Desemprego (PED).

Resultado de intervenções como o avanço da vacinação contra a covid-19; o investimento na construção civil com centenas de obras públicas; o lançamento de programas de capacitação e de auxílios financeiros; e, o adiamento de impostos para o setor empresarial.

“Todas as medidas de apoio ao setor produtivo foram fruto de muito diálogo e muitos estudos para que pudéssemos propor ações possíveis e que realmente pudessem ajudar os cidadãos e as empresas no contexto da pandemia da covid-19”, afirma o secretário de Economia, Itamar Feitosa.

“Desde o primeiro dia de governo, nos preocupamos em criar um ambiente mais justo e seguro, além de garantir a qualidade do gasto público, os pagamentos dos salários e dos fornecedores e a geração de emprego e renda”, acrescenta o secretário.

Com o aumento do nível ocupacional nos últimos 12 meses, houve diminuição no número de desempregados. Em novembro, a taxa caiu de 17,8% para 16,1%, ainda de acordo com os estudos da PED. “Acreditamos que a vacinação é uma das principais responsáveis pelo crescimento do número de empregados, posto, que proporcionou a retomada de boa parte do setor de serviços, principal segmento da economia do DF”, comentou o presidente da Codeplan, Jean Lima, durante apresentação da pesquisa em novembro de 2021.

Impactos da pandemia

Uma das grandes medidas para reduzir os efeitos da covid-19 foi o programa Pró-Economia. Lançada em maio, a Etapa 1 apresentou 20 medidas com o objetivo de fomentar a economia local, com injeção de R$ 1,2 bilhão nos cofres públicos. Até novembro, 18 ações haviam sido implementadas. As demais se estendem para 2022.

A Etapa 2 do Pró-Economia foi anunciada em novembro com mais 34 medidas que ampliam as ações do GDF para minimizar os impactos da pandemia

Entre as medidas estão o diferimento do ISS, IPTU e IPVA para 37 mil empresas dos setores empresariais como eventos, salões de beleza e de casa de festas; redução da base de cálculo do ICMS do café com inclusão na cesta básica, beneficiando mais de 12 mil empresas dos setores de cultivo de café e do comércio atacadista; auxílio emergencial para proprietários de veículos do setor de transporte de turismo; redução de multas por descumprimento de obrigações tributárias de ICMS e ISS; ampliação do Programa Prato Cheio para 35 mil beneficiários; e pagamento de pecúnia a policiais civis.

A Etapa 2 do Pró-Economia foi anunciada em novembro com mais 34 medidas que ampliam as ações do GDF para minimizar os impactos da pandemia. As medidas tratam principalmente do programa de incentivo à regularização de débitos (Refis 2021), além de incluir redução e isenção de impostos e convênios de ICMS para setores como saúde, construção civil e rede hoteleira.

As duas etapas do Pró-Economia, os Refis I e II e as operações de crédito em andamento resultarão na arrecadação de R$ 9 bilhões para os cofres públicos.

Redução de impostos

A Secretaria de Economia também apresentou ações específicas para micro e pequenos empreendedores com foco na perspectiva fiscal, com isenções, prorrogações, parcelamentos, remissões e anistias tributárias. Impostos como IPTU, TLP, ICMS, ISS e ITBI foram prorrogados ou parcelados.

Outra ação teve como foco o setor do empreendedorismo, beneficiando os empresários do centro de Taguatinga. A secretaria prorrogou e possibilitou o parcelamento do pagamento do IPTU e TLP para atenuar as consequências econômicas e financeiras da execução das obras do Túnel Rodoviário de Taguatinga agravadas pela pandemia. A medida beneficiou quase mil estabelecimentos.

O cidadão foi diretamente beneficiado com a redução de impostos. O consumidor brasiliense vai pagar cerca de 10% a menos no ICMS na gasolina, e 20% a menos no do diesel. A medida é gradativa para os próximos três anos (2022, 2023 e 2024).

Outra medida para aliviar o bolso da população foi a inclusão de 14 itens na cesta básica da capital. Assim, o ICMS tributado sobre esses produtos caiu para 7%. É o caso do café; macarrão comum cru; carne seca; óleos refinados de milho, girassol e algodão; água sanitária; papel higiênico; e absorvente feminino.

Para auxiliar financeiramente 69.998 famílias vulneráveis e reaquecer as vendas do setor, Economia e Desenvolvimento Social (Sedes) lançaram, em agosto, o Cartão Gás, no valor de R$ 100 a cada dois meses para aquisição do botijão. A Secretaria de Economia contou com 203 empresas cadastradas. O processo continua aberto para adesão de novas empresas revendedoras de gás interessadas em participar.

Empregos na construção civil

A construção civil não parou na pandemia. Mais do que garantir benefícios à população com infraestrutura, o setor manteve o mercado aquecido assegurando a geração de empregos ao longo de 2021.

A Secretaria de Obras investiu R$ 226,779 milhões só neste ano. Ao todo, foram 16 obras de grande porte realizadas pela pasta que geraram postos de trabalho. Entre elas, a construção do Túnel de Taguatinga, os serviços de infraestrutura de Vicente Pires, os viadutos da ESPM e Epig e as reformas da W3 Sul e SRTVS. Segundo a pasta, foram criados mais de 10 mil empregos.

“Nossas obras avançaram significativamente no período, gerando emprego e renda para muitos trabalhadores e movimentando a economia. Dar continuidade às obras em andamento e iniciar novas obras foi uma determinação do governador”, declara o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Programas de qualificação

Diversas secretarias do GDF investiram em programas de capacitação para promover qualificação e mais oportunidades de emprego aos moradores do DF em 2021.

A Secretaria de Trabalho (Setrab) lançou em 2020, o RENOVADF que chegou ao terceiro ciclo em 2021, quando já havia capacitado 1.589 alunos nas áreas de construção civil e jardinagem. Os selecionados executam serviços de recuperação de espaços públicos das regiões administrativas do DF recebendo um salário mínimo de remuneração.

Destes, mais de 100 já conseguiram espaço no mercado de trabalho. O ano encerrou com 3.000 alunos ainda participando do projeto e mais 3.500 vagas estão abertas para 2022.

A pasta ofertou educação profissional visando à maior inserção no mercado e a autonomia socioeconômica dos brasilienses. O programa Fábrica Social capacitou 400 pessoas em situação de vulnerabilidade com cursos de corte e costura.

A iniciativa Jornada da Mulher Trabalhadora levou qualificação à população feminina de regiões como Itapoã e Sobradinho II com cursos, em sua maioria, na área de beleza. Cada RA capacitou 360 mulheres. Mais de 500 lavadores de carros fizeram o curso de biolavagem fornecido pela secretaria para melhorar o exercício da profissão.

A secretaria foi responsável pela inserção de 1.254 pessoas no mercado formal de trabalho entre janeiro e novembro por meio das 14 agências do trabalhador.

Iniciativas em todas as áreas

Já a Secretaria de Desenvolvimento Econômico investiu R$ 2,3 milhões em capacitações do programa Desenvolve 4.0 voltado para inovação de empresas e fornecedores do DF. Foram 800 empresas beneficiadas com cursos presenciais, com mentorias e capacitações on-line.

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) conta com o Inovatech, programa em parceria com o Senai-DF, que oferta cursos de aperfeiçoamento e qualificação em áreas como construção civil, tecnologia da informação e telecomunicações. Ao todo, 6 mil pessoas foram qualificadas no ano.

O programa Turismo em Ação, da Secretaria de Turismo, passou por 9 regiões administrativas levando ações de estruturação, qualificação e promoção do turismo local. Já a Secretaria de Cultura e Economia Criativa promoveu cursos de qualificação para artistas, empreendedores e agentes culturais pelo programa Território Cultural. A ação gerou 50 postos de trabalho.

A população do sistema prisional contou com cursos profissionalizantes promovidos em parceria da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus); da Secretaria de Educação (SEE); e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), como os programas Novos Caminhos, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e RENOVADF. Em 2021, a Funap foi responsável por encaminhar ao mercado de trabalho 2.582 pessoas.

Fonte: Agência Brasília

Seis UBSs, cinco UPAs, 8 mil servidores e quase 50 mil cirurgias no ano

Números grandiosos de 2021 mostram investimento em pessoal e infraestrutura para melhorar o atendimento

A começar pela atenção primária, que é a porta de entrada do atendimento à população, o GDF entregou seis UBSs em 2021| Foto: Divulgação / Novacap  

Novas unidades de saúde, cerca de 8 mil novas contratações e quase 50 mil cirurgias feitas. O ano de 2021, o segundo seguido impactado pela pandemia de coronavírus (covid-19), foi de muitas entregas na área da saúde. Prova disso são as cinco unidades de pronto atendimento (UPAs) construídas e já funcionando, as seis unidades básicas de saúde (UBSs) inauguradas e a ampliação de hospitais.

A começar pela atenção primária, que é a porta de entrada do atendimento à população, foram seis UBSs entregues apenas este ano. Juntas, essas unidades somam investimentos de R$ 22,5 milhões e impactam mais de 122 mil pessoas. Esse importante apoio no atendimento se espalhou por todo o DF nas seguintes localidades: UBS 01 Jardins Mangueiral; UBS 05 Riacho Fundo II; UBS 03 Paranoá Parque; UBS 07 Buritizinho (Sobradinho II); UBS 15 de Ceilândia e UBS 08 de Planaltina.

Em uma parceria com a parceria privada, o Governo do Distrito Federal ergueu um hospital modular acoplado ao Hospital Regional de Samambaia (HRSam). Inaugurado com 102 leitos, o espaço foi destinado, em um primeiro momento, ao tratamento de pacientes com covid-19 para, agora, ser incorporado no atendimento do HRSam. O investimento na unidade foi de R$ 14,4 milhões.

Durante a pandemia, o GDF construiu ainda três hospitais de campanha, com 100 leitos cada, para pacientes com covid-19. Com investimento de R$ 38,4 milhões, essas unidades foram essenciais em momentos mais graves da doença e começaram a ser desmontadas no fim do ano passado, com o arrefecimento do número de casos.

“Quanto mais você aproxima os equipamentos de saúde à população, mais você evita que as pessoas procurem hospitais de alta complexidade sem necessidade, e isso desafoga toda a rede. O balanço do ano são essas entregas, que havia muito tempo não eram feitas, e a contratação de recursos humanos, que foi uma fortaleza”, destaca o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache.

“Desde o início do governo, temos nos dedicado a entregar essas obras, e entregar a nona UBS desde 2019 e a décima em dezembro, sendo que seis foram concluídas em 2021, é de grande satisfação para mostrar o esforço feito para além da pandemia”, acrescenta o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno.

UPAs

Considerado o meio do caminho entre as UBSs e os hospitais, as UPAs também movimentaram o ano. Foram cinco entregues: Ceilândia, Paranoá, Gama, Riacho Fundo II e Planaltina. Com investimento de R$ 36,2 milhões, essas unidades, juntas, vão atender 22,5 mil pessoas por mês pelas mãos dos mais de 700 profissionais contratados para essas unidades.

Contratações e compras

Para que essas novas unidades e as reformadas pudessem funcionar plenamente, a Secretaria de Saúde (SES) e o Instituto de Gestão Estratégica (Iges-DF) nomearam e contrataram profissionais para todas as áreas. Pela Saúde, foram nomeados 266 médicos, 594 enfermeiros, 325 especialistas em saúde e 46 técnicos em saúde. Somam-se a esses profissionais os mil novos servidores – 500 agentes comunitários e 500 agentes de vigilância ambiental – contratados de forma temporária.

Responsável pelas UPAs, Hospital de Base e Hospital de Santa Maria, o Iges-DF também reforçou o corpo de funcionários com 1.371 novos profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros.

“De 1º de janeiro até 12 de novembro, fizemos muitas contratações de profissionais para atuar no Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria e nas UPAs. Em um ano de pandemia, essas contratações são de grande importância não só para garantir atendimento na área da saúde, mais também para reduzir o desemprego no DF”, garante o presidente do Iges-DF, Gislei Morais.

Além dos novos espaços e mais profissionais que chegaram à rede de saúde, as prateleiras de medicamentos foram abastecidas. Em uma das aquisições, foram destinados R$ 184,6 milhões para compra de medicamentos, materiais e insumos para laboratórios, cirurgias, reagentes, órtese e prótese.

Ainda sobre o ano, a Saúde executou 49.643 procedimentos cirúrgicos, entre cirurgias eletivas e de urgência. São ações trabalhadas e organizadas com o remanejamento dos leitos na rede pública, em outros tempos mais demandados para o tratamento de pacientes com covid-19 e ,agora, à disposição das cirurgias.

Mais equipamentos

Outra grande conquista para a área é o funcionamento do PET-CT, o supertomógrafo para o tratamento de câncer. Esse equipamento, que produz imagens digitalizadas em alta definição de todo organismo humano, estava parado há muitos anos, num caixote abandonado nos corredores do Hospital de Base. Com investimentos de R$ 5,6 milhões, entrou em funcionamento em 2021. O novo equipamento garante pelo menos 2,6 mil exames por ano.

“Inauguramos o Núcleo de Medicina Nuclear do Hospital de Base e, com isso, foi possível colocar o PET-CT em funcionamento, que estava há oito anos encaixotado no corredor do ambulatório do Hospital de Base. Esse é o primeiro PET-CT instalado na rede de saúde pública do DF”, explica o presidente do Iges-DF.

Além deste supertomógrafo, a rede ganhou um mamógrafo, instalado no Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu). O equipamento – o 11º desse tipo em toda a rede – tem capacidade para processar 120 exames por semana.

Fonte: Agência Brasília

Regras mais flexíveis para o Cartão Creche

Pais ou responsáveis agora podem usar o benefício como complemento do valor da mensalidade

Cartão-creche visa reduzir déficit por vagas em creches públicas| Foto: Mary Leal/ Ascom SEEDF

Lançado por decreto do governador Ibaneis Rocha em fevereiro de 2020, o programa Cartão Creche transformou-se em Lei Distrital (nº 7.064/22), ao ser sancionado nesta quarta-feira (12). Há uma grande novidade nas regras: a partir de agora, as famílias beneficiadas podem usar o valor de R$ 803,57 entregue pelo GDF e completar do próprio bolso a mensalidade cobrada pela creche.

Até então, as regras do Cartão Creche proibiam esse tipo de arranjo. Assim, a mensalidade cobrada pela creche credenciada não podia ser maior do que R$ 803,57. Por isso, muitas creches simplesmente não aderiram ao programa – foram 45 nos 23 meses desde o início do programa.

A flexibilização da regra, em tese, vai atrair mais creches e ampliar o número de vagas oferecidas no Cartão Creche. Atualmente, essa modalidade de financiamento atende 4.521 crianças.

A Secretaria de Educação vem perseguindo a meta de zerar a fila de espera por creche no DF. Hoje, há aproximadamente 12 mil crianças de zero a três anos à espera de uma vaga na rede pública.

“Desde quando foi iniciado, o benefício tem contribuído para reduzir a fila de espera por vagas nas creches. É uma ação muito importante para atender a demanda desta faixa etária”, pontuou a chefe da Unidade de Informação e Supervisão da Secretaria de Educação, Claudia Rachid.

A estrutura da educação infantil no DF é formada por 59 Centros de Educação da Primeira Infância (CEPIs) e 64 creches conveniadas. Neles, são atendidas 11.541 crianças entre zero e três anos, que é o público do Cartão Creche.

Em 2019, a fila de espera por creche no DF era de aproximadamente 20 mil crianças, o que significa uma queda de 40% desde então. Além do Cartão Creche, foram construídas e inauguradas sete creches — quatro em Samambaia, uma em Ceilândia, uma no Lago Norte e outra no Sol Nascente/Pôr do Sol. O investimento foi de R$ 20 milhões nestas unidades.

Para 2022, está prevista a inauguração de mais 11 CEPIs.

