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Aos 9 anos, Carol Suzaki participa da 1ª etapa do Vert Battle 2024

Carol Suzaki realizando uma manobra | Foto: Amandices | Reprodução: Deccs Magazine

Jovem promessa do skate brasileiro compete na maior competição de skate vertical do país

São Paulo, junho de 2024 – Carol Suzaki, talentosa skatista de apenas 9 anos e integrante do Ursofrango Team, está pronta para competir na 1ª etapa do Vert Battle 2024, a maior competição de skate vertical do Brasil. O evento acontecerá no dia 9 de junho, a partir das 9 horas da manhã, no renomado half-pipe localizado na residência de Rony Gomes, em Atibaia (SP).

A competição contará com as categorias Amador, Profissional e Feminino Open. Carol Suzaki competirá na categoria Amador, trazendo uma combinação impressionante de talento e determinação que já a destacou em competições anteriores. As finais começarão às 13 horas e serão transmitidas ao vivo pelo SporTV, oferecendo uma plataforma de grande visibilidade para os talentos emergentes do skate.

“Estou muito animada para competir no Vert Battle. Tenho treinado bastante e quero mostrar tudo o que aprendi. É uma grande oportunidade para mim e para todos os skatistas que estão começando”, diz Carol Suzaki, expressando sua empolgação para a competição.
 

A participação de Carol no Vert Battle marca um passo importante em sua carreira. Desde que começou a andar de skate acompanhando seu pai nas pistas de Indaiatuba e Sumaré, Carol acumula títulos e desenvolvendo suas habilidades com apoio da Ursofrango. Sua dedicação ao esporte é inspiradora, e a jovem atleta está determinada a deixar sua marca no cenário nacional do skate.

A Ursofrango, reconhecida por apoiar talentos emergentes nos esportes radicais, continua a investir no desenvolvimento de atletas como Carol. “O time Ursofrango estará presente para fornecer todo o apoio e torcida que a Carol merece. Temos a certeza que ela fará bonito”, afirma Stefan Santille, fundador da Ursofrango.

Sobre a Ursofrango

Ursofrango é uma marca que atua como gestora de atletas e venda de produtos de streetwear para o público voltado aos esportes radicais e moda urbana, que reverte o lucro da venda das peças aos atletas do time da marca. A empresa, que começou com vestuário, percebeu uma grande lacuna diante do processo complexo de profissionalização de esporte radicais no Brasil e efetivou, de forma pioneira no país, um formato de gestão de carreira, possibilitando que talentos tenham a chance de progredir no esporte.

MKBR24: Brasil é pujante, mas vive desafio de atrair mais participantes para o mercado de capitais

Guilherme Maranhão

Mercado é responsável hoje por quase 42% do financiamento das empresas de capital aberto

O mercado brasileiro de capitais, em especial a parte de renda fixa e crédito privado, se desenvolveu muito nos últimos anos. Em 2023, o país conseguiu ter mais de R$ 400 bilhões de emissões e tudo indica quer terá um 2024 bastante forte, mas o desafio é aumentar esse volume.
 

“Hoje o mercado de capitais representa quase 42% do financiamento às empresas de capital aberto, mas como deixá-lo mais aberto?”, questionou Guilherme Maranhão, sócio e diretor do Itaú BBA, no MKBR24, evento realizado pela ANBIMA e pela B3. “Gostaríamos de ver o mercado de capitais chegar na pequena e média empresa, na pessoa física”, disse.
 

Para Ana Rodela, responsável pela área de crédito do Bradesco Asset, a demanda pelo crédito privado aumentou bastante, o investidor menor está mais confortável, houve uma democratização, mas é preciso simplificar as operações para facilitar a entrada da pessoa física, especialmente em títulos como debêntures, CRI e CRA.
 

Segundo ela, o topo da pirâmide das empresas está bem atendido, mas as demais camadas não. Isso envolve também municiar os gestores com mais dados. Para empresas de menor porte, é fundamental ter demonstrativos financeiros auditados, dados operacionais claros e acompanhamento mais próximo.
 

Luciene Machado, superintendente da Área de Soluções para Cidades do BNDES, disse que o banco, por ser atrelado ao governo, conhece bem esse conjunto de potenciais novos emissores e tem o compromisso adicional de fazer o segmento crescer.
 

O MKBR é um evento bienal sobre o mercado de capitais, realizado desde 2018, numa parceria entre a ANBIMA e a B3. Reúne grandes nomes do Brasil e do exterior para debater o cenário atual e as iniciativas que estimulem o crescimento sustentável do mercado de capitais brasileiro.
 

As fotos do evento podem ser acessadas pelo link: Link  

Imóvel na planta ou em leilão: o que avaliar em cada tipo de aquisição?

Evoto

 por Claudia Frazão, diretora da Frazão Leilões

O sonho da casa própria continua sendo um grande desejo da maioria dos brasileiros e se mantém como prioridade nos planos de médio e longo prazo. Esta realidade leva muitas pessoas a buscarem diferentes oportunidades para a aquisição de um imóvel, avaliando condições e formas de pagamento que atendam às suas necessidades.

Projetos na planta costumam chamar a atenção por parecerem mais acessíveis financeiramente por causa do longo prazo de financiamento. Por outro lado, os leilões de imóveis nem sempre são considerados como uma opção por quem está planejando uma compra, quase sempre devido ao desconhecimento sobre as características desse modelo de aquisição de bens.

Por isso, é importante entender e avaliar cada um deles, bem como suas diferenças, vantagens e desvantagens para que se faça a melhor escolha.
 

Imóvel na planta

Há um certo senso comum de que comprar um imóvel na planta é mais barato, mas isso depende de muitos fatores. Quem embarca nesta modalidade, está na verdade financiando a construção e, em tese, ao final do processo acaba pagando pelo imóvel um valor inferior do que ele vale quando está pronto.
 

A dinâmica é relativamente simples de entender. Em geral, a pessoa deve pagar cerca de 30% do valor estipulado do imóvel até que ele fique pronto, o que leva cerca de três anos. Este percentual será diluído em parcelas que serão acordadas com a construtora para serem pagas durante a execução da obra. Os outros 70% começam a ser pagos após a entrega das chaves.
 

Aqui entra um detalhe importante: o financiamento imobiliário entra apenas neste momento, pois é um crédito que só pode ser concedido após o imóvel estar finalizado. Todo o parcelamento inicial durante a obra – inclusive as parcelas intermediárias – não pode ser financiado por crédito imobiliário. Portanto, deve ser arcado de outra forma.
 

O risco neste tipo de compra está, entre outras coisas, nas taxas de juros aplicadas sobre as parcelas, que mudam ao longo do financiamento. Se houver uma elevação muito acentuada – como a que vimos durante a pandemia –, pode até mesmo inviabilizar a continuidade dos pagamentos. Na prática, não há como saber quanto, exatamente, será o valor final investido. Além disso, caso desista da compra no meio do processo, a lei garante a devolução de apenas 50% do que já foi pago para a construtora.

Outro ponto para ter em mente é que, na prática, a compra na planta é um negócio fechado sobre um produto que ainda não existe. Embora a legislação ofereça garantias para que o bem seja entregue, os prazos acordados podem não ser cumpridos e a entrega pode não corresponder totalmente ao projeto que foi prometido.
 

Todos esses riscos podem ser mitigados por meio de um planejamento financeiro sólido, que contemple imprevistos e tenha escopo de longo prazo, associado a muita pesquisa sobre as opções e as condições de cada uma delas. Também é importante ter atenção em cada detalhe do contrato e consultar um advogado se possível, além de pesquisar sobre a idoneidade e histórico da incorporadora.
 

Imóvel em leilão

Já a compra de um imóvel em leilão tende a ser mais simples e menos burocrática, mas também exige cuidados. Se no caso de projetos na planta o senso comum é de que sai mais barato, no caso dos leilões o mito é de que só pode pagar à vista.
 

A verdade é que as condições de pagamento dependem de cada leilão e variam muito. Alguns oferecem a possibilidade de financiamento em até 35 anos, outros realmente têm apenas a opção à vista. Tudo depende de procurar a melhor oportunidade.
 

A principal vantagem dos leilões imobiliários está no preço, já que é possível encontrar lotes com lance inicial 50% abaixo do valor de mercado do imóvel. Além disso, há uma grande variedade de opções em diferentes cidades. A transparência é outro destaque, uma vez que todas as informações sobre o imóvel e suas características estão detalhadas no edital do leilão, assim como as condições de pagamento.
 

Na comparação com imóveis na planta é evidente que a rapidez é outro fator que diferencia bastante esta modalidade. Dependendo das características e da documentação do lote posto em leilão, o tempo para tomar posse do bem arrematado é bem mais curto do que esperar por uma construção.
 

Esta é também uma modalidade atrativa para quem quer investir. Com os descontos vantajosos, é possível adquirir esse bem em leilão, fazer uma reforma e revender com lucro.
 

Para ter segurança nesse tipo de compra é importante pesquisar bastante e ler atentamente o edital de cada leilão. Informe-se sobre as taxas e documentações que serão necessárias após arrematar um lote e tenha certeza de que os valores estão dentro do planejamento financeiro para a compra.

Também é importante pesquisar sobre a idoneidade do leiloeiro e se certificar de que o leilão é oficial. Saiba que a atividade leiloeira é altamente regulada e segura e que para se certificar basta consultar o registro do leiloeiro na Junta Comercial do seu estado.
 

A aquisição de imóveis na planta ou em leilão tem diferentes dinâmicas. Cada uma deve ser ponderada de acordo com o planejamento do valor a ser investido, avaliando os riscos e as necessidades de quem está em busca de uma casa ou apartamento. O importante é fazer a escolha que se mostre mais segura e vantajosa do ponto de vista financeiro.

Novo índice de ‘carga tributária’ para Brasil e México destaca a importância do planejamento tributário para expatriados locais

São Paulo, 07 de Junho de 2024 – Novo índice de ‘carga tributária’ do Brasil e do México oferece um lembrete claro da importância dos expatriados se manterem atualizados em relação a seu planejamento tributário, é o que afirma a Mauve Group, empresa global de soluções de RH. Como parte de seu Índice de Liberdade Econômica, o último índice de “carga tributária” da Heritage Foundation colocou o Brasil na 142ª posição e o México na 111ª posição entre 182 países, considerando as taxas de imposto sobre a renda pessoal e corporativa, além do nível geral de tributação como porcentagem do PIB. O Brasil recebeu uma pontuação de 69,7, ligeiramente abaixo dos 70,9 de 2023, sendo classificado como “moderadamente livre” — exatamente no meio da escala do índice. Já o México recebeu uma pontuação de 76, acima dos 75,5 de 2023, permanecendo na categoria “majoritariamente livre”.
 
 

“A ‘carga tributária’ é apenas um ranking, mas a posição baixa de Brasil e México destaca que ambos têm sistemas tributários complexos e punitivos, que exigem atenção de quem vive e trabalha nesses países”, comenta Jaime Bustamante, desenvolvedor de negócios regionais da Mauve Group. Sobre trabalhar ou fazer negócios no México, o relatório aponta desafios como incerteza na aplicação de contratos, segurança precária e informalidade, prejudicando a liberdade empresarial.
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De acordo com o jornal El Economista, o México tem, na verdade, uma das taxas de imposto de renda mais competitivas entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No entanto, em termos de complexidade tributária, fica em torno da média global, ocupando o 37º lugar entre 64 países avaliados.

O Brasil, por outro lado, ficou em 54º lugar entre 64 países e é famoso por ter um dos sistemas tributários mais complexos do mundo. A última avaliação da Heritage Foundation afirma que “apesar de algum progresso, organizar novos investimentos e produzir continuam sendo processos burocráticos e complicados. Abrir ou fechar um negócio é custoso e demorado.”

“Embora essa última avaliação possa parecer desnecessária, especialmente em um momento em que o Brasil está vendo recorde em investimentos estrangeiros e turismo, é importante destacar o fato de que abrir ou fechar um negócio é custoso e demorado, caso não conte com a ajuda de especialistas em expansão global e conformidade tributária”, acrescenta Jaime. “Há muitos cases de sucesso de empreendedores estrangeiros que, com o planejamento certo, realizaram seus sonhos de negócios no Brasil.”

Ao olhar apenas para o imposto de renda, o Brasil ocupa a 88ª posição entre 146 países, estando melhor colocado em relação a países como Estados Unidos e Japão. A taxa máxima de imposto de renda no Brasil é de 27,5%, significativamente menor que os 37% nos Estados Unidos e 55,97% no Japão, por exemplo. Até mesmo a Suíça, que por muito tempo teve a reputação de paraíso fiscal, agora tem uma taxa máxima de imposto de renda de 40%.

A taxa de Imposto de Renda não é tudo. O Brasil se destaca por ter alguns dos impostos empresariais mais altos e complexos do mundo. “Os impostos para empresas são elevados, mas também muito complicados”, explica Jaime. A nova legislação busca simplificar o código tributário, mas sua implementação pode levar muitos anos até que empresas e indivíduos percebam os benefícios. “Como sempre, seja você um nômade digital, um empreendedor ou um proprietário de empresa, é melhor buscar os serviços de um profissional qualificado que tenha experiência em lidar com as complexidades da conformidade tributária local e sua legislação,” conclui Jaime.

