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Agricultores do Quilombo Mesquita discutem escoamento da produção com Secretaria do Entorno

Comunidade mais antiga do Centro-Oeste busca apoio para ampliar vendas e fortalecer a agricultura familiar no Entorno

A Comunidade Quilombola Mesquita, em Cidade Ocidental, a mais antiga do Centro-Oeste, esteve na Secretaria do Entorno de Goiás nesta semana. Os agricultores familiares Gena Aparecida Dantas Oliveira e Juarez Braga Cavalcante, produtores de ovos, açafrão, galinha caipira e mel, participaram de uma reunião com o secretário Pábio Mossoró para tratar de alternativas de escoamento da produção local.

Com cerca de 437 famílias e 1.500 moradores, Mesquita preserva 279 anos de história e tradição quilombola, mas ainda enfrenta dificuldades para comercializar seus produtos. A produção diversificada garante sustentabilidade à comunidade, mas depende de apoio logístico e acesso a novos mercados.

“Nossa comunidade é especial, cheia de pessoas acolhedoras e lugares lindos, mas ainda pode crescer economicamente. Produzimos de tudo! geleias, mel, doce de marmelo, rapadura. Precisamos do apoio da Secretaria para vender essa produção em mais lugares e levar Mesquita mais longe”, disse Gena Oliveira.

O secretário Pábio Mossoró destacou o compromisso do Governo de Goiás em apoiar comunidades tradicionais. “Nosso objetivo é abrir caminhos para que a produção de Mesquita chegue mais longe e gere renda para as famílias. Essa é uma riqueza que precisa ser reconhecida e fortalecida”, afirmou.

Após a reunião, Juarez Braga disse acreditar na parceria com o Estado. Para ele, a expectativa é de que a comunidade seja beneficiada tanto com políticas públicas de incentivo quanto com a valorização da cultura quilombola. “Acredito que nossa produção terá mais espaço, principalmente com a nossa presença já confirmada na feira #NoEntornoTem”, afirmou.

A Secretaria do Entorno tem buscado integrar programas estaduais e federais de apoio à agricultura familiar e firmar parcerias que incluam comunidades como Mesquita em iniciativas de escoamento, abastecimento e compras públicas. O diálogo segue como prioridade para ampliar a visibilidade dos agricultores quilombolas e fortalecer o desenvolvimento econômico da região.

Secretaria do Entorno do Distrito Federal | Governo de Goiás

GDF assina Acordo de Cooperação Técnica para reserva de vagas para mulheres em situação de vulnerabilidade

“Cada termo de cooperação assinado representa um avanço concreto na vida de inúmeras mulheres do Distrito Federal. Esse novo acordo reforça o compromisso do Governo do DF em garantir dignidade, independência e oportunidades reais para quem mais precisa. Estamos fortalecendo uma rede de apoio que transforma histórias e oferece um futuro com mais equidade e justiça,” destacou.

O ACT foi assinado pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira, e pelo juiz federal Márcio Barbosa Maia, diretor do Foro. O acordo assegura às mulheres atendidas pelos serviços da SMDF a prioridade em 5% das vagas de contratos de terceirização do órgão. Para Giselle Ferreira, a formalização do ACT representa um passo importante para salvar vidas. “Este novo acordo reafirma o quanto o nosso programa de ACTs tem se consolidado como política pública efetiva, levando mais força, autonomia e dignidade para mulheres em situação de vulnerabilidade. O GDF tem sido incansável nesse propósito, e esse é mais um passo nessa direção”, completa.

Ainda de acordo com os termos de cooperação, as empresas prestadoras de serviços continuados e terceirizados realizarão processo seletivo para contratação das trabalhadoras mediante acesso a cadastro mantido pelas unidades da rede de atendimento às mulheres vinculadas à SMDF. E, também, será mantido o sigilo das colaboradoras contratadas, vedando qualquer tipo de discriminação no exercício das suas atividades.

Para Márcio Barbosa Maia, o Poder Judiciário tem o dever constitucional de assegurar os direitos fundamentais e a proteção das mulheres. “Este termo de cooperação reforça a importância da atuação integrada entre instituições para garantir respostas mais céleres, eficazes e humanas. A articulação entre justiça e governo é essencial para fortalecer os mecanismos de acolhimento, proteção e emancipação das mulheres em situação de vulnerabilidade,” finaliza.

Acordos de Cooperação Técnica

Atualmente, por meio das parcerias com a Secretaria da Mulher, já estão no mercado de trabalho cerca de 250 mulheres terceirizadas nos órgãos.

Todas são acompanhadas nos equipamentos da Secretaria da Mulher, pelas equipes multidisciplinares — psicólogo, pedagogo e assistentes sociais. 

Conforme os ACTs, as contratações de serviços contínuos com regime de dedicação exclusiva de mão de obra reservam de 5% a 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

A cota é aplicada a contratos com um quantitativo mínimo de 25 colaboradores. Esse percentual deverá ser mantido durante toda a execução contratual.

O acordo também determina que as vagas incluam mulheres trans, travestis, quilombolas, indígenas, refugiadas e outras possibilidades do gênero feminino.

Com o objetivo de promover a inserção de mulheres em vulnerabilidade socioeconômica no mercado de trabalho, a Secretaria da Mulher (SMDF) assinou, nesta quarta-feira (3), o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Justiça Federal de Primeiro Grau — Seção Judiciária do DF (SJDF/JF). A cerimônia ocorreu na sede I da Justiça Federal e contou com a participação da vice-governadora Celina Leão, que destacou a importância de fortalecer as políticas públicas voltadas para a promoção da autonomia feminina.

