Serão realizadas reuniões durante todo o mês para discutir sobre o tema
Neste mês, a Secretaria de Promoção Social e Cidadania realizará ações voltadas à campanha ‘Outubro Rosa’, no município de Novo Gama. A campanha objetiva conscientizar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e do câncer de colo do útero.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer na população feminina em todas as regiões do Brasil, exceto na região Norte, onde o câncer do colo do útero ocupa essa posição.
Segundo a assistente social do CRAS de Novo Gama, Vanessa Gonçalves, no dia 20 de outubro, às 14h, será realizada uma intervenção à respeito da campanha ‘Outubro Rosa’. “Com o objetivo de conscientizar a população, realizaremos uma palestra educativa sobre o tema e ensinaremos as mulheres a se auto examinarem”.
Programação:
Dia 06/10 – encontro com grupo de mulheres que são acompanhadas pelo CRAS
Dia 11/10 – reunião com as mulheres que fazem parte do serviço de convivência
Dia 20/10 – ação voltada à população para conversar sobre a campanha ‘Outubro Rosa’
Dia 25/10 – reunião com as mulheres que fazem parte do serviço de convivência
A ação é uma iniciativa da Prefeitura de Novo Gama em parceria com a Secretaria Municipal de Promoção Social e Cidadania e o Centro de Referência de Assistência Social.
O plano de governo do recém-reeleito governador Ibaneis Rocha (MDB) estabelece pontos para maior cuidado com a juventude, que, como o próprio emedebista afirma, é o futuro de tudo o que a gente vive. No documento, são dados detalhes sobre essa população aqui no DF.
“Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) 2021, o Distrito Federal possui uma população jovem de aproximadamente 725.916 jovens, (faixa etária entre 15 e 29 anos), o que corresponde a praticamente um quarto da população. Números que reforçam a necessidade de ficarmos atentos a essa faixa da sociedade, que é de fato o futuro do DF.”
A partir disso, é dito que as políticas públicas para os jovens devem ser firmadas, ainda mais quando observado, por meio do PDAD 2021, que uma média de 31% dos jovens não aparece como ativos economicamente por não terem ocupação profissional e nem de estudo, situação que é assustadora ao Estado.
O governador detalha aquilo que irá introduzir nos próximos 4 anos para maior integração. Confira:
Ampliar o Plano Distrital de Juventude no âmbito do Distrito Federal.
Implementar Centros de Referência da Juventude no âmbito do Distrito Federal, funcionando inclusive aos fins de semana.
Criar o cadastro distrital de informações para a proteção da infância e da juventude.
Criar o Observatório de Proteção Integral à Juventude.
Criar o selo “Empresa Amiga da Juventude”.
Criar o Programa Primeiro Crédito para a Juventude Rural no âmbito do Distrito Federal.
Instituir a Política Distrital da Juventude Saudável e de Qualificação Técnica para o Jovem Tutelado.
Inserir a juventude nos projetos culturais fomentados com recursos públicos e garantir ingressos gratuitos em eventos culturais.
Realizar os Jogos da Juventude no âmbito do Distrito Federal.
Instituir a Política Pública Distrital destinada ao resgate de Jovens vítimas de violência sexual, denominada Vira Vida.
Criar programa de divulgação de fotografias de jovens desaparecidos, com idade entre 15 e 29 anos, nos sites, aplicativos e redes sociais dos órgãos públicos e concessionárias do Governo do Distrito Federal.
Instituir a Política Distrital destinada à Inclusão Social e Ambiental de jovens; e ampliar ações conjuntas a Secretaria de Justiça junto aos Centros de Ressocialização.
Os 24 distritais estão distribuídos em 13 partidos. A maior bancada é do PL com 4 eleitos, seguido de PT e MDB ambos com 3 distritais
Foto: Diogo Lima/CLDF
Os resultados das urnas determinados pela escolha dos eleitores estabeleceram a renovação de 12 deputados distritais. Assim, como a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) é composta de 24 eleitos para representar a população, o índice de renovação equivale a 50% do total de parlamentares.
