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Agência Pública lança podcast sobre Vale do Javari com áudios inéditos do indigenista Bruno Pereira

Em “Morte e Vida Javari”, Rubens Valente apresenta a fundo o histórico de conflitos que atravessa a região

Há dois anos, o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados durante uma viagem pelo Vale do Javari, a segunda maior terra indígena do Brasil, no extremo-oeste do Amazonas. Para que essa e outras histórias sobre o território marcado por conflitos não sejam esquecidas, a Agência Pública lança um podcast em que o repórter Rubens Valente investiga o passado e o presente da região que concentra o maior número de indígenas isolados do mundo.

Muita coisa aconteceu antes e depois do assassinato de Bruno e Dom, um crime que chocou o país. Em “Morte e Vida Javari”, Rubens Valente te leva como acompanhante na pesquisa que fez sobre essa terra marcada por conflitos que têm muito a dizer sobre a história da Amazônia e do país.

Em 5 episódios semanais, mergulharemos nos ciclos de violência e resistência que atravessam o Javari, desde a primeira expedição militar na região, no século 19, até chegar nas disputas atuais que persistem após o assassinato de Bruno e Dom.

A história do Vale do Javari se repete em ciclos de fim e recomeço, seca e cheia, destruição e reconstrução. Morte e vida.

O primeiro episódio, lançado no dia 5 de junho, revela um documento inédito que registra o primeiro massacre militar no Javari. O episódio traz trechos do diário do Barão de Teffé, que há 150 anos, no Segundo Reinado do Imperador Dom Pedro II, assassinou indígenas do Javari em expedição da marinha brasileira. O podcast segue resgatando a história da região até chegar nos dias de hoje. O episódio 5, o último da série, investiga o contexto mais amplo que antecedeu o assassinato de Bruno e Dom, revelando fatos inéditos sobre um ataque que aconteceu semanas antes da emboscada que vitimou o indigenista e o jornalista. O podcast também traz entrevista inédita de Bruno ao repórter Rubens Valente.

Com extensa pesquisa em arquivos e mais de 40 entrevistas, entre lideranças indígenas, moradores da região, estudiosos e especialistas, o podcast é a biografia de uma terra que ajuda a explicar diversas outras regiões da Amazônia. Para fazer a série, a Agência Pública passou no Vale do Javari duas temporadas de dois meses ao todo, entre 2022 e 2023.

“Morte e Vida Javari” também é referência a “Morte e Vida Severina”, a obra de João Cabral de Mello Neto. No título, o poeta colocou a morte antes da vida para expressar as duras condições da sobrevivência no sertão do Nordeste. Mas ao colocar a vida depois da morte, invertendo o ciclo natural das coisas, o poeta sugere a ideia de que o fim também pode representar um recomeço.

Vida e Morte Javari faz parte do especial Amazônia sem Lei, uma cobertura da Pública que há alguns anos investiga violência relacionada à regularização fundiária, demarcação de terras e reforma agrária na Amazônia Legal.


Serviço
Episódios: 5, 12, 19, 26 de junho e último episódio 3 de julho

Onde ouvir: Todos os tocadores de streaming e no site da Agência Pública

BRB publica nova edição da carta anual de políticas públicas e governança corporativa

Brasília, 5 de junho de 2024 – Seguindo seu compromisso com a integridade, a relevância pública, a publicidade e a transparência, o BRB publicou sua Carta Anual de Políticas Públicas e Governança Corporativa. A versão 2024 foi disponibilizada no site de Relacionamento com Investidores da instituição e é um importante instrumento de gestão e prestação de contas à sociedade.

O documento demonstra o compromisso social na execução de políticas públicas e apresenta informações sobre as principais atividades desenvolvidas pelo BRB, sua estrutura de controle e gestão de riscos, dados econômico-financeiros e práticas de governança corporativa.

Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa explica que a Carta traz um balanço das ações de destaque no BRB no apoio a questões sociais, econômicas e ambientais no ano de 2023. “São diversas ações que orgulham nosso time de colaboradores em pertencer ao BRB. Entre elas, estão realizações em apoio aos programas sociais do GDF. Desde 2019, foram mais de 340 mil famílias contempladas por meio da concessão de R$ 1,6 bilhão, valor distribuído em 16 programas diferentes”, diz.