Vice-governadora Celina Leão celebra autonomia feminina em Acordo de Cooperação Técnica

Fotos: George Gianni / ascom VGDF

A nova parceria abre portas para mulheres em situação de vulnerabilidade reconstruírem suas vidas com dignidade e esperança no mercado de trabalho

Com o objetivo de promover a inserção de mulheres em vulnerabilidade econômica-social no mercado de trabalho, a Secretaria da Mulher (SMDF) assinou o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Justiça Federal de Primeiro Grau – Seção Judiciária do DF (SJDF/JF) nesta quarta-feira (3). A cerimônia para assinatura contou com a participação da vice-governadora, Celina Leão, que destacou a importância do fortalecimento de políticas públicas voltadas para a promoção da autonomia feminina.

“Cada termo de cooperação assinado representa um avanço concreto na vida de inúmeras mulheres do Distrito Federal. Esse novo acordo reforça o compromisso do Governo do DF em garantir dignidade, independência e oportunidades reais para quem mais precisa. Estamos fortalecendo uma rede de apoio que transforma histórias e oferece um futuro com mais equidade e justiça,” destacou.

O ACT assegura às mulheres atendidas pelos serviços da SMDF a prioridade em 5% das vagas de contratos de terceirização do órgão. Ainda de acordo com os termos de cooperação, as empresas prestadoras de serviços continuados e terceirizados realizarão processo seletivo para contratação das trabalhadoras mediante acesso a cadastro mantido pelas unidades da rede de atendimento às mulheres vinculadas à Secretaria. O sigilo das colaboradoras contratadas deverá ser mantido, vedado qualquer tipo de discriminação no exercício das suas atividades.

Parceria completa

Atualmente, 250 mulheres já estão no mercado de trabalho por meio das parcerias com a Secretaria da Mulher. Todas são acompanhadas por equipes multidisciplinares com psicólogos, pedagogos e assistentes sociais.

Conforme os ACTs, as contratações de serviços contínuos com regime de dedicação exclusiva de mão de obra reservam de 5% a 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A cota é aplicada a contratos com um quantitativo mínimo de 25 colaboradores. Esse percentual deverá ser mantido durante toda a execução contratual.

O acordo também determina que as vagas incluam mulheres trans, travestis, quilombolas, indígenas, refugiadas e outras do gênero feminino.

Novo Gama nomeia nova cúpula da Guarda Civil Municipal

Mudança no comando busca reforçar a segurança pública e aproximar a GCM da população

Nova estrutura quer ampliar presença da Guarda nas ruas

A Prefeitura de Novo Gama anunciou os novos nomes que passam a compor o Comando da Guarda Civil Municipal (GCM). A medida faz parte da estratégia da atual gestão para fortalecer a segurança pública e ampliar a eficiência dos serviços prestados à população.

O comando geral da corporação será exercido por Daniel Pereira Santos, que terá como subcomandante Hilquias de Jesus Pontes da Silva. Também integram a nova estrutura os inspetores Evanilson Castro Frota Júnior e Larissa de Oliveira Torres Santos.

Para o Comando de Patrulhamento Municipal, foram nomeados os guardas civis Israel Tandial Coelho do Nascimento, Davi dos Santos Oliveira, Roberto do Nascimento Marques e Ielton Rodrigues dos Santos. A equipe será responsável por intensificar a atuação da GCM nas ruas e garantir maior proximidade com os moradores.

Na área de controle interno e transparência, o guarda civil Lucas Almeida dos Santos assume como Corregedor-Geral da corporação. Já Lucas Breno Fonseca da Trindade será o novo Ouvidor-Geral da GCM.

Com a reestruturação, a Prefeitura de Novo Gama reforça a valorização dos profissionais da segurança e reafirma o compromisso de oferecer uma atuação mais eficiente e próxima da comunidade.

A faca da esquerda no coração do BRB

Arte: BRB

A punhalada da esquerda contra Brasília

A esquerda deu mais uma punhalada em Brasília. Depois de quase empurrar o BRB para a privatização no governo Cristovam Buarque e de vê-lo afundar em escândalos de corrupção na gestão Rodrigo Rollemberg (PSB), quando toda a cúpula do banco foi presa pela Polícia Federal por desviar R$ 16,6 milhões em propina, agora petistas e aliados voltam a atacar.

O Banco de Brasília, que se reergueu do caos e se transformou em referência nacional, acaba de sofrer um duro golpe articulado pela esquerda. Só no primeiro semestre deste ano, o BRB registrou lucro líquido de R$ 518 milhões — o maior da sua história — e se prepara para crescer ainda mais com a compra do Banco Master, operação que já tinha aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e aprovação da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Mas o que fez a tropa liderada pelos petistas Érika Kokay, Chico Vigilante e pelo forasteiro Ricardo Cappelli (PSB)? Conspirou, pressionou, articulou nos bastidores até conseguir que o Banco Central rejeitasse a aquisição do Banco Master. Um movimento que não tem nada de técnico — é puramente político.

O resultado? Enquanto os esquerdopatas comemoram a derrota de um banco que é orgulho de Brasília, quem perde é a cidade e sua população. O BRB, que hoje financia moradia, crédito, desenvolvimento regional e inclusão social, poderia ampliar ainda mais sua presença e competitividade no mercado nacional. Mas foi sabotado por aqueles que sempre trataram a capital como inimiga.

A história mostra: quando a esquerda mete a mão no BRB, Brasília paga a conta. Ontem foi a ameaça de privatização e o escândalo de corrupção. Hoje é a conspiração para barrar seu crescimento. E amanhã?

O que fica claro é que, para a militância radical, não importa o futuro de Brasília, nem os empregos, nem o desenvolvimento. Importa apenas manter o jogo político de poder. Uma vergonha.

Os xiitas do PT e seus aliados comemoram. Brasília, não.