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DF é uma das 5 melhores regiões do Brasil para abrir e manter negócios

Índice de Concorrência dos Municípios do Ministério da Fazenda avaliou 119 cidades e confirmou vocação da capital da República como terra de oportunidades

Artes: Seplad

Brasília é um dos cinco melhores ambientes de negócios do país, segundo avaliação do governo federal. A capital alcançou nota superior à média nacional na edição de 2022 do Índice de Concorrência dos Municípios (ICM), elaborado pelo Ministério da Fazenda. O resultado confirma a vocação da cidade como uma terra de oportunidades para negócios, geração de emprego e renda e desenvolvimento.

O Centro-Oeste se destaca como a região com melhor colocação no ranking que avalia diversos critérios para um bom ambiente de negócios, como tributação, infraestrutura e empreendedorismo. Brasília é a primeira colocada, com 578,4 pontos – nota superior à média nacional, de 473,9, e também maior do que a média da própria região, de 516,0.

O ICM é conduzido pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), que hoje faz parte do Ministério da Fazenda. A pesquisa avaliou 119 municípios em 2022, incluindo todas as capitais e cidades com mais de 250 mil habitantes, além de unidades voluntárias. Na primeira edição da avaliação, em 2021, Brasília ficou na 14ª colocação, com 511 pontos. Naquele ano, foram avaliados 400 quesitos, 200 a menos, em 60 municípios. Mesmo com a ampliação do estudo, a cidade evoluiu no ranking.

De acordo com o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz Júnior, o resultado mostra que o Distrito Federal vem se consolidando como uma região cada vez mais interessante para os investidores. “Os quatro primeiros anos do governo Ibaneis mostraram que seguimos firmes no propósito de atrair novos negócios e de promover o empreendedorismo, para que o DF se consolide como uma região de grandes oportunidades”, explica.

Segundo Ferraz, o ICM serve como referência. “Estamos analisando os resultados obtidos em cada um dos eixos que compõem esse índice, de modo a aperfeiçoar as políticas públicas e melhorar o ambiente concorrencial”, informa.

Empreendedorismo é destaque

As políticas de desburocratização e desoneração tributária foram alguns dos pontos que contribuíram para o avanço da capital na avaliação. Brasília apresenta resultados satisfatórios em todos os eixos analisados, dos quais os pontos mais bem-avaliados foram infraestrutura, regulação urbanística e segurança jurídica.

O principal destaque foi no quesito Empreendendo no Município, que avalia processos de abertura de estabelecimentos e tratamento econômico dos estabelecimentos. Com 74,8 pontos, nota acima da média do ICM, Brasília ficou na segunda colocação.

Foram criadas 20,8 mil empresas do DF no ano de 2022, 15% a mais do que em 2021. A agilidade no processo de abertura é resultado da criação da Junta Comercial do DF (Jucis) como autarquia do GDF em 2019, deixando de ser competência do governo federal.

Antes da digitalização total da Jucis, os processos de abertura de empresa chegavam a levar 180 dias. Em dezembro de 2022, com o processo totalmente eletrônico, o tempo médio para abertura de uma empresa na região foi de 22 horas, abaixo da média nacional.

Brasília se destaca também na infraestrutura interna para os negócios, quesito no qual obteve 55,4 pontos. Foram bem-avaliadas na pesquisa o sistema viário e a mobilidade urbana interna, itens que, junto aos sistemas de telefonia, internet e comunicação, colocam Brasília em destaque como um vantajoso ambiente de negócios.

Grandes empresas

As políticas públicas de desenvolvimento econômico dos quatro anos de gestão Ibaneis Rocha já atraíram grandes empresas logísticas de comércio eletrônico, como Amazon e Mercado Livre. O DF foi um dos primeiros entes federativos a criar uma legislação específica para os grandes operadores deste ramo. Decreto do governador em 2022 flexibilizou a alíquota do ICMS e permitiu que as logísticas passassem a recolher o tributo somente após a venda – e não imediatamente em seguida à entrada desse imposto para armazenamento no Distrito Federal.