Sobre a Mauve Group: Com mais de 28 anos de experiência, a Mauve Group é um dos principais fornecedores globais de soluções de RH, Employer of Record e consultoria de negócios. O grupo desenvolveu um conhecimento global para dar suporte a empresas de qualquer porte que planejam expandir-se internacionalmente. Para obter mais informações, acesse: Mauve Group

Racismo nas redes sociais diminuiu 90% nesta temporada, segundo pesquisa da LALIGA

Segundo o M.O.O.D LALIGA, sistema de monitoração do ódio no esporte, as discussões envolvendo discurso de ódio em geral caíram 45%.

Madrid, 7 de junho de 2024. – A LALIGA, através do M.O.O.D (Monitor para a Observação do Ódio no Esporte), ferramenta que monitora conversas sobre esportes nas redes sociais na Espanha, analisou mais de 21,2 milhões de conversas nesta temporada. Os resultados mostraram uma queda de 45% no discurso de ódio e outra de 90% nos casos de racismo comparado à segunda metade da temporada passada, quando o sistema começou a registrar resultados.

O índice M.O.O.D – sendo 0 o nível mais baixo de ódio detectado – caiu para 6,5, uma diminuição de um ponto em relação à contagem anterior. A redução mostra que os torcedores estão ativamente buscando um futebol livre de ódio e confirma a eficácia das ações de conscientização realizadas pelos clubes e pela LALIGA pela plataforma LALIGA VS.

Das 21,2 milhões conversas online analisadas, 4,1 milhões foram relacionadas a conteúdos de ódio, um número que representa menos de 20% de todas as interações. Os casos de racismo estavam presentes em apenas 1,2% (248.000 menções) das mensagens. O índice M.O.O.D para cada rodada é ponderado, atribuindo a cada texto uma pontuação com base na gravidade do discurso detectado.

As maiores classificações do índice da temporada se encontram nas rodadas com Derbies ou EL CLÁSSICO. O EL CLÁSSICO mais recente em abril, no entanto, registrou a menor classificação (6,4) detectada nas últimas duas temporadas. Controvérsias de arbitragem, insultos de ódio ou racistas, dentro ou fora do campo, geraram níveis elevados de conversas nas redes sociais, fazendo com que o M.O.O.D chegasse a 7 em alguns momentos, mas a queda significativa geral mostra que os torcedores estão rejeitando essas atitudes nas redes sociais, defendendo um futebol livre de ódio. A conversa geral durante esses momentos-chave aumentou para 5,9 milhões, com uma média de mais de 660.000 conversas, com as emoções predominantes detectadas sendo raiva e indignação.

As rodadas com um índice mais baixo, entre 4-6, coincidiram com celebrações, como a conquista do título LALIGA EA SPORTS pelo Real Madrid; gestos de fairplay e solidariedade entre clubes que garantiram a permanência na primeira divisão; ou despedidas de técnicos e jogadores.

As últimas rodadas da temporada tornaram as conversas mais positivas, com alegria e orgulho sendo os sentimentos predominantes. De fato, a menor classificação do índice M.O.O.D de toda a temporada (4,7) foi detectada na rodada 34.

O objetivo principal da LALIGA e dos clubes continua sendo manter essa tendência e continuar reduzindo o índice com suas iniciativas de conscientização para garantir que o futebol se torne o mais livre possível de ódio.

O lançamento do M.O.O.D faz parte do projeto LALIGA VS, plataforma através da qual a LALIGA e os clubes buscam usar todo o poder do futebol para inspirar a sociedade e ser um exemplo de respeito, particularmente para a geração mais jovem que moldará o futebol do futuro.

Os dados do M.O.O.D para cada rodada estão disponíveis no site da LALIGA VS.

56ª Reunião de Ministros de Cultura do Mercosul destaca a diversidade cultural indígena

Encontro em Hernandarias, nesta sexta (7), aborda integração cultural e direitos humanos

A cidade de Hernandarias, no Paraguai, foi palco, nesta sexta-feira (7), da 56ª Reunião de Ministros de Cultura do Mercosul. O evento reuniu representantes culturais dos países membros para discutir a salvaguarda da diversidade cultural dos povos indígenas ou originários do Mercosul, com ênfase na promoção da cidadania e respeito aos direitos humanos.
 

O eixo temático das atividades priorizou o reconhecimento da cultura como elemento fundamental nos processos do bloco regional. As reuniões e seminários – iniciados em 3 de junho – primaram pela importância da contribuição dos povos indígenas para o desenvolvimento sustentável, ressaltando a necessidade de uma reflexão conjunta e garantia da salvaguarda dos saberes e práticas ancestrais desses povos, bem como seus direitos humanos fundamentais.
 

