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BRB ganha prêmio internacional com novo modelo de Agência

O BRB ganhou prêmio internacional ao implementar conceito inovador de ambiência das agências, mais sustentável e eficiente. O projeto faz parte do novo modelo de varejo do Banco, e tem como objetivo valorizar a experiência dos clientes em todos os canais.

“A experiência do cliente é um dos principais pilares de transformação do BRB. Em nosso planejamento estratégico, elegemos entregar uma experiência superior e inovadora em todos os nossos canais, e de forma integrada. Estamos trabalhando para que essa abordagem omnichannel avance e integre as dimensões humana, digital e física. A criação de um novo modelo de varejo é fundamental para consolidar esse movimento. O novo modelo envolve ambientes, nova segmentação, novos treinamentos e, principalmente, a energia e a qualidade do nosso time”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

O BRB foi reconhecido no Muse Design Awards 2022 com projeto de ambientação interior das agências na categoria Silver.  Em Brasília, o novo conceito pode ser visto na Agência do Terraço Shopping, a primeira com ambiência inovadora, na recém-inaugurada unidade do Supremo Tribunal Federal (STF), e no escritório de negócios localizado na sede do Banco, no complexo CNC.

Na proposta premiada, a área de espera das agências se tornou um ambiente de conexão, com um espaço para café e oferta de telas touch que simulam a experiência visual do BRB Mobile, promovendo a integração dos canais físico e virtual.

O projeto de nova ambiência foi elaborado em parceria com a Choque Design, estúdio que integra arquitetura, design e gestão estratégica. Simone Brígido, uma das sócias da empresa, explica o conceito do projeto: “A comunicação interna foi pensada para integrar a forte identidade arquitetônica de Brasília, cidade sede do Banco, com opções inovadoras e humanizadas. As obras de arte, em especial as fotografias que preenchem a agência, fazem referência à estética de Brasília, ressaltando novas perspectivas sobre a cidade sexagenária. O teto e o projeto de iluminação como um todo foram desenhados para serem funcionais, sustentáveis e, acima de tudo, marcantes”. A empresa também tem como sócios Marília Brígido e Dimitri Lociks.

Fonte: BRB

Governador Ibaneis revoga estado de calamidade pública no DF

Decisão foi tomada logo após anúncio do Ministério da Saúde

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assinou ontem(18) um decreto revogando o estado de calamidade pública na capital do país em decorrência da pandemia de covid-19. O estado de calamidade foi declarado pela primeira vez em junho de 2020.

Em março de 2021, o governador emitiu novo decreto, ampliando a duração do estado de calamidade até o fim da pandemia. Na ocasião, também foi decretado um toque de recolher à população, encerrado em setembro do mesmo ano. Na ocasião, o risco de superlotação de unidades hospitalares, principalmente de unidades de terapia intensiva (UTIs), por causa da covid-19, era iminente.

A calamidade pública dispensa o governo de cumprir metas de execução do orçamento e possibilita o emprego urgente de medidas de prevenção e controle.

Redução de casos e mortes

O decreto assinado hoje pelo governador revoga aquele publicado em março do ano passado. O DF registrou, desde o início da pandemia, 695.327 casos, sendo 155 verificados nas últimas 24 horas. De ontem (17) para hoje foram registradas três mortes. Desde o início da pandemia, 11.630 pessoas morreram de covid no DF.

Em 8 de março de 2021, quando houve ampliação do estado de calamidade, com a implantação do toque de recolher, o DF registrava 308.509 casos desde o início da pandemia, com 2.288 deles apenas nas últimas 24 horas. No mesmo dia, haviam sido verificadas 17 mortes em 24 horas.

Fonte: Agência Brasil

Na Hora do Riacho Fundo passa a funcionar na administração regional

Serviços serão oferecidos nesse endereço durante obras para modernização da unidade

Os serviços do Na Hora de Riacho Fundo começaram a ser oferecidos provisoriamente, nesta segunda-feira (18), na administração regional da cidade (Área Central 03 Lote 06), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 19h. A unidade do Na Hora da cidade, localizada no Shopping Riacho Mall, foi fechada na última segunda (11) para obras de modernização.

