Local está sendo revitalizado e deve ser entregue à população em breve.
O Governo Municipal de Valparaíso de Goiás, por meio da Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos, revitaliza e reforma totalmente o Centro Comunitário da Nova Vila Guaíra. A obra irá atender uma antiga reivindicação da população do bairro e deve ser entregue em breve.
De acordo com a pasta, a área total do Centro é de 680 m², onde 300 m² são de obras na estrutura, que contém refeitório, cozinha, área de evento, banheiros e um jardim externo.
O Centro Comunitário da Vila Guaíra oferece à população auxílio financeiro, jurídico, psicológico e educacional.
Vizinha ao Centro Comunitário, o Governo Municipal também revitaliza a quadra de esportes do bairro, que receberá novo piso, pintura, sistemas hidráulico e elétrico, além da instalação de traves, redes, grades, tabelas e nova iluminação em LED.
“Fico feliz ao ver esse local passando por essas obras. Está ficando bonito”, disse a dona de casa Ana Lúcia, moradora da Nova Vila Guaíra.
As inscrições podem ser realizadas entre os dias 17 de janeiro e 10 de março
Na última terça-feira (17), a Prefeitura de Novo Gama, por meio da Secretaria de Promoção Social, abriu as inscrições para o curso profissionalizante de Eletricista de Automóveis.
Para se inscrever, o interessado precisa ter 16 anos ou mais, Ensino Fundamental Completo e deve comparecer ao CRAS Lunabel, CRAS Pedregal ou CREAS Pedregal, com a cópia e original dos seguintes documentos:
As aulas serão ministradas no Senai Lunabel, de segunda a sexta-feira, nos turnos matutino (07h30 às 11h30) e vespertino (13h30 às 17h30). A expectativa é que o curso inicie do dia 13 de março e finalize no dia 10 de maio.
A iniciativa é uma ótima oportunidade para a população de Novo Gama. O morador do bairro Tropical, Rosano da Cunha, é um exemplo de superação. Em meio às dificuldades decidiu agarrar a chance para se profissionalizar e, futuramente, abrir o próprio comércio.
“Estou fazendo o curso de mecânico de motos para eu ter a minha independência na mecânica e poder abrir uma oficina. O curso é muito bacana! Está tendo um desenvolvimento e uma integração muito boa e o professor ensina muito bem! É muito bom que a Prefeitura tenha essa visão para a área de cursos gratuitos”.
Com investimento de R$ 19,7 milhões, contratos da Secretaria de Saúde permitiram zerar fila de espera para procedimentos
Mais de 2,3 mil pacientes acompanhados pela Secretaria de Saúde (SES) passaram por cirurgias eletivas nos últimos 120 dias em hospitais da rede privada. Com investimento total de R$ 19,7 milhões, os contratos com sete hospitais permitiram a execução de hernioplastias (hérnia), colecistectomias (retirada da vesícula biliar) e histerectomias (remoção do útero).
A lista de espera para cirurgias havia crescido durante a fase mais crítica da pandemia de covid-19, quando os procedimentos eletivos foram suspensos por mais de sete meses.
De acordo com a diretora de Regulação da Atenção Ambulatorial e Hospitalar da Secretaria de Saúde, Maria Aurilene Pedroza, a oferta do serviço permitiu zerar várias vezes a lista de espera para os casos enquadrados nos critérios previstos nos editais. “Chegamos a ter paciente inserido no sistema pela manhã e, à tarde, ser autorizada a cirurgia”, conta.
Procedimentos autorizados
O fluxo previsto consiste em fazer os exames preparatórios na rede pública e, conforme estabelecido nos contratos, ter acesso, no hospital contratado, a uma última consulta antes da cirurgia. A rede privada também faz a internação por um ou dois dias, conforme a necessidade.
Até o dia 12 deste mês, foram realizadas cirurgias nos hospitais Águas Claras (200), Anchieta (304), Daher (339), das Clínicas (402), Home (234), São Francisco (582) e São Mateus (290). Outras 629 cirurgias já foram autorizadas, seguindo a lista do Complexo Regulador do DF.
O primeiro procedimento, em 22 de setembro de 2021, no Hospital São Mateus, completou o prazo máximo de 120 dias. As outras seis empresas assinaram contratos posteriormente. Nesse período, os hospitais da rede pública permaneceram responsáveis pelas demais cirurgias eletivas, as emergenciais e as judicializadas. Os casos de hernioplastias, colecistectomias e histerectomias com complicações ou relacionadas ao tratamento de câncer também ficaram sob responsabilidade das unidades da SES. A rede pública registra uma média de mil procedimentos mensais.