Segundo a diretora de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas, do Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF), Clarissa Schlabitz, a chegada de grandes empresas aquece a economia e viabiliza o crescimento das empresas menores. “Os grandes negócios trazem desenvolvimento das médias, pequenas e microempresas, que são as que mais empregam. Ambos são salutares e se retroalimentam. Por isso, todos os negócios são importantes”, confirma.

Pesquisa no DF

Para responder aos 640 quesitos da avaliação de 2022, a equipe da Subsecretaria de Gestão de Programas e Projetos Estratégicos (Suppe) da Secretaria Executiva de Planejamento dividiu as perguntas por área e as enviou a 25 órgãos da administração distrital. As respostas foram, então, verificadas pela equipe e anexadas ao relatório enviado para o Ministério da Fazenda.

Segundo o subsecretário Adriano Arruda Barbosa Leal, o trabalho segue sendo aprimorado desde a primeira edição do índice, em 2021. “Discutimos propostas de melhoria de desempenho com os órgãos responsáveis pelas temáticas específicas, o que resultou na melhoria de Brasília no ranking de municípios avaliados”, explica.

Sobre o ICM

O Índice de Concorrência dos Municípios permite ao poder público avaliar de forma sistemática o ambiente regulatório dos municípios brasileiros, auxiliando no desenvolvimento de estudos e programas relacionados à disseminação de boas práticas e troca de experiências entre as cidades. Serve, inclusive, como indicador para o investimento estrangeiro nos municípios.

O estudo é formado por três eixos: Acessando o mercado local, Competindo com agentes já estabelecidos e Atuando sob um ordenamento íntegro e justo. Cada eixo conta com três capítulos, cujas notas culminam em um resultado final para as cidades.

As questões são divididas nos capítulos Empreendendo no município, Infraestrutura do município, Construindo no município, Qualidade da regulação urbanística, Liberdade econômica, Concorrência em serviços públicos, Segurança jurídica, Contratando com o poder público e Tributação.

O objetivo do ICM é contribuir na formulação de políticas públicas direcionadas para melhoria institucional e concorrencial. Além de contribuir para o desenvolvimento econômico do país, a ferramenta incentiva a diminuição do custo burocrático que empreendedores e empreendedoras enfrentam.

*Com informações da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração

Fonte: Agência Brasília

Janeiro tem 333 novos habilitados para programa de moradia popular

Outros 3.869 interessados foram chamados, em 19 de janeiro, a apresentar documentação exigida pela Codhab

Itapoã Parque: grandioso conjunto habitacional terá capacidade para cerca de 50 mil moradores | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

O sonho da casa própria está mais perto de ser realizado para 333 moradores da capital federal. Esse é o número de pessoas que, em janeiro deste ano, foram consideradas aptas a participar do programa da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). A indicação dos selecionados para algum dos empreendimentos disponíveis seguirá uma classificação baseada em diversos critérios de prioridade.

“Desde o ano passado, estamos abertos para novos cadastros de forma ininterrupta. É possível se inscrever a qualquer momento”Marcos Palomo, diretor imobiliário da Codhab

A habilitação é o segundo passo necessário para a conquista de um lar com a ajuda da Codhab. O caminho rumo à independência imobiliária começa com a inscrição do interessado na companhia. Para se cadastrar, a pessoa precisa ser maior de idade ou emancipada na forma da lei, morar no DF há pelo menos cinco anos e não ser proprietária de outro imóvel. Além disso, a renda familiar não pode ultrapassar 12 salários mínimos.

O diretor imobiliário da Codhab, Marcus Palomo, conta que a inscrição deve ser feita pelo app da companhia. Quem tiver alguma dificuldade pode procurar ajuda em um dos 14 postos de atendimento espalhados pelo DF. O endereço de cada um deles está no site da Codhab. “Desde o ano passado, estamos abertos para novos cadastros de forma ininterrupta. É possível se inscrever a qualquer momento”, informa Palomo.

