Para minimizar as perdas de imunizantes, UBSs são reorganizadas conforme faixas etárias. Confira os endereços!
O DF conta com cerca de 77.650 crianças de 3 e 4 anos; 5 mil foram vacinadas com a primeira dose e 992 com a segunda | Foto: Tony Winston
“Fazemos um apelo aos pais para completar o ciclo vacinal de seus filhos. A vacina é prevenção e demonstração de amor ao próximo”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde
Crianças de 3 e 4 anos podem ser levadas para se vacinar contra a covid-19 em 60 postos no Distrito Federal. Além da Coronavac, também está disponível a Pfizer infantil para a faixa etária entre 5 e 11 anos.
Todas as setes regiões de saúde estão abastecidas com os dois imunizantes. Os pontos de vacinação estão disponíveis no site da Secretaria de Saúde.
O horário de funcionamento para vacinação infantil é de 8h às 17h, de segunda a sábado. Lembrando que aos sábados são em média dez postos abertos para atender o público infantil. Os pontos são atualizados diariamente.
O Distrito Federal conta com cerca de 77.660 crianças de 3 e 4 anos. Mais de 5 mil foram vacinadas com a primeira dose e 992 com a segunda. “Fazemos um apelo aos pais para completar o ciclo vacinal de seus filhos. A vacina é prevenção e demonstração de amor ao próximo”, reforça a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.
O Banco BRB e a empresa BNP Paribas Cardif, líder global em parcerias bancassurance e seguros prestamista, firmaram contrato de parceria comercial estratégica para a comercialização de produtos de seguros nos canais do BRB, em regime de exclusividade. Fazem parte deste acordo as modalidades de seguro de Vida, Prestamista e demais ramos pessoais. A comercialização ocorrerá em toda a rede de distribuição do BRB, de forma omnichannel.
A iniciativa potencializará os negócios do Conglomerado BRB pelos próximos 20 anos e está alinhada com o planejamento estratégico da instituição para o aumento da competitividade por meio de parcerias, fusões e aquisições. Para a BNP Paribas Cardif, essa nova aliança está totalmente alinhada com seu plano estratégico 2025 e sua ambição global de fortalecer a posição em seguros e previdência mundialmente.
“O negócio com a BNP Paribas Cardif permitirá ao BRB ter um parceiro sólido, com liderança global em bancassurance e potencializará a capacidade de oferta do banco na cadeia de valor de seguros, elevando a qualidade do portfólio de produtos aos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
“A parceria com o BRB é mais um passo fundamental na nossa estratégia de expansão dos negócios da companhia, por meio da construção de parcerias junto a canais com alto potencial e com ampla carteira de clientes, afinal, nosso propósito como empresa é tornar os seguros mais acessíveis”, destaca Sheynna Hakim, CEO da BNP Paribas Cardif Brasil.
Sobre o BRB
O BRB atua como banco público sólido, ágil e moderno, protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano, da geração do emprego e renda e da melhoria da qualidade de vida regional, alinhado às melhores práticas de governança e gestão, e aos princípios e valores éticos. Possui mais de 4,7 milhões de clientes ativos, considerando sua rede física de atendimento e seus dois bancos digitais Nação BRB FLA e AmericaBRB, além de presença em 92% de todo território nacional, em 39 países e nos 6 continentes. Estão programadas as inaugurações de outras 54 agências com o novo modelo de atendimento no DF e no Entorno, além da atuação do Banco em outros estados do País, com destaque para a região Nordeste.
Sobre a BNP Paribas Cardif
Líder mundial em parcerias bancassurance e seguros de crédito¹, a BNP Paribas Cardif desempenha um papel essencial na vida de seus clientes, proporcionando produtos e serviços que lhes permitam realizar seus projetos, protegendo-se contra os imprevistos da vida. Como uma seguradora comprometida, a BNP Paribas Cardif trabalha para ter um impacto positivo na sociedade e tornar o seguro mais acessível. Num mundo profundamente transformado pelo surgimento de novos usos e estilos de vida, a empresa, subsidiária do BNP Paribas, possui um modelo de negócio único e baseado em parcerias. Ela co-cria soluções com mais de 500 distribuidores parceiros em uma variedade de setores (incluindo bancos e instituições financeiras, empresas do setor automotivo, varejistas, telecomunicações, energia, entre outros), bem como consultores financeiros e corretores que comercializam os produtos para seus clientes. Com presença em 33 países e fortes posições em três regiões – Europa, Ásia e América Latina – a BNP Paribas Cardif é uma especialista global em seguros de pessoas e uma das principais contribuintes para o financiamento da economia real. Com quase 8.000 funcionários em todo o mundo, a BNP Paribas Cardif teve prêmios emitidos brutos de € 24.8 bilhões em 2020.