Reforço para a rede
Além de beneficiar os pacientes que aguardavam cirurgias, os contratos com os hospitais privados representaram para a SES uma reorganização das demandas. “Foi possibilitada uma otimização dos centros cirúrgicos”, sinaliza o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Luciano Agrizzi.
O gestor lembra que diminuir a fila de cirurgia também significa menor pressão sobre as emergências dos hospitais e unidades de pronto atendimento. “Reduzimos a entrada desses pacientes em pronto-socorro com crises, com dores, por exemplo; agora a situação dessas pessoas foi solucionada”, afirma.
A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, lembra que os contratos de complementariedade ao Sistema Único de Saúde (SUS) são previstos na legislação e foram assinados com o envolvimento e apoio do controle social e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). “De acordo com a demanda, nós podemos adotar a complementariedade para atender os usuários”, reforça.
Cerca de 80 profissionais tiram dúvidas e aprendem sobre a plataforma de emissão de notas fiscais, que começou a funcionar em 1º de janeiro
Um momento ímpar para esclarecer dúvidas e aprender funcionalidades do novo sistema criado para emissão de notas fiscais em que incidem o Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS). Nesta quarta-feira (18), a Secretaria de Fazenda (Sefaz) e o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) promoveram um talk show, na sede entidade de classe na Asa Sul, para debater o uso da plataforma com a presença de 80 contadores – os maiores usuários do sistema.
O sistema está no ar desde o dia 1º deste mês e segue um modelo padronizado pela Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf). Desde o lançamento, já foram emitidas cerca de 800 mil notas fiscais, segundo controle da Sefaz. Mas, como ocorre em toda novidade, a secretaria identificou alguns contratempos sofridos pelos contribuintes, como a questão do cadastro inicial dos usuários, a tributação de profissionais não sujeitos à cobrança do ISS, e outros.
A contadora Márcia Ribeiro – que trabalha em um escritório com 80 clientes, entre grandes e microempresas – aproveitou a oportunidade e fez perguntas ao coordenador do ISS no DF, Paulo Roberto Batista, e ao representante da empresa Nota Control, responsável por criar a plataforma. Segundo ela, as dificuldades que tinha foram sanadas no momento.
Márcia Ribeiro, contadora de um escritório com 80 clientes, considerou o encontro proveitoso e diz que o novo sistema “veio para somar porque a prestação de serviços só cresce no DF”
“Nós nunca tínhamos tido um contato tão próximo com servidores da Secretaria de Fazenda e é importante uma conversa como essa”, pontua. “É um sistema que veio para somar porque a prestação de serviços só cresce no DF. Tivemos dificuldades na plataforma, mas faz parte. Logo, estará tudo certo e funcionando a contento”, acrescentou a contadora.
Segundo Paulo Roberto, pelo menos 100 mil prestadores de serviço usam periodicamente o sistema para a emissão da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) e outros serviços. E a Subsecretaria da Receita da Sefaz, em parceria com a empresa de tecnologia, vem trabalhando para fazer os ajustes necessários.
“Do primeiro dia do ano pra cá, melhorou bastante a performance do sistema e a rapidez no acesso. Hoje conseguimos abrir com tranquilidade o programa no celular”, informa Paulo. “A gente espera chegar até o final do mês com todo mundo conseguindo emitir nota sem dificuldades. E, assim, o Distrito Federal pode aumentar a arrecadação e melhorar a prestação de serviço para a população”, diz.
A plataforma comporta, entre outros itens, a declaração de serviços prestados, livro fiscal de registro, geração de guias, declarações especiais e a emissão gratuita da NFS-e em um modelo próprio para o ISS. A ferramenta pode ser acessada pelo site ISS online.
O motivo do bloqueio é a sequência da obra do viaduto do Riacho Fundo
O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) dará início, nesta quinta-feira (19), a partir das 8h, ao bloqueio do retorno localizado no km 7 da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB/DF-075), no trecho entre a Estrada Parque Vicente Pires (DF-079) e a Estrada Parque Contorno (DF-001), no trecho do Pistão Sul, sentido Samambaia.