Creches entregues entre 2019 e 2021

“Desde quando foi iniciado, o benefício tem contribuído para reduzir a fila de espera por vagas nas creches. É uma ação muito importante para atender a demanda desta faixa etária”Claudia Rachid, chefe da Unidade de Informação e Supervisão da Secretaria de Educação

CEPI Jandaia – Pôr do Sol/Sol Nascente
CEPI Cajuzinho – Lago Norte
CEPI Bem-te-Vi – Samambaia
CEPI Periquito – Samambaia
CEPI Papagaio – Ceilândia
CEPI Bambu – Samambaia
CEPI Azulão – Samambaia

Creches com previsão de conclusão para 2022

CEPI – Planaltina
CEPI – Recanto das Emas
CEPI – Gama
CEPI – Recanto das Emas
CEPI – Planaltina
CEPI – Gama
CEPI – Gama
CEPI – Santa Maria
CEPI – Ceilândia
CEPI — Vila Telebrasília
CEPI – Recanto das Emas

Cartão Creche

O Cartão Creche foi lançado em fevereiro de 2020 pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Na época, o chefe do Executivo informou que o programa visava reduzir o déficit de 20 mil pedidos para vagas de creche. É um meio eletrônico disponibilizado para que o pagamento mensal a uma instituição educacional privada seja realizado pelo responsável legal do beneficiário através de auxílio em cartão magnético.

Os beneficiários do cartão devem ser crianças de 0 a 3 anos de idade inscritas no cadastro de solicitação de vagas das creches das Coordenações Regionais de Ensino (CRE). As inscrições para vagas em creches podem ser realizadas por meio de contato telefônico com a Central 156. Para mais informações, acesse aqui.

Credenciamento

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) é responsável pelo credenciamento das entidades interessadas em participar do programa.

*Com informações da Secretaria de Educação

Fonte: Agência Brasília

Cliente BRB tem vantagens para ir à Copa Davis

Copa do Mundo do Tênis será realizada nos dias 4 e 5 de março no Rio

Clientes do BRB e do Nação BRB FLA, banco digital em parceria com o Flamengo, têm exclusividade e desconto de 85% na compra de ingressos da Copa Davis. Considerado o mais importante torneio de nações do tênis – a Copa do Mundo da modalidade -, o evento será realizado nos dias 4 e 5 de março no Centro Olímpico de Tênis, na Barra, no Rio de Janeiro.

A partir das 12h de hoje, os clientes BRB podem garantir o passaporte para acompanhar o confronto entre Brasil e Alemanha. O ingresso vale para os dois dias de jogos dos qualifiers.

Para o primeiro lote, os ingressos estão à venda com desconto promocional de 85%.

Os bilhetes podem ser adquiridos por meio do Ingresso Nacional: www.ingressonacional.com.br. A venda para o público em geral começa na próxima segunda-feira, dia 17.

O BRB é patrocinador da Confederação Brasileira de Tênis. “O BRB acredita no poder transformador do esporte e apoia diversas modalidades esportivas. O tênis só cresce no Brasil e no mundo e temos orgulho de fazer parte desse movimento e poder oferecer aos nossos clientes experiências únicas e descontos exclusivos”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

* Com informações do BRB

Fonte: Agência Brasília

Ibaneis se compromete em fazer muito mais pela educação agora em 2022

Da redação

2021 teve significantes processos para o âmbito educacional

Além de saúde, mobilidade, infraestrutura e segurança pública, o ano de 2021, no Distrito Federal, foi de êxito, também, no contexto educacional, mesmo em um ano de pandemia, o que torna as coisas ainda mais difíceis, como relatou o governador Ibaneis Rocha (MDB), por meio de suas redes sociais. “Tivemos um ano desafiador para a educação. A pandemia demandou esforços na retomada das aulas presenciais, um sucesso graças à dedicação de professores e servidores”, disse.

Um dos muitos feitos no contexto da educação foram as reformas e construções de novas escolas, assim novos professores puderam ser convocados. “No período das aulas on-line, aproveitamos para reformar todas as nossas unidades e construir novas escolas e creches. Cuidamos dos nossos alunos e convocamos mais professores, zerando a fila de nomeações”, relatou Ibaneis.

Entendendo que uma boa estrutura é importante para a evolução da educação, o chefe do executivo local se comprometeu para o ano de 2022, se mostrando, de fato, um líder de valor. “Em 2022 vamos continuar o trabalho para fortalecer nossa educação”, alegou.

Covid-19: DF proíbe eventos com cobrança de ingresso

Entram na lista shows, festivais e encontros similares


© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo do Distrito Federal proibiu a realização de eventos com cobranças de ingressos em meio ao aumento de casos de covid-19. Entram na lista shows, festivais e encontros realizados em casas de festas ou estabelecimentos parecidos. O decreto foi publicado nesta quarta-feira (12).