Sobre a BNP Paribas Cardif Brasil
Maior especialista em seguros massificados em apenas 21 anos de atuação no País, a BNP Paribas Cardif Brasil desenvolve produtos distribuídos por meio de parceiros estratégicos nos mercados de Bancos e Financeiras, Automóvel, Varejo e Digital. Possui mais de 29 milhões de certificados ativos e comercializa, aproximadamente, 1.2 milhão de novas apólices por mês. A companhia é constituída por três empresas: Cardif Vida, Cardif Garantias e Luizaseg, uma joint venture formada com a rede varejista Magazine Luiza. Em 2020, o faturamento total da BNP Paribas Cardif Brasil foi de R$ 2,3 bilhões.
O nome dela é Marli da Saúde ou Marli Rodrigues, presidente do Sindicados dos Servidores da Saúde do DF.
Os 7.873 votos, recebidos nas urnas, pela candidata a deputada federal Marli Rodrigues, foram decisivos para eleger o presidente do MDB, e presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente. A partir de 1º de fevereiro o distrital ocupará uma das oito vagas da Câmara Federal.
O MDB de Prudente e de Ibaneis Rocha trabalhou com a projeção de eleger dois deputados federais.
No entanto, no meio do caminho, a nominata sofreu o seu maior baque ao ser atingida por um ato de trairagem, considerada pelo próprio presidente do MDB, praticado pelo ex-diretor geral do Detran, Zélio Maia.
Ele abandonou a candidatura, sem dar nenhuma chance ao partido de fazer a sua substituição. Ou seja, ele saiu após o prazo legal para que a legenda fizesse isso.
Zélio, que se dizia “da cozinha do governador”, deixou o partido em uma situação bastante difícil e desfalcado.
O ex-diretor do Detran chutou o MDB para se tornar cabo eleitoral do candidato André Kubitschek , não eleito, filho do empresário Paulo Octávio(PSD) e candidato a governador, também não eleito.
Durante a campanha, Zélio, que chegou a receber R$423.248,52 do fundo partidário emedebista, discursava que iria para as ruas combater a “onda azul” se referindo a marca da campanha de Ibaneis Rocha, governador reeleito.
A saída de um dos nove candidatos que formava a nominata de deputado federal do MDB, sem dúvida, produziu enormes desarranjos na legenda e atingiu, além de produzir um certo desanimo de seus candidatos, incluindo o próprio Rafael Prudente, que ao saiu das urnas com 121. 307 votos.
Mesmo com uma expressiva votação, dificilmente Prudente não seria eleito, sem os benditos 7.090 de Marli Rodrigues.
O projeto anterior da sindicalista era de tentar uma vaga na Câmara Legislativa. No entanto foi convencida pelo governador Ibaneis Rocha que lhe fez um apelo para ingressar no MDB e que encarasse a disputa para federal.
Marli topou a parada, foi para a luta ajudou eleger Rafael Prudente e reeleger o governador.
“Saio da corrida eleitoral na certeza que não perdemos, ganhamos!”, disse ela nesta manhã de terça-feira ao RadarDF.
Os benefícios do Auxílio Brasil e do Auxílio Gás vão ser depositados uma semana antes do previsto neste mês de outubro. O pagamento começa a ser feito na próxima terça-feira (11).
Em entrevista ao programa A Voz do Brasil nesta segunda-feira (3), a presidente da Caixa, Daniella Marques, disse que mais de 21 milhões de famílias serão assistidas, recebendo o benefício de R$ 600. Este mês, serão pagos R $12,5 bilhões aos beneficiários.
Já o Auxílio gás, de R$112 reais bimestrais, assiste 5,9 milhões de famílias, num total de R$ 650 milhões.
O dinheiro é depositado em uma conta poupança digital, administrada pelo aplicativo Caixa Tem. O beneficiário também pode usar o cartão para movimentar o dinheiro em comércios como farmácias e supermercados.
