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Governo do Distrito Federal convoca 1.236 profissionais da área de saúde

Chamamento contempla médicos, especialistas, enfermeiros e dentistas aprovados nos concursos de 2018 e 2022

Entre médicos, especialistas, enfermeiros e dentistas, ao todo estão sendo convocados 1.236 aprovados em concursos de 2018 e 2022 | Foto: Davidyson Damasceno / IGESDF

A Secretaria de Saúde (SES) vai nomear 1.236 candidatos aprovados, sendo 437 médicos, 454 especialistas, 220 enfermeiros e 125 dentistas. A cerimônia de nomeação está agendada para a próxima segunda-feira (6).

“A chegada desses novos servidores é extremamente valiosa para a Secretaria de Saúde. Assim, poderemos reforçar nosso quadro de profissionais e ampliar o acesso e a oferta de nossos serviços, oferecendo maior número de consultas, realizando mais cirurgias e cuidando ainda melhor dos nossos pacientes”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde

“A chegada desses novos servidores é extremamente valiosa para a Secretaria de Saúde. Assim, poderemos reforçar nosso quadro de profissionais e ampliar o acesso e a oferta de nossos serviços, oferecendo maior número de consultas, realizando mais cirurgias e cuidando ainda melhor dos nossos pacientes”, reforça a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

Serão convocados 437 médicos especialistas em anestesiologia, cardiologia, cirurgias oncológica e pediátrica, clínica médica, coloproctologia, ginecologia e obstetrícia, medicina física e reabilitação, genética médica, infectologia, medicina intensiva adulto. Além de outras especialidades, como nefrologia, neonatologia, neurologia, oftalmologia, ortopedia e traumatologia, otorrinolaringologista, paliativista, pediatria, psiquiatria, radiologia e diagnóstico por imagem, urologia, família e comunidade, psiquiatria.

A chegada dos novos profissionais possibilita o avanço da gestão nas unidades básicas de saúde, hospitais e policlínicas. “Vamos investir mais de R$ 150 milhões por ano só com essas contratações. A saúde pública é uma prioridade do governo e estamos focados em cuidar da nossa população”, avalia o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz.

Para melhorar os serviços da Atenção Primária e reforçar a Estratégia da Saúde da Família, o Governo do Distrito Federal (GDF) também vai nomear médicos de família e comunidade. “O objetivo é aumentar a área de cobertura comunitária”, ressalta a coordenadora da Atenção Primária (Coaps), Ramá Celani.

Entre os que reforçarão a equipe da SES, somam-se 454 especialistas. São farmacêuticos, administradores, contadores, analistas de Tecnologia da Informação, técnicos de comunicação social e economistas. Essas nomeações são referentes ao certame de 2018, que teve a vigência ampliada devido à pandemia.

Após a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, os profissionais terão 30 dias para tomar posse e se apresentar ao local de trabalho. As documentações necessárias podem ser conferidas neste link.

Equipe reforçada

Em 2022, a Secretaria de Saúde nomeou 90 médicos por ocasião da vacância dos postos de trabalho. No mesmo ano, a pasta também realizou um concurso e nomeou outros 689 profissionais da saúde, incluindo médicos, enfermeiros, especialistas e técnicos. Atualmente, o DF conta com cerca de 35 mil profissionais de saúde.

*Com informações da SES

Fonte: Agência Brasília

GDF realiza ação preventiva, e trânsito no viaduto da EPDB já está liberado

Após 12 horas de serviço ininterruptas, problemas no talude do elevado já foram sanados e o tráfego foi normalizado

Equipes trabalharam de madrugada para que o tráfego no local pudesse ser liberado o mais rápido possível | Fotos: Divulgação/DER-DF

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) liberou o tráfego de veículos no viaduto localizado na Estrada Parque Dom Bosco (DF-025) por volta de 5h desta quarta-feira (1º). A interdição foi feita para a execução de uma ação preventiva nas proximidades do elevado.

Após 12 horas ininterruptas de serviço executado pelas equipes do órgão, a trinca verificada no talude, que é a parede de contenção próxima ao viaduto, foi solucionada, tendo sido o tráfego de veículos liberado a seguir. Nesta quarta-feira será realizada uma nova vistoria.

O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Junior, agradeceu a atuação dos servidores do órgão, que trabalharam noite adentro, e comemorou a liberação do tráfego com menos de 24 horas após o problema ter sido detectado.

“Nossa expectativa era de que hoje mesmo liberássemos o trânsito. Isso só foi possível graças ao trabalho incansável e competente dos nossos servidores, que não mediram esforços para resolver o problema. Os reparos necessários foram realizados, e agora vamos fazer uma nova vistoria para concluir”, disse Nacfur.

Entenda o que aconteceu

O DER-DF bloqueou o tráfego de veículos no viaduto localizado na Estrada Parque Dom Bosco (DF- 025) no início da tarde desta terça-feira (31). A interdição foi para a execução de uma ação preventiva nas proximidades do elevado.

Após as fortes chuvas que atingiram o Plano Piloto na semana passada, as equipes iniciaram o processo de limpeza, vistoria na drenagem e na estrutura do viaduto, que dá acesso aos motoristas vindos do Park Way e Lago Sul ao Plano Piloto, próximo ao aeroporto.

Na ocasião, foi detectada uma trinca no talude. Em um trabalho conjunto, o DER-DF e Defesa Civil decidiram pela interdição provisória do trecho para que as máquinas iniciassem de imediato os reparos necessários.

O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, esteve no local com Fauzi Nacfur Junior e acompanhou o início dos serviços. Após a vistoria preliminar, o secretário tranquilizou a todos sobre a situação do elevado: “A trinca está situada no talude, o que não tem relação direta com o viaduto. Não há qualquer risco de desabamento da estrutura”.

*Com informações do DER-DF

Fonte: Agência Brasília

Escola Classe 01 da Estrutural passa por reparos na estrutura

Da Redação

A Escola Classe 01 da Estrutural passou por reparos para receber os alunos que irão estudar na escola na unidade em 2023

Blocos pintados, salas de aulas pintadas e manutenção na parte elétrica, e hidráulica da escola.

Tudo isso para dar o mínimo de conforto tanto para os alunos, quanto para os professores que irão compor o quadro de servidores da unidade.

Falamos com Ana Carla, vice-diretora da escola, sobre a importância de uma escola pintada, o quanto isso impacta na vida acadêmica dos alunos e dos funcionários.

“Uma escola bem-arrumada, bonita, se torna atrativa para o aluno, fazendo com que ele se sinta bem naquele ambiente e queira ficar ali. Um espaço agradável faz o pedagógico funcionar melhor, afeta também a autoestima dos servidores”, concluiu Ana Carla.

Alimentação de qualidade para alunos da rede pública do DF

Da Redação

Além do café da manhã que eles recebem, tem almoço e um lanche no final do dia, isso no caso de algumas escolas possuírem alunos de ensino integral.

O café da manhã é bem variado, vai de pão com manteiga e biscoito amanteigado ou cuscuz, de leite com achocolatado a suco da fruta, podendo ser de abacaxi, morango, goiaba, melão, melancia, maracujá e limão. 

O almoço também tem cardápio bem diferenciado, arroz, macarrão, feijão-preto e carioca, tem também variedade de legumes e carnes, podendo ser branca (peixe e frango) e carne vermelha.

Os cardápios são elaborados por nutricionistas considerando peculiaridades nutricionais, sazonais e regionais e as quantidades necessárias de proteínas, carboidratos, frutas e hortaliças para o desenvolvimento de nossos estudantes, colaborando para melhorar o seu processo de ensino-aprendizagem

São necessárias 5,2 mil toneladas de alimentos perecíveis e não perecíveis por ano para alimentar todos esses estudantes.

Seriam necessárias mais de 160 carretas cavalo trucado, aquelas de três eixos, com quase 20 metros de comprimento, para transportar toda essa comida.

O Doa a Quem Doer falou com a diretora da Escola Classe 01 da Estrutural sobre a importância de uma alimentação saudável para os alunos de uma escola com vulnerabilidade.

“Boa parte das famílias inseridas em nossa comunidade escolar são de baixa renda e necessitam desse auxílio a mais que é a segunda refeição porque em muitas situações não têm condições de manter uma alimentação adequada e rica em nutrientes que toda criança precisa para o bom desenvolvimento social e cognitivo” disse Gessika.

“Estudos apontam que uma criança bem nutrida aprende mais e melhor, portanto, é tão importante ter duas refeições em nosso contexto educacional”. Concluiu Gessika Mayara.

MDHC divulga relatório preliminar de omissões diante das violações de direitos humanos dos povos indígenas

O extinto Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) ignorou o povo Yanomami e usou suposto combate ao infanticídio para justificar negligência em Roraima

Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) divulgou um levantamento inicial das omissões do governo passado, observadas entre os anos de 2019 a 2022. Além de ignorar recomendações internacionais, no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), o órgão público responsável por combater as violações de direitos humanos agiu com descaso frente a processos encaminhados neste período ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

O documento, divulgado nesta segunda-feira (30/01) pelo MDHC, inclui sete processos administrativos de conhecimento da Pasta, tendo sido produzido com base em informações oficiais. Nesta segunda, o levantamento foi encaminhado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, a fim de que os fatos sejam investigados. A iniciativa também implicará na responsabilização de agentes que promoveram ações deliberadas contra a dignidade humana na gestão passada.

A deturpação do uso da máquina pública, utilizada apenas para propagar discursos de ódio, fez com que o governo anterior ignorasse a morte de um Yanomami no dia 9 de abril de 2020, vítima da pandemia de Covid-19. Ao invés de investigar as condições sanitárias e de contaminação dos povos originários, reduziu o problema a uma questão que deveria ser resolvida apenas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) e à Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), evidenciando a falta de empatia e sensibilidade com os indígenas.

A promoção de campanhas — no lugar do fortalecimento de políticas públicas de Estado — foi outra tônica apurada. Não era raro observar discursos vazios que em nada contribuíram para a construção da paz e da defesa da dignidade humana. Na ocasião, a titular da pasta preferia, por exemplo, colorir de rosa as delegacias de Atendimento à Mulher para enfrentar o feminicídio, em vez de construir políticas públicas efetivas.

OMISSÕES CRIMINOSAS — Em 2020, a CIDH demonstrava preocupação frente às invasões do território do povo Yanomami por garimpeiros, nos estados de Roraima e Amazonas. Em resposta, além de demonstrar falta de atuação na temática, apresentou à instância internacional um parecer positivo sobre o Projeto de Lei nº 191/2020: a peça propunha a legalização do garimpo na região. À época, a Pasta pormenorizou denúncias de violações de direitos humanos causadas pelos garimpeiros na comunidade Yanomami, reduzindo o debate a oposições políticas.

Ainda no âmbito da CIDH, o Poder Executivo ignorou a Medida Cautelar 563-20. Além de transferir responsabilidades a outros órgãos do Governo Federal, absteve-se de participar de audiência naquele período.

A promoção da pandemia de Covid-19 pelo ex-presidente da República é de conhecimento de todos. Neste sentido, o órgão responsável por cuidar dos direitos humanos no Governo Federal não agiu de modo diferente. Ao contrário, cooperou, a partir da transversalidade, para ignorar pedidos de assistência ao território indígena de Roraima. Em vez de promover uma ação articulada em defesa da vida, agiu com descaso e ausência de medidas em proteção aos povos indígenas.

O relatório preliminar também aponta sugestão de veto à obrigação do fornecimento de água e equipamentos básicos às comunidades Yanomami durante a pandemia e a ausência de planejamento assistencial em favor de crianças e adolescentes indígenas no Plano Nacional de Enfrentamento da Violência contra Crianças e Adolescentes.

Entre os processos levantados pelo MDHC constam, ainda, negativa de assistência humanitária ao governador do Estado de Roraima e a suspensão de policiamento ostensivo em favor do indígena Davi Kopenawa, integrante do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos da pasta, expondo-o a atentado em novembro de 2022.

DEFESA DA MORTE — Se por um lado, o discurso era “defesa da vida”; por outro, na prática, o que se via era total descaso com ela. Entre 2019 e 2022, gestores públicos estiveram por cinco vezes no estado de Roraima. Entretanto, em nenhuma dessas missões foram apresentadas tratativas contra o garimpo ilegal, a segurança alimentar do povo indígena que vive naquela região ou qualquer outra ação em defesa dos direitos humanos. Nenhuma visita foi feita ao território Yanomami, mesmo diante de denúncias e recomendações em prol da dignidade humana dos povos originários.

Ainda em 2020, o governo passado ignorou pedido do movimento Coalizão Brasil Clima, Floresta e Agricultura para implementação do Plano Emergencial para Enfrentamento à Covid-19 nos territórios indígenas.

Já em 2021, o antigo MMFDH, diante de uma Ação Civil Pública destinada ao fornecimento de alimentação adequada e saudável aos pacientes em tratamento médico e acompanhamento nutricional em comunidades Yanomami, preferiu, novamente, terceirizar a responsabilidade a outros órgãos do governo.

Fonte: Gov.BR

BRB convoca mais 74 Analistas de TI e zera cadastro reserva

O BRB convoca mais 74 candidatos aprovados no concurso para Analista de TI, realizado pelo Banco em 2021, e zera o cadastro reserva. Os novos candidatos se juntarão aos 145 aprovados já convocados. No total, mais de 6 mil pessoas concorreram ao certame, que ofereceu 100 vagas para preenchimento imediato. A nova convocação será publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de amanhã (31).

“O BRB tem hoje mais de 5 milhões de clientes e está presente em 92% do território Nacional. Com a chegada desses novos profissionais, iremos fortalecer nosso time de TI, potencializando o desenvolvimento de soluções tecnológicas que forneçam ao Banco todo o suporte necessário para a expansão e o crescimento planejado”, afirma o Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Os convocados serão submetidos aos exames previstos em edital e deverão apresentar a documentação solicitada no prazo estipulado. Após finalizadas as etapas de avaliação médica e de entrega de documentos, os convocados passarão pelo processo de integração.

A carga horária de trabalho para o cargo de analista de TI é de 30 horas semanais, e o salário é de R$ 9.035,18.

Além de convocar todos os aprovados, o BRB pretende lançar mais um concurso público, também para o cargo de Analista de TI, ainda no mês de julho deste ano. Será o sexto certame em apenas cinco anos.

Desde 2019, o BRB já realizou 5 concursos públicos. O último, com provas realizadas em novembro de 2022, contou com mais de 61,6 mil candidatos inscritos para disputar 500 vagas para o cargo de escriturário, porta de entrada da carreira bancária.

Nos últimos três anos, foram convocadas 984 pessoas aprovadas para cargos de escriturário, analista de TI, engenheiro de segurança do trabalho, advogado e médico do trabalho.

Fonte: BRB

Secretaria de Educação de Valparaíso realiza reforma emergencial na Escola Monteiro Lobato

Com o intuito de garantir estrutura adequada e qualidade de ensino, o Governo Municipal, por meio de sua Secretaria de Educação, iniciou no último dia 10 de janeiro uma Reforma Emergencial na Escola Municipal Monteiro Lobato.

Em novembro de 2022, a unidade escolar, localizada no bairro Parque Rio Branco, sofreu danos estruturais após um temporal, que causou inúmeros contratempos e estragos para diversas regiões do município.

Um investimento de R$393.614,08, oriundo do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), está sendo aplicado na reforma. A finalização das obras está prevista para o dia 10 de abril de 2023.

A Secretaria de Educação segue em busca de assegurar uma Rede Pública Municipal de Ensino diferenciada para a comunidade escolar da região e se põe à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Fonte: Governo de Valparaíso-GO

Aulas na rede Municipal de Novo Gama retornam na próxima semana

De acordo com a secretaria de coordenação escolar, as aulas iniciam no dia 06 de fevereiro

Com o fim de janeiro, os pais e alunos do município de Novo Gama se preparam para a volta às aulas da rede municipal de educação. De acordo com a secretaria de coordenação escolar, as aulas retornam no dia 06 de fevereiro.

Atualmente, cerca de 10 mil estudantes estão matriculados na educação infantil, ensino fundamental e médio. O ano letivo de alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) também retorna no mesmo dia.

O Governo Municipal, em parceria com a Secretaria de Educação e o Governo do Estado, deu início a entrega de kits escolares para os estudantes do 1° e 2° ano que fazem parte do Programa AlfaMais de Goiás.

Os alunos contemplados receberam os seguintes materiais:

– Cadernos brochura

– Caderno de desenho

– Apontadores

– Borrachas

– Cola

– Caixas de lápis de cor

– Lápis grafite

– Tesoura

– Canetinhas hidrográficas

A subsecretária de Educação, Lourdes Brito, reafirma o compromisso da pasta com os estudantes do município, a fim de garantir uma melhor qualidade de ensino, e deseja um ótimo ano letivo a todos.

“Sabemos da responsabilidade que temos com a educação e, por isso, trabalhamos para seguir realizando melhorias e avanços. Um exemplo disso, são as diversas escolas sendo reformadas em Novo Gama. Então, desejamos que todos tenham um ano letivo maravilhoso de conquistas e aprendizados”.

Para mais informações, ligue para os números: (61) 3608-2293 ou 3608-3284.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

DF é uma das 5 melhores regiões do Brasil para abrir e manter negócios

Índice de Concorrência dos Municípios do Ministério da Fazenda avaliou 119 cidades e confirmou vocação da capital da República como terra de oportunidades

Artes: Seplad

Brasília é um dos cinco melhores ambientes de negócios do país, segundo avaliação do governo federal. A capital alcançou nota superior à média nacional na edição de 2022 do Índice de Concorrência dos Municípios (ICM), elaborado pelo Ministério da Fazenda. O resultado confirma a vocação da cidade como uma terra de oportunidades para negócios, geração de emprego e renda e desenvolvimento.

O Centro-Oeste se destaca como a região com melhor colocação no ranking que avalia diversos critérios para um bom ambiente de negócios, como tributação, infraestrutura e empreendedorismo. Brasília é a primeira colocada, com 578,4 pontos – nota superior à média nacional, de 473,9, e também maior do que a média da própria região, de 516,0.

O ICM é conduzido pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), que hoje faz parte do Ministério da Fazenda. A pesquisa avaliou 119 municípios em 2022, incluindo todas as capitais e cidades com mais de 250 mil habitantes, além de unidades voluntárias. Na primeira edição da avaliação, em 2021, Brasília ficou na 14ª colocação, com 511 pontos. Naquele ano, foram avaliados 400 quesitos, 200 a menos, em 60 municípios. Mesmo com a ampliação do estudo, a cidade evoluiu no ranking.

De acordo com o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz Júnior, o resultado mostra que o Distrito Federal vem se consolidando como uma região cada vez mais interessante para os investidores. “Os quatro primeiros anos do governo Ibaneis mostraram que seguimos firmes no propósito de atrair novos negócios e de promover o empreendedorismo, para que o DF se consolide como uma região de grandes oportunidades”, explica.

Segundo Ferraz, o ICM serve como referência. “Estamos analisando os resultados obtidos em cada um dos eixos que compõem esse índice, de modo a aperfeiçoar as políticas públicas e melhorar o ambiente concorrencial”, informa.

Empreendedorismo é destaque

As políticas de desburocratização e desoneração tributária foram alguns dos pontos que contribuíram para o avanço da capital na avaliação. Brasília apresenta resultados satisfatórios em todos os eixos analisados, dos quais os pontos mais bem-avaliados foram infraestrutura, regulação urbanística e segurança jurídica.

O principal destaque foi no quesito Empreendendo no Município, que avalia processos de abertura de estabelecimentos e tratamento econômico dos estabelecimentos. Com 74,8 pontos, nota acima da média do ICM, Brasília ficou na segunda colocação.

Foram criadas 20,8 mil empresas do DF no ano de 2022, 15% a mais do que em 2021. A agilidade no processo de abertura é resultado da criação da Junta Comercial do DF (Jucis) como autarquia do GDF em 2019, deixando de ser competência do governo federal.

Antes da digitalização total da Jucis, os processos de abertura de empresa chegavam a levar 180 dias. Em dezembro de 2022, com o processo totalmente eletrônico, o tempo médio para abertura de uma empresa na região foi de 22 horas, abaixo da média nacional.

Brasília se destaca também na infraestrutura interna para os negócios, quesito no qual obteve 55,4 pontos. Foram bem-avaliadas na pesquisa o sistema viário e a mobilidade urbana interna, itens que, junto aos sistemas de telefonia, internet e comunicação, colocam Brasília em destaque como um vantajoso ambiente de negócios.

Grandes empresas

As políticas públicas de desenvolvimento econômico dos quatro anos de gestão Ibaneis Rocha já atraíram grandes empresas logísticas de comércio eletrônico, como Amazon e Mercado Livre. O DF foi um dos primeiros entes federativos a criar uma legislação específica para os grandes operadores deste ramo. Decreto do governador em 2022 flexibilizou a alíquota do ICMS e permitiu que as logísticas passassem a recolher o tributo somente após a venda – e não imediatamente em seguida à entrada desse imposto para armazenamento no Distrito Federal.

Segundo a diretora de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas, do Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF), Clarissa Schlabitz, a chegada de grandes empresas aquece a economia e viabiliza o crescimento das empresas menores. “Os grandes negócios trazem desenvolvimento das médias, pequenas e microempresas, que são as que mais empregam. Ambos são salutares e se retroalimentam. Por isso, todos os negócios são importantes”, confirma.

Pesquisa no DF

Para responder aos 640 quesitos da avaliação de 2022, a equipe da Subsecretaria de Gestão de Programas e Projetos Estratégicos (Suppe) da Secretaria Executiva de Planejamento dividiu as perguntas por área e as enviou a 25 órgãos da administração distrital. As respostas foram, então, verificadas pela equipe e anexadas ao relatório enviado para o Ministério da Fazenda.

Segundo o subsecretário Adriano Arruda Barbosa Leal, o trabalho segue sendo aprimorado desde a primeira edição do índice, em 2021. “Discutimos propostas de melhoria de desempenho com os órgãos responsáveis pelas temáticas específicas, o que resultou na melhoria de Brasília no ranking de municípios avaliados”, explica.

Sobre o ICM

O Índice de Concorrência dos Municípios permite ao poder público avaliar de forma sistemática o ambiente regulatório dos municípios brasileiros, auxiliando no desenvolvimento de estudos e programas relacionados à disseminação de boas práticas e troca de experiências entre as cidades. Serve, inclusive, como indicador para o investimento estrangeiro nos municípios.

O estudo é formado por três eixos: Acessando o mercado local, Competindo com agentes já estabelecidos e Atuando sob um ordenamento íntegro e justo. Cada eixo conta com três capítulos, cujas notas culminam em um resultado final para as cidades.

As questões são divididas nos capítulos Empreendendo no município, Infraestrutura do município, Construindo no município, Qualidade da regulação urbanística, Liberdade econômica, Concorrência em serviços públicos, Segurança jurídica, Contratando com o poder público e Tributação.

O objetivo do ICM é contribuir na formulação de políticas públicas direcionadas para melhoria institucional e concorrencial. Além de contribuir para o desenvolvimento econômico do país, a ferramenta incentiva a diminuição do custo burocrático que empreendedores e empreendedoras enfrentam.

*Com informações da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração

Fonte: Agência Brasília

Janeiro tem 333 novos habilitados para programa de moradia popular

Outros 3.869 interessados foram chamados, em 19 de janeiro, a apresentar documentação exigida pela Codhab

Itapoã Parque: grandioso conjunto habitacional terá capacidade para cerca de 50 mil moradores | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

O sonho da casa própria está mais perto de ser realizado para 333 moradores da capital federal. Esse é o número de pessoas que, em janeiro deste ano, foram consideradas aptas a participar do programa da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). A indicação dos selecionados para algum dos empreendimentos disponíveis seguirá uma classificação baseada em diversos critérios de prioridade.

“Desde o ano passado, estamos abertos para novos cadastros de forma ininterrupta. É possível se inscrever a qualquer momento”Marcos Palomo, diretor imobiliário da Codhab

A habilitação é o segundo passo necessário para a conquista de um lar com a ajuda da Codhab. O caminho rumo à independência imobiliária começa com a inscrição do interessado na companhia. Para se cadastrar, a pessoa precisa ser maior de idade ou emancipada na forma da lei, morar no DF há pelo menos cinco anos e não ser proprietária de outro imóvel. Além disso, a renda familiar não pode ultrapassar 12 salários mínimos.

O diretor imobiliário da Codhab, Marcus Palomo, conta que a inscrição deve ser feita pelo app da companhia. Quem tiver alguma dificuldade pode procurar ajuda em um dos 14 postos de atendimento espalhados pelo DF. O endereço de cada um deles está no site da Codhab. “Desde o ano passado, estamos abertos para novos cadastros de forma ininterrupta. É possível se inscrever a qualquer momento”, informa Palomo.

Inscrição feita, é hora de entregar a documentação solicitada. A pessoa só é considerada habilitada para participar do programa habitacional da Codhab se essa etapa for vencida com sucesso. Só no dia 19 de janeiro, 3.869 cidadãos foram chamados a apresentar os documentos exigidos pela entidade. “Algumas pessoas demoram meses para concluir esse passo. Outras não acompanham a convocação pelo app”, lamenta Palomo.

Atualização de dados

Tão importante quanto entregar os documentos é manter as informações pessoais atualizadas no banco de dados da Codhab. Muitas pessoas trocam de telefone ou de endereço e não informam a mudança. Resultado: a entidade não consegue entrar em contato com o cidadão quando ele é indicado para algum imóvel.

“Mandamos carta, publicamos nos veículos de comunicação, ligamos, divulgamos no site da Codhab e no Diário Oficial do Distrito Federal”, garante Palomo. “Se o cidadão não comparecer, o imóvel vai para o próximo da fila”.

A indicação dos habilitados para um dos imóveis da Codhab segue uma ordem baseada em vários critérios. Número de filhos, idade avançada e presença de pessoas com deficiência na família são alguns dos fatores levados em consideração na hora de organizar a fila. “Também procuramos priorizar famílias comandadas por mãe solo ou por vítimas de violência doméstica”, explica Palomo.

Fonte: Agência Brasília