A administração distrital já havia anunciado o cancelamento do carnaval este ano por conta do risco associado à variante Ômicron. A decisão proíbe a realização de eventos públicos ou privados associados à folia, como desfiles de escola de samba e dos tradicionais blocos da capital federal.

Segundo a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, até o momento, foram confirmados 532,9 mil casos de covid-19 desde o início da pandemia. Também foram registradas 11.122 mortes em decorrência de complicações associadas à doença.

Fonte: Agência Brasil

GDF anuncia plano de mobilização de leitos e testagem ampliada

Com aumento dos casos de covid-19 e influenza, o objetivo é evitar a sobrecarga na atenção primária e nas emergências da rede pública

O secretário de Saúde,  Manoel Pafiadache, informou, na entrevista coletiva, que a rede pública está abastecida com testes para atender a população | Foto: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal anunciou, nesta quarta-feira (12), uma série de ações de enfrentamento à pandemia de covid-19. Plano de mobilização de leitos, testagem ampliada e apelo pela vacinação foram as medidas apontadas pelo Executivo durante coletiva de imprensa no Palácio do Buriti.

Para evitar uma sobrecarga, o governo fará a remobilização de leitos e medidas de impacto rápido, como a oxigenoterapia domiciliar, leitos bloqueados e potencialização dos recursos da Rede de Atenção à Saúde.

“O momento é justamente de olharmos para a pandemia, nosso desafio é que não gere sobrecarga. Já vimos previamente que o aumento dos casos não se refletiu em internações e nem em óbitos”, explicou secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno Moreira. “O olhar na Saúde é para dentro da porta da emergência, da atenção primária e das UPAs”, completou.

A outra ação consiste na testagem ampliada dos sintomáticos e dos contactantes, pessoas que tiveram contato com outras já positivadas com coronavírus. O objetivo é diminuir a circulação do paciente com covid-19 e fazer o monitoramento do comportamento pandêmico da variante Ômicron. “Essas são ações para diminuir a transmissibilidade e frear as cascatas com os casos de gripe”, completou Damasceno Moreira.

De acordo com o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, a rede pública está abastecida com testes para atender a população. Caso seja necessário, o titular da pasta afirmou que pedirá novas unidades para o Ministério da Saúde, que é responsável pelo reabastecimento.

“Faço um apelo à vacinação, vacina boa é vacina no braço. A vacina nos dá tranquilidade em continuar trabalhando com tudo aberto” Paco Britto, governador em exercício

Vacinação

Apesar de ter atingido 85,18% da população acima de 12 anos vacinada com as duas doses, a capital federal ainda conta com 200 mil pessoas que não foram imunizadas contra a covid-19. Outro número preocupa. Noventa por cento dos casos de pacientes internados com o coronavírus são de pessoas não vacinadas ou sem completar o ciclo vacinal.

“É evidente que queremos mais vacinados. É favorável e vamos prosseguir na vacinação, fazendo uma verdadeira busca ativa. E agora vamos viver a esperança da chegada da vacina das crianças”, avaliou General Pafiadache.

Para atingir o público não vacinado, o governo tem feito uma busca ativa, como a instalação de um posto de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto e a imunização itinerante, a exemplo da que ocorreu no último fim de semana no Sol Nascente/Pôr do Sol.

A outra medida é a ampliação da vacina, que chegará até as crianças de 5 a 11 anos. A campanha infantil está prevista para começar no domingo (16) após a chegada de 16,3 mil doses de Pfizer. Na primeira etapa, serão vacinadas as crianças com comorbidades e deficiência permanente de 5 a 11 anos e as crianças de 11 anos sem comorbidades.

“Faço um apelo à vacinação, vacina boa é vacina no braço. A vacina nos dá tranquilidade em continuar trabalhando com tudo aberto”, afirmou o governador em exercício, Paco Britto.

