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Raúl García se aposenta como terceiro maior jogador em números de aparições na LALIGA

No LALIGA WORLD desta semana, o meio-campista do Athletic Club, Raúl García, fala sobre sua aposentadoria após o último jogo da temporada neste fim de semana.

“Há momentos na vida em que portas se fecham e outras se abrem… Este ano foi o momento certo para mim”, comentou o jogador.
 

García será lembrado não apenas como uma lenda do Athletic Club, mas também como um dos grandes jogadores da LALIGA, ocupando o terceiro lugar no ranking de aparições de todos os tempos, atrás apenas dos líderes conjuntos Andoni Zubizarreta e Joaquin.
 

Nesta entrevista, ele fala sobre sua última partida de San Mamés – na qual se despediu com um gol em uma vitória de 2-0 sobre o Sevilla FC – encerrando sua carreira em seus próprios termos e seus planos para a aposentadoria.


Clique aqui para conferir a entrevista!

Lu Alckmin e Luiza Brunet prestigiam novas costureiras qualificadas pelo projeto Luz no Horizonte

Por Sinval Duarte

O Projeto Luz no Horizonte, idealizado pela empresária e conselheira do Senac-DF, Bernardeth Martins, gestora do Grupo Cirandinha, realizou uma cerimônia de entrega de certificados de conclusão de cursos de corte e costura a 20 moradoras de Santa Maria. O evento, que aconteceu na manhã desta quarta-feira (22), reuniu a segunda-dama do Brasil, Lu Alckmin, a madrinha da turma, modelo e ativista Luiza Brunet, e diversos parceiros envolvidos no projeto. O presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido, também participou do encontro.

Segundo Bernardeth, esta é a segunda turma do Projeto Luz no Horizonte, que já contou com a participação de mulheres de Santa Maria até mesmo nos desfiles de moda do Brasília Trends Fashion Week. Ela explica que o curso foi pensado para dar autonomia às mulheres e estimular o empreendedorismo na comunidade.

Durante o evento, a CEO do Grupo Cirandinha agradeceu aos parceiros que ajudaram a tornar o sonho realidade, entre eles o Sistema Fecomércio-DF (Sesc-DF e Senac-DF), o IME.CRIA, a Malharia Ipanema, a Associação Nova Cidadania de Santa Maria, a Escola de Moda Fashion Campus e a Câmara de Vestuário e Moda do Codese-DF.

O presidente José Aparecido lembrou que o apoio ao Grupo Cirandinha sempre se reverte em bons resultados para a comunidade. “É muito importante capacitar essas mulheres para que elas possam gerar renda própria e até mesmo abrir o próprio negócio”, disse.

“Nosso objetivo principal é a inclusão social. Aqui, começamos com o futebol em 2003. Mas essas crianças cresceram e muitas mulheres não tiveram condições de se adequar à tecnologia atual. Então, o artesanato e a costura foram fortes instrumentos para que elas pudessem ser as provedoras da família”, afirmou Ivete Figueira, representante da Associação Nova Cidadania de Santa Maria, que indicou as participantes do projeto.

A modelo e ativista Luiza Brunet, como filha de costureira, ficou emocionada com o encontro. Ela destacou o empreendedorismo como forma de autonomia e empoderamento feminino, responsável por atuar, ainda que indiretamente, no combate às violências sofridas por mulheres. “É muito importante, agora, fazer um curso de gestão de negócios com essas mulheres, porque o empreendedorismo feminino traz a independência financeira, e isso é uma forma de liberdade fundamental”, disse.

Já a segunda-dama contou sua história como idealizadora do projeto Padaria Artesanal, que começou em 2001 e foi responsável por qualificar mais de 100 mil pessoas em São Paulo. A iniciativa já conta com 33 unidades em Brasília, capacitando, inclusive, profissionais de outros estados. Lu Alckmin anunciou que, em breve, levará o projeto Padaria Artesanal, com a parceria do Sesc-DF e do Senac-DF, para capacitar moradores e moradoras de Santa Maria. “Com o apoio do Sistema S, vamos transformar vidas, gerar emprego e renda para dar mais autonomia a todas as famílias”, concluiu.

Valparaíso participa da XXV Marcha dos Prefeitos, em Brasília

Este ano, com o tema “Pacto Federativo: um olhar para a população desprotegida”, o evento terá 62 horas de programação para debater assuntos de interesse dos municípios.

O prefeito de Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró participou da XXV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, também conhecida como Marcha dos Prefeitos. O evento reúne representantes de governos municipais de todo o país, entre prefeitos, secretários e demais gestores municipais, entre os dias 20 e 23 de maio, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).

Este ano, com o tema “Pacto Federativo: um olhar para a população desprotegida”, o evento terá 62 horas de programação para debater assuntos de interesse dos municípios.

Realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), a Marcha demonstra a força do movimento municipalista e o poder da unidade de todos os agentes políticos locais em prol das cidades.

“É sempre bom poder compartilhar conhecimento para o desenvolvimento da nossa cidade de Valparaíso de Goiás com outros gestores e profissionais, além de me atualizar sobre a pauta municipalista. Por aqui, continuo trabalhando e buscando soluções para Valparaíso”, disse o prefeito Pábio Mossoró.

Guarda mirim de Novo Gama visita corpo de bombeiros

A Guarda Civil Municipal de Novo Gama, por meio do projeto Guarda Mirim, levou cerca de 120 crianças e adolescentes nesta manhã (22), ao 26° Batalhão dom Corpo De Bombeiros de Valparaíso para que pudessem conhecer os procedimentos adotados pelos agentes que trabalham diariamente para zelar pela segurança da população.

O objetivo da visita foi apresentar as crianças o trabalho realizado pelos agentes do Corpo de Bombeiros. Foram oferecidas palestras durante toda a manhã sobre resgate e salvamento, combate a incêndios e diversas ocorrências do dia-a-dia.

A parte prática deixou os alunos ainda mais empolgados, os guardas mirins tiveram a oportunidade de manusear mangueira d’água, conhecer as funcionalidades do caminhão de combate a incêndio e até uma situação de ocorrência de resgate foi simulada, como a preparação da vestimenta para que as crianças acompanhassem a rotina de um agente do corpo de bombeiros.

André do Premium que instituir programa de proteção à vida, em escolas estaduais, e projeto avança no Parlamento

Em encontro realizado nesta terça-feira, 21, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) do Parlamento goiano acatou o parecer favorável do deputado Cristiano Galindo (Solidariedade) ao projeto nº 4803/23, de autoria do deputado André do Premium (Avante), que propõe instituir um programa de proteção à vida nos estabelecimentos públicos de ensino do Estado. 

O objetivo é conscientizar os estudantes dos ensinos fundamental e médio sobre a importância de adotar hábitos saudáveis. De acordo com o texto, o programa será desenvolvido por meio do compartilhamento de experiências de voluntários que convivem com sequelas decorrentes de acidentes de trânsito, doenças relacionadas ao uso abusivo de drogas lícitas ou não e danos à saúde causados por comportamentos prejudiciais ao bem-estar físico e mental.

Em suas justificativas, o deputado assinala que os índices de mortes, acidentes e adoecimentos evitáveis na sociedade contemporânea são alarmantes. Como exemplo, cita a violência no trânsito, que é considerada uma epidemia devido à sua amplitude e consequências para os indivíduos, famílias e a sociedade em geral.Agência Assembleia de Notícias

Inaugurada nova Delegacia Regional de Polícia de Goiânia

Casa nova: maior delegacia regional de Polícia Civil de Goiás passa a funcionar em imóvel próprio, no Setor Marista, em Goiânia (Foto: Andre Saddi)

Com investimento de R$ 322 mil e instalações mais amplas e modernas, o governador Ronaldo Caiado entregou nesta terça-feira (21/05) o prédio 1ª Delegacia Regional de Polícia – 1ª DRP – de Goiânia. A nova unidade, que fica na Alameda Doutor Sebastião Fleury, no Setor Marista, faz a gestão de 26 Distritos Policiais com sede na capital, cinco delegacias especializadas e um grupo especializado.

“A Polícia Civil tem um nível de identificação de criminosos e apuração de crimes que chega a 90%. É algo inédito em termos de resultados práticos”, pontuou Caiado. “Essa nova delegacia é um espaço a mais para que haja maior uso de tecnologia, além da criação de um grupo especializado para identificar crimes complexos”. O imóvel pertence ao Estado, ou seja, não haverá custo com aluguel.

“Costumo dizer, desde a época que eu comandei a Rotam, que se a capital vai bem com seus índices criminais, todo o estado vai bem. Porque aqui estão todos os Poderes, está a grande maioria da população, então nós temos que ter um cuidado especial”, observou o secretário de Segurança Pública, Renato Brum.

As demandas serão atendidas pelos 520 servidores lotados na 1ª DRP, considerada a maior regional do estado. “Não era condizente com os que lá trabalhavam, como também não era para receber os servidores, as vítimas, os advogados ou as autoridades públicas que necessitavam despachar. Mas essa realidade ficou no passado”, afirmou o delegado regional de Goiânia, Alécio Moreira.

Delegacia Regional

A Polícia Civil conta com efetivo de 3.782 policiais civis (delegados, agentes, escrivães e papiloscopistas). Em janeiro de 2024, o governador Ronaldo Caiado reforçou o quadro com a nomeação de 40 novos delegados, 430 agentes, 273 escrivães de polícia da 3ª classe e 56 papiloscopistas.

“Só no mês de abril, nós batemos 575 operações, o que foi um recorde histórico. Com o incremento, tenho certeza que em 2024 nós conseguiríamos superar 2023”, disse o delegado-geral, André Ganga.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

“Tragicamente, Brasília é campeã mundial em segregação socioespacial”, diz pesquisador em reunião sobre PPCUB

CTMU discutiu sugestões para o PPCUB

Especialistas em mobilidade urbana e representantes do GDF se reuniram na manhã desta quarta-feira (22) para discutir melhorias ao texto do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), PLC 41/2024, que está sendo discutido pela Casa e deverá ser concluído até o próximo mês. O encontro, mediado pelo deputado Max Maciel (PSOL), se deu no âmbito da Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana (CTMU) e serviu para a coleta de sugestões de aprimoramento técnico da proposta apresentada pelo executivo.

Maciel destacou a importância de se discutir o PPCUB levando-se em consideração não apenas o conjunto urbanístico de Brasília ou do Plano Piloto, mas tendo como foco as nuances urbanísticas de todo o Distrito Federal, especialmente no que se refere à mobilidade urbana. “O sucesso do PPCUB também se dá pela forma com que a gente vai conseguir preservar e desenvolver o conjunto do Distrito Federal como um todo”, afirmou.

O distrital argumentou ainda que as discussões acerca do PPCUB não podem estar apartadas do planejamento do novo Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade do Distrito Federal (PDTU), que é o instrumento definidor das diretrizes e políticas que envolvem o transporte urbano da capital. “O PDTU precisa trabalhar exatamente com aquilo que o PPCUB preconiza que é permitido”, pontuou.

Críticas


Para Benny Schvarsberg, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UNB e coordenador da subcomissão de acompanhamento da revisão do PDOT/PDTU/PPCUB da Rede Urbanidade, a dinâmica urbanística de Brasília se desenvolveu de forma extremamente desigual, o que culminou em uma visível limitação na mobilidade dos que moram fora do Plano Piloto.

Em consonância com a fala do deputado Max, de que o PPCUB não pode ser discutido sem levar em conta a mobilidade urbana de todo o DF, o pesquisador destacou alguns pontos que refletem uma política urbana que não foi pensada para incentivar a integração espacial entre as regiões.

Segundo ele, apenas 8% da população do DF mora no Plano Piloto, o que representa quase 200 mil pessoas. No entanto, a Região Administrativa recebe cerca de 1 milhão de pessoas diariamente, o que traz um impacto direto na quantidade de veículos em circulação nas vias. “É fundamental promover essa discussão que envolve o PPCUB articulada com o tema do transporte e mobilidade”, declarou o professor.

Schvarsberg discutiu também aspectos sociais relativos à dinâmica urbanística de Brasília. Segundo ele, pesquisas apontam que mulheres pretas e pardas, comunidade LGBT, pobres, indígenas e quilombolas tem acesso apenas aos lugares menos privilegiados da cidade. Para ele, essas pessoas não têm políticas afirmativas que lhes resguardem minimamente seus direitos. “Os melhores lugares da cidade são reservados a homens brancos e heterossexuais de classe média/alta”, declarou. 

Ele fez questão ainda de exaltar o fato de Brasília ser tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, mas criticou o fato de a capital ser ainda um lugar com claras barreiras sociais urbanas. “Ao mesmo tempo que temos essa condição especial de ser patrimônio cultural da humanidade como o maior sítio moderno tombado, tragicamente somos a campeã do mundo em segregação sócio espacial”, criticou. 

Para consultora da Comissão de Cultura, Esporte e Lazer da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Angelina Nardelli, o texto do PPCUB não é claro com relação à preservação da área de tombamento. Para ela, o texto representa um “cheque em branco” para os próximos gestores ao não estabelecer um plano objetivo de defesa do patrimônio urbanístico.

O subsecretário de operações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF (SEMOB), Marcio Antonio, destacou as iniciativas que vêm sendo realizadas pela pasta para a melhoria da mobilidade urbana, como as linhas alimentadoras do BRT nos trechos 3 e 4 do corredor sul, que começa na Candangolândia e termina na Asa Sul. Ele afirmou ainda que o GDF tem se empenhado em ampliar sua malha cicloviária. “A ideia é que, até o final do ano, Brasília se torne a cidade com a maior malha cicloviária do país, sendo que hoje estamos atrás apenas de São Paulo”, declarou.

O encontro também contou com a participação do deputado Fábio Félix (PSOL), de Claudio de Oliveira Silva, membro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e do subsecretário da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF, Felipe Ramon. Os participantes se comprometeram a entregar seus apontamentos com relação ao texto do PPCUB para que sejam feitas, por meio da CTMU, recomendações de edição a ele. A íntegra da reunião pode ser assistida pelo canal de YouTube da TV Câmara Legislativa.

O PPCUB


O PPCUB (Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília) é um Projeto de Lei Complementar que tem como objetivo a preservação, o planejamento, e a gestão da unidade de planejamento territorial central, composta pelo conjunto urbanístico de Brasília. O projeto estabelece princípios, objetivos, diretrizes gerais e instrumentos de gestão para proteger e garantir a preservação do patrimônio ambiental e cultural reconhecido mundialmente.

O PPCUB se baseia em sete eixos: a) Planejamento Territorial, Ordenamento e Desenvolvimento; b) Preservação do Patrimônio Urbanístico, Arquitetônico, Paisagístico e Cultural; c) Mobilidade Urbana e Acessibilidade; d) Infraestrutura Urbana e Sustentabilidade Ambiental; e) Habitação de Interesse Social, Serviços e Equipamentos Urbanos; f) Participação Social e Institucionalização do PPCUB; g) Gestão do Território e Monitoramento do PPCUB.

O projeto também estabelece ações específicas para a preservação e gestão de cada área que compõe a Unidade de Planejamento Territorial Central, sendo: Conjunto Urbanístico de Brasília, Espelho d’água do Lago Paranoá, Área de Relevante Interesse Ecológico – ARIE Santuário da Vida Silvestre do Riacho Fundo – Área II e Parque Nacional de Brasília. O PPCUB é visa garantir a continuidade do desenvolvimento da cidade de Brasília, ao mesmo tempo em que preserva e protege seu patrimônio cultural e ambiental.

Christopher Gama – Agência CLDF de Notícias

GDF entrega 40 unidades habitacionais no Riacho Fundo II

José Humberto Pires: “Estamos seguindo o objetivo de campanha do governo de entregar 43 mil moradias populares até o final de 2026. Já temos quase 20 mil entregues e temos mais sendo construídas em todo o Distrito Federal” | Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília

Este é o terceiro residencial disponibilizado na região administrativa, com investimento de mais de R$ 5,5 milhões; durante a solenidade, também foi celebrada a aprovação do projeto Morar DF, que subsidiará a entrada para a população de baixa na aquisição da casa própria

Por Adriana Izel e Catarina Loiola

O Governo do Distrito Federal (GDF) entregou, na manhã desta quarta-feira (22), as chaves das unidades habitacionais do Residencial Valdemiro Oliveira, no Riacho Fundo II. O empreendimento reúne 40 apartamentos e foi desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) em parceria com a entidade habitacional Associação dos Inquilinos de Planaltina (Assinplan). Foram investidos pelo governo mais de R$ 5,5 milhões.

“Estamos seguindo o objetivo de campanha do governo de entregar 43 mil moradias populares até o final de 2026. Já temos quase 20 mil entregues e temos mais sendo construídas em todo o Distrito Federal. Queremos deixar o legado para a população de uma moradia de qualidade”, afirmou o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo.

Representando o governador Ibaneis Rocha, Araújo fez a entrega das chaves a alguns proprietários simbolizando os demais e visitou uma das unidades. “É impressionante a emoção das pessoas que adentram os apartamentos. A alegria é muito grande em saber que está entrando em uma moradia de qualidade em uma cidade organizada e com a segurança de morar o que é seu”, ressaltou.

A solenidade ocorreu um dia depois de a Câmara Legislativa aprovar o projeto de lei que cria o programa Morar DF, por meio do qual o governo disponibilizará um recurso de R$ 15 mil para que a população de baixa renda possa utilizar como entrada na aquisição de unidades habitacionais.

O diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, destacou a participação da Câmara Legislativa na aprovação do conjunto habitacional | Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília

“Essa é uma excelente notícia. Foi uma aprovação em tempo recorde com o apoio maciço da Câmara Legislativa”, afirmou o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. “Vai revolucionar a política habitacional do Distrito Federal e nos transformar na capital do interesse habitacional.”

O programa moderniza a política pública e resolve uma dificuldade da população, atendendo pessoas que ganham até cinco salários mínimos. “Nós identificamos que 70% dos habilitados não tinham o recurso necessário quando chegava a hora de assinar o contrato. O governador Ibaneis foi sensível a essa situação e vai ofertar sem ter que pagar de volta”, completou o gestor.

Casa própria

Emocionada, a doméstica Euciene Alves revelou que desejava ter a casa própria desde que se casou, há 29 anos. Na solenidade, ela recebeu as chaves que abrem a nova fase de sua vida. “É motivo de muita alegria. Sou grata por tudo isso”, disse, sobre o apartamento onde vai morar com o marido, com um dos quartos já reservados para as netas.

Euciene Alves reservou um quarto para a netinha no novo apartamento | Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília

“Foi uma luta, mas Deus tem abençoado a minha vida. Criei meus filhos e agora estou aqui conquistando a minha casa. É uma felicidade muito grande”, completa. Ela já consegue imaginar cada canto do apartamento: “Vai ficar lindo e pronto para receber as pessoas que a gente ama”.

Também é desde que se casaram que o motorista Hivanildo de Souza, 53, e a dona de casa Eloide Rodrigues de Souza, 43, sonhavam em conquistar a casa própria. O desejo se tornou realidade nesta quarta-feira. Antes, moradores de Luziânia (GO), Eloide e Hivanildo já haviam sido selecionados para um residencial no Itapoã, mas decidiram esperar uma nova oportunidade. Agora, os dois imaginam como será a rotina na casa nova com os filhos Pabline, 23, e Pablo, 15.

Hivanildo de Souza e Eloide Rodrigues de Souza já imaginam como será quando se mudarem para a casa nova | Foto: Matheus H. Souza/ Agência Brasília

“É mais perto de tudo e ainda é um investimento, porque tudo que a gente faz nessa vida é para os filhos”, comemorou ela. Hivanildo conta que atualmente, devido à distância, precisa sair de madrugada para não se atrasar para o trabalho. “Gasto 1h30 de viagem, às vezes até 2h para chegar no horário. Mas esses dias estão chegando ao fim. Aqui será o novo lar da família, vai ser bem melhor para a gente”, afirmou.

Estrutura do residencial

O Residencial Valdemiro Oliveira tem 40 apartamentos divididos em três blocos | Foto: Matheus H. Souza

Intitulado como Valdemiro Oliveira, em homenagem a um integrante da entidade parceira, o residencial fica no Conjunto 2 da QS 12. São três blocos, que somam 40 apartamentos de 46,35 m². Todos seguem a mesma planta: dois quartos, sala, cozinha com área de serviço e banheiro. O valor médio de cada unidade é de R$ 139 mil. Para uso comum, há um salão comunitário, guarita e estacionamento com 43 vagas – duas destinadas a pessoas com deficiência.

A presidente da Associação dos Inquilinos de Planaltina (Assinplan), Rosângela Alves Ferreira, reforçou que as entregas atendem pessoas que esperavam desde 2002. “Muitas pessoas conseguiram adquirir um apartamento com salário de R$ 1,6 mil, o que é muito difícil. São pessoas que não conseguiram realizar seu sonho em outros empreendimentos e agora conseguiram”, disse.

Este é o terceiro residencial entregue no Riacho Fundo II nos últimos cinco anos. Em 2023, a população teve acesso ao residencial Maria Clara, com 44 apartamentos, e ao Gercina Leopoldina, com 40 unidades.

7.343

Número de unidades habitacionais entregues pelo GDF desde 2013

“É mais um empreendimento que a Codhab entrega aqui no Riacho Fundo II; já são vários empreendimentos dentro de um projeto de governo de ofertar à população cerca de 30 mil a 40 mil novas unidades, e com isso a gente vence esse déficit habitacional”, afirmou Marcelo Fagundes.

Desde 2019, o GDF liberou 7.343 unidades habitacionais com investimento de R$ 2,2 bilhões. Desse total, 2.143 chaves foram entregues ao longo de 2023 em empreendimentos como o Itapoã Parque e o Remas 117/118, no Recanto das Emas.

Só neste ano, 118 famílias receberam as chaves do Residencial Horizonte, no Sol Nascente, e do Residencial Sobradinho, na cidade de mesmo nome. A previsão é de que ainda sejam entregues unidades habitacionais no Itapoã e em Samambaia ao longo de 2024.

Investimento na cidade

O Riacho Fundo II teve o maior registro migratório do Distrito Federal de 2018 a 2021. São 3.846,72 mil hectares de área e mais de 72,9 mil moradores, com idade média de 30,8 anos, conforme dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) 2021, do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF).

“É uma região que não para de avançar. As pessoas disputam morar em nossa cidade por ser aconchegante, bem-organizada e onde as pessoas estão querendo vir morar pela própria estrutura que a cidade está proporcionando”, reforçou a administradora regional do Riacho Fundo II, Ana Maria da Silva.

Nos últimos quatro anos, a cidade recebeu investimentos em saúde, educação, mobilidade, segurança e muito mais. Entre as conquistas, destacam-se as novas unidades de pronto atendimento (UPAs) e básicas de saúde (UBS), ambas inauguradas em 2021.

A área da região administrativa também ganhou em 2023 um novo viaduto que conecta o Riacho Fundo II ao Recanto das Emas, além da duplicação da Avenida N3, que liga a cidade à Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB). Houve ainda a construção de ciclovias, calçadas, paisagismo, drenagem, rampas de acessibilidade e paradas de ônibus.

Por unanimidade, TSE rejeita recursos de PT e PL e mantém mandato de Sergio Moro

Os ministros do TSE entenderam que não houve provas para comprovar que houve desequilíbrio na disputa pelo Senado no Paraná

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou os recursos apresentados pela Federação Brasil de Esperança (PT/PcdoB/PV) e pelo PL e manteve o mandato do senador do ex-juiz Sergio Moro (União-PR).

Em seus votos, os sete ministros do TSE entenderam que os autores das ações não conseguiram apresentar provas para comprovar que houve desequilíbrio na disputa pelo Senado no Paraná, nem que o ex-juiz cometeu abuso de poder econômico ou crime de caixa 2. Os ministros também afastaram a tese de que o caso Sergio Moro era parecido com o caso Selma Arruda – conhecida como “Moro de saia”.

Apesar de ter considerado os pedidos improcedentes, os votos foram repletos de críticas ao senador e ex-juiz da Lava Jato.Em seu voto, o relator Floriano Marques – relator do caso – afastou a tese de que Moro foi beneficiado com recursos do partido e declarou que não houve a comprovação de que o ex-juiz conseguiu vantagem competitiva em relação a outros candidatos.

Ainda segundo o relator, a trajetória “cambaleante” de Moro – passou por dois partidos (Podemos e União Brasil) – é determinante para se aferir que não houve tentativa de fraude em sua candidatura.“Uma coisa é um candidato se lançar como pré-candidato do executivo, coisa distinta acreditar ter envergadura para o cargo e verificar que não tem estatura e se redirecionar para disputar a um cargo menor. Nesse caso pode ser considerado pretensioso, mas não fraudulento”, declarou.

O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, afirmou que Moro acabou não sendo candidato porque nenhum partido concordou com o projeto presidencial do hoje senador.“Me parece que não há nenhuma dúvida [que não houve fraude eleitoral]. Houve uma conjugação de fatores que levaram ao então candidato Sergio Moro a desistir de sua candidatura. Ele era efetivamente um pré-candidato à presidente da República; um pré-candidato que chegou a pontuar dois dígitos. Ele não foi efetivamente candidato, a verdade, é que nenhum partido cedeu a legenda no momento em que deveria ceder a legenda”, disse Moraes.

“Para se cassar mandatos, são necessárias provas cabais. O Tribunal vem sendo extremamente rigoroso em todas as análises, sejam deferindo ou indeferindo cassações de mandatos, exigindo provas cabais. E aqui não há provas cabais”, acrescentou Moraes.O ministro André Ramos Tavares também teceu críticas ao ex-juiz da Lava Jato.“Não se trata de vestir as vestes de um juiz que recorre à solução e argumentos destinados a provocar reações emotivas. Aqui, ignorar a falta de provas e construir uma limitação de gastos contundentes equivaleria a dar um passo em direção a um processo de decadência eleitoral constitucional”, declarou André Ramos Tavares na sessão do TSE.

“Os autores da ação não apresentaram quaisquer provas sobre o desequilíbrio eleitoral”, declarou o ministro Kassio Nunes Marques.

Nesta terça-feira, 21, o TSE retomou o julgamento dos recursos às ações de investigação judicial eleitoral (Aijes) contra Moro e seus suplentes Luís Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra. PT e PL tentaram reverter a vitória de Moro na Corte Regional. O TRE paranaense também já havia considerado improcedentes os pedidos de cassação de mandato e decretação de inelegibilidade do ex-juiz.

Por meio de sua assessoria, o senador afirmou que não vai se pronunciar nesta terça-feira.

Fonte: O Antagonista

Parceria estratégica: Governo Lula fortalece o município de Igaratá

Por Matilda – 21 de maio de 2024

A relação entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os municípios de São Paulo tem se mostrado essencial para o desenvolvimento regional, especialmente em cidades menores, onde os recursos são mais limitados. Um exemplo notável é Igaratá, onde a Secretaria de Obras, representada por Francineti Cavalcanti, destacou a importância dessa colaboração. “O município de Igaratá é pequeno, os recursos são escassos. A parceria com o Governo Federal é fundamental, proporcionando que o prefeito aplique recursos em outras áreas”, afirmou Cavalcanti.

Investimentos em Educação e Saúde
Recentemente, o Governo Federal incluiu Igaratá no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com investimentos significativos nas áreas de educação e saúde. Francineti Cavalcanti comentou sobre os benefícios que essa inclusão trará: “Serão mais vagas para creche e um atendimento mais humanizado na saúde que irão ajudar muito o município.” Essas iniciativas são cruciais para cidades como Igaratá, que dependem fortemente do apoio federal para promover melhorias essenciais à qualidade de vida de seus cidadãos.

Impacto do PAC em Igaratá
Com o PAC, o município de Igaratá receberá recursos que permitirão a construção e ampliação de creches, além de melhorias nos serviços de saúde, como aquisição de equipamentos e capacitação de profissionais. A secretária Francineti Cavalcanti destacou a importância dessas ações para a comunidade local, enfatizando que “a inclusão no PAC vai transformar a realidade do município, oferecendo melhores condições de vida para nossa população.”

Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo
A parceria com o governo Lula não apenas supre as necessidades imediatas dessas comunidades, mas também contribui para um desenvolvimento sustentável e inclusivo. As ações coordenadas entre os governos federal e municipal garantem que os investimentos cheguem aonde são mais necessários, criando um ciclo virtuoso de progresso e bem-estar.

Fortalecimento da Infraestrutura e Serviços Essenciais
Em um cenário onde a descentralização e a cooperação são vitais, o apoio do Governo Federal se mostra indispensável para municípios pequenos. Igaratá é um exemplo claro de como essas parcerias podem transformar realidades locais, fortalecendo a infraestrutura e os serviços essenciais para a população. A inclusão no PAC permitirá a realização de obras de infraestrutura, como a pavimentação de ruas e a construção de novas escolas, garantindo um ambiente mais seguro e adequado para os moradores.

Exemplos de Transformação
Outras cidades do estado de São Paulo também têm se beneficiado dessas parcerias, demonstrando a eficácia das ações conjuntas. A descentralização dos recursos e a coordenação entre os diferentes níveis de governo promovem uma gestão mais eficiente e eficaz, atendendo de forma mais direta às necessidades da população. Esse modelo de cooperação é visto como uma referência para outras regiões do país, que buscam replicar os resultados positivos alcançados em São Paulo.

Palavras-chave
Parceria governo federal, municípios de São Paulo, desenvolvimento Igaratá, Francineti Cavalcanti, Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, infraestrutura, educação, saúde, descentralização