Inscrição feita, é hora de entregar a documentação solicitada. A pessoa só é considerada habilitada para participar do programa habitacional da Codhab se essa etapa for vencida com sucesso. Só no dia 19 de janeiro, 3.869 cidadãos foram chamados a apresentar os documentos exigidos pela entidade. “Algumas pessoas demoram meses para concluir esse passo. Outras não acompanham a convocação pelo app”, lamenta Palomo.

Atualização de dados

Tão importante quanto entregar os documentos é manter as informações pessoais atualizadas no banco de dados da Codhab. Muitas pessoas trocam de telefone ou de endereço e não informam a mudança. Resultado: a entidade não consegue entrar em contato com o cidadão quando ele é indicado para algum imóvel.

“Mandamos carta, publicamos nos veículos de comunicação, ligamos, divulgamos no site da Codhab e no Diário Oficial do Distrito Federal”, garante Palomo. “Se o cidadão não comparecer, o imóvel vai para o próximo da fila”.

A indicação dos habilitados para um dos imóveis da Codhab segue uma ordem baseada em vários critérios. Número de filhos, idade avançada e presença de pessoas com deficiência na família são alguns dos fatores levados em consideração na hora de organizar a fila. “Também procuramos priorizar famílias comandadas por mãe solo ou por vítimas de violência doméstica”, explica Palomo.

Fonte: Agência Brasília

Governadora em exercício defende preservação do Fundo Constitucional 

Em painel organizado pelo jornal Correio Braziliense, Celina Leão disse que o DF não funcionaria sem o recurso, que será de R$ 22,97 bilhões em 2023

A governadora em exercício Celina Leão defendeu a preservação do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) durante participação no painel Entre os Eixos do DF, promovido pelo jornal Correio Braziliense. Para a chefe do Executivo, a capital não funcionaria sem os recursos garantidos legalmente. 

R$ 57,4 bilhõesOrçamento total do DF para este ano; montante é 18% maior do que o de 2022

Os recursos do Fundo Constitucional são usados para custear a organização e a manutenção das polícias Civil, Penal e Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), bem como podem ser empregados como assistência financeira para execução de serviços públicos de saúde e educação.

Em 2023, o fundo terá um incremento de 41,09%, passando de R$ 16,2 bilhões para R$ 22,97 bilhões. O aumento é de 17,8% para as pastas de Segurança Pública (R$ 10,2 bilhões), 64,05% para Saúde (R$ 7,1 bilhões) e 72,18% para Educação (R$ 5,6 bilhões). No total, o orçamento do ano para o DF é de R$ 57,4 bilhões, o que representa um acréscimo de 18,8% em comparação com o do ano passado. A marca é atingida com o montante do Tesouro do DF, que passou de R$ 32,3 bilhões para R$ 34,4 bilhões.

Debate

“Esse debate engrandece a nossa cidade e a democracia. Da crise, tiramos grandes soluções””Celina Leão, governadora em exercício

“Nossa cidade hoje não funcionaria se não fosse o Fundo Constitucional”, disse a governadora em exercício. “Brasília é a capital não só daqueles que escolheram morar aqui, mas de todos os brasileiros”. Ela defendeu que o recurso não deve ser alterado ou retirado do DF após os atos de depredação ocorridos em 8 de janeiro, como sugeriram parlamentares federais. “O Fundo atende não só a segurança, mas também a saúde e a educação”, acrescentou.

Celina Leão disse ainda que eventos como o painel organizado pelo Correio Braziliense são essenciais para discutir a importância do Fundo Constitucional e todas as demandas abraçadas por ele. “Esse debate engrandece a nossa cidade e a democracia. Da crise, tiramos grandes soluções”, declarou. 

Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o momento exige estabilidade nas ações. “Precisamos de equilíbrio na atuação dos poderes, na diversidade política, para que a gente possa alcançar a paz”, ressaltou. “É pacificar, é ver o país em ordem novamente, com as pessoas reconhecendo e admitindo que a democracia deve sempre prevalecer”. Sandro também defendeu a Polícia Militar, que classificou como a melhor do país, e que sempre foi reconhecida pela atuação em manifestações. 

O evento

O painel Entre os Eixos do DF reúne representantes do governo, políticos e empresários de diferentes setores para debater temas relacionados a economia, sustentabilidade e qualidade de vida. 