A interdição do local, que está prevista para durar 30 dias, é necessária para que a equipe de operários dê continuidade aos trabalhos no viaduto do Riacho Fundo. Nesta fase, será realizada a construção das vigas de coroamento e do tabuleiro da obra de arte especial.
O motorista que desejar seguir em direção ao sentido oposto da rodovia poderá acessar o retorno localizado a cerca de 900 metros do local bloqueado para o trânsito.
Andamento dos trabalhos
A construção do viaduto, localizado no acesso ao Riacho Fundo e à Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) de Águas Claras, está com 45% do cronograma concluído e passou pelas etapas de fundação da estrutura e de drenagem.
Após o término da concretagem das estacas, será executada a concretagem do tabuleiro do viaduto. A previsão é que os serviços sejam concluídos no primeiro semestre de 2023.
O encontro destacou a necessidade de qualificar vagas, reduzir gastos, oferecer trabalho e estudos para aumentar as chances de reintegração de detentos
Por meio do programa Goiás de Resultados, representantes de várias secretarias estaduais avaliam, trocam informações e experiências para alinhar projetos arquitetônicos com projeção de gastos para a construção de um modelo carcerário eficiente, econômico e reintegrador. O oobjetivo é no sentido de concentrar os esforços de várias secretarias estaduais para a implantação de um novo modelo que vai dinamizar e resignificar o sistema prisional.
A situação carcerária em Goiás mudou para melhor, desde o início da gestão do governador Ronaldo Caiado. De lá para cá, estão sendo desenvolvidos projetos – com acompanhamento da vice-governadoria, por meio do programa Goiás de Resultados -, para superar problemas históricos do sistema. O objetivo está sendo no sentido de concentrar os esforços de várias secretarias estaduais para a implantação de um novo modelo que vai dinamizar e resignificar o sistema prisional, qualificando vagas, reduzindo gastos, oferecendo possibilidades de trabalho e estudos e aumentando as chances de reintegração de detentos.
Para tanto, foi realizada mais uma reunião na vice-governadoria, nessa terça-feira (16), para o alinhamento de projetos arquitetônicos à estimativa orçamentária para modernizar as penitenciárias. “Trabalhamos com a meta traçada pelo governador Ronaldo Caiado e apoiada pelo vice-governador Lincoln Tejota de impactar diretamente na área da segurança pública, qualificando os serviços, desonerando o Estado, eliminando o faccionamento entre os detentos e proporcionando reabilitação por meio da educação e do trabalho”, explicou Madson Ribeiro, membro do Comitê Gestor do programa Goiás de Resultados e mediador do debate.
Reintegração
O vice-governador Lincoln Tejota é um defensor da transformação do sistema carcerário em Goiás. “Nosso estado vai colocar em prática um modelo inovador, atendendo ao anseio da população de reduzir custos com os encarcerados, ao mesmo tempo em que eles devolvem algum tipo de trabalho para a sociedade, como uma forma de acerto de contas. Isso satisfaz o cidadão e reintegra o detento, que tem menos chances de reincidência”, opinou o vice-governador.
Pela Goiás Parcerias, participaram o presidente Diego Soares e a diretora técnica, Patrícia Oliveira. A Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) marcou presença com a superintendente de Gestão Integrada, Ana Carolina Resende Abrahão, a gerente de projetos Alline Scaglia, a arquiteta Juliana Leles e o assessor técnico Major Alex Neves. A Secretaria Geral da Governadoria (SGG) foi representada pelo subsecretário Leonardo Saad, superintendente de Prioridades Governamentais, Danielle Gomes, e a gerente de Monitoramento de Projetos Sociais, Daiany de Oliveira Santos. O Instituto Mauro Borges (IMB) marcou presença com o diretor executivo Guilherme Resende. O Major Silvio Antônio Luciano Júnior também representou o programa Goiás de Resultados.
A derrubada pelo Congresso Nacional do veto presidencial ao artigo 11 da Lei Federal nº 14.382, ocorrida na véspera do Natal do ano passado, permitiu que a realização do procedimento de Adjudicação Compulsória de Imóvel possa ser realizada diretamente em cartório, em todo o país, tendo como documento inicial a elaboração de uma Ata Notarial, feita por tabelião de notas. A ação de adjudicação compulsória pode ocorrer apenas quando houver promessa de compra e venda de imóvel e uma das partes dificultar ou impossibilitar a transferência do bem.