Daniella Marques destaca que qualquer dúvida sobre os auxílios pode ser tirada em ligação gratuita para o telefone 121, todos os dias, 24 horas por dia.
Caixa pra elas
Ne entrevista, a presidente da Caixa também falou de ações do banco para o Outubro Rosa. Segundo Daniella Marques, serão lançadas ações na área de seguros sociais para mulheres, dentro da estratégia Caixa pra Elas, lançada em agosto deste ano.
O Caixa pra Elas é voltado para o combate à violência e para o estímulo à independência feminina, com crédito e consultoria para abertura de negócios. “Hoje essas 17 milhões de mulheres que recebem o Auxílio Brasil, se elas abrem uma microempresa individual, ela que é boleira, manicure, se ela formaliza a empresa, ela não perde o Auxílio [Brasil], essa é uma informação importante. E quando ela se formaliza, a empresa tem crédito mais barato, tem acesso à pausa para doença, pausa pra maternidade”, explicou.
A Caixa tem mais de mil agências com espaços dedicados ao atendimento da mulher, com orientações de diversos tipos, como sobre violência e sobre como abrir uma empresa. Daniella Marques adianta que, até o final do ano, todas as 4 mil agências do banco terão este espaço. Dados da presidente do banco apontam que mais de 80 mil mulheres foram acolhidas nos espaços físicos e o aplicativo Caixa pra Elas teve 27 milhões de acessos.
“Agosto a gente fez seis vezes mais crédito do que julho, em crédito de pessoas jurídicas lideradas por mulheres, sete vezes mais crédito, cartão de crédito mais de 60% de aumento na contratação, seguros, mais de 70%, me deu certeza que a gente está na direção certa”, destacou Daniella, falando de dados relacionando período antes e depois do programa.
Outra ação citada pela presidente do banco é a Pausa para a Maternidade, que é a suspensão do pagamento de empréstimos durante o período de licença maternidade.
“Entre quatro e seis meses da licença, ela para de pagar, e quando volta a trabalhar, retoma sem juros, correção ou multa”, explicou.
Presidente ainda tem R$ 25,1 milhões para gastar, contra R$ 79,3 milhões de Lula, seu adversário. Campanha de Bolsonaro vai recorrer a ruralistas para engordar recursos
O presidente Jair Bolsonaro (PL) inicia o segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto em desvantagem financeira para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Pelas contas parciais declaradas das campanhas, ele ainda tem para gastar R$ 25,1 milhões. Por sua vez, o petista contará com R$ 79,3 milhões. A equipe de campanha de Bolsonaro vai recorrer a ruralistas, parceiros de primeira hora, para aumentar os recursos.
Os custos devem subir até o prazo final da prestação de contas. É certo, porém, que nomes do agronegócio foram a principal fonte de receita de Bolsonaro, que obteve de pessoas físicas 54% dos R$ 40,2 milhões arrecadados. Para angariar doações entre pecuaristas, o presidente escalou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o filho 01, e Tereza Cristina (PP), ex-ministra da Agricultura e senadora eleita neste domingo, 2, por Mato Grosso do Sul.
Com menos doações individuais que Bolsonaro, o ex-presidente Lula contou com recursos do Fundo Eleitoral. Os R$ 88 milhões que o PT direcionou até a semana passada para a campanha do candidato representam 98% do total arrecadado pelo petista. Deste total, ele gastou R$ 57,7 milhões. Além disso, Lula terá ainda R$ 49 milhões de uma sobra geral do partido com todas as suas candidaturas.
Para 1.027 candidaturas de todo o País, o PT distribuiu R$ 450 milhões dos R$ 499 milhões a que tem direito. Por sua vez, o PL zerou os seus R$ 270 milhões com 739 candidatos – e não passará mais recursos a Bolsonaro. Os R$ 10 milhões repassados ao candidato pela legenda de Valdemar Costa Neto saíram do Fundo Partidário – caixa que as legendas usam para despesas correntes e que também pode financiar a campanha eleitoral.
No núcleo de campanha de Lula, a expectativa é a de que a interlocução com grandes empresários e lideranças ruralistas poderão atrair novos apoiadores, mesmo com a boa performance de candidatos da direita nas eleições para a Câmara e o Senado, além do desempenho de Bolsonaro, acima do que apontavam as pesquisas.
