Governo Federal aposta em obras estruturantes para impulsionar crescimento econômico e reduzir desigualdades regionais.
O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltou ao protagonismo no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma série de agendas estratégicas, o chefe do Executivo destacou que a retomada de grandes obras é fundamental para reorganizar o país e gerar desenvolvimento sustentável.
Rodovias, obras de mobilidade urbana, saneamento básico e habitação estão entre as prioridades. O governo afirma que a meta é destravar projetos paralisados e iniciar novos empreendimentos que ficaram anos sem execução.
Nos corredores ministeriais, a avaliação é de que o Novo PAC representa não apenas investimento em infraestrutura, mas uma mensagem política: o Estado como indutor do crescimento. Lula tem defendido que o Brasil precisa voltar a planejar a longo prazo.
Em encontros com governadores e prefeitos, o presidente reforçou que o programa não distingue cores partidárias. “O investimento chega onde o povo precisa”, tem repetido em seus discursos.
A estratégia também dialoga com o setor produtivo, que acompanha com expectativa a abertura de novos contratos e parcerias público-privadas.
O impacto, segundo técnicos do governo, deve ser sentido nos próximos anos, com geração de empregos, melhoria da competitividade e fortalecimento das economias locais.
O Novo PAC, portanto, se consolida como vitrine da gestão federal e como ferramenta política em um cenário de forte disputa narrativa.