Durante a reunião, a ministra Margareth Menezes e representantes dos demais países discutiram iniciativas para fortalecer a identidade cultural compartilhada e explorar novas oportunidades de cooperação cultural.
 

A ministra da Cultura agradeceu pela continuidade das ações e reiterou o compromisso contínuo dos países membros em fortalecer a cooperação e o intercâmbio cultural, promovendo uma visão de desenvolvimento sustentável e respeito à diversidade.
 

“O nosso encontro reafirma um compromisso conjunto de adotarmos medidas para aprimorar nossas políticas públicas e ações nacionais, ressaltando também o papel da cooperação internacional no fortalecimento das políticas nacionais”, disse.
 

Ainda segundo a ministra da Cultura do Brasil, a cultura é uma ferramenta importante para o desenvolvimento com a consolidação das pautas conjuntas.
 

“É fundamental discutir ações para o fortalecimento da justiça social e salvaguarda dos bens culturais. A cultura não pode ser subjetiva! Ela é substantiva, como uma forte ferramenta para a recuperação do verdadeiro sentido de humanidade, seus direitos e sua expressão”, comentou.
 

Cada presidência Pro Tempore do Mercosul tem duração de seis meses. Pelo cronograma, o Brasil irá presidir o grupo no segundo semestre de 2025.
 

Adriana Ortiz Semidei, ministra da Cultura do Paraguai, destacou a importância do Mercosul Cultural como um espaço democrático que, desde sua criação em 1995, facilita a integração cultural dos países membros.
 

“O Mercosul Cultural é um espaço democrático que desde a sua criação facilita a integração cultural dos nossos países e procura reconhecer a cultura como elemento transversal do Mercosul e posicioná-la para um desenvolvimento social e econômico mais humano, sustentável e inclusivo para todos os cidadãos da região.
 

A ministra da Cultura do Paraguai complementou: “Este encontro é uma oportunidade de refletirmos juntos sobre os desafios compartilhados, que nos permitem garantir o respeito pela diversidade cultural, a proteção do patrimônio cultural e o desenvolvimento de setores e indústrias culturais da nossa região”, afirmou.
 

Desde sua criação, o Mercosul tem sido um bloco regional que vai além da integração econômica, promovendo também a integração política, social e cultural.
 

O Protocolo de Integração Cultural do Mercosul, assinado em 1996, e a Declaração de Integração Cultural de 2008 reforçam a cultura como um elemento primordial do processo de integração regional.
 

A 56ª Reunião de Ministros de Cultura do Mercosul reafirmou o papel essencial da cultura no fortalecimento dos valores democráticos e na promoção de uma convivência social harmoniosa nas sociedades do bloco. O encontro também destacou a necessidade de políticas culturais que valorizem a diversidade de identidades e promovam o enriquecimento mútuo entre os países membros.
 

Sobre o Mercosul Cultural
 

Criado em 1998, o Mercosul Cultural tem o objetivo de estimular o debate e o fortalecimento do bloco, posicionando a cultura como elemento fundamental da integração regional. Suas áreas de destaque são o intercâmbio de políticas culturais, o desenvolvimento de estudos, a integração de sistemas de informação e estatística, a promoção do intercâmbio técnico e artístico, a gestão do patrimônio cultural e a valorização da memória social e da diversidade cultural.
 

O Mercosul Cultural trabalha de forma ampliada com cinco Estados Partes: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela, e com sete Estados Associados: Chile, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname. Suas reuniões regulares ocorrem semestralmente.
 

Estiveram presentes na reunião Enesto Fernández Polchuch, diretor da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco); Rafael Callou, diretor geral de Cultura da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI); Eduardo Saron, presidente da Fundação Itaú Brasil; Márcia Rollemberg, secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural; Bruno Henrique Rodrigues, chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais; Aloha Andreina Pinto Contreras, do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF – Banco de Desarrollo de América Latina y el Caribe); Luciano Dias Monteiro, da Fundação Santillana; e Maricarmen Couchonnal, Luz Borja, María Graciela Mesa do Fundo Nacional da Cultura e das Artes (Fondec).

Gaab, marca de beleza e bem-estar da influencer Gabriela Morais, chega ao Rappi

Dermocosméticos da Gaab Wellness agora estão disponíveis no Rappi (Foto: Divulgação)

Produtos dermocosméticos da Gaab Wellness terão entrega em todo o país, de forma fácil e rápida, por meio da plataforma Rappi

São Paulo, 07 de junho de 2024 – A partir deste mês, o Rappi traz uma grande novidade para os fãs de autocuidado! Chega à plataforma uma loja virtual 100% dedicada à Gaab Wellness, a marca de dermocosméticos idealizada pela influenciadora Gabriela Morais.

“Com o lançamento exclusivo no Rappi, os consumidores poderão receber a linha de produtos inovadora de bem-estar e beleza em poucas horas, por meio da vertical de E-Commerce/Shopping, tornando a experiência de compra fácil e rápida. Estamos felizes com a parceria, que fortalece, ainda mais, nossa vertical de e-commerce. Rappi, hoje, é uma plataforma com delivery de tudo, que atende às necessidades dos consumidores do começo ao fim, sempre com economia de tempo ou conveniência”, afirma Andrea Sylos, Diretora de E-commerce e CPGs da Rappi Brasil.

Nascida em maio de 2022, o principal ideal da Gaab se baseia na oferta de itens naturais e não invasivos para o cuidado de mulheres, que são o principal público da influenciadora Gabriela Morais. Nessa esteira, os dermocosméticos são desenvolvidos com ingredientes naturais e veganos, livres de crueldade animal.

O portfólio da marca conta com mais de 20 produtos, com preços a partir de R$ 59,90 no Rappi, para entregas apenas na cidade de São Paulo. Assinantes dos planos Rappi Pro têm entregas grátis ilimitadas para compras de itens da Gaab e de todas as outras lojas disponíveis no SuperApp.

A linha inclui produtos de skincare (hidratante, sérum, gel de limpeza, esfoliante, água micelar, tônico facial, protetor solar, creme noturno e Roller Facial de Quartzo Rosa), linha de colágenos, Fórmula da Beleza e Sono da Beleza – com fórmulas que contêm colágeno e ácido hialurônico, além de um mix de 5 vitaminas e minerais.

Gabriela Morais, conhecida por ser uma influenciadora fitness e de lifestyle, começou a produzir conteúdo sobre sua rotina de treinos e alimentação saudável em 2012. Atualmente, em seu perfil no Instagram (@eusougabriela) a empresária já acumula mais de 5,7 milhões de seguidores.
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Sobre o Rappi: Fundado em 2015 e presente no Brasil desde 2017, o Rappi é o primeiro Super App da América Latina. Atualmente, está presente em cerca de 100 cidades brasileiras. Por meio do aplicativo é possível conseguir acessar diferentes categorias, incluindo restaurantes, supermercados, farmácias, bebidas, e-commerce, pet, viagens, serviços financeiros, entre outros. Os usuários ainda podem receber produtos em menos de 10 minutos com o Rappi Turbo, além de ter a opção de serviço por assinatura, o Rappi Pro, que possui diversos benefícios como entregas grátis e descontos exclusivos. Além disso, o Rappi impulsiona o desenvolvimento econômico em todas as cidades da América Latina por meio da aceleração da adoção do comércio eletrônico. O Rappi também está presente na Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Peru e Uruguai. Quem tem Rappi, tem tudo no seu tempo. Mais informações em about.rappi.com/br/quem-somos
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anexo 1

anexo 2

Agência Pública lança podcast sobre Vale do Javari com áudios inéditos do indigenista Bruno Pereira

Em “Morte e Vida Javari”, Rubens Valente apresenta a fundo o histórico de conflitos que atravessa a região

Há dois anos, o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados durante uma viagem pelo Vale do Javari, a segunda maior terra indígena do Brasil, no extremo-oeste do Amazonas. Para que essa e outras histórias sobre o território marcado por conflitos não sejam esquecidas, a Agência Pública lança um podcast em que o repórter Rubens Valente investiga o passado e o presente da região que concentra o maior número de indígenas isolados do mundo.

Muita coisa aconteceu antes e depois do assassinato de Bruno e Dom, um crime que chocou o país. Em “Morte e Vida Javari”, Rubens Valente te leva como acompanhante na pesquisa que fez sobre essa terra marcada por conflitos que têm muito a dizer sobre a história da Amazônia e do país.

Em 5 episódios semanais, mergulharemos nos ciclos de violência e resistência que atravessam o Javari, desde a primeira expedição militar na região, no século 19, até chegar nas disputas atuais que persistem após o assassinato de Bruno e Dom.

A história do Vale do Javari se repete em ciclos de fim e recomeço, seca e cheia, destruição e reconstrução. Morte e vida.

O primeiro episódio, lançado no dia 5 de junho, revela um documento inédito que registra o primeiro massacre militar no Javari. O episódio traz trechos do diário do Barão de Teffé, que há 150 anos, no Segundo Reinado do Imperador Dom Pedro II, assassinou indígenas do Javari em expedição da marinha brasileira. O podcast segue resgatando a história da região até chegar nos dias de hoje. O episódio 5, o último da série, investiga o contexto mais amplo que antecedeu o assassinato de Bruno e Dom, revelando fatos inéditos sobre um ataque que aconteceu semanas antes da emboscada que vitimou o indigenista e o jornalista. O podcast também traz entrevista inédita de Bruno ao repórter Rubens Valente.

Com extensa pesquisa em arquivos e mais de 40 entrevistas, entre lideranças indígenas, moradores da região, estudiosos e especialistas, o podcast é a biografia de uma terra que ajuda a explicar diversas outras regiões da Amazônia. Para fazer a série, a Agência Pública passou no Vale do Javari duas temporadas de dois meses ao todo, entre 2022 e 2023.

“Morte e Vida Javari” também é referência a “Morte e Vida Severina”, a obra de João Cabral de Mello Neto. No título, o poeta colocou a morte antes da vida para expressar as duras condições da sobrevivência no sertão do Nordeste. Mas ao colocar a vida depois da morte, invertendo o ciclo natural das coisas, o poeta sugere a ideia de que o fim também pode representar um recomeço.

Vida e Morte Javari faz parte do especial Amazônia sem Lei, uma cobertura da Pública que há alguns anos investiga violência relacionada à regularização fundiária, demarcação de terras e reforma agrária na Amazônia Legal.


Serviço
Episódios: 5, 12, 19, 26 de junho e último episódio 3 de julho

Onde ouvir: Todos os tocadores de streaming e no site da Agência Pública

BRB publica nova edição da carta anual de políticas públicas e governança corporativa

Brasília, 5 de junho de 2024 – Seguindo seu compromisso com a integridade, a relevância pública, a publicidade e a transparência, o BRB publicou sua Carta Anual de Políticas Públicas e Governança Corporativa. A versão 2024 foi disponibilizada no site de Relacionamento com Investidores da instituição e é um importante instrumento de gestão e prestação de contas à sociedade.

O documento demonstra o compromisso social na execução de políticas públicas e apresenta informações sobre as principais atividades desenvolvidas pelo BRB, sua estrutura de controle e gestão de riscos, dados econômico-financeiros e práticas de governança corporativa.

Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa explica que a Carta traz um balanço das ações de destaque no BRB no apoio a questões sociais, econômicas e ambientais no ano de 2023. “São diversas ações que orgulham nosso time de colaboradores em pertencer ao BRB. Entre elas, estão realizações em apoio aos programas sociais do GDF. Desde 2019, foram mais de 340 mil famílias contempladas por meio da concessão de R$ 1,6 bilhão, valor distribuído em 16 programas diferentes”, diz.

Mais exemplos da participação expressiva do BRB na transformação do DF são as 90 mil vidas assistidas pelo GDF Saúde no ano passado. Desde 2020, foram realizados mais de 6,1 milhões de exames. Outro reflexo da atuação do Banco, o BRB Mobilidade beneficiou toda a população que utiliza o transporte público do DF: foram mais de 11,2 milhões de atendimentos e 990 mil cartões emitidos nos últimos 5 anos.

Braço social do Banco, o Instituto do BRB apresenta na Carta outras inúmeras contribuições com os mais diversos stakeholders. Dentre as iniciativas estão programas de voluntariado empresarial, apoio às mulheres e crianças como o Programa de Aceleração de Impacto Social (PAIS), que busca fortalecer as Organizações da Sociedade Civil (OSC) por meio de capacitação e impactou mais de 24 mil pessoas em 2023.

Já a parceria com o Hospital da Criança de Brasília deverá alcançar 450 mil pacientes. Os investimentos são voltados a projetos que tenham impacto positivo no atendimento de crianças e adolescentes em tratamento. Atualização da estrutura tecnológica, oferta de ambiente lúdico e humanizado na sala de espera do centro cirúrgico, modernização de equipamentos, estruturação do espaço de simulação realística e musicoterapia são alguns dos focos da parceria.

Destaque, ainda, para a governança da instituição, que evoluiu desde 2019 e ajudou o BRB a recuperar sua imagem de Banco público, sólido, completo e inovador. Sugestão de aspas de governança: “Com o desenvolvimento do nosso sistema próprio de integridade, hoje somos referência para outras entidades em todo o DF. Seguiremos divulgando nossas experiências em boas práticas, disponibilizando-as à população e reforçando a gestão da integridade, da ética e da governança como parte integrante e inerente ao nosso trabalho”, afirmou o presidente.

