BR Partners tem receita e lucro recordes no 1T24

0
9

Esse foi o quarto trimestre consecutivo de crescimento de lucro e de incremento na rentabilidade da Companhia
 

O BR Partners (BRBI11) divulgou na noite desta quinta-feira, 09/05, os resultados de sua performance financeira no primeiro trimestre de 2024. Para a empresa, houve uma melhora no ambiente de negócios no final de 2023 e este cenário foi rapidamente absorvido, refletindo no fortalecimento da geração de receita da Companhia em suas diferentes verticais.
 

A receita total no 1T24 foi de R$ 138 milhões, um aumento de 11% sobre o 4T23 e de 36% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita com clientes ficou em R$ 97 milhões, leve redução de 2% em relação ao 4T23 e crescimento de 64% em comparação ao mesmo período de 2023. Além desta, a empresa anuncia a receita com clientes por Managing Director, que foi de R$ 9,7 mi. Esse indicador, métrica relevante para demonstrar a capacidade de geração de receita dos principais executivos da companhia, é muito utilizado pelos investidores dos bancos de investimento estrangeiros e, como boa prática, abrimos ao mercado.
 

O lucro líquido atingiu R$ 49,5 mi, aumento de 15% em relação ao trimestre anterior e de 49% frente ao 1T23. A margem líquida chegou a 36%. O ROAE alcançou 24%, maior patamar de rentabilidade atingido após a diluição total desse indicador com a captação de recursos no IPO, em 2021. O Índice de Basileia ficou em 17,8% (março de 2024), o Índice de Remuneração em 27,7% e o de Eficiência em 40,7%. Já a Carteira de Títulos Privados e Bridge Loans atingiu R$ 2,5 mi, sendo 98% composta de títulos AA-B.
 

“Estamos muito satisfeitos com nossa performance nesse trimestre. O BR Partners mais uma vez apresentou receita e lucro recordes no 1T24. Esse foi o quarto trimestre consecutivo de crescimento de lucro e de incremento na rentabilidade da Companhia”, afirma Vinicius Carmona, sócio e diretor de Relações com Investidores.
 

Em relação aos destaques operacionais, no Investment Banking foram anunciadas três transações no trimestre, totalizando mais de R$ 3,4 bi, sendo o destaque para operações de M&A. Com volume de emissões de R$ 2,1 bi, Mercado de Capitais teve 16 emissões. Em Wealth Management, a empresa alcançou R$2,7 bi de Wealth under Advisory, crescendo 16% em relação ao trimestre anterior.
 

Juntos, IB e Mercado de Capitais apresentaram R$ 77,7 mi de receita no primeiro trimestre de 2024, um aumento de 2,9% em relação ao 4T23 e 68,6% comparado ao 1T23. O resultado reflete a melhora no cenário macroeconômico, com notável retomada das atividades de M&A e Mercado de Capitais de dívida, além da capacidade da Companhia absorver movimentos positivos para a geração de receita.
 

Entre as transações no período estão a assessoria à Cemig, no âmbito de venda de sua participação na Aliança Energia para a Vale (R$ 2,7 bi), a assessoria para o follow-on primário do GPA e nossa assessoria à Travelex, no âmbito de compra da consultoria de câmbio Number One, além da compra da Amil (R$ 11 bi) por José Seripieri Júnior e fairness opinion para Americanas (R$ 24 bi).
 

Em Mercado de Capitais, houve ainda uma evolução no número de emissões e ticket médio, que saltaram de 40 e R$ 99 mi no 1T23 para 45 e R$ 113 mi no 1T24. Outro destaque do período está na receita da área de Gestão de Ativos, de R$ 2,1 milhões no 1T24, um crescimento de 7% sobre o 4T23 e de 54,2% em relação ao 1T23.
 

Já Treasury Sales & Structuring atingiu uma receita de R$ 17,4 mi no tri (+47,6% vs 1T23 e -21% 4T23). No período houve uma boa dinâmica principalmente pelo reaquecimento do mercado de capitais, com oportunidades para a estruturação de swaps de dívida.
 

Importante destacar que, da receita total de R$ 137,6 mi no 1T24, 71% (R$ 97 mi) foi composta pelas receitas geradas com clientes, em linha com o último trimestre de 2023. Isso é explicado pela manutenção do nível de atividade do BR Partners em suas linhas de negócio, principalmente pelo reaquecimento do M&A no IB e estruturação e distribuição de dívidas no Mercado de Capitais. A Receita com Capital aumentou para R$ 40 milhões no trimestre, fruto do aumento da carteira de títulos privados e pela reavaliação dos FIPs da área de Investimentos.
 

Além disso, fortalecendo a cultura de preservar pessoas estratégicas através do partnership e promover a criação de riqueza dos sócios na própria empresa, no equity do BR Partners, a Cia apresentou 10 novos sócios entre diferentes áreas de front e back-office. Nos 36 sócios há MDs (28%), Diretores (39%) e vice-presidentes (25%).
 

Para Carmona, no IB, especificamente de M&A, há um ambiente mais benigno e propenso à conversão de transações em relação a 2023, um pipeline diversificado em evolução por melhorias nos fundamentos e uma leve percepção de desalavancagem. Mas ainda há fatores inibindo um movimento mais intenso. “O nível de atividade é bom mas não é excelente. Houve uma frustração do mercado com o possível afrouxamento monetário mais precoce e menos intenso, e que ainda representará um fardo pesado a ser carregado pelo setor corporativo, que continuará com um custo de dívida alto”, diz.
 

No Mercado de Capitais, o tri foi marcado por um mercado de dívida local muito aquecido, seja para Corporate finance como para reperfilamentos e reestruturações de dívida, quanto para desalavancagem a exemplo do Sale & Leaseback. “Tivemos o melhor trimestre da história da área, contando com a volta de uma contribuição maior de transações de M&A e a continuidade de nossa presença no DCM local”, pontua o executivo.
 

Com relação aos investidores do banco, o pagamento de Dividendo Intermediário (aprovado em reunião do Conselho de Administração, realizada em 09 de maio de 2024) é de R$ 0,30/Unit, totalizando R$ 31,4 milhões, com payout de 63,7%.
 

Nesta sexta-feira, 10/05, às 15h, será realizada a videoconferência de resultados do BR Partners para o primeiro trimestre de 2023. Para acompanhá-la ao vivo, acesse o link: Link. E para conferir os resultados na íntegra acesse Link
 

Sobre o BR Partners


Fundado em 2009, o BR Partners é o maior banco de investimento independente da América Latina. Realiza operações de fusões e aquisições, estruturação de dívida, derivativos, investimentos e reestruturações financeiras. Até hoje, o banco já assessorou mais de R$ 460 bilhões em transações na área de investment banking e mais de R$ 20,5 bilhões em emissões de dívida pelo Mercado de Capitais. Em junho de 2021, o IPO do BR Partners levantou cerca de R$ 400 milhões em capital. No mesmo ano, o banco recebeu duplo upgrade das agências de rating Fitch e Moody’s, de ‘A+(bra)’ para ‘AA-(bra)’. Conta, atualmente, com cerca de 170 colaboradores. Seu sócio-fundador e CEO, Ricardo Lacerda, tem passagens por importantes instituições financeiras do Brasil e do mundo e é considerado um dos maiores especialistas em operações de fusões e aquisições de empresas do país.
 

Assessoria de Imprensa BR Partners

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui