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Governo de Goiás fortalece rede de proteção e atendimento a mulheres vítimas de violência

Estado amplia serviços especializados, reforça parcerias institucionais e investe em atendimento humanizado nas unidades de saúde

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem ampliado e fortalecido a rede de atendimento especializado a mulheres e meninas vítimas de violência sexual. A estruturação da rede envolve serviços hospitalares, parcerias estratégicas e ações permanentes de prevenção e proteção. Atualmente, o Estado conta com três ambulatórios especializados no atendimento, localizados no Hospital Estadual da Mulher (Hemu), no Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad) e no Hospital Estadual de Luziânia (HEL). 

 As unidades dispõem de equipe multiprofissional composta por médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e outros profissionais de saúde, assegurando escuta qualificada e atendimento integral. Nos anos de 2024 e 2025, o número total de atendimentos a meninas e mulheres nessas unidades de referências foi de 4.507. Desse total, 1.829 ocorreram nos ambulatórios especializados, demonstrando a consolidação do serviço como porta de entrada qualificada para situações de violência sexual. 

“A rede estadual está estruturada para oferecer um atendimento humanizado, com escuta qualificada e respeito às especificidades de cada mulher. Nosso foco é garantir proteção, cuidado integral e acesso aos direitos assegurados em lei”, destaca a psicóloga Lígia da Fonseca Bernardes, da Coordenação Geral dos Ciclos de Vida e Violências da SES.

Além do ambulatório especializado, o Hemu é referência estadual para a realização de Interrupção Legal de Gestação (ILG), nos casos previstos na legislação brasileira. A lei contempla gravidez resultante de violência sexual, risco de vida para a gestante e casos de anencefalia fetal, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). O atendimento é realizado de forma segura, técnica e humanizada, dentro de protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. 

 O serviço integra acompanhamento clínico, psicológico e social, fortalecendo a linha de cuidado e oferecendo suporte completo às pacientes. O atendimento ocorre em ambiente protegido, com sigilo e respeito à dignidade das mulheres. “Nosso compromisso é assegurar que essas mulheres sejam acolhidas sem julgamento, com suporte psicológico, social e clínico, dentro de uma linha de cuidado organizada e segura”, reforça Lígia da Fonseca Bernardes.

Estrutura

A SES também trabalha na implantação das Salas Lilás nas unidades estaduais e fomenta a implementação do serviço nos municípios goianos. Atualmente, Goiás conta com quatro Salas Lilás em unidades próprias do Estado e dez distribuídas nos municípios. Esses espaços são estruturados para oferecer acolhimento reservado, garantindo privacidade, escuta qualificada e encaminhamento adequado às vítimas.

Além disso, a SES mantém ainda parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para atuação conjunta nas Salas Lilás instaladas nos Institutos Médicos Legais (IMLs) de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis. A SES disponibiliza profissionais de enfermagem, psicologia e serviço social para atendimento às mulheres que foram encaminhadas aos IMLs para realização de exames periciais. Dessa forma, além do procedimento técnico, as vítimas recebem acolhimento imediato na área da saúde.

Também em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, a SES mantém o Projeto Recomeçar, que tem como objetivo realizar cirurgias reparadoras em mulheres com sequelas decorrentes de violência doméstica e intrafamiliar, promovendo recuperação física e autoestima. Um dos hospitais que executam os procedimentos é o Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi (HGG).

A SES integra o Comitê Gestor da Rede de Enfrentamento da Violência contra a Mulher, responsável pela construção do II Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O plano contempla ações específicas da área da saúde, com foco em prevenção, atendimento qualificado e fortalecimento da rede intersetorial. Anualmente, o Governo de Goiás realiza campanhas e ações de conscientização voltadas ao enfrentamento das violências contra as mulheres.

A Rede Nascer, política estadual voltada à atenção materno-infantil, também prevê atenção integral e humanizada às gestantes vítimas de violência sexual. A estratégia assegura acompanhamento clínico, psicológico e social, promovendo cuidado contínuo e proteção durante toda a gestação. A iniciativa reforça o compromisso do Estado com a proteção da mulher em situação de vulnerabilidade.

Foto: SES

Avanço das investigações contra corrupção movimenta cenário institucional

Novas fases de operações reacendem debate sobre combate a desvios e transparência

O avanço de investigações envolvendo suspeitas de corrupção em diferentes esferas do poder voltou a movimentar o cenário político brasileiro. Novas fases de operações e desdobramentos judiciais reacenderam o debate sobre integridade pública.

Parlamentares, partidos e lideranças passaram a cobrar medidas mais firmes de controle, fiscalização e responsabilização. Ao mesmo tempo, cresce a pressão por celeridade nos processos.

Especialistas apontam que o fortalecimento das instituições é fundamental para manter a credibilidade democrática e assegurar que denúncias sejam apuradas com rigor técnico.

O governo acompanha os desdobramentos e reforça o discurso de autonomia dos órgãos de controle, evitando interferências.

O tema deve continuar ocupando espaço no noticiário e influenciando diretamente o ambiente político nacional.

Reforma administrativa volta ao centro do debate político

Tema divide governo, oposição e servidores e reacende discussão sobre tamanho do estado

A reforma administrativa voltou a ocupar posição central no debate político nacional. O tema, que esteve adormecido nos últimos anos, retorna à pauta como alternativa para modernizar a máquina pública e aumentar a eficiência do Estado.

De um lado, defensores argumentam que mudanças são necessárias para melhorar a qualidade dos serviços e controlar gastos. Do outro, servidores públicos e entidades representativas veem riscos de precarização e perda de direitos históricos.

O governo tenta construir uma proposta intermediária, que preserve garantias constitucionais e, ao mesmo tempo, promova ajustes em carreiras, critérios de avaliação e progressão funcional.

No Congresso, a matéria desperta interesse, mas também cautela. Parlamentares sabem que qualquer avanço exigirá amplo diálogo e forte articulação política.

A discussão deve se intensificar ao longo do semestre, tornando-se um dos principais testes de capacidade de consenso do atual cenário político.

Governo amplia articulação para destravar agenda econômica no congresso

Executivo intensifica diálogo político e aposta em construção de maioria para acelerar pautas estratégicas

O governo federal intensificou, nas últimas semanas, uma ampla articulação política com lideranças do Congresso Nacional para garantir o avanço de projetos considerados estruturantes para a economia brasileira. A estratégia passa pela reorganização da base aliada, pela ampliação do diálogo com partidos do centro e pela tentativa de reduzir resistências internas.

Entre os principais objetivos está a consolidação de medidas voltadas ao equilíbrio fiscal, ao estímulo ao crescimento e à retomada da confiança do mercado. O Palácio do Planalto avalia que sem uma base sólida no Legislativo, qualquer tentativa de mudança estrutural fica fragilizada.

Nos bastidores, ministros e líderes governistas têm reforçado encontros reservados com parlamentares, oferecendo espaço político, participação em programas federais e protagonismo regional em troca de apoio às propostas prioritárias.

A movimentação ocorre em um cenário de forte pressão por resultados, especialmente diante do impacto social da inflação, do desemprego e do custo de vida. O governo busca mostrar capacidade de liderança e governabilidade.

A expectativa é que, nas próximas semanas, parte desses projetos avance em comissões e chegue ao plenário, consolidando uma fase de maior estabilidade política e institucional.

Lucas Pinheiro Braathen coloca Brasil no topo do esqui mundial

Da Redação

Atleta conquista feito histórico e rompe barreiras para o esporte nacional

O nome de Lucas Pinheiro Braathen entrou definitivamente para a história ao conquistar um título inédito no esqui alpino, modalidade até então distante do protagonismo brasileiro.

A vitória simboliza mais do que um pódio: representa a consolidação de um projeto esportivo ousado, que aposta na internacionalização de talentos.

O feito ganhou enorme repercussão no país, despertando interesse de patrocinadores, federações e jovens atletas.

Especialistas veem na conquista uma oportunidade estratégica para ampliar investimentos em esportes de inverno e diversificar a matriz esportiva nacional.

Braathen surge, assim, como símbolo de uma nova geração que desafia limites e reposiciona o Brasil no cenário esportivo global.

Condenação de Bolsonaro segue moldando estratégias para 2026

Da Redação

Efeitos políticos do julgamento continuam repercutindo e redefinindo alianças

Mesmo após meses da condenação do ex-presidente, o tema permanece entre os mais debatidos do país. A decisão judicial se consolidou como divisor de águas para a reorganização da direita brasileira.

Setores mais alinhados ao bolsonarismo buscam manter viva a narrativa de perseguição política, enquanto alas moderadas tentam construir um novo discurso, menos confrontacional.

No campo governista, a leitura é de que o episódio reforça a importância da defesa institucional e fortalece o discurso em favor da estabilidade democrática.

Analistas apontam que a condenação terá peso direto na formação de chapas, coligações e discursos para as eleições de 2026, tanto no Executivo quanto no Legislativo.

O julgamento, mais do que um fato jurídico, se tornou elemento estruturante da atual conjuntura política brasileira.

Projeto no Senado sobre Bolsonaro amplia embate entre Congresso e Judiciário

Da Redação


Proposta que pode reduzir punições ao ex-presidente reacende discussões sobre separação de poderes

A tramitação de um projeto no Senado que pode impactar diretamente a situação jurídica de Jair Bolsonaro provocou uma nova onda de tensão entre parlamentares, magistrados e setores da sociedade civil.

A iniciativa, apresentada como medida de revisão penal, é vista por críticos como tentativa indireta de flexibilizar condenações relacionadas a crimes contra a democracia. Já defensores alegam que a proposta corrige excessos e garante segurança jurídica.

O tema rapidamente se transformou em bandeira política. Partidos de oposição ao governo passaram a utilizar o projeto como símbolo de resistência, enquanto a base governista classificou a proposta como retrocesso institucional.

Nos corredores do Congresso, o clima é de cautela. Lideranças admitem que qualquer avanço nessa pauta tende a gerar questionamentos no Supremo Tribunal Federal, aprofundando a disputa entre Poderes.

O caso evidencia que o legado do período pós-eleições de 2022 ainda influencia fortemente a agenda política nacional, mantendo a democracia no centro das discussões.

Carnaval vira palco de embate político e reacende protagonismo de Lula no cenário nacional

Da Redação

Homenagem em escola de samba extrapola a festa, provoca reações e recoloca o presidente no centro do debate público

A presença simbólica e estética de Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval carioca transformou a maior festa popular do país em um novo capítulo da disputa política nacional. A homenagem promovida por uma escola de samba gerou forte repercussão nas redes sociais, nos bastidores do Congresso e entre lideranças partidárias.

A representação do presidente em alegorias monumentais foi interpretada por aliados como reconhecimento à sua trajetória histórica e ao papel social que desempenhou ao longo de décadas. Já opositores apontaram suposta utilização indevida de símbolos culturais em um contexto de evidente polarização.

Especialistas em direito eleitoral passaram a discutir se o tributo pode ser enquadrado como propaganda antecipada, mesmo ocorrendo em um ambiente cultural. O debate amplia o campo de tensão entre liberdade artística e uso político de manifestações populares.

Nos bastidores do Palácio do Planalto, a avaliação é de que a repercussão fortalece a imagem de Lula junto a segmentos populares, sobretudo em um momento de reconstrução de bases eleitorais para os próximos anos.

O episódio mostra que, mesmo fora de agendas oficiais, o presidente segue como figura central do jogo político brasileiro, capaz de mobilizar paixões, críticas e grandes debates nacionais.

Philippe Coutinho deixa o Vasco da Gama e encerra ciclo conturbado

No futebol brasileiro, outra notícia movimenta as redes: a saída de Philippe Coutinho do Vasco da Gama. O retorno do meia ao clube que o revelou carregava forte simbolismo, mas não conseguiu se transformar em estabilidade esportiva.

Entre expectativas elevadas e dificuldades físicas, Coutinho teve participação irregular. O projeto que previa protagonismo técnico acabou sendo marcado por oscilações e pressão interna.

A decisão pela saída foi tratada como estratégica para ambas as partes. O Vasco busca reorganização financeira e esportiva, enquanto o atleta pretende retomar espaço competitivo em novo ambiente.

A torcida, dividida, alterna frustração e gratidão. O talento nunca foi questionado — mas o timing e o contexto pesaram.

O encerramento desse capítulo simboliza um momento de reconstrução no clube carioca, que mira estabilidade administrativa e competitiva na temporada.

Gianluca Prestianni nega acusações e clima de tensão marca bastidores

Após a denúncia feita por Vinícius Júnior, Gianluca Prestianni veio a público negar qualquer manifestação racista. O jovem atleta afirmou estar sofrendo ameaças e declarou confiar na investigação para esclarecer os fatos.

Nos bastidores, o clima é de cautela. O Benfica evitou declarações contundentes, adotando postura institucional enquanto aguarda a conclusão das apurações.

A defesa do jogador sustenta que houve “interpretação equivocada” em meio ao calor da partida. Ainda assim, o caso ampliou a pressão sobre clubes e federações quanto à responsabilidade disciplinar.

Independentemente do desfecho, o episódio já produziu efeitos imediatos: polarização nas redes sociais, debate jurídico e questionamentos sobre as medidas preventivas adotadas pela UEFA.

O futebol moderno convive com o desafio de proteger sua imagem sem ignorar denúncias graves. O equilíbrio entre presunção de inocência e combate firme ao racismo é o centro dessa discussão.