A governadora em exercício foi a responsável pela abertura do painel, que também contou com a presença do ex-secretário da Fazenda Everardo Maciel e do deputado distrital Chico Vigilante. Foram ainda convidadas as secretárias de Saúde, Lucilene Florêncio, e de Educação, Hélvia Paranaguá, além do secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. 

Fonte: Agência Brasília

Presidente Lula cria Conselho de Participação Social e reconstrói ponte com os movimentos

Em evento nesta terça-feira (31/01) também será assinado decreto que institui o Sistema de Participação Social Interministerial

Opresidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assina, nesta terça-feira (31/01), dois decretos que inauguram a reabertura do diálogo do Governo Federal com os movimentos sociais, após anos de desmonte das estruturas de participação popular.

Em dois atos a serem firmados em evento às 11h, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, o governo cria o Conselho de Participação Social e o Sistema de Participação Social Interministerial e reafirma seu compromisso de manter a interlocução permanente com os movimentos sociais e as organizações da sociedade civil na construção de políticas públicas. O evento contará com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo.

O primeiro decreto a ser editado trata da criação do Conselho de Participação Social, incluído no relatório final do Gabinete de Transição Governamental a pedido do próprio presidente Lula. Instituído durante a transição, o Conselho reuniu, na época, 57 movimentos populares, entidades da sociedade civil, fóruns e espaços de articulação política e social representativos de todo o País, e funcionou como um dos grupos técnicos temáticos na transição.

O grupo produziu um diagnóstico minucioso sobre o cenário da participação social no País nos últimos anos, e apresentou propostas para a retomada das institucionalidades e dos instrumentos de participação popular na elaboração e no controle de políticas públicas. Entre elas, a proposta de formulação da estrutura atual da Secretaria-Geral da Presidência.

Ainda na transição, os integrantes do Conselho apontaram a necessidade de que o governo eleito consolidasse ações e estruturas participativas em todos os órgãos da administração direta e indireta da União, visando a construção de políticas públicas democráticas, assim como na mediação de conflitos.

Com esse objetivo, o presidente Lula edita também o decreto que cria o Sistema de Participação Social Interministerial, instituindo em cada ministério uma Assessoria de Participação Social e Diversidade. O sistema será coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência, cujas novas funções estão centradas na coordenação do diálogo com as entidades sociais. A SGPR terá como missão organizar o debate com a sociedade de forma a garantir a participação social na formulação e execução das políticas públicas.

Fonte: Gov.BR

Nova Lei amplia idade máxima de veículos de aplicativos para 10 anos

A ampliação do prazo máximo de fabricação dos veículos é uma medida para reduzir gastos dos motoristas de aplicativos, afetados durante a pandemia da Covid-19

Uma nova Lei publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta quinta-feira (26) amplia a idade máxima permitida para veículos utilizados no transporte por aplicativos de oito para 10 anos. A Lei nº 7.231/23, oriunda de projeto de lei de autoria da ex-deputada distrital Arlete Sampaio (PT), foi aprovada pela Câmara Legislativa no final do ano passado e sancionada ontem pela governadora em exercício Celina Leão.

O texto altera a legislação atual que regulamenta a prestação do serviço de transporte individual privado de passageiros. Com a modificação, agora os veículos a gasolina, álcool, Gás Natural Veicular (GNV) e outros combustíveis fósseis utilizados pelos aplicativos poderão ter até 10 anos de fabricação. O mesmo prazo também vale para automóveis adaptados, híbridos, elétricos e com outras tecnologias de combustíveis renováveis não fósseis

A ampliação do prazo máximo de fabricação dos veículos é uma medida para reduzir gastos dos motoristas de aplicativos, afetados durante a pandemia da Covid-19.

Fonte: Câmara Legislativa-DF

Prefeito de Valparaíso Pábio Mossoró participa de palestra na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho

Evento teve a participação do palestrante Fillype Setúbal, vice-presidente e diretor de marketing da Agência Contábil, palestrante, treinador e mentor de empresas.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet) foi palco na manhã desta segunda-feira (30) de uma palestra que teve como tema: “Escritório 5.0 – Autogerenciável e lucrativo – Modelos de processos e ferramentas”, do Conselho Regional de Contabilidade de Goiás (CRCGO).