A realização em cartório, a partir de agora, apresenta a vantagem de o procedimento, que antes era feito exclusivamente via judicial e demorava até cinco anos para conclusão, possa ser efetuado extrajudicialmente, no tempo médio de até três meses, a depender do caso, e de forma mais barata, por meio de Ata Notarial em Cartório de Notas.
A vice-presidente do Colégio Notarial do Brasil, seção Rio de Janeiro (CNB/RJ), Edyanne Frota Cordeiro, confirmou que para desafogar o Judiciário e ser mais célere para o usuário, conseguiu-se que o procedimento seja feito através dos cartórios de notas. Essa situação acontece sempre que a pessoa já pagou pelo imóvel e não consegue ter o título de propriedade, ou seja, não consegue dispor do bem por completo, seja para alugar, vender, dar como garantia.
“A pessoa tem que começar pelo cartório de notas, fazendo uma Ata Notarial. Esse é um documento onde a pessoa vai comprovar que a outra parte está devedora do título de propriedade, que pode ser o promitente vendedor, ou seja, a pessoa que prometeu vender, ou promitente cedente, que envolve os chamados contratos de gaveta”, informou Edyanne, em entrevista à Agência Brasil. Contrato de gaveta é o documento informal de compra e venda de imóveis, sem registro em cartório de imóveis e sem interferências externas de instituições bancárias ou imobiliárias.
Provas
A vice-presidente do CNB/RJ, explicou que a pessoa terá de provar no cartório, por meio de documentos como extratos bancários, cópia de cheques, e pelos mais diversos meios jurídicos, que pagou e, também, que tentou de tudo para receber o imóvel da pessoa que prometeu passar o bem quando recebesse o preço e não o fez, bem como seu inventariante, se o bem estava em espólio. Vários motivos podem explicar porque isso não ocorreu: a pessoa estava ausente, está em local incerto e não sabido, já morreu, porque não quer, indicou a vice-presidente. “Às vezes, pode ser uma construtora que faliu ou acabou, ou que seus representantes estejam se negando a cumprir o acordo firmado anteriormente”.
Segundo afirmou, “o importante é que já foi tudo pago e a pessoa não recebeu a escritura definitiva, ou seja, o título de propriedade para registrar no cartório de imóveis”. Pode ocorrer também que a pessoa quitou o imóvel, mas não pagou o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que deve ser pago quando um bem é adquirido.”Enquanto não for pago o imposto, não pode levar ao registro de imóvel”.
Cabe ao cartório de notas dar todo o preparo jurídico à pessoa interessada, ou seja, preparar o documento, reunir as provas de que a pessoa pagou o preço estabelecido. Daí, o funcionário do cartório coloca tudo em uma ata notarial. Depois, a ata segue para o registro de imóveis competente, que tem de ser da área onde o imóvel em questão está situado. Não pode ser feito em outro município, ressaltou a vice-presidente. Se tudo estiver em ordem, a escritura pode ser feita em uma semana.
O interessado vai pagar pelo instrumento da ata no cartório de notas, cujo valor vai depender do preço do imóvel. O registro deverá ter valor semelhante. Na avaliação de Edyanne Frota Cordeiro, a medida poderá desafogar milhares de ações que tramitam no Poder Judiciário, contribuir para a efetiva regularização fundiária e solucionar a vida de muitos brasileiros que aguardam até cinco anos para o desfecho de casos envolvendo a transmissão de propriedades já quitadas, mas que o vendedor se recusa ou está impedido de realizar a transferência do imóvel ao comprador.
Conquista
Na avaliação do presidente do CNB/RJ, José Renato Villarnovo, “realizar uma adjudicação compulsória em Cartório de Notas é mais uma grande conquista do Colégio Notarial do Brasil e da Corregedoria Geral de Justiça do Rio de Janeiro. Muitas cidades, principalmente as do interior do estado, enfrentam problemas com imóveis que estão irregulares há anos, por diversos motivos. O procedimento na via extrajudicial se torna menos custoso que uma ação judicial e desafoga o Poder Judiciário. É uma opção para a população fluminense utilizar a velocidade e a segurança dos Cartórios de Notas para solucionar a regularização de milhares de propriedades urbanas e rurais”.
Na Ata Notarial deverão constar a identificação do imóvel, o nome e a qualificação do comprador ou de seus sucessores constantes do contrato de promessa, a prova do pagamento e a caracterização do inadimplemento da obrigação de outorgar ou receber o título de propriedade. “Porque o título de propriedade é seu (da pessoa que pagou pelo imóvel). É só uma questão de formalidade. Você já pagou tudo, não deve nada. É como se fosse lá avocar aquele título para você; tomar o que é seu”, disse Edyanne.
Além de garantir a autenticidade dos documentos, a ata notarial poderá atestar a disponibilidade ou indisponibilidade do bem e a quitação do negócio jurídico, mediante a apresentação ao tabelião de diversos documentos, tais como declaração de imposto de renda, mensagens de ‘e-mails’ e de texto entre os negociantes que comprovem o recebimento pelo vendedor, além de extratos bancários e outros fatos que não estejam demonstrados por documentos. As mensagens trocadas entre as partes contratantes podem comprovar as tentativas feitas para a obtenção da escritura definitiva, evidenciando dificuldade ou impossibilidade e sendo a prova real da recusa do vendedor em outorgar a escritura definitiva.
A vice-presidente do CNB/RJ destacou que caso já exista um procedimento de Adjudicação Compulsória em trâmite no Poder Judiciário, o usuário deverá homologar pedido de desistência, por meio de seu advogado ou defensor público, para que o ato possa transcorrer pela via extrajudicial.
Obras estão avançadas e todas as unidades já possuem alunos matriculados.
O Governo Municipal de Valparaíso de Goiás, por meio de sua Secretaria de Educação, entregará mais três unidades escolares para a comunidade até o mês de fevereiro. As obras estão avançadas e todas as unidades já possuem alunos matriculados.
Os bairros Cidade Jardins e Pacaembuzinho serão contemplados, cada um, com uma creche pró-infância novinha para atender os estudantes do ensino infantil. Já o bairro Ypiranga A, poderá contar com a Escola Municipal Maguito Vilela, equipada com 12 salas de aula, quadra coberta, estrutura adequada para atender as necessidades dos professores que lecionarão no espaço educacional e toda parte administrativa.
Todas as obras fazem parte do Programa InvesteVal de Educação, que consiste em R$ 23 milhões empregados e investidos em revitalização, reforma e valorização das estruturas físicas da Rede Pública de Ensino, com ampliações, reformas, construção de novas escolas e coberturas.
“A gente acaba consolidando todo um planejamento feito nos anos anteriores e agora vamos colocar em prática todos esses benefícios à população na área da educação. Nós, junto com todo Governo Municipal, não medimos esforços para garantir o direito à educação de qualidade desde a primeira infância”, afirma a secretária de Educação, professora Rudilene Nobre.
Obra lançada nesta terça-feira (17) terá investimento de R$ 33,5 milhões e vai gerar cerca de 400 empregos
A ordem de serviço para a construção do Viaduto do Jardim Botânico, obra que beneficiará 50 mil motoristas diariamente, foi assinada nesta terça-feira (17). O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) é de R$ 33.579.459,53, com previsão de gerar 400 empregos.
A estrutura será erguida na altura do balão da antiga Esaf, no km 27,2 da rodovia DF-001, justamente no trecho que interliga o Plano Piloto ao Jardim Botânico. E vai beneficiar moradores e frequentadores de São Sebastião, Tororó, Paranoá, Jardins Mangueiral, Jardim ABC, Cidade Ocidental e outras localidades da área leste do DF, uma das regiões que mais crescem na cidade.
O viaduto será erguido pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) com as seguintes etapas: drenagem, terraplenagem, pavimentação, sinalização horizontal e vertical, ciclovia, passarela, muro de “terra armada”, viaduto, passarela, obras complementares, urbanização e paisagismo e canteiro de obras.
“Esta obra vai permitir a normalidade do fluxo de trânsito, o que não acontece hoje. Passam por aqui 50 mil veículos por dia. Também consideramos que foi uma obra pensada para demandas futuras, considerando o fato que a cidade está se expandindo”, afirma a governadora em exercício, Celina Leão.
A governadora em exercício, Celina Leão, destaca que a obra do Viaduto do Jardim Botânico foi pensada para demandas futuras, considerando o fato que a cidade está se expandindo | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília
Com a obra, o balão da Esaf será mantido e quem passar pela DF-001 vai passar justamente por baixo do balão, no ponto onde o trânsito fica travado em horários de pico. “É mais uma obra que estamos atuando nos pontos de entroncamento onde há retenção e que atrapalha a fluidez do trânsito, principalmente das pessoas que vão para o centro da cidade todos os dias pela manhã e retornam no fim do dia”, destaca o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Junior.
O aumento populacional e o desenvolvimento da região foram lembrados pelo secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, ao comentar a intenção do governo de fazer outras obras na área leste do DF. “Essa região cresceu e muitas pessoas vieram morar aqui na expansão do Jardim Botânico, na expansão do Jardim ABC, do Paranoá, do Lago Sul e do Itapoã. Não vamos parar por aí e faremos um viaduto na entrada de São Sebastião. A pista foi duplicada e com os viadutos prontos a população vai poder trafegar de maneira tranquila e segura”, acrescenta o secretário de Governo.
Melhorias no transporte público também estão sendo pensadas, desde o aumento das linhas de ônibus até faixas exclusivas, conforme explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro. “Estamos trabalhando no projeto de BRT, mas antes vamos trabalhar no projeto de faixa exclusiva do ônibus. Para isso precisamos do alargamento da pista, mas o viaduto traz fluidez. Temos a tendência de colocar mais ônibus à disposição da população para diminuir a lotação do transporte público”, detalha.
A estrutura será erguida na altura do balão da antiga Esaf, no trecho que interliga o Plano Piloto ao Jardim Botânico, beneficiando motoristas de São Sebastião, Tororó, Paranoá, Jardins Mangueiral, Jardim ABC, Cidade Ocidental e outras localidades
Mais obras
A atual gestão está entregando e executando obras em nove complexos viários. Elas incluem 31 viadutos, 16 conjuntos de tesourinhas, cinco pontes e um túnel e vão beneficiar, juntas, mais de 720 mil motoristas diariamente.
Os complexos viários concluídos ou em obras são: Governador Joaquim Roriz (entregue); Corredor Eixo Oeste/EPIG (em execução); Riacho Fundo (em execução); Recanto das Emas/Riacho Fundo II (em execução); Itapoã/Paranoá (em execução); Sobradinho (em execução); Jardim Botânico (em execução); Plano Piloto, com a reforma da Via N2 e do Eixão concluídas e da ponte Honestino Guimarães em fase final; Cruzeiro, com a reforma do Viaduto Ayrton Senna concluída.
A atual gestão está entregando e executando obras em nove complexos viários. Elas incluem 31 viadutos, 16 conjuntos de tesourinhas, cinco pontes e um túnel
Financiamento
O Viaduto do Jardim Botânico será financiado com recursos do Banco do Brasil e da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Segundo o presidente da Terracap, Izidio Santos, o investimento de recursos na mobilidade urbana é essencial.
“Devolvemos à população, em obras de infraestrutura, os recursos arrecadados com as vendas de imóveis. Investir em mobilidade urbana é permitir maior qualidade de vida àqueles que trafegam pelas vias cotidianamente. Em breve, os moradores do Jardim Botânico, assim como os que vivem em São Sebastião, sentirão maior conforto e fluidez no trânsito com as obras anunciadas”, aponta Izidio Santos.
O afastamento de Ibaneis Rocha do governo do DF, em 9 de janeiro, por decisão de Alexandre de Moraes, tem movimentado aliados desde o primeiro momento. O setor produtivo e a classe dos advogados foram alguns dos grupos que se pronunciaram contra a decisão do ministro. Os órgãos pedem, de modo legítimo, pela volta de Ibaneis, reforçando a sua reeleição, com 832.633 votos.
De modo geral, a população do DF também observa excessos na condução de Moraes e forma manifestação em defesa de Ibaneis, pelas redes sociais. #VOLTAIBANEIS e #IBANEISVOLTAJÁ são um dos grandes modos de mostrar o apoio ao chefe do executivo local.
O empreendedor Eduardo Machado diz que “nosso governador Ibaneis sempre se mostrou íntegro e contra qualquer ato ilegal.”“Ele tem que voltar” e “Deus vai trazer nosso governador de volta” são outras falas de moradores da Capital vistas nas redes.
Administrador do Riacho Fundo desde 1º de janeiro, Fernando Siqueira questionou, do mesmo modo, na terça-feira (17), todas as medidas adotadas com direcionamento ao governador. “O que estão fazendo com o nosso governador eleito em primeiro turno é constitucional e democrático?”, reflete.
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