Em Ceilândia, a próxima quarta-feira (20) é o último dia de atendimento na unidade temporária, localizada no CEU das Artes. Os atendimentos serão retomados a partir do dia 2 de maio na unidade reformada no Shopping Popular de Ceilândia Sul.

Uma das metas da atual gestão do GDF é reformar e modernizar todas as unidades do Na Hora, uma ação realizada pela primeira vez em 20 anos. Já foram entregues os espaços da Rodoviária do Plano Piloto, Sobradinho e Brazlândia.

“As obras de reforma têm como objetivo oferecer um atendimento eficiente para os cidadãos, garantindo instalações mais confortáveis e modernas aos usuários, servidores e colaboradores do Na Hora. Esse é o compromisso da gestão do nosso governador Ibaneis Rocha”, explicou o secretário de Justiça e Cidadania, Jaime Santana.

Com as reformas e a modernização do parque tecnológico, o tempo médio de espera para o atendimento ao público nas unidades fixas, que chegava a 27 minutos até 2018, passou para quatro minutos e 27 segundos em 2021. De 2019 a 2021, o Na Hora ampliou a oferta de comodidades à população, passando de 29 para 90 os serviços online disponíveis.

Atualmente, o DF conta com unidades fixas do Na Hora na Rodoviária do Plano Piloto e em Sobradinho, Taguatinga, Brazlândia, Ceilândia, Gama e Riacho Fundo, além da Unidade de Perícia Médica Federal na Asa Sul. Apenas em 2021, as oito unidades registraram 1 milhão de atendimentos.

*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

Fonte: Agência Brasília

Iluminação de LED chega às principais avenidas de Águas Claras

A CEB Ipes instalou 542 novas luminárias, que deram a pedestres e motoristas maior sensação de segurança na cidade

A CEB Ipes finalizou a execução de um projeto que levou 542 luminárias de LED para as avenidas Castanheiras, Araucárias e Parque, em Águas Claras. Essas regiões, centrais e de intensa circulação, ficaram bem mais iluminadas para os pedestres e motoristas, que passaram a ter um aumento da sensação de segurança na cidade. Para tanto, foram investidos R$ 470 mil.

A potência da nova iluminação foi percebida pelo vendedor de uma loja de produtos naturais localizada na Castanheiras. Tiago de Oliveira, 24 anos, conta que se sente mais seguro na hora de sair do trabalho. “Quando a iluminação é mais forte, conseguimos perceber quando alguém se aproxima, então contribui bastante nos estacionamentos e no caminho para as paradas de ônibus”, disse.

Juntas, as três maiores vias de Águas Claras somam cerca de 11 km. Só a Castanheiras mede 3,8 km e corta praticamente toda a região administrativa. Para o presidente da CEB, Edison Garcia, os projetos levam em conta os espaços que precisam de uma nova iluminação. “Grandes avenidas, praças, faixas de pedestre, estacionamentos de hospitais…”, exemplifica.

“A CEB tem realizado a substituição de luminárias antigas por modernas e eficientes, que são as de LED, para garantir que o maior número de pessoas seja beneficiado com essa melhoria. É vontade do governador Ibaneis Rocha e está no nosso planejamento em no máximo três anos todo o Distrito Federal com iluminação pública de LED”, afirma Garcia.

O investimento para a execução do projeto foi oriundo de emenda parlamentar do deputado distrital Agaciel Maia.

*Com informações da CEB Ipes

Fonte: Agência Brasília

Cuidados do governo de Ibaneis chegam para todos, sem separação

Da redação

População residente em áreas rurais possui atenção

O governo de Ibaneis Rocha (MDB) tem como ideal o cuidar da população, em especial a mais carente e, nessa lógica, diz que “o governo deve ir aonde a população está”. No dia 11 de abril, foi anunciada mais uma novidade para o atendimento dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), que é uma das políticas sociais do DF.

As pessoas que habitam em comunidades mais vulneráveis, especialmente nas regiões rurais, vão receber atendimentos por meio de uma equipe volante composta por nove integrantes, que auxiliarão em serviços socioassistenciais, como inclusão ou atualização no Cadastro Único. Embora existam 29 Cras espalhados pelo DF, muitas pessoas ainda possuem dificuldades na hora do deslocamento, então a inclusão feita por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) é essencial.