O evento contou com a mediação de Luciana Rodrigues, conselheira do CRCGO e do palestrante e convidado Fillype Setúbal, vice-presidente e diretor de marketing da Agência Contábil, palestrante, treinador e mentor de empresas.

O prefeito Pábio Mossoró participou do ato a convite do secretário da Sedet, Antônio Reis. “Nós colocamos a nossa gestão à disposição dos contadores, demais segmentos e apresentamos a grande estrutura da secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de Valparaíso. Muito obrigado pelo convite”, disse o gestor municipal.

Fonte: Governo de Valparaíso-GO

Confira as principais ações realizadas em Novo Gama na última semana de janeiro

A semana foi marcada pelas trabalhos na área de infraestrutura e segurança pública

A segunda-feira iniciou com serviços de roçagem e limpeza urbana espalhados por diversos bairros do município. Além de retirada de entulhos na entrada do Vale das Andorinhas e extração de cascalho na Rocinha.

O dia seguinte amanheceu com ação de tapa-buraco na Avenida do Calçadão e retirada de entulho no Lunabel. A equipe do SLU ainda esteve no Lago Azul e no Colégio Estadual Herbert de Souza para intensificar os serviços de roçagem e limpeza dos locais.

Na quarta-feira, a população acompanhou o andamento das obras das escolas municipais Dalva VI, Bela Vista e Ponto Final e do Posto 09, no Lunabel. Os trabalhos seguiram no Residencial Alvorada, com serviços de roçagem, e na Avenida Principal de Novo Gama, com ação tapa-buraco.

Já na quinta-feira, a equipe de saúde da ESF 05, do bairro Vila União, realizou um evento com objetivo de destacar a importância do cuidado com a saúde mental. Na ocasião, foi realizada palestra e servido café da manhã para os moradores.

A manhã da sexta-feira começou bastante agitada! O prefeito Carlinhos do Mangão se reuniu com o Coronel Giovane para tratar da criação do Tático Operacional – projeto que visa garantir mais segurança aos moradores de Novo Gama.

Além dos trabalhos de limpeza urbana em todo o município, a equipe da unidade 22 horas realizou evento voltado à campanha ‘Janeiro Branco’. No final do dia, os guardas municipais iniciaram mais uma etapa da Operação Paz no Planalto, a  fim de intensificar o patrulhamento no município.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

Clientes de Planaltina que precisarem de atendimento para questões de energia elétrica podem contar, nesta semana, com mais uma temporada da agência móvel da Neoenergia na cidade 

Nesta terça-feira será lançado um novo modelo de agência móvel, 100% elétrico

Arte: Neoenergia

Carro elétrico

Nesta terça-feira (31), a companhia fará a apresentação oficial do primeiro posto móvel 100% elétrico, durante a inauguração da primeira loja de atendimento prime do DF, na QI 21 do Lago Sul. O novo modelo de agência móvel vai reduzir em aproximadamente 2,6 mil litros o consumo anual de combustível fóssil, eliminando mais de 6,5 toneladas de emissão de gás CO2.

A troca pelo modelo elétrico do carro foi feita por meio de investimento de R$ 370 mil e faz parte do plano de renovação de 100% da frota da companhia – que, desde março de 2021, investiu R$ 46 milhões e já comprou 238 carros: 37 caminhões, 95 picapes e 106 veículos leves, vans e automóveis executivos.

Além da agência móvel, a distribuidora atua com atendimento itinerante também nas administrações regionais, tanto no formato presencial quanto no itinerante, conforme cronograma de demanda e sem hora marcada.

Outros seis pontos fixos de atendimento presencial que dispensam atendimento são situados em Planaltina, Paranoá, São Sebastião, Taguatinga, Samambaia e Lago Sul. Há ainda os sete postos do Na Hora.

Confira abaixo os locais de atendimento itinerante da distribuidora durante esta semana. 