Fonte: Agência Brasília

DF está em alerta para combater proliferação do Aedes aegypti

Em 2021, os casos de dengue no Distrito Federal apresentaram queda de 68%, em comparação com os dados de 2020

Das 33 RAs, 14 estão com índice de alerta e seis, de risco | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Em 2021, os casos de dengue no Distrito Federal apresentaram queda, em comparação com os dados de 2020. Houve redução de 68%. No entanto, isso não significa que o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, deve ser deixado de lado.

Em dezembro, os agentes de vigilância ambiental percorreram diversos imóveis no Distrito Federal para avaliar a situação de infestação de larvas do Aedes aegypti nos imóveis da capital federal. A pesquisa é feita por amostragem. Alguns imóveis aleatórios são sorteados para receber a visita dos agentes.

Após as inspeções, os resultados encontrados são divulgados no boletim de Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti no Distrito Federal (LIRAa). No período de 6 a 12 de dezembro, foram avaliados 26.572 imóveis em todas as regiões administrativas (RAs). Desses, em 544 foram encontradas larvas do mosquito, em alguns, com mais de um tipo de depósito com larvas.

Ao somar a situação de todas as regiões, a constatação é de que o Índice de Infestação Predial foi de 2%, considerado indicador de alerta para o DF. Ele é calculado segundo os imóveis com larvas do Aedes aegypti em comparação ao total de imóveis pesquisados.

Esse índice é dividido em satisfatório, quando está abaixo de 1%; alerta, entre 1% e 3,9%; e risco, quando é maior que 4%. Nos 544 imóveis onde foram encontradas larvas do Aedes aegypti, 657 depósitos estavam positivos para o mosquito. A maior parte eram vasos e frascos, seguidos de recipientes com água para consumo humano, como baldes.

Das 33 RAs, 14 estão com índice de alerta e seis, de risco.  O boletim LIRAa apresenta os problemas identificados em cada região tanto para a população, quanto para os gestores em saúde pública. “Isso contribui para a adoção de medidas de prevenção e de controle das doenças. Com esses dados, traçamos ações específicas para as regiões, entendendo, inclusive, o comportamento do mosquito nessas localidades”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero Martins.

O subsecretário informa, ainda, que as ações de combate ao Aedes Aegypti no DF serão intensificadas em 2022. “No fim do ano passado, a Secretaria de Saúde contratou 500 agentes de vigilância ambiental temporários. Esse grupo reforçará as atividades de combate e, com isso, conseguiremos visitar mais imóveis em curto espaço de tempo, fazendo com que identifiquemos os problemas antes de a larva virar mosquito”, reforça.

Divino ressalta que a população é agente indispensável nessa luta. “É de suma importância que as pessoas entendam que qualquer recipiente, por menor que seja, se não for descartado corretamente, deixado ao ar livre e acumulando água, pode se tornar depósito dos ovos do mosquito. Quando os ovos encontram a água e eclodem, em até 10 dias temos o mosquito adulto, é um ciclo muito rápido. Por isso, observem os quintais e não deixem nada que possa acumular água”, solicita ele.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Profissionais da saúde são parabenizados pelo governador Ibaneis Rocha

Da redação

Já são 5 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 aplicadas

É fato que os profissionais da área da saúde são essenciais na batalha da pandemia da Covid-19, ainda mais quando a doença é proveniente de um vírus que passa por algumas variantes, como a Delta e a Ômicron. Esses profissionais, como médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem têm tido grande valor, por cuidarem brilhantemente da vida dos que necessitam, sobretudo caso contraiam a doença.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), divulgou, por meio das redes sociais, que a unidade federativa já possui um número muito significativo de doses de vacinas aplicadas e que um projeto é de grande importância para tudo isso ter sido atingido, junto ao trabalho incessante das equipes.

“Nossas equipes seguem trabalhando para imunizar a população. Já aplicamos 5 milhões de doses contra Covid-19 em todo o DF, e o Carro da Vacina esteve no Sol Nascente/Pôr do Sol para proteger as pessoas, sendo que muitas delas não tiveram condições de se vacinar anteriormente”, disse Ibaneis.

Percebendo o valor do trabalho, o chefe do executivo local parabenizou os responsáveis por esse grande avanço. “Parabenizo os profissionais da Saúde pelo trabalho e também os líderes comunitários que ajudaram na divulgação dessa iniciativa. Juntos, vamos sair dessa.”