Além dessa prática, outros mecanismos de atendimentos para a sociedade mais suscetível já foram implementados, como o projeto do Carro da Vacina, que percorreu comunidades rurais na região oeste do Distrito Federal, entre Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente, e áreas urbanas com população debilitada, onde às vezes falta até informação. Essa é a prova de que o governador se empenhou para levar vacina para todos, realmente.

O projeto Sejus Mais Perto do Cidadão também é uma outra iniciativa itinerante que percorre as regiões levando serviços públicos e atendimentos de saúde, garantindo acesso aos seus direitos e cidadania. Todas essas questões demonstram que no DF há uma liderança preocupada em assegurar dignidade.

1.447 escrituras para moradores de sete regiões do DF

Moradias foram legalizadas por meio do Regulariza-DF, programa que ainda vai beneficiar famílias de outras dez localidades

Nadia Mazutti, 43 anos, conseguiu a documentação do imóvel, na QS 18 do Riacho Fundo II, após duas décadas de espera | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

“Diversos assentamentos foram criados no passado. Os gestores davam posse, mas não davam propriedade a esses moradores. A legislação sancionada pelo governador Ibaneis Rocha (Lei Complementar nº 986/2001) foi fundamental para dar um fim a esses processos inacabados”Leonardo Firme, diretor de Regularização de Interesse Social da Codhab

O Governo do Distrito Federal (GDF) se prepara para entregar quase 1.500 escrituras a famílias de baixa renda. Moradias que serão legalizadas após décadas de espera por meio do programa Regulariza-DF, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), um projeto que vai alcançar moradores de mais dez regiões administrativas (RAs) do DF.

Trata-se de um trabalho persistente feito em Áreas de Regularização de Interesse Social (Aris), beneficiando famílias com renda de até cinco salários mínimos e que são as ocupantes originárias da habitação, entre outros critérios. Após quatro etapas iniciais, o Regulariza-DF já preparou 1.447 escrituras em sete regiões (veja números abaixo) e vai concretizar o sonho de moradores que não tinham a documentação oficial do lar em mãos.

“É um esforço diário da Codhab com o objetivo de trazer tranquilidade aos moradores do DF”, pontua o diretor-presidente do órgão, João Monteiro. “Ainda há pessoas que não possuem a escritura do seu lar, o que é um direito”, acrescenta.  A meta da companhia é regularizar cerca de 150 mil imóveis pelo DF até o fim de 2023.  O investimento no programa é de R$ 50 milhões.

Fim da espera

Uma moradora do Riacho Fundo II afirma já ter tido a experiência da alegria de ter sua casa legalizada no ano passado. A pedagoga Nadia Mazutti, 43 anos, conseguiu a documentação do imóvel, na QS 18, após duas décadas de espera. Ela conta que pagou apenas uma taxa mínima e se diz muito agradecida. “É muito bom sair da irregularidade. É o que a pessoa almeja: ter tudo certinho, pagar os impostos. A gente fica inseguro quando não tem”, aponta.

Nadia mora com a mãe numa edificação que ela mesmo construiu, após ganhar um lote em um programa habitacional da época. “Era muita promessa dos governos passados que essa regularização sairia, e nada. Agora, graças a Deus, tive essa oportunidade”, acrescenta a pedagoga, contemplada em 2021, antes do início do novo projeto.

Mudança na legislação

Mês a mês, a Codhab convoca moradores das localidades para apresentar a documentação com vistas à regularização do imóvel. O processo segue para análise e, em seguida, vem o edital com o nome dos habilitados. Outra vantagem: o GDF entrega aos contemplados gratuitamente as escrituras, lavradas em cartório, e o lote em definitivo.

“Diversos assentamentos foram criados no passado. Os gestores davam posse, mas não davam propriedade a esses moradores.  A legislação sancionada pelo governador Ibaneis Rocha (Lei Complementar nº 986/2001) foi fundamental para dar um fim a esses processos inacabados”, explica o diretor de Regularização de Interesse Social da companhia, Leonardo Firme.

De autoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a lei simplifica procedimentos de regularização e moderniza as regras de regularização fundiária urbana previstas no Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF (Pdot).

Segundo Firme, a companhia faz uma pesquisa lote a lote para verificar potenciais beneficiários do programa. E outras localidades já estão na rota do governo para serem atendidas. “Estamos finalizando alguns estudos no Itapoã, no Pôr do Sol e no Vale do Amanhecer (Planaltina), que em breve também terão moradias legalizadas”, finaliza.

