Instrumentista morreu aos 72 anos e deixou trajetória marcada pela aproximação do forró com jazz, blues, rock e música erudita.
A morte de Oswaldinho do Acordeon repercutiu no meio artístico em 26 de outubro. O cantor, compositor e instrumentista morreu no domingo, dia 25, aos 72 anos. Até a publicação das informações, a causa da morte não havia sido divulgada.
Nascido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Oswaldo de Almeida e Silva era filho do sanfoneiro Pedro Sertanejo. Cresceu em um ambiente musical e teve contato com nomes como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Sivuca, desenvolvendo uma carreira iniciada ainda na infância.
Ao longo de seis décadas, Oswaldinho explorou diferentes possibilidades para a sanfona. Sua produção aproximou o forró de gêneros como jazz, blues, rock e música erudita, com trabalhos que ampliaram o alcance do instrumento.
Entre os projetos da carreira está o álbum “Cada um Belisca um Pouco”, gravado com Dominguinhos e Sivuca em 2004. Artistas como Chico César e Nelson Faria prestaram homenagens e destacaram a contribuição do músico para a cultura brasileira.