Vale registrar também que apenas 18 dos atuais distritais tentaram a reeleição, enquanto 5 buscaram outros mandatos eletivos e apenas a deputada Arlete Sampaio (PT) decidiu não se candidatar. Para efeito de comparação, na eleição de 2018, foram 17 deputados na CLDF que não estavam na legislatura anterior. Assim, naquela ocasião, igualou-se a maior renovação já registrada, pois na eleição de 2010, as urnas também colocaram na Câmara Legislativa o mesmo número de novos distritais.
Já em 2014, a renovação foi de metade da composição total da CLDF. Em 2006, foram 13 novatos. Em 2002 eram 15 novos distritais. Em 1998, 13 que não foram reeleitos. Já em 1994, quando houve a eleição para a Segunda Legislatura, foram eleitos 13 estreantes.
O mais votado da história
O distrital campeão de votos nesta eleição é Fábio Félix (PSOL) com 51.792 votos. Trata-se da maior votação de toda a história para distrital, superando o número alcançado por Luis Estevão na eleição de 1994.
“É histórico um gay orgulhoso de sua sexualidade ser o mais votado da história do DF em tempos de Bolsonaro e sua política do ódio. Vamos continuar defendendo os mais vulneráveis e enfrentando as desigualdades sociais”, afirmou Fábio Félix.
Em seguida, Chico Vigilante (PT) chega a mais um mandato na CLDF, conquistando 43.854 eleitores. Já o terceiro mais votado é Max Maciel (PSOL) que chega pela primeira vez para exercer mandato na Câmara Legislativa, conquistando o apoio de 35.758.
Os eleitos
Estão eleitos para deputado distrital Fábio Félix (PSOL); Chico Vigilante (PT); Max Maciel (PSOL); Daniel Donizet (PL); Martins Machado (Republicanos); Robério Negreiros (PSD); Jorge Vianna (PSD); Jaqueline Silva (Agir); Thiago Manzoni (PL); Eduardo Pedrosa (União Brasil); Joaquim Roriz Neto (PL), Iolando (MDB); Pastor Daniel de Castro (PP); Hermeto (MDB); Roosevelt Vilela (PL); Doutora Jane (Agir); Rogério Morro da Cruz (PMN); Gabriel Magno (PT); João Cardoso (Avante); Paula Belmonte (Cidadania); Ricardo Vale (PT); Wellington Luiz (MDB); Pepa (PP); Dayse Amarilio (PSB).
Foram eleitas 4 mulheres para a composição da CLDF, uma a mais que a legislatura atual. Compõem a bancada feminina a distrital reeleita Jaqueline Silva (Agir), a estreante Doutora Jane (Agir), delegada da PCDF, Paula Belmonte (Cidadania), que encerra mandato de deputada federal, e a enfermeira Dayse Amarilio (PSB), que era presidente do SindiEnfermeiro DF. Nesta eleição de 2022, as mulheres eram 35,15% do total de candidatos a distrital. Na legislatura que está se encerrando, a bancada feminina tem 3 representantes eleitas. O maior número de mulheres foi alcançado na Quarta Legislatura (2003 – 2006), quando havia 5 representantes.
Mulheres encabeçaram a lista dos mais votados em oito estados
A bancada feminina na Câmara dos Deputados será composta por 91 mulheres a partir do ano que vem – 18% das vagas. É uma bancada maior do que a eleita em 2018, de 77 mulheres. As mulheres vão representar 17,7% das cadeiras da Câmara dos Deputados. Hoje a representação é de 15%.
PL e a federação liderada pelo PT são os partidos com mais mulheres e também as duas maiores bancadas da Câmara dos Deputados. A federação lidera na representação feminina com 21 deputadas (17 do PT e 3 do PCdoB). Já o PL elegeu 17 deputadas federais.
O PSD teve um aumento de 300% no número de mulheres eleitas: de uma representante passará a ter quatro deputadas na sua bancada.
Deputadas trans A bancada feminina terá, pela primeira vez na história da Câmara dos Deputados, duas deputadas trans: Erika Hilton (Psol-SP) e Duda Salabert (PDT-MG).
As duas já passaram por cargos dos legislativos locais antes de chegar à Câmara dos Deputados, com votações recorde em seus estados.
Sub-representação Apesar do aumento do número de deputadas, os 17,7% ainda apontam uma sub-representação feminina no Parlamento em relação aos dados globais. A participação das mulheres nos parlamentos é de 26,4% em média, segundo a União Interparlamentar (UIP), organização global que reúne 193 países. Se fosse seguir esse padrão, a bancada feminina na Câmara seria de 135 deputadas.
Ranking da mesma instituição coloca o Brasil no 146° lugar na participação de mulheres entre os 193 países analisados. Na América Latina, Cuba e México tem melhores desempenhos, com 53,4% e 50% dos assentos parlamentares ocupados por mulheres. Os dados são de agosto de 2022.
Incentivos Eleitorais A legislação eleitoral brasileira traz incentivos às candidaturas femininas. Os partidos devem indicar 30% de mulheres para candidaturas à Câmara dos Deputados e as candidaturas femininas tem direito à 30% dos recursos do fundo eleitoral e 30% do horário eleitoral de rádio e TV.
Além disso, a partir deste ano, os votos dados a candidatas mulheres para deputada contam em dobro para a distribuição do fundo partidário e do tempo de TV dos partidos.
Esses incentivos, no entanto, podem ser distorcidos nas chamadas “candidaturas-laranja”, que são candidaturas de fachada para cumprir a regra e desviar os recursos. Trata-se de uma infração que pode gerar a cassação total da chapa do partido segundo entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Eleitorado feminino Apesar da pouca representação em esferas de poder, as mulheres são a maioria das pessoas aptas a votar nessas eleições (52,65%). A maior parte das eleitoras brasileiras (5,33%) está na faixa que vai dos 35 aos 39 anos, seguida por mulheres que têm entre 40 e 44 anos (5,32%) e pelas que possuem de 25 a 29 anos (5,20%). Entre as eleitoras, há 87.400 mulheres com 100 anos ou mais.
O número de eleitoras também é maioria no exterior. Das 697.078 pessoas que moram fora do País e se habilitaram para votar para o cargo de presidente da República, 408.055 (59%) são mulheres e 289.023 (41%) são homens.
Justiça Eleitoral Os resultados finais deste domingo poderão ser alterados em decorrência de eventuais recursos decididos pela Justiça Eleitoral. O Judiciário analisa ações sobre abuso do poder econômico e político nas eleições, ou se o candidato registrado de fato tem todos os requisitos para exercer o cargo.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) sobe 0,8 ponto de agosto para setembro deste ano. Com isso, o indicador atingiu 101,5 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde agosto de 2021 (102,5 pontos).
A alta da confiança foi puxada pela melhora das percepções sobre a situação presente e das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual Empresarial subiu 0,7 ponto e chegou a 102 pontos, o maior nível desde junho de 2013.
Já o Índice de Expectativas (IE-E) subiu 1 ponto e atingiu 100,1 pontos, o maior nível desde outubro de 2021 (100,3 pontos).
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
A confiança subiu em três dos quatro setores que integram o ICE. A exceção foi a indústria que recuou 0,8 ponto. A maior alta foi observada na construção (3,5 pontos). Em seguida, aparecem comércio (2,4 pontos) e serviços (1 ponto).
“A revitalização e pavimentação das ruas de Vicente Pires é uma das maiores obras do meu governo. O que antes era só lama e alagamento hoje está se tornando ruas pavimentadas e tranquilas para quem mora e trabalha por lá. Nossa obra pela cidade está só começando, muito ainda será feito por lá e pelos seus moradores”, diz o governador Ibaneis Rocha (MDB).
Gilson é morador da cidade e fala das dificuldades que vivenciou e o que hoje é diferente a partir dos trabalhos de Ibaneis.
“Quando eu cheguei em Vicente Pires, eu sabia do problema da falta de infraestrutura. Para eu chegar na minha rua, eu tinha que esperar a chuva passar, era um caos completo. Quando Ibaneis assumiu, ele começou a concluir tudo que estava sem conclusão e hoje não existe mais enchente, enxurrada, melhorou 100%. Hoje, o morador de Vicente Pires se sente orgulhoso”, relatou.