Beneficiados nas quatro etapas do programa até o momento:

–  Samambaia: 495 escrituras

–  Recanto das Emas: 493 escrituras

–  Riacho Fundo II: 373 escrituras

–  Ceilândia (becos): 65 escrituras

–  Brazlândia: 8 escrituras

– Areal (Arniqueira): 7 escrituras

– Riacho Fundo : 6 escrituras

Total: 1.447 escrituras

Fonte: Agência Brasília

‘O Cidade Linda terá 250 caminhões e máquinas para atender a população’

Secretário-executivo de Cidades ressalta que novos administradores regionais devem dar continuidade ao trabalho que vinha sendo realizado

O Governo do Distrito Federal (GDF) lança na próxima quarta-feira (20) o projeto Cidade Linda, que tem por objetivo entregar a cidade, ao final de 2022, muito melhor que ela estava quando o governador Ibaneis Rocha iniciou sua gestão. “Nós entendemos que a cidade passou por grandes mudanças, várias obras foram realizadas. Hoje estamos próximos a 1.600 obras e acreditamos que essas ações, aliadas à manutenção e zeladoria, farão com que o DF seja um excelente local para se viver “, disse o secretário-executivo de Cidades, Valmir Lemos.

Lemos destacou a importância do programa GDF Presente, criado no segundo ano do governo Ibaneis Rocha para fazer pequenas obras, como limpeza de bueiros, colocação de meios-fios, terraplanagens, entre outras, em todas as regiões administrativas (RAs) da cidade. O programa integra ações de órgãos do governo e terá continuidade, com a renovação do contrato de 250 caminhões e máquinas pesadas que realizam diariamente serviços solicitados pelas administrações regionais e pela população.

Em 2021, o GDF Presente executou o recolhimento de 24,3 toneladas de entulho; 18.485 serviços de poda; a roçagem de 272,2 metros quadrados de terreno; instalações de 559 unidades de placas de sinalização, pintura de 487 faixas de pedestres e de 1.372 lombadas; instalação de 12.264 lâmpadas de LED e a realização de 259,6 quilômetros de patrolamento.

Em entrevista à Agência Brasília, o secretário Valmir falou da possibilidade de criação de mais RAs e dos desafios a serem enfrentados pelos novos administradores que assumiram o cargo no início deste mês, entre outros assuntos. Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista.

Secretário, quantos administradores regionais novos chegaram e que desafio eles enfrentarão?

Com a desincompatibilização exigida pela Lei Complementar n° 64/1990 (regulamento eleitoral), 12 administradores deixaram as administrações. O grande desafio dos que estão chegando e dos que já estavam no cargo é manter o nível de excelência já alcançado. É preciso dar continuidade ao trabalho que vinha sendo feito. Agora já não há como desenvolver projetos novos, considerando que estão assumindo uma estrutura que já tinha um planejamento sendo executado. Alguns desses novos já eram chefes de gabinete das administrações, e isso facilita o trabalho.

“O fato de o Distrito Federal ter 33 RAs não é o mais importante, o que realmente importa é a população ser atendida”

Outros são administradores novos, que não estavam habituados ao trabalho que vem sendo desenvolvido. Estes, nós estamos orientando, mostrando os planos existentes, apresentando a linha de trabalho que eles devem seguir e quais os canais de comunicação estarão disponíveis para auxiliar no trabalho deles.

O Distrito Federal tem hoje 33 regiões administrativas e está em discussão a criação de mais duas, a do Arapoanga e de Água Quente. Como estão esses processos, lembrando que em Água Quente vivem 26 mil moradores e em Arapoanga, 20 mil?

A demanda pela criação das duas regiões vem desde o início da gestão do governador Ibaneis Rocha. O fato de o Distrito Federal ter 33 RAs não é o mais importante, o que realmente importa é a população ser atendida. Ambas as comunidades mostraram o interesse de ter uma administração regional.

Recentemente foi realizada uma audiência pública para tratar da criação da cidade de Água Quente. Como foi?

