Estratégia internacional mira Índia e Coreia do Sul como eixos de expansão comercial
Em meio às transformações do cenário global, o governo federal intensificou movimentos diplomáticos para ampliar parcerias estratégicas além do eixo tradicional com a China. A aproximação com Índia e Coreia do Sul é vista como parte de um plano de diversificação econômica.
O objetivo declarado é reduzir dependências comerciais e ampliar oportunidades em setores como tecnologia, energia e infraestrutura. Interlocutores do Planalto destacam que o Brasil busca maior autonomia nas relações internacionais.
Analistas avaliam que a estratégia também possui componente político, ao sinalizar equilíbrio entre grandes potências. O país tenta evitar alinhamentos automáticos e reforçar sua posição como ator global relevante.
No Congresso, o debate gira em torno dos impactos econômicos dessas novas parcerias e da necessidade de garantir competitividade nacional.
A política externa volta a ocupar papel central na agenda doméstica, mostrando que decisões internacionais têm reflexos diretos no cenário político interno.