*Com informações da Neoenergia

Fonte: Agência Brasília

DF é uma das 5 melhores regiões do Brasil para abrir e manter negócios

Índice de Concorrência dos Municípios do Ministério da Fazenda avaliou 119 cidades e confirmou vocação da capital da República como terra de oportunidades

Artes: Seplad

Brasília é um dos cinco melhores ambientes de negócios do país, segundo avaliação do governo federal. A capital alcançou nota superior à média nacional na edição de 2022 do Índice de Concorrência dos Municípios (ICM), elaborado pelo Ministério da Fazenda. O resultado confirma a vocação da cidade como uma terra de oportunidades para negócios, geração de emprego e renda e desenvolvimento.

O Centro-Oeste se destaca como a região com melhor colocação no ranking que avalia diversos critérios para um bom ambiente de negócios, como tributação, infraestrutura e empreendedorismo. Brasília é a primeira colocada, com 578,4 pontos – nota superior à média nacional, de 473,9, e também maior do que a média da própria região, de 516,0.

O ICM é conduzido pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), que hoje faz parte do Ministério da Fazenda. A pesquisa avaliou 119 municípios em 2022, incluindo todas as capitais e cidades com mais de 250 mil habitantes, além de unidades voluntárias. Na primeira edição da avaliação, em 2021, Brasília ficou na 14ª colocação, com 511 pontos. Naquele ano, foram avaliados 400 quesitos, 200 a menos, em 60 municípios. Mesmo com a ampliação do estudo, a cidade evoluiu no ranking.

De acordo com o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz Júnior, o resultado mostra que o Distrito Federal vem se consolidando como uma região cada vez mais interessante para os investidores. “Os quatro primeiros anos do governo Ibaneis mostraram que seguimos firmes no propósito de atrair novos negócios e de promover o empreendedorismo, para que o DF se consolide como uma região de grandes oportunidades”, explica.

Segundo Ferraz, o ICM serve como referência. “Estamos analisando os resultados obtidos em cada um dos eixos que compõem esse índice, de modo a aperfeiçoar as políticas públicas e melhorar o ambiente concorrencial”, informa.

Empreendedorismo é destaque

As políticas de desburocratização e desoneração tributária foram alguns dos pontos que contribuíram para o avanço da capital na avaliação. Brasília apresenta resultados satisfatórios em todos os eixos analisados, dos quais os pontos mais bem-avaliados foram infraestrutura, regulação urbanística e segurança jurídica.

O principal destaque foi no quesito Empreendendo no Município, que avalia processos de abertura de estabelecimentos e tratamento econômico dos estabelecimentos. Com 74,8 pontos, nota acima da média do ICM, Brasília ficou na segunda colocação.

Foram criadas 20,8 mil empresas do DF no ano de 2022, 15% a mais do que em 2021. A agilidade no processo de abertura é resultado da criação da Junta Comercial do DF (Jucis) como autarquia do GDF em 2019, deixando de ser competência do governo federal.

Antes da digitalização total da Jucis, os processos de abertura de empresa chegavam a levar 180 dias. Em dezembro de 2022, com o processo totalmente eletrônico, o tempo médio para abertura de uma empresa na região foi de 22 horas, abaixo da média nacional.

Brasília se destaca também na infraestrutura interna para os negócios, quesito no qual obteve 55,4 pontos. Foram bem-avaliadas na pesquisa o sistema viário e a mobilidade urbana interna, itens que, junto aos sistemas de telefonia, internet e comunicação, colocam Brasília em destaque como um vantajoso ambiente de negócios.

Grandes empresas

As políticas públicas de desenvolvimento econômico dos quatro anos de gestão Ibaneis Rocha já atraíram grandes empresas logísticas de comércio eletrônico, como Amazon e Mercado Livre. O DF foi um dos primeiros entes federativos a criar uma legislação específica para os grandes operadores deste ramo. Decreto do governador em 2022 flexibilizou a alíquota do ICMS e permitiu que as logísticas passassem a recolher o tributo somente após a venda – e não imediatamente em seguida à entrada desse imposto para armazenamento no Distrito Federal.

Segundo a diretora de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas, do Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF), Clarissa Schlabitz, a chegada de grandes empresas aquece a economia e viabiliza o crescimento das empresas menores. “Os grandes negócios trazem desenvolvimento das médias, pequenas e microempresas, que são as que mais empregam. Ambos são salutares e se retroalimentam. Por isso, todos os negócios são importantes”, confirma.

Pesquisa no DF

Para responder aos 640 quesitos da avaliação de 2022, a equipe da Subsecretaria de Gestão de Programas e Projetos Estratégicos (Suppe) da Secretaria Executiva de Planejamento dividiu as perguntas por área e as enviou a 25 órgãos da administração distrital. As respostas foram, então, verificadas pela equipe e anexadas ao relatório enviado para o Ministério da Fazenda.

Segundo o subsecretário Adriano Arruda Barbosa Leal, o trabalho segue sendo aprimorado desde a primeira edição do índice, em 2021. “Discutimos propostas de melhoria de desempenho com os órgãos responsáveis pelas temáticas específicas, o que resultou na melhoria de Brasília no ranking de municípios avaliados”, explica.

Sobre o ICM

O Índice de Concorrência dos Municípios permite ao poder público avaliar de forma sistemática o ambiente regulatório dos municípios brasileiros, auxiliando no desenvolvimento de estudos e programas relacionados à disseminação de boas práticas e troca de experiências entre as cidades. Serve, inclusive, como indicador para o investimento estrangeiro nos municípios.

O estudo é formado por três eixos: Acessando o mercado local, Competindo com agentes já estabelecidos e Atuando sob um ordenamento íntegro e justo. Cada eixo conta com três capítulos, cujas notas culminam em um resultado final para as cidades.

As questões são divididas nos capítulos Empreendendo no município, Infraestrutura do município, Construindo no município, Qualidade da regulação urbanística, Liberdade econômica, Concorrência em serviços públicos, Segurança jurídica, Contratando com o poder público e Tributação.

O objetivo do ICM é contribuir na formulação de políticas públicas direcionadas para melhoria institucional e concorrencial. Além de contribuir para o desenvolvimento econômico do país, a ferramenta incentiva a diminuição do custo burocrático que empreendedores e empreendedoras enfrentam.

*Com informações da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração

Fonte: Agência Brasília

Prioridade a pessoas idosas será indicada pelo símbolo “60+”

O autor da lei, deputado Martins Machado, explica que o objetivo é combater o preconceito contra pessoas com idade avançada, que se apresenta enraizado na sociedade | Foto: Reprodução/TV Web CLDF

Para indicar a priorização à pessoa idosa em vagas de estacionamento, assentos, filas e outros locais, o Distrito Federal adotará a imagem de uma pessoa ereta com a sinalização “60+”. A substituição do pictograma atual – representado uma pessoa curvada de bengala – está prevista na Lei nº 7.233/2023, de autoria do deputado Martins Machado (Republicanos), publicada do Diário Oficial do DF, na edição desta quinta-feira (26).

A intenção do distrital, ao propor a alteração da simbologia corrente, aprovada pela Câmara Legislativa, é evitar o “etarismo” – qualquer tipo de ação e pensamento que consista no preconceito, na intolerância e na discriminação contra pessoas com idade avançada, de acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.

De acordo com a lei, caberá ao Poder Executivo realizar a troca da sinalização e, no caso de vagas e placas, a substituição pode se dar gradualmente, de acordo com a necessidade de reposição. As novas já deverão conter o novo símbolo.

“O objetivo é combater o preconceito contra pessoas com idade avançada, que se apresenta enraizado em nosso meio. A imagem de uma pessoa curvada usando bengala fomenta esse tipo de julgamento, e não retrata a realidade atual. A troca para um pictograma com a pessoa ereta e o indicativo ‘60+’ faz muito mais sentido numa época em que os idosos estão cada vez mais inseridos e atuantes na sociedade”, justificou o parlamentar, ao apresentar o projeto que agora é lei.

Fonte: Câmara Legislativa-DF