“No caso de Água Quente existem questões fundiárias que devem ser resolvidas para que possa haver uma definição, assim como questões de meio ambiente, já que segundo os moradores existe no local uma nascente de água. Todos os órgãos que serão impactados ou desenvolvem projetos nas regiões estão sendo consultados”

A audiência foi excelente, melhor do que eu imaginava. Desde o início do nosso trabalho percebemos que a comunidade de Água Quente realmente queria que esse assunto fosse colocado em pauta. Em 2020, fomos procurados, mas devido à pandemia não foi dada continuidade ao trabalho. Tão logo os casos de covid diminuíram, sentimos que era o momento de prosseguir. Em Água Quente fizemos reuniões com as administrações regionais e com lideranças comunitárias e, finalmente, no último sábado (9) aconteceu a audiência pública. Foi muito bom, todos puderam participar. É importante que as pessoas digam sim ou não, que se manifestem. O sentimento geral é de que a administração precisa estar mais próxima da população.

Como se dá o processo de análise de criação de uma região administrativa?

Para se criar uma região não basta a população querer. São necessários pareceres de vários órgãos como, por exemplo, da Companhia de Planejamento (Codeplan) e da Terracap. No caso de Água Quente existem questões fundiárias que devem ser resolvidas para que possa haver uma definição, assim como questões de meio ambiente, já que segundo os moradores existe no local uma nascente de água. Todos os órgãos que serão impactados ou desenvolvem projetos nas regiões estão sendo consultados. A Secretaria de Cidades fará um relatório com todas as informações colhidas, que serão passadas ao secretário de Governo e este enviará ao governador para que ele tome uma decisão.

“O projeto Cidade Linda serve para fortalecer os laços entre os órgãos parceiros que integram o GDF Presente e focar em questões importantes para a manutenção da cidade”

A criação de uma região administrativa acontece por meio de projeto de lei de autoria do Executivo local?

O projeto que cria uma região administrativa é de autoria do Executivo, que o apresenta à Câmara Legislativa para apreciação. Mas só haverá essa apreciação se o governador entender que é viável a criação de uma região administrativa.

Quantos servidores seriam necessários caso a região administrativa fosse criada e qual o custo com esse pessoal?

Em Arapoanga e Água Quente temos populações de 20 e 26 mil habitantes, respectivamente, em áreas urbanas relativamente pequenas, mas que possuem espaços rurais relativamente grandes. Em termos de administrações regionais menores, temos trabalhado com a necessidade de um quantitativo que varia entre 30 e 40 servidores, ou em torno de 100, quando se trata de uma administração grande. O custo previsto de uma administração relativamente pequena, com cerca de 40 cargos, é de cerca de R$ 80 mil ou R$ 90 mil por mês e R$ 1 milhão ao longo de um ano.

“O GDF Presente permite a união de esforços de órgãos como Novacap, CEB/Neoenergia e Caesb, entre outros. Ao invés de gastar mais recursos com combustível ou com pessoal para atender o mesmo objetivo, é possível economizar e atender uma área muito maior”

Acontecerão outras audiências públicas para tratar desse assunto?

Temos uma reunião marcada para o dia 7 de maio, em Planaltina, para tratar da questão do Arapoanga.

Temos uma novidade, que é o projeto Cidade Linda, o senhor poderia falar sobre ele?

O projeto reflete a vontade do governo como um todo de que ao final de 2022 a cidade esteja em condições muito melhores do que quando o governo começou. Muito foi feito ao longo desses três anos e meio. A cidade passou por inúmeras reformas, muitas obras foram concluídas.

O projeto Cidade Linda serve para fortalecer os laços entre os órgãos parceiros que integram o GDF Presente e focar em questões importantes para a manutenção da cidade, como limpeza de bocas de lobo, cobertura de buracos no asfalto, pintura de meios-fios e podas de árvores. Com isso vamos utilizar todo o maquinário disponível na cidade e a mão de obra existente, para que a cidade possa terminar o ano fazendo jus à sua condição de capital da República.

Qual a importância do GDF Presente?    

O GDF Presente permite a união de esforços de órgãos como Novacap, CEB/Neoenergia e Caesb, entre outros. Ao invés de termos dois caminhões para fazer o mesmo serviço, podemos ter um único caminhão usado de forma compartilhada. Ao invés de gastar mais recursos com combustível ou com pessoal para atender o mesmo objetivo, é possível economizar e atender uma área muito maior. Objetivamente, o GDF Presente é um programa voltado para o aproveitamento dos recursos humanos e materiais, de forma integrada e coordenada. Numa escala de zero a 10, eu daria nota oito para o GDF Presente.