Candidato do MDB obteve mais de 830 mil votos e alcançou 50,30% dos votos válidos
Ibaneis Rocha (MDB) é o primeiro governador na história do Distrito Federal a ser reeleito em primeiro turno e o segundo na história a ser reeleito, feito alcançado apenas pelo ex-governador Joaquim Domingos Roriz. A vitória foi confirmada na noite deste domingo, quando Ibaneis alcançou 50,30% dos votos válidos, sendo apoiado por 832.633 mil brasilienses.
“Passamos quatro anos trabalhando muito. Tivemos uma pandemia que atrapalhou muito o que a gente tinha de propósito para o DF, mas conseguimos avançar muito. A vitória é o resultado do trabalho e da união. Estou muito feliz, não esperava que fosse no primeiro turno, achava que teríamos um segundo turno, e quero dizer a vocês que vou continuar trabalhando muito por essa cidade”, disse o governador.
De acordo com o governador, o segundo mandato será focado na saúde, atingida fortemente pela pandemia de covid-19, e que demandou um grande remanejamento de recursos. Para tratar os pacientes da doença foram investidos R$ 3 bilhões.
Embora a concentração de esforços e recursos, o governo Ibaneis provou que a palavra que o representa é trabalho.
O trabalho para fazer 1,6 mil obras, concluir o Complexo Viário Governador Roriz, construir o Túnel de Taguatinga, erguer sete UPAs, dez UBSs e administrar dezenas de benefícios sociais que tanto ajudaram a população.
Rafael Prudente (MDB), que declara defender a renovação política, subiu mais um degrau em sua trajetória. Neste domingo (2), Prudente foi eleito deputado federal, com 121.307 votos e deixa um legado de transparência na Câmara Legislativa do DF (CLDF), provado com a TV Câmara Distrital, implementada em sua gestão, que traz uma proximidade com a população, que pode acompanhar os trabalhos dos parlamentares, além de facilitar os trabalhos da imprensa. Rafael Prudente quer, na Câmara Federal, entre outros pontos, ampliar o programa de qualificação profissional RenovaDF, criando o Renova Brasil, possibilitando mais emprego e renda para brasileiros de todos os cantos.
“As pessoas não precisam de migalhas de políticos, precisam de oportunidades na educação, na capacitação e no emprego e essa é a minha missão.”
Defensor ferrenho do empreendedorismo, com grande trabalho para capacitação profissional, Eduardo Pedrosa (União Brasil) foi reeleito deputado distrital, neste domingo (2), com 22.489 votos. Nesses 4 anos, Eduardo teve 50 leis aprovadas nas mais diversas áreas. Agora, para o próximo mandato, o deputado quer continuar no foco da criação de emprego, em especial para o crescimento da juventude.
É Ibaneis de novo! Em primeiro turno, emedebista é reeleito governador do DF
Neste domingo (2), Ibaneis Rocha (MDB) foi reeleito governador do DF. Com 100% das urnas apuradas, o emedebista recebeu 832.633 votos, número representa 50,3% dos votos válidos. Leandro Grass (PV), que ficou em segunda colocação, obteve 434.587 votos ou 26,25% dos votos válidos.
A reeleição de Ibaneis vem para comprovar o que as pesquisas eleitorais indicavam: a aprovação dos brasilienses com os trabalhos realizados na cidade.
O DF recebeu, no primeiro mandato, quase 2.000 obras por todos os cantos, a assistência social foi ampliada, com criação de programas do governo, como Cartão Prato Cheio e Cartão Gás, que beneficiaram diversas cidades, escolas por todo o DF foram abastecidas com mais de R$ 1 bilhão e, ainda na educação, ocorreu entregas de novas creches e escolas. Na área da saúde, hospitais foram ampliados, além da entrega de novas UPAs e UBSs.
Ibaneis, durante toda sua campanha, mostrou compromisso em fazer um DF cada vez melhor, se uma segunda chance fosse dada. Contudo, com o governador agora reeleito, cabe aos cidadãos terem, de fato, a certeza de que a cidade continuará em crescimento.
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