Mais exemplos da participação expressiva do BRB na transformação do DF são as 90 mil vidas assistidas pelo GDF Saúde no ano passado. Desde 2020, foram realizados mais de 6,1 milhões de exames. Outro reflexo da atuação do Banco, o BRB Mobilidade beneficiou toda a população que utiliza o transporte público do DF: foram mais de 11,2 milhões de atendimentos e 990 mil cartões emitidos nos últimos 5 anos.

Braço social do Banco, o Instituto do BRB apresenta na Carta outras inúmeras contribuições com os mais diversos stakeholders. Dentre as iniciativas estão programas de voluntariado empresarial, apoio às mulheres e crianças como o Programa de Aceleração de Impacto Social (PAIS), que busca fortalecer as Organizações da Sociedade Civil (OSC) por meio de capacitação e impactou mais de 24 mil pessoas em 2023.

Já a parceria com o Hospital da Criança de Brasília deverá alcançar 450 mil pacientes. Os investimentos são voltados a projetos que tenham impacto positivo no atendimento de crianças e adolescentes em tratamento. Atualização da estrutura tecnológica, oferta de ambiente lúdico e humanizado na sala de espera do centro cirúrgico, modernização de equipamentos, estruturação do espaço de simulação realística e musicoterapia são alguns dos focos da parceria.

Destaque, ainda, para a governança da instituição, que evoluiu desde 2019 e ajudou o BRB a recuperar sua imagem de Banco público, sólido, completo e inovador. Sugestão de aspas de governança: “Com o desenvolvimento do nosso sistema próprio de integridade, hoje somos referência para outras entidades em todo o DF. Seguiremos divulgando nossas experiências em boas práticas, disponibilizando-as à população e reforçando a gestão da integridade, da ética e da governança como parte integrante e inerente ao nosso trabalho”, afirmou o presidente.

Saiba mais

Divulgada anualmente desde 2018, a nova edição da Carta tem design moderno e é interativa. O documento traz ainda seções especiais com informações sobre as ações do Instituto BRB e das subsidiárias – BRB DTVM, Financeira BRB e BRBCARD, além dos destaques das políticas públicas executadas pelo Banco e da descrição da sua estrutura de governança corporativa.

União: Sindicatos de autoescolas do Brasil discutem propostas legislativas com apoio da CNC e da Fecomércio-DF

Brasília-DF, 06 de junho 2024 Foto:Cristiano Costa/Fecomércio-DF FENEAUTO em seu estado Brasília

Por  Lurya

Convocado pela Federação Nacional das Autoescolas do Brasil (Feneauto) e com o apoio da Sindauto-DF, um encontro de sindicatos de autoescolas reuniu presidentes de cerca de 20 entidades de todo o país, nos dias 5 e 6 de junho, em Brasília.

Além do presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, que ofereceu todo suporte para a realização do evento, também participaram o presidente da Feneauto, Ygor Valença, o presidente do Sindauto-DF, Francisco Joaquim Loiola, além de representantes da CNC e o ex-deputado federal Abou Anni, para expor painéis e tratar de temas essenciais à manutenção e ao desenvolvimento do setor.

“Procuramos focar nas evoluções e tendências de mercado, como o caso de carro automático, e também acompanhar a tramitação dos Projetos de Lei que tratam do nosso segmento na Câmara dos Deputados”, afirmou Joaquim Loiola. Foi debatido, ainda, a necessidade de uma legislação específica para carros elétricos nos Centros de Formação de Condutores (CFC’s), que já se tornaram uma aquisição crescente pela população.

Brasília-DF, 05 de junho 2024 Foto:Cristiano Costa/Fecomércio-DF Assembleia Feneauto

Em assembleia geral de alinhamento, que aconteceu na quarta-feira (5), na sede da Fecomércio-DF, o presidente Aparecido reconheceu os avanços do setor. “Nós já conseguimos, sob demanda do Sindauto-DF, a isenção do IPVA para as autoescolas e, agora, estamos trabalhando para conquistar a isenção do IPI para os veículos desses centros”, destacou.

Já na rodada de palestras de quinta-feira (6), a diretora de Relações Institucionais, Nara de Deus, explicou que entidade monitora de forma constante os assuntos de interesse do setores em âmbito nacional, e que os debates promovidos pelos sindicatos em nível regional são imprescindíveis para o sucesso do trabalho da CNC, pois fortalecem as discussões.

“Atualmente temos cerca de 280 temas. Todos os dias tem alguma coisa acontecendo, não só na Câmara e no Senado, mas também nos ministérios, nas agências reguladoras e nos tribunais. E nós estamos diariamente monitorando e trabalhando junto a esses órgãos”, disse Nara.

Ao longo das atividades, foram definidos como prioridades a articulação para aprovação do PL 2000/2022, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para ampliar o tempo de uso dos veículos destinados à formação de condutores, de acordo com as respectivas categorias de aprendizagem, e do PL 2295/2021, para conceder às autoescolas a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de veículos novos.

Foi discutido, ainda, a criação de uma Frente Parlamentar para habilitação e educação no trânsito na Câmara Legislativa e a contratação de um assessor parlamentar, buscando segurança jurídica e a defesa dos interesses do setor na capital federal.

“Dialogar com os demais sindicatos e a Feneauto sobre experiências bem sucedidas de outros estados é muito importante para que possamos adaptar cursos formatados para autoescolas e fazer intercâmbio com outros Senac”, destacou Vitor Corrêa, diretor-regional do Senac-DF, durante o primeiro encontro.

O presidente da Feneauto agradeceu o compromisso de todos com as pautas tratadas. “O reconhecimento da CNC em eventos como esse mostra como temos desenvolvido um trabalho importantíssimo com o apoio e fornecimento de toda a estrutura do Sistema Fecomércio-DF, que está promovendo capacitação e dando voz às nossas causas”, concluiu.

Os temas abordados na rodada de conversa foram:

  • Formação de Condutores e Poder Legislativo – importância de um trabalho permanente junto ao Congresso Nacional;
  • Trabalho articulado e em parceria com Departamento Estadual de Trânsito;
  • Projetos de Lei em trâmite pelo Congresso Nacional e Formação de Condutores;
  • Riscos causados pela fraude e não cumprimento da carga horária de aprendizagem prevista na Resolução 789/2020 – CONTRAN;
  • Ação judicial e o risco para segurança jurídica do serviço de aprendizagem ministrado pelos CFC’s.

Veja mais fotos do evento: Assembleia geral (1º dia) e Feneauto em seu estado (2º dia)

20ª Edição do motofest promete reunir milhares de amantes de motos

Tradicional encontro de motociclistas do Entorno do Distrito Federal, o Motofest, está programado para ocorrer no dia 30 de junho, na Praça Central da Etapa A.

O mais tradicional encontro de motociclistas do Entorno do Distrito Federal, o Motofest, está programado para ocorrer no dia 30 de junho. Voltando para a Praça Central da Etapa A, no bairro Valparaizo I, o evento reunirá milhares de amantes de motos e do rock.

Nesta 20ª edição do Motofest, são aguardadas as exposições de centenas de motocicletas, vendas de produtos, foods trucks e apresentações de bandas regionais.

O evento terá a entrada gratuita, e é tradicionalmente organizado pela União dos Motociclistas do Entorno Sul (UMES) em parceria com a Associação dos Músicos e Fazedores de Cultura do Entorno (AMFCULTE), e do Governo Municipal de Valparaíso de Goiás, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Esporte (SMCE).

O Motofest faz parte da programação de aniversário de 29 anos da cidade de Valparaíso de Goiás.

SECOM/PMVG

Homenagens encerram a 5ª Semana Legislativa pela Mulher

Foto: Rinaldo Morelli/ Agência CLDF

Violência contra a mulher e representação política feminina pautaram discursos

A entrega de moções de louvor concluiu a 5ª Semana Legislativa pela Mulher da CLDF, nesta quarta-feira (5). Cada um dos 24 deputados da Câmara Legislativa homenageou três mulheres que se destacaram em diversos campos no DF, como educação, saúde, religião, política, administração pública, segurança, cultura entre outros.

Coordenada pela Escola do Legislativo do Distrito Federal (Elegis), a Semana realizou ações para fortalecer a representação social e política da mulher, bem como a equidade entre os gêneros. À frente da Elegis, Jane Marrocos comemorou que, após os trabalhos, constatou-se um caminho de avanços para as mulheres em diversas esferas. A programação extensa incluiu eventos abertos ao público, como palestras, mesas-redondas, oficinas e audiência pública.

Violência contra a mulher

“Temos que dar oportunidade para que a pauta feminina tenha destaque: a pauta feminina não é só violência”, destacou a deputada Paula Belmonte (Cidadania) ao abrir a cerimônia de encerramento. Sobre o tema, o deputado Rogério Morro da Cruz (PRD) fez um apelo: “Parem de matar nossas mulheres, chega de violência”!

A secretária de Estado da Mulher, Giselle Ferreira, informou que em março e abril de 2024 a Secretaria não registrou feminicídios no DF. Ela lembrou que Brasília foi a primeira unidade da federação a implementar um auxílio financeiro para órfãos do feminicídio. “A gente acha que está distante da gente, mas violência doméstica e feminicídio não escolhem classe social”, alertou.

Na sequência, o distrital Max Maciel (Psol) defendeu que “mulheres cis e trans têm direito de não conviver com nenhum tipo de violência”. Já Fábio Felix (Psol) denunciou que muitas das recomendações que constam no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do feminicídio, concluída em 2021, não foram implementados pelo Governo do Distrito Federal.

Representação na política

“O grau de participação feminina na política está muito associado ao grau de democracia no país”, comentou Dayse Amarilio (PSB). A parlamentar também lamentou que as mulheres ainda sejam sub-representadas na política nacional.

Destrinchando o assunto, o deputado Roosevelt (PL) contrapôs a realidade brasileira com a do México, onde metade do congresso é composto por mulheres. Além disso, no último domingo (2), o país elegeu a primeira mulher presidente, em uma disputa com duas candidatas à frente.

O pastor Daniel de Castro (PP), por sua vez, ressaltou que as mulheres têm pautado diversas leis da CLDF na legislatura em curso. Também na mesa do evento, Gabriel Magno (PT) pôs o próprio mandato “à disposição para lutar contra o machismo, o patriarcado, a LGBTfobia e o racismo que atinge mulheres”.

Martins Machado (Republicanos) e Pepa (PP) aproveitaram a oportunidade para refletir sobre a força da mulher, enquanto Chico Vigilante (PT) optou por apresentar a trajetória das congratuladas com moções.

Daniela Reis – Agência CLDF

A Assembleia Legislativa fez hoje o lançamento do Arraiá da Alego, que acontece nos próximos dias 26 e 27 de junho

Crédito: Denise Xavier

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), deputado Bruno Peixoto (UB) realizou na manhã desta sexta-feira, 7, o lançamento oficial do Arraiá da Alego 2024, a ser realizado nos dias 26 e 27 de junho. Uma estrutura temática foi montada no saguão principal do Palácio Maguito Vilela e vários servidores da Casa acompanharam o anúncio, que foi feito junto a banda Kinho Barão e o cantor e compositor Paulo Vitor. 

Esse ano, a festa junina da Alego não ocorrerá na sede do Poder Legislativo. O local escolhido foi a Arena Multiplace, localizado na vila Alto da Glória, distante sete quilômetros do Palácio Maguito Vilela. De início, o presidente da Casa explicou a decisão em mudar o local. “O nosso arraiá tomou grandes proporções, com várias atrações. Então, nós optamos por um local maior e que melhor acomoda nossos servidores e seus familiares”, disse.

Bruno Peixoto também pontuou que este ano será necessário a apresentação de convites individuais para acessar a folia. Assim, ele explicou como funcionará a retirada dos ingressos. “Nós teremos todo um esquema de segurança e não será permitido a entrada sem os convites individuais. E funcionará da seguinte forma, montaremos aqui na sede da Alego um stand para que os servidores e servidoras possam retirar seus ingressos e para seus familiares. Mas atenção, somente os servidores poderão realizar a retirada. Então, essa festa será para cada um de vocês”, disse. O presidente também destacou que cada gabinete receberá 100 ingressos para cada dia da festa.

Atrações

No dia 26 de junho, quarta-feira, a festa terá apresentação dos cantores Gabriel Gava, Tierry, Cíntia Souza, banda Rock 62 e dj Vinicius Cavalcante. Já no dia 27, quinta-feira, a animação fica por conta da dupla Di Paulo e Paulino, banda Casa de Leis e dos djs Jirayauai e Wam Baster. Mas a presidência da Alego ressalta que em ambas as datas haverá atrações surpresas. O acesso ao local será liberado a partir das 18 horas e a programação tem início à 19 horas.Agência Assembleia de Notícias

Parcela de junho do IPVA 2024 vence nesta segunda

Proprietários de veículos devem ficar atentos a calendário de pagamento da sexta parcela do IPVA 2024 (Foto: Denis Marlon)

Começa nesta segunda-feira (10/06) o calendário de vencimento da parcela de junho do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2024 em Goiás. Divulgado pela Secretaria da Economia, o cronograma de pagamento da sexta parcela continua até o dia 21 de junho, de acordo com o final de placa do veículo licenciado no estado.

Para veículos com placas de final 1, o pagamento deve ser realizado até esta segunda-feira. Nos dias seguintes vencem as placas com finais 2 (11/06); 3 (12/06); 4 (13/06); 5 (14/06); 6 (17/06); 7 (18/06); 8 (19/06); 9 (20/06) e 0 (21/06). O calendário completo está disponível no site da Secretaria da Economia.

O contribuinte deve gerar o boleto ou o documento único de arrecadação para pagamento diretamente no site do Detran Goiás ou por meio do aplicativo Detran GO ON. O Governo de Goiás ressalta que não envia o boleto para os donos de veículos e não recebe pagamento via Pix.

IPVA 2024 – Cronograma

Iniciado em janeiro, o calendário de parcelamento do IPVA 2024 segue até setembro para as placas finalizadas em 1 e 2. No restante dos casos, a décima e última parcela vence em outubro. Os donos de veículos também têm a opção de quitar o IPVA e o licenciamento anual em cota única, até setembro ou outubro, dependendo do final de placa.

Serviço

Vencimento da sexta parcela do IPVA 2024 em Goiás (junho)

  • Final 1 – 10/6
  • Final 2 – 11/6
  • Final 3 – 12/6
  • Final 4 – 13/6
  • Final 5 – 14/6
  • Final 6 – 17/6
  • Final 7 – 18/6
  • Final 8 – 19/6
  • Final 9 – 20/6
  • Final 0 – 21/6

Secretaria da Economia – Governo de Goiás

Fim de semana no DF tem opções juninas, shows musicais, cinema e muita diversão

O Circula Forrólengo levará a cultura das festas juninas a vários pontos do DF | Foto: Divulgação

Equipamentos públicos estão com várias atividades de cultura e lazer para sexta (7), sábado (8) e domingo (9)

O fim de semana está recheado de opções para quem gosta de frequentar festas juninas. Há muita diversão e lazer também para os fãs de música e cinema. Confira a programação cultural separada pela Agência Brasília para sexta-feira (7), sábado (8) e domingo (9).

Um dos destaques é o 2º Circula Forrólengo, com rodas brincantes em escolas e espaços públicos. Nesta sexta, os integrantes vão realizar apresentações culturais de forró no Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II, às 11h; já no sábado, será no CED 1 do Riacho Fundo II, às 15h30, e no domingo, na Feira Permanente do Riacho Fundo, às 11h. Todas com entrada franca.

O tradicional Quito Blues Festival, que há 17 anos é realizado em Quito, no Equador, chega à segunda edição no Brasil. Shows, workshops e exposições com o melhor da temática blues do Brasil e de toda a América do Sul. Neste ano terá ainda mais atrações nacionais e internacionais, performances artísticas variadas, foodtrucks e exposição. O evento está marcado para sexta  e sábado, às 15h, no Espaço Cultural Renato Russo. Os ingressos custam R$ 60 (inteira).

Para quem curte reggae, a banda Natiruts traz a Brasília o show de despedida do grupo, na Arena BRB Mané Garrincha, neste sábado, a partir das 19h. A Secretaria de Turismo do DF (Setur) vai proporcionar acesso aos interessados em curtir essa noite emocionante de forma solidária. Ao doar dois quilos de alimentos não perecíveis, o público ganha um par de ingressos. Para retirar, basta ir à Setur, localizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, das 10h às 17h. É possível retirar até dois ingressos por CPF.

Já para os fãs de rock e MPB, a Concha Acústica vai promover o Verão Monumental Sinfônico com o espetáculo Rita Lee in Concert, sábado, a partir das 19h. O show traz repertório que percorre toda a carreira da eterna rainha do rock, desde Os Mutantes até a parceria com o marido, Roberto de Carvalho. A entrada é gratuita, mas as cortesias precisam ser retiradas na internet.

No Espaço Oscar Niemeyer a opção é a exposição Oratórios de Mim, que chega ao equipamento público neste sábado, das 9h às 18h. A mostra fica disponível até o dia 28 de junho, com entrada gratuita.

Cinema

O documentário ‘Da Bahia para o Brooklyn: Histórias do Caribe’ será exibido no Cine Brasília, nesta sexta (7), às 19h

A parceria entre a organização da sociedade civil Box Cultural e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) à frente do Cine Brasília está de volta. Para começar, estará em cartaz a Jornada Bruno Pereira e Dom Phillips, evento do Ministério dos Povos Indígenas. Nesta sexta, será exibido Da Bahia para o Brooklyn: Histórias do Caribe, às 19h. O documentário de Nina Jurna conta a história do Caribe, começando na América do Sul, na Bahia, e terminando no Brooklyn, Nova York.

Seminário debate salvaguarda do patrimônio cultural dos povos indígenas no Mercosul

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Evento integra a programação da 65ª Reunião de Ministros e Altas Autoridades de Cultura do Mercosul

A importância dos conhecimentos tradicionais para o combate às mudanças climáticas. Esse foi um dos temas defendidos, nesta quinta-feira (6), pela secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (MinC), Márcia Rollemberg, no seminário realizado no Paraguai e que integra a programação da 65ª Reunião de Ministros e Altas Autoridades de Cultura do Mercosul, realizada até sexta-feira (7), na cidade de Hernandarias.
 

O país definiu como o eixo temático das atividades de encerramento de sua Presidência Pro Tempore a salvaguarda da diversidade cultural dos povos indígenas ou originários, com ênfase na promoção da cidadania e do respeito aos direitos humanos. Dessa forma, o assunto também se tornou central no seminário organizado pela Comissão de Diversidade Cultural – CDC/Mercosul.
 

Em sua palestra, Márcia lembrou que os povos indígenas e demais comunidades tradicionais, quilombolas e de matriz africana desenvolveram, ao longo de séculos, conhecimentos sobre os ecossistemas que ocupam, incluindo suas plantas, animais e solos. Os seus modos de viver e produzir impõem barreiras contra o desmatamento e favorecem a regeneração florestal. “Por isto, assegurar os direitos culturais e territoriais indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática, pois o valor dos conhecimentos tradicionais não pode ser subestimado, de modo que os povos tradicionais são fundamentais para encontrar soluções hoje e no futuro”, completou.
 

A secretária destacou ainda algumas políticas desenvolvidas no Brasil que são importantes para os povos indígenas, como a criação do Ministério dos Povos Indígenas, a recriação do Ministério da Cultura e os espaços de participação social. Em relação especificamente ao MinC, citou a Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), o Prêmio de Culturas Indígenas e as ações afirmativas presentes nos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), que reserva 10% das vagas para essa população.
 

“Há muito o que fazer para reparar o que foi feito com os povos originários. Então, temos no Brasil diversas ações, editais específicos, cotas de participação, bonificação ou pontuação extra na avaliação das candidaturas e procedimentos simplificados de inscrição, como inscrição oral, por exemplo”, explicou Márcia.
 

Comissão da Diversidade Cultural
 

Nesta quarta-feira (5), Márcia Rollemberg também participou da reunião da Comissão da Diversidade Cultural, quando foram discutidas as ações que vêm sendo desenvolvidas e continuadas em cada Presidência Pro Tempore.
 

Destacam-se a elaboração da 5ª edição do Caderno da Diversidade Cultural, que terá como tema os Povos Indígenas e tem previsão de publicação em 2025; formas de dar continuidade e ampliar a adesão dos países membros à “Campanha Mercosul Sem Racismo, com Diversidade e Inclusão”, que tem como objetivo principal promover a igualdade de oportunidades para todos e superar as desigualdades étnico-raciais nos países do Mercosul; e a elaboração de uma plataforma virtual para reunir, organizar e divulgar políticas e atividades que promovam a diversidade cultural dos países que integram o Mercosul.

Pontões de cultura fomentados pelo MinC concluem primeira etapa de formação

Foto: Filipe Araújo

Seminário em Brasília reuniu ponteiros, servidores do MinC e pesquisadores do Consórcio Universitário

Durante três dias, os representantes dos pontões de cultura fomentados pelo Ministério da Cultura (MinC) se reuniram, em Brasília, para debater os planos de trabalho e a forma de atuação desses grupos culturais no fortalecimento da Política Nacional Cultura Viva (PNCV). Com a presença de 90 fazedores de cultura de todas as regiões do país, o 1º Seminário de Pontões de Cultura – Política de Base Comunitária Reconstruindo o Brasil, realizado entre os dias 3 e 5 de junho, marcou o início de uma parceria entre o MinC e as instituições selecionadas por meio de um Edital de Chamamento Público para articular e mapear as redes territoriais e temáticas desses espaços.

“A rede de pontões de cultura é uma das estratégias mais importante que estamos iniciando após a reativação da Política Nacional Cultura Viva, que soma 42 pontões num esforço conjunto para que a gente possa nutrir essa política, reativar a nossa rede e as instâncias de participação, como os fóruns, as teias estaduais e a teia nacional. Então, esse é um grande momento da Cultura Viva”, ressaltou a secretária de Cidadania e Diversidade, Márcia Rollemberg.

Além de representantes do Sistema MinC e da Comissão Nacional de Pontos de Cultura (CNPdC), estiveram presentes também os pesquisadores das universidades federais da Bahia (UFBA), do Paraná (UFPR) e Fluminense (UFF), integrantes do Consórcio Universitário que formalizou uma parceria com a Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural para contribuir, entre outras ações, com o processo formativo dos pontões e dos agentes culturais. Segundo o diretor da Política Cultura Viva, João Pontes, a metodologia de trabalho está sendo construída de forma participativa com a sociedade civil e o apoio das universidades.

“Os pontões de cultura têm um papel estratégico no processo de retomada, ampliação e fomento à rede nacional desses pontos, especialmente a partir do investimento histórico da Política Nacional Aldir Blanc. Por isso, é importante que tenham uma atuação integrada, desenvolvendo metodologias conjuntas de mapeamento, diagnóstico, formação articulação e mobilização das redes estaduais e temáticas de Pontos de Cultura, inclusive, junto aos quase 600 agentes de Cultura Viva ligados às suas atividades. Foram três dias incríveis de elaboração de estratégias coletivas para reinventar o Brasil a partir da base comunitária!”

A representante do Pontão Paraíba Cultura Viva, Alice Monteiro Lima, destaca que foi aberto um novo canal de diálogo com os ponteiros. “A política de incentivo aos pontões é estratégica e decisiva porque atende a uma demanda muito grande do movimento de pontos de cultura. Ela vem com um novo formato porque está olhando para a gestão compartilhada e trazendo as universidades para dar esse apoio à questão da execução de um metodologia experimentada, observando também a expertise e os know-how dos próprios pontos de cultura e o processo de formação antecipada para ajustar a execução desses planos de trabalho”, observou.

Para o ponteiro Akin Olori de Ogum, do Pontão de Matriz Africana, o encontro possibilitou a integração entre os pontões. “O evento foi bom para entender o que cada pontão está desenvolvendo e como a gente pode potencializar um ao outro e trabalhar em rede, ou seja, como é que a gente vai pode fazer uma parceria”, explicou. A expectativa agora, segundo Akin, é iniciar o projeto cultural. “A gente quer ampliar o que já vinha sendo desenvolvido e tentar recuperar esses últimos anos que fomos parados. Desde a Covid, perdemos alguns mestres e a juventude também se desmobilizou. Estamos encontrando formas de, ao mesmo tempo, atingir as metas estipuladas pelo edital, mas também conseguir trabalhar com a nossa base. O nosso projeto é basicamente estruturado nos terreiros, então cada terreiro vai indicar os jovens que vão compor o agente Cultura Viva e a partir daí vão desenvolver ações integradas na rede e no terreiro onde eles estão. Todas as nossas ações são para uma aproximação intergeracional entre jovens e os mais velhos, sempre pautando a questão da ancestralidade e valorizando os mestres”, completou.


Rede de pontões de cultura

Dos 42 pontões de cultura fomentados, 27 são territoriais e estarão presentes em 22 estados e no Distrito Federal. Somente Alagoas, Mato Grosso, Amazonas e Paraná não tiveram entidades selecionadas no eixo pontão estadual. Em relação à categoria temática, setorial e identitária, 15 pontões vão atuar no desenvolvimento de projetos em áreas como cultura popular e tradicional, diversidade, cultura indígena, cultura de matriz africana, patrimônio e memória, literatura, digital, entre outras.

As iniciativas selecionadas receberão um repasse de R$ 400 mil a R$ 800 mil para a execução de um projeto cultural pelo período de 12 meses. Ao todo, 306 Pontos de Cultura estarão envolvidos nessa estratégia, considerando que cada pontão tem um comitê gestor, além de 586 agentes culturais. Entre as ações a serem desenvolvidas pelos pontões estão as campanhas e as atividades de formação para a Rede Cultura Viva. A estimativa é que sejam ofertadas mais de 19 mil vagas nessas ações.

A representante do Comitê Gestor do Pontão de Cultura Indígena, Susana Caingang, está otimista com a nova estratégia de fomento. “Esse Pontão vai fazer o mapeamento e todo esse trabalho dentro da temática indígena. Então, a gente tem a expectativa de que o pontão consiga reunir ao máximo informações sobre a realidade indígena na questão cultural e que, minimamente, haja uma formação maior junto aos jovens, aos agentes, para que eles possam contribuir futuramente na realidade dos povos indígenas no sentido de acessar os recursos culturais como a Cultura Viva, a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc”, disse.


Pontos e pontões de cultura

Os pontões e pontos de Cultura são os principais instrumentos da PNCV. Os pontos de cultura são entidades ou coletivos culturais que desenvolvem e articulam atividades culturais em suas comunidades.

Já os pontões são entidades de natureza cultural e/ou educativa destinadas à mobilização, à troca de experiências, ao desenvolvimento de ações conjuntas com governos locais e à articulação entre os diferentes pontos de cultura que poderão se agrupar em nível estadual, regional ou por áreas temáticas.

Dessa forma, os pontões se diferenciam dos pontos não pelo tamanho ou volume de recursos, mas pela finalidade. Enquanto os pontos têm o propósito de atuar diretamente com as comunidades e os territórios, os pontões desenvolvem ações em rede junto aos pontos de cultura sem necessariamente ter que atuar em um território específico.

Campanha Cultura Viva 20 anos

No primeiro dia do seminário, a ministra Margareth Menezes lançou a campanha Julho Cultura Viva Pelo Brasil, que celebra o aniversário de 20 anos da Política Nacional Cultura Viva. Também convidou a sociedade civil, o parlamento e os gestores culturais dos entes federados a comporem o calendário nacional de celebração, compartilhando com o MinC as atividades programadas para julho – mês que concentra as datas de constituição e institucionalização da PNCV.

A partir desta sexta-feira (7) estará disponível um formulário de inscrições dessas agendas. O período de cadastramento seguirá até 30 de junho. Em relação ao tipo de atividade, a campanha traz o mote Celebre os 20 anos da Cultura Viva com o que você faz, propondo que os grupos e entidades culturais façam celebrações dentro da sua realidade de atuação.