Como é ser secretário-executivo de Cidades no DF, que é diferente de todas as demais unidades da Federação?

Costumo dizer que no Distrito Federal temos 33 regiões administrativas totalmente diferentes umas das outras, com características, necessidades e perfis que podem se aproximar, mas que são diferentes. O desafio é compatibilizar todas essas diferenças às políticas públicas que temos que obedecer.

Fonte: Agência Brasília

Caixa paga Auxílio Brasil a beneficiários com NIS final 2

Valor mínimo para cada família é R$ 400

Caixa paga Auxílio Brasil1

A Caixa começa a pagar hoje (18) a parcela de abril do Auxílio Brasil. Nesta segunda-feira recebem os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 2. O valor mínimo do benefício é de R$ 400. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava  nos dez últimos dias úteis do mês.

O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Atualmente, 17,5 milhões de famílias são atendidas pelo programa. No início do ano, 3 milhões foram incluídas. 

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também é pago hoje às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 2. O benefício segue o calendário regular de pagamentos do Auxílio Brasil.

Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias, até o fim de 2026, com o pagamento de 50% do preço médio do botijão de 13 quilos, conforme valor calculado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Pago a cada dois meses, o Auxílio Gás tem orçamento de R$ 1,9 bilhão para este ano.

Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como vítimas de violência doméstica.

Benefícios básicos

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas e acadêmicas.

Podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.

A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão critérios para integrar o programa social e detalhamento dos nove tipos diferentes de benefícios.

Fonte: Agência Brasil

Em razão das mais diversas obras do DF, muitas pessoas garantem emprego

Da redação

No final de 2021, o governador Ibaneis Rocha (MDB) falou que o ano de 2022 seria “com geração de emprego e renda” e a fala está sendo realizada a cada dia. Essa concretização se dá em razão das diversas obras que estão sendo feitas em todos os cantos do DF, que colocam pessoas com mão na massa, literalmente.

Em Taguatinga, por exemplo, além da construção do túnel, que já está em reta final e criou mais de 1.000 obras, existem outros projetos que são colocados em prática, como a construção de três novas creches, que serão erguidas na EQNL 9/11, na Área Especial 18 da QNJ e na Área Especial 1 da QNM 38, com investimento de quase R$ 6 milhões em cada unidade. Esses trabalhos vão gerar 180 empregos e, a partir dessa força, 564 crianças serão atendidas.

Uma das regiões mais carentes do DF, o Sol Nascente, tem se desenvolvido com a atuação do governo Ibaneis, que tem observado as dificuldades do local e trabalhado para garantir melhores condições aos moradores, implementando sistema de água tratada e saneamento básico, iluminação e pavimentação, por exemplo.

Nessa região, mais uma novidade foi anunciada: o Trecho 3 receberá obras, com investimento de R$ 149 milhões e, em quesito de trabalho, há previsão de 900 pessoas serem beneficiadas com empregos.

Além desses exemplos de obras que geram oportunidades para as pessoas, existem muitos outros, que, certamente, também beneficiam aqueles que estavam fora do mercado de trabalho e com isso têm perspectiva de que podem levar o pão de cada dia para casa.

Como forma de incentivo para que os moradores do DF busquem por trabalho, o governo Ibaneis também anuncia no site oficial as oportunidades de emprego que surgem em mais diversas áreas. 

Mais 43 médicos convocados para atuação temporária

Profissionais atuarão em clínica médica da rede pública; somente neste ano, Secretaria de Saúde já chamou 306 profissionais

A Secretaria de Saúde convocou, nessa semana, mais 43 médicos aprovados em processo seletivo realizado em fevereiro deste ano. Os profissionais atuarão em clínica médica da rede pública do Distrito Federal.

lista de convocados consta do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta. As vagas são temporárias, com duração de um ano. Os candidatos deverão apresentar documentação na sede da pasta a partir desta quinta (14) até o dia 28 deste mês, exceto em sábados, domingos e feriados.

Confira aqui a relação de documentos.

Somente em 2022, a pasta promoveu quatro convocações, com um total de 306 chamadas.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília