Da Redação
Durante participação no podcast de Firmino Cortada, Renan Santos, fundador do MBL, voltou a comentar sua posição no segundo turno da eleição presidencial de 2022. Segundo ele, a decisão de não apoiar nem Luiz Inácio Lula da Silva nem Jair Bolsonaro foi tomada por convicção política, e não por neutralidade, diante das críticas que recebeu de diferentes setores.
Na entrevista, Renan afirmou que sempre considerou os dois projetos políticos prejudiciais ao país e que preferiu manter coerência com suas posições a pedir votos para um candidato em quem não acreditava. Ele também declarou que suas opiniões permanecem as mesmas desde o início de sua trajetória pública e que não pretende mudar de discurso por conveniência política.
Ao relembrar a ascensão da direita no Brasil, Renan Santos destacou o papel das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff e afirmou que o movimento que ajudou a fundar teve participação central na mobilização popular. Para ele, a consolidação da direita como força política nacional começou antes da chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.