Saiba mais

Divulgada anualmente desde 2018, a nova edição da Carta tem design moderno e é interativa. O documento traz ainda seções especiais com informações sobre as ações do Instituto BRB e das subsidiárias – BRB DTVM, Financeira BRB e BRBCARD, além dos destaques das políticas públicas executadas pelo Banco e da descrição da sua estrutura de governança corporativa.

União: Sindicatos de autoescolas do Brasil discutem propostas legislativas com apoio da CNC e da Fecomércio-DF

Brasília-DF, 06 de junho 2024 Foto:Cristiano Costa/Fecomércio-DF FENEAUTO em seu estado Brasília

Por  Lurya

Convocado pela Federação Nacional das Autoescolas do Brasil (Feneauto) e com o apoio da Sindauto-DF, um encontro de sindicatos de autoescolas reuniu presidentes de cerca de 20 entidades de todo o país, nos dias 5 e 6 de junho, em Brasília.

Além do presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, que ofereceu todo suporte para a realização do evento, também participaram o presidente da Feneauto, Ygor Valença, o presidente do Sindauto-DF, Francisco Joaquim Loiola, além de representantes da CNC e o ex-deputado federal Abou Anni, para expor painéis e tratar de temas essenciais à manutenção e ao desenvolvimento do setor.

“Procuramos focar nas evoluções e tendências de mercado, como o caso de carro automático, e também acompanhar a tramitação dos Projetos de Lei que tratam do nosso segmento na Câmara dos Deputados”, afirmou Joaquim Loiola. Foi debatido, ainda, a necessidade de uma legislação específica para carros elétricos nos Centros de Formação de Condutores (CFC’s), que já se tornaram uma aquisição crescente pela população.

Brasília-DF, 05 de junho 2024 Foto:Cristiano Costa/Fecomércio-DF Assembleia Feneauto

Em assembleia geral de alinhamento, que aconteceu na quarta-feira (5), na sede da Fecomércio-DF, o presidente Aparecido reconheceu os avanços do setor. “Nós já conseguimos, sob demanda do Sindauto-DF, a isenção do IPVA para as autoescolas e, agora, estamos trabalhando para conquistar a isenção do IPI para os veículos desses centros”, destacou.

Já na rodada de palestras de quinta-feira (6), a diretora de Relações Institucionais, Nara de Deus, explicou que entidade monitora de forma constante os assuntos de interesse do setores em âmbito nacional, e que os debates promovidos pelos sindicatos em nível regional são imprescindíveis para o sucesso do trabalho da CNC, pois fortalecem as discussões.

“Atualmente temos cerca de 280 temas. Todos os dias tem alguma coisa acontecendo, não só na Câmara e no Senado, mas também nos ministérios, nas agências reguladoras e nos tribunais. E nós estamos diariamente monitorando e trabalhando junto a esses órgãos”, disse Nara.

Ao longo das atividades, foram definidos como prioridades a articulação para aprovação do PL 2000/2022, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para ampliar o tempo de uso dos veículos destinados à formação de condutores, de acordo com as respectivas categorias de aprendizagem, e do PL 2295/2021, para conceder às autoescolas a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de veículos novos.

Foi discutido, ainda, a criação de uma Frente Parlamentar para habilitação e educação no trânsito na Câmara Legislativa e a contratação de um assessor parlamentar, buscando segurança jurídica e a defesa dos interesses do setor na capital federal.

“Dialogar com os demais sindicatos e a Feneauto sobre experiências bem sucedidas de outros estados é muito importante para que possamos adaptar cursos formatados para autoescolas e fazer intercâmbio com outros Senac”, destacou Vitor Corrêa, diretor-regional do Senac-DF, durante o primeiro encontro.

O presidente da Feneauto agradeceu o compromisso de todos com as pautas tratadas. “O reconhecimento da CNC em eventos como esse mostra como temos desenvolvido um trabalho importantíssimo com o apoio e fornecimento de toda a estrutura do Sistema Fecomércio-DF, que está promovendo capacitação e dando voz às nossas causas”, concluiu.

Os temas abordados na rodada de conversa foram:

  • Formação de Condutores e Poder Legislativo – importância de um trabalho permanente junto ao Congresso Nacional;
  • Trabalho articulado e em parceria com Departamento Estadual de Trânsito;
  • Projetos de Lei em trâmite pelo Congresso Nacional e Formação de Condutores;
  • Riscos causados pela fraude e não cumprimento da carga horária de aprendizagem prevista na Resolução 789/2020 – CONTRAN;
  • Ação judicial e o risco para segurança jurídica do serviço de aprendizagem ministrado pelos CFC’s.

Veja mais fotos do evento: Assembleia geral (1º dia) e Feneauto em seu estado (2º dia)