Interlocutores de Lula no segmento ruralista avaliam que as conversas feitas ainda no primeiro turno serviram para dissipar receios de agropecuaristas e contornar a crise gerada quando o petista chamou de fascista a parte do setor que apoia Bolsonaro em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo.
Os mais contemplados por Valdemar Costa Neto na distribuição do fundão foram os candidatos do partido aos governos estaduais do Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Goiás. Juntos, Cláudio Castro, Anderson Ferreira, Onyx Lorenzoni e major Vitor Hugo receberam R$ 38 milhões para as despesas de campanha. Com a abertura das urnas, Castro foi eleito, Onyx disputará o segundo turno e Ferreira e Vitor Hugo perderam.
Da parte do PT, Fernando Haddad, que disputará com Tarcísio de Freitas (Republicanos) o segundo turno pelo governo de São Paulo, foi o maior contemplado, depois de Lula, com R$ 19 milhões.
Bolsonaro, por sua vez, foi o candidato que mais arrecadou recursos de pessoas físicas nesta eleição: R$ 22,1 milhões. O montante cobre todos os R$ 15,1 milhões em despesas contratadas até agora. Nos dois casos, o saldo ainda é positivo. À Justiça Eleitoral, porém, as duas candidaturas estimaram gastar até R$ 88,9 milhões no primeiro turno.
Abaixo de Bolsonaro em arrecadações individuais, somente Roberto Argenta (PSC), candidato derrotado ao governo do Rio Grande do Sul, e Tarcísio de Freitas. Ambos obtiveram R$ 6 milhões somente em doações
Serão realizadas reuniões durante todo o mês para discutir sobre o tema
Neste mês, a Secretaria de Promoção Social e Cidadania realizará ações voltadas à campanha ‘Outubro Rosa’, no município de Novo Gama. A campanha objetiva conscientizar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e do câncer de colo do útero.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer na população feminina em todas as regiões do Brasil, exceto na região Norte, onde o câncer do colo do útero ocupa essa posição.
Segundo a assistente social do CRAS de Novo Gama, Vanessa Gonçalves, no dia 20 de outubro, às 14h, será realizada uma intervenção à respeito da campanha ‘Outubro Rosa’. “Com o objetivo de conscientizar a população, realizaremos uma palestra educativa sobre o tema e ensinaremos as mulheres a se auto examinarem”.
Programação:
Dia 06/10 – encontro com grupo de mulheres que são acompanhadas pelo CRAS
Dia 11/10 – reunião com as mulheres que fazem parte do serviço de convivência
Dia 20/10 – ação voltada à população para conversar sobre a campanha ‘Outubro Rosa’
Dia 25/10 – reunião com as mulheres que fazem parte do serviço de convivência
A ação é uma iniciativa da Prefeitura de Novo Gama em parceria com a Secretaria Municipal de Promoção Social e Cidadania e o Centro de Referência de Assistência Social.
O plano de governo do recém-reeleito governador Ibaneis Rocha (MDB) estabelece pontos para maior cuidado com a juventude, que, como o próprio emedebista afirma, é o futuro de tudo o que a gente vive. No documento, são dados detalhes sobre essa população aqui no DF.
“Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) 2021, o Distrito Federal possui uma população jovem de aproximadamente 725.916 jovens, (faixa etária entre 15 e 29 anos), o que corresponde a praticamente um quarto da população. Números que reforçam a necessidade de ficarmos atentos a essa faixa da sociedade, que é de fato o futuro do DF.”
A partir disso, é dito que as políticas públicas para os jovens devem ser firmadas, ainda mais quando observado, por meio do PDAD 2021, que uma média de 31% dos jovens não aparece como ativos economicamente por não terem ocupação profissional e nem de estudo, situação que é assustadora ao Estado.
O governador detalha aquilo que irá introduzir nos próximos 4 anos para maior integração. Confira:
Ampliar o Plano Distrital de Juventude no âmbito do Distrito Federal.
Implementar Centros de Referência da Juventude no âmbito do Distrito Federal, funcionando inclusive aos fins de semana.
Criar o cadastro distrital de informações para a proteção da infância e da juventude.
Criar o Observatório de Proteção Integral à Juventude.
Criar o selo “Empresa Amiga da Juventude”.
Criar o Programa Primeiro Crédito para a Juventude Rural no âmbito do Distrito Federal.
Instituir a Política Distrital da Juventude Saudável e de Qualificação Técnica para o Jovem Tutelado.
Inserir a juventude nos projetos culturais fomentados com recursos públicos e garantir ingressos gratuitos em eventos culturais.
Realizar os Jogos da Juventude no âmbito do Distrito Federal.
Instituir a Política Pública Distrital destinada ao resgate de Jovens vítimas de violência sexual, denominada Vira Vida.
Criar programa de divulgação de fotografias de jovens desaparecidos, com idade entre 15 e 29 anos, nos sites, aplicativos e redes sociais dos órgãos públicos e concessionárias do Governo do Distrito Federal.
Instituir a Política Distrital destinada à Inclusão Social e Ambiental de jovens; e ampliar ações conjuntas a Secretaria de Justiça junto aos Centros de Ressocialização.
Os 24 distritais estão distribuídos em 13 partidos. A maior bancada é do PL com 4 eleitos, seguido de PT e MDB ambos com 3 distritais
Foto: Diogo Lima/CLDF
Os resultados das urnas determinados pela escolha dos eleitores estabeleceram a renovação de 12 deputados distritais. Assim, como a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) é composta de 24 eleitos para representar a população, o índice de renovação equivale a 50% do total de parlamentares.
Vale registrar também que apenas 18 dos atuais distritais tentaram a reeleição, enquanto 5 buscaram outros mandatos eletivos e apenas a deputada Arlete Sampaio (PT) decidiu não se candidatar. Para efeito de comparação, na eleição de 2018, foram 17 deputados na CLDF que não estavam na legislatura anterior. Assim, naquela ocasião, igualou-se a maior renovação já registrada, pois na eleição de 2010, as urnas também colocaram na Câmara Legislativa o mesmo número de novos distritais.
Já em 2014, a renovação foi de metade da composição total da CLDF. Em 2006, foram 13 novatos. Em 2002 eram 15 novos distritais. Em 1998, 13 que não foram reeleitos. Já em 1994, quando houve a eleição para a Segunda Legislatura, foram eleitos 13 estreantes.
O mais votado da história
O distrital campeão de votos nesta eleição é Fábio Félix (PSOL) com 51.792 votos. Trata-se da maior votação de toda a história para distrital, superando o número alcançado por Luis Estevão na eleição de 1994.
“É histórico um gay orgulhoso de sua sexualidade ser o mais votado da história do DF em tempos de Bolsonaro e sua política do ódio. Vamos continuar defendendo os mais vulneráveis e enfrentando as desigualdades sociais”, afirmou Fábio Félix.
Em seguida, Chico Vigilante (PT) chega a mais um mandato na CLDF, conquistando 43.854 eleitores. Já o terceiro mais votado é Max Maciel (PSOL) que chega pela primeira vez para exercer mandato na Câmara Legislativa, conquistando o apoio de 35.758.
Os eleitos
Estão eleitos para deputado distrital Fábio Félix (PSOL); Chico Vigilante (PT); Max Maciel (PSOL); Daniel Donizet (PL); Martins Machado (Republicanos); Robério Negreiros (PSD); Jorge Vianna (PSD); Jaqueline Silva (Agir); Thiago Manzoni (PL); Eduardo Pedrosa (União Brasil); Joaquim Roriz Neto (PL), Iolando (MDB); Pastor Daniel de Castro (PP); Hermeto (MDB); Roosevelt Vilela (PL); Doutora Jane (Agir); Rogério Morro da Cruz (PMN); Gabriel Magno (PT); João Cardoso (Avante); Paula Belmonte (Cidadania); Ricardo Vale (PT); Wellington Luiz (MDB); Pepa (PP); Dayse Amarilio (PSB).
Foram eleitas 4 mulheres para a composição da CLDF, uma a mais que a legislatura atual. Compõem a bancada feminina a distrital reeleita Jaqueline Silva (Agir), a estreante Doutora Jane (Agir), delegada da PCDF, Paula Belmonte (Cidadania), que encerra mandato de deputada federal, e a enfermeira Dayse Amarilio (PSB), que era presidente do SindiEnfermeiro DF. Nesta eleição de 2022, as mulheres eram 35,15% do total de candidatos a distrital. Na legislatura que está se encerrando, a bancada feminina tem 3 representantes eleitas. O maior número de mulheres foi alcançado na Quarta Legislatura (2003 – 2006), quando havia 5 representantes.
Mulheres encabeçaram a lista dos mais votados em oito estados
A bancada feminina na Câmara dos Deputados será composta por 91 mulheres a partir do ano que vem – 18% das vagas. É uma bancada maior do que a eleita em 2018, de 77 mulheres. As mulheres vão representar 17,7% das cadeiras da Câmara dos Deputados. Hoje a representação é de 15%.
PL e a federação liderada pelo PT são os partidos com mais mulheres e também as duas maiores bancadas da Câmara dos Deputados. A federação lidera na representação feminina com 21 deputadas (17 do PT e 3 do PCdoB). Já o PL elegeu 17 deputadas federais.
O PSD teve um aumento de 300% no número de mulheres eleitas: de uma representante passará a ter quatro deputadas na sua bancada.
Deputadas trans A bancada feminina terá, pela primeira vez na história da Câmara dos Deputados, duas deputadas trans: Erika Hilton (Psol-SP) e Duda Salabert (PDT-MG).
As duas já passaram por cargos dos legislativos locais antes de chegar à Câmara dos Deputados, com votações recorde em seus estados.
Sub-representação Apesar do aumento do número de deputadas, os 17,7% ainda apontam uma sub-representação feminina no Parlamento em relação aos dados globais. A participação das mulheres nos parlamentos é de 26,4% em média, segundo a União Interparlamentar (UIP), organização global que reúne 193 países. Se fosse seguir esse padrão, a bancada feminina na Câmara seria de 135 deputadas.
Ranking da mesma instituição coloca o Brasil no 146° lugar na participação de mulheres entre os 193 países analisados. Na América Latina, Cuba e México tem melhores desempenhos, com 53,4% e 50% dos assentos parlamentares ocupados por mulheres. Os dados são de agosto de 2022.
Incentivos Eleitorais A legislação eleitoral brasileira traz incentivos às candidaturas femininas. Os partidos devem indicar 30% de mulheres para candidaturas à Câmara dos Deputados e as candidaturas femininas tem direito à 30% dos recursos do fundo eleitoral e 30% do horário eleitoral de rádio e TV.
Além disso, a partir deste ano, os votos dados a candidatas mulheres para deputada contam em dobro para a distribuição do fundo partidário e do tempo de TV dos partidos.
Esses incentivos, no entanto, podem ser distorcidos nas chamadas “candidaturas-laranja”, que são candidaturas de fachada para cumprir a regra e desviar os recursos. Trata-se de uma infração que pode gerar a cassação total da chapa do partido segundo entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Eleitorado feminino Apesar da pouca representação em esferas de poder, as mulheres são a maioria das pessoas aptas a votar nessas eleições (52,65%). A maior parte das eleitoras brasileiras (5,33%) está na faixa que vai dos 35 aos 39 anos, seguida por mulheres que têm entre 40 e 44 anos (5,32%) e pelas que possuem de 25 a 29 anos (5,20%). Entre as eleitoras, há 87.400 mulheres com 100 anos ou mais.
O número de eleitoras também é maioria no exterior. Das 697.078 pessoas que moram fora do País e se habilitaram para votar para o cargo de presidente da República, 408.055 (59%) são mulheres e 289.023 (41%) são homens.
Justiça Eleitoral Os resultados finais deste domingo poderão ser alterados em decorrência de eventuais recursos decididos pela Justiça Eleitoral. O Judiciário analisa ações sobre abuso do poder econômico e político nas eleições, ou se o candidato registrado de fato tem todos os requisitos para exercer o cargo.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) sobe 0,8 ponto de agosto para setembro deste ano. Com isso, o indicador atingiu 101,5 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde agosto de 2021 (102,5 pontos).
A alta da confiança foi puxada pela melhora das percepções sobre a situação presente e das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual Empresarial subiu 0,7 ponto e chegou a 102 pontos, o maior nível desde junho de 2013.
Já o Índice de Expectativas (IE-E) subiu 1 ponto e atingiu 100,1 pontos, o maior nível desde outubro de 2021 (100,3 pontos).
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
A confiança subiu em três dos quatro setores que integram o ICE. A exceção foi a indústria que recuou 0,8 ponto. A maior alta foi observada na construção (3,5 pontos). Em seguida, aparecem comércio (2,4 pontos) e serviços